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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Câmera: ‘Como ele admite que parceiros o chamem de corno?’, diz Otoni de Paula sobre Jair Bolsonaro

                                      foto:reprodução



O deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ) fez uma defesa veemente da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da senadora Damares Alves na tribuna do Congresso Nacional. Sem citar nomes, o deputado referiu-se à insinualçoes de “amigos de Flávio Bolsonaro” de que Michelle teria “casos extraconjugais” e trairia Jair Bolsonaro e que Damares teria caso com um pastor.

Otoni de Paula afirma também “isso é o que sofre quem ousa bater de frente com o clã Bolsonaro, que é o que há de pior na política brasileira”.

O deputado, ainda, questiona a falta de reação de Jair Bolsonaro: “Ele não está morto, masparece que está. (…) Como ele não controla os impulsos loucos e desvairados de seus filhos? (…) Como ele admite que seus parceiros o chamem de corno?”

No texto da postagem, Otoni afirma: “A política pode ser feita com firmeza, divergências e debates duros. Mas transformar a vida pessoal em instrumento de agressão enfraquece o debate público e afasta aquilo que realmente importa para o Brasil.  Nenhuma mulher deve ser alvo de ofensas, insinuações ou campanhas de desmoralização por causa de disputas políticas”.


Fonte:ICL NOTÍCIAS - 01/07/2026

Crise na extrema direita: Michelle deixou PL Mulher por ordem de Jair Bolsonaro

 


                                     foto:reprodução


Por Manuela Borges

A saída de Michelle Bolsonaro da presidência do PL Mulher, anunciada nesta terça-feira (30), não partiu de uma escolha pessoal da ex-primeira-dama, mas de uma determinação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação é de um interlocutor próximo a Bolsonaro que pediu para não ser identificado.

Essa versão contradiz o discurso oficial divulgado por Michelle após reunião com o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto. No comunicado, a ex-primeira-dama afirmou ter decidido deixar o cargo para se dedicar aos cuidados do marido, que cumpre prisão domiciliar após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e da filha do casal.

Incômodo com a projeção da esposa

Segundo a fonte, Bolsonaro estaria irritado com os holofotes voltados para Michelle nos últimos meses. A projeção atual dela contrasta com sua trajetória anterior, quando trabalhava como secretária em gabinetes de deputados antes de se aproximar do então deputado federal Jair Bolsonaro.

Michelle também não deixou um legado relevante à frente de projetos sociais durante o período em que ocupou a função de primeira-dama, entre 2019 e 2022. Havia até uma expectativa de que ela pudesse fazer um trabalho social relevante com pessoas com deficiência auditiva ou portadoras de doenças raras, mas ela não foi o que aconteceu.

A exposição de Michelle só se intensificou no segundo turno da eleição presidencial de 2022, quando Bolsonaro via o resultado ameaçado pelas pesquisas e passou a utilizar a presença da esposa em atos de campanha para atrair o voto feminino e o eleitorado evangélico, dois segmentos considerados estratégicos para a disputa.

Um afastamento anterior

Michelle assumiu a presidência do PL Mulher, braço do partido dedicado à articulação política entre mulheres, em março de 2023, quando Bolsonaro já havia deixado o Palácio do Planalto, após derrota para Lula (PT) nas eleições do ano anterior. Essa não teria sido a primeira vez em que o ex-presidente interferiu diretamente na agenda pública da esposa.

No fim do ano passado, enquanto Bolsonaro estava preso na Papudinha, Michelle também teria se afastado de compromissos por orientação dele. Segundo o relato, o ex-presidente preferia que a esposa permanecesse em casa preparando suas refeições, em vez de viajar pelo país em agenda política, já que não confiava na alimentação oferecida pelo sistema prisional.

O contexto da crise pública

A saída de Michelle do PL Mulher ocorre poucos dias depois de um episódio que expôs divergências dentro da família Bolsonaro. A ex-primeira-dama publicou um vídeo nas redes sociais em que afirmou ter sido tratada com desrespeito pelo enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante uma conversa sobre os rumos do partido.

O atrito teve origem na disputa por espaço político no Ceará, estado em que Michelle defendia o apoio à candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) e reivindicava uma vaga ao Senado para a vereadora Priscila Costa (PL), sua aliada, em oposição à aproximação do PL com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB). A posição desagradou Flávio e outros filhos de Bolsonaro, que defendiam a estratégia adotada pela legenda no estado.

Diante da repercussão, Flávio Bolsonaro adotou publicamente um tom de conciliação e pediu desculpas à madrasta, mas a saída de Michelle da presidência do PL Mulher, anunciada dias depois, indica que o desgaste dentro do núcleo familiar não se limitou ao episódio com o senador.

O que diz Michelle?

Em nota divulgada à imprensa, a ex-primeira dama comunicou que a decisão de deixar a presidência do do PL Mulher foi tomada “após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família”. Michelle disse ainda que, a medida foi comunicada ao presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto na tarde desta terça-feira (31) e que, agora, irá se dedicar ” integralmente aos cuidados para com o meu marido e minha filha”.

Leia a nota na íntegra:

Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha.

Durante o período em que estive à frente do PL Mulher, construímos – juntamente com as nossas presidentes – um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil e a corrigir os rumos da nossa Nação. Conhecendo a força e a capacidade das mulheres brasileiras, tenho certeza de que o nosso movimento crescerá ainda mais e teremos um futuro próspero para os nossos filhos e netos.

Quero agradecer, na pessoa da minha vice-presidente, Priscila Costa – a todas as minhas presidentes estaduais e municipais que, com tanto carinho, empenho e dedicação tornaram possível a expansão de nosso movimento que está edificando o nosso país. Sem vocês, nada disso seria possível.

As sementes foram lançadas e, em breve, vocês colherão os frutos desse trabalho tão lindo que vocês realizaram em favor das famílias de nossa grande Nação.

Peço a Deus que esteja sempre com vocês, inspirando e conduzindo esse trabalho e que as mulheres ocupem, cada vez mais, os lugares que lhes pertencem nas esferas de decisão e de poder. Vocês estarão sempre nas minhas orações como forma de gratidão e de amor por cada uma de vocês.

Agradeço também o Presidente Valdemar pela autonomia que me concedeu e por ter confiado a mim tão nobre desafio.

À minha amada equipe da Nacional, mulheres e homens gigantes que comigo enfrentaram todos os desafios que surgiram à nossa frente, agradeço do fundo do meu coração. Somente Deus pode recompensá-los por todo bem que fizeram a mim e ao nosso Brasil. Eu amo a vida de cada um de vocês.

Que Deus os abençoe. Que Ele abençoe as nossas famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 01/07/2026


Líder do PL Sostenes Cavalcante criou versão falsa sobre R$ 430 mil apreendidos, diz PF


                                              foto:reprodução


Aliados do líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, entraram na mira da Polícia Federal após uma tentativa de explicar a origem dos R$ 430 mil apreendidos com o parlamentar em dezembro do ano passado. Confira a reportagem de Fábio Serapião do UOl nesta quarta-feira (1):

https://noticias.uol.com.br/colunas/fabio-serapiao/2026/07/01/lider-do-pl-criou-versao-falsa-sobre-r-430-mil-apreendidos-diz-pf.htm


Eleições 2026: No 2º turno, Lula se distancia e tem 48,8%; Flávio marca 42,3%, diz Pesquisa Atlas


                                      foto:reprodução



Pesquisa AtlasBloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o presidente Lula lidera as intenções de voto no principal cenário de simulação de primeiro turno para as eleições presidenciais de outubro. O petista tem 46,3% contra 36,% do senador Flávio Bolsonaro.

O resultado representa aumento da diferença de Lula sobre Flávio. Em comparação ao levantamento do mês de abril, o presidente cresceu 2,3 pontos percentuais, enquanto as intenções de voto em Flávio caíram 2,4 pontos.

Considerando as edições da pesquisa feitas neste ano, essa é a em que Lula aparece mais descolado de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno. No levantamento divulgado nesta quarta, o petista recebeu 48,8% das intenções de voto contra 42,3% de Flávio, com brancos e nulos em 8,9%.

Outros cenários de primeiro turno

O instituto também avaliou simulações com outros nomes na disputa nacional. No mesmo cenário principal, o pelotão intermediário é encabeçado por Renan Santos (Missão), com 7,8% das intenções, seguido pelo ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD, 2,9%), e pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo, 2%).

Os demais candidatos testados registraram 1% ou menos. Os eleitores que optam por votos brancos e nulos somam 1,1%, enquanto o índice de indecisos é de apenas 0,1%.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 01/07/2026

"A Bahia vai ajudar o Brasil a evitar os retrocessos e as forças autoritárias que teimam em seguir existindo", diz presidente Lula em entrevista ao BN



                                                                          foto:reprodução



O presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) está na Bahia e respondeu alguns questionamentos do Bahia Notícias. Em contato com a reportagem, Lula tratou, entre outro assuntos, sobre o cenário eleitoral da Bahia e destacou entregas feitas pela gestão estadual, em parceria com o governo federal.  

Lula ressaltou a importância da Bahia no processo eleitoral de 2026, colocando o estado como um dos principais pontos para a manutenção do mandato. O presidente está presente na Bahia, desde a última terça-feira (30) e ficará no estado até esta quarta-feira (1), onde visita o canteiro de obras da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica, em Vera Cruz e, acompanhará a inauguração do novo Teatro Castro Alves, em Salvador. 

 

Ao BN, o presidente também destacou que a Bahia terá papel fundamental nas eleições estaduais, onde o gestor pretende ampliar ainda mais a margem de votos. "Neste ano, a população baiana poderá, mais uma vez, comparar qual governo tem feito mais pelo estado e por sua economia. Poderá colocar lado a lado esses projetos. E, tenho certeza, saberá mais uma vez quem é que realmente está do seu lado", disse.

 

Confira a entrevista completa: 


O governo baiano apostou na expansão da rede de saúde, com apoio do governo federal, e a inauguração dessa unidade em Alagoinhas faz parte dessa estratégia. Junto com programas como o Mais Especialistas, qual a avaliação que o senhor faz sobre a chegada de saúde para populações distantes dos grandes centros urbanos?


Quando o assunto é saúde, as pessoas têm o direito de serem atendidas com muita dignidade. E é por isso que investimos tanto em obras como a do Hospital de Alagoinhas, que terá 190 leitos e terá investimentos de R$ 76 milhões do Governo do Brasil, complementando os R$ 114,2 milhões investidos pela gestão do companheiro Jerônimo Rodrigues. Também estamos entregando hoje 256veículos de saúde para 152 municípios do estado. Com investimentos de R$ 118,7 milhões, são ambulâncias do SAMU, unidades móveis para prestar atendimento móvel e também vans e micro-ônibus para transportar as pessoas que moram a mais de 50 km de distância das unidades de saúde onde serão atendidas pelo programa Agora Tem Especialistas. Esse programa, aliás, é uma prioridade do nosso governo, pois seu objetivo é atender às pessoas que precisam de um atendimento ou exame mais complexo e não podem ficar esperando. Para isso, colocamos uma série de ações em movimento. Entre elas, os mutirões de atendimento dos hospitais universitários, que já realizaram mais de 200 mil cirurgias, exames e procedimentos desde o ano passado. Colocamos 89 carretas do Agora Tem Especialistas para rodar o Brasil levando consultas, exames de imagem e cirurgias especializadas diretamente a municípios e regiões onde o deslocamento da população é mais difícil. Só na Bahia, são 6 delas. E já conseguimos zerar a fila para mamografias, tomografias e cirurgias de cataratas em 51 municípios de 22 estados.

 

A ponte Salvador x Itaparica é um considerado um marco do desenvolvimento para a Bahia, em especial pelo novo corredor logístico criado para escoamento da produção baiana, além do deslocamento entre a capital e o interior baiano. O gargalo da logística segue como um entrave para o desenvolvimento do país. A parceria com a China pode resultar em novos investimentos, como acontece na ponte? O sonho de um Brasil plenamente integrado é um dos legados que o senhor quer deixar?


Uma coisa extraordinária que ocorreu nos últimos anos é que o Brasil voltou a investir fortemente em infraestrutura –e os R$ 11,6 bilhões que estão sendo aportados nessa ponte sonhada há tanto tempo é prova disso. E os chineses são parceiros importantes de nosso país, mas não os únicos. Ainda na semana passada, por exemplo, entregamos obras de ampliação de aeroportos do Mato Grosso do Sul, feitos em parceira com uma concessionária espanhola. Quando um país tem projetos de longo prazo, capazes de tornar sua economia ainda mais competitiva e dinâmica, quando tem estabilidade política, quando tem a previsibilidade na sua economia, ele atrai investidores. O Novo PAC, com investimentos previstos de R$ 1,3 trilhão até o final desse ano, está mostrando que que o Brasil não pode se apequenar, que sabe investir e crescer. Apenas no eixo de logística e transportes, são investimentos de R$ 366bilhões. Na Bahia, os aportes em infraestrutura do PAC são de R$ 86,4 bilhões – e incluem ações estruturantes como a construção da Ferrovia da Integração Oeste-Leste, a FIOL, a ampliação das capacidades dos portos e o investimento de mais de R$ 12 bilhões nas rodovias que cruzam o Estado. Se olharmos a história recente do Brasil, veremos que nenhum governo fez tanto pela nossa infraestrutura quanto fizemos em meus mandatos e nos mandatos da presidenta Dilma. Pois acreditamos que um país soberano tem que ser desenvolvido e competitivo – e estradas, ferrovias, portos e aeroportos são fundamentais para isso.

 

A pauta da cultura foi marginalizada pela oposição e, após o retorno do senhor ao Palácio do Planalto, o tema voltou a ter repercussão, com um novo momento de investimentos. O novo TCA é um exemplo de fomento à cultura. Isso é uma pauta exclusiva da esquerda ou é algo que fervilha no Brasil e precisa ser melhoraproveitado?


Estou muito orgulhoso de participar da reinauguração da sala principal do Teatro Castro Alves que, tenho certeza, não deixa nada a dever para qualquer outra sala de nosso país. Um Teatro que a Bahia merecia ter de volta. E que finalmente está recebendo. Quanto a ser uma pauta da direita ou da esquerda, só posso dizer que quem despreza a cultura brasileira comete um crime contra a nossa própria identidade e também joga fora uma das mais importantes oportunidades para a geração de empregos e de renda com as quais podemos contar. E os baianos sabem disso melhor do que ninguém, pois têm na cultura um de seus maiores atrativos turísticos, são grandes exportadores de música e demais bens culturais para o Brasil e o mundo. Sempre tratamos o investimento em cultura como algo estratégico. Desde 2023, já repassamos para o estado e os municípios da Bahia mais de R$ 307 milhões da Lei Paulo Gustavo eperto de R$ 450 milhões da Lei  Aldir Blanc. E esse investimento, podem estar certos, será multiplicado. Pois já está provado em um estudo da Fundação Getúlio Vargas que, para cada um real investido em cultura por meio da Lei Rouanet, a sociedade tem um retorno de R$ 7,59 na movimentação de toda a cadeia produtiva do setor.

 

É impossível falar de investimentos na Bahia sem tratar dos investimentos que o governo federal tem feito em território baiano. Citamos saúde, infraestrutura e cultura, porém segurança é um tema bem caro à população. E esses três temas que tratamos são ligados indiretamente à pauta da segurança. É assim que o senhor enxerga o enfrentamento à violência, com investimentos nas mais diversas áreas?


Para garantir a segurança à população nos dias de hoje temos uma prioridade bem clara, que é combater o crime organizado. Pois a população tem pressa e exige respostas rápidas para acabar com o medo imposto pelos bandidos. Estamos agindo forte para asfixiar as facções, endurecendo a repressão não só contra quem leva o medo à população nas ruas e comunidades, mas também indo atrás de que anda de terno e gravata na Faria Lima lavando o dinheiro que foi obtido com o crime. Só no ano passado, por exemplo, a Polícia Federal, em parceria com diversos órgãos, tirou R$ 9,5 bilhões das mãos dos criminosos – dinheiro que seria usado para comprar armas ou financiar ainda mais crimes, como o tráfico de drogas. Criamos a Lei Antifacção, aprovada no Congresso em fevereiro, que, entre outros pontos, prevê penas de até 80 anos para os faccionados – a mais longa de todo o nosso Código Penal. E, já com base nas novidades trazidas pela Lei, lançamos o programa Brasil Contra o Crime Organizado, que une tecnologia, inteligência policial e cooperação entre as diferentes polícias para reprimir essas organizações. Em cerca de um mês de operação, o programa mobilizou mais de 15 mil profissionais de segurança em 11 operações nacionais, gerou um prejuízo estimado em R$ 2 bilhões às facções criminosas e contabilizou mais de 12 mil pessoas presas. Com a PEC da Segurança Pública, que apresentamos ao Congresso, queremos expandir em muito ações desse tipo, pois as polícias poderão trabalhar de forma cada vez mais integrada, cada uma cumprindo seu papel, além de passarmos a contar com um Ministério da Segurança Pública.

 

A Bahia tem sido um estado estratégico nas eleições nacionais. Analisando a última eleição, o estado foi preponderante para a vitória do senhor. Como tem visto a importância eleitoral da Bahia e como pretende ampliar o número de votos no estado?


Tenho certeza de que a Bahia vai desempenhar um papel muito importante em 2026. Vai ajudar o Brasil a seguir em seu caminho de progresso, de democracia, e a evitar os retrocessos e as forças autoritárias que teimam em seguir existindo. Os baianos, por vários mandatos, contam com governadores que executam verdadeiros projetos de desenvolvimento. Um trabalho que começou com o Jaques Wagner, passou pelo Rui Costa e agora está com o Jerônimo Rodrigues. Ao longo desse tempo, a população pôde testemunhar as melhorias reais que ocorreram na vida das famílias baianas. Segundo o IBGE, apenas de 2022 até o ano passado, a taxa de desemprego caiu cinco pontos percentuais no estado, chegando a 8,7%. É a menor taxa desde 2012, quando o indicador começou a ser medido. Já a renda domiciliar per capita, também segundo o instituto, chegou a R$ 1.465, outro recorde na série histórica. Os investimentos na Bahia estão retornando com força, seja com recursos estaduais, federais ou mesmo com o capital privado, permitindo ao estado retomar sua vocação para a indústria e a tecnologia. Neste ano, a população baiana poderá, mais uma vez, comparar qual governo tem feito mais pelo estado e por sua economia. Poderá colocar lado a lado esses projetos. E, tenho certeza, saberá mais uma vez quem é que realmente está do seu lado.



Fonte: Por Mauricio Leiro / Fernando Duarte/BAHIA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO - 01/07/2026 08H:23

Política: Michelle sinaliza que sabe de algo comprometedor sobre Flávio Bolsonaro




                                              Foto:Reprodução/KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo




 As recentes postagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas redes sociais têm produzido um efeito que vai além das críticas públicas ao senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Tanto entre lideranças da esquerda quanto da direita, cresce a percepção de que Michelle sinaliza, com as publicações, saber de informações potencialmente comprometedoras envolvendo o enteado.

A sequência de postagens chama a atenção pelo conteúdo e pelo timing. Na quarta-feira (24/6), horas antes do jogo entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo, Michelle divulgou um vídeo com críticas nominais a Flávio.

Na gravação, a ex-primeira-dama afirmou ter sido “desrespeitada” e “maltratada” pelo enteado em uma ligação telefônica, expondo publicamente um conflito familiar que, até então, permanecia restrito aos bastidores.

Cinco dias depois, na segunda-feira (29/6) — novamente em um dia de jogo da Seleção Brasileira —, Michelle voltou a movimentar as redes. Desta vez, repostando um vídeo do ex-governador Anthony Garotinho.

Na gravação, o ex-governador do Rio de Janeiro afirma ter, supostamente, visto vídeos de festas promovidas pelo banqueiro Daniel Vorcaro com mulheres nuas e “homens que defendem a família”.

Ao repostar o conteúdo em seus stories do Instagram, a atual esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro acrescentou a enigmática frase: “A verdade de Jesus Cristo vai prevalecer.

Embora a publicação não cite Flávio nominalmente, a postagem foi vista como uma sinalização de que Michelle tem conhecimento de fatos que não vieram a público e que podem atingir a campanha do senador.

Essa apreensão é reforçada por um dado lembrado por aliados de Flávio nos bastidores: a proximidade da ex-primeira-dama com o ministro André Mendonça, relator do chamado caso Master do STF.

Na avaliação de lideranças da direita que apoiam Flávio, o que mais preocupa não é propriamente o conteúdo das postagens, mas a impressão de que Michelle estaria preparando terreno para algo maior.

Ao combinar mensagens enigmáticas, referências à ideia de que “a verdade” ainda aparecerá e ataques nas redes sociais, ela mantém um clima de expectativa que aumenta a inquietação entre aliados de Flávio.


Desde maio, vieram à tona áudios, mensagens e notícias de encontros que revelaram uma relação próxima entre o primogênito de Jair Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Flávio jura a integrantes de sua campanha que não haveria mais nada de novo e comprometedor a surgir e que sua relação com Vorcaro estaria restrita ao patrocínio ao Dark Horse, filme sobre a história de seu pai.

Até aqui, não há qualquer elemento público que confirme ilegalidade na relação entre os dois. Os movimentos de Michelle, contudo, sinalizam que ela sabe de algo a mais que pode inviabilizar a candidatura de Flávio.

Indicam ainda que Michelle usa essa possível informação privilegiada para se descolar do enteado e se colocar como opção na direita – seja em 2026, seja em 2030, caso Flávio perca a eleição para Lula neste ano.


Fonte:IGOR GADELHA/METROPOLES - 01/07/2026

Eleições 2026: Lula com 46,3% no primeiro turno contra 36,6% de Flávio Bolsonaro, diz nova pesquisa AtlasIntel



                                             foto:reprodução/ Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial com 46,3% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36,6% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1). O levantamento indica ainda que Lula vence todos os cenários de segundo turno testados.

 

Na sequência do primeiro turno aparecem Renan Santos (Missão), com 7,8%, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,9%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Completam o cenário Joaquim Barbosa (DC), com 1%, Aécio Neves (PSDB), com 0,7%, Samara Martins (UP), com 0,6%, Augusto Cury (Avante), com 0,5%, Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,2%, Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB), ambos com 0,1%, e Hertz Dias (PSTU), que não pontuou.


Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução 

 

Em segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Lula tem 48,8% das intenções de voto contra 42,3% do senador. Em abril, os dois estavam empatados com 48% cada, o que indica que Flávio perdeu 5,7 pontos percentuais desde então. A pesquisa de maio permanece suspensa por determinação do Tribunal Superior Eleitoral.

 

 

Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução 

 

Nos demais cenários de segundo turno, Lula tem 48% contra 39% de Caiado, 48,2% contra 38,5% de Zema e sua maior vantagem aparece no teste com Renan Santos, com 49,2% contra 28,9%, diferença de 20,3 pontos percentuais.
A pesquisa também testou nomes que não são pré-candidatos. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro perderia para Lula com 38,9% contra 48,7% do petista. O ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível, teria o melhor resultado entre os testados com 43,1%, mas ainda perderia para Lula, que somaria 48,6%.

 

O levantamento foi realizado entre 26 e 30 de junho com 4.999 entrevistados, margem de erro de um ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no TSE sob o número BR-04582/2026.

 

Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução 




fonte:BN - 01/07/2026 08h:10

Influenciador que disse que pobres não deveriam votar doou para Marçal


                                              foto:reprodução


O influenciador Leonardo Marcondes, que foi processado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) após dizer que “pobres não deveriam votar”, doou R$ 1 mil para o ex-coach Pablo Marçal durante a campanha municipal de 2024.

A doação foi realizada via Pix em 14 de agosto de 2024, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na ocasião, Pablo Marçal disputou a Prefeitura de São Paulo, mas ficou em terceiro lugar, com 1,7 milhão de votos.

Conforme mostrou o Metrópoles, o MPSP ajuizou uma ação civil pública contra Leonardo Marcondes por publicações consideradas discriminatórias contra pessoas em situação de pobreza. A Promotoria pede que o influenciador seja condenado ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos, além da remoção das postagens e do perfil utilizado para divulgar o conteúdo.

Segundo o MPSP, Marcondes publicou vídeos e mensagens nas redes sociais defendendo, entre outras afirmações, que pessoas pobres não deveriam ter direito ao voto. Para o órgão, as declarações configuram aporofobia – discriminação contra pessoas em razão de sua condição socioeconômica – e extrapolam os limites da liberdade de expressão ao incentivar a discriminação contra um grupo social vulnerável.

Na ação, o Ministério Público sustenta que as publicações associam pobreza à falta de inteligência, higiene, capacidade moral e responsabilidade, reforçando estereótipos negativos.

O influenciador afirmou, durante depoimento, que utilizava o termo “pobre” em sentido figurado, para se referir a uma “mentalidade”, mas a Promotoria argumenta que as próprias postagens contradizem essa versão.


Fonte: Tácio Lorran/Metrópoles - 01/07/2026