sábado, 3 de dezembro de 2016

Despedida: Família decide sepultar corpo de Ananias em Salvador

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Ananias foi revelado pelo  Bahia -foto:reprodução
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O último gol de Ananias marcado contra o San Lorenzo na Argentina pela Sul -Americana- no empate de 1x1 -foto:reprodução


Após o velório coletivo das vítimas do acidente aéreo com o voo da Chapecoense neste sábado, 3, os corpos seguem para o sepultamento em diversos estados. Dezesseis serão enterrados em Chapecó. Os demais seguem para as cidades natal ou municípios onde as vítimas tinham forte relação.

É o caso do corpo do meia-atacante Ananias, que, apesar de ter nascido em São Luís, no Maranhão, tinha forte vínculo com a Bahia. Ele foi revelado no Bahia e jogou por muitos anos no tricolor, inclusive ajudando o clube na campanha de acesso à Série A em 2010.
Além disso, a mulher e o filho de Ananias vivem na capital baiana. Diante disso, a família dele decidiu enterrá-lo em Salvador nesta segunda, 5.

Já o corpo do baiano Sérgio Manoel Barbosa Santos, natural de Xique Xique, será enterrado em Itapevi, no interior de São Paulo. O velório vai acontecer no ginásio João Salvarani e o corpo será sepultado no cemitério Alphacampus, em jazigo cedido pela administração do espaço.Informações de atardeonline

Saúde e Cidadania é o novo livro do Dr. Claudio Lottenberg


A saúde do futuro
    

O livro aponta os desafios para a boa prática médica na era da tecnologia e é um dos contemplados no principal prêmio de literatura do País - foto:reprodução

É fácil se encantar com as maravilhas da tecnologia na área da saúde. Elas surgem com velocidade espantosa e prometem assistência de primeira linha mesmo nos casos mais difíceis. Mas como saber qual delas de fato fará diferença no tratamento e se, mesmo fazendo, qual vale a pena ser incorporada do ponto de vista econômico? Os caminhos para a resposta a esse que é um dos maiores desafios da área da saúde atualmente estão no livro ‘Saúde e cidadania – A tecnologia a serviço do paciente e não ao contrário’, escrito pelo médico Claudio Lottenberg, um dos mais renomados gestores em saúde do País e bastante conhecido por seu trabalho à frente da presidência do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A obra acaba de ganhar o Prêmio Jabuti na categoria Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer. A premiação é a mais importante da literatura nacional.
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Interpretação de dados

Em seu segundo livro, Lottenberg oferece um panorama substancial do estado da arte da medicina e suas implicações. É um dos primeiros autores a tratar com profundidade do fenômeno do Big Data, a capacidade de guardar, associar e interpretar o imenso número de informações disponíveis. “O Big Data nos dá a possibilidade de compartilharmos as informações como nunca fizemos antes”, diz o médico. De acordo com a obra, cerca de 700 mil publicações biomédicas são divulgadas anualmente e a literatura médica dobra de volume a cada nove anos. Portanto, são milhões de dados que precisam ser analisados, de preferência em conjunto, para que possam fornecer cenários mais claros, ajudando a guiar os médicos. Para tratar o câncer de mama, por exemplo, há mais de setenta remédios disponíveis e centenas de estudos apontando suas melhores indicações.
A interpretação dos dados é uma das chaves para o bom uso da tecnologia. Por meio do conhecimento, é possível designar com maior precisão quando vale a pena adotar um novo recurso, e para quem. Como afirma o médico, países do mundo todo procuram modelos sustentáveis de financiamento da saúde – questão urgente diante da realidade de verbas limitadas e exigências enormes.
Formado pela Escola Paulista de Medicina, mestre e doutor em Oftalmologia, Lottenberg também discorre sobre as habilidades que os médicos precisarão desenvolver nos próximos anos, como grande conhecimento em genética e o desenvolvimento de senso de liderança. No livro estão ainda contempladas discussões contemporâneas, entre elas a revolução trazida pelos aplicativos, sensores e aparelhos que monitoram a saúde e as transformações na relação entre os médicos e pacientes. É uma obra obrigatória para quem deseja se preparar para a medicina do futuro.
PONTOS DE DESTAQUE


Alguns dos temas inovadores abordados
> O fenômeno do Big Data, a capacidade de armazenar, combinar e interpretar enorme quantidade de informações;
> Como avaliar se vale a pena incorporar uma nova tecnologia;
> As novas oportunidades de mercado para os profissionais de saúde;
> Por que o paciente hoje tem mais poder sobre seu tratamento e de que maneira isso muda a relação com o médico;

fonte:Istoé edição online de 03/05/16/reprodução

Em Chapecó: Um dos dias mais triste para o Brasil


Caixões com as vítimas de do acidente aéreo na Colômbia, chegam à Chapecó-SC
foto:Alexandre Salvador/Veja/reprodução
Arena Condá recebe corpos de vítimas sob gritos de ‘O campeão voltou’
foto:reprodução/TV Globo

Chapecó amanheceu em seu luto mais profundo, neste sábado(3), dia do velório coletivo dos jogadores, comissão técnica e dirigentes da Chapecoense, mortos na madrugada de terça-feira, na queda do avião que os levava a Medellín, para a decisão da Copa Sul-Americana. 
Chove. Muito. O céu também se apresentou em luto nessa manhã. Ainda assim, torcedores tomam as arquibancadas da Arena Condá, à espera da chegada dos caixões, que saíram sexta-feira de Medellín, em aviões da FAB. Michel Temer também virá. O presidente da República, que faria apenas uma homenagem às famílias das vítimas, em uma sala no aeroporto Serafim Enoss Bertaso, decidiu comparecer ao estádio. O público é longe dos 100 mil previstos, mas cerca de 5 mil pessoas já estão no Condá. 
Nas ruas próximas ao estádio, quatro telões aguardam aqueles que não puderem acessar ao estádio. Centenas de paramédicos, médicos e enfermeiros estão na Arena e nas redondezas, a fim de atender quem eventualmente passe mal, devido à comoção. 

Encorpada pela presença de outras torcidas, Atlético-PR, Cruzeiro, Bahia, Vitória, do Paysandu e, claro, do Atlético Nacional de Medellín, a torcida da Chapecoense entoa seus cânticos. Mas faz longas pausas. Não há clina para festa. 
A vigília segue no Condá. A dor também. 
SIGA AO VIVO PELA BAND, NO LINK ABAIXO:

fonte:Diário Catarinense c/adaptações

Chapecó: Velório terá agradecimentos à Colômbia e ao Atlético Nacional

Logo do Atlético Nacional ficará no gramado da Arena Condá
foto:reprodução Luiz Castro/Veja
As demonstrações de afeto do povo colombiano, especialmente por parte dos torcedores do Atlético Nacional de Medellín, foram muito valorizadas pelos moradores de Chapecó e também pelos organizadores do velório coletivo marcado para a manhã deste sábado na Arena Condá.
Durante a montagem das estruturas ocorrida na noite desta sexta-feira, foram vistos uma bandeira da Colômbia e um grande cartaz com o logo, em preto, do Atlético Nacional – que seria o adversário da equipe catarinense na final da Copa Sul-Americana e lotou o estádio Atanasio Girardot, na última quarta-feira, para homenagear os adversários mortos.
Preparativos para o velório dos jogadores da Chapecoense, na Arena Condá
Preparativos para o velório dos jogadores (Luiz Castro/VEJA.com/reprodução


Nas arquibancadas, também foram vistas bandeiras da Colômbia e mensagens de agradecimento ao país. A organização do evento, formada por muitos voluntários, também espalhou flores em volta de um símbolo gigante da Chapecoense.

fonte:Veja c/adaptações

Porta-voz de Temer liga para pai de jogador morto para explicar cerimônia


Osmar Machado, pai do zagueiro Filipe Machado (Foto: Reprodução SporTV)
foto:reprodução
O presidente Michel Temer solicitou que o porta-voz Alexandre Parola ligasse para Osmar Machado, pai do zagueiro Filipe Machado, morto no acidente aéreo da Chapecoense, na Colômbia, para "esclarecer" os procedimentos relativos ao velório coletivo que acontecerá neste sábado na cidade catarinense de Chapecó. Na manhã desta sexta-feira, Machado afirmou que não pretendia ir ao aeroporto e que o presidente Temer deveria "ter vergonha na cara" e ir até o velório na Arena Condá.
Na ligação, Parola explicou a Machado que os convites para que os familiares estejam no aeroporto não partiu da presidência da República e que os trâmites da cerimônia estão a cargo dos governos estadual e municipal. 
As declarações de Machado, em entrevista ao canal ESPN, gerou uma onda negativa pela ausência de Temer no velório coletivo, por receio de vaias e manifestações. Apesar disso, ainda não há definição da agenda do presidente na cidade catarinense. Segundo um auxiliar de Temer, como é de costume, o presidente "pode mudar de ideia" a depender do clima do local. 
Parola disse a Machado ainda que, mesmo que ele não queira participar da Cerimônia de Honras Fúnebres em homenagem às vítimas no aeroporto, seu filho - assim como todas as outras vítimas - receberá a Cruz e Medalha do Mérito Desportivo, conforme decreto publicado nesta sexta em edição extra do Diário Oficial da União.
VERGONHA - Ao dizer ao canal televisivo que não irá ao aeroporto, Machado disse que não arredaria um pé para cumprimentar o presidente. "A pessoa importante aqui somos nós e nossos filhos que morreram. Eu não arredo um pé para cumprimentar o Temer. Ele é o presidente do Brasil e só", disse.
"Eu não preciso do cumprimento dele no aeroporto. Eu acho que, se ele tem dignidade, porque ele é um presidente, se tem dignidade e vergonha na cara, que venha aqui cumprimentar as pessoas", disse. A entrevista tem repercutido nas redes sociais, o que, segundo auxiliares, ainda pode mudar a programação deste sábado.
fonte:Estadão

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