Uma fã do cantor Nattanzinho ficou desmaiada e ensanguentada após um segurança do show, em União dos Palmares, em Alagoas, a jogá-la de cima do palco. Ela caiu de uma altura de mais de dois metros e precisou ser levada às pressas ao Hospital Regional da Mata, localizado na cidade.
O cantor, conhecido pelo hit “Tem cabaré essa noite”, ainda não se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido e não há mais informações sobre o estado de saúde da fã.
O cantor ainda não se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido e não há mais informações sobre o estado de saúde da fã.
O ex-juiz e senador eleito pelo Paraná, Sérgio Moro (União Brasil), foi ao debate presidencial desse domingo (16), realizado por um pool de veículos de imprensa. Moro foi visto subindo ao palco para dar conselhos ao presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), momentos antes do evento começar.
Sério Moro era um dos convidados do presidente para acompanhar o evento no estúdio da Band, em São Paulo. O ex-procurador Deltan Dallagnol também estava na comitiva do presidente.
Após sua participação na Operação Lava-Jato, Sérgio Moro deixou o cargo de juiz para atender a um pedido do presidente do Bolsonaro para que ele fosse o ministro da Justiça. Por, em abril de 2020, um pouco depois do começo da pandemia, o ex-juiz pediu demissão do cargo sob justificativa de que o presidente tentou interferir no comando da Polícia Federal.
Apesar dos embates e o rompimento da relação dos dois em 2020, Moro declarou voto em Bolsonaro no segundo turno destas eleições contra Lula (PT), a quem condenou na Lava-Jato. As condenações foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu, neste domingo (16/10), direito de resposta à campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a emissora Jovem Pan, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), o site bolsonarista Terra Brasil Notícias, a deputada federal Carla Zambelli (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), pela divulgação de falsas acusações contra o ex-presidente e o PT.
De acordo com a Constituição, a resposta deverá ser publicada em mesmo veículo, espaço, local, horário, página eletrônica, tamanho, caracteres e outros elementos de realce utilizados na ofensa, sob pena de multa de R$ 50 mil. A coligação de Lula deve apresentar em até dois dias um vídeo de 30 segundos.
A ação foi movida após Mara Gabrilli, vice na chapa de Simone Tebet (MDB), associar, em entrevista de 29/9 à Jovem Pan, o ex-presidente e seu partido ao assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel. O vídeo foi compartilhado por Flávio Bolsonaro, Carla Zambelli e pelo Terra Brasil Notícias.
O TSE já havia determinado a retirada do vídeo do ar. Agora, o direito de resposta foi concedido na análise de pedido da Coligação Brasil da Esperança, da chapa de Lula. Os advogados da coligação apontaram a propagação de desinformação, por meio da construção de narrativa que tenta relacionar o PT, em especial Lula, ao crime.
Na decisão, a ministra Maria Claudia Bucchianeri declarou que têm direito de resposta candidato, partido ou coligação “atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social”.
Caso Celso Daniel
Na época da morte de Celso Daniel, em fevereiro 2002, ano em que Lula se elegeu presidente, o pai da tucana tinha uma empresa de ônibus em Santo André. Em entrevistas, ela costuma culpar petistas pela morte do ex-prefeito.
Apesar da narrativa, na época do homicídio, a Polícia Civil de São Paulo concluiu que Celso Daniel foi vítima de “crime comum”. O Ministério Público paulista, no entanto, defendeu que a versão não se sustenta. Lula, vale ressaltar, nunca foi investigado pelo caso.
Um engavetamento envolvendo ao menos dois caminhões e dois carros de passeio em um trecho da BR-242 entre Itaberaba e Seabra, na Chapada Diamantina, na tarde deste sábado (15), resultou na morte de um casal que estava em um dos veículos menores.
Rodrigo Matta Pires e Leila Neves estava em um carro de passeio que foi esmagado por uma carreta. De acordo com o Jornal da Chapada, informações dão conta que um dos caminhões estava quebrado numa curva, o que pode ter provocado o acidente que interditou a pista nos dois sentidos.
Ainda de acordo com informações de populares, o primeiro carro pequeno, onde estava o casal, atingiu o caminhão quebrado na curva, e logo em seguida foi imprensado pelo outro caminhão. Em seguida, um segundo carro de passeio bateu no caminhão que imprensou o carro do casal. Veja videos
"derrotar Bolsonaro nas urnas não é mais uma questão de natureza política ou ideológica, mas uma decisão sobretudo humanística." diz delegado foto:reprodução
O delegado da Polícia Federal Jorge Pontes, um dos autores do livro “Crime.Gov”, que narra uma série de casos de corrupção nos governos petistas, decidiu votar em Lula neste segundo turno. Em texto exclusivo para a coluna, Pontes descreveu sua escolha como uma decisão “humanística”, em defesa da democracia e contra o desmonte do sistema de combate à corrupção empreendido por Jair Bolsonaro.
“Bolsonaro, que se elegeu na onda moralizatória do combate à essa macrocriminalidade, acabou atuando como o próprio coveiro da Operação Lava Jato, criando um ambiente que a enfraqueceu e a sufocou”, escreveu Pontes, lembrando as trocas de diretores-gerais da PF, a escolha de Augusto Aras e dos ministros do STF Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
Na visão do delegado, hoje aposentado da PF, o orçamento secreto seria a “quintessência da institucionalização da corrupção”, uma sofisticação do mensalão e petrolão.
“Trata-se de um grande retrocesso, isto é, uma sofisticação em relação aos esquemas do mensalão e petrolão, pois garantem a compra de apoio parlamentar, mas com a possibilidade de blindagem total do presidente”, afirmou.
Youtube/Metropoles
Leia abaixo a íntegra do texto escrito por Pontes para a coluna.
“Durante quase todo o ano de 2021, uma grande parcela da população brasileira, na qual incluíam-se inúmeras personalidades e formadores de opinião, buscou uma candidatura de terceira via, isto é, um candidato moderado, estabelecido fora do divisionismo e da polarização que tomou conta da política no país. Eu fui um deles.
No final das contas, passado o primeiro turno da votação, confirmaram-se como as duas únicas forças eleitorais os candidatos Lula e Bolsonaro, não restando, por óbvio, outra alternativa aos brasileiros.
Diante do quadro atual, não há como evitarmos a escolha de um dos dois, seja pela ação de teclar um dos nomes na urna, ou mesmo pela omissão de votar em branco ou de anular o voto. Querendo ou não, estaremos escolhendo um dos dois.
Muitos leitores, amigos e colegas de profissão têm me perguntado como me posicionarei no 30 de outubro, mormente pelo fato de ter sido, junto com o delegado da PF Marcio Anselmo, um dos autores da “tese” da criminalidade institucionalizada, que foi esquadrinhada no nosso “Crime.Gov — quando corrupção e governo se misturam”, obra que aborda inúmeros fatos que envolveram governos do PT, com limite temporal em 2018, e que foi publicada ainda nos primeiros meses de 2019, com o selo da editora Objetiva.
Pois bem, importante colocar que nesse pleito, mais do que em qualquer outro, preponderam — sobre o combate à corrupção — outros temas No final das contas, passado o primeiro turno da votação, confirmaram-se como as duas únicas forças eleitorais os candidatos Lula e Bolsonaro, não restando, por óbvio, outra alternativa aos brasileiros.
Diante do quadro atual, não há como evitarmos a escolha de um dos dois, seja pela ação de teclar um dos nomes na urna, ou mesmo pela omissão de votar em branco ou de anular o voto. Querendo ou não, estaremos escolhendo um dos dois.
Muitos leitores, amigos e colegas de profissão têm me perguntado como me posicionarei no 30 de outubro, mormente pelo fato de ter sido, junto com o delegado da PF Marcio Anselmo, um dos autores da “tese” da criminalidade institucionalizada, que foi esquadrinhada no nosso “Crime.Gov — quando corrupção e governo se misturam”, obra que aborda inúmeros fatos que envolveram governos do PT, com limite temporal em 2018, e que foi publicada ainda nos primeiros meses de 2019, com o selo da editora Objetiva.
Pois bem, importante colocar que nesse pleito, mais do que em qualquer outro, preponderam — sobre o combate à corrupção — outros temas ainda mais relevantes, como a manutenção das nossas instituições democráticas, o respeito absoluto às cláusulas pétreas da nossa Constituição Federal, enfim, à própria defesa do Estado de direito.
E, no campo das ameaças, o candidato Jair Bolsonaro vem se superando. Além da cooptação política de militares e PMs da ativa — somado ao ingrediente perigoso das milícias — o presidente não se cansa de afirmar, sem meias palavras, que ambiciona uma ruptura institucional, para a qual arrastaria as Forças Armadas, em uma aventura golpista cujo desfecho não podemos imaginar. A prova cabal do risco que corremos com o atual presidente foi o seu último delírio, ao mencionar que cogita uma mudança na composição do Supremo Tribunal Federal, que foi exatamente um dos expedientes operados desastrosamente por Hugo Chávez na Venezuela. Essa foi, sem sombras de dúvidas, a mais grave ameaça perpetrada contra a democracia brasileira desde a promulgação da Carta de 1988.
Como enfatizamos, o clash final dos dois candidatos envolve elementos que transcendem em muito a questão da corrupção, como a própria defesa da democracia, cuja manutenção acaba (também) permeando a capacidade do Estado de enfrentar tais delitos. Até porque as autocracias e os Estados totalitários definitivamente não enfrentam crimes cometidos por atores poderosos e nucleares.
E Bolsonaro, que se elegeu na onda moralizatória do combate à essa macrocriminalidade, acabou atuando como o próprio coveiro da Operação Lava Jato, criando um ambiente que a enfraqueceu e a sufocou. O presidente interferiu inúmeras vezes na Polícia Federal, trocando cinco diretores-gerais e afastando dezenas de investigadores. Escolheu um péssimo procurador-geral da República, fora da lista tríplice do MPF, e ainda fez duas escolhas sofríveis para o Supremo Tribunal Federal.
E não parou por aí, pois vemos o orçamento secreto — aprovado sob os auspícios de Bolsonaro — como a quintessência da institucionalização da corrupção. Trata-se de um grande retrocesso, isto é, uma sofisticação em relação aos esquemas do mensalão e petrolão, pois garantem a compra de apoio parlamentar, mas com a possibilidade de blindagem total do presidente. A corrupção pode — e até deve — ser detectada na ponta, mas esse modelo conseguiu dar abrigo justamente a quem vai lucrar com a venda do apoio parlamentar, que é o chefe do Executivo.
O orçamento secreto foi um avanço das estruturas e plataformas que se locupletam com dinheiro público e pode ser considerado praticamente a “legalização dos desvios de recursos”. Não tardará a constar, nos livros que estudam corrupção e o crime institucionalizado, como um case exemplar.
Por outro turno, os governos do PT, em que pese terem sido “gestores” dos esquemas do mensalão e petrolão, nunca sequer ensaiaram trocar o diretor-geral da PF, que teve tranquilidade e autonomia para desenvolver a Lava Jato, que alvejou de forma estrutural a elite política do país, atingindo partidos de todas as matizes ideológicas, principalmente os que davam sustentação ao governo.
E como se ainda não bastassem todos esses pontos, o presidente foi desastroso no enfrentamento à pandemia do Covid-19, atrasando a compra de vacinas e não demonstrando nenhuma sensibilidade ou empatia pela dor e sofrimento das quase 700 mil vidas ceifadas pelo vírus. E também foi extremamente lesivo ao desmontar deliberadamente as estruturas de combate e fiscalização dos delitos ambientais na Amazônia, pondo em risco sua cobertura florestal e sua fauna, e acentuando a condição do Brasil de pária internacional, ao aprofundar a degradação ambiental naquela região, que recebe atenção especial de todo o planeta.
Desta feita, derrotar Bolsonaro nas urnas não é mais uma questão de natureza política ou ideológica, mas uma decisão sobretudo humanística.
Enfim, muitos dos votos que estão indo para Lula são, em realidade, votos para a democracia. Por isso, personalidades publicamente críticas ao PT, como é inclusive o meu caso, estamos declarando apoio nesse sentido.”
A Senadora Simone Tebet (MDB) se engajou de vez na campanha do ex- presidente Lula (PT) e hoje pela manhã(16) esteve fazendo uma caminhada pelo Leblon na cidade do Rio de Janeiro. Ela concedeu entrevistas a imprensa. Estava acompanhada da dep. reeleita Jandira Fergalli e o do Dep. Alexandre Molon, ambos do Estado. Confira o que disse Tebet sobre o episódio em que o presidente Jair Bolsonaro disse em uma entrevista que viu "umas meninas bonitas venezuelanas de 14 a 15 anos na periferia", e que segundo ele "pintou um clima".
Confira o que disse a Senadora no vídeo acima com 1.58min.
A frase em que o presidenteJair Bolsonaro(PL) afirma que “pintou um clima” entre ele emeninas venezuelanas de 14 e 15 anosfoi parar no programa eleitoral do ex-presidenteLuiz Inácio Lula da Silva(PT) neste domingo (16).
“Você que é mãe, você que é pai. Veja só o que Bolsonaro falou sobre meninas de 14 anos”
A seguir, o vídeo mostra entrevista dada pelo ao podcast Paparazzo Rubro-Negro na última sexta-feira (14), afirmando de forma clara, direta e sem qualquer constrangimento que, certa vez, ele passeava de moto pela comunidade São Sebastião, no Distrito Federal, e que viu “meninas de 14 ou 15 anos” num esquina “todas arrumadas em pleno sábado à tarde”, e que ele voltou para conferir e “pintou um clima”, momento em que então perguntou se “poderia ir à casa delas”, que seria, segundo suas insinuações, uma espécie de prostíbulo de menores venezuelanas.
Após a fala, a narradora pergunta indignada: “pintou um clima? Com uma garota de 14 anos? É esse homem que diz defender a família?”