domingo, 23 de julho de 2017

Mundo: Jovem baiana é banida da Indonésia após confusão em imigração

A baiana Gabriela Valverde passou por uma experiência desagradável durante uma viagem ao redor da Ásia. A jovem, que compartilha as experiências pelo mundo na página Viajando com Gabi, foi impedida de entrar na Indonésia após um desentendimento sobre a necessidade de pagar o visto para entrar no país.
Gabriela ainda ainda recebeu uma proibição de visitar a Indonésia durante cinco anos e diz ter tido um prejuízo de 250 dólares. "Viajo sozinha por mais de 5 anos e é a primeira vez que algo assim acontece", contou em uma publicação no Facebook.
Gabriela Valverde, durante viagem na Tailândia
(Foto: Reprodução)

De acordo com Gabriela, a confusão começou quando ela chegou ao guichê do aeroporto de Lombok e foi informada que o visto para dois meses na Indonésia custaria, segundo ela, 35 dólares. Ela pagou o dobro disso, porque estava comprando também para um amigo.
Quando chegou à imigração, no entanto, disseram para ela que, antes do fim do primeiro mês, ela deveria pagar mais 35 dólares para prorrogar a estadia. “Fomos para a imigração e lá carimbaram meu passaporte com 30 dias. Fiquei confusa, pois entendi que havia pago 35 dólares pro visto de 2 meses e perguntei. Me explicaram que eu pagaria por esse e antes do meu mês terminar eu deveria ir ao escritório e pedir uma extensão e pagar novamente. Como estou mochilando pela Ásia, não esperava pagar mais do que 35 dólares", contou.
Ela então decidiu que queria o dinheiro de volta e que ficaria apenas um mês, para aproveitar a isenção de pagamento para brasileiros. Os funcionários então devolveram o dinheiro do amigo, mas não o dela. Segundo eles, seria impossível uma vez que o passaporte já estava carimbado.
A imigração decidiu mandá-la de volta para a Malásia, onde ela estava antes de desembarcar na Indonésia. Antes de embarcar, ela ainda foi avisada que havia sido banida da Indonésia por cinco anos, por “não ter sido educada com a equipe da imigração”. Gabriela perguntou se essa punição era comum, e ouviu que isso acontece “o tempo todo”.
"Nunca me senti tão triste e injustiçada. Me senti estupida por não aceitar pagar 35 dólares e ter que passar por tudo isso, mas seria errado colaborar com um sistema corrupto e despreparado, completamente aleatório", desabafou.
Veja relato
fonte:Correio da Bahia/reprodução
Compartilhar:
←  Anterior Proxima  → Inicio

0 comentários:

Postar um comentário

Pesquise

Mais vistas

Marcadores

Seguidores

Total de visualizações

Tecnologia do Blogger.