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quarta-feira, 3 de junho de 2026

Economia: Em reação aos EUA, Lula decide ir à reunião do G7: “Pôr ordem na casa”

                                                 Foto:reprodução



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quarta-feira (3/6), que decidiu participar da reunião da cúpula do G7 — países com as 7 maiores economias mundiais —, que acontece em Evian, nos Alpes franceses, entre 15 e 16 de junho. Inicialmente, o chefe do Planalto pretendia não comparecer ao evento, mas ele justificou, nesta manhã, que precisa “colocar ordem na casa”.

“Eu nem ia no G7, mas agora eu vou, porque é preciso alguém colocar ordem na casa”, disse o presidente durante reunião ministerial no Palácio do Planalto. “E dar um fim no desmonte do multilateralismo, no desmonte da democracia e na desvalorização das instituições.”

Lula foi oficialmente convidado pelo presidente francês Emmanuel Macron para o evento. O G7 é um grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

A declaração ocorre um dia após o governo dos EUA propor uma nova sobretaxação de 25% aos produtos brasileiros.

O petista afirmou que pessoas estão “tentando trair o país” com interesses “rasteiros” de uma disputa eleitoral.

“Estão tentando trair o Brasil com interesses mesquinhos, interesses rasteiros, de uma disputa eleitoral. E não há disputa eleitoral, em qualquer país do mundo, que possa dar valor a alguém que trai a pátria. Alguém capaz de vender o seu país por interesses mesquinhos deles”, afirmou.

A expectativa é que Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrem-se no G7.

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Novo tarifaço

Na recomendação de tarifaço de 25%, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) justificou práticas de comércio consideradas desleais após concluir a investigação contra o Brasil respaldada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O documento preliminar aponta que políticas brasileiras sobre comércio digital, desmatamento ilegal e propriedade intelectual restringem ou oneram as transações norte-americanas.

Foi fixado o prazo de 15 de julho para que o Brasil adote medidas corretivas antes da aplicação definitiva das taxas.

Fonte: METRÓPOLES - 03/06/2026

Em Paris: Representante de Trump diz a ministro brasileiro que quer negociar tarifas


                                               foto:reprodução


 O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou nesta quarta-feira (3) ao chanceler brasileiro Mauro Vieira que, apesar das conclusões nas investigações contra o país, o governo de Donald Trump quer continuar a negociar uma solução com o Brasil.


O recado foi dado às margens de um encontro da OCDE, em Paris, do qual ambos participaram. Não houve uma reunião. Mas foi o norte-americano quem se aproximou para fazer o comentário.

Greer disse que está dialogando com o Brasil, que há um contato fluido e que quer continuar a dialogar.

Do lado brasileiro, o chanceler disse que a disposição do Brasil é a mesma e que recomendações de adoção de tarifas de 25% e de 12,5%, anunciadas anteontem e ontem pelo USTR, exigem intensificar as negociações.

O Brasil também sinalizou que os dois governos ainda estão dentro do prazo de 30 dias dado por Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, em encontro em Washington no mês passado.

fonte: Jamil Chade/ICL NOTÍCIAS -03/06/2026

Caetano Veloso e Gilberto Gil se unem em campanha contra jogos de azar no Brasil

                                                 foto:reprodução


Os baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil se uniram a Chico Buarque em uma campanha contra os jogos de azar no Brasil. Batizada de “Block no Tigrinho”, a campanha é liderada pelo movimento 342 Artes e reúne outros grandes nomes consagrados da cultura nacional para alertar a população sobre os impactos sociais, financeiros e psicológicos provocados pelas casas de apostas.

 

Além de Chico, e da dupla baiana, a campanha conta com a participação de Djavan, Paulinho da Viola, Marieta Severo, Alinne Moraes, Emicida, Camila Pitanga e Anitta, que recentemente fez um desabafo sobre o assunto nas redes sociais.

 

O slogan adotado pelo movimento é: “De que lado da influência você está?”. Ao longo do vídeo, as estrelas falam sobre como os jogos colaboram para o endividamento, vício e transtornos relacionados à saúde mental.

 

Entre os dados apresentados estão 1,8 milhão de brasileiros endividados por apostas em 2024, R$ 143 bilhões retirados do varejo entre 2023 e 2026 e 1,4 milhão de pessoas com transtornos associados a apostas online.

 

A mobilização ocorre em meio ao endurecimento das regras sobre publicidade de apostas no Brasil. Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 3915/23 propõe proibir artistas e influenciadores digitais de realizarem propaganda de cassinos online e jogos de azar.


Fonte:Bahia Notícias -03/06/2026

Brasil: Pobre, rico ou classe média? Calculadora mostra sua posição na distribuição da renda

 

                                               foto:Rafaela Araújo/16/07/25 -folhapress



  • Ferramenta usa dados oficiais de pesquisa do IBGE relativa a 2025. Confira a reportagem completa no link abaixo do site da Folha de São Paulo desta quarta-feira (3):

CNJ: Mantida vedação a pagamento de conciliadores por audiências frustradas no TJ-BA


                                                 Foto: Reprodução / Redes Sociais


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) negou provimento a um recurso administrativo interposto por um conciliador que contestava a legalidade do Decreto Judiciário nº 281/2025 do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), norma que veda o pagamento de honorários a conciliadores nos casos em que as audiências de conciliação são frustradas por ausência das partes.

 

A decisão foi unânime, sob relatoria do conselheiro Fabio Esteves, e ocorreu na 15ª sessão virtual do Plenário, em 15 de maio de 2026, com presidência do ministro Edson Fachin.

 

O requerente, conciliador atuante no âmbito do TJ-BA, sustentava que o ato normativo violava a Política Nacional de Tratamento Adequado de Conflitos, instituída pela Resolução CNJ nº 125/2010, além de configurar enriquecimento sem causa do Estado, nos termos do artigo 884 do Código Civil.

 

Ele argumentava que, mesmo quando as partes não comparecem, o conciliador cumpre escala, estuda os autos e permanece à disposição do Judiciário, justificando-se a contraprestação.

 

Pedia a suspensão liminar do dispositivo e, no mérito, a declaração de ilegalidade da norma, com determinação para que o TJ-BA passasse a remunerar as audiências designadas independentemente do comparecimento.

 

Ao analisar o caso, o relator destacou que a matéria já havia sido definitivamente decidida pelo Plenário do CNJ em 2022, que envolvia o mesmo tribunal e a mesma controvérsia jurídica.

 

Na ocasião, o Conselho entendeu que a sistemática de remuneração de conciliadores se insere na autonomia administrativa e financeira dos tribunais. O precedente reconheceu ser legítima a regra que condiciona o pagamento à efetiva realização da audiência ou à celebração de acordo, sobretudo diante do risco de fraudes em conciliações simuladas.

 

O recorrente tentou afastar a coisa julgada administrativa alegando a ocorrência de fatos novos, como a edição do próprio Decreto nº 281/2025, a existência de uma denominada “pauta morta” (processos sem citação mantidos em pauta, que exigiriam estudo prévio e gestão de cancelamentos sem contraprestação), a suposta obscuridade do Edital nº 01/2023 e o enriquecimento sem causa do Estado.

 

O relator, contudo, entendeu que nenhum desses argumentos configura fato novo apto a reabrir a discussão. “A mera edição de novo ato normativo que reproduz, em essência, a sistemática remuneratória anteriormente chancelada pelo CNJ não constitui fato novo”, escreveu o conselheiro Fabio Esteves em seu voto. Ele acrescentou que a alegação de “pauta morta” apenas expõe consequências práticas da norma, sem modificar o núcleo da controvérsia já decidida, qual seja, a validade da remuneração por produtividade.

 

Quanto à alegada obscuridade do edital, o relator observou que o instrumento convocatório previa remuneração por Unidade de Valor vinculada às audiências realizadas ou aos acordos celebrados, com remissão expressa à regulamentação da Presidência do Tribunal, não havendo indução a erro. Destacou ainda que a atuação como conciliador é voluntária, implicando adesão ao regime jurídico definido pelo tribunal, inclusive quanto aos critérios de pagamento.



Fonte: Bahia Notícias - 03/06/2026

Feira de Santana: Dep. Zé Neto é advertido por governador durante fala de José Ronaldo; vídeo

 

                                                 foto:reprodução/Redes Sociais


O deputado federal Zé Neto (PT) foi advertido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) durante sua participação na cerimônia de entrega de títulos de posse para famílias da Lagoa Grande, em Feira de Santana, na manhã desta terça (2). Em um momento do evento, que viralizou nas redes sociais, o parlamentar teria tentado atrapalhar o discurso do prefeito feirense, José Ronaldo de Carvalho (União). 

 

 

Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, no palco, enquanto o prefeito de Zé Ronaldo (União Brasil) discursava, o deputado manipulava uma garrafinha de água mineral. Até aí tudo bem, é só mais um político aparentemente desviando o foco enquanto um adversário fala, mas o pitoresco veio na sequência.

 

Ao ver o hiperfoco do parlamentar na PET, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), decidiu tomar o item da mão de Zé Neto. Esse momento chamou a atenção de internautas na internet, que questionaram se a ação de Zé Neto poderia ter sido proposital.

 

Horas antes, ao ser questionado pela reportagem do Acorda Cidade sobre a sintonia com o governador, o prefeito ressaltou que ainda cultiva uma relação de respeito mútuo com o atual chefe do Palácio de Ondina.



Fonte: BAHIA NOTÍCIAS - 03/06/2026

Dark Horse: ONG usou emenda de vereador para pagar advogado de Frias


                                            Foto:Mario Frias/reprodução




 A ONG da produtora do filme Dark Horse contratou o advogado do deputado federal Mario Frias (PL-SP) para prestar serviços em evento bancado com emenda de vereador pela Prefeitura de São Paulo.

O Instituto Conhecer Brasil (ICB) foi alvo de operação da Polícia Civil sob suspeita de possíveis desvios no serviço de instalação de pontos wi-fi na cidade de São Paulo. Uma das suspeitas é que o contrato possa ter sido usado para bancar o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é produzido por Frias.

Paralelamente ao contrato de wi-fi, o ICB atua na execução de eventos pagos com emendas parlamentares. O escritório Fábio Lago Meirelles foi contratado para prestar serviços no evento Rumos da Inovação na Educação do Futuro Agora (Riefa), realizado no ano passado.

Meirelles foi contratado pelo ICB para atuar em serviços contábeis e jurídicos do evento, por R$ 50 mil.

O advogado Fabio Lago Meirelles defende o deputado federal em ações na Justiça Eleitoral e também na Justiça comum, com processos entre 2022 e 2026. Entre os processos em que Meirelles atuou, por exemplo, está a defesa de Mario Frias em ação da cantora Ludmilla contra o político, por postagens em rede social. Frias venceu a ação.

Uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo já havia apontado que emenda de Frias teria sido usada para pagar o mesmo advogado, em valor de R$ 80 mil.

Evento inflacionado


Conforme o Metrópoles revelou, o evento patrocinado pela prefeitura que contou com a atuação de Meirelles, o Riefa, custou R$ 750 mil, bancado com emenda do vereador André Santos (Republicanos). As empresas de um dos conselheiros do ICB, Eduardo Ferreira Franco, receberam R$ 445 mil referentes a valores para vídeo, conteúdo para metaverso, locação de equipamentos e cenografia.

A edição de 2025 do Riefa foi inflacionada em relação ao ano anterior. Os gastos com palestrantes passam de R$ 66 mil para R$ 170 mil, alta de 157,6%, enquanto os investimentos em produção de vídeo sobem de R$ 48 mil para R$ 148 mil, crescimento de 208,3%. Já o conteúdo voltado ao metaverso mais que dobra, avançando de R$ 85,5 mil para R$ 181,5 mil, aumento de 112,3%.

Apesar do alto investimento, o público foi limitado. A reportagem verificou, na página do YouTube, com cerca de 4 mil inscritos, que a transmissão ao vivo dos dois dias de evento no ano passado não chegou a 2 mil visualizações. Os cortes dos palestrantes variaram entre 30 e 1,2 mil visualizações.

O que dizem os envolvidos


O ICB afirmou que cumpriu integralmente o mandado judicial expedido pelas autoridades, afirmando ter colaborado de forma “transparente, respeitosa e imediata” com os procedimentos realizados. Segundo a entidade, desde o início colocou-se à disposição para fornecer documentos, informações e esclarecimentos necessários à apuração dos fatos.

Em nota, o instituto disse ainda que contratou perícia e auditoria especializadas para dar suporte técnico e jurídico às investigações e que está colaborando com os órgãos responsáveis. A organização declarou confiar que os procedimentos em curso irão demonstrar a “regularidade das ações desenvolvidas”, a “correta aplicação dos recursos” e a “inexistência de desvio de finalidade” nos projetos executados. Também afirmou que seguirá à disposição da Justiça e dos órgãos de controle, defendendo que a análise técnica e documental contribuirá para o “completo esclarecimento dos fatos”, com observância do devido processo legal, da transparência e do compromisso com a verdade.

A reportagem procurou o deputado Mario Frias, o escritório de Fábio Lago Meirelles e o vereador André Santos, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto.

Fonte:METRÓPOLES - 03/06/2026

Economia: Contra a China, Trump quer mais 12,5% de tarifas sobre o Brasil


                                                    foto:reprodução


 O governo de Donald Trump concluiu que o Brasil e outras dezenas de economias violam as leis trabalhistas e que, portanto, sugere que novas tarifas terão de ser aplicadas.

A investigação foi concluída e seus resultados foram publicados nesta madrugada pelo Escritório de Comércio da Casa Branca.

A taxa, se aplicada, se somaria ao imposto de 25% já anunciado nesta semana contra o Brasil e outros 10% já aplicado pelo governo Trump contra todos os países.

Desta vez, a alegação é de que o Brasil permite a entrada em seu território de produtos que estariam sendo fabricados com trabalho forçado. Dali, eles seriam incorporados a produtos nacionais e exportados aos EUA ou concorrendo contra produtos americanos no mercado brasileiro.

A meta, segundo especialistas, é a de onerar os países que estão importando produtos chineses, principalmente nos setores que concorrem contra bens americanos.

O informe anuncia:

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) constatou que o Brasil não conseguiu impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado.

Constatamos que a falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado é irrazoável.

Constatamos que a falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado onera ou restringe o comércio dos EUA.

Embora o Brasil alegue proibir importações produzidas com trabalho forçado por meio da implementação de seus compromissos em acordos de investimento e acordos de livre comércio, essas disposições não proíbem legalmente a importação de bens produzidos total ou parcialmente por trabalho forçado de outra economia para o mercado interno para venda.

Pelos motivos expostos, os resultados desta investigação indicam que os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados à falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado são irrazoáveis ​​e oneram ou restringem o comércio dos EUA.

 

Num comunicado, a Casa Branca explicou que as práticas de 60 economias relacionadas à falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado são consideradas injustificadas e oneram ou restringem o comércio dos EUA.

“A falha de nossos parceiros comerciais mais importantes em abordar a questão da importação de bens produzidos com trabalho forçado é inaceitável. Isso cria uma dinâmica em que os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em condições desiguais”, afirmou a Embaixadora Jamieson Greer.

“Não toleraremos mais essa disparidade. Alguns parceiros comerciais já tomaram medidas iniciais para impedir a importação de bens provenientes de trabalho forçado, inclusive por meio do USMCA e de compromissos firmados em Acordos de Comércio Recíproco. No entanto, cada um de nossos parceiros comerciais deve fazer mais para garantir que o comércio não incentive e perpetue o trabalho forçado em nível global”, explicou.

O governo, assim, propõe tarifas adicionais sobre todos os produtos das economias investigadas.

Para as economias que impõem uma proibição à importação de bens provenientes de trabalho forçado, que se comprometeram a impor e aplicar tal proibição por meio de um Acordo de Comércio Recíproco, ou para as economias que impuseram um regime parcial com o efeito de impedir a importação de certos bens provenientes de trabalho forçado, o Representante Comercial dos EUA propõe uma alíquota de 10% para as tarifas adicionais.

Para todas as demais economias, o Representante Comercial dos EUA propõe uma alíquota de 12,5% para as tarifas adicionais. O Representante Comercial dos EUA também propõe um mecanismo têxtil que permitiria a entrada nos Estados Unidos de um determinado volume de importações de vestuário e têxteis de certas economias com uma tarifa reduzida.

Consultas ainda serão realizadas e, até julho, o presidente Trump terá de tomar uma decisão.

Quem será punido com 12,5%

Argélia; Angola; Argentina; Austrália; Bahamas; Bahrein; Bangladesh; Brasil; Camboja; Chile; República Popular da China; Colômbia; Costa Rica; República Dominicana; Egito; El Salvador; Guatemala; Guiana; Honduras; Hong Kong, China; Índia; Iraque; Israel; Japão; Jordânia; Cazaquistão; Kuwait; Líbia; Malásia; Marrocos; Nova Zelândia; Nicarágua; Nigéria; Noruega; Omã; Peru; Filipinas; Catar; Rússia; Arábia Saudita; Singapura; África do Sul; Coreia do Sul; Sri Lanka; Suíça; Taiwan; Tailândia; Trinidad e Tobago; Turquia; Emirados Árabes Unidos; Reino Unido; Uruguai; Venezuela; e Vietnã.

Seis economias não conseguiram aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado: Canadá; Equador; União Europeia; Indonésia; México; e Paquistão. Elas, portanto, terão impostos de 10%.

Argumento

Segundo o governo americano, esses governos devem ser punidos pelos seguintes motivos:

(1) prejudica o objetivo universal de eliminar o trabalho forçado;

(2) permite que empresas que se valem de trabalho forçado produzam bens a um custo menor e, assim, distorçam as condições de mercado para empresas que não utilizam trabalho forçado;

(3) prejudica a lucratividade de empresas que não utilizam trabalho forçado; e

(4) contribui para a burla das proibições de importação de trabalho forçado existentes.

 

“A falha de cada uma das economias acima mencionadas em impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de trabalho forçado onera ou restringe o comércio dos EUA, sujeitando os produtores americanos à concorrência desleal de bens produzidos com trabalho forçado, tanto nos mercados de exportação quanto no mercado americano, e deslocando bens estrangeiros produzidos sem trabalho forçado ou insumos de trabalho forçado para os Estados Unidos e outros mercados”, completa.


fonte: JAMIL CHADE/ICL NOTÍCIAS - 03/06/2026