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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Cantor Roger Waters ataca família Bolsonaro e convoca brasileiros a votar em Lula



                                                  Foto: Ricardo Stuckert/ PR


Roger Waters, cofundador do Pink Floyd, entrou no debate sobre a eleição presidencial brasileira e declarou apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nas redes sociais na terça-feira (20), o músico britânico criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do atual presidente no segundo turno. Ele também convocou os brasileiros a comparecer às urnas no próximo domingo (25).
 

Na gravação, Waters afirmou que o Brasil desperta seu carinho devido às apresentações que realizou no país ao longo da carreira. Em seguida, dirigiu ataques pessoais a Flávio Bolsonaro e criticou o que classificou como uma aliança entre o senador e os Estados Unidos.
 

O artista disse que interesses americanos poderiam ameaçar os recursos naturais brasileiros, citando a Floresta Amazônica e as reservas minerais, e mencionou a família do presidente americano Donald Trump e Jared Kushner.
 

Ao justificar seu apoio a Lula, o músico disse que conheceu o presidente pessoalmente e demonstrou confiança nele. "Olhei nos olhos dele. É um homem honesto. É um homem que trabalhou para vocês a vida inteira, e vocês deveriam deixá-lo continuar trabalhando para vocês", disse.
 

Outro foco do pronunciamento foi a mobilização dos eleitores para o segundo turno. Waters defendeu que o comparecimento às urnas alcance índices de 90%, 95% ou até 100%. Para reforçar o apelo, pediu que os brasileiros ajudem parentes com dificuldades de locomoção a votar.
 

No fim do vídeo, Waters mencionou Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro assassinada em março de 2018 ao lado do motorista Anderson Gomes. "Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles a assassinaram. Vocês se lembram disso? Eu me lembro. Nunca vou esquecer. Por Marielle Franco, votem no domingo. Votem em Lula", declarou.
 

Essa não foi a primeira manifestação pública do britânico com relação à política brasileira. Em 2022, o músico enviou uma mensagem em vídeo para um evento da campanha de Lula. Em outubro de 2023, foi recebido pelo presidente no Palácio do Planalto.


FONTE: Por Leonardo Volpato/ FOLHAPRESS - 21/10/2026

Departamento de imigração dos EUA diz que Alexandre Ramagem é imigrante ilegal e violou leis

 

                                               foto:BBC


Alexandre Ramagem, ex- diretor da Abin no governo Bolsonaro, ainda pode ser deportado ou detido, diz Departamento de Segurança Interna dos EUA.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site da Agência Píblica em matéria assinada pelo jornalistas  Brenda Medina, ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), Natalia Viana.

Clique:https://apublica.org/2026/10/departamento-de-imigracao-dos-eua-diz-que-ramagem-e-imigrante-ilegal-e-violou-leis/


Apresentadora Angélica declara apoio a Lula após pronunciamento de mãe de Luciano Huck: "Coragem pra não me paralisar"


                                                foto:reprodução


A apresentadora Angélica, esposa do também apresentador Luciano Huck, surpreendeu os seguidores nesta quarta-feira (21) ao declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca reeleição em disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

 

Em vídeo publicado no Instagram, Angélica falou sobre a emoção de ver os jovens se movimentando em prol da democracia. A apresentadora afirmou que teve medo de falar sobre seu posicionamento político pelo julgamento e ataque do público, porém, entendeu ser necessário.

 

"Me emociona muito ver tantos jovens ocupando as ruas, as redes sociais levantando suas vozes, defendendo suas causas e participando ativamente das discussões sobre o nosso país. Como mãe, eu acho bonito ver essa geração se mobilizando, mostrando que existe força, esperança, vontade de transformar as coisas e é também olhando para esse movimento que eu encontro coragem pra não deixar essa angustia me paralisar e me impedir de falar sobre aquilo que eu acredito", disse.

 

 

Angélica frisa em seu depoimento não ser petista e nem ter um lado político, mas que apoia Lula por acreditar que ele irá manter a democracia no país.

 

"Sempre fui a favor da alternância de poder, não sou petista, não me vejo como de direita nem de esquerda, mas eu quero viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem uma das outras. Onde quem governa olhe pras pessoas com carinho, sem preconceito, sem debochar da dor e da luta de ninguém [...] e é por tudo isso que eu decidi votar no Lula", afirma.

 

A declaração de Angélica vem pouco menos de um dia após o posicionamento da mãe de Luciano Huck, a professora e arquiteta Marta Dora Grostein, que em vídeo expôs a luta do filho, Fernando Grostein, após ataques homofóbicos e o voto em Lula.

 

"Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fez meu filho Fernando sair do Brasil há sete anos. Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado [...] Diante do momento atual, eu voto Lula. A gestão do filho do Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente, as políticas sociais e culturais."



Fonte: BAHIA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO

Advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, tinha bunker para contar dinheiro vivo em aeroporto, investiga PF


                                    foto:reprodução




Polícia Federal encontrou uma sala secreta equipada com máquina de contar dinheiro vivo em um hangar no Aeroporto Internacional de Brasília, utilizado pelas empresas de aviação do advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A descoberta ocorreu após uma denúncia anônima recebida durante operação deflagrada em 7 de agosto, autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, para apurar suspeitas de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro.

A equipe policial retornou ao local, identificou uma alteração estrutural no hangar e localizou o compartimento oculto, com porta metálica robusta e aparentemente blindada. Tomaz nega irregularidades e afirma que a sala e os equipamentos servem à prestação de serviços para empresas de transporte de valores.

Flávio Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) em um novo inquérito instaurado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, justamente pela relação com Willer Tomaz.

A descoberta da sala secreta


Segundo relatório da Polícia Federal obtido pelo Estadão, a equipe que realizava buscas nos hangares 36 e 37 da área executiva do Aeroporto Internacional de Brasília havia encerrado a diligência quando recebeu uma denúncia anônima: havia um compartimento escondido no local, destinado a guardar dinheiro vivo. Os investigadores retornaram ao hangar e identificaram uma alteração estrutural no imóvel, além de uma porta metálica robusta e aparentemente blindada, que dava acesso ao ambiente oculto.

No interior do compartimento, a PF encontrou uma segunda máquina de contar dinheiro vivo. A primeira já havia sido apreendida no escritório de Willer Tomaz durante a mesma operação. Não havia dinheiro em espécie no local no momento da busca, mas a corporação registrou, no relatório, a presença de elementos materiais compatíveis com a utilização anterior do espaço para armazenamento seguro de valores. A combinação entre a estrutura do compartimento, projetada para dificultar o acesso, e os equipamentos encontrados é o que sustenta, para os investigadores, a hipótese de que o local servia à movimentação de numerário fora do sistema financeiro formal.

A investigação e as suspeitas

A operação foi deflagrada em 7 de agosto com autorização do ministro André Mendonça, do STF, e tem como foco suspeitas de ocultação de patrimônio para o senador Weverton Rocha (PDT-MA), além de indícios de lavagem de dinheiro em apostas esportivas. O advogado Willer Tomaz é apontado como figura central nas investigações e é descrito como amigo próximo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República.

A operação já havia encontrado, antes mesmo da sala secreta, indícios do uso frequente de dinheiro vivo por Tomaz e sinais de um padrão de vida considerado incompatível com a renda declarada. A descoberta do compartimento blindado aprofundou as suspeitas dos investigadores sobre a possível movimentação física de recursos em larga escala.

O fato de o advogado manter hangares com aeronaves disponíveis para táxi aéreo também interessa à PF: a corporação avalia se as aeronaves foram utilizadas como meio de transporte de numerário, hipótese que orienta a análise do material apreendido.

A defesa de Willer Tomaz

Em nota, Willer Tomaz negou qualquer irregularidade e apresentou uma explicação para a existência da sala e dos equipamentos. Segundo ele, o compartimento e as máquinas de contar dinheiro estão integrados à operação de suas empresas de aviação porque fazem parte de um portfólio de serviços prestados a empresas de transporte de valores.

“A sala cofre e os equipamentos mencionados estão localizados nos hangares das empresas de aviação e são essenciais para a prestação de serviços a empresas de transportes de valores que temos em nosso portfólio”, afirmou. “É fantasiosa e ridícula a tese de que a sala seria usada para contar ou guardar recursos de origem não declarada”, emendou.

A defesa do advogado, portanto, enquadra o compartimento não como estrutura clandestina, mas como infraestrutura operacional de um negócio legítimo. A consistência dessa versão com os elementos materiais encontrados pela PF, incluindo a natureza blindada da porta e a ausência de qualquer sinalização externa do ambiente, é um dos pontos que a investigação deverá examinar com mais detalhe nas próximas etapas.

Aeronaves

Durante a operação de 7 de agosto, a PF apreendeu quatro aeronaves nos hangares de Willer Tomaz: um helicóptero Robinson R66 (2012), um avião Cessna 550 Bravo (2001), um helicóptero Helibras AS 350 B2 (2007) e uma aeronave Cessna Aircraft (2000). As aeronaves foram acauteladas no próprio hangar, sob responsabilidade de uma funcionária da empresa, e não removidas do local.

Os investigadores também extraíram cópias das listas de passageiros das aeronaves referentes aos últimos anos, além dos diários de bordo. O objetivo é identificar quem utilizava os voos, já que as aeronaves eram disponibilizadas para serviços de táxi aéreo. A PF ainda analisa esse material e investiga a possibilidade de que as aeronaves tenham sido usadas para o transporte físico de numerário, o que conectaria a descoberta da sala secreta a uma eventual rota de movimentação de recursos fora do sistema bancário. O resultado dessa análise pode ampliar o escopo da investigação e o número de pessoas sob suspeita.


Fonte: REVISTA FÓRUM - 21/10/2026

SP: Justiça decreta prisão de acusados de golpe na família Di Genio, da Unip



                             foto:reprodução/Imagem: Danilo Verpa - 9.nov.2015/Folhapress.


 A Justiça de São Paulo decretou, em 15 de outubro, a prisão preventiva de seis investigados por tramar um golpe de quase R$ 1 bilhão contra a família Di Genio, do Grupo Unip-Objetivo. Os réus respondem por falsificação de documentos e fraude.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL desta quarta-feira (21):


https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/10/21/justica-decreta-prisao-de-acusados-de-golpe-na-familia-di-genio-da-unip.htm

Eleições 2026: MPE cobra medidas do TSE para garantir voto de indígenas no segundo turno


                                              FOTO:REPRODUÇÃO



O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, providências para garantir o direito ao voto da população indígena no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). O órgão recebeu relatos de dificuldades de transporte e falta de mesários que falem línguas indígenas durante a votação do primeiro turno.

 

Segundo o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, os problemas foram registrados em Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco, Amazonas e Pará. O MPE solicitou apoio institucional para corrigir os obstáculos e evitar novas restrições ao exercício do voto. Um dos casos envolve a Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.

 

A Justiça Eleitoral negou um pedido da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) para disponibilizar transporte fluvial gratuito, água e alimentação a eleitores de 43 aldeias durante o segundo turno. Na decisão, a juíza Dálethe Borges Messias, da 42ª Zona Eleitoral do Amazonas, reconheceu a importância de garantir o voto dos indígenas em condições de igualdade, mas afirmou que a solicitação foi apresentada fora do prazo necessário para organizar a operação.

 

A magistrada também apontou falta de recursos da Justiça Eleitoral para custear o transporte e a alimentação. A Univaja afirmou que, em eleições anteriores, houve articulação com a Justiça Eleitoral para viabilizar o deslocamento dos eleitores, mas que a logística não foi garantida neste ano. Segundo a entidade, a abstenção indígena no primeiro turno ficou entre 30% e 35%, e a negativa preocupa diante das dificuldades de acesso às seções eleitorais.

 

A Terra Indígena Vale do Javari tem cerca de 8,5 milhões de hectares e abriga mais de 6 mil indígenas, distribuídos em 74 aldeias e sete povos. Localizada no oeste do Amazonas, na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, a região também concentra povos indígenas isolados e enfrenta ameaças como narcotráfico, garimpo ilegal e extração clandestina de madeira.



fonte: BAHIA NOTÍCIAS -21/10/2026

Ex-governador do DF pilotou operação BRB-Master, e Vorcaro fala em propina de R$ 80 mi



                O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o governador do DF, Ibaneis Rocha/  Imagem: Rubens Cavallari/Folhapress e Renato Alves/ Agência Brasília



O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) articulou a operação do BRB (Banco de Brasília) com o Banco Master em conjunto com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, mostram mensagens extraídas pela PF (Polícia Federal).

Confirea reportagem completa de Natália Portinari, Cézar Feitoza, e Fabio Serapião, no link abaixo do site UOL desta quarta-feira (21):

https://noticias.uol.com.br/colunas/natalia-portinari/2026/10/21/ibaneis-pilotou-operacao-brb-master-e-vorcaro-fala-em-propina-de-r-80-mi.htm

Flávio Bolsonaro recebeu R$ 4 milhões de advogado que buscava votos no Senado

                                                    Reprodução/ Sam Pancher


O escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu R$ 4 milhões do escritório de Edvaldo Nilo semanas antes de o também advogado ter sua recondução ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) discutida no Senado e aprovada com dois votos do agora candidato à Presidência da República.

Nilo, que fez parte da Comissão de Ética Pública entre 2022 e 2025, indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, é conselheiro do CNMP desde 2023 na vaga destinada à Câmara dos Deputados. No ano passado, a recondução dele precisou ser aprovada pelo Senado. No período que antecedeu à discussão no Senado, o escritório de Flávio Bolsonaro emitiu duas notas contra a Nilo & Almeida Advogados Associados, de Nilo. A primeira, em 6 de agosto, no valor de R$ 2 milhões, com uma breve descrição do serviço: “Assessoria Jurídica”.

A segunda repetiu valor e a descrição do serviço, tendo sendo emitida em 17 de outubro. Flávio, dias depois, votaria a favor da recondução de Nilo como conselheiro do CNMP tanto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) quanto, depois, no Plenário do Senado. As duas votações ocorreram em 12 de novembro de 2025.

A Nilo & Almeida Advogados Associados é um escritório especializado em precatórios e tem como maior fonte de receita a União. Em 2025 a banca reportou uma receita comercial líquida de R$ 143 milhões, quase exclusivamente com órgãos públicos e hospitais beneficentes.


Fonte: /Metrópoles - 21/10/2026 07h:57