Foto:reprodução
A Revolução dos Bichos, de George Orwell; o nacional Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto; e a análise sociológica Globalização: As Consequências Humanas, de Zygmunt Bauman. A lista oficial ainda inclui outros títulos simbólicos como: Dom Casmurro, de Machado de Assis; O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry; O Quinze, de Rachel de Queiroz; Vidas Secas, de Graciliano Ramos; e O Cortiço, de Aluísio Azevedo.
Alguns dos livros possível têm versões em quadrinhos.
Veja a lista de obras no link abaixo:
https://www.metropoles.com/brasil/veja-livros-que-bolsonaro-podera-ler-para-reduzir-sua-pena
Como funciona:
Para cada obra que Bolsonaro ler, quatro dias de pena podem ser reduzidos, de acordo com os critérios previstos pelo Conselho Nacional de Justiça. Após ler e avaliar a obra, o ex-presidente terá que formular um relatório, como se fosse uma resenha e explicar a história que o livro conta para a Comissão de Validação, que analisará o projeto conforme o grau de letramento, alfabetização e escolarização do detento.
Nos critérios, também são incluídos como parâmetro para análise da resenha, a estética textual (legibilidade e organização do relatório), a fidedignidade (autoria) e a clareza do texto (tema e assunto do livro lido).
A Comissão de Validação ainda verificará se o preso realizou a leitura no prazo máximo que é disponível: 30 dias da reserva do livro até a entrega da resenha pelo detento.
Inserido no programa de remição, o detento pode ler um total de 12 livros por ano, que podem reduzir até 48 dias da pena.
Em casos comuns, o preso pode acessar qualquer obra disponível na unidade prisional. Como Bolsonaro está na Superintendência da Polícia Federal, ele deve ter acesso a obras enviadas a ele dentro do programa.
Na petição, os advogados manifestam a vontade de Bolsonaro, que deseja aderir formalmente às atividades de leitura regulamentadas pelo CNJ. O objetivo, segundo a defesa é, “desenvolver atividades educativas e culturais compatíveis com a finalidade ressocializadora da pena”.
Fonte: METRÓPOLES/08/01/2026
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