sábado, 30 de julho de 2016

No Ceará: Senador do PMDB "vende segurança privada" diz Ciro Gomes

                                                         Ciro Gomes - foto:reprodução

O ex-ministro Ciro Gomes demonstrou, nesta sexta-feira (29), todo o ódio e ressentimento com a perspectiva de o irmão Ivo Gomes ser derrotado nas eleições para prefeito de Sobral, cidade natal dos Ferreira Gomes. Em entrevista à rádio Tupinambá AM, Ciro qualificou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) como "assassino", por ter, segundo Ciro, determinado que os grevistas da Polícia Militar "fossem executados" durante greve ocorrida no Governo Tasso, há mais de 15 anos.
"Tasso, quando era governador, houve um motim da Polícia Militar, e eu estava junto com o Tasso quando ele mandou atirar nos grevistas. O coronel disse assim: 'mas governador, pode morrer gente'. E ele disse assim: 'Que morra'".
Contraditoriamente, Ciro denuncia que "seu amigo" Tasso faz parte hoje de uma "coalizão do ódio". Diz ainda que: "Tasso Jereissati, meu velho amigo, perdeu qualquer veleidade de espírito público, de amor ao povo, acho que ficou magoado com a derrota e agora é ódio só".

Wagner é pré-candidato à Prefeitura de Fortaleza contra o apadrinhado de Ciro, o atual prefeito Roberto Cláudio (PDT), e conta com o apoio das lideranças da oposição no Estado, o PMDB e o PSDB.Eleições Fortaleza
Em seguida, Ciro afirma ainda que o ex-governador Cid Gomes (PDT) deveria ter mandado prender, quando ainda era governador, o deputado estadual Capitão Wagner (PR). "Devia ter mando prender esse vagabundo. É mancomunado com tudo que não presta. Vive de explorar o terror, vive de emular a dificuldade. Participa ou pelo menos é conivente com essas milícias que estão entranhadas dentro da Polícia", voltou a atacar Ciro sem apresentar nenhum tipo de prova.

Eunício

Assumindo a função de metralhadora que vem exercendo há anos na família, Ciro atira ainda no senador Eunício Oliveira (PMDB). Ciro acusa o parlamentar de lucrar com a falta de segurança no Ceará. "Eunício vende segurança privada".

"Se você vivesse o seu negócio, a sua fortuna, o seu helicóptero, o seu jatinho, sua mansão com lago em Brasília, suas fortunas de apartamento em Nova Iorque, tudo você tira de vender segurança particular, se você acabar com a violência, acaba o negócio".
fonte:Diário do poder
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