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domingo, 9 de março de 2025

Campinas: Perito e ex-professor Ricardo Molina volta a se envolver em caso de violência doméstica e põe fogo dentro de casa

                                        foto:reprodução


São Paulo — O perito e ex-professor da Unicamp Ricardo Molina de Figueiredo, de 73 anos, conhecido por atuar em crimes de grande repercussão, como o caso PC Farias, voltou a se envolver em um caso de violência doméstica na noite desse sábado (8/3) em Campinas, interior de São Paulo. Desta vez, a vítima é sua atual companheira, uma mulher de 45 anos.

Polícia Militar foi chamada à residência do casal, uma casa no Condomínio Caminhos de São Conrado, após denúncias de uma suposta briga entre os dois. Ao chegar ao local, os policiais foram informados de que Molina teria sido visto com uma faca.

De acordo com o registro da ocorrência, os agentes conseguiram entrar na casa, mas não tinham acesso ao casal. A mulher de Molina foi avistada em uma sacada do pavimento superior. Ela conseguiu descer para o andar térreo e foi auxiliada a sair do local por uma janela.

Objetos quebrados e fogo

Em seguida, os policiais passaram a procurar por Molina. Eles ouviram o ruídos de objetos sendo atirados e quebrados no chão e o odor de coisas pegando fogo e arrombaram a porta de entrada da residência.

Dentro da casa, encontraram Molina atirando objetos, papéis e roupas em uma fogueira que ele mesmo iniciara. Inicialmente, ele se escondeu, mas foi encontrado e detido pelos policiais.

Molina estava com um canivete e tinha ferimentos leves no pé por ter andado sob cacos de objetos quebrados. Ele foi levado para atendimento médico e, posteriormente, levado à Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas para ser ouvido.

Quem é Ricardo Molina

  • Ricardo Molina é perito em fonética forense e ex-professor da Unicamp.
  • Ele ficou conhecido nacionalmente por ter trabalhado nas investigações do assassinato de PC Farias, assessor de Fernando Collor de Mello, morto em 1996.
  • Molina também trabalhou em outros casos famosos, como o acidente aéreo que matou os integrantes da banda Mamonas Asssassinas.
  • Em 20217, ele foi contratado pela defesa de Michel Temer para analisar os áudios de Joesley Batista.

Histórico de violência

Ricado Molina já foi acusado de violência doméstica por sua ex-mulher. Em 2023, ela procurou a Polícia Civil para denunciar que o perito planejava um sequestro para interná-la de forma compulsória.

Esse plano seria executado com ajuda do seu ex-sogro, pai de Molina, como uma estratégia de tirá-la de cena no processo de divórcio. No boletim de ocorrência, a ex-mulher contou que sofria violência doméstica e possui medida protetiva contra o ex.

Metrópoles busca a defesa de Ricardo Molina. O espaço está aberto para manifestação.

Fonte: METRÓPOLES - 09/03/2025


PA: Viatura do Detran bate propositalmente em carro de motorista após recusa de suborno; Vídeo


                                             foto:reprodução/Redes Sociais


Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma viatura do Departamento de Trânsito do Pará (Detran-PA) batendo de propósito no carro de uma motorista na passagem Olinto Meira, em Ananindeua, na Grande Belém, neste domingo (9). O agente que dirigia a viatura foi afastado do cargo, mas seu nome não foi divulgado. O caso ocorreu após a condutora se recusar a pagar R$ 400 de suborno solicitados por dois agentes do órgão. 

De acordo com a motorista, que preferiu não se identificar, ela foi abordada por uma viatura do Detran na BR-316, em Ananindeua, próximo a um semáforo.


Os agentes alegaram que o licenciamento do veículo estava vencido e exigiram o pagamento de R$ 400 para evitar que o carro fosse guinchado. 

 

Ao se recusar a pagar, a mulher foi perseguida pela viatura até a passagem Olinto Meira, onde o agente bateu propositalmente no veículo dela, causando danos à dianteira do carro.

 

Em um vídeo gravado pela própria motorista de dentro do carro, é possível ver o momento em que o agente dá ré na viatura e começa a bater no veículo. Outra gravação, feita por moradores da região, mostra o para-choque do carro danificado após a colisão. A motorista relatou que saiu do veículo bastante abalada e que o carro foi recolhido pelos agentes.

 

 

A condutora afirmou que, durante a abordagem, os agentes não ofereceram ajuda ou a possibilidade de usar um celular para entrar em contato com familiares ou amigos. Ela também contou que, após a recusa do suborno, os agentes ameaçaram guinchar o carro e tentaram tomar as chaves do veículo. A motorista decidiu seguir para casa com o carro, mas foi perseguida e atingida pela viatura do Detran.

 

Em nota, o Detran informou que acionou a corregedoria da autarquia para investigar o caso e tomar as providências cabíveis. O órgão reiterou que não compactua com condutas que violem os protocolos de fiscalização de trânsito. No entanto, o departamento não se pronunciou sobre a outra agente que participou da abordagem e estava presente na viatura.

 

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), se pronunciou sobre o caso e declarou que pediu afastamento do agente, pois não há espaço para servidores que desrespeitam a população nos órgãos estaduais.

 

“Assim que recebi as imagens dessa conduta abusiva e violenta atribuídas a um agente do trânsito estadual, determinei que o DETRAN o afastasse e abrisse um processo de investigação para o emprego das medidas cabíveis. No nosso Governo não há espaço e muito menos complacência para o servidor que desrespeite e atue fora do que prezamos para o cidadão paraense”, escreveu.

 

Saúde: Jovem com doença rara mortal passa por 36 médicos antes de diagnóstico


                                        foto:reprodução/instagram


Causada pela mutação em um gene específico, a ataxia de Friedreich (AF) é considerada uma doença rara e estima-se que apenas 15 mil pessoas no mundo vivam com a condição — cerca de 700 delas estão no Brasil, tornando o país o segundo com mais diagnósticos do distúrbio.

Foi por esse número pequeno, mas expressivo, que Renan Treglia, 24 anos, descobriu ter a doença degenerativa. Aos 16 anos, o então adolescente começou a ter sintomas estranhos. Se desequilibrava facilmente, não conseguia carregar um copo de água sem entornar e tinha muita dificuldade para cortar legumes e cozinhar, um de seus hobbies. Os sinais logo evoluíram para tombos constantes.

A ataxia de Friedreich é uma condição neurodegenerativa que reduz a coordenação muscular e motora progressivamente e diminui a expectativa de vida. O distúrbio causa danos progressivos ao sistema nervoso e os sintomas podem evoluir para perda auditiva, problemas de fala e deglutição e deficiência visual. A média de idade de óbito entre pacientes é de apenas 37 anos.

“Após cerca de 11 anos do inícios dos sintomas, esses pacientes vão para a cadeira de rodas e na sequência evoluem com perda também de função dos braços, de controle do tronco. É uma doença que tem um impacto muito significativo na mobilidade e também naturalmente na sobrevida dos pacientes que são afetados”, explica o neurologista Marcondes França Júnior, professor e chefe do setor de neurogenética e neuromuscular do Hospital das Clínicas da Unicamp.

A saga pelo diagnóstico

“Primeiro, procuramos um ortopedista. Nossa suspeita era que um pé quebrado anos antes estava causando o desequilíbrio. Cheguei a fazer um ano de fisioterapia para me ajudar com a marcha, até que o fisioterapeuta nos chamou e disse que o problema devia ser neurológico”, lembra Renan.

Foi aí que começou a saga pelo diagnóstico. Renan e a família procuraram um neurologista, que decretou que o problema era mesmo ortopédico. O ortopedista descartou problemas ósseos, e o encaminhou para outro neurologista. Entre idas e vindas, o jovem se consultou com 36 especialistas.

O caso só caminhou quando a sogra de Renan comentou sobre os sintomas do genro no trabalho e um colega os reconheceu como sendo os mesmos da filhaGiovanna Boscolo tinha sido diagnosticada com a doença e sugeriu que Renan tentasse uma consulta com o neurologista que atendia seu caso.

Em outubro de 2020, um exame genético confirmou o diagnóstico de ataxia de Friedreich no jovem. “Foi um baque muito grande, a gente não acreditava. É uma doença muito rara, meus pais entraram em depressão porque se sentiam culpados. Eu tive muitas crises de ansiedade, de depressão, faço até hoje acompanhamento com psiquiatra. É algo muito difícil para mim”, conta o jovem.

Renan precisou aceitar que alguns planos nunca seriam realizados. O sonho dele era ser piloto de avião: fez o curso para aviões particulares mas, quando estava ingressando no treinamento para piloto comercial, os sintomas se agravaram e foi necessário pausar os estudos para buscar o diagnóstico. “Uma pessoa com ataxia não pode ser piloto. Pensar nisso me afeta muito. Eu tinha planos para o futuro que precisaram ser adaptados”, lamenta.

GettyimagesImagem mostra homem em cadeira de rodas com uma das mãos segurando um aspirador de pó - Metrópoles
Ataxia de Friedreich: condição neurodegenerativa reduz a coordenação muscular e motora progressivamente

Ataxia de Friedreich: doença rara e complicada

A mutação responsável pela doença atinge um gene que codifica a frataxina, uma proteína que regula o ferro nas mitocôndrias — sem quantidade suficiente da substância, acontece o acúmulo de ferro nas células e um estresse oxidativo que causa a neurodegeneração.

“Em última análise, é uma doença que acontece porque os tecidos são incapazes de produzir energia, e com isso há um processo de desgaste e degeneração. Os tecidos que demandam mais energia são os do sistema nervoso, coração e glândulas em geral. Por isso, são os que mais sofrem nessa doença”, explica França Júnior.

A ataxia de Friedreich não tem cura, e os sintomas vão evoluindo e piorando pouco a pouco. O tratamento disponível atualmente é limitado, e se restringe a medidas de reabilitação, como fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Alguns pacientes usam medicamentos para controlar sintomas, como dores, cãibras e espasmos musculares. Mas nada disso atenua o processo de morte dos neurônios.

Hoje, Renan tem dificuldade para caminhar e medo de cair, se apoiando sempre no pai ou na namorada. Ele conta que faz pilates e musculação com uma especialista em exercícios para pessoas com deficiência e, por isso, os sinais não progridem tão rápido quanto em outros pacientes.

“Nas fases mais avançadas da doença, o paciente sofre com dificuldade para respirar por causa de fraqueza das musculaturas respiratórias”, explicou a neurologista Ana Cláudia Pires, do Hospital DF Star, da Rede D’Or, em entrevista anterior ao Metrópoles.

Nova esperança

É complicado desenvolver medicamentos para doenças raras, já que os pacientes são poucos, os médicos não conhecem a condição e a criação de tecnologias demora. Ainda assim, existe um remédio para a ataxia de Friedreich, a omaveloxolona. O medicamento já foi aprovado pelo FDA dos Estados Unidos e está em análise na Anvisa.

“O remédio não é a cura, mas pode estabilizar a doença e até fazer os sintomas retrocederem em dois anos. Para a gente com ataxia, isso é muito. Se estabilizar como estou, já ficaria muito feliz. Caminho com dificuldade, mas consigo seguir a minha rotina”, explica Renan.

França Junior explica que o remédio atua nas mitocôndrias, tentando otimizar a capacidade de produção de energia. Os resultados não são curativos, mas mostram um retardamento da progressão da ataxia de Friedreich.

“É um primeiro medicamento que vai realmente mudar o curso evolutivo da doença. Acho que é um importante passo para essa enfermidade, que até então não tinha tratamento. Representa uma primeira esperança para os pacientes”, garante o especialista.

Fonte: /Metrópoles - 09/03/2025

MG:No Dia da Mulher, oficial de justiça é agredida por PM enquanto trabalha em Ibirité


                                
                               Oficial de justiça Maria Sueli precisou ser hospitalizada depois de ter levado cabeçada e soco no rosto                                                                                           crédito: Imagens cedidas
Uma oficial de justiça denunciou ter sido violentamente agredida por um sargento da Polícia Militar enquanto trabalhava na tarde deste sábado (8/3), Dia Internacional da Mulher, em Ibirité, na Grande BH. Em entrevista ao Estado de Minas, Maria Sueli contou que o suspeito lhe deu uma cabeçada e um soco no rosto. Devido às agressões, ela precisou ser hospitalizada.

A oficial relatou que foi cumprir um mandado rotineiro no Bairro Novo Horizonte quando a situação aconteceu. Ela perguntou pela pessoa intimada, e foi quando o sargento da PM se apresentou. Durante a diligência, ele afirmou que, na verdade, a pessoa que a oficial procurava era outra e apontou para um homem que seria, supostamente, seu enteado.

Maria Sueli explicou que questionou o motivo de o sargento ter dado uma informação errada e disse que isso não poderia ser feito a um oficial de justiça. "Acho que, por ele ser militar, ele não gostou de ser questionado", afirmou.

Na sequência, conforme relatou a oficial, o sargento começou a se tornar agressivo e a se aproximar muito dela. Foi quando Maria disse que, caso fosse agredida, poderia chamar uma viatura da polícia. "Foi quando ele se aproximou e disse 'toma aqui sua viatura' e me deu uma cabeçada no rosto", relata.

A oficial contou que, logo depois, ele disse que aquilo "é só lesão corporal, não dá nada pra mim" e deu um soco no rosto dela, fazendo-a cair no chão atordoada. Ainda em seu relato, Maria Sueli disse que se levantou e ligou para o marido, que é major da PM, pedindo que ele enviasse uma viatura para o local. Foi quando o sargento fugiu, sendo encontrado horas depois durante diligências do 48º BPM, onde teria sido detido.

Devido às agressões, a oficial precisou ir ao hospital, onde passará por exames para verificar se sofreu algum trauma, como fratura no nariz. No momento em que conversou com a reportagem, enquanto aguardava para ser atendida por um ortopedista, Maria Sueli disse que sentia muita dor, além do nariz e rosto inchados. "Além da dor física, psicologicamente estou um caco. Não sei como vou fazer para voltar a trabalhar", afirmou.

Maria, que atua como oficial de justiça desde 2006, conta nunca ter passado por uma situação parecida com esta. "Sempre conduzo minhas diligências de modo firme, mas com calma. É raro eu precisar acionar uma viatura; geralmente, resolvo sozinha. Nunca imaginei passar por uma situação como essa", desabafa.

Sobre ter sofrido a agressão enquanto trabalhava, justamente no Dia Internacional da Mulher, a oficial diz que deseja dar visibilidade ao caso para que não se repita — nem com ela, nem com outras colegas de profissão. "Acho que é um caso que deve ser relatado para que não volte a acontecer. Temos muitas oficiais mulheres em risco de sofrer agressões assim no dia a dia", relata.

A reportagem entrou em contato por e-mail com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e aguarda retorno.

Fonte: O ESTADO DE MINAS - 09/03/2025


Região de Irecê: Obra para colocar 282 mil painéis solares desmata Caatinga e é alvo do MP-BA


 
localização de Uibaí na Bahia - mapa: reprodução
                                  

O MP-BA (Ministério Público da Bahia) e entidades ambientais e de moradores estão tentando anular a licença de instalação de um empreendimento estimado em R$ 900 milhões na Caatinga para instalação de 282 mil placas solares.

Confira a reportagem completa assinada pelo jornalista Carlos Madeiro, Colunista do site UOL desse domingo(9).

A reportagem publicada hoje é de extrema importância, visto que o site do UOL de notícias é um dos mais acessados do país.

Confira abaixo no link: 


https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2025/03/09/obra-para-colocar-282-mil-paineis-solares-desmata-caatinga-e-e-alvo-do-mpba.htm 

Salvador: Saiba quem é "Cocada", um dos envolvidos na morte do policial civil em Stella Maris

                                     foto: reprodução/BNEWS

Na manhã deste domingo (9) a Polícia Civil localizou três suspeitos de envolvimento na morte do Policial Civil, Marcus Vinicius Peixoto Carrete, no bairro de Stella Maris, em Salvador, no sábado (8). Entre eles, está Marcelo Esteves de Jesus Segundo, conhecido como Cocada.

Ele teria sido o responsável por monitorar a vítima que seria morta no lugar de Carrete. A Polícia Civil confirmou que o investigador morreu após ser confundido com um outro homem que era o alvo da quadrilha.

Cocada também estava com o encargo de conseguir o carro para realizar o serviço, o Renault Logan, que foi abandonado após o crime. Ele morreu neste domingo após confronto com a Polícia, dentro da Via C do Petromar, em Stella Maris.

Além de Cocada, outro homem que ainda não teve a identidade revelada morreu em confronto com a Polícia no bairro de Vida Nova, em Lauro de Freitas (BA), durante as buscas nos envolvidos no crime. Uma motorista de aplicativo também foi presa por envolvimento na morte do investigador da Polícia Civil.

Fonte: BOCAO NEWS - 09/03/2025

Salvador: Primeira motofaixa começa a operar a partir desta segunda-feira(10) na Av. Bonocô; VÍDEO


                                             Foto:reprodução/BN

A partir desta segunda-feira (10), a primeira motofaixa da capital baiana estará em operação. O espaço destinado à circulação de motociclistas foi implantado nos dois sentidos da Av. Mário Leal Ferreira (Av. Bonocô). 

Salvador é a terceira capital do país a ser autorizada pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) a implementar a estratégia viária.

 

Fonte:BN - 09/03/2025 

Saúde: Pai de Whindersson Nunes atualiza quadro do filho após internação

                                       foto:reprodução


O pai de Whindersson Nunes, Hidelbrando Sousa Batista, atualizou o estado de saúde do filho nesse sábado (8/3), duas semanas após o humorista ser internado em uma clínica psiquiátrica.

.O que aconteceu com Whindersson


  • No final de fevereiro, a empresa que agencia o influenciador informou que ele foi internado em uma clínica psiquiátrica para cuidar da saúde.
  • “O humorista se internou por decisão própria e com o devido acompanhamento médico. (…) O motivo da internação é o cuidado com sua saúde, buscando o tratamento adequado para seu bem-estar“, diz a nota publicada pela Non Stop Produções Artísticas.
  • Em outras ocasiões, o artista já falou publicamente sobre as questões de saúde mental que enfrenta. Whindersson sofre de ansiedade e depressão.

Em um Story do Instagram, Hidelbrando tranquilizou os fãs e informou que Whindersson está bem e “logo, logo vai sair”. O pai do influenciador também revelou o motivo de ainda não ter visitado o filho.

“Nem eu, nem Valdenice [mãe de Whindersson] ainda não vimos ele. Não [o] visitamos porque onde ele está são [permitidas] poucas visitas”, esclareceu.

Hidelbrando também ressaltou que pretende encontrá-lo em breve. “Logo, logo vamos estar com ele, visitar, dar um abraço nele. A minha vontade é de trazer ele para cá, para o interior, para passar uns dias por aqui”, desabafou.

Fonte: METRÓPOLES - 09/03/2025