foto:reprodução
Estudantes da UniFTC Paralela, em Salvador, denunciam uma série de problemas que, segundo eles, comprometem a rotina acadêmica e as condições oferecidas pela instituição. As reclamações envolvem mudanças na aplicação das provas, dificuldades para obter respostas da coordenação, questionamentos sobre cobranças financeiras e problemas na estrutura física, incluindo banheiros em condições consideradas inadequadas.
De acordo com os denunciantes, a insatisfação com o formato das avaliações começou no semestre passado e continua neste período letivo. Os alunos questionam mudanças na realização das provas e afirmam que algumas avaliações apresentam erros e precisam passar por correções. Eles também levantam dúvidas sobre o processo de elaboração dos exames, alegando que as provas seriam preparadas pela própria instituição, e não diretamente pelos professores.
Outra reclamação diz respeito à conduta de uma docente durante uma avaliação presencial. Conforme o relato, a professora teria subido em uma cadeira para observar os estudantes enquanto eles realizavam a prova. Os alunos consideram a atitude constrangedora e afirmam que a situação prejudicou a concentração em sala.
Os estudantes também mencionam possíveis inconsistências no sistema acadêmico, com referências a artigos ou conteúdos que, segundo eles, estariam fora do prazo permitido pelo Ministério da Educação (MEC). A denúncia, porém, não especifica quais normas estariam envolvidas nem apresenta documentos que permitam confirmar essa alegação.
Na área financeira, os alunos relatam a emissão de um novo boleto mesmo após o pagamento de uma cobrança anterior pelo sistema da faculdade. A situação provocou questionamentos sobre os procedimentos adotados pela instituição e sobre a regularidade dos valores lançados.
A falta de assistência da coordenação é outro ponto de insatisfação. Segundo os estudantes, pedidos e dúvidas ficam sem respostas, deixando os alunos sem orientação ou solução para as demandas apresentadas.
As queixas também alcançam os recursos de ensino. Os denunciantes afirmam que não conseguem acessar a biblioteca da instituição e cobram o direito de consultar livros e outros materiais necessários à formação acadêmica. Eles ainda questionam a aplicação de questionários institucionais, que consideram constrangedores, e a atuação de funcionários como fiscais durante as avaliações, procedimento que classificam como inadequado.
As condições de higiene e conservação também foram citadas. De acordo com os relatos, há banheiros sujos e sem portas, além de problemas de infiltração em áreas dos fundos. Os estudantes ainda questionam diferenças entre as condições dos sanitários utilizados por alunos de outros espaços e os destinados ao curso de Odontologia.
Diante das reclamações, os estudantes cobram providências da instituição para esclarecer os questionamentos e melhorar as condições de ensino, atendimento e infraestrutura.
A reportagem buscou no site oficial da UniFTC um canal de interlocução com a assessoria de comunicação da instituição para solicitar esclarecimentos sobre as denúncias, mas não encontrou nenhum contato específico do setor. O espaço segue aberto para publicação de uma resposta da UniFTC.
Fonte:Redação do Alô Juca/reprodução 14/10/2026 00h:27