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A divulgação da foto de Flávio Bolsonaro com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro, não surpreendeu parte das lideranças do PL, partido do senador.
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A divulgação da foto de Flávio Bolsonaro com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro, não surpreendeu parte das lideranças do PL, partido do senador.
O jornalista Renato Machado morreu na manhã desta quinta-feira (16/7), aos 83 anos. O ex-apresentador do Bom Dia Brasil, da TV Globo, estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.
A notícia do falecimento foi confirmada pela Globo. A causa da morte não foi divulgada.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, a Clínica São Vicente lamentou o falecimento do apresentador e expressou condolências à família de Renato.
“A Clínica São Vicente lamenta o falecimento do jornalista Renato Machado na manhã desta quinta-feira e expressa suas condolências à família”, escreveu o hospital.
Renato Machado era um dos principais nomes do telejornalismo brasileiro. Na TV Globo, o jornalista construiu uma carreira de mais de quatro décadas, onde apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Entre 1996 e 2010, foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, ao lado de Leilane Neubarth e, posteriormente, de Renata Vasconcellos.
Fonte: Fábia OLiveira/Metrópoles 16/07/2026
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Num comunicado emitido durante esta madrugada, o governo Lula fez duras críticas contra os EUA e vinculou as tarifas à ação da família Bolsonaro. Segundo a nota, o Brasil iniciará “imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC”.
O governo também sinalizou que a taxa conta com a cumplicidade da extrema direita brasileira. “É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros”, apontou.
“Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la”, disse.
Segundo o Palácio do Planalto, o dia de ontem “passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”.
“O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974”, disse.
Segundo a nota, não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. O governo apontou como os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
“Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%”, disse.
“O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais”, rebateu o governo diante das críticas da Casa Branca.
“Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil”, disse.
“Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas”, atacou.
“A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade”, insistiu.
O governo também rebateu as acusações de desmatamento. “O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros”.
“Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço”, indicou.
O governo do Brasil ainda promete seguir adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros.
“Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura. Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional”, completou.
Fonte: IJAMIL CHADE/ICL NOTICIAS - 16/07/2026
Um ônibus com passageiros caiu no rio após perder o controle enquanto descia a rampa do Porto São Francisco, no município de Barcarena, nordeste do Pará. O caso foi registrado nesta quarta-feira (15). Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que o veículo fica submerso e passageiros tentam deixar o ônibus enquanto ele afunda na água.
Segundo informações da CNN Brasil, equipes de resgate atuaram no local, e, ao todo, oito pacientes foram atendidos na Unidade de Pronto Atendimento da região e sete deles já receberam alta.
Em nota, a Prefeitura de Barcarena informou que, apesar de não haver confirmação oficial sobre o número de feridos, ou vítimas fatais e desaparecidos, ainda não houve procura de familiares por pessoas desaparecidas na unidade.
Segundo a administração municipal, equipes do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), da Secretaria Municipal de Saúde e de outros órgãos da prefeitura trabalham em conjunto com o Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e forças de segurança prestam socorro às vítimas.
A Polícia Civil informou que apura as circunstâncias do acidente. Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Vila dos Cabanos.
Fonte: BN - 16/07/2026
A decisão do governo dos Estados Unidos (EUA) de taxar os produtos brasileiros em 25% ocorre após uma investigação do Escritório do Representante Comercial do país (USTR), que acusa o Brasil de “práticas desleais” que prejudicam empresas e exportadores norte-americanos.
De acordo com o USTR, por décadas, os atos, as políticas e as práticas do Brasil prejudicaram o comércio dos Estados Unidos ao favorecer “injustamente” os produtores brasileiros em detrimento de seus concorrentes norte-americanos.
Entre as práticas citadas, estão o Pix, sistema de pagamento criado pelo Banco Central. Para os Estados Unidos, os provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA são prejudicados pelo sistema brasileiro por ele ser gratuito.
“O banco tem atuado como regulador para prejudicar os provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA e favorecer seu campeão nacional Pix”, disse o Escritório do Representante Comercial em publicação nesta quinta-feira (16/7).
Além do Pix, é citado que o desmatamento ilegal tornaria mais difícil para a indústria madeireira dos EUA competir de forma justa nos mercados globais. O escritório também destaca decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) para remoção de conteúdos falsos de redes sociais.
“Para forçar o cumprimento, tribunais brasileiros também submeteram empresas de tecnologia dos EUA a multas diárias por não conformidade ou exigiram que elas cessassem operações no Brasil”, afirmou.
A corrupção foi outro ponto que entrou na lista. O escritório cita que o Brasil registrou 35 pontos e ficou na 107ª posição entre 182 países avaliados no último Índice de Percepção da Corrupção (IPC) da Transparência Internacional. O número manteve o país estagnado em sua segunda pior posição no ranking.
“A corrupção no Brasil não é novidade, mas com suas ações recentes, o Brasil se distanciou ainda mais das normas globais relacionadas ao combate ao suborno e à corrupção”, destacou.
Segundo o governo de Donald Trump, a tarifa adicional de 25% sobre as importações brasileiras é
iza a nova taxação apresenta uma lista detalhada de isenções. Entre os itens que não serão taxados, se destacam, por exemplo, alimentos como café, mel orgânico, açaí, carne bovina, laranja, terras-raras e outros.
Fonte:Thayse Martins/Metrópoles - 16/07/2026
FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiaFoto
A Polícia Federal (PF) aponta que o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ex-ministro do Trabalho e Previdência José Carlos Oliveira teria recebido propinas em espécie para favorecer um esquema de descontos fraudulentos em benefícios previdenciários. As conclusões constam do relatório final da investigação, que apura desvios estimados em mais de R$ 700 milhões de aposentados e pensionistas.
Segundo o documento, ao qual a coluna teve acesso, Oliveira era identificado por codinomes como “Abou Yasser”, “São Paulo” e “O Ministro”. A PF afirma que os pagamentos ilícitos eram entregues em dinheiro vivo por operadores do esquema e combinados por meio de mensagens com uso de expressões cifradas, como “roupas”, “peças” e “encomendas”.
De acordo com a investigação, a atuação do então dirigente do INSS teria sido decisiva para a liberação de recursos em favor da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), entidade investigada por realizar descontos associativos indevidos em benefícios previdenciários.
O relatório cita que, em 1º de julho de 2021, logo após assumir a Diretoria de Benefícios do INSS, José Carlos Oliveira concordou com um despacho que liberou R$ 15,3 milhões anteriormente retidos da entidade. Segundo a PF, a liberação ocorreu sem que fossem apresentadas as autorizações de desconto exigidas no acordo de cooperação técnica firmado com o instituto.
Ainda conforme a investigação, parte dos valores desviados era movimentada por empresas apontadas como de fachada e posteriormente convertida em dinheiro em espécie. A PF afirma que os recursos destinados ao então dirigente eram entregues por intermédio de José Laudenor da Silva, conhecido como “Dinho”.
As investigações também mencionam mensagens interceptadas entre operadores financeiros nas quais eram tratadas entregas de “500 peças” e de uma “mala de roupa”. Segundo a PF, no mesmo período em que uma dessas conversas ocorreu, um dos investigados realizou saque de R$ 500 mil em espécie, valor que, para os investigadores, seria compatível com a quantia negociada nas mensagens.
Além das entregas em dinheiro, a Polícia Federal afirma ter identificado movimentações financeiras envolvendo empresas e terceiros que, segundo a investigação, eram utilizados para ocultar a origem e o destino dos recursos.
O relatório também registra que, após deixar o governo federal, em janeiro de 2023, José Carlos Oliveira teria tentado manter contato com integrantes do grupo investigado. Segundo a PF, mensagens obtidas durante a investigação indicam que os pedidos de reunião deixaram de ser respondidos, circunstância apontada pelos investigadores como um indicativo de que sua influência estaria vinculada ao cargo que ocupava.
Em depoimento à Polícia Federal, José Carlos Oliveira negou qualquer irregularidade. Ele afirmou que a liberação dos recursos à Conafer foi baseada em pareceres técnicos, disse que o codinome “Abou Yasser” faz referência à sua conversão ao islamismo e sustentou que os contatos com representantes da entidade ocorreram apenas em agendas institucionais.
Apesar da negativa, a Polícia Federal concluiu, no relatório final, que há elementos para atribuir ao ex-ministro, em tese, os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O caso seguirá para análise do Ministério Público, responsável por decidir sobre eventual oferecimento de denúncia.
Fonte:Mirelle Pinheiro/Metrópoles - 15/07/2026
Título:Blog
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O cabeçalho da carta escrita por Jair Bolsonaro e lida publicamente por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfraquece a versão apresentada pela defesa do ex-presidente ao ministro do STF Alexandre de Moraes.
Na manifestação enviada ao Supremo na quarta-feira (15/7), os advogados de Bolsonaro sustentam que ele “jamais soube” que a documento seria tornado público, nem orientou ou combinou o seu uso nas redes sociais.
“A defesa esclarece, objetivamente, que o peticionário jamais soube que a carta seria publicizada, tampouco houve qualquer orientação, ajuste ou combinação prévia acerca da utilização de redes sociais para esse fim”, escreveu a defesa.
O documento lido por Flávio, contudo, traz no cabeçalho que se tratava de uma “carta aos brasileiros”. O destinatário sugere que o texto foi elaborado para ser divulgado de alguma forma, com amplo alcance.
Nos bastidores, aliados de Bolsonaro admitem que a argumentação da defesa foi fraca. Mas ponderam que era o único caminho possível para evitar a revogação da prisão domiciliar huminitária do ex-presidente.
Bolsonaristas lembram que, na decisão em que autorizou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente, Moraes deixou claro que o ex-chefe do Palácio do Planalto estava proibido de se manifestar publicamente.
Assim, admitir que Bolsonaro sabia previamente que a carta seria divulgada significaria reconhecer uma possível violação das medidas cautelares, o que poderia levar o ex-mandatário de volta ao regime fechado.
Até agora, Moraes puniu apenas Flávio pela divulgação da carta. O ministro proibiu o senador de visitar o pai por 90 dias. Com isso, os dois só poderão voltar a se falar em 11 de outubro, uma semana após o primeiro turno.
Fonte:IGOR GADELHA/METROPOLES - 15/07/2026
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Juliana Dal Piva do ICL Notícias e CLIP
José Peñarredonda, CLIP
O senador e pré-candidato à presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em imagem obtida pela coluna com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, o homem encarregado por Vorcaro para praticar ameaças e ações violentas contra desafetos. A imagem foi obtida por uma fonte que pediu sigilo à coluna e teria sido tirada em 2022, em um hotel na zona sul, no Rio de Janeiro. Em nota, o senador afirmou à coluna que “como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos”. Flávio Bolsonaro disse que não conhece Sicário.
O ICL Notícias, em parceria com o Centro Latino-americano de Investigación Periodística (CLIP), passou a imagem por cinco ferramentas diferentes de detecção para saber se havia indícios ou marcas d’água de que ela tivesse sido gerada com IA (Gemini, Hive Moderation, Sight Engine, Was It AI e Image Whisperer). Nenhuma delas encontrou indícios de que a fotografia tivesse sido criada com alguma inteligência artificial generativa.
Uma análise feita com a ferramenta InVID também não revelou indícios de que a imagem tenha sido manipulada, ou de que seja uma montagem. E além disso, as sombras das mãos e os reflexos nos óculos escuros dos dois homens mostram que ambos estariam sendo iluminados pelas mesmas fontes de luz: uma iluminação principal vindo do lado esquerdo da foto, e uma iluminação secundária vindo da direita. O braço de Sicário se reflete no tronco de Flávio; as mãos dos dois homens têm luzes e sombras semelhantes, e os óculos de sol refletem uma pequena luz vindo de cima.
Apontado pela Polícia Federal como operador do esquema de Daniel Vorcaro (o chefe de Sicário), Fabiano Campos Zettel doou R$ 3 milhões à campanha de reeleição de Jair Bolsonaro (PL) em 2022.
Sicário cometeu suicídio ao ser preso em março. Ele foi apontado como integrante da milícia ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Mourão era considerado pela PF um dos operadores centrais de um grupo conhecido como “A Turma”, responsável por ações de monitoramento e coleta de informações sobre pessoas consideradas adversárias de Vorcaro. Mensagens apreendidas indicariam conversas entre os dois sobre a possibilidade de intimidar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, por meio de um assalto, além de outras discussões envolvendo ameaças a desafetos.

Em Minas Gerais, onde também era chamado de “Mexerica”, Mourão tinha histórico de envolvimento em crimes como estelionato, associação criminosa, falsificação de documentos e delitos contra a economia popular. Ele era conhecido por atuar em esquemas de pirâmide financeira, agiotagem e negociações fraudulentas envolvendo veículos. Desde 2021, respondia a um processo na Justiça de Belo Horizonte por organização criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular, acusações que sua defesa sempre contestou.
Relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro
Até este momento só se sabia da relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro após as revelações feitas pelo site Intecept Brasil. O filho 01 pediu R$ 134 milhões para viabilizar o filme “Dark Horse”, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Vorcaro chegou a repassar R$ 61 milhões.
Inicialmente, Flávio negou que Vorcaro tivesse injetado dinheiro na produção de “Dark Horse”, mas, após reportagem do site Intercept com áudios em que ele conversava com o dono do Banco Master sobre o assunto, teve que admitir o fato. O deputado Mario Frias, produtor do filme, também negou a princípio e depois teve que reconhecer a injeção de dinheiro de Vorcaro. Até agora, Frias não apresentou a prestação de contas de “Dark Horse”, ao contrário do que havia prometido.
foto:reprodução A divulgação da foto de Flávio Bolsonaro com Luiz Phillipi Machado d...