domingo, 1 de novembro de 2015

Geddel defende rompimento do PMDB com o governo


Geddel sobre Alves: Ele defende que o partido seja um sindicato viabilizador de empregos foto:reprodução
O ex-ministro, ex-deputado e ex-vice-presidente da Caixa Geddel Vieira Lila está entre os dirigentes do PMDB que defendem o rompimento do partido com o governo Dilma Rousseff e o PT. Mas reconhece que há correligionários que adoram cargo público e querem que tudo continue como está, sem rompimento e sem impeachment.

É o caso do ministro Henrique Alves (Turismo), que não queria a realização do congresso do PMDB, porque os militantes devem ser chamados a deliberar sobre candidatura própria a presidente em 2018. “Ele defende que o partido seja um sindicato viabilizador de empregos”, diz, referindo-se ao ministro.

O político baiano não tem dúvidas: “Quem não quer que o partido se reúna é quem está empregado no governo. Não querem desagradar o empregador", afirma Geddel. O irmão dele, deputado Lúcio Vieira Lima, concorda: "Os caras são empregados da Dilma. Não agem como ministros do Brasil, mas como ministros dela e do PT que são capazes de fazer qualquer tipo de serviço para evitar o impeachment".

Presidente do PMDB da Bahia, Geddel apóia a realização do congresso do partido, convocado para o próximo dia 17. Além de candidatura própria a presidente, o partido poderá discutir o rompimento da aliança com o PT e com o governo, como também propõe o grupo liderado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.


Fonte:Diário do Poder
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