• Praça do Feijão, Irecê - BA

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

SC: Professores denunciam distorção do Ideb por governo

                                      Foto:reprodução


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC) alertou para uma distorção na apresentação dos dados do Ideb – a avaliação do ensino básico – por parte do governo do estado. O governador Jorginho Mello e a secretária de Educação Luciane Ceretta utilizaram em suas redes sociais números que somam notas das escolas municipais e privadas com as da rede estadual, o que fez os indicadores subirem e darem destaque ao desempenho catarinense.

Tanto Jorginho quanto a secretária divulgaram que Santa Catarina estava em terceiro lugar no indicador para os Anos Iniciais. Jorginho Mello não destacou que o desempenho era apenas em um dos níveis de ensino. Já Ceretta comemorou o que seria um quarto lugar nos Anos Finais e sétimo lugar no Ensino Médio. Porém, se a métrica utilizada for somente o desempenho da rede estadual, gerida pelo governo, as posições mudam para décimo primeiro, nono e décimo lugar.

Além disso, a rede estadual catarinense não bateu a meta estipulada pelo Ministério da Educação (MEC) em nenhum dos níveis, ficando até um ponto distante da nota estipulada para os Anos Finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.

Em seu perfil no Instagram, a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro Giuliana Mordente criticou a ênfase no ranqueamento e na divulgação das notas do Ideb. “E desde quando nota no Ideb é sinônimo de qualidade? Porque o Ideb só mede duas coisas: o desempenho em Português e Matemática e o fluxo de aprovação. E aí, se virou competição, vale tudo, inclusive fraude, porque aí basta você não reprovar ninguém”.

Segundo o Sinte, além da distorção dos números no marketing, o desempenho de Santa Catarina também pode ser questionado pela taxa de aprovação. Um estudo feito pelo sindicato e obtido com exclusividade pela coluna indica que, no Ensino Médio, a taxa de aprovação subiu de 83,6%, em 2023, para 90,1%, em 2025. A entidade registrou um “crescimento atípico” na série histórica.

No Ensino Fundamental, a métrica das aprovações também aumentou e puxou o desempenho da rede estadual, que mesmo assim está abaixo da média nacional e da região sul. Nos Anos Iniciais, o Estado conseguiu atingir a média nacional, mas no início da década de 2010 mantinha posição sempre acima deste número.

“Quando o governo divulga os resultados do Ideb das redes privada, federal e municipal, de forma conjunta, tenta mascarar a deterioração da educação pública estadual e a falta de investimentos na valorização do magistério catarinense”, pontuou a presidente do Sinte, Elivane Secchi, em texto no portal do sindicato.

Questões estruturais

O estudo do sindicato revela que o desempenho no Ideb vem sendo afetado por questões estruturais. Ainda que os indicadores tenham de fato aumentado, Santa Catarina deixou de ser referência nacional em educação ao longo dos últimos anos, com perdas acumuladas que o órgão atribui a métricas que o Ideb não mostra.

A proporção de docentes concursados na rede estadual é a terceira menor do país e o investimento em educação está entre os dez mais baixos, assim como o salário do professor, cuja carreira está entre as mais compactas e o rendimento está entre os menores do Brasil. A proporção de jovens estudando, em Santa Catarina, também preocupa a organização sindical.

“Hoje, Santa Catarina tem a terceira menor participação de docentes efetivos entre os estados brasileiros e, quando desconsideramos os recursos destinados às bolsas em universidades privadas, também está entre os dez estados que menos investem em educação”, pontua Elivane.

Em seu Instagram, a secretária de Educação Luciane Ceretta disse que a conquista do Ideb “reflete o trabalho realizado para fortalecer a aprendizagem dos estudantes”. Também destacou os tópicos que, segundo ela, teriam feito Santa Catarina avançar, entre os quais “investimentos em infraestrutura escolar”, um dos motes das campanhas de marketing do governador por meio do “Programa Escola Boa”.

Já o governador, que constantemente recorre a comparação entre estados para “vender” a imagem de Santa Catarina, escolheu um dado de destaque e ocultou os demais. “Estamos em terceiro lugar no Brasil”, disse, sem registrar que o ranking escolhido envolvia as médias até das instituições particulares e se referia somente a uma etapa de ensino.

A abordagem escolhida pelo governo, cuja rede estadual melhorou o desempenho, mas sem destaque como o propagado pelos gestores, também omitiu o desempenho de outra “vitrine” da gestão: as escolas cívico-militar. Mantidas pelo governo estadual mesmo com a descontinuidade do programa federal, há indicativos de queda no Ideb de 2025 em comparação a 2023 em algumas unidades da rede.

Nos Anos Iniciais, por exemplo, a Henrique Fontes, em Tubarão, perdeu 0,8 na nota final, caindo de 7,3 para 6,5. Já a Pedro Christiano Feddersen, de Blumenau, perdeu 0,5 nos Anos Finais. No Ensino Médio, a Jaldyr Bhering F. da Silva, de São Miguel do Oeste, oscilou 0,3 para baixo.

O que diz a secretaria

A Secretaria de Educação, por meio da assessoria de imprensa, disse que divulgou os dados conforme o padrão do Ministério da Educação, “tanto da rede pública estadual, como do estado como um todo”. As postagens dos gestores, entretanto, não trazem as notas isoladas, mas somadas. “O Ideb é do Estado de Santa Catarina. O Governo de Santa Catarina tem um regime de colaboração com os municípios e ressalta que as médias são muito próximas entre o Estado de Santa Catarina e a rede pública estadual”.

Sobre a discussão levantada pelo Sinte a respeito do fluxo de aprovação, o governo considera equivocada. A secretaria informa que no Ensino Médio o Estado chega a ter a terceira maior taxa de reprovação do país. “O resultado do Ideb é resultado do esforço dos professores e professoras da escola pública, somado à grande mobilização dos estudantes e suas famílias para participação, que passou de 703 unidades participantes em 2023 para 921 em 2025, um crescimento de 31%”.

A respeito das escolas cívico-militar, o órgão assegura que os resultados “mostram uma trajetória predominantemente de melhora nos indicadores em todas as etapas de ensino, com destaque para os anos finais do Ensino Fundamental”, e acrescenta que o trabalho desenvolvido nessas escolas vai além da dimensão pedagógica.

O governo também respondeu os questionamentos da coluna sobre o não cumprimento de nenhuma das metas do MEC para o ciclo de avaliação, destacando que o Estado atingiu sua melhor avaliação da série histórica. “O Estado segue desenvolvendo diversas iniciativas, com foco na aprendizagem dos estudantes, para que os índices sejam ainda melhores nos próximos indicadores”.

EtapaIdeb da rede estadualComo o Estado divulgou
Anos Iniciais6,3 (11º lugar)6,7 (3º lugar)
Anos Finais5,0 (9º lugar)5,4 (4º lugar)
Ensino Médio4,3 (10º lugar)4,5 (7º lugar)

Fonte: MEC/INEP e Sinte-SC, Ideb 2025



fonte:Amanda Miranda/ICL NOTÍCIAS - 14/08/2026

Ministro Flávio Dino deve começar a se preocupar com atiradores, diz influencer de direita


                                                                    foto:Divulgação/STF


Com mais de 3,5 milhões de seguidores, um perfil de um influenciador de direita (que não terá o nome divulgado pela coluna para evitar propaganda digital) fez ameaças ao ministro Flávio Dino, ofensas à sua esposa e afirmou que o integrante do Supremo precisa começar a se preocupar com "atiradores".

Confira a reportagem da colunista Daniela Lima do site UOL no link abaixo nesta sexta-feira (14):

https://noticias.uol.com.br/colunas/daniela-lima/2026/08/14/dino-deve-comecar-a-se-preocupar-com-atiradores-diz-influencer-de-direita.htm

TRE-BA cassa mandato de vereador acusado de infidelidade partidária em Vitória da Conquista


                                               Foto:reprodução


O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) em julgamento realizado nesta quinta-feira (13) cassou por unanimidade o mandato do vereador Diogo Azevedo (PSDB) de Vitória da Conquista, no Sudoeste, acusado de infidelidade partidária.

 

A denúncia, movida pelo suplente do edil, Alisson Roberto (União), alega que não houve justa causa para a desfiliação partidária de Diogo Azevedo do União Brasil, legenda pela qual foi eleito nas eleições municipais de 2024.

 

Diogo Azevedo já havia sofrido derrota na Justiça em relação ao caso. A defesa de Alisson Roberto, feita pelo advogado Lucas Ribeiro, emitiu nota, afirmando que a medida do TRE-BA se trata de decisão "que ratifica o respeito à fidelidade partidária e à própria essência do sistema proporcional, fruto do esforço coletivo das legendas para a conquista do maior número de cadeiras".


O vereador cassado teve na eleições de 2024, o total de 6.017 votos, ficando com uma das 23 cadeiras da Câmera municipal.


Já o vereador Alisson Roberto, obteve no pleito 1.854 votos, ficando na suplência do partido(foto abaixo)


                                                                 foto:Divulgação/TSE 2024
  



fonte:BN c/adaptações e acréscimo do Blog - 14/08/2026

Rio: Além do ex-governador Claudio Castro, veja quem são os alvos da 2ª fase da operação "sem refino" da PF


                                            

                                Além do ex-governador Cláudio Castro, ex-secretários estaduais, um advogado e empresários  -     Foto:Ag. Brasil/reprodução



A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (14/8), no âmbito da Operação Sem Refino. Ao todo, os investigadores miraram sete suspeitos.

Conforme apurou a coluna, os alvos são:

  • Ana Carolina Miranda (empresária)
  • Antonio Carlos Santos, o Pipo, advogado
  • Bernardo Rossi, ex-secretário estadual de Ambiente e ex-deputado estadual
  • Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro
  • José Mauro Junior, ex-secretário estadual de Transformação Digital
  • Luiz Fernando Gomes, empresário da construção civil
  • Mauricio Leite (empresário)

Cláudio Castro (PL) foi alvo de buscas em uma casa em Petrópolis (RJ).

Policiais federais estão no endereço que, segundo a corporação, é ligado a Cláudio Castro. Por isso, o ex-governador é considerado alvo na nova fase da operação. O Metrópoles apurou que Castro teria contribuído para a manutenção do esquema ligado à refit e utilizado mecanismos de ocultação e lavagem patrimonial.

De acordo com os investigadores, a segunda fase da operação apura fraudes na concessão de licenças ambientais para a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.

As suspeitas envolvem gestão fraudulenta e temerária, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado e crimes contra a ordem econômica relacionados à comercialização de combustíveis.

Nesta etapa, policiais federais cumprem 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Refit

Segundo os investigadores, decisões judiciais teriam beneficiado diretamente a Refinaria de Manguinhos em disputas relacionadas ao funcionamento da empresa e a cobranças tributárias bilionárias.

O Grupo Refit, comandado pelo empresário Ricardo Magro, é apontado pela Receita Federal como um dos maiores devedores tributários do país, com dívidas superiores a R$ 26 bilhões. Magro está na lista de procurados da Interpol.


Fonte: MANOELA ALCANTARA/METROPOLES - 14/08/2026

Eleições 2026: Veja o perfil do eleitorado e o número de eleitores dos municípios da Região de Irecê

imagem:reprodução


De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Estado da Bahia possui 11.321.005 eleitores aptos a votar nas Eleições Gerais de 2026, consolidando-se como o 4º maior colégio eleitoral do Brasil, atrás apenas dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Na região de Irecê, localizada no Centro-Norte baiano, os 19 municípios somam 329.054 eleitores aptos a comparecer às urnas em outubro próximo.

O município de Irecê concentra o maior eleitorado da região, com 51.398 eleitores, ocupando a 23ª posição no ranking estadual entre os 417 municípios baianos.

A segunda cidade com maior número de eleitores é Xique-Xique, com 35.474 votantes, enquanto Gentio do Ouro possui o menor eleitorado da região, com 9.739 eleitores aptos a votar.

Confira, a seguir, os dados sobre escolaridade, cor/raça e faixa etária predominante do eleitorado da região, conforme as estatísticas divulgadas pela Justiça Eleitoral.


ELEITORADO AMÉRICA DOURADA PARA 2026

12.523

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos – 1.270  eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  23,22%

LÊ E ESCREVE: 20,67%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  18,14%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 20,71%

ANALFABETO: 9,62%

FUNDAMENTAL COMPLETO: 3,09%

SUPERIOR COMPLETO:  3,47%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,08%


ESTADO CIVIL:

 67%  Solteiros    -  Casados – 28%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

  187

Cor/Raça

Parda – 65,37%

Preta – 23,21%

Branca – 10,61%


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ELEITORADO BARRA DO MENDES PARA 2026

12.163

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos – 1.125  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  23,95%

LÊ E ESCREVE: 15,42%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  18,93%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 15,75%

ANALFABETO:  5,09%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  5,2%

SUPERIOR COMPLETO:  5,74%

SUPERIOR INCOMPLETO:  2,15%


ESTADO CIVIL:

 66% SÃO SOLTEIROS –  CASADOS – 27%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

287

COR/RAÇA

Parda – 63,26%

Branca – 21,61%

Preta – 14,57%

 

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ELEITORADO BARRO ALTO PARA 2026

11.548

GÊNERO:

MASCULINO:  50%       FEMININO:   50%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos   1.107  - Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  24,11%

LÊ E ESCREVE: 17,32%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  26,45%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 18,47%

ANALFABETO: 4,77%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  4,06%

SUPERIOR COMPLETO:  3,43%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,39%

ESTADO CIVIL:

 68%  SOLTEIROS  -   CASADOS – 26%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

239

COR/RAÇA

PARDA: 69,36%

Branca: 20,4%

Preta: 9,71%

 

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ELEITORADO CAFARNAUM  PARA 2026

14.540

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%  

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A   1.554  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  22,7%

LÊ E ESCREVE: 10,86%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  31,64%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 21,33%

ANALFABETO: 4,99%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,58%

SUPERIOR COMPLETO:  3,72%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,18%

ESTADO CIVIL:

 70%  SOLTEIROS   - CASADOS – 25%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

271

COR/RAÇA

Parda: 74,37%

Branca: 12,78

Preta: 12,57

 

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ELEITORADO CANARANA PARA 2026

20.059

GÊNERO:

MASCULINO:  48%       FEMININO:   52%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos   1.988  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  21,97%

LÊ E ESCREVE: 18,75%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  25,01%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 20,75%

ANALFABETO: 5,3%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,39%

SUPERIOR COMPLETO:  3,34%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,51%

ESTADO CIVIL:

 71% SOLTEIROS   CASADOS – 23%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

  430

COR/RAÇA

Parda: 68,46%

Preta: 16,48%

Branca: 14,63%

 

 

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ELEITORADO CENTRAL PARA 2026

13.546

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A 1.300   Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  24,05%

LÊ E ESCREVE: 18,36%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  26,95%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 16.95%

ANALFABETO: 3,74%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3%

SUPERIOR COMPLETO:  5,06%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,89%

ESTADO CIVIL:

 69%  SOLTEIROS       -  CASADOS – 26%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

258

COR/RAÇA

Parda: 67,09%

Branca: 16,04%

Preta: 16,07%

 

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ELEITORADO GENTIO DO OURO  PARA 2026

9.739

GÊNERO:

MASCULINO:  51%       FEMININO:   49%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A  1.003.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  23,8%

LÊ E ESCREVE: 20,1%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  25,11%

ENS MÉDIO INCOMPLETO:  17,47%

ANALFABETO: 5,46%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,38%

SUPERIOR COMPLETO:  3, 3%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,39%

ESTADO CIVIL:

 66%   SOLTEIROS  - Casados – 29%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

189

COR/RAÇA:

PARDA: 56,16%

Branca: 30,27%

PRETA: 12,79%

 

 

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ELEITORADO IBIPEBA PARA 2026

13.692

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A  1.348  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  26,09%

LÊ E ESCREVE: 17,43%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  24,31%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 17,59%

ANALFABETO: 4,72%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  4,47%

SUPERIOR COMPLETO:  3,85%

SUPERIOR INCOMPLETO: 1,53%

ESTADO CIVIL:

 63%   SOLTEIROS – CASADOS:  30%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

274

COR/RAÇA

PARDA: 60,11%

BRANCA: 19,74%

PRETA: 19,02%

 

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 ELEITORADO IBITITÁ PARA 2026

15.745

GÊNERO:

MASCULINO:  50%       FEMININO:   50%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A  1.497  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  23,77%

LÊ E ESCREVE: 15,27%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  18,61%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 19,64%

ANALFABETO: 10,56%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  5,25%

SUPERIOR COMPLETO:  5,11%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,8%

ESTADO CIVIL:

 64% SÃO SOLTEIROS   CASADOS – 31%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

327

COR/RAÇA

Parda: 68,22%

Preta: 15,89%

Branca: 15,55%


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ELEITORADO IRECÊ PARA 2026

51.398

GÊNERO:

MASCULINO:  45%       FEMININO:   55%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A   5.638  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  31,7%

LÊ E ESCREVE: 9,82%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  16,78%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 18,36%

ANALFABETO: 4,48%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  5,54%

SUPERIOR COMPLETO:  9,21%

SUPERIOR INCOMPLETO:  4,12%

ESTADO CIVIL:

 64% SÃO SOLTEIROS  - CASADOS - 29

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

771

COR/RAÇA:

Parda: 61,05%

Branca: 22,59%

Preta: 15,52%

 

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ELEITORADO ITAGUAÇU DA BAHIA PARA 2026

10.853

GÊNERO:

MASCULINO:  50%       FEMININO:   50%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A 1.174 Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  22,22%

LÊ E ESCREVE: 13,92%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  31,59%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 17,61%

ANALFABETO: 6,24%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  4,04%

SUPERIOR COMPLETO:  3,27%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,01%

ESTADO CIVIL:

73% SÃO SOLTEIROS  - CASADOS 23%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

194

Cor/raça:

Parda: 70,13%

PRETA: 15,29%

BRANÇA: 13,73%

 

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ELEITORADO JOÃO DOURADO PARA 2026

19.910

GÊNERO:

MASCULINO:  48%       FEMININO:   52%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 45 a 49 anos  QUE CORRESPONDE A  2.023  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  22,85%

LÊ E ESCREVE: 17,96%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  17,96%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 21,02%

ANALFABETO: 9,75%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,55%

SUPERIOR COMPLETO:  5,34%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,80%


ESTADO CIVIL:

 63% SÃO SOLTEIROS – CASADOS 32%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

364

COR/RAÇA:

Parda: 63,23%

Preta: 18,72%

Branca: 16,86%

 

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ELEITORADO JUSSARA PARA 2026

14.150

GÊNERO:

MASCULINO:  51%       FEMININO:   49%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44  anos  QUE 1.411 a Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  20,21%

LÊ E ESCREVE: 20,1%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  27,53%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 19,37%

ANALFABETO: 4,95%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  2,63%

SUPERIOR COMPLETO:  3,78%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,43%

ESTADO CIVIL:

 70% SÃO SOLTEIROS  casados 25%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

309

COR/RAÇA

Parda: 42,26%

Branca: 32,67%

Preta: 25,1%

 

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ELEITORADO LAPÃO PARA 2026

22.117

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A  2.256  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  21,57%

LÊ E ESCREVE: 13,84%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  21,7%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 20,3%

ANALFABETO: 10,82%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  4,69%

SUPERIOR COMPLETO:  4,44%

SUPERIOR INCOMPLETO:  2,64%

ESTADO CIVIL:

 66%  -  28%    -    CASADOS

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

393

COR/RAÇA

PARDA: 61,47%

PRETA: 22,15%

BRANCO: 16,2%

 

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ELEITORADO MULUNGU DO MORRO  PARA 2026

10.996

GÊNERO:

MASCULINO:  48%       FEMININO:   52%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A 1.375  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  22,21%

LÊ E ESCREVE: 21,92%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  22,7%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 21,36%

ANALFABETO: 5,96%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  1,87%

SUPERIOR COMPLETO:  3,04%

SUPERIOR INCOMPLETO:  0,95%


ESTADO CIVIL:

84% SÃO SOLTEIROS  - CASADOS 13

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

217

COR/RAÇA

PARDA: 86,27%

PRETA: 6,31%

BRANCA: 6,16%

 

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ELEITORADO SÃO GABRIEL PARA 2026

16.497

GÊNERO:

MASCULINO:  50%       FEMININO:   50%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A  1.731 Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  22,19%

LÊ E ESCREVE: 16,12%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  24,44%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 18,22%

ANALFABETO: 6,76%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  6,32%

SUPERIOR COMPLETO:  4,1%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,85%

ESTADO CIVIL:

 70% SÃO SOLTEIROS  - CASADOS 25%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

322

COR/RAÇA:

PARDA: 66,13%

BRANCA: 17,08%

PRETA: 16,18%

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

ELEITORADO PRESIDENTE DUTRA PARA 2026

12.010

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 45 a 49 anos  QUE CORRESPONDE A  1.202 Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  26,91%

LÊ E ESCREVE: 20,28%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  16,89%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 17,28%

ANALFABETO: 5,75%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  5,14%

SUPERIOR COMPLETO:  5,13%

SUPERIOR INCOMPLETO:  2,61%

ESTADO CIVIL:

70% SÃO SOLTEIROS – casados 24%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

174

COR/RAÇA

PARDA: 55,8%

BRANCA: 22,35%

PRETA: 17,41%

 

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ELEITORADO UIBAÍ  PARA 2026

12.094

GÊNERO:

MASCULINO:  49%       FEMININO:   51%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 40 a 44 anos  QUE CORRESPONDE A  1.221 Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  24,35%

LÊ E ESCREVE: 16,28%

ENS. FUNDAMENTAL  INCOMPLETO:  23,71%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 18,55%

ANALFABETO: 6,33%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,08%

SUPERIOR COMPLETO:  5,47%

SUPERIOR INCOMPLETO:  2,21%


ESTADO CIVIL:

 70% SÃO SOLTEIROS – casados 24%

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

204

Cor/raça:

PARDA: 55,8%

BRANCA: 22,35%

PRETA: 17,41%

 

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ELEITORADO XIQUE-XIQUE  PARA 2026

35.474

GÊNERO:

MASCULINO:  48%       FEMININO:   52%

FAIXA ETÁRIA:

MAIOR  ENTRE: 25 a 29 anos  QUE CORRESPONDE A  3.948  Eleitores.

GRAU DE INSTRUÇÃO:

ENSINO MÉDIO COMPLETO:  25,27%

LÊ E ESCREVE: 13,13%

ENS. FUNDAMENTAL INCOMPLETO:  26,21%

ENS MÉDIO INCOMPLETO: 19,29%

ANALFABETO: 5,27%

FUNDAMENTAL COMPLETO:  3,85%

SUPERIOR COMPLETO:  5,05%

SUPERIOR INCOMPLETO:  1,93%

ESTADO CIVIL:

 70% SÃO SOLTEIROS – 25% CASADOS

ELEITORES MENORES DE 18 ANOS:

613

COR/RAÇA:

PARDA: 63,97%

PRETA: 23,62%

BRANCA: 11,76%

 

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TOTAL DOS 19 MUNICIPIOS: 329.054   Eleitores.


ELABORADO PELO BLOG FIQUE INFORMADO: jorgeluizfiqueinformado.blogspot.com.br

FONTE: DIVULGACAND/TSE-TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL- ACESSO 13/08/2026



DF: Megaempresário das "bombas do Paraguai" foge de cerco policial

 

                                                Foto:reprodução



Um dos alvos centrais da Operação Narciso, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), conseguiu burlar o cerco policial na tríplice fronteira e encontra-se oficialmente foragido. Trata-se do megaempresário Jorge Luiz Roa, figura bastante conhecida no Paraguai e proprietário da renomada loja de produtos farmacêuticos Jack Center.

Nas redes sociais, Jorge ostentava uma vida de puro luxo, publicando fotos em festas e viagens para locais paradisíacos com familiares. Por trás dos holofotes e da fachada de empresário de sucesso, contudo, a polícia aponta que ele atuava no topo da cadeia do tráfico internacional de substâncias ilícitas.

Jorge é apontado pelas investigações como sócio clandestino de Elisangela Pereira Acosta, a principal fornecedora de medicamentos e insumos anabolizantes para a produção dessas substâncias em laboratórios ilegais espalhados pelo Brasil. Elisangela, que mora em uma mansão de elevado padrão em Foz do Iguaçu e também é sócia de uma das principais lojas especializadas na venda de anabolizantes no Paraguai, mantinha com Jorge uma complexa engenharia criminosa.

Bombas camufladas

Ambos ocultavam as substâncias ilícitas e os insumos dentro de peças mecânicas de motocicletas para burlar a fiscalização na fronteira. Uma vez em Foz do Iguaçu, embalavam os produtos e os enviavam para todos os estados brasileiros por meio de plataformas de e-commerce, Correios ou pelo serviço de “freteiros”, pessoas pagas para fazer o transporte clandestino.

Para ocultar e movimentar o dinheiro decorrente da venda das substâncias comercializadas pela “loja de bombas”, a dupla utilizava os serviços de doleiros no Paraguai e em Foz do Iguaçu. Os doleiros indicavam contas bancárias de “laranjas” espalhadas pelo Brasil para que fossem realizados os depósitos dos pagamentos.

Em Foz do Iguaçu também estavam localizados alguns desses laranjas, que emprestavam as contas de empresas de materiais de construção, casas lotéricas e empresas de consultoria com a finalidade de dissimular e ocultar a origem criminosa dos valores.

Enquanto Jorge segue sendo procurado pelas forças de segurança, as autoridades conseguiram prender Elisangela e o sócio de outra ramificação, Roberto Carlos, o “Jiraya”, em solo paraguaio. Laranjas e outros integrantes do esquema também foram detidos durante as diligências.

Veja imagens de Jorge Luiz Roa:

A operação

Nas primeiras horas de quarta-feira (12/8), a Operação Narciso foi deflagrada e já é considerada a maior ação do ano contra o comércio ilegal de anabolizantes e substâncias proibidas no Brasil. A investigação revelou uma engrenagem criminosa voltada à fabricação caseira, ao fornecimento de insumos, à rotulagem, divulgação e comercialização de anabolizantes, medicamentos controlados, produtos veterinários e suplementos com substâncias ocultas.

O esquema contava com conexões em oito estados além do Distrito Federal — Santa Catarina, Acre, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraíba e Minas Gerais —, mantendo uma ponte direta com a fabricação clandestina no Paraguai.

Ao todo, a Justiça expediu 43 mandados de prisão preventiva e temporária e 64 mandados de busca e apreensão, além de determinar o bloqueio e sequestro de R$ 32 milhões em ativos financeiros e a quebra de sigilo bancário de 58 alvos. Mais de 20 estabelecimentos comerciais foram lacrados, 10 veículos de luxo apreendidos — incluindo automóveis Porsche, Audi e Mercedes — e mais de 30 sites de venda ilegal foram tirados do ar.

“Cozimento” fatal

De acordo com as investigações conduzidas pelo delegado Rodrigo Carbone, o coração do esquema operava sob o termo “cozimento”: a fabricação artesanal de substâncias injetáveis e orais em fundos de quintal, cozinhas residenciais, depósitos e locais improvisados, em fogo alto e sem qualquer assepsia ou controle sanitário.

Para aumentar o rendimento dos produtos e maximizar os lucros, os criminosos misturavam matérias-primas importadas da Índia, China e do Paraguai a ingredientes altamente perigosos, como óleo de cozinha comum e óleos de semente de uva e de arroz manipulados sem

A ausência de controle técnico e a contaminação nos processos têm provocado reações alérgicas graves, infecções severas e abscessos nos usuários, enquanto a viscosidade inadequada dos óleos causa embolias, tromboses e sepse, levando vítimas a óbito, como no recente caso de uma fisiculturista em Samambaia. O uso contínuo ainda acarreta riscos de AVC, hipertrofia cardíaca e impotência sexual.


Fonte:CARLOS CARONE/METRÓPOLES - 14/08/2026

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Irecê: Visita à UNEB aproxima estudantes de Barro Alto do universo acadêmico

     foto:Luara Roberta


Estudantes do 2º e 3º anos do Ensino Médio do Colégio Estadual Necy Novais, do município de Barro Alto, visitaram o Campus XVI da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Irecê, nesta quinta-feira (13).

Na ocasião, os estudantes estiveram acompanhados pelo professor Eduardo Cruz, da disciplina de Matemática, e foram recebidos pela professora Lívia Modesto, diretora do Departamento, e pelos servidores técnicos Jorge Luiz, Luara Roberta e Renilson Paiva.

Durante a visita, os estudantes conheceram as instalações físicas do Campus e participaram de uma conversa sobre as modalidades de acesso à UNEB e as políticas de permanência estudantil. Também foram incentivados a participar dos eventos realizados pelo Departamento enquanto não ingressarem no Ensino Superior.

O Campus XVI da UNEB, em Irecê, tem buscado fortalecer a interação com os diferentes segmentos educacionais do território. Nesse sentido, a visita de adolescentes e jovens ao Campus possui grande significado para a Universidade, que reafirma, por meio dessas ações, seu compromisso com a sociedade e com a aproximação entre a Educação Básica e o Ensino Superior.

fotos: Luara Roberta 

















Eleições 2026: Fraude, alertas e e-mail aberto: o que se sabe sobre a falsa filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão


                                             Foto:reprodução



 Por Cleber Lourenço

Uma tentativa de filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, feita com dados inconsistentes e um CPF que não corresponde ao do senador, acabou registrada como regular no sistema da Justiça Eleitoral mesmo após o partido identificar a irregularidade e tentar barrar a operação.

Segundo relatório técnico do próprio Missão, o caso envolve uma sequência que começa com um cadastro suspeito, passa por tentativas de pagamento recusadas, inclui a identificação de uma divergência de CPF e uma tentativa de reversão. Termina, horas depois, com a filiação aparecendo como “regular” no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O TSE descarta que tenha havido invasão do sistema. Em nota, o tribunal afirmou que a filiação ocorreu por meio do “uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações” — no caso, credenciais vinculadas ao próprio Missão.

O presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, enviou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e determinou a instauração de inquérito pela Polícia Judiciária para identificar o responsável pela operação.

O episódio também abriu outra frente de apuração. Um e-mail relacionado ao cadastro foi enviado ao endereço institucional de Flávio no Senado em 2 de agosto e teve sua primeira abertura registrada apenas dois minutos depois, dez dias antes de a filiação aparecer no sistema eleitoral.

Flávio afirma que nunca pediu ingresso no Missão. O partido também sustenta que foi vítima de fraude. O PL já protocolou na Justiça Eleitoral um pedido para desfazer a filiação ao Missão, que está sob análise.

CPF falso, endereço fictício e tentativas de pagamento

De acordo com o relatório técnico do Missão, a primeira tentativa começou às 9h05min36s de 2 de agosto.

O cadastro foi aberto em nome de Flávio com opção de contribuição financeira vinculada ao plano “Vanguard”, no valor de R$ 4.789,68.

Nos segundos seguintes, foram realizadas duas tentativas de pagamento via Pix, ambas recusadas. Sem a confirmação do pagamento, a cobrança permaneceu pendente e foi cancelada dias depois.

O cadastro misturava informações verdadeiras do senador com dados evidentemente inconsistentes.

Constavam nome, título eleitoral, data de nascimento, e-mail institucional e telefone de Flávio. O CPF informado, porém, era falso.

O endereço cadastrado também é claramente falso e em tom de provocação: “Rua Dos Bandidos, nº 666, Bairro Miliciano”, no Rio de Janeiro. Segundo o relatório, o logradouro não foi identificado em cadastros oficiais.

O CPF vinculado ao título eleitoral de Flávio, consultado posteriormente no Filia, era diferente. No documento, aparece parcialmente ocultado, começando por 087 e terminando em 97.

Sistema detectou divergência e tentou reverter

Em 12 de agosto, houve nova movimentação. Às 9h06min03s, o cadastro com contribuição financeira foi cancelado e um novo registro, desta vez sem contribuição, foi criado com os mesmos dados.

Três segundos depois, às 9h06min06s, o registro foi encaminhado ao Filia.

Às 9h11min44s, apenas 5 minutos e 38 segundos depois, o sistema do Missão identificou a divergência entre o CPF informado no cadastro e aquele vinculado ao título eleitoral.

Segundo o relatório, foi então solicitada a reversão do registro recém-enviado. A tentativa não funcionou.

O Filia retornou erro HTTP 403, acompanhado da mensagem: “Você não tem permissão para acessar esse recurso”.

O registro apresentado pelo Missão indica, portanto, que houve uma tentativa de desfazer a operação poucos minutos depois do envio ao sistema eleitoral.

Horas depois, filiação aparece como regular

Na madrugada seguinte, o resultado já era outro. Às 00h44min11s de 13 de agosto, uma nova consulta ao Filia mostrou a filiação de Flávio em situação “Regular”, segundo o relatório técnico.

A divergência de CPF continuava registrada no sistema interno do Missão.

Um segundo depois, às 00h44min12s, o sistema do partido enviou uma mensagem ao endereço cadastrado comunicando a incompatibilidade e solicitando confirmação ou correção das informações.

A sequência deixa uma janela de aproximadamente 15 horas entre a tentativa de reversão e a consulta que encontrou o registro regular.

É justamente nesse intervalo que ainda falta esclarecer como o processamento ocorreu dentro do Filia.

TSE aponta uso indevido de credenciais do Missão

A primeira reação da defesa de Flávio foi levantar a hipótese de invasão do sistema.

Em vídeo divulgado após o episódio, o senador afirmou:

“Vocês viram aí que fraudaram a minha filiação partidária. O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai conseguir juntos resgatar o nosso Brasil.”

O TSE, porém, descartou a hipótese de hackeamento.

Segundo o tribunal, o registro ocorreu mediante uso indevido de uma ferramenta por alguém que possuía credenciais da própria legenda para efetivar filiações.

A manifestação é relevante porque desloca a investigação. Em vez de uma invasão externa à infraestrutura da Justiça Eleitoral, a apuração passa a buscar quem teve acesso às credenciais vinculadas ao Missão e como elas foram utilizadas.

A explicação do tribunal, no entanto, ainda precisa ser confrontada com a cronologia apresentada pelo partido.

O relatório do Missão afirma que seu próprio sistema encaminhou o registro ao Filia e, menos de seis minutos depois, tentou revertê-lo ao encontrar a divergência de CPF. É necessário esclarecer, portanto, como funciona essa integração, quais credenciais são utilizadas e se houve intervenção humana em alguma etapa.

Também falta explicar por que a solicitação de reversão recebeu um erro de falta de permissão e o que ocorreu até a filiação aparecer como regular.

Nunes Marques aciona PGE e manda abrir inquérito

Diante do episódio, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, encaminhou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral para a adoção das providências cabíveis.

O ministro também determinou a instauração de inquérito pela Polícia Judiciária para apurar o caso.

Em nota, o tribunal afirmou:

“O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda [Missão] para efetivar filiações.”

O TSE informou ainda que o PL protocolou pedido para desfazer a filiação de Flávio ao Missão e que a solicitação já está sob análise da Justiça Eleitoral.

E-mail foi aberto dois minutos depois do envio

A documentação apresentada pelo Missão também coloca outra questão no centro do episódio: quando o gabinete de Flávio tomou conhecimento da tentativa?

O cadastro realizado em 2 de agosto utilizou o endereço institucional do senador no Senado.

Segundo registros apresentados pelo partido, uma mensagem com o assunto “Cadastro de filiação confirmado” foi enviada às 9h06.

Às 9h08, apenas dois minutos depois, aparece o primeiro registro de abertura.

O histórico mostra uma nova abertura às 9h30 daquele mesmo dia e outros acessos em 3 de agosto. A mensagem voltou a ser consultada em 13 de agosto, quando o episódio já havia se tornado público.

Os registros não permitem identificar quem abriu o e-mail nem demonstram que tenha sido o próprio Flávio. Eles mostram que a mensagem enviada ao endereço institucional do senador teve abertura registrada ainda em 2 de agosto.

Missão diz ter alertado TSE

O partido afirma ainda que tentou comunicar ao TSE os problemas encontrados durante o processamento da filiação.

Durante uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira, o deputado Kim Kataguiri afirmou que o tribunal teria sido sinalizado mais de uma vez de que Flávio não deveria ser filiado ao Missão.

A legenda apresentou também um registro de chamado no sistema de suporte tecnológico do TSE relatando erro ao tentar excluir uma filiação que ainda estava em processamento.

O material disponível, porém, apresenta uma divergência de data que precisa ser esclarecida antes que seja possível vinculá-lo diretamente ao caso de Flávio.

Para determinar se o TSE recebeu alertas específicos antes de a filiação aparecer como regular, ainda é necessário obter a íntegra dos chamados, protocolos, horários das comunicações e eventuais respostas do tribunal.

Kim quer logs e IPs do e-mail de Flávio

Kataguiri anunciou ainda que pretende pedir ao Senado os registros de acesso e endereços IP relacionados ao e-mail institucional de Flávio.

O objetivo é identificar a origem das aberturas das mensagens enviadas pelo Missão desde 2 de agosto.

Os registros disponíveis atualmente mostram os horários de abertura, mas não identificam a pessoa responsável por cada acesso. Dependendo das informações preservadas pelo Senado, logs de conexão podem ajudar a apontar redes ou dispositivos utilizados.

A medida cria uma segunda trilha de investigação.

De um lado, a Polícia Judiciária terá de descobrir quem utilizou as credenciais vinculadas ao Missão e provocou o registro da filiação no sistema eleitoral.

De outro, os registros do Senado poderão ajudar a esclarecer quem teve acesso, no endereço institucional de Flávio, às comunicações relacionadas à filiação dez dias antes de o caso vir a público.

A investigação terá ainda de reconstruir o intervalo entre a tentativa de reversão feita pelo sistema do Missão e o momento em que o registro passou a constar como regular — e esclarecer se, como afirma o partido, o TSE recebeu outros alertas antes da conclusão do processamento.


FONTE: ICL NOTÍCIAS - 13/08/2026