O deputado federal Jonga Bacelar (PL) sofreu um acidente de helicóptero na manhã desta terça-feira (6), no Distrito de Pedra Vermelha, no município de Monte Santo, interior da Bahia. Não há registro de pessoas gravemente feridas.
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a aeronave caiu na região de Cansanção. Além de Jonga, o candidato a deputado estadual e ex-vice-prefeito de Santaluz Marcinho Oliveira (União) também estava no helicóptero no momento do acidente.
A aeronave pertence ao empresário Marcos Maravilha, que cedeu para a campanha de Marcinho Oliveira. O BN conseguiu contato com o candidato a deputado estadual do União Brasil e confirmou que eles tiveram apenas ferimentos leves.
Foto: Bahia Notícias
Foto: Bahia Notícias
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Em nota divulgada nas redes sociais logo após o acidente, a equipe de Marcinho Oliveira confirmou que o helicóptero era ocupado por ele, Jonga Bacelar e o piloto.
Em documento assinado pela vice-procuradora-geral, Lindôra Maria Araújo, a PGR argumentava que o ministro Luís Roberto Barroso era responsável por outros inquéritos semelhantes. Por isso, seria o único com competência para avaliar o caso.
No entanto, Moraes indeferiu a solicitação e manteve o caso sob sua relatoria. O ministro também determinou que a PGR se manifeste sobre pedido da Polícia Federal para indiciar Bolsonaro por incitação ao crime.
O inquérito que apura a declaração do presidente sobre a vacina da Covid e o risco de contrair HIV foi aberto no fim do ano passado, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, a peNa última quinta-feira (1°/9), após pedido da Polícia Federal, Moraes prorrogou por mais 60 dias o inquérito.
De acordo com relatório da Polícia Federal, enviado ao STF, a apuração já encontrou indícios de que o chefe do Executivo federal e um de seus auxiliares cometeram crimes durante a transmissão pelas redes sociais do dia 21 de outubro de 2021.dido da CPI da Covid no Senado.
“Outra coisa grave aqui: só vou dar notícia, não vou comentar: ‘Relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados […] estão desenvolvendo a síndrome imunodeficiência adquirida muito mais rápido que o previsto’. Recomendo que leiam a matéria. Talvez eu tenha sido o único chefe de Estado do mundo que teve a coragem de colocar a cara a tapa nessa questão”, disse Bolsonaro, ao ler uma suposta notícia, na transmissão ao vivo.
Não há evidências científicas que comprovem a relação. Em dezembro do ano passado, Moraes determinou instauração de inquérito para investigar Bolsonaro por crimes na pandemia, e estabeleceu apuração sobre falsa associação feita pelo mandatário.
Um vereador da cidade de Itaetê, na Chapada Diamantina, conhecido como Sargento Dorival, é alvo de uma operação deflagrada na manhã desta terça-feira (6). Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), o edil, que é policia aposentado, é acusado junto com outros homens de um homicídio, cometido em 2018, que matou Márcio Oliveira Matos.
A vítima era uma das lideranças do Movimento Sem Terra (MST) e, na época, Secretário de Administração do Município. Atualmente, o edil está no Psol onde se elegeu em 2020. Na eleição passada, ele ficou como suplente se candidatando à época pelo PSL.
Ainda segundo a SSP-BA, informações preliminares apontam que a execução ocorreu após a vítima adotar medidas de contenção de gastos e descobrir fraudes contratuais nas finanças de Itaeté. A pasta informou que documentos foram apreendidos também no gabinete e residência do vereador. Em outra casa, as armas e munições e um notebook também foram achados.
Denominada de “Stone”, a operação cumpre mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal de Barra da Estiva, também na Chapada Diamantina. Vários armamentos foram encontrados na casa de um dos comparsas do edil: uma espingarda calibre 12, um rifle calibre 22 e uma pistola calibre 6,35.
No curso da ação, um homem foi preso por posse ilegal de arma de fogo. O material foi apreendido por equipes da Força-Tarefa de Combate a Grupos de Extermínio e Extorsão Mediante Sequestro da SSP-BA e seguirá, assim como os documentos, para perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT). (Atualizado às 9h13)
O site Calila Notícias vem acompanhando a manifestação de protesto dos garimpeiros de seis municípios do território do sisal desde a noite de quinta-feira, 31/08, e já publicou várias matérias, inclusive esteve presente na manhã de sexta-feira, na cidade de Nordestina onde registrou todo comércio fechado até por volta das 09h20 em apoio aos garimpeiros e em seguida se deslocou até a Mineração Santa Luz, distante cerca de 40 km onde centenas de garimpeiros já ocupavam o acesso ao portão principal da empresa.
Os manifestantes pedem a legalização das atividades nos garimpos e responsabilizam a Equinox pela presença da Polícia Federal que destruiu equipamentos usados no garimpo de maneira que não puderam mais realizar o trabalho e desejam se reunir com a diretoria da empresa para buscar uma solução, garantem que não saem do local onde estão acampados até que haja um acordo, caso contrário, não permitirão a entrada de funcionários.
NOTA
A Equinox Gold, responsável pela Mineração Santa Luz, informa que a fiscalização de atividades garimpeiras, realizada na última terça-feira (30/08), pela Polícia Federal (PF), na região dos municípios de Cansanção e Monte Santo, não foi motivada pela empresa, cuja operação está no município de Santaluz.
A empresa compreende que o protesto possui suas demandas. Contudo, o impedimento ao livre acesso e ao funcionamento das operações prejudica a todos e compromete o estabelecimento de um entendimento comum e respeitoso entre as partes.
A Equinox Gold respeita o papel institucional das agências e dos órgãos de governo dedicados à promoção e fiscalização da mineração. Ressalta-se ainda que a regularização dos garimpos compete a esses órgãos, conforme previsto no arcabouço legal brasileiro.
A empresa mantém, por meio de suas operações, milhares de empregos, contribui significativamente para a arrecadação de impostos e para o desenvolvimento contínuo nas regiões onde atua, além de cumprir com todos os aspectos de controle ambientais, segurança do trabalho e estabilidade das estruturas operacionais.”
O padre Júlio Lancellotti defendeu hoje o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à eleição presidencial, após boatos de que o líder petista apoiaria a invasão de igrejas e perseguição de cristãos circularem nas redes sociais. Informações do site UOL de hoje(5)
Ciro Gomes (PDT) participou de uma live no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, na noite deste sábado (3/9). No fim do evento que contou com a presença de pessoas da comunidade, um morador questionou o candidato à presidência da República sobre uma polêmica declaração a respeito do conhecimento de economia pelos brasileiros que vivem nas favelas.
"Qual foi de fato o ponto da sua fala? O que aquilo representa para nós que somos do Aglomerado? Nós temos de fato entendimento menor que o dos empresários ou temos condições de entender o que você está dizendo?", perguntou o rapaz enquanto gravava pelo celular.
Ciro se mostrou incomodado e chegou a insinuar que o homem seria seguidor do Movimento Brasil Livre, com posicionamento político à direita. "Terminou o discurso? Terminou o discurso, MBL?". O morador respondeu dizendo que não gostava do MBL.
Ao explicar o episódio, Ciro deu exemplo de uma visita recente a um hospital. "Estive nessa semana em um hospital de câncer de criança. O médico falou em citologia morfológica e oncológica. Eu disse: 'não sei que diabo é esse, me explica por favor'. Ou seja, quando a gente não entende uma coisa, não somos menores que ninguém. Foi só isso”.
“Estive na Federação das Indústrias e elaborei uma explicação da situação econômica brasileira. Atribuí à política monetária brasileira e à taxa de câmbio. Quando a taxa de câmbio se performa, você promove uma desindustrialização do país. Todos eles entenderam facilmente. Só entende esse assunto quem teve oportunidade de ser (...) por ele".
Novamente, o homem perguntou a Ciro Gomes se os moradores do Aglomerado da Serra não tinham as mesmas condições de entendimento dos empresários. O presidenciável reclamou da insistência no tema. "Tu veio pra cá pra provocar?".
Na sequência, integrantes da equipe do candidato pediram para que o rapaz fosse embora do lugar, pois ele não era bem-vindo. Uma pequena confusão se formou com outros moradores questionando a conduta do homem. Ele deixou o local em seguida.
Ciro diz que é assunto superado
À reportagem do Estado de Minas, Ciro disse que é um assunto superado. “É uma hipocrisia grosseira. Eu ganhei o prêmio mundial de combate à mortalidade infantil. Estou aqui numa laje, quinta-feira passada estava em outra laje no Rio de Janeiro”.
“Os temas áridos do ‘economês’ não são de simples entendimento por nenhum de nós. Foi só isso que eu disse. Não desfaz nada meu respeito profundo pela sabedoria popular, onde fui formado. A minha escola é o interior do semiárido do Nordeste. Estudei a maior parte da minha vida em escola pública. Eu venho dali, ninguém me ensina o que o povo brasileiro tem. O resto é pura hipocrisia”.
Visita após fala polêmica sobre favelas
A visita de Ciro ao Aglomerado da Serra ocorreu dias após uma declaração feita pelo pedetista em encontro com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Na quarta-feira (31/8), o político disse ter feito um "comício para gente preparada". "Imagine explicar isso na favela? É um serviço pesado", apontou, em menção a seu plano de governo.
O episódio foi motivo de críticas até mesmo entre eleitores pedetistas. Na sexta-feira (02/09), durante evento na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, o político afirmou que a repercussão negativa é uma “hipocrisia demagógica”.
Pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira (5/9) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa ao Palácio do Planalto, com 44% das intenções de voto. Em segundo lugar, está o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 31%.
No levantamento anterior, Lula tinha 44%, contra 32% de Bolsonaro. Desta forma, a distância entre os candidatos líderes das pesquisas oscilou para baixo, em 1 ponto dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Esta é a terceira rodada da pesquisa desde que as candidaturas à Presidência foram oficializadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os dados são da pesquisa estimulada, na qual os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. O levantamento ouviu 2.512 pessoas entre os dias 2 e 4 de setembro em 158 municípios de todo o país.
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, concedeu três liminares nesta segunda-feira (5/9) que restringem os efeitos de decretos editados pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) que facilitam a compra e posse de armas de fogo e aquisição de munições.
Fachin limitou eficácia de decretos de Bolsonaro que facilitam o acesso a armas e munições no Brasil Carlos Moura/SCO/STF
Os decretos já vinham sendo analisados pelo STF, mas tiveram o julgamento suspenso em 2021, após pedido de vista do ministro Nunes Marques.
As liminares foram concedidas em três ações distintas. De acordo com o ministro, a suspensão é urgente, em razão da proximidade das eleições.
"Noutras palavras, o risco de violência política torna de extrema e excepcional urgência a necessidade de se conceder o provimento cautelar."
"Conquanto seja recomendável aguardar as contribuições, sempre cuidadosas, decorrentes dos pedidos de vista, passado mais de um ano e à luz dos recentes e lamentáveis episódios de violência política, cumpre conceder a cautelar a fim de resguardar o próprio objeto de deliberação desta Corte", escreveu o ministro
As decisões suspendem a eficácia das normas que aumentaram o número de munições que podem ser compradas mensalmente; de trecho de decreto que autoriza a CACs (caçador, atirador e colecionador) a compra e o porte de armas de uso restrito; e de trecho de decreto que estabelecia uma declaração de efetiva necessidade para compra de arma de uso permitido.
Quanto à "declaração de efetiva necessidade para compra de arma de uso permitido", a orientação fixada pelo ministro foi de que a posse de armas de fogo só pode ser autorizada às pessoas que demonstrem concretamente, por razões profissionais ou pessoais, terem efetiva necessidade. Conforme o magistrado, a atividade do Executivo de regulamentar a questão não pode criar "presunções de efetiva necessidade" além das que já estão estabelecidas pela legislação.
Fachin também estabeleceu as seguintes interpretações quanto à aquisição de armas e munição: os limites quantitativos de munições adquiríveis se limitam àquilo que, de forma diligente e proporcional, garanta apenas o necessário à segurança dos cidadãos; e, quanto à aquisição de armas de fogo de uso restrito, esta só pode ser autorizada no interesse da própria segurança pública ou da defesa nacional, não em razão do interesse pessoal do requerente.
As decisões de Fachin devem ser levadas para referendo do plenário virtual, em que os ministros inserem seus votos no sistema eletrônico da Corte. O ministro solicitou a adoção de sessão extraordinária, que tem sido adotada pelo Supremo para votar temas urgentes em um prazo menor do que a uma semana habitual. Ainda não há data marcada para a análise.