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Entre as frentes da investigação estão a verificação de como o ex-vereador pagava o plano de saúde, já que apenas um boleto foi quitado por sua conta em nove anos. O Ministério Público também vai aprofundar a análise da compra de um apartamento em Copacabana, declarado por R$ 70 mil, valor considerado muito abaixo do mercado, além de examinar movimentações relacionadas ao uso de cofre bancário.
Dentre as 26 pessoas que serão investigadas também está Ana Cristina Siqueira Vale, ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela foi chefe de gabinete de Carlos entre 2001 e 2008. Relatórios de inteligência financeira já apontaram depósitos de até R$ 340 mil, em dinheiro vivo, na conta dela.
O caso foi encaminhado para a quarta promotoria de investigação penal, e a análise será conduzida pelo promotor. A GloboNews procurou a defesa do ex-vereador Carlos Bolsonaro e o gabinete da vereadora Alana Passos, que herdou o cargo dele na Câmara Municipal, mas não tivemos retorno. O ex-chefe do gabinete de Carlos, Jorge Luiz Fernandes, não quis se manifestar. A defesa de Ana Cristina Siqueira Vale, que também foi chefe do gabinete de Carlos Bolsonaro, disse em nota que repudia a manifestação da Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro e afirma ser estarrecedor que um procedimento recheado de nulidades sirva para fundamentar a reabertura de investigações de fatos prescritos.
Fonte:GLOBO NEWS/REPRODUÇÃO/INSTAGRAM - 24/02/2026 22h:08

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