• Praça do Feijão, Irecê - BA

segunda-feira, 16 de março de 2015

"O governo não consegue falar com a sociedade" diz Sen. Walter Pinheiro

‘Meu governo não consegue falar com a sociedade’, diz Pinheiro após manifestações
Foto: Agência Senado/ Geraldo Magela/reprodução
O senador Walter Pinheiro criticou, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, a fala de um ministro do governo Dilma, dada em caráter de anonimato para a publicação. O ministro teria dito, segundo a Folha, que "A PM está inflando esses números” e que na manifestação deste domingo (15) na Avenida Paulista não haveria "povão", e sim, a classe média que votou em Aécio Neves. Segundo Pinheiro, este ministro deveria "se preocupar com o recado, não importa de quem veio". "Tem uma frase dizendo que a polícia inflou. Pelo amor de Deus, acreditar que um ministro pense isso. Eu lamento que um ministro tenha dito isso. Ao invés de ficar preocupado se tinha 10 ou 10 mil, pois não devia se preocupar com a quantidade, deveria se preocupar com o recado, não importa de quem veio", criticou Pinheiro. 

Na opinião do senador baiano, as manifestações, que levaram milhares de pessoas às ruas em diversas cidades brasileiras, não se tratavam de um "terceiro turno", mas sim, "a continuidade de um recado que vêm desde a eleição". "Temos que parar e olhar para trás para ter capacidade e coragem de falar dos erros. Vou ficar avaliando se a manifestação é de classe baixa, de media, de alta? Nós não ganhamos a eleição com essa margem folgada na sociedade. Nós tivemos um recado na eleição. Pelo amor de Deus. Não é o problema com o Congresso, é com a sociedade. É com isso que estou preocupado. O meu governo não consegue falar com a sociedade, meu Deus!", desabafou. Informações do BN.

domingo, 15 de março de 2015

Após as manifestações: Joaquim Barbosa cobra pronunciamento da Presidente Dilma

Postagem do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa no twitter
Postagem do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa no twitter(Reprodução/Twitter)
Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), usou sua conta no Twitter para reclamar da resposta do governo à maior manifestação da história democrática ocorrida neste domingo contra a presidente Dilma Rousseff. "Num dia como o de hoje, achei um erro colocar ministros de Estado para falar. O momento era para a chefe de Estado se dirigir à Nação. Ponto", escreveu. Barbosa ainda criticou as linhas de defesa do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). "(sic) Min Cardozo insiste num erro deliberado e frequente: o de insinuar que as iniciativas do MPF e da PF são impulsionadas pelo governo". 

Bahia: Milhares também foram a rua em Feira de Santana


Milhares de pessoas participam da manifestação em Feira de Santana contra a corrupção e contra o governo de Dilma Rousseff. O movimento foi iniciado por volta das 15h, com contração em frente a prefeitura, e segue pela Avenida Getúlio Vargas.

Assim como ocorreu nas outras manifestações pelo Brasil, os feirenses se vestiram com as cores da bandeira nacional e levaram cartazes. As mobilizações deste domingo foram organizadas pelas redes sociais nas últimas semanas. A maioria dos protestos ocorreu pela manhã em vários estados do país e também em outras cidades do mundo, como Miami e Londres. Informações  e foto do Acorda Cidade.

Milhares de pessoas participam de protesto em Feira de Santana

Governo Dilma: Eduardo Cardozo e Miguel Rosseto minimizam efeitos das manifestações pelo país

Ministros Miguel Rossetto e Eduardo Cardozo minimizam efeitos de manifestações
Foto: Agência Brasil/reprodução
Após uma série de manifestações em todo o País, os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, concedem entrevista coletiva neste domingo (15) em Brasília minimizando o tom contra o governo Dilma Rousseff, em diversas cidades do País. De acordo com Rossetto, o Brasil vive um momento atípico, incluindo a seca histórica que aflige, especialmente, a região Sudeste – o titular da Secretaria-Geral da Presidência utilizou o mesmo argumento da presidente Dilma no último domingo (8). 
José Eduardo Cardozo, no entanto, frisou que há uma disposição do governo federal a ouvir os brasileiros e que o direito de manifestação é livre – Cardozo, todavia, sugeriu que os manifestantes eram integrantes da parcela da sociedade que não votou na presidente Dilma no último mês de outubro. O ministro da Justiça ainda voltou a prometer medida de combate à corrupção. “É por isso que o governo, que tem uma clara postura de combate à corrupção, irá anunciar algo que já era uma promessa eleitoral da presidente Dilma Rousseff, que é um conjunto de medidas de combate à corrupção e à impunidade”, anunciou Cardozo. Enquanto a entrevista coletiva era transmitida nas redes de televisão, houve panelaço em diversas cidades. Informações do BN.

Brasil:Protestos contra governo reúnem mais de 1,5 milhão em todos os Estados e no DF

Protesto na Barra: Polícia estima quatro mil em ato
Em Salvador -Bahia - foto:BN/reprodução

Ao menos 1,5 milhão de pessoas protestaram contra o governo federal neste domingo (15) em todos os Estados do país, além do Distrito Federal. O número de manifestantes em cada Estado foi divulgado pela Polícia Militar local.
São Paulo é o Estado com o maior número. A PM informou que 1 milhão de pessoas se reuniram na região da avenida Paulista, no centro da capital paulista. A cidade foi a única a registrar um incidente até o momento. Cerca de 20 manifestantes de um grupo denominado "Carecas do Subúrbio", conforme escrito em suas camisetas, foram detidos. Com eles, foram encontrados rojões, bombas caseiras e soco inglês.
No Paraná, cerca de 80 mil pessoas protestaram no centro de Curitiba. Em Londrina, o ato reuniu entre 35 e 40 mil pessoas.
Em Brasília, o protesto ocupou o Eixo Monumental, com cerca de 45 mil pessoas marchando em direção ao Congresso Nacional. A passeata saiu do Museu da República e se concentrou diante da sede do legislativo. Um cordão de policiais fez isolamento do Congresso para evitar invasões. Um carro de som "proibia" bandeiras vermelhas e de partidos políticos.
No Rio de Janeiro, 15 mil pessoas ocuparam a faixa de areia e a pista da orla de Copacabana e caminharam em direção ao Leme. Em uníssono, eles gritam frases como "Fora Dilma", "o PT roubou" e "a nossa bandeira jamais será vermelha".
Na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, 30 mil pessoas lotavam o local. Muitas usavam camisetas da seleção brasileira, enquanto outras pintaram os rostos em verde e amarelo e usavam apitos. O tráfego de veículos no entorno da praça foi fechado.
Em Goiás, cerca de 60 mil pessoas participaram do protesto em Goiânia. A concentração começou na praça Tamandaré e seguiu a avenida 85.
Já em Porto Alegre, por volta das 15h30, a Polícia Militar estimava que cerca de 30 mil pessoas participavam do protesto. Os manifestantes, que se concentraram no parque Moinhos de Vento, marcharam rumo ao parque Farroupilha. Em Santa Maria, na região central do Estado, foram 10 mil pessoas.
Em Salvador, os manifestantes marcaram encontro no Farol da Barra, onde 4.000 pessoas participaram do protesto pacífico. Boa parte usava cartazes para demonstrar a insatisfação com os rumos políticos do país. 
No Recife, os manifestantes saíram em passeata pela avenida Boa Viagem. O clima só esquentou quando algumas pessoas pediam uma intervenção militar, mas não foram bem recebidas. Segundo a PM, cerca de 8.000 pessoas estavam presentes na manifestação.
Em Fortaleza, cerca de 6.000 pessoas participaram do protesto na praça Portugal. O protesto foi pacífico e contou com a presença de muitas crianças. Manifestantes também usaram bicicletas. O trânsito nas ruas do entorno foram fechadas para evitar problemas.
Ao menos 2.000 manifestantes participaram de ato na avenida Marechal Castelo Branco, na zona central de Teresina.
Em Manaus, cerca de 10 mil pessoas participaram do ato contra a presidente na praça Congresso, no centro da capital amazonense. Os líderes do movimento recolheram assinaturas para enviar aos legislativos cobrando o impeachment. 
Em Belém, cerca de 7.000 pessoas se reúnem na praça da República, onde ocorre o protesto contra o governo --o mesmo local onde manifestantes se reuniram na sexta-feira (13) em ato de defesa da Petrobras.
Em Maceió, o protesto reuniu 10 mil no corredor Vera Arruda, na praia de Jatiúca. No local havia faixas com os dizeres "SOS Militares", defendendo uma nova intervenção armada no país e dizendo que os militares "são os únicos que podem fazer a verdadeira reforma política."
Em São Luís, cerca de 3.000 pessoas se concentraram na avenida Litorânea e fizeram um percurso de 6 km.
Em Aracaju, a manifestação ocorreu nos Arcos da Orla. As pessoas começaram a chegar por volta das 9h30 apenas, já que choveu no início da manhã na capital. Segundo a Polícia Militar, 600 pessoas participaram do movimento. Um painel foi montado para que as pessoas gravassem as marcas das mãos em verde e amarelo.
Também foram registrados atos em cidades de RondôniaEspírito SantoSanta CatarinaMato Grosso do SulTocantinsParaíbaRio Grande do Norte, AmapáRoraimaMato Grosso e Acre
fonte: site uol





sábado, 14 de março de 2015

Governo precisa dar resposta aos movimentos sociais, diz João Stédile

Stédile: governo tem que 'criar vergonha' e dar resposta a movimentos sociais
Foto: Reprodução
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, disse neste sábado (14) que o governo federal tem que criar vergonha e dar uma resposta aos movimentos sociais que ajudaram a eleger a presidente Dilma Rousseff (PT) apostando em um programa de compromissos que previa reformas para melhorar as condições de vida da população. "Ela (Dilma) assumiu, a crise econômica se intensificou, ela colocou o Levy (ministro Joaquim Levy) na Fazenda e todas as medidas de política econômica até agora foram ruins para a classe trabalhadora. Isso significa que ela escutou mais os burocratas do que o povo", afirmou Stédile ao Broadcast no início da tarde de hoje, na chegada a um seminário organizado pelo PT do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Nesta sexta-feira, em ato em defesa da Petrobras no Rio de Janeiro, a principal liderança do MST no Brasil já havia desafiado a presidente a sair "do palácio" e "ouvir o povo". Na ocasião, ele também afirmou que Levy é um "infiltrado" no governo petista.

Na manhã deste sábado, ao participar da primeira parte do seminário do PT gaúcho, o presidente nacional da sigla, Rui Falcão, disse que Dilma tem se dedicado a ouvir a população e, com o tratamento que vem dando à crise, "certamente irá recuperar a popularidade". Sobre as manifestações anti-Dilma programadas para este domingo, o líder do MST disse que os movimentos de direita têm o direito de protestar, mas "pegaram o mote errado" ao exigir o impeachment da presidente. "Isso é algo ilegítimo, ilegal. Eles são burros, a direita é burra, porque ao levantar a bandeira do impeachment ela dá para a esquerda o dever de defender o legalismo. Se a bandeira do impeachment aumentar, temos que ir para todas as praças e assembleias do Brasil defender a legalidade, a Constituição brasileira." Informações do BN.

Em Harvard, Marina Silva critica movimento pró-impeachment

marina silva impeachment
      Foto:reprodução
Em evento realizado na Universidade de Harvard, nos EUA, a ex-candidata à presidência pelo PSB, Marina Silva, criticou indiretamente o movimento pró-impeachment que ocorre no Brasil desde as eleições, em outubro passado. Ela afirmou que “as pessoas devem ter maturidade com suas escolhas” e que governo “não é como uma camisa que se troca todo dia”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em evento fechado com os alunos da universidade, Marina também falou sobre o “grave problema com a corrupção” vivido pelo país. Para a ex-ministra, “a corrupção não é um problema da Dilma, do Lula, do Fernando Henrique, nem do Collor, nem do Sarney. É um problema nosso (da sociedade)”, e “enquanto se achar que o problema é deles, vamos continuar tendo esse problema”.
Questionada sobre temas como os protestos contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e a Operação Lava Jato, Marina preferiu não se manifestar diretamente. Segundo a matéria do Estadão, ela estaria “ouvindo muitas pessoas e conversando com políticos, acadêmicos, jovens, mulheres e comunidades” sobre esses assuntos.
Marina foi homenageada em Harvard em uma exposição fotográfica chamada “Inspiring Change, Inspiring Us” (Inspirando mudanças, inspirando todos nós). As homenageadas foram escolhidas por um grupo de alunos, professores e autoridades.
A biografia de Marina feita pelos organizadores fala da dedicação dela às causas de justiça social, contra o desmatamento e preservação do meio ambiente. Também fala de sua luta contra a expulsão de comunidades indígenas de suas terras.
Fonte:Pragmatismo político

Processo Seletivo: Confira os candidatos classificados para Prefeitura de Irecê



A  empresa contratada pela Prefeitura Municipal de Irecê para realização de Processo Seletivo Simplificado de 2015 visando contratação de  novos servidores para  o município divulgou ontem(13) o resultado parcial dos candidatos classificados na prova objetiva. O prazo de recursos contra nota da prova objetiva e Nota de Títulos será nos dias 16 e 17/03/15. 

O resultado final sairá na próxima quarta-feira(18) segundo o site da organizadora do  processo seletivo.


CONFIRA NO LINK ABAIXO OS CANDIDATOS CLASSIFICADOS:


http://www.planejarconcursos.com.br/Irece_Classificados.pdf