terça-feira, 27 de outubro de 2015

Brasil:Polícia de SP investiga golpe que rouba milhas e dados de funcionários da Embasa

                                                    Imagem:reprodução




A Polícia Civil de São Paulo investiga um golpe de roubo de milhas de passagens aéreas e também estelionato.A denúncia foi exibida nesta terça-feira (27) no Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo a reportagem, dados de funcionários da Embasa foram roubados e repassados para serem usados em outros golpes - com eles, foram feitos documentos e cartões falsos. Além de resgatar milhas, os bandidos conseguiam empréstimos bancários. 
Segundo a denúncia, Patricia Alex Oliveira Barros se passava por agentes de viagens e revendia passagens obtidas de maneira ilegal com milhas. O golpista tinha acesso ao cadastro de clientes de empresas aéreas, se passavam pelos donos das contas e resgatavam os bilhetes ou transferiam as milhas em troca de dinheiro. Ainda segundo a polícia, muitas das pessoas que viajaram com milhas de outras pessoas sabiam que era um golpe e, portanto, tiraram vantagem, não sendo vítimas.

Patrick, que era procurado, foi preso em setembro de 2015. Com celulares apreendidos dele, a polícia teve acesso a mensagens que ele trocava com um amigo, identificado como Ítalo Ivanes Fernandes Barbosa, combinando outro golpes com dados de funcionários da Embasa. A reportagem do JN identificou Ítalo como funcionário da Embasa, mas segundo a assessoria da estatal, ele não faz parte do quadro da empresa e deve se tratar de um prestador de serviço.
Por telefone, Patrick foi orientado a usar o nome dos servidores para pedir informações sobre empréstimos.  “Depois que ela informar, a gente faz o procedimento que ela mandar, tá? E aí aguarda a aprovação. A gente vai fazer um por um. Devagarzinho. No mês de agosto pra poder cair em setembro, sem pressa”, diz em conversa gravada.
Cinco suspeitos foram identificados até agora - quatro já foram indiciados e podem responder por estelionato e organização criminosa. A polícia calcula que, entre empréstimos e desvio de milhas, os golpes cheguem a R$ 2,5 milhões. Parte do dinheiro foi usada para comprar carros, alugar casas e fazer festas.
Fonte:Correio da Bahia
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