segunda-feira, 3 de julho de 2017

Saúde: O Rebite Universitário;confira reportagem do site uol

                                 Imagem:Fabio  Flaks

enquanto as alterações que drogas como Stavigile, Venvanse e 

Ritalina

 causam não

 são claras, nas faculdades 

de medicina o fácil acesso cria uma cultura de uso indiscriminado

Livros abertos, caneta e papel a postos, um copo d’água e um comprimido. Esse é o ritual de Hélio*, 
20 anos, em quase  todas as vésperas de prova na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Na última, em um domingo 
em que já passava da meia-noite (a prova seria na manhã seguinte, às 8 horas), ele sentia a atenção redo
brada graças ao Stavigile, um medicamento à base de modafinil, usado para tratar sonolência diurna. 
"Não senti nenhum poder especial, mas é realmente estimulante, como se tivesse tomado uma 
droguinha", conta. Adepto de um outro remédio controlado, a Ritalina, era a primeira vez que o estu-
dante experimentava o modafinil, que  encontrou entre as coisas do pai. "Achei bem melhor. Ritalina
 me tira a fome, dá taquicardia e não
 me parece muito constante."
“Muitas vezes, esse aluno tem três, quatro provas na mesma semana. Aí, só com Ritalina”
Tânia de Oliveira Valente, professora da UniRio
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