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sábado, 27 de junho de 2020

Futuro ministro: Professor do Insper acusa Decotelli de possível plágio em dissertação de mestrado



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foto:reprodução/facebook 
Depois de ser desmentido pela Universidade Nacional de Rosario (Argentina) sobre seu suposto título de doutorado, o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, recebe acusação de plágio em sua dissertação de mestrado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Pelo Twitter, Thomas Conti, professor do Insper, destacou trechos do texto de Decotelli similares aos de um documento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Banrisul.
"Tinha tanta coisa parecida entre esse relatório da CVM e a dissertação que eu desisti de achar as partes iguais na mão e joguei em um software de detecção de plágio. Mais de 10% da dissertação de mestrado é cópia idêntica ao relatório da CVM. 4.200 palavras", aponta Conti. Informações do Conversa Afiada.
Aqui o início da thread publicada no Twitter por Conti (clique nela para ver as outras mensagens):

Política: 'Sob Bolsonaro, Brasil volta à Idade Média', diz cantor Milton Nascimento

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foto:Reprodução/TV Globo
O cantor e compositor Milton Nascimento, um dos maiores nomes da história da música brasileira, afirmou em entrevista ao Estadão que "o Brasil vive hoje um colapso", durante o governo de Jair Bolsonaro.
"Todos os estudos científicos são completamente ignorados. A ciência é ignorada. E é ignorada justamente por quem deveria nos orientar. Temos um governo que não confia na Ciência e isso é absurdo. Tenho dito isso em várias entrevistas: voltamos à Idade Média. A tragédia só aumenta, o abandono é geral. O panorama é de terror", disse Milton.
Ele também analisou os protestos contra o racismo nos Estados Unidos após a morte de George Floyd e como tudo isso se manifesta no Brasil.
"É a nossa força que tá aí, eles acharam que passaria assim, sem nada, se enganaram. Agora é o seguinte, essa nossa união precisa continuar. A hora é agora. Na Missa dos Quilombos (celebração religiosa criada por dom Pedro Casaldáliga e Pedro Tierra, com música de Milton), tem uma coisa que o dom Pedro Casaldáliga falava, e que é a melhor definição deste momento: 'Está na hora de cantar o Quilombo que vem vindo, está na hora de celebrar a Missa dos Quilombos, em rebelde esperança, com todos os negros da África, os afros da América, os negros do mundo, na aliança com todos os pobres da Terra'", afirmou.
fonte:Conversa Afiada - 27/06/2020

Advogado acusa Moro de plágio em artigo. Ex-juiz diz que coautora escreveu

Moro admite plágio em artigo publicado, mas responsabiliza coautora
Foto: Ruy Baron / Valor
O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro admitiu plágio em um artigo científico assinado por ele. A acusação foi feita pelo advogado Marcelo Augusto Rodrigues, que reclama a autoria dos trechos plagiados.

A publicação de Marcelo foi feita no portal Consultor Jurídico em setembro de 2019. Já o texto de Moro e da advogada Beathrys Ricci Emerich, que é sobre lavagem de dinheiro do crime por meio do pagamento a advogados, é de um período posterior a abril de 2020, segundo o portal Metrópoles.

Procurado pelo portal nessa sexta-feira (26), o ex-ministro confessou o plágio, mas culpou Beathrys. "A redação é basicamente do orientando", disse ele. A advogada é orientada pelo ex-juiz na Unicuritiba. "Houve cópia de dois trechos curtos no trabalho, sem a necessária citação, motivo pelo qual se pede escusas pelo inconveniente. O artigo foi retirado da revista e será reavaliado", acrescentou. Ele se refere à revista Relações Internacionais no Mundo Atual.

Diante desse quadro, o advogado disse que ficou muito surpresa ao constatar o plágio e que avalia possíveis medidas judiciais contra os autores. É importante lembrar que cópia de obra intelectual sem citação é crime.

"Eu fico honrado de ser citado por um jurista como Moro, mas não esperava não ser creditado por isso. (...) "Mas esperaria no mínimo uma retratação dos autores, um reconhecimento", ressaltou Lemos.

O Metrópoles tentou contato com Beathrys, mas não obteve retorno. Ela fechou o acesso público a suas redes sociais, mas, antes disso, foi possível. Informações do site da metrópoles.

SP: Prefeito de 35 anos morre vítima da Covid-19 no interior

O prefeito de Santo Antônio do Aracanguá, Rodrigo Aparecido Santana Rodrigues, de 35 anos, morreu hoje vítima de covid-19 - Divulgação/Prefeitura de Santo Antônio do Aracanguá
 prefeito de Santo Antônio do Aracanguá, Rodrigo Aparecido Santana Rodrigues, de 35 anos, morreu ontem vítima de covid-19 - Imagem: Divulgação/Prefeitura de Santo Antônio do Aracanguá

O prefeito de Santo Antônio do Aracanguá, Rodrigo Aparecido Santana Rodrigues, de 35 anos, morreu ontem vítima de covid-19. A cidade tem 41 casos confirmados e três óbitos e um deles foi o do prefeito. 

Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL de hoje(27).


https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/06/26/em-cidade-de-sp-com-3-mortos-por-covid-19-um-deles-e-o-prefeito-de-35-anos.htm

Grife cobra R$ 4.600 em sandália de couro encontrada na Barroquinha por R$ 20

Foto: Prada/ Instagram/ Arquivo Pessoal
foto:reprodução/instagram

Tradição no Nordeste brasileiro, as famosas sandálias de couro ganharam novos ares. Mas se engana quem acredita que são os artesões locais, em sua maioria, responsáveis pela cultura dos calçados trançados feito à mão que estão por trás dessa fama.
A grife Prada surpreendeu internautas na última quinta-feira (25) ao exibir o produto em seu catálogo online. Na descrição, a marca informa que a sandália também foi feita à mão, seguindo a tradição brasileira, mas o choque mesmo ficou por conta do produto, US$ 850, o equivalente a R$ 4.658, na cotação atual.
Em Salvador, é possível encontrar peças similares a que está sendo anunciada pela grife com o valor 4375 mil vezes menor. Com o dinheiro investido em uma peça da Prada, caso as sandálias continuem sendo vendidas por R$ 25, é possível comprar 186 pares na capital baiana. O bairro da Barroquinha, por exemplo, é conhecido por comercializar peças de couro. É possível encontrar peças a partir de R$ 5 reais, para incrementar o guarda-roupa ou até mesmo decorar a casa.
A atriz Regina Casé foi uma das atrizes que se pronunciou sobre o assunto, falando da origem do produto. “Da feira de Caruaru! Brasil!”, escreveu a carioca.
Nos comentários da postagem do perfil de humor e celebridades ‘Vem Me Buscar Hebe’, internautas sugeriram outros locais para comprar a sandália e economizar no bolso.
“Pelourinho aqui em Salvador a gente acha de 15, ainda tem vários modelos!!!”, disse uma. “Eu vou pra Caruaru, volto, compro uma sandália igual lá e ainda não gasto esse valor todo”, brincou outra. “Eu compro por 20 em Aracaju, se conversar vai para 15”, comentou uma terceira. “Esses gringos vão lá no nordeste compram várias a 15 conto e metem um carimbo da Prada e as blogueiras vão comprar!”, observou mais uma.

fonte:Bahia.Ba - 27/06/2020

Ao vivo: Repórter da CNN é assaltada por homem com faca e perde dois celulares

reprodução CNN
Uma repórter da CNN Brasil foi assaltada no começo da manhã de hoje, enquanto fazia uma aparição ao vivo em um dos noticiários da emissora, o CNN Sábado. Foi possível ver uma abordagem à jornalista Bruna Macedo durante uma cobertura sobre a chuva na cidade de São Paulo, e mais tarde o âncora do programa informou que se tratou de um roubo, que a fez perder os dois celulares que portava, sob ameaça de uma faca. As informações são do UOL.
“Faz mais ou menos 20 minutos que aconteceu, a Bruna Macedo estava entrando no ar, num quadro dividido. Na imagem do meio, a Bruna é vista sendo abordada por um rapaz. Não deu para entender na hora o que estava acontecendo, se era um morador de rua passando. Mas depois do que aconteceu, cortamos a imagem e ela explicou que foi roubada”, relatou o apresentador Rafael Colombo.
Bruna estava na região da Ponte das Bandeiras, mostrando o nível elevado do rio Tietê, por conta das chuvas da madrugada na capital paulista. Às 8h16, é possível ver ela sendo abordada por um homem, que avança sobre ela, enquanto Bruna entrega um dos aparelhos.
“Esse indivíduo a abordou com uma faca e levou os dois celulares dela embora. Ele fez ameaças e ela entregou um celular. Mas ele sabia que ela tinha dois celulares, porque ela tem um particular e um corporativo”, explicou.
Colombo afirmou que Bruna foi levada de volta à redação e passa bem, apesar do choque. “Ela está bem, já está aqui na redação. Tomou um susto danado, mas está bem, não sofreu nenhum tipo de ferimento. Ela vai prestar queixa na polícia e é vida que segue”, concluiu o âncora.
Bruna foi liberada do trabalho e voltou para casa para se recuperar do incidente, informou a emissora.
fonte:Veja.com 27/06/2020

Avon demite executiva que manteve idosa em trabalho escravo em bairro nobre de SP

Mariah Corazza Üstündag (Reprodução)
Funcionária de alto escalão na Avon, Mariah Corazza Üstündag, 29 anos, manteve uma idosa de 61 anos em condições análogas à escravidão em sua casa no Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste de São Paulo.
No Linkedin de Mariah, que foi deletado após a repercussão do caso, consta que ela é gerente global da marca no setor de “inovação em fragrância”. Estudou na Universidade de São Paulo (USP) e é filha de uma famosa cosmetóloga brasileira, Sônia Corazza.
Sônia, por sua vez, é engenheira química e foi responsável por criar produtos para as principais empresas de cosmético do país e do exterior, como Natura, Boticário e Avon.
A idosa foi resgatada neste mês pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Ela não recebia salários por seu trabalho como empregada doméstica desde 2011.
A vítima foi encontrada morando sozinha no imóvel em um quarto nos fundos do terreno. Abandonada pelos patrões, que mudaram de residência, a casa precisou ser arrombada pelas autoridades.
O quarto em que a idosa vivia, segundo os procuradores, era uma espécie de depósito e tinha cadeiras, estantes e caixas amontoadas. Um sofá velho era utilizado como cama e não havia banheiro disponível.
Avon se manifesta
Após a publicação da matéria mostrando que a executiva que manteve a idosa em trabalho escravo era funcionária da Avon, a empresa enviou à Fórum uma nota informando que tem “compromisso irrestrito com a defesa dos direitos humanos” e que Mariah Corazza não integra mais os quadros de colaboradores da companhia.
Confira a íntegra da nota.
“Com grande pesar, a Avon tomou conhecimento de denúncias de violações dos direitos humanos por um de seus colaboradores. Diante dos fatos noticiados, reforçamos nosso compromisso irrestrito com a defesa dos direitos humanos, a transparência e a ética, valores que permeiam nossa história há mais de 130 anos. Informamos que a funcionária não integra mais o quadro de colaboradores da companhia. A Avon está se mobilizando para prestar o acolhimento à vítima”
*Matéria atualizada às 19h39 em 26/06/2020 para acréscimo da nota da Avon

fonte:REVISTA FORUM /reprodução - 27/06/2020 -10H:54min.

Pandemia de Covid-19 faz aumentar morte cardiovascular em casa



Entenda mais sobre as três principais alterações cardiovasculares ...
imagem: essentia.com/reprodução

A pandemia do novo coronavírus fez aumentar em 32% as mortes cardiovasculares em casa. Entre março e maio deste ano, elas somaram 15.870, contra 11.997 no mesmo período de 2019.

Elas representaram a grande maioria dos óbitos cardiovasculares ocorridos nesse período de análise, que totalizaram 19.573, 31% acima do registrado em 2019 (14.938).

Mortes em domicílio por causas cardíacas inespecíficas, ou seja, sem um diagnóstico fechado, quase que dobraram (passaram de 4.852 para 8.550).

Os dados fazem parte de um novo módulo do Portal da Transparência, lançado nesta sexta (26), que reúne os óbitos por doenças cardíacas e que foi desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) em parceria com a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia).

A análise vêm a corroborar uma percepção que havia entre os cardiologistas de que por medo do contágio do coronavírus nos hospitais ou por falta de acesso à assistência, muitas pessoas estavam retardando a busca por socorro.

Segundo o cardiologista Ricardo Costa, presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, a partir da segunda quinzena de março, houve queda de até 70% nas angioplastias primárias (colocação de stents), principal tratamento do infarto.

"Nossa principal suspeita sempre foi que pacientes, mesmo como sintomas de infarto, estão deixando de buscar serviços médicos, com receio de serem expostos [ao coronavírus]."

Além de um maior risco de morte, esse atraso pode piorar a situação clínica, aumentar tempo de internação e gerar mais danos ao músculo do coração, levando a uma insuficiência cardíaca, por exemplo.

Para Marcelo Queiroga, presidente da SBC, além do medo das pessoas, a desorganização das redes assistenciais que levaram à desativação de serviços de urgências e emergências durante a pandemia, ou mesmo a delimitação de hospitais específicos para atender a Covid-19 podem ter contribuído para esse afastamento dos pacientes dos cuidados médicos.

Segundo análise da SBC, entre os estados que mais registraram aumento no número de mortes por doenças cardiovasculares no período analisado está o Amazonas (94%), Pernambuco (85%), São Paulo (70%), Ceará (63%) e Espírito Santo (45%).

As mortes por infarto e AVC tiveram queda de 14% e 5%, respectivamente. Elas caíram nas cidades mais desenvolvidas, mas, na região norte, em especial em Belém e Manaus, registraram aumento.

"Isso mostra o colapso do sistema de saúde nesses locais, que já não era bom e, com a pandemia de Covid, a situação piorou ainda mais", afirma Queiroga.

Mas, mesmo os dados que mostram redução de mortes por infarto e AVC são vistos com ressalvas. Para o presidente da SBC, é possível que muitos casos estejam entre os registros de mortes sem causa definida ocorridas em casa.

Também não é possível saber quantas dessas mortes cardiovasculares estão relacionadas à Covid-19. Os cardiopatas estão entre os principais grupos de risco para doença, ao mesmo tempo que a própria infecção causa danos ao coração.

Segundo a cardiologista Gláucia Moraes Oliveira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para além das mortes, as doenças cardiovasculares não tratadas corretamente durante a pandemia devem causar grande impacto nos sistemas de saúde nos próximos meses. "É preciso campanha pública para conscientizar sobre a importância do cuidado cardiovascular, mesmo durante a pandemia."

A médica Luiza Brant, professora da clínica médica da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), uma das autoras da análise, diz que os dados podem ajudar autoridades de saúde a aumentar a capacidade de assistência médica nesses locais de baixas condições socioeconômicas e atuar de forma preventiva.

O cardiologista Tom Ribeiro, também professor da UFMG, lembra que esses números de mortalidade cardiovascular dos cartórios ainda não são definitivos, mas mostram uma tendência de mortes cardíacas em casa, a exemplo do que também foi registrado em regiões da Itália e nos EUA.

O banco de dados do registro civil brasileiro tem a vantagem de ser a única fonte de dados prontamente disponível de mortalidade, mas eles servem apenas para fins demográficos (e não epidemiológicos).

A fonte oficial de dados de mortalidade para o Brasil é o SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), que adota procedimentos de investigação, codificação ou redistribuição de causas de mortes.

A qualidade dos dados dos cartórios depende do quão corretamente foram preenchidos os atestados de óbito, que podem variar muito entre os locais e apresentar atrasos.

fonte:Folhapress- 27/06/2020 10h:43min.