quinta-feira, 11 de junho de 2015

Saúde: Antiácidos podem aumentar risco de infarto


Brasileiras ignoram os cuidados com a saúde do coração
As crises cardíacas foram observadas com maior frequência em pessoas jovens (menos de 45 anos) e com boa saúde(iStock/VEJA)
Alguns medicamentos que reduzem a acidez do estômago aumentam entre 16 e 21% o risco de ataque cardíaco. É o que diz um estudo do periódico científico PLOS ONE.

Estas medicações, conhecidas como inibidores da bomba de prótons (IBP), são eficazes para reduzir a acidez do estômago e evitar o refluxo gastroesofágico. Elas estão entre as mais prescritas e vendidas no mundo e representam um mercado de 14 bilhões de dólares, afirmaram os autores.
"Estes medicamentos não são tão seguros quanto pensamos", disse Nicholas Leeper, professor da Universidade de Stanford e principal autor do estudo. Os pesquisadores analisaram os registros médicos de 2,9 milhões de pacientes. As crises cardíacas foram observadas com maior frequência em pessoas jovens (menos de 45 anos) e com boa saúde.

De acordo com a pesquisa, outra classe de antiácidos, conhecida como anti-histamínico H2, não apresentou relação com o aumento do risco cardíaco. Estes remédios estão no mercado há mais tempo que os IBP e são razoavelmente eficazes contra a acidez do estômago.

Embora o estudo não prove uma relação de causa e efeito, os autores afirmam que o vínculo descoberto deve ser considerado algo sério, sobretudo porque a maioria destes antiácidos está disponível sem receita médica.

Fonte:Redação VEJA
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