Após golear na partida de ida por 6 a 2, o Vitória confirmou a sua classificação para a final da Copa do Nordeste ao voltar a vencer o ABC por 4 a 3, nesta quarta-feira (27), em Natal, na Casa de Apostas Arena das Dunas.
Luiz Fernando abriu o placar para o Alvinegro Potiguar, Nathan Mendes empatou para o Vitória e, ainda no primeiro tempo, Luiz Fernando voltou a colocar o ABC em vantagem. Na etapa final, Baralhas, Fabri e Erick marcaram para o Leão, enquanto Igor Bahia fez o terceiro gol do ABC, fechando o placar em 4 a 3 e carimbando a vaga rubro-negra na decisão.
Esta será a oitava vez que o Vitória disputará a final da Copa do Nordeste. O Rubro-Negro conquistou o torneio em 1997, 1999, 2003 e 2010, além de ter sido vice-campeão 1998, 2000 e em 2002. Vale lembrar que o Leão também venceu o Torneio José Américo de Almeida Filho, em 1976, competição precursora do Nordestão, mas que não é reconhecida oficialmente pela CBF.
Com apenas uma derrota, cinco vitórias e três empates nos últimos nove jogos, o Leão volta a campo neste sábado (30), às 20h, contra o Santos, na Vila Belmiro, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Segundo a matéria, Eduardo vive em uma casa na cidade de Southlake. O imóvel seria avaliado em R$ 6 milhões e já foi anunciado para aluguel por R$ 30 mil (cerca de US$ 5,7 mil) por mês, de acordo com anúncios imobiliários.
“Desde março (de 2025), não recebo dinheiro público. Sou uma pessoa igualzinha a vocês: dinheiro privado, tudo meu. Moro de aluguel, ao contrário do que o Intercept falou. O Intercept dá fake news. O Intercept foi na casa errada, porque são péssimos jornalistas investigativos”, declarou.
Questionado sobre o valor do aluguel da casa revelado pela reportagem, Eduardo afirmou que não interessa, pois os recursos que bancam o aluguel seriam privados. “O valor pode ser o valor que quiser, o dinheiro é meu”, disse o ex-deputado.
Bruna Damaris Sant’anna da Silva havia desaparecido nesse domingo (24/5), durante um passeio de moto aquática com seu amigo, Dheoge Pereira, em Ilhabela, litoral de São Paulo. Ela foi resgatada com vida, em alto-mar, após três dias de busca, a aproximadamente 16 km da costa.
O resgate, após 42 horas à deriva no mar, surpreendeu todos que acompanharam as buscas – até mesmo especialistas em ocorrências do gênero. Nas redes sociais, surgiram centenas de questionamentos, principalmente sobre como foi possível encontrar Bruna ainda com vida.
O Metrópoles entrou em contato com especialistas, buscando responder às dúvidas do público. Seria, esse episódio, um milagre ou há fatores científicos que possam explicá-lo?
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Josélia Pegorim, meteorologista do Climatempo, afirma que um dos fatores que auxiliou na sobrevivência da mulher é a condição das massas de ar presentes na região. Em alto-mar, as chances de atingir uma hipotermia são altas e, dependendo da condição do ar no momento do acidente, esse quadro pode se consumar ainda mais rápido.
No entanto, apesar da baixa temperatura na região, as condições climáticas desta semana estavam menos agressivas que na semana anterior, o que pode ter facilitado a resistência da vítima. “Embora não houvesse mais a presença de ar de origem polar intenso no começo desta semana, o ar estava frio. Se fosse na semana passada, quando o ar estava mais frio e tivemos chuva frequente no litoral paulista, as condições para o corpo seriam piores”, diz Josélia.
“O maior inimigo nessa questão de sobreviver é o psicológico”
Em entrevista ao Metrópoles, Leonardo Nery, Comandante do 2° Pelotão De Bombeiros Náutico, aponta a força mental é uma das principais questões para a resistência em situações de risco. Ele relata que, a partir dos depoimentos, foi atestado que Bruna teria sido muito resiliente e esforçada para manter a calma. Mesmo passando pelas “fases do afogamento“, a mulher conseguiu superar o pânico e se manteve lúcida quase todo o tempo, fator de grande importância para a sua sobrevivência.
“Eu acredito que o maior inimigo nessa questão de sobreviver realmente é o psicológico, porque ele vai te abater. Primeiro você vai ter aquelas fases […] até a fase do afogamento, que é uma angústia; e o pânico, e depois você submerge. Eles estavam de colete, mas ela se manteve consciente em todo esse período. Tanto é que ela narra, ela perdeu um pouco a noção do tempo, o que era dia, ela lembra da noite, mas ela se perde um pouco em relação aos períodos. Então acredito que a primeira situação que aniquila a vítima nesse sentido é o psicológico, depois vem a questão do cansaço, a hipotermia, a desidratação, mas ela conseguiu sobreviver a isso tudo”, diz.
Segundo Leonardo, o que mais chamou a atenção em toda a equipe foi justamente o estado físico e psicológico da mulher. Para ele, Bruna aparenta estar muito melhor do que o esperado para alguém que passa por uma situação de vulnerabilidade como essa. “Ela está bem, está orientada, apesar do trauma, […] conversando com os médicos que a atenderam, até surpreendeu a todos lá, porque ela realmente se encontra bem e esperamos que cada dia ela esteja melhor”, continua.
Bruna continua internada no Hospital Mario Covas, em Ilhabela. Em nota, a prefeitura da cidade litorânea afirmou que, após a realização dos exames de controle e avaliação da equipe médica, Bruna apresentou evolução estável do quadro clínico, sendo liberada para o setor de internação, onde permanecerá em observação e recebendo os cuidados assistenciais necessários.
Além disso, o comandante ressalta os ensinamentos sobre segurança no mar que esse caso traz à tona: “O jet-ski [moto aquática] apresentou uma pane, afogou ou alguma coisa nesse sentido, não sabemos se foi uma pane seca, mas assim que o jet-ski parou, o que tinha que ter sido feito era verificar […] Eu acho que o alerta que esse tipo de ocorrência dá para todos, é que a segurança em primeiro lugar. Então, antes de nos aventurarmos no mar, é ter conhecimento técnico e se cercar de toda a segurança possível”.
Entenda o caso
Bruna Damaris Sant’anna da Silva, de 26 anos, e Dheoge Pereira Bernardino, de 28 anos, desapareceram nesse domingo (24/5), em Ilhabela, litoral de São Paulo.
Segundo as autoridades, o homem e a mulher participavam de uma confraternização em um barco quando decidiram se separar do grupo com a moto aquática por volta das 16h. Como os dois não retornaram ao local, os colegas iniciaram buscas preliminares ainda durante a noite, com apoio de pescadores e profissionais náuticos.
Na tarde dessa segunda-feira (26/5), com o apoio da Marinha do Brasil, foi possível localizar a embarcação aquática utilizada pelas vítimas — o veículo estava a mais de 20 km do local de origem. A partir desse ponto, as equipes conseguiram delimitar uma área de busca mais precisa, fator determinante para a localização de Bruna nesta data.
O homem, Dheoge Bernardino, permanece desaparecido, e as equipes do Corpo de Bombeiros seguem empenhadas nas buscas.
A diarista que foi sequestrada, agredida e empurrada de um penhasco na Serra do Rola-Moça, em Nova Lima, na Grande BH, havia pedido medida protetiva contra o ex-companheiro, de 52 anos, na última quinta-feira (21/5), quatro dias antes de ser raptada nessa segunda-feira (25/5).
Ana Cláudia da Silva Souza, de 41, foi resgatada ontem (26/5) pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMMG) depois de ficar quase 24 horas segurando-se na vegetação do penhasco, enfrentando frio e sede.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a diarista também foi estuprada. No entanto, apesar de Silvanildo Amâncio de Araújo confessar ter jogado a vítima quando foi preso em flagrante, também nessa terça-feira, ele não comentou ter abusado da vítima.
A PC informou, nesta quarta-feira (27/5), que ele foi preso pelos crimes de estupro e feminicídio tentado.
De acordo com a polícia, Silvanildo não superou o término da relação com Ana Cláudia da Silva Souza, com quem foi casado por 10 anos. Ele a sequestrou na segunda-feira, a agrediu e a levou para o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, onde a jogou de uma altura aproximada de 50 metros.
Segundo o suspeito, que confessou o crime à polícia, ele percebeu que Ana Cláudia estava viva depois de jogá-la e tentou ir até ela, mas, devido às irregularidades do penhasco e à vegetação, ele desistiu e fugiu. Ele viajou a noite toda até chegar em Corinto, no Norte de Minas, onde dormiu dentro do próprio carro.
Na manhã de ontem, ele foi para Várzea da Palma, na mesma região, onde foi preso às margens da MGC-469, próximo a um supermercado. De acordo com a PM, ele foi monitorado visualmente enquanto caminhava pela via e foi abordado. Ele não resistiu, confirmou sua identidade e confessou a autoria do crime.
Os policiais encontraram várias facas, o canivete utilizado para ameaçar a vítima, roupas e um celular embalado em papel-alumínio – prática frequentemente utilizada por criminosos na tentativa de dificultar rastreamentos via GPS. Segundo a PM, isso indica que ele tenha premeditado o crime.
Ele foi encaminhado à delegacia e as forças de segurança atuam nos desdobramentos da ocorrência. Ainda de acordo com a PC, Silvanildo foi encaminhado ao sistema prisional em seguida, onde segue à disposição da Justiça. Ainda não há informações sobre a audiência de custódia dele.
O caso
Ana Cláudia foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMMG) na manhã dessa terça-feira e conseguiu andar e conversar normalmente após o resgate. Ela foi encontrada se segurando em uma árvore, o que indica uma queda entre 40 e 50 metros de altura. Ela virou à noite entre os mirantes do Morro dos Veados e do Planeta.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima foi resgatada consciente, orientada e conseguiu se comunicar. Os militares informaram que Ana Cláudia foi localizada em uma região de mata de difícil acesso, o que exigiu uma operação especializada para aproximação e retirada segura. A aeronave Arcanjo foi mobilizada com equipe médica para auxiliar na operação e realizar o transporte da mulher ao Hospital João XXIII, em BH, onde segue internada nesta quarta-feira.
Conforme o boletim de ocorrência, o desaparecimento começou a ser investigado depois que a filha mais velha da vítima acionou a polícia ao perceber que Ana Cláudia não havia retornado para casa. Por volta das 7h15 de segunda-feira, a mãe enviou uma mensagem à primogênita informando que havia deixado a filha, de 9 anos, na Escola Estadual Olívia Pinto, como fazia diariamente, antes de seguir para o trabalho, no Barreiro.
Ainda conforme a mensagem, ela teria visto o ex-companheiro correndo do outro lado da rua e se escondendo. A criança chegou a comentar que aquele era o carro do “papai”, mas disse não conseguir vê-lo dentro do veículo. A última mensagem enviada pela vítima foi registrada por volta das 8h. Horas depois, às 18h30, a filha mais velha recebeu uma ligação da patroa de Ana Cláudia informando que ela não havia chegado ao trabalho e também não atendia às ligações.
A jovem acionou o telefone 190 e informou o desaparecimento. Segundo a PMMG,
um ex-genro do suspeito contou aos militares que conversou com ele por telefone. Durante a ligação, o homem afirmou que estava com a vítima no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, próximo ao Bairro
Jardim Canadá, e ameaçou jogá-la de um penhasco.
O familiar tentou convencer o suspeito a desistir e pediu a localização exata para ajudá-lo. O homem concordou em informar o local, mas exigiu que ele fosse sozinho. No entanto, ao chegar ao ponto combinado, o suspeito já não estava mais lá e a vítima não foi encontrada.
Ana Cláudia é natural de Janaúba, no Norte de Minas. Ela deixou a cidade e passou a morar em Belo Horizonte, onde conheceu o ex-companheiro, que é natural da Bahia.
A comissão especial daCâmara dos Deputadosaprovou nesta quarta-feira (27) o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho no país. O parecer recebeu 34 votos favoráveis e quatro contrários.
A proposta garante dois dias de descanso semanal aos trabalhadores, sendo um deles preferencialmente aos domingos, além da redução gradual da carga horária de 44 para 40 horas semanais sem corte de salários.
Antes de seguir para o plenário da Câmara, os deputados ainda analisam um destaque apresentado pelo PL. A sugestão da oposição é que as novas regras passem a valer imediatamente após a promulgação da PEC, sem o prazo de 60 dias previsto no texto atual.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou apoio ao mérito da proposta, mas afirmou que o partido defenderá no plenário uma alternativa mais ampla, baseada no projeto da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que prevê jornada de 36 horas semanais em escala 4×3, sem período de transição. “O PL vota a favor do mérito do relatório na comissão, mas estaremos ao lado do trabalhador no plenário, pela escala 4×3”, afirmou o parlamentar durante a sessão.
A declaração provocou reações de deputados governistas e manifestantes presentes na comissão por se tratar claramente de uma manobra.
A PEC foi incluída na pauta do plenário da Câmara ainda nesta quarta-feira. A expectativa de aliados do governo é que a votação aconteça rapidamente, após sinalização positiva do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para aprovação, serão necessários ao menos 308 votos em dois turnos.
Motta pretende encaminhar o texto ao Senado logo após a votação na Câmara. Nos bastidores, o presidente da Casa demonstrou incômodo com a movimentação de deputados da oposição para acelerar a tramitação da proposta alternativa da escala 4×3.
O texto aprovado na comissão foi elaborado após acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Motta. A proposta estabelece uma transição de um ano para a redução da jornada semanal.
Pela regra prevista, 60 dias após a promulgação da PEC, a carga horária máxima cairá para 42 horas semanais. Depois de 12 meses, o limite será reduzido para 40 horas.
Além disso, os dois dias de folga semanais começarão a valer já no prazo de 60 dias após a entrada em vigor da emenda constitucional. O texto também proíbe redução salarial e mantém os pisos das categorias profissionais.
Oposição tentou tumultuar votação da PEC do fim da escala 6×1
Durante a discussão, o relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou que decidiu preservar o conteúdo original do parecer e rejeitar as emendas apresentadas.
O presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), rebateu críticas sobre a rapidez da tramitação e afirmou que a proposta foi amplamente debatida em audiências públicas realizadas em diferentes regiões do país. “Foram realizadas audiências públicas todas as semanas, todos os dias de segunda a quarta e teve dia com audiência à tarde”, declarou.
A sessão foi marcada por forte polarização entre oposição e governo. Parlamentares contrários à proposta argumentaram que a redução da jornada pode elevar custos para empresas e pressionar preços ao consumidor.
O deputado Gilson Marques (Novo-SC) criticou o impacto econômico da medida e afirmou que empresas precisarão contratar mais trabalhadores. “Se vai ter que contratar mais uma pessoa, vai ter que subir o preço do remédio, do pão”, disse.
Já deputados da base governista acusaram parte da oposição de tentar inviabilizar a PEC ao defender propostas consideradas mais radicais.
A deputada Erika Hilton afirmou que setores da oposição estariam tentando dificultar o avanço da proposta negociada na Câmara. “Eles não querem nem 4 por 3 e nem 5 por 2, eles querem continuar a 6 por 1 e estão fazendo uma manobra desonesta”, declarou.
Entre os principais pontos do texto aprovado estão:
redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas;
dois dias de descanso remunerado por semana;
manutenção dos salários atuais;
possibilidade de acordos coletivos para adaptação das jornadas;
exceção para trabalhadores com ensino superior e remuneração acima de R$ 21.188 mensais, que ficarão fora das regras de controle de jornada;
previsão de medidas futuras para reduzir impactos sobre microempresas e microempreendedores individuais (MEIs).
A proposta também mantém o limite atual de até duas horas extras diárias previsto na CLT.
foto:reprodução/Site do Intercept Brasil - 27/05/2026
Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal cassado pelo PL de São Paulo, mora em uma casa de luxo avaliada em mais de R$ 6 milhões em Southlake, no Texas, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (27) pelo Intercept Brasil. A apuração afirma que o imóvel tem quatro quartos, piscina, 424 metros quadrados de área construída, acesso a clube com quadras de tênis e lagoa, além de já ter sido anunciado para aluguel por cerca de R$ 30 mil mensais.
A reportagem é assinada por Cecília Olliveira, Eduardo Goulart e Steven Monacelli. Segundo o Intercept, a casa fica em uma das áreas mais ricas dos Estados Unidos e oferece, conforme anúncios imobiliários citados pela publicação, uma “vida de resort”. Nas imagens reproduzidas, o imóvel também aparece com uma bandeira dos Estados Unidos na parte frontal.
Eduardo Bolsonaro e a mansão no Texas
De acordo com o Intercept, a residência fica na cidade de Southlake, na região metropolitana de Dallas-Fort Worth. A publicação afirma ter localizado o endereço a partir de registros públicos do Texas, dados comerciais de inteligência, cruzamento de publicações da família Bolsonaro em redes sociais e reportagem de campo.
A esposa de Eduardo, Heloísa Bolsonaro, recebeu a equipe do Intercept na porta da casa e confirmou, segundo o site, que a família morava no imóvel. Ela não concedeu entrevista.
O imóvel pertence ao Bunce Family Trust, um fundo familiar privado registrado em nome de Christopher Bunce e Natalie Bunce, ainda conforme a reportagem. O Intercept informou que tentou contato com os responsáveis pelo trust, mas não obteve retorno até a publicação.
“Vida de resort”, piscina e bandeira dos EUA
Segundo o Intercept, a mansão esteve disponível para aluguel até fevereiro deste ano por US$ 5.950 mensais, o equivalente a cerca de R$ 30 mil. A casa teria sido alugada em 4 de fevereiro de 2026, conforme anúncio imobiliário citado pela publicação.
Anúncios imobiliários ativos até fevereiro deste ano mostram estrutura da mansão (Fotos: Homes.com/Reprodução/ Intercept Brasil)
A propriedade tem terreno de 1.366 metros quadrados, piscina, quatro quartos e acesso a um clube com quadras de tênis e lagoa. O Intercept afirma que, no Zillow, portal imobiliário dos Estados Unidos, o imóvel é avaliado em US$ 1,22 milhão, mais de R$ 6 milhões.
O detalhe da bandeira dos EUA na frente da casa reforça a imagem do refúgio de alto padrão no Texas, onde Eduardo vive desde que deixou o Brasil e passou a atuar politicamente a partir dos Estados Unidos.
Em dezembro de 2025, a Mesa Diretora da Câmara declarou a perda do mandato de Eduardo por excesso de faltas, conforme informou a própria Câmara dos Deputados. A decisão ocorreu após o então parlamentar deixar de comparecer a um terço das sessões deliberativas da Casa.
O Intercept destaca que Eduardo declarou publicamente morar de aluguel e já afirmou ter dificuldades para pagar contas no Brasil. Em live com Paulo Figueiredo, ele disse se manter nos Estados Unidos com “renda passiva” e citou ter recebido R$ 2 milhões de uma campanha feita por Jair Bolsonaro.
Intercept diz que Eduardo não respondeu
A reportagem afirma que Eduardo Bolsonaro acionou a polícia local após a visita de um repórter do Intercept ao imóvel. Segundo o site, a polícia de Southlake informou que não havia investigação aberta sobre o caso.
O Intercept também informou que tentou novo contato com Eduardo nesta quarta-feira (27) para questioná-lo sobre os pontos da reportagem, mas não recebeu resposta até a publicação. O espaço, segundo o veículo, segue aberto.