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terça-feira, 9 de abril de 2019

Chanceler Araújo demite presidente da Apex após ser criticado por mudar estatuto

Mário Vilalva (esq), Jair Bolsonaro (centro) e Ernesto Araújo (dir): mais poder para diretores e esvaziamento da liderança da agência – 10/01/2019
©/Mário Vilalva (esq), Jair Bolsonaro (centro) e Ernesto Araújo (dir): mais poder para diretores e esvaziamento da liderança da agência – 10/01/2019
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou nesta terça-feira, 9, a exoneração do presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), embaixador Mario Vilalva. A demissão ocorre um dia depois de o diplomata ter  denunciado que sofrera um “golpe” de Araújo e de acusá-lo de deslealdade.
Nesta segunda-feira 8, Vilalva reagiu à confirmação de que Araújo alterara o estatuto da Apexpor decreto, tirando atribuições da presidência da entidade e as repassando a dois de seus aliados no órgão: a diretora de Negócios, Letícia Catelani, e o diretor de Gestão Corporativa, Márcio Coimbra. Veterano na área de Promoção Comercial, o embaixador não havia sido consultado sobre as mudanças na agência que dirige.
“(Eu recebi) com muita surpresa e muita decepção (a mudança no estatuto). Eu não esperava isso de um colega (Araújo) ao qual eu fui leal o tempo todo”, afirmou Vilalva, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
“O mais grave foi o fato de que as mudanças foram feitas sem o presidente da Apex saber e que elas foram escondidas em documento guardado em cartório, o que demonstra jogada ardilosa e de má-fé”, completou o diplomata. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Vivalva classificou a ação de Araújo como um “golpe”.
Em nota, o Itamaraty afirmou que a decisão de exonerar Vilalva foi tomada “como parte do processo de dinamização e modernização do sistema de promoção comercial brasileiro”. Vivalva, porém, havia sido convidado para o posto pelo próprio Ernesto Araújo e era o único embaixador veterano de sua equipe.
“O Ministro das Relações Exteriores agradece a colaboração que o embaixador Mario Vilalva prestou à frente daquela Agência nos meses iniciais da atual gestão”, diz o comunicado.
Vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, a Apex promove o comércio de produtos e de serviços brasileiros no exterior e atrai investimentos estrangeiros. Vilalva substituiu Alex Carneiro, demitido em janeiro por inexperiência na área e falhas consideradas graves no seu currículo, como não falar inglês.
O estatuto da Apex foi alterado em diversos pontos para enfraquecer o poder do presidente e fortalecer os diretores Letícia Catelani e Márcio Coimbra, que não fazem parte da carreira diplomática, mas são alinhados ao pensamento de Araújo.
As alterações impedem, por exemplo, que a presidência da Apex demita diretores. Mas permitem a Catelani e Coimbra a convocação de reuniões para “impossibilitar” o presidente.
Fonte:Veja.com c/adaptações

Em Brasília: Prefeitos baianos se frustram com discurso de Bolsonaro na Marcha



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foto:reprodução mídia


Aguardada com muita expectativa pelos prefeitos que participam a XXII edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a fala do presidente Jair Bolsonaro, na abertura do evento nesta terça-feira (9), não agradou os gestores. A delegação baiana em Brasília, com mais de 300 prefeitos, aguardava uma sinalização positiva do governo federal às pautas, como a correção dos repasses de programas federais e projetos novos em benefício dos municípios, mas isso não ocorreu.
 
O presidente da UPB, Eures Ribeiro, falou da impressão deixada por Bolsonaro. “Toda marcha sempre é anunciado algum benefício para os municípios e o discurso do presidente foi muito vago, vazio, com promessas futuras, mas nada de concreto. 

Automaticamente, frustra a perspectiva de haver investimento desse novo governo direcionado aos municípios. É impressão minha e dos meus colegas que conversei aqui em Brasília”, ressaltou Ribeiro que é prefeito de Bom Jesus da Lapa e também vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que organiza o evento previsto para acontecer até quinta-feira.
 
Com um tom ufanista, Bolsonaro falou aos mais de 5 mil participantes presentes sobre união e, rapidamente, afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tinha recebido seu “sinal verde” para apoiar a emenda, em tramitação na Câmara, que amplia em 1% o repasse ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Em nada se comprometeu sobre nenhuma das nossas demandas pautadas”, reclamou o prefeito de Tanque Novo, Vanderlei Cardoso. 

Já o prefeito Leandro Mascarenhas de Poções, lembrou que em 100 dias de governo não há posição para os municípios: “ficamos preocupados porque até agora não temos nenhuma intervenção do governo federal para a gente trabalhar. Não tem expectativa nenhuma”.
 
Sensação semelhante teve o prefeito de Santa Brígida, Carlos Clériston: “o sentimento é de frustração. A gente aguardava algo de concreto. Agora vamos seguir na luta para que essa pauta que apresentamos seja implementada”. Já o prefeito de Serrinha, Adriano Lima, espera sensibilidade do governo: “precisamos muito desse pacto porque os municípios não vão suportar e a falência vai ser geral”.

fonte:BNews c/adaptações

Rio: Número de mortos devido ao temporal sobre para sete



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foto:reprodução G1


O número de mortos devido ao temporal que atingiu o Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira (8) chegou a sete nesta terça-feira (9). Segundo o G1, as vítimas foram um homem na Gávea, outro em Santa Cruz, duas irmãs no Leme e três pessoas em um táxi em Botafogo. A chuva segue no Rio nesta terça.

As informações mais recentes indicam que três pessoas seguem desaparecidas, um homem que teria sido atingido por um deslizamento no Morro da Babilônia e uma avó e sua neta que saíam de um shopping em Botafogo em direção a Copacabana.

Foi dada recomendação a população para evitar deslocamentos. A rede municipal e estadual de ensino e algumas unidades particulares não vão funcionar. Informações do BN.

‘Ele me botou aqui e deveria ser ministro’, diz Bolsonaro sobre filho Carlos


Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, durante visita ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília (DF) (Sergio Lima/AFP)
O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta segunda-feira, 8, que seu filho Carlos Bolsonaro e o trabalho dele nas redes sociais foram os responsáveis por sua eleição ao Palácio do Planalto. A afirmação do presidente, que é criticado pela influência recebida dos filhos, sobretudo de Carlos, foi feita em uma entrevista à rádio Jovem Pan, quando questionado sobre o polêmico vídeo que publicou no Twitter que mostrava um rapaz urinando sobre a cabeça de outro em um bloco de Carnaval.
Embora tuítes do “Zero Dois”, como Carlos é chamado pelo pai, já tenham levado à demissão de um ministro – Gustavo Bebianno, ex-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República –, Jair Bolsonaro disse que o filho nunca “atrapalhou em nada”. Para o presidente, o vereador carioca pelo PSC deveria ocupar um ministério em seu governo, mas resiste à ideia.
“O Twitter, Facebook, Instagram não me tomam mais de 30 minutos por dia. Quem realmente me ajuda nessa coordenação é o Carlos Bolsonaro, por isso muita gente quer afastá-lo de mim. ‘Ah, o pit bull tá atrapalhando.’ Atrapalhando o quê? No meu entender, não atrapalhou em nada. Eu acho até que ele deveria ter cargo de ministro, ele me botou aqui, foi realmente a mídia dele que me botou aqui. Ele não tá pleiteando um cargo de ministro, poderia botá-lo, mas não está pleiteando isso aqui.”
Responsável pelas redes sociais e pela estratégia da campanha de Bolsonaro em 2018, Carlos Bolsonaro é o filho mais próximo do presidente e atuou em Brasília no período da transição de governo. Seu nome passou a ser cogitado para a Secretaria Especial de Comunicação, com status de ministério, após declarações de Gustavo Bebianno, mas o próprio Carlos deu declarações públicas de que não ocuparia cargo na gestão do pai. O vereador interpretou o movimento de Bebianno como uma tentativa de “queimar” sua indicação.
“Já falei que não aceitarei Ministério ou Secretaria com status de, mesmo que tal situação seja permitida por lei. Repito novamente e novamente… Sigo meu trabalho sem problema algum no Rio. O resto das especulações é desconhecimento ou mau caratismo mesmo. Fim da história!”, escreveu no Facebook em novembro de 2018.
fonte:Veja.com 09/04/19 -14:00hs

Bahia: Professores mantêm greve nas universidades estaduais


A imagem pode conter: 13 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e atividades ao ar livre
foto:reproduçao facebook/aduneb

Os docentes das universidades estaduais da Bahia decidiram manter a greve mesmo após o governador Rui Costa (PT) anunciar em reunião com reitores, nesta segunda-feira (8), a liberação de R$ 36 milhões para investimento nas instituições de ensino. De acordo com a coordenadora-geral da Associação dos Docentes da Uneb (Aduneb), Ronalda Barreto, o recurso em questão já estava previsto.
"Nada foi ampliado. Se dividirmos esses R$ 36 milhões para as quatro universidades não dá muita coisa. A gente quer que o governador apresente as contas do estado, até porque nos falta o básico, nos falta até papel. Não temos nem recursos para consertar um ar-condicionado, isso é indignante", relatou ao BNews.
Ainda segundo Ronalda Barreto, as promoções anunciadas pelo governador só beneficiarão os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), única instituição estadual que até então, não decretou greve. "Todas essas coisas só aumentam ainda mais a nossa indignação", disse. 

fonte:BNews c/adaptações

Bolsonaro 'é mal-informado', diz cacique sobre visão do presidente a respeito de índios

Bolsonaro 'é mal-informado', diz cacique sobre visão do presidente a respeito de índios
Foto: Reprodução / Youtube / Causa Operária
Um dos expoentes da luta indígena na Bahia e no Brasil, Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique tupinambá Babau, acompanha com atenção os desdobramentos do governo Bolsonaro. No começo do ano, Babau pediu proteção ao Estado e ao Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA). Dizia ter sido alertado de um plano. Fazendeiros do sul baiano pretendiam matar parentes dele como forma de intimidação.

Em entrevista ao Bahia Notícias, o cacique afirma que até o momento “tudo está tranqüilo”. No entanto, diz que ainda não é tempo de comemorar. “Estamos observando”, informou. O cacique, que lidera 218 famílias tupinambás entre Una, Ilhéus e Buerarema, comentou sobre a retirada das demarcações de terras indígenas pela Funai e considerou vitoriosa a campanha contra a municipalização da saúde indígena.

Babau também rebateu o argumento de que uma rejeição aos índios levou Bolsonaro a ganhar em Buerarema e afirmou que o presidente “é mal-informado” quanto à atuação dos indígenas. “Hoje, por exemplo, nós temos mais de 50 advogados indígenas, temos mais de 30 sociólogos indígenas, vários formados em administração, índios médicos, enfermeiros”, relata. Clique aqui e confira a entrevista na íntegra na Coluna Municípios.


fonte:BN/reprodução 09/04/19 -13:05min.

SP: Ex-cunhado do jogador Kaká diz que Lollapalooza era bom quando 'não tinha 3 baianos por m²'

Ex-cunhado de Kaká diz que Lollapalooza era bom quando 'não tinha 3 baianos por m²'
Foto: Reprodução / Extra
Já acostumado a criar polêmica nas redes sociais, o ex-cunhado do jogador Kaká, o empresário Enrico Celico, deu mais uma declaração preconceituosa nessa segunda-feira (8).

Ao compartilhar uma foto com amigos em uma edição antiga do festival Lollapalooza Brasil, ele disse se tratar da "época em que o Lolla ainda era tesão e não tinha três baianos por m²".

A postagem foi alvo de críticas em outras redes sociais, já que o perfil dele no Instagram é fechado, e repercute em diversos portais de notícias de celebridade.


Foto: Reprodução / Extra

Ainda assim, Celico não vê xenofobia na sua postagem. "Em SP, se chama de baiano qualquer nego que se veste mal. Aprendi assim e assim que meus filhos serão ensinados, doa a quem doer", respondeu a um seguidor, acrescentando uma risada ao texto.

fonte:BN/reprodução

Novo ministro da Educação Weintraub chama Lula de ‘9 dedos’ e ‘sicofanta'

[Weintraub terá liberdade para montar equipe no MEC, diz porta-voz]
foto:reprodução


O novo ministro da Educação, o economista Abraham Weintraub anunciado ontem(8) pelo presidente Jair Bolsonaro não é doutor como anunciou o presidente, que logo após o anúncio pelo Twitter, teve de corrigir a informação.

Abraham Weintraub é economista e professor da Universidade Federal de São Paulo. Estava na equipe de transição do presidente desde o início e segundo o colunista Josias de Souza do site Uol, o novo ministro costuma chamar o ex- presidente Lula de "nove dedos" e  "sicofanta" (patife, impostor). Confira a reportagem completa no link abaixo:



https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/04/09/weintraub-chama-lula-por-9-dedos-e-sicofanta/