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sábado, 30 de maio de 2020

Brasil: Pico do coronavírus no país é imprevisível, diz secretário da Saúde do MS

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Presidente Bolsonaro ainda não momeou um ministro da Saúde após saída de Nelson Teich -foto:reprodução 
O secretário substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, disse na tarde desta 6ª feira (29.mai.2020) que não é possível precisar quando será o pico de mortes pelo coronavírus no Brasil. Segundo ele, as estimativas são feitas localmente.

O secretário falou à imprensa no começo da noite desta 6ª (29.mai.2020). Pouco depois, o ministério divulgou os números de contágio e mortes da pandemia.
Macário também negou que a pasta tenha uma expectativa para os números de mortes pelo vírus. “O Ministério da Saúde não trabalha com estimativas de mortes”, disse.
Em 24 horas, foram confirmadas 1.124 mortes no Brasil. O total desde o início da pandemia é de 27.878. São 465.166 casos registrados, sendo 26.928 nas últimas 24 horas.
© Fornecido por Poder360

fonte:© Fornecido por Poder360 - 30/05/2020

Cultura:Governo propõe fechamento da Cinemateca Brasileira, diz colunista


Governo continua humilhando a atriz Regina Duarte - foto:reprodução Alan Santos
O governo federal propôs fechar a Cinemateca Brasileira depois de uma reunião entre representantes da Secretaria Especial da Cultura e Audiovisual e da direção da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que gerencia a instituição com sede em São Paulo, ocorrida no final da tarde desta sexta, 29. O contrato, porém, termina apenas em 2021. As informações foram divulgadas pela coluna de Ricardo Feltrin, no UOL.
A atriz Regina Duarte tinha sido indicada para o comando do órgão, após a saída da secretaria. A Cinemateca é responsável pela difusão do patrimônio audiovisual brasileiro.
Com a rescisão do contrato, a instituição teria que interromper projetos já em andamento e a Acerp demitiria cerca de 150 funcionários. O governo, que deve 11 milhões à instituição, também não arcaria com os custos das rescisões trabalhistas. O órgão recusou a proposta e acionou o conselho administrativo para tomar medidas judiciais.
Sem ter vagas em uma instituição que pode fechar as portas, resta ao governo federal “arrumar” uma função para Regina Duarte. A proposta é nomeá-la para um cargo DAS (Direção e Assessoramento Superior) no valor de R$ 15 mil por mês.
fonte:Veja São Paulo -30/05/2020

EUA: Protestos em Washington por morte de George Floyd fecham Casa Branca

Manifestantes protestam em Washington contra a ação policial que matou George Floyd
foto: Cartaz diz: 'foda-se a supremacia branca'  foto:Mariana Dias/reprodução

CONFIRA A REPERCUSSÃO DA MORTE DE GEORGE FLOYD POR UM POLICIAL BRANCO EM PLENA LUZ DO DIA EM MINNEAPOLIS, NO ESTADO MINNESOTA, APÓS PEDIR PRA RESPIRAR POR DUAS VEZES.

CONFIRA A REPORTAGEM NO LINK ABAIXO DA FOLHA/UOL DE HOJE(30):

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/05/protestos-em-washington-por-morte-de-george-floyd-fecham-a-casa-branca.shtml

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Após operação contra fake news: Carlos Bolsonaro muda de número e xinga vereadores em grupo



RIO – Um dia depois da operação da Polícia Federal que atingiu produtores e financiadores de fake news, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) apareceu de número novo no grupo da Câmara Municipal do Rio. Ao entrar no espaço virtual, o parlamentar – que não foi alvo da operação –  já xingou os colegas de Câmara. “VTNC, PT e piçóu. Vamos avançar, seus merdas”, publicou, sem contexto e em referência ao PT e ao PSOL.
Indignado com a atitude, o vereador psolista Renato Cinco expôs um print da conversa nas redes sociais, sem censurar o número de Carlos. Em resposta, o filho de Bolsonaro perguntou se o parlamentar estava “fumando estrume” e o chamou de imbecil, segundo as mensagens às quais o Estadão teve acesso após confirmar nota publicada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Depois, disse ainda que adotaria medidas jurídicas contra Cinco por causa da exposição.

Outro alvo foi Reimont (PT), que havia sugerido a Carlos que essas mensagens deveriam ser encaminhadas ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF). Foi quando o filho de Bolsonaro recomendou que o petista as mandasse para “sua mãe”.
Após operação contra fake news, Carlos Bolsonaro muda de número e xinga vereadores em grupo
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) Foto: WILTON JUNIOR / ESTADÃO
A trama aconteceu nesta quinta-feira. Hoje, Carlos voltou atrás. Pediu desculpas e alegou aos colegas que tem sido provocado. O principal motivo para as agressões escritas do ‘02’ teria sido o fato de o vereador Leonel Brizola Neto (PSOL) ter chamado Leandro Lyra (Republicanos) de “menino do Carluxo”, referindo-se ao fato de Lyra ser o principal aliado de Carlos na Câmara.
O Conselho de Ética chegou a ser acionado na semana passada por causa da frequência com que essas brigas vêm acontecendo. Em uma delas, em plena sessão virtual, Lyra reclamou que as universidades públicas fazem atos pela memória da vereadora assassinada Marielle Franco. Tarcísio Motta (PSOL) se revoltou, pediu para ele lavar a boca e o chamou de “vereadorzinho de merda”.
Nas sessões, ‘Brizolinha’, como é conhecido o neto do ex-governador Leonel Brizola, já levantou um cartaz com os dizeres “Poodle do Bolsonaro” durante uma fala de Lyra. Quando o psolista reclamou da baixaria toda no grupo do WhatsApp, Carlos perguntou se ele “queima ou cheira”, numa alusão a drogas.
“Essa situação já passou de todos os limites. Quem não está acostumado com palavrões e falta de respeito, se constrange. Eu me sinto muito desrespeitada no ambiente de trabalho”, reclamou a vereadora Teresa Bergher (Cidadania).
Fonte: Caio Sartori, O Estado de S.Paulo/29 de maio de 2020 | 18h25

EUA: Trump recua após ameaça de tiroteio em manifestações de Mineápolis

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© Reuters 
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tentou na sexta-feira voltar atrás na ameaça no Twitter de uma resposta com força letal aos protestos violentos em Mineápolis pelo assassinato policial de um homem negro desarmado.
Depois que seu comentário online de que "saques levam a tiroteio" atraiu um aviso do Twitter e uma ampla condenação dos democratas, Trump disse que entendeu porque o incidente provocou protestos em todo o país sobre a violência policial contra afro-americanos.
Mas o presidente acrescentou que eles não devem se voltar para a "anarquia sem lei".
"Os saqueadores não devem abafar as vozes de tantos manifestantes pacíficos", disse ele na Casa Branca. "Eu entendo a mágoa, eu entendo a dor."
Trump disse que expressou sua tristeza à família de George Floyd, um homem negro visto ofegante em vídeo enquanto um policial branco pressionava o joelho em seu pescoço. O policial, Derek Chauvin, foi preso e acusado de homicídio culposo e assassinato em terceiro grau.
Trump, republicano que concorrerá à reeleição em novembro, tem um histórico de inflamar tensões raciais. Ele culpou "ambos os lados" pela violência entre supremacistas brancos e contra-manifestantes de esquerda em Charlottesville, na Virgínia, em 2017, e chamou alguns imigrantes que cruzam a fronteira EUA-México de estupradores.
fonte:Reuters = 29/05/2020

Após Dirceu pedir união entre PT e PDT, Gleisi diz que “problema de Ciro é de caráter”

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foto:reprodução
A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, criticou Ciro Gomes nesta sexta-feira 29/V, dizendo que "o problema" dele "é de caráter".
A declaração veio horas depois de o ex-ministro José Dirceu afirmar, em entrevista ao UOL, que Lula e Ciro Gomes deveriam se unir na oposição a Jair Bolsonaro. "Para enfrentar Bolsonaro, todos têm de se unir: Lula, Ciro... Por mais que haja divergência, se queremos impedir o pior para o Brasil, uma tragédia nacional", disse.
A resposta de Gleisi veio via Twitter:
Zé, com todo respeito, o problema do Ciro é de caráter, não de divergência política. Ele deve desculpas ao Lula e ao PT pelas mentiras e ataques que vem fazendo. Tornou-se um instrumento de antipetismo, auxiliando a direita do país https://t.co/rfweT5pstL
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) May 29, 2020


fonte:Conversa Afiada

ENEM 2020: Internet não chega a 34% dos alunos da rede pública que fizeram Enem

Internet não chega a 34% dos alunos da rede pública que fizeram Enem
Foto: Reprodução
Alunos de escola pública, estudantes mais pobres e negros enfrentam condições desfavoráveis de acesso à internet. Análise no perfil de participantes do Enem de 2018, os mais atuais disponíveis, revela que 3 em cada 10 participantes que concluíam o ensino médio na rede pública naquele ano não tinham acesso à internet.

Na escola privada, 3,7% disseram não ter internet em casa.

Os estudantes do 3º ano do ensino médio, chamados de concluintes, compõem o público cuja preparação para o Enem foi mais afetada pelo fechamento de escolas por causa do coronavírus, em março.

Entre pobres e ricos, o abismo é ainda maior. Ao dividir os concluintes no Enem em quatro faixas de renda, 51% do quartil mais pobre não tem internet. Na outra ponta, o acesso atinge 96%.

Somente 1/4 dos concluintes mais pobres têm computador, e, entre os mais ricos, o índice é mais de três vezes maior.

O acesso a celular é disseminado e atinge mais de 90% dos estudantes em todos os recortes. Mas os desafios se impõem mesmo para aqueles precariamente conectados.

Quando as aulas a distância da rede começaram, Iris de Almeida Perruti Cruz, 17, sentiu que teria dificuldades sem ter computador. No início, ela diz, estudava pelo celular ou por um tablet.

Em sua casa, em Guarulhos, a conexão wi-fi foi instalada neste ano. Apesar de dispor do mínimo, ela considera o processo falho. "Tenho uma irmã pequena, às vezes ela chora, pede atenção. Não é fácil estudar assim", afirma ela.

"Tem gente que não tem o básico na escola, como vão ter acesso à internet e estudar?", diz a aspirante ao curso de tecnólogo em produção cultural.

Na casa de Gabriela da Silva Tavares, 17, aluna da ETEC (Escola Técnica) na Vila Leopoldina, em São Paulo, o pacote de dados é dividido entre ela, a irmã e os pais.

"Já aconteceu de não conseguir entregar trabalhos da escola e perder as aulas", diz. "Ou a internet acaba ou fica lenta".

Todas as redes estaduais do país, que concentram mais de 80% dos alunos de ensino médio, interromperam aulas. A principal aposta das secretarias foi em atividades online para manter o ensino, embora haja iniciativas pela TV.

A legislação brasileira veta o ensino a distância na educação básica, com exceção de uma carga limitada a 20% no ensino médio (percentual pode chegar a 30% na Educação de Jovens e Adultos). Essa é a tendência mundial nos melhores sistemas educacionais.

O princípio de que a escola seja responsável por uma formação além do conhecimento cognitivo, sobretudo para crianças e adolescentes, tem levado a refutar a adoção sistemática do EAD, mesmo que a tecnologia esteja cada vez mais presente nas escolas.

Com um sistema educacional menos regulado, os Estados Unidos registram um fenômeno crescente da modalidade. Em 2016, já havia cerca de 280 mil alunos da educação básica recebendo ensino totalmente virtual por lá.

Nas escolas onde há testes cognitivos, porém, os resultados são piores do que os obtidos nas escolas presenciais, segundo descrito em análise de 2018 do Iede (Interdisciplinariedade e Evidências no Debate Educacional), que se cita relatório do National Education Policy Center da Universidade do Colorado em Boulder.

No Brasil, há apostas em estados como o Amazonas de uma modalidade chamada educação mediada por tecnologia, sobretudo para áreas de difícil acesso físico.

A diferença nessa iniciativa é que aulas são transmitidas ao vivo, e os alunos distantes, mas juntos em uma escola, têm oportunidade de fazer perguntas, interagir com colegas e ter auxílio de um tutor --algo impossível na pandemia.

De acordo com a última Pnad, 79% dos estudantes de 5 a 17 anos da rede pública tinham acesso à internet. Entre os alunos da rede privada, são 97%, segundo tabulação da Consultoria Idados.

Há ainda diferenças de acesso por região. Enquanto 26% dos estudantes do norte não usaram a internet no 90 dias anteriores à pesquisa, o percentual é de 10% no sul, indica a pesquisa TIC Educação 2018.

As desigualdades também aparecem no recorte por raça. Enquanto 35% dos concluintes negros não tinham acesso à internet, esse percentual era de 14% para os brancos. Entre os indígenas, a exclusão atinge 44%, segundo os dados.

Medida provisória do governo, de abril, dispensou o cumprimento de 200 dias aulas e permitiu computar atividades como carga horária mínima. Mas o MEC não acompanha as ações nos estados.

Tais abismos levaram os estados a pedirem para adiar o Enem deste ano. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, insistia na manutenção das datas e só adiou a prova em 60 dias, sem dia definido, ante iminente derrota no Congresso sobre o tema.

O exame é a principal porta para o ensino superior público e um critério para bolsas do ProUni (Programa Universidade para Todos) e do Fies (Financiamento Estudantil).

Em 2018, 421.828 concluintes de escola pública não tinham acesso à internet, 34% do total desse grupo. Da escola privada, os 3,7% de estudantes não conectados representavam 7.909 inscritos.

Em transmissão online na semana passada, Weintraub disse que entre 80% e 90% dos participantes do Enem estavam conectados. Questionado sobre a afirmação, o MEC não respondeu qual a fonte usada.

Fred Amancio, secretário de Educação de Pernambuco e presidente em exercício do Consed (que representa os dirigentes estaduais de Educação), diz que a transmissão de aulas pela TV tem ajudado em muitos estados, e há escolas organizando de modo autônomo a manutenção de aulas.

Mas o acesso à internet, diz ele, dá maiores possibilidades de oferta de conteúdos e acompanhamento. "O adiamento do Enem é um alívio pela importância de fazermos o máximo para ampliar as aulas presenciais [após redução do isolamento]", afirma.

"O exame [deste ano] vai beneficiar quem já é mais beneficiado", diz Daniel Cara, professor da USP e membro da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Segundo ele, mesmo com as cotas haverá prejuízo para quem mais precisa.

Em nota, o MEC afirma que mantém diálogo com secretários de Educação e com as "comunidades escolar e acadêmica com o intuito de estabelecer medidas conjuntas para apoiar as redes na manutenção de aulas durante a pandemia".

fonte:Folhapress - 29/05/2020 21h:47min.

Irecê registra mais 02 casos da Covid-19

 
    Praça do BB - foto:reprodução

A cidade de Irecê anunciou hoje(29) através  do Boletim que o município registrou mais dois casos do novo coronavírus. No mesmo boletim, a prefeitura informou que tem 14 casos aguardando resultados pelo Lacen. Com mais esses dois registros, chegamos a 11 casos confirmados, mas com oito recuperados, segundo o boletim.

Boletim de 29 de maio de 2020
Nesta sexta-feira (29/05), informamos que tivemos mais 02 resultados POSITIVOS para o Coronavírus em nossa cidade.
Trata-se de um homem de 39 anos e de uma mulher de 34 anos, ambos, no momento, em isolamento domiciliar.
🔅 Os bairros onde já tivemos casos positivos confirmados continuam sendo o Centro, Copirecê, Fórum e Paraíso.
🔅 Informamos também que temos mais 01 caso recuperado, totalizando 08. Também enviamos hoje mais 06 casos para o Lacen, totalizando 14 em investigação, e tivemos mais 09 resultados negativos.
 No momento estamos com 39 pessoas em monitoramento, fazendo isolamento domiciliar para observação da evolução de sintomas. Ao todo, temos 136 casos com resultado negativo.
Reiteramos a necessidade de redobrar os cuidados. Proteja-se! Se puder, fique em casa!
fonte:Facebook do prefeito Elmo Vaz