Os estudantes do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Edivaldo Machado Boaventura, da cidade de Barra do Mendes, visitaram o Campus XVI da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Irecê, nos dias 24/09, com as turmas do turno matutino, e 29/09, com as turmas do turno vespertino.
Na ocasião, os estudantes estiveram acompanhados pela coordenadora pedagógica, professora Ivanete Gomes, e pelas docentes Maria Thamires, Naiara Rocha, Tárcia Barbosa e Silvania, além de Elber Barbosa, do Núcleo de Comunicação.
Os estudantes foram recebidos pelo secretário acadêmico, Jorge Luiz, e por Luara Roberta, do Núcleo de Comunicação do Campus. Em nome da diretora do Campus XVI, professora Lívia Rodrigues, eles deram as boas-vindas aos estudantes e parabenizaram os professores pela iniciativa da visita.
Durante a visita, os estudantes conheceram as instalações físicas do Campus e participaram de uma conversa sobre as modalidades de acesso à UNEB e as políticas de permanência estudantil. Também tiveram a oportunidade de conversar com discentes do quarto semestre do curso de Agroecologia e com as professoras Ana Karine, coordenadora do curso de Administração; Maria Dorath, docente dos cursos de Agroecologia e Pedagogia e coordenadora do curso de pós-graduação em Educação do Campo e Agroecologia; e Patrícia Rosendo, professora de Literatura do curso de Licenciatura em Letras.
O Campus XVI da UNEB, em Irecê, tem buscado fortalecer a interação com os diferentes segmentos educacionais do território. Nesse sentido, a visita de adolescentes e jovens ao Campus possui grande significado para a Universidade, que reafirma, por meio dessas ações, seu compromisso com a sociedade e com a aproximação entre a Educação Básica e o Ensino Superior.
A cidade de Barra do Mendes pertence ao Território de Irecê e está localizada a aproximadamente 60 quilômetros de Irecê.
Fotos: Luara Roberta/UNEB e Elber Barbosa/Colégio Edivaldo/Barra do Mendes.
Com os alunos do curso de Agroecologia em sala
Professora Dorath, com a equipe do Edivaldo -29/09
Profa. Tárcia e Jorge Luiz
Entrada/Saída dos prédios anexos para o prédio principal
Discentes Ana Paula e Sabrina, monitoras da Casa da sementes.
No laboratório de Informática
Casa da sementes
No prédio do centro de pesquisas Agroecologia
No laboratório de Informática
No auditório do Campus
Profa. Ana Karine - Coordendora do curso de Administração
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), questionou por que a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Estela Aranha é mais atacada do que os ministros Kassio Nunes Marques e Gilmar Mendes pelas decisões sobre o debate presidencial da Globo.
Em texto divulgado na tarde desta sexta-feira (2/10) no Instagram, intitulado “Poder Judiciário e eleições”, Dino comparou as decisões dos três magistrados.
Segundo ele, Kassio determinou a participação de Romeu Zema (Novo), Gilmar garantiu a presença de Renan Santos (Missão) e Estela tratou da existência ou não de uma cadeira vazia no debate.
“Digo isso para defender a legitimidade dos dois magistrados (ministros Kassio e Gilmar) e da magistrada (ministra Estela) que tomaram decisões judiciais sobre regras de debates, a exemplo do que já ocorreu dezenas de outras vezes no Brasil. São três decisões legítimas, sendo igualmente legítimas as discordâncias quanto aos seus conteúdos”, escreveu Dino.
O ministro prosseguiu: “O que não é legítimo é pretender voltar a antes de 1930, à República Velha (ou das oligarquias), em que não existia Justiça Eleitoral e só existia uma lei: a lei do mais forte. Uma última pergunta: por que a decisão judicial da única mulher (ministra Estela) é mais atacada do que a decisão dos dois homens (ministros Kassio e Gilmar)?”
247 – A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tornou-se alvo de uma dura ofensiva do Grupo Globo depois de tomar uma decisão que impediu que o debate presidencial previsto para esta quinta-feira (1º) se transformasse num espetáculo de ataques contra um candidato que não estaria presente para responder. Em coluna publicada por Malu Gaspar, O Globo reúne críticas anônimas de ministros e ex-ministros da Justiça Eleitoral para apresentar a decisão como inédita, esdrúxula e censória.
A coluna sustenta que Estela interferiu em regras previamente acertadas entre a emissora e as campanhas ao proibir que a Globo mantivesse no cenário um púlpito vazio identificado com o nome do presidente Lula e permitisse que os demais candidatos dirigissem perguntas ao ausente.
A decisão efetivamente alterou as regras previamente acordadas. A Globo confirmou que a ata previa tanto a permanência do púlpito vazio quanto 30 segundos para que os candidatos presentes formulassem perguntas a quem não comparecesse.
O ponto que a ofensiva contra Estela deixa em segundo plano é justamente o fundamento central de sua decisão: a participação em debates eleitorais é facultativa e, segundo a magistrada, as regras impostas pela emissora poderiam ultrapassar a simples organização jornalística e funcionar como instrumento de pressão sobre quem exercesse o direito de não comparecer.
Perguntar para quem?
A pergunta elementar que precisa ser feita é: qual seria a finalidade jornalística de dirigir perguntas a alguém que não está presente?
Não haveria resposta. Não haveria réplica. Não haveria tréplica. Não haveria confronto de argumentos.
Haveria apenas candidatos diante das câmeras formulando acusações ou provocações a um púlpito vazio, sem qualquer possibilidade de contraditório naquele ambiente.
Transformar isso em grande princípio da liberdade de imprensa é, no mínimo, discutível.
Estela Aranha entendeu que destacar visualmente a ausência de um candidato e identificá-lo nominalmente durante toda a transmissão poderia produzir efeitos que ultrapassariam a mera informação ao eleitor. Sua interpretação pode evidentemente ser contestada juridicamente. Mas tratá-la como uma extravagância sem apresentar com o mesmo peso seus fundamentos empobrece o debate.
A Globo não foi obrigada a cancelar nada
Há outro ponto essencial.
Estela Aranha não cancelou o debate.
Gilmar Mendes não cancelou o debate.
Nenhum tribunal proibiu a Globo de colocar os candidatos diante das câmeras naquela noite.
A Globo decidiu cancelar seu próprio programa.
A decisão de Estela impedia o púlpito vazio e as perguntas ao candidato ausente. A decisão de Gilmar Mendes determinava a inclusão de Renan Santos. Diante dessas determinações, a emissora afirmou que havia ocorrido uma “interferência indevida” em sua liberdade de organizar debates e tirou o programa do ar.
Poderia ter realizado o encontro normalmente, respeitando as determinações judiciais.
Um incêndio de grande proporção atingiu um galpão na tarde de ontem (01) em Irecê, municipio localizado no Centro Norte do Estado. A distribuidora Mundo das Utilidades, com endereço no chamado contorno de Lapão.
Imagens registradas mostraram uma grande quantidade de fumaça saindo do imóvel e as chamas se espalhando pelo estabelecimento.
A intensidade do incêndio provocou momentos de tensão e correria entre moradores e pessoas que passavam pela região.
Ainda não há informações sobre as causas do incêndio nem sobre os prejuízos provocados pelo fogo.
Ex-mulher do deputado federal e candidato ao Senado Arthur Lira (PP-AL), Jullyene Lins, divulgou um vídeo nesta quinta-feira (1º/10) no qual fala sobre o caso dela, sem citar o parlamentar. Jullyene acusou Arthur Lira de agressão, mas o político foi absolvido por falta de provas no Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015.
Nas imagens, ela rebate crítica de que “só aparece em época de eleição” e declara que “talvez seja porque é nesse momento em que vocês param para me ouvir”. “Durante anos tentaram transformar a minha dor em mentira. Tentaram transformar a vitima em culpada. Eu descobri da pior maneira que quando uma mulher enfrenta homem poderoso, ela não enfrenta apenas o homem – enfrenta o poder, o dinheiro, as relações e, principalmente, o silêncio”, afirmou.
Jullyene contou que recebeu “propostas” e disse que “tentaram fazer acordos”. “Mas quem acha que isso é sobre dinheiro nunca entendeu o tamanho da ferida. Se fosse por dinheiro, eu teria parado. Eu não parei. Levei a minha luta a Corte Interamericana de Direitos Humanos porque eu quero que a minha história seja ouvida”, acrescentou.
“Eu entendo que essa luta não é só minha pela mulher que denunciou e ninguém acreditou, pela que teve medo, pela que foi desacreditada e, principalmente, pela que ainda está em silêncio. O poder tenta calar uma mulher mas não pode exigir silencio de todas nós”, concluiu.
Em 2021, o STF também rejeitou uma queixa-crime apresentada por Jullyene Lins contra Arthur Lira. No caso, a mulher acusou o ex-marido de injúria e difamação após ser chamada de “vigarista”.
Fonte:Coluna Grande Angular/Metrópoles - 02/10/2026
Ao mesmo tempo em que ocupava um cargo central no gabinete do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o advogado Thiago Rodrigues de Faria recebeu R$ 105 mil de empresas de Fernando Alves Vieira. O empresário é sócio em diferentes firmas de Natália e Henrique Vorcaro, irmã e pai de Daniel Vorcaro. Ele também foi acusado pela empresa liquidante do Banco Master de ser “laranja” da família Vorcaro — acusação que Vieira nega.
O Núcleo Investigativo ICL Notícias obteve, com exclusividade, 18 notas fiscais emitidas pelo advogado de Nikolas Ferreira para as empresas de Vieira entre setembro de 2024 e dezembro de 2025, para pagamentos direcionados ao assessor e advogado de Nikolas.
Faria foi nomeado para o gabinete de Nikolas Ferreira em 9 de março de 2023. Como coordenador da assessoria jurídica, recebia salário de R$ 17,2 mil, informa a Câmara dos Deputados. Já havia sido assessor de Nikolas na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
A Eagle & Shark Participações, Negócios e Serviços, administrada por Vieira e por André Beraldo de Morais, pagou R$ 50.340 em 17 notas mensais. O valor era de R$ 2.824 até março de 2025 e passou a R$ 3.036 a partir de então.
Em 17 de dezembro de 2025, outra empresa em que Fernando Vieira atua como sócio-administrador único pagou de uma só vez R$ 55 mil ao assessor de Nikolas Ferreira. Trata-se da Health Enterprises Participações e Serviços, conhecida como 2V Life. O valor supera tudo o que a Eagle & Shark havia pago em 15 meses. A nota foi emitida por Faria 29 dias depois de o Banco Central decretar a liquidação do Master e de Daniel Vorcaro ser preso.
Nota fiscal emitida por assessor de Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira pediu ajuda a Daniel Vorcaro
O ICL Notícias revelou em setembro um áudio enviado por Nikolas para Daniel Vorcaro em 30 de março de 2025. Nele, o deputado se refere a Thiago como “meu advogado” e “irmão meu”, e pede ajuda a Daniel Vorcaro. No áudio, Nikolas diz: “Ei Dani, tudo bom? Como você está? Como estão as coisas aí? Desculpa te incomodar num domingo aí, é jogo rápido, também não quero tomar muito seu tempo. É o seguinte, meu amigo, meu advogado, enfim, irmão meu aqui, comentou comigo e falou daqui do seu nome. Eu falei: ‘não conheço o Dani, enfim, não tenho a proximidade assim, até mesmo a que eu queria ter, enfim, de conversar e trocar ideia, mas eu o conheço.’ Ele falou: ‘cara, tô com um ativo minerário lá, inclusive já passou pela ficha técnica, o pessoal técnico dele, enfim, tá pendente lá, tem algumas pessoas que sabem disso lá na empresa.’ E eu falei: ‘não, ué, eu posso dar um toque nele’. Então assim, não sei nem do que se trata, mas enfim é como é uma pessoa, enfim, que eu confio totalmente, tô passando aí pra você, pra se for do teu interesse, passar o contato dele aqui pra vocês tocarem isso, beleza? No mais, qualquer coisa tô aqui à disposição”
Nikolas envia o áudio e Vorcaro responde minutos depois com um áudio de visualização única. Na sequência, Nikolas agradece e envia o contato de Thiago Faria. Vorcaro então responde: “Amém irmão. Estamos na guerra juntos”. Nikolas escreve que vai “dar banho na pequena agora” e completa na sequência: “pra amanhã voltar pra guerra”. A conversa termina com Vorcaro dizendo ao deputado para “Thiago me chamar”.
As conexões do assessor de Nikolas com os Vorcaro
Ambas as empresas de Vieira possuem conexões com os Vorcaro. Na formação societária da Eagle & Shark, por exemplo, é possível constatar que Fernando Vieira, administrador e representante legal, tem como um dos sócios a Adaptar Gestão Participações. Essa companhia, por sua vez, é associada à Santa Lúcia Empreendimentos Imobiliários, que tem como sócia Natália Vorcaro – irmã do banqueiro Daniel Vorcaro e esposa de Fabiano Zettel.
As conexões não param por aí. A Santa Lúcia Empreendimentos Imobiliários também está conectada à Multimax Participações, empresa presidida pela mesma Natália Vorcaro e que tem como sócio e diretor Henrique Vorcaro, pai do banqueiro que também foi preso pelo escândalo do Banco Master.
A 2V Life se conecta indiretamente com a Igreja Batista da Lagoinha, liderada por André Valadão e que teve Fabiano Zettel como um de seus pastores. A 2V Life é sócia da Ouro Preto Entreprises Participações, administrada por Thiago Assumpção Henriques – também administrador da Igreja de Valadão.
Documentos enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) mostram que Zettel cobrou, em 2025, repasses de Daniel para custear a construção de um templo da igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou que familiares de Vorcaro repassaram mais de R$2 milhões para a unidade da Lagoinha, após a cobrança do cunhado.
O liquidante do Banco Master afirma, em ação civil nos Estados Unidos, que Vieira atuou como “laranja” de Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel.
Henrique foi preso em maio de 2026. Vieira nega a acusação, que não teve novos desdobramentos desde junho. Ele não está entre os indiciados no primeiro inquérito da Polícia Federal sobre o caso Master, concluído em agosto. Em janeiro de 2026, foi citado em decisão do ministro Dias Toffoli como procurador de Valdenice Pantaleão de Souza, apontada como “laranja” da Clínica Mais Médicos.
Operação Rejeito
Thiago Rodrigues de Faria teve seu nome exposto por envolvimento com empresas e investigados que foram presos na Operação Rejeito, deflagrada em setembro de 2025, alguns meses depois da troca de mensagens.
A PF prendeu 22 pessoas preventivamente em meio a uma investigação de um esquema criminoso de extração ilegal de minério de ferro na Serra do Curral, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo uma reportagem do jornal O Estado de Minas, Thiago Rodrigues de Faria atuou como intermediário, por meio de um contrato de confiabilidade, de uma negociação envolvendo uma lavra de minério e empresas investigadas pela PF nessa operação. Uma delas é a Gmais Ambiental. Pelo trabalho do assessor de Nikolas, os verdadeiros donos não teriam os nomes publicizados.
De acordo com os investigadores, a Thiago Rodrigues Sociedade Individual de Advocacia tinha um contrato, assinado em janeiro de 2025 com a Gmais, e a empresa receberia 25% do lucro total, estimado entre de US$ 30 e US$ 45 milhões, caso a autorização para que uma área pudesse voltar a minerar e uma lavra fosse vendida.
No inquérito da PF, está descrito: “chamaram a atenção os valores prováveis da negociação sobre os quais os apresentantes seriam remunerados. O valor inicial era de US$ 30.000.000,00 podendo ultrapassar os US$ 45M, valor que geraria 20% de comissão aos parceiros Gmais, Estabil escritório contábil e Thiago Rodrigues advocacia”, diz um trecho do inquérito.
Esse contrato entre a Gmais e a empresa do assessor de Nikolas também tinha como sócia a mineração Topázio Imperial, que detém os direitos minerários da lavra onde está localizada uma das barragens de maior risco de Minas Gerais, a barragem Água Fria, considerada um dos sete barramentos com maior risco de rompimento no Brasil. Na época, estava sem operação por ação do MPF.
Ainda de acordo com a PF, o grupo queria vender a lavra da Topázio para exploração. No entanto, era necessário liberar a empresa, detentora dos direitos minerários de lavra em Ouro Preto, no Distrito de Rodrigo Silva.
Resposta do advogado de Nikolas Ferreira
Thiago Faria informou ao ICL Notícias que recebeu dinheiro de Fernando Alves Vieira e que, apesar de ter sido o assessor do Nikolas Ferreira, “não há impedimento legal para que eu exerça a advocacia”. “Eu advogo para o senhor Fernando Alves Vieira, isso é verdade”, afirmou. Ele disse que Nikolas não sabia que Vieira era seu cliente. “Não são todas que ele sabe. Eu não tenho como ficar atualizando ele de tudo. Tá? Eu sou advogado criminalista e exerço a minha função”, disse.
Ele disse que ele e o deputado não pediram ao Daniel Vorcaro para destravar ativo minerário. “Nós não sabíamos que Daniel Vorcaro era esse sujeito enrolado nesse tanto de confusão e eu estava vendendo um ativo para vários empresários, que é uma prática regular de advocacia que o estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil me permite, e em determinado momento eu comentei com o Nikolas e ele mandou um áudio para o Daniel que era um cara que ele não sabia que tinha problema”, disse o assessor de Nikolas. “Em relação ao Fernando e Vorcaro, se ele era laranja e tudo, eu não tenho essa informação”, finalizou.
O empresário Fernando Alves Vieira foi procurado por intermédio das suas duas empresas que aparecem citadas nestas reportagem (Eagle & Shark Participações e 2V Life), mas não retornou os questionamentos feitos. O espaço segue aberto para manifestação.
Tebet em campanha - foto: Rebeca Ligabue/Metrópoles
Candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) afirmou nesta quinta-feira (1°/10) que Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, desistiu de ir ao debate da TV Globo por ser “covarde”, apesar de “bancar de machão”.
O “filho 01” de Jair Bolsonaro (PL) anunciou a ausência na noite desta quinta, pouco mais de uma hora antes do debate, que foi cancelado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também havia comunicado que não iria antecipadamente.
“Ele [Flávio] não vai ao debate não é por estratégia política. Ele não vai ao debate é por medo, é porque é um covarde, é porque está com medo da verdade da boca de um candidato [Renan Santos (Missão)] que tem coragem também de dizer que nós estamos diante das eleições mais importantes da história das nossas vidas”, afirmou Tebet durante um comício de campanha, na Praça Roosevelt, no centro da capital paulista.
Também participaram Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo; o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB); e Marina Silva (Rede), candidata ao Senado.
Tebet disse que “o problema não é não ir ao debate”. “O problema é alguém bancar de machão, discriminar as mulheres, utilizar palavras de baixo calão”, criticou.
Na ocasião, a ex-ministra também falou diretamente aos eleitores indecisos. “A grande pergunta que nós temos que fazer para aqueles que estão indecisos nesses três dias é que Brasil que nós queremos para os próximos quatro, oito e dez anos”, completou Tebet.
A ex-ministra apontou que sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), com Guilherme Derrite (PP) como secretário de Segurança Pública paulista, os casos de feminicídio tiveram uma alta alarmante no estado de São Paulo. Derrite atualmente é um dos principais adversários na corrida ao Senado.
Luís Inácio Lula da Silva, o Lula, compartilhou nas redes sociais uma mensagem de pesar pela morte de Lito Sousa, horas após o falecimento do comunicador nesta quinta-feira (1°/10). Diagnosticado com uma doença rara e sem cura, o técnico de aviação causou mobilização nacional e internacional em meio a luta em busca de um tratamento.
“Quero expressar meus sentimentos pela partida de Joselito Geraldo de Sousa, o Lito Sousa, que soube cativar o público com o seu canal Aviões e Músicas”, escreveu o presidente da República. “Lito se tornou uma das grandes referências da internet brasileira, trazendo aquilo que a comunicação pode ter de melhor: responsabilidade com a informação, capacidade de explicar temas complexos de forma didática e uma grande proximidade com o público.”
O influenciador, youtuber e empresário Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1°/10), aos 59 anos, após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. A condição neurológica é considerada rara, degenerativa, progressiva e fatal, causada pelo acúmulo de uma proteína anormal no cérebro chamada príon.
Lito chegou a receber o medicamento experimental contra a doença, que chegou ao Brasil em 11 de setembro, após o influenciador receber uma autorização excepcional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ter acesso à substância ALN-6457. Ele foi a primeira pessoa a usar o medicamento, testado anteriormente somente em animais.
Lito já lutava contra um câncer de próstata em estágio inicial, diagnosticado no início deste ano.
Joselito Geraldo de Sousa, mais conhecido como Lito, tinha 59 anos e acumulava mais de 36 anos de experiência no mundo da aviação. Formado em manutenção de aeronaves, ele já atuou em empresas do ramo, como a United Airlines.