
CONFIRA A REPORTAGEM COMPLETA ASSINADA POR PRISCILA TRINDADE DO JORNAL CORREIO DA BAHIA NO LINK ABAIXO DE HOJE(8):
https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/graos-superiores-cafe-baiano-conquista-excelencia-e-se-destaca-no-mercado/


Em pouco mais de cinco meses, antigos expoentes do bolsonarismo e eminências pardas do governo anterior passaram de pedra a vidraça e, hoje, estão arrolados em processos judiciais ou estão sendo investigados. Na avaliação de especialistas ouvidos pelo Correio, essa situação deve, em algum momento, respingar no ex-presidente — cujo efeito menos grave seria a perda dos direitos políticos.
Além de inquéritos que correm nos tribunais superiores —como, por exemplo, a investigação das joias sauditas e o suposto envolvimento intelectual em atos golpistas —, Bolsonaro entrou na mira da Polícia Federal (PF) com a Operação Venire, que apura um esquema de inserção de dados falsos, no sistema do Ministério da Saúde, sobre a vacinação do ex-presidente contra a covid-19.
Na fraude dos cartões de imunização, o ex-ajudante de ordens do então presidente, tenente-coronel Mauro Cid — preso desde a última semana — é peça-chave. Segundo as investigações, teriam sido falsificados os certificados de vacinação de Bolsonaro e da filha caçula, hoje com 12 anos. O militar também teria obtido o documento irregularmente para si, a mulher e as filhas.
Cid também é investigado no inquérito que apura a propagação de notícias falsas por Bolsonaro. Em uma live realizada em outubro do ano passado, o ex-presidente relacionou a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) à vacina contra a covid-19. O tenente-coronel ajudou a produzir o material divulgado pelo então presidente e, por isso, também foi incluído no inquérito da PF.
Em outra polêmica, o militar auxiliou Bolsonaro a realizar o PowerPoint apresentado durante reunião com os embaixadores, no Palácio da Alvorada, no ano passado, na qual o ex-presidente atacou o processo eleitoral brasileiro. Cid ainda é alvo de uma investigação, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), por vazamento de dados sigilosos de um inquérito sobre ameaças às urnas eletrônicas.
O tenente-coronel trouxe à tona outra figura próxima de Bolsonaro: o major reformado do Exército Ailton Barros — também preso na Operação Venire. Era chamado pelo ex-presidente "Irmão 02". Em mensagens interceptadas pela PF, ele diz saber quem foi o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco, em março de 2018, e também combina com Cid planos para um golpe de Estado.
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres é mais um nome ligado a Bolsonaro que está preso. Ele é suspeito de omissão na tentativa de golpe de 8 de janeiro — que culminou na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. À época, era responsável pela segurança pública do Distrito Federal. A PF encontrou na casa dele uma minuta que detalhava uma manobra para anular o resultado da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
Os últimos dias foram de expressivas derrotas para o bolsonarismo. Filho do ex-presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) está cada vez mais perto de responder criminalmente pela prática de "rachadinha" em seu gabinete na Câmara Municipal. O Ministério Público do Rio de Janeiro obteve um laudo que traz 688 depósitos bancários, feitos por seis funcionários nomeados pelo parlamentar, na conta de Jorge Fernandes, seu chefe de gabinete.
Ainda em família, Michelle Bolsonaro é citada no escândalo das joias de R$ 16 milhões. Ela disse que desconhecia o conjunto da marca de luxo Chopard apreendido pela Receita Federal, em Guarulhos (SP), mas admitiu ter recebido um segundo conjunto que os sauditas remeteram para o ex-presidente. Assessor dos Bolsonaros, Fabio Wajngarten disse que a ex-primeira-dama chegou a deixar na cozinha do Palácio da Alvorada, por três dias, o valioso estojo — que incluía um relógio masculino e uma caneta.
Na última quinta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou o empresário Luciano Hang, apoiador de primeira hora de Bolsonaro, inelegível até 2028 por abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2020. A Justiça entendeu que ele fez campanha ostensiva em favor da eleição de Ari Vequi (MDB) para prefeito de Brusque (SC), também condenado.
Outro ex-expoente bolsonarista, o ex-deputado Daniel Silveira, de trás das grades soube que o STF ainda formou maioria para manter a nulidade do indulto concedido pelo ex-presidente. O ex-parlamentar foi condenado pela Corte a oito anos e nove meses de prisão por estimular atos antidemocráticos e ameaçar os ministros da Corte.
O blogueiro Allan dos Santos, investigado por milícias digitais e atos antidemocráticos e contumaz provador do ministro Alexandre de Moraes, também deve ser cercado pela polícia. Em março, o governo norte-americano enviou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública um pedido formal para que o Brasil envie os documentos finais sobre a extradição do bolsonarista, que está foragido nos Estados Unidos.
Tem ainda Roberto Jefferson, apoiador do presidente que está preso no complexo penitenciário de Bangu 8 acusado de tentativa de triplo homicídio — dias antes do segundo turno da eleição presidencial do ano passado, ele reagiu a bala ao comprimento de um mandado de prisão expedido por Alexandre de Moraes. O então cacique do PTB atirou e jogou em três agentes da PF, que foram cumprir a ordem judicial, um artefato explosivo.
O analista político Melillo Dinis destaca a possível inelegibilidade do ex-presidente. Para ele, os desdobramentos das investigações devem complicar ainda mais a situação de Bolsonaro. “As nuvens sombrias que se acumulam sobre Jair Bolsonaro e seus mais próximos adeptos, incluindo a família e assessores, como o Mauro Cid, apontam para uma tempestade de muitas e novas emoções. Há muito ainda a ser descoberto”, ressaltou.
Segundo o professor Paulo Calmon, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Bolsonaro "está colhendo o que plantou: questionamento dos tribunais e desvalorização do capital político. Terá que enfrentar diversos processos, em diferentes Cortes, além de uma grande quantidade de notícias ruins que poderão prejudicar ainda mais seu prestígio, sua energia e seu patrimônio".
O cientista político Leandro Gabiati avalia que "Bolsonaro optou por confrontar o Supremo, especificamente alguns ministros e, hoje, ele está pagando as consequências. Não estamos entrando no mérito das críticas que Bolsonaro fez ao STF, nem das ações que o Alexandre de Moraes está tomando, ou sobre quem está certo ou errado. Essa é apenas uma dinâmica política".
Fonte: Luana Patriolino/Correio Braziliense - 08/05/2023
foto:reprodução Fernando Frazão
Um dia os filhos cresceram, a casa ficou vazia, sobraram saudade e tédio. A alagoana Roxinha, então com 59 anos, conseguiu ocupar o coração e o tempo com arte. Ao lado do marido, começou a desenhar em folhas de papel, depois nas paredes de casa e tomou tanto gosto pela coisa, que todo tipo de material foi transformado em tela. Até sucatas encontradas em um lixão.
O que era para ser uma “brincadeira”, ultrapassou os limites do povoado de Lagoa de Pedra, às margens do rio São Francisco, e ocupa um espaço no Museu do Pontal, Rio de Janeiro. Inaugurada no sábado (6), trata-se da primeira exposição da artista.
“Eu fiquei sozinha com o meu marido e um filho dentro de casa. O filho saía de noite e ficávamos só os dois. E aí, o marido disse assim: 'vamos desenhar?'. Eu disse que não sabia desenhar nada. E ele disse que a gente aprendia, para se entreter. Aí, eu consegui junto com ele. Toda noite a gente desenhava. E a gente ria, porque pareciam duas crianças desenhando. Eu mostrava o que fazia, ele mostrava o que fazia, e a gente começava a rir”, conta a artista, hoje com 69 anos.
Setenta pinturas compõem a mostra Roxinha: uma vida de novela. O título cita uma das referências preferidas da artista: as histórias de amor que viu na TV. Traços, cores e diálogos são inspirados em cenas que ficaram guardadas na memória. Há, por exemplo, uma obra que retrata a novela infanto-juvenil Malhação. Outra, sobre um casamento que aconteceu em O Cravo e a Rosa, pintada sobre o que sobrou de um televisor antigo de tubo.
O termo novela também representa a vida da própria artista, com diferentes tipos de emoções. Sejam elas difíceis, como o trabalho pesado e a distância dos filhos. Ou episódios românticos e bem-humorados. Momentos do cotidiano da família e do povoado também estão retratados nas obras de Roxinha, que já trabalhou no cultivo de macaxeira, milho e feijão, quebrou brita em uma pedreira local e varreu as ruas de Lagoa de Pedra.
O primeiro profissional do campo artístico a identificar o trabalho de Roxinha foi André Dantas. Ele é um dos curadores da mostra no Museu do Pontal e disse ter se encantado ao descobrir as produções da artista. Tanto que adquiriu várias delas e cobriu as paredes do espaço cultural que possui na Ilha do Ferro, em Alagoas.
“Quando conheci a Roxinha, não sei como explicar, mas foi amor à primeira vista mesmo, da maneira mais simples. Uma senhora que me recebeu com o coração aberto. Ao chegar na casa de Roxinha, não tinha nenhuma peça à venda. Mas tinha uma parede linda repleta de desenhos, de pinturas em azulejos, algumas esculturas. Era um universo mágico naquela residência. O que mais me chamou a atenção foi a paleta de cores, o tipo de ilustração e a espontaneidade dos desenhos”.
Angela Mascelani, diretora artística do Museu do Pontal, explica que para entender o valor estético das pinturas é preciso conectá-las com a vivência da artista. As experiências que ela acumulou, as perspectivas bem-humoradas sobre a vida rural e como ela desconstrói estereótipos sobre o papel da mulher na sociedade.
“Ela tem uma coerência estética inusitada, que no meu ponto de vista nasce de uma escassez. Porque ela não tem os materiais, ela desenha no papel, ela desenha na parede. E também não há os condicionantes como uma formação acadêmica, o aprender a desenhar na escola. Ela faz as obras dela com uma maior liberdade. Um tipo de liberdade que a gente não é capaz de traduzir inteiramente”.
Lucas Van de Beuque, diretor-executivo do Museu do Pontal, explicou que a descoberta do trabalho de Roxinha é resultado de um projeto que começou em 2020 com artistas populares de Alagoas e incluiu o desenvolvimento de um filme com eles.
“A gente começou a fazer um mergulho na arte de Alagoas. Em 2020, foi feita uma pesquisa e em 2021 voltamos lá e filmamos os artistas. Eu acho que a mostra sobre a Roxinha evidencia, de uma forma muito interessante, a qualidade da arte popular no Brasil. E o quanto é importante a produção artística das pessoas que estão nesses lugares sociais”.
O Museu do Pontal fica na avenida Celia Ribeiro da Silva Mendes, 3.300, Barra da Tijuca.
Horário: exposição aberta de quinta-feira a domingo, das 10h às 18h (o acesso às exposições se encerra às 17h30).
Ingressos: gratuitos ou com contribuição voluntária.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL - 08/05/2023
Uma operação realizada pela Polícia Federal na última semana expôs a fraude nos comprovantes de vacinação contra a Covid-19 do ex-presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e auxiliares, que indicavam estar em dia com a imunização, quando na verdade eram adulterados.
Os registros falsos foram emitidos pouco antes da viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos no final de 2020.
Seis indivíduos próximos ao ex-presidente foram presos por envolvimento no esquema, incluindo Ailton Barros, ex-major, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, que é alvo de quatro inquéritos e agora investigado por lavagem de dinheiro.
O programa Fantástico, da TV Globo, obteve imagens de US$ 35 mil em dinheiro vivo encontrados no cofre da casa de Mauro Cid, e a Polícia Federal rastreou o dinheiro até uma conta bancária em Miami.
O advogado de Cid afirmou que a conta é aberta em nome de militares que fazem missão no exterior, na qual seus salários são depositados. Cid está preso em uma cela no Batalhão de Polícia do Exército, enquanto a defesa de Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto.
Veja o vídeo abaixo:
fonte:Revista Fórum - 08/05/2023

O prefeito atual do município de Carolina, no estado Maranhão, é acusado de legais realizar um aborto ilegal, sem o consentimento da mulher, com quem ele tinha um relacionamento.
As informações foram divulgadas ontem (7) em reportagem exibida no Fantástico da TV Globo. Segundo as apurações, a cirurgia teria sido realizada em um motel sem condições de higiene para o procedimento.
Rafaela Maria Santos disse foi vítima de uma armadilha. Contudo, o prefeito e médico Erivelton Teixeira está sendo julgado pela justiça depois de seis anos da prática do crime.
O casal marcou um encontro em março de 2017, após descobrirem que a mulher estava grávida em cidade próxima a Augustinópolis (TO) .
Erivelton Teixeira Neves, também conhecido como doutor Erivelton, é o prefeito de Carolina (MA), cidade próxima e na época, ele estava em seu primeiro mandato como prefeito.
Ele e Rafaela se encontraria para que ele realizasse um exame de ultrassom no quarto do motel. Mas, segundo ela, isso era apenas uma desculpa para atrair Rafaela.
Rafaela -foto:reprodução/TV GloboDe acordo com o Ministério Público do Tocantins, o que ocorreu em seguida foi um aborto realizado sem o consentimento da gestante.
Rafaela demorou nove meses para registrar um boletim de ocorrência. Segundo o documento, Erivelton Teixeira teria sedado Rafaela sob o pretexto de realizar um exame de sangue.
A delegada Daniela Caldas afirmou na reportagem que "não houve divergências entre as testemunhas" e que a Polícia Civil não tem dúvidas de que um aborto ocorreu no local.
Outro suspeito de envolvimento no crime é o vereador Lindomar da Silva Nascimento, que era motorista de Erivelton Teixeira na época.
Em nota, a defesa de Erivelton Teixeira e Lindomar Nascimento alega que seus clientes não foram notificados sobre a ação penal e expressa total confiança em um veredito justo.
A cidade de Carolina está localizada no Sul do Estado do Maranhão e possui uma população estimada de um pouco mais de 24 mil habitantes, segundo prévia do IBGE de 2022.
Fonte: PORTAL IG c/adaptações 08/05/2023
Após mais de 100 dias presos, Daniel Alves ainda aguarda julgamento no presídio Brians 2, depois de ser denunciado por uma jovem de 23 anos, que afirma que o ex-jogador do Barcelona a agrediu sexualmente no banheiro da boate Sutton.
Nesse final de semana, o jogador recebeu pela primeira vez a visita dos filhos, por conta do seu aniversário de 40 anos. O brasileiro, porém, não tem nada para comemorar, já que os dias na cadeia não tem sido fáceis.
Em contato com um dos companheiros de prisão de Daniel Alves, o programa "Fiesta", da televisão espanhola, descobriu que jogador está vivendo momentos complicados com alguns companheiros. "Tem gente mal-educada no refeitório" Eles o xingam de "bicha" e "estuprador".
Por conta disso, o brasileiro não é visto muitas vezes. “Ele não sai (da cela). Ele só sai para o centro esportivo quando joga contra outro módulo. Se não, ele fica lá na cela ou senta na sala de estar, onde fica assistindo televisão", diz.
Quando conversa, fala pouco sobre o caso, mas garante que tudo foi "consentido" pela suposta vítima.
O prisioneiro também deu detalhes do físico do brasileiro após esse período preso, observando que ele está "mais magro e esquelético" e que "às vezes parece triste". “Ele come exatamente a mesma m*rda que eles nos dão", aponta.
Além disso, este colega confessou ao referido meio que o ex-jogador do Barcelona nunca deu o motivo pelo qual está preso na prisão, lembrando em todos os momentos "que tudo foi consentido, que está tudo bem. Uma noite de festa”.
Fonte:PORTAL IG- 08/05/2023

Os cinco indiciados por envolvimento no assassinato do pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira vão a júri popular. A decisão foi do juiz André de Souza Dantas Vieira, que acatou a representação do Ministério Público do Estado da Bahia e pronunciou os cinco criminosos por homicídio qualificado, em que o motivo é fútil e não há possibilidade de defesa da vítima.
Os réus Diego Santos Silva, Jefferson Ferreira Gomes da Silva, Ranieri Magalhães Bonfim Borges, Adeilton de Souza Borges e Fernanda Lima da Silva seguem presos até o julgamento final pelo tribunal do júri, que ainda não está marcado. "A decisão desta semana é mais uma importante vitória na luta por verdade, justiça e respeito à memória do pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira", disse a família da vítima em um comunicado.
O crime ocorreu em 23 de setembro de 2021, na clínica onde o pediatra atendia, na cidade de Barra, no oeste da Bahia, no início da manhã. Um homem invadiu o estabelecimento e, depois de atirar no médico, fugiu numa moto conduzida por outra pessoa. Segundo amigos da vítima que falaram com o CORREIO, Júlio jamais relatara que havia sido ameaçado.
Thank you for watching
Sabe-se que Diego Santos Silva, conhecido como "Cigano", esteve na clínica com a esposa e a filha, criança, a pretexto de realizar uma consulta. Amigos do médico desconfiam que a ida ao estabelecimento era para conhecer a rotina da clínica e facilitar assim a execução do crime. O acusado de atirar é Jefferson Ferreira Gomes da Silva. Diego é defendido por um advogado mineiro, que, segundo amigos de Júlio César, é notório pela qualidade de sua atuação. "Quem está pagando este advogado? A família de Cigano não tem condição. Então, foca esta pergunta", diz um amigo do médico.
Os conhecidos de Júlio César disseram que, pouco depois do crime, receberam informações de que Cigano abusava de uma criança. Numa ligação recebida um amigo do médico, alguém perguntou por que o abuso não era denunciado. Segundo registros de atendimento encontrados na clínica, o médico, depois de atender uma filha do Cigano, sugeriu que a criança fosse encaminhada a um psicólogo e recomendou um exame nas partes urinárias. A suspeita de que Cigano teria abusado da criança pode ter motivado o crime, segundo familiares de Júlio César.
Há ainda a possibilidade de que a motivação tenha sido financeira e comercial, porque o médico falava em abrir um negócio em Barra.
Jefferson, acusado de executar os disparos, disse, ao ser detido, que Júlio César era pedófilo e, por isso, o teria matado. Depois, mudou a versão e disse que o médico teria olhado para os seios da esposa de Cigano e a morte seria uma vingança por isso. Jefferson morava numa casa cedida por Cigano, de acordo com conhecidos da vítima.
Fonte:Correio da Bahia 08/05/2023
foto:reprodução/facebook
Três médicos do Acre debocharam do quadro de saúde da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que foi internada na madrugada de sábado (6/5) no Instituto do Coração (InCor), na capital paulista, com quadro de COVID-19 e sinusite. Novo boletim médico, divulgado neste domingo (7/5), informa que a “condição clínica mantém-se estável e com boa evolução”.
Reprodução/Google Maps A prefeitura de São Paulo bancou a limpeza, a terraplanagem e o cercamento ...