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domingo, 3 de março de 2024

Espanha: LaLiga investiga vídeo de menino chamando Vinicius Jr. de macaco no estádio do Valência

                                                     Foto: Reprodução/Anna Anjos

A LaLiga, entidade que organiza o Campeonato Espanhol, está investigando imagens que mostram uma criança chamando o brasileiro Vinicius Junior de "mono" (macaco em espanhol) no estádio do Valência, durante partida entre a equipe da casa e o Real Madrid, neste sábado (2).

 

Ao perceber que seu filho estava sendo filmado enquanto ofendia o jogador, a mãe da criança tentou impedir a gravação, que foi feita por uma torcedora brasileira. A informação é do The Athletic. A LaLiga não se pronunciou em suas redes sociais ou em seu site. Procurada pela Folha, a entidade não respondeu até a publicação deste texto.
 

"Desde o início do jogo vi pessoas ofendendo o Vini, o chamando de macaco. Em um momento, vi um coro de toda a parte de trás do gol chamando ele de macaco. Mas o que mais me incomodou foi uma criança ao meu lado fazendo isso o jogo todo. Eu disse que não era correto, mas é tão normal para eles que a mãe disse que não era ofensa, estava apenas o chamando de um animal", disse a brasileira Anna Anjos, responsável pela filmagem, à ESPN.
 

Vinicius Jr. voltou neste sábado (2) ao estádio Mestalla, onde foi alvo de insultos racistas no ano passado, em um caso que gerou indignação no mundo do futebol.
 

Nas comemorações de cada um dos gols, o jogador brasileiro levantou o punho direito e colocou as mãos nos ouvidos encarando as arquibancadas.
 

Antes da partida, o brasileiro foi alvo de nova provocação, ao ser comparado com o personagem Pinóquio, conhecido por contar mentiras, em cartazes distribuídos nos arredores do estádio.
 

Vinicius já foi chamado de Pinóquio por parte da imprensa de Valência após seu depoimento sobre o caso de racismo ocorrido em maio de 2023.
 

Os cartazes foram feitos por uma associação de acionistas do clube, a Libertad VCF, que acusou a segurança do estádio de censura por ter recolhido o material. Foram impressos cerca de 20 mil papéis, segundo o jornal Marca.


Fonte: FOLHAPRESS - 03/03/2024

Mundo: Gangue no Haiti invade prisão e liberta quase todos os seus 4.000 detentos

                                            Foto:reprodução/redes sociais

Cerca de 4.000 presos fugiram de uma prisão em Porto Príncipe, a capital do Haiti, neste sábado (2), após uma gangue armada invadir o local e liberar quase todos os detentos, informaram a embaixada francesa e a mídia local. Os invasores espionavam a penitenciária, situada a poucos quarteirões do Palácio Nacional, desde quinta-feira (29).

 

O governo não comentou o episódio.
 

Entre os prisioneiros que fugiram estão "membros importantes de gangues muito poderosas", informou o jornal Gazette d'Haïti. Segundo a agência de notícias Reuters, neste domingo não havia sinais de policiais na penitenciária, que estava com suas principais portas abertas.
 

Não está claro o número exato de fugitivos, mas sabe-se que é perto da totalidade dos detentos. A penitenciária, construída para comportar 700 presos, abrigava 3.687 em fevereiro do ano passado, segundo o grupo de direitos humanos Rede Nacional de Defesa dos direitos Humanos.
 

Um preso que não quis se identificar disse à Reuters que ele era o único que havia sobrado em sua cela. Segundo o detento, ele e seus companheiros dormiam quando começaram a ouvir o som de balas. Ao menos três detentos morreram no fogo cruzado.
 

Um funcionário da penitenciária contou que 99 presos optaram por permanecer em suas celas por medo de serem mortos no tiroteio. Dentre eles estão soldados colombianos reformados que foram presos pelo seu alegado envolvimento no assassinato do presidente Jovenel Moïse.
 

A fuga vem na esteira de dias de violência nas ruas da capital, após apelos do líder de gangue Jimmy Cherizier, um ex-policial, para que grupos criminosos se unissem e derrubassem o primeiro-ministro, Ariel Henry. Cherizier lidera uma aliança de gangues que controlam cerca de 80% de Porto Príncipe.
 

Cherizier alertou esta semana os moradores locais para impedirem as crianças de irem à escola para "evitar danos colaterais" à medida que a violência aumentava na ausência do primeiro-ministro.
 

Quase 15 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas nos últimos dias, e dez locais que acolhem pessoas deslocadas internamente foram esvaziados no fim de semana, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM) das Nações Unidas.
 

O paradeiro exato do primeiro-ministro é desconhecido. Ele deveria retornar neste domingo de uma visita ao Quênia, onde assinou um acordo de segurança para combater a violência das gangues.
 

O atual premiê, que chegou ao poder em 2021 após o assassinato do último presidente do país, Moïse, já havia prometido renunciar ao cargo no início de fevereiro, mas isso não aconteceu. Mais tarde, ele disse que a segurança deve primeiro ser restabelecida para garantir eleições livres e justas. O último pleito presidencial no Haiti foi em 2016.
 

Em janeiro, a ONU afirmou que mais de 8.400 pessoas foram vítimas da violência de gangues no Haiti no ano passado —mais do dobro dos números registrados em 2022.


Fonte: Folhapress - 03/03/2024

MG: Jovem em surto faz prefeito refém na frente de quartel da PM no interior

Imagem de câmera de segurança mostra o rapaz fazendo o prefeito refém em frente ao quartel, onde um policial atrás de uma viatura negocia a sua rendição -  (crédito: Divulgação/PMMG)

Imagem de câmera de segurança mostra o rapaz fazendo o prefeito refém em frente ao quartel, onde um policial atrás de uma viatura negocia a sua rendição

crédito: Divulgação/PMMG

O prefeito de Engenheiro Caldas, Samuel Dutra Júnior, o Juninho Dutra (PL), de 50 anos, foi feito refém por um homem de 29 anos que apontava uma arma falsa para sua cabeça, na porta do quartel, na noite desse sábado (02/03), em Engenheiro Caldas, no Vale do Rio Doce.

De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por volta das 21h30, o suspeito, de 29 anos, usou uma arma simulada para render o prefeito e levá-lo até o quartel. O homem estaria sob efeito de álcool e drogas, segundo relato da mãe dele. 

"Iniciado a verbalização na tentativa de dissuadir o autor da ação criminosa, depois de certo momento os militares lograram êxito e o autor acabou informando que iria se render", informou a corporação.

O suspeito então deixou a arma falsa no chão, se afastou do prefeito refém e se deitou. Imediatamente oito policiais militares o contiveram e algemaram, acompanhados por dois guardas municipais e sob o aplauso de populares que estavam na rua.

"Imediatamente ele foi contido e algemado, sendo constatado que a suposta arma de fogo utilizada pelo autor na verdade se tratava de um simulacro de arma de fogo. O autor foi identificado como J. G. S., 29 anos. Há indícios de que estaria sob efeito de bebidas alcoólicas e substancias entorpecentes", informou a polícia.

Ainda segundo a PM, "a genitora do autor compareceu ao quartel e em dialogo disse que o filho tem feito uso de muitas drogas e que estaria tendo surtos dentro de casa, e que acredita que o filho praticou o delito sob surto após uso de drogas".

Após os esclarecimentos, a polícia ainda informou que o homem foi medicado no hospital da cidade e, com os ânimos serenado e calmo, se comprometeu a comparecer em juízo em data e hora marcada. Ele ainda assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) - registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo - e foi liberado para que familiares o conduziram para a casa.


FONTE: O ESTADO DE MINAS - 02/03/2024

UNEB DIVULGA LISTA DA 2ª CHAMADA DO VESTIBULAR 2024



Entrada do prédio principal do Campus -XVI-Irecê

A UNEB -Universidade do Estado da Bahia divulgou neste domingo (3) a Lista de Candidatos convocados em 2ª chamada do Processo Seletivo Vestibular 2024, para o 1º semestre.

Confira abaixo:

Para a 1ª opção:

https://vestibular2024.uneb.br/wp-content/uploads/2024/02/Resultado-UNEB-2CH-1OP-v2.pdf 


Para a 2ª opção:

https://vestibular2024.uneb.br/wp-content/uploads/2024/03/ResultadoUNEB-2CH-2OP-v2.pdf


Os candidatos devem acessar o site do Vestibular 2024, e conferir o cronograma de entrega de documentação para os COTISTAS e o dia para efetivação da matrícula.

https://vestibular2024.uneb.br/

Ataque a democracia: ‘Diário’ de Gen. Heleno previa prender delegados da PF após golpe de Estado

foto:reprodução

Um diário apreendido na casa do general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo de Jair Bolsonaro (PL), durante a Operação Tempus Veritatis, no início de fevereiro, trazia um roteiro detalhado dos procedimentos autoritários que deveriam ser tomados após um golpe de Estado que era planejado pelos integrantes da antiga administração federal derrotada nas urnas por Lula (PT) e, entre os itens anotados, estava a prisão de delegados da PF que “cumprissem ordens manifestamente ilegais”. A informação é da revista Veja, que teve acesso às cópias das páginas da agenda apreendida.

O problema é que, na visão autoritária de Heleno, era ele quem definiria o que era “legal” ou “ilegal”. Na verdade, pelas anotações, a ideia era dar essa incumbência à Advocacia-Geral da União (AGU), um órgão que por lei é o responsável pela representação, fiscalização e controle jurídicos da União, assim como pelo zelo do patrimônio público e a defesa de integrantes do governo federal em caso de acusações no âmbito de suas funções, algo sem qualquer relação com a atividade de controlar a legalidade ou ilegalidade de decisões tomadas pelo poder Judiciário. Tal ideia é absolutamente descabida e sem sentido.

“O AGU faz um texto fundamentado na Const. Federal afirmando sobre ordem ilegal. Existe um princípio de Direito que ordem manifestamente ilegal não se cumpre... Aprovando o parecer do AGU, para toda ordem manifestamente ilegal não é para ser cumprida porque seria Crime de Responsabilidade”, diz o trecho escrito à mão por Heleno na agenda, que era direcionado aos delegados de Polícia Federal que cumprem ordens de prisão, ou ainda de busca e apreensão, determinadas por juízes ou ministros de tribunais superiores, incluindo o STF.

Heleno mantinha em seu poder, também, dois documentos com nomes muito sugestivos relacionados à trama golpista que não se concretizou. “Chegou a hora de salvar o Brasil” e “General Heleno” era os textos que apontavam uma imaginária fraude nas eleições de 2022 que seriam a desculpa para uma ruptura institucional. O oficial-general guardava também supostos relatórios de irregularidades nas urnas usadas no último pleito presidencial, que recebiam os nomes de “Relatório de Análise Urna Eletrônica (2016)”, “Relatório de Análise dos Código-fonte dos sistemas eleitorais (2018)”, “Relatório dos testes de confirmação TPS (2019)” e “Relatório de Inspecção de Códigos-fontes do Sistema Brasileiro de Votação Eletrônica edição 2020”, o que era referido pelo general como um “Dossiê ‘O mecanismo das fraudes’”.

Fonte:Revista Fórum - 03/03/2024

Argentina: Milei decide acabar com agência pública de notícias, e trabalhadores reagem


foto:Rede Brasil atual/reprodução

                 

A decisão do presidente da Argentina, Javier Milei, de acabar com a Télam, agência pública de notícias do país, provocou reações de trabalhadores da imprensa. O Sindicato de Imprensa de Buenos Aires (SiPreBA) e a Federação Argentina de Trabalhadores de Imprensa (Fatpren) prometeram uma série de ações jurídicas, sindicais e políticas contra a intenção do governo. As informações são da Agência Brasil.


O anúncio de Milei foi feito durante discurso na abertura das sessões ordinárias do Congresso argentino, na noite de sexta-feira (1º). Como justificativa para a decisão, o presidente - que está há menos de três meses no cargo - argumentou que a Télam tem sido utilizada como "meio de propaganda kirchnerista”.


O kirchnerismo é o principal movimento de oposição a Milei na Argentina, associado aos ex-presidentes Néstor (2003-2007) e Cristina Kirchner (2007-2015). Néstor morreu em 2010.


REAÇÕES

Logo após a fala de Milei, a secretária-geral da Fatpren, Carla Gaudensi, escreveu no portal X (antigo Twitter): “A Télam não fecha”. 


“Vamos defendê-la, não só os trabalhadores da agência, mas também todo o povo argentino, como todas as empresas estatais, o patrimônio público e a soberania do nosso país", publicou.


Também na noite de ontem, a deputada de oposição Myriam Bregman classificou o anúncio como mais um ataque aos trabalhadores. “Plano de luta e greve nacional, basta da passividade das centrais sindicais”, conclamou no X.


A Comisión Gremial Interna (CGI) da Télam, similar a uma comissão de funcionários, convocou uma assembleia geral na segunda-feira (4) para traçar como será o enfrentamento à decisão de Milei e "defesa irrestrita da Agência Nacional, da mídia pública e de todos os empregos". 


Em um comunicado conjunto publicado já neste sábado (2), o Sindicato de Imprensa de Buenos Aires e a Federação Argentina de Trabalhadores de Imprensa lembraram que o material produzido pela Télam é utilizado por todos os meios de comunicação privados da Argentina.


"O fechamento não seria apenas ilegal, mas também ilegítimo. Seria um ataque a todo o sistema midiático, público e privado, ao pluralismo e ao federalismo. É através do sistema público de comunicação social que os cidadãos têm a garantia de receber, difundir e comunicar informações, de forma federal, plural, democrática, soberana e transparente."


Fonte:BN -03/03/2024

Violência: Soldado morto por PM do DF pertence a grupo que capturou Lázaro

Diego Santos Purcina

Assassinado à queima-roupa por um policial militar do Distrito Federal durante briga generalizada em um bar, no Novo Gama, na noite deste sábado (2/3), o soldado da Polícia Militar de Goiás (PMGO) Diego Santos Purcina (foto em destaque) tinha 30 anos e era integrante do Comando de Operações de Divisas (COD). Ele entrou na PMGO em outubro de 2017.

A tropa especializada é liderada pelo coronel Edson Luís Souza Melo e Rocha, o Edson Raiado, conhecido por ter matado o foragido Lázaro Barbosa ao lado de outros colegas da PM, durante as buscas pelo serial killer que cometeu crimes na região de Cocalzinho de Goiás, no Entorno do DF, em junho de 2021.

Nas redes sociais, Edson Raiado prestou homenagem a Purcina expressando solidariedade à família e aos amigos. “Estamos em oração pelo nosso irmão de farda e pelo conforto de sua família. Esperamos das autoridades competentes a resolução justa, rápida e criteriosa em relação aos criminosos”, disse o coronel.

“Ontem, ele estava almoçando no mesmo restaurante que eu, o cumprimentei e jamais esperaria uma notícia dessa depois”, desabafou um amigo. “Meu amigo, que Deus te guarde em um bom lugar, em breve nos encontraremos, todos nós!”, lamentou outra amiga.


Motivo fútil
Conforme a coluna Na Mira revelou, o crime foi registrado às 22h40, na Avenida Principal. Câmeras de segurança registraram o momento em que ocorre uma discussão generalizada.

Veja o vídeo

Durante o tumulto, o primeiro-sargento da PMDF Jefferson José da Silva é visto disparando contra o policial de Goiás, o soldado Diego Santos Purcina, que cai logo em seguida. Nas imagens, também é possível ver uma arma na cintura da vítima. O policial do DF foi preso em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil.

A coluna apurou que a confusão começou quando uma mulher, supostamente embriagada, esbarrou em ocupantes da outra mesa, onde estava o militar do DF.

A Polícia Civil de Goiás investiga o crime. Em nota, a PMDF informou que “lamenta pelo o ocorrido e se solidariza com a PMGO e com todos os familiares”. A corporação acrescentou que vai apurar o fatos, dentro de suas atribuições.

Fonte: 



Mundo: Turista brasileira é vítima de estupro coletivo na Índia; 3 são presos


Foto colorida de brasileira que foi vítima de estupro coletivo na Índia

foto:reprodução/instagram


Uma turista brasileira viveu momentos de terror na Índia. Ela foi vítima de um estupro coletivo cometido por pelo menos sete homens na última sexta-feira (1º/3). Os suspeitos já foram identificados. Destes, três estão presos.

O crime ocorreu no distrito de Dumka. A brasileira estava em viagem com o marido, de origem espanhola. O casal viajava a bordo de uma moto até o Nepal, mas decidiu acampar na região. Durante a noite, foi atacado pelo grupo. Os suspeitos arrastaram a mulher para um lugar isolado, onde ela foi estuprada.

Após ser violentada, a brasileira conseguiu entrar em contato com uma patrulha policial por volta das 23h (horário local) e foi levada a um hospital. Em seguida, o casal fez a denúncia do crime para as autoridades policiais. Os suspeitos foram rapidamente identificados.

Em 2022, a Índia registrou uma média de 90 estupros diários, segundo informações do escritório nacional de registros criminais. Muitos dos casos, porém, não são denunciados pelas vítimas devido ao estigma que muitas delas sofrem e à falta de confiança na polícia.

Fonte:Metrópoles c/adaptações  03/03/2024