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terça-feira, 19 de maio de 2026

Prefeitura de SP fechou patrocínio de R$ 2,5 mi à ONG ligada a 'Dark Horse'

 

                                                    Tech Friday, na rua Santa Efigênia - Imagem: Reprodução/Redes sociais.



A Prefeitura de São Paulo firmou um contrato de patrocínio de R$ 2,5 milhões para um evento do ICB (Instituto Conhecer Brasil), comandado por Karina Ferreira da Gama. 

Ela é dona da GoUp Entertainment e produtora-executiva de "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Confira a reportagem completa  no link abaixo do site UOL desta terça-feira (19).

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/05/19/prefeitura-sp-contrato-icb.ghtm

Banco Master: Advogado deixa defesa de ex-presidente do BRB em meio a possível delação





O advogado Eugênio Aragão comunicou nesta terça-feira (19/5) a saída da defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). Preso por suspeitas de participação na fraude do Banco Master, Costa negocia uma delação premiada com a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF).

  • Em nota, o então advogado do ex-presidente do BRB argumentou somente participar "de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade". Ele também comentou a possível delação premiada de Paulo Henrique Costa.

"Eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas", finaliza ao texto.

Fonte:Correio Braziliense - 19/05/2026

Câmera: Deputado Eunicio Oliveira retira assinatura de proposta das 52h após matéria do ICL


                                    foto:Câmera dos Deputados



O deputado Eunício Oliveira (MDB-CE) pediu a retirada de sua assinatura da proposta apoiada pelo Centrão e por parlamentares da extrema direita que cria brechas para jornadas de 52 horas semanais e adia o fim da escala 6×1 por dez anos.

Segundo Eunício, o pedido foi feito após a repercussão da matéria publicada pelo ICL Notícias sobre o conteúdo da emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS). O parlamentar afirmou que assinou o texto de maneira inadvertida.

Por meio de sua assessoria, Eunício também disse que é defensor do fim da escala 6×1 desde o ano passado e afirmou que esse posicionamento pode ser comprovado pelas publicações feitas em suas redes sociais ao longo dos últimos meses.

A retirada da assinatura aumenta o desgaste político em torno da proposta e amplia a pressão sobre deputados que apoiaram a emenda sem conhecer integralmente seu conteúdo.

Líder do PDT também retira assinatura

O caso também gerou crise interna no PDT. O líder da bancada do partido na Câmara, deputado Mário Heringer (PDT-MG), protocolou nesta terça-feira (19) um pedido formal para retirar sua assinatura da emenda apresentada por Sérgio Turra.

O requerimento foi apresentado após forte reação interna dentro do partido e críticas públicas de dirigentes trabalhistas à adesão do parlamentar ao texto.

Em entrevista ao ICL Notícias, o vice-presidente nacional do PDT e presidente do partido em São Paulo, Antonio Neto, afirmou que a assinatura do líder da bancada em uma proposta patrocinada por setores do Centrão e da extrema direita era incompatível com a história do partido.

“O PDT tem um programa, uma história e uma identidade que precisam ser respeitados. O deputado quando assume a liderança da bancada precisa entender que suas ações deixam de ser individuais e passam a representar toda a bancada. A posição individual como deputado seria grave, como líder é inaceitável”, afirmou.

Texto abre brecha para ampliar jornada

A emenda apresentada por Sérgio Turra altera profundamente a PEC 221/2019, que originalmente previa redução gradual da jornada semanal para 36 horas.

Na prática, o texto apoiado por parlamentares do PL, PP, Novo, União Brasil e Republicanos reduz a meta para 40 horas semanais, cria brechas para jornadas de até 52 horas, amplia o poder de acordos individuais sobre regras trabalhistas e empurra a implementação das mudanças por dez anos.

Entre os parlamentares que assinam a proposta estão alguns dos principais nomes da extrema direita no Congresso Nacional, como Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Marcel van Hattem, Caroline de Toni, Carlos Jordy, Bia Kicis, Gustavo Gayer, Mario Frias, Marco Feliciano, Sóstenes Cavalcante e Zé Trovão.

Além da autorização para ampliação da jornada semanal em até 30% acima do limite constitucional, o texto também amplia o chamado negociado sobre o legislado em temas como escalas, banco de horas, intervalos, teletrabalho e trabalho intermitente.

Outro ponto criticado por integrantes do PDT é a possibilidade de flexibilização de direitos sem necessidade de compensações adicionais aos trabalhadores.

Na carta enviada ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, Antonio Neto afirma que a proposta “descaracteriza” o debate sobre redução da jornada e transforma uma reivindicação trabalhista em um “simulacro legislativo”.

O dirigente também critica a abertura para acordos individualizados entre patrão e trabalhador.

“O trabalhismo brasileiro sempre compreendeu que a negociação coletiva é instrumento de equilíbrio diante da desigualdade real entre capital e trabalho. Autorizar soluções individuais nesse campo significa ignorar a assimetria concreta que marca a relação laboral”, escreveu.

Na avaliação de Antonio Neto, a assinatura do líder da bancada do PDT em uma proposta apoiada por setores “sem nenhum compromisso histórico com os trabalhadores” gerou “irreconciliável inquietação” dentro do partido.

O documento também pede que o PDT feche questão contra a emenda do Centrão e defenda oficialmente a redução da jornada sem redução salarial, além do fim da escala 6×1 com garantia de duas folgas semanais.

No pedido protocolado na Câmara, Mário Heringer solicita a retirada da assinatura tanto da emenda apresentada por Sérgio Turra quanto da emenda apresentada pelo deputado Tião Medeiros (PP-PR).

A movimentação expõe uma crise interna no PDT em torno da pauta trabalhista e aumenta a pressão sobre parlamentares do partido que aderiram à proposta defendida por setores empresariais e pela bancada bolsonarista.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 19/05/2026

Filme sobre Bolsonaro teve denúncias de agressões, assédio e irregularidades trabalhistas, diz sindicato


                                             foto:reprodução


A produção do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi alvo de denúncias de más condições de trabalho durante as gravações realizadas em São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, ao menos 15 profissionais procuraram o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo (Sated-SP) relatando agressões físicas, assédio moral, atrasos salariais e revistas pessoais consideradas constrangedoras nos bastidores da produção.

 

Ainda de acordo com os relatos, trabalhadores atuavam sem os contratos obrigatórios previstos para o setor audiovisual. O relatório sobre as condições de trabalho foi elaborado pelo sindicato em dezembro do ano passado, mas, segundo a vice-presidente do Sated-SP, Ângela Couto, as pendências seguem sem solução.

 

Ela afirmou que a produtora GOUP Entertainment chegou a firmar um acordo inicial para regularizar a situação e apresentar os contratos dos profissionais envolvidos, mas posteriormente teria recuado.

 

“A Go Up se recusou posteriormente a cumprir o trato inicial”, declarou a dirigente sindical.

 

O caso também passou a ser investigado pelo Ministério Público do Trabalho. A Procuradoria Regional do Trabalho de São Paulo instaurou, em 16 de abril, um inquérito para apurar denúncias de assédio moral e agressões físicas durante as filmagens.

 

Segundo o MPT, a investigação segue em andamento.

 

A vice-presidente do sindicato ainda afirmou que a produtora alegou que parte das contratações havia sido feita por meio de empresas, e não diretamente com pessoas físicas, o que, na avaliação do Sated, pode configurar “pejotização” irregular das relações de trabalho.

 

Uma fonte ouvida reservadamente pela reportagem relatou que havia problemas recorrentes de organização no setor de figuração, com parte dos contratados sem experiência prévia em produções audiovisuais. Em algumas gravações, segundo o relato, mais de 150 figurantes participavam das cenas, em meio a reclamações sobre alimentação, cronograma e logística no set.

 

O filme Dark Horse também esteve no centro de outra polêmica nos últimos dias após reportagens apontarem suposta participação do banqueiro Daniel Vorcaro no financiamento da obra. A produtora e aliados do ex-presidente negaram irregularidades.




Fonte:Redação do BN -19/05/2026

Banco Master: Vorcaro pagou praticamente todo o filme sobre Bolsonaro; e teria sobrado muito dinheiro






                                            foto:reprodução





 O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi responsável por mais de 90% dos recursos utilizados até agora na produção de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi revelada pela empresária Karina Ferreira da Gama, dona da produtora GoUp e responsável pelo longa, em entrevista exclusiva à GloboNews e à TV Globo.

Segundo Karina, o orçamento já executado da produção gira em torno de US$ 13 milhões. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo Partido Liberal, já havia admitido anteriormente que Vorcaro transferiu pouco mais de US$ 12 milhões no projeto, o equivalente a cerca de 92% do valor atual da obra.

Quase o dobro do valor


Segundo o Intercept Brasil, no entanto, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência da República, negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro o repasse de US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na cotação da época — para financiar o longa.

Fase final

A produtora, por sua vez, afirmou que o filme está em fase de pós-produção, incluindo efeitos especiais e sonorização, e que ainda necessita de recursos complementares, embora em menor escala.

Karina contou que a equipe precisou buscar novos apoiadores após a prisão do banqueiro, ocorrida quando as filmagens já estavam em andamento.

“Quando ele [Vorcaro] foi preso, a gente já estava filmando. Eu tinha folha de pagamento para pagar, eu já tinha profissionais para pagar. E nenhum deles sentiu o impacto porque todo mundo arregaçou as mangas. ‘Gente, vamos ver onde a gente ajuda, quem pode apoiar’. Nossa vida todo dia era falar com pessoas da iniciativa privada que pudessem apoiar o nosso projeto”, afirmou.

Investidor ou intermediador?


Apesar de Flávio Bolsonaro já ter se referido a Vorcaro como investidor e patrocinador do filme, Karina sustentou que o banqueiro atuava apenas como intermediador da verba.

Ela afirmou ainda que Vorcaro foi procurado por Flávio Bolsonaro em 2024, em um momento em que, segundo a empresária, “não havia nenhuma informação contra Vorcaro”.

De acordo com Karina, a produtora GoUp não recebeu recursos diretamente do banqueiro nem de empresas ligadas a ele. Segundo ela, os valores chegaram por meio do fundo Heavengate, sediado nos Estados Unidos e administrado pelo advogado Paulo Calixto, aliado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

As investigações da Polícia Federal, no entanto, apontam que a empresa Entre Investimentos e Participações, ligada a Vorcaro, teria sido a origem dos recursos usados na produção do longa.

Karina também revelou que todas as cenas de “Dark Horse” foram gravadas no Brasil. A última filmagem ocorreu em 8 de dezembro de 2025, apenas 21 dias após a primeira prisão de Vorcaro.

Quem é Karina Ferreira da Gama

Karina Ferreira da Gama, produtora do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, também preside o Instituto Conhecer Brasil (ICB), organização que firmou um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para a instalação de pontos de Wi-Fi na capital paulista. O acordo passou a ser alvo de suspeitas após surgirem indícios de pagamentos realizados sem que parte dos equipamentos previstos tivesse sido efetivamente instalada.

As conexões entre o contrato milionário e a produção do longa passaram a ser investigadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. Reportagens também apontam relações políticas de Karina com o deputado federal Mário Frias, produtor executivo de “Dark Horse”, além de vínculos com o entorno político do prefeito Ricardo Nunes e do governador Tarcísio de Freitas.



Fonte: Julinho Bittencourt/Revista Fórum - 19/05/2026 16h:55

Banco Master: Dep. Mario Frias agradeceu a Vorcaro apoio financeiro para filme sobre Bolsonaro


                                    Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)



247 - O deputado federal Mario Frias (PL-SP) enviou um áudio ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, agradecendo pelo apoio ao filme “Dark Horse”, produção sobre Jair Bolsonaro. A revelação foi publicada nesta terça-feira (19) pelo Intercept Brasil, em mais um capítulo da investigação que apura as relações entre integrantes do bolsonarismo e o banqueiro, alvo de apurações ligadas ao que a reportagem classifica como a maior fraude bancária da história do país.

Segundo o Intercept, o áudio foi enviado em 11 de dezembro de 2024, poucas horas depois de um encontro previsto entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Vorcaro, em Brasília. Na gravação, obtida com exclusividade pelo veículo, Frias afirma que o longa “vai mexer com o coração de muita gente” e será “muito importante para o nosso país”.

“Só te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso país, tá? Preciso de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”, disse Mario Frias ao banqueiro.

De acordo com a reportagem, Vorcaro respondeu logo em seguida: “Eu to numa ligação te chamo em seguida”. Depois da troca de mensagens, os dois conversaram por telefone durante cerca de dois minutos.

O conteúdo divulgado reforça indícios de proximidade entre Frias e Vorcaro. A publicação destaca que, dias antes, o deputado havia negado qualquer participação financeira direta do banqueiro no filme sobre Bolsonaro. Após o Intercept revelar negociações envolvendo R$ 134 milhões para financiar a produção, Frias declarou que Vorcaro não havia investido “um único centavo” no projeto.

Horas depois, o parlamentar divulgou uma nova nota afirmando existir “uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento”, sustentando que nem Vorcaro nem o Banco Master apareciam oficialmente como investidores da obra.

As mensagens reveladas agora, porém, mostram um relacionamento mais próximo entre o deputado e o empresário. Segundo o Intercept, Frias atuava diretamente na articulação do projeto cinematográfico, além de ocupar o posto de produtor-executivo de “Dark Horse”.

A investigação também trouxe à tona novas conversas trocadas entre os dois. Em uma delas, enviada em 15 de dezembro de 2024, Frias compartilha com Vorcaro uma captura de tela de uma conversa com o diretor Cyrus Nowrasteh, responsável por filmes de temática religiosa e histórica.

No diálogo, o diretor menciona a possibilidade de envolver o ator Jim Caviezel na produção. Segundo a reportagem, Nowrasteh teria dito que o astro faria duas perguntas antes de aceitar o papel: “1) Posso ler o roteiro? 2) Eles vão me pagar bem?”.

Frias respondeu ao diretor afirmando que o ator “será imortalizado por esse papel”.

Na sequência, o deputado enviou mensagens entusiasmadas a Vorcaro sobre o projeto. “Esse é um desses milagres” e “Vai ser a maior super produção de uma história brasileira”, escreveu.

Em outra conversa, datada de 22 de dezembro de 2024, Frias voltou a destacar a importância do filme sobre Jair Bolsonaro. Segundo a reportagem, o deputado afirmou que a produção seria “o grande milagre”, capaz de alcançar “milhões de pessoas em todo mundo”.

“O grande milagre”, escreveu Frias, acrescentando que o longa teria “um papel histórico imprescindível para as futuras gerações”.

Vorcaro respondeu: “Tenho certeza disso”.

Na mesma troca de mensagens, Frias ainda afirmou: “JB precisa ter sua verdadeira história revelada” e concluiu dizendo: “2026 é do Brasil” e “Deus te abençoe meu Brother”.

O Intercept afirma que as conversas indicam uma relação que ultrapassava um contato protocolar entre um possível investidor e um produtor audiovisual. O conteúdo também mostra o uso recorrente de expressões religiosas e demonstrações de alinhamento político entre os envolvidos.

A reportagem ainda aponta que Mario Frias teria compartilhado conteúdos falsos nas redes sociais com o objetivo de descredibilizar as revelações feitas pelo Intercept sobre o financiamento do filme. Segundo o veículo, os materiais disseminados pelo deputado estariam ligados a uma rede de desinformação conectada ao PL.

Entre os exemplos citados estão o site Diario360, vinculado a Fagner Leandro de Lima, secretário parlamentar do deputado André Fernandes (PL-CE), e a página Hora Brasília, registrada em nome de uma empresa ligada a Hugo Alves dos Santos, apontado como aliado de Oswaldo Eustáquio.

Após a publicação da primeira reportagem da série, a defesa de Mario Frias reconheceu que o deputado manteve contato com Daniel Vorcaro, mas afirmou que as mensagens refletem “apenas uma relação legítima entre idealizador do projeto e um potencial apoiador privado da iniciativa”.

Os advogados do parlamentar também declararam que Frias “não exerceu papel de articulador político ou financeiro em nome do banqueiro” e sustentaram que o entusiasmo demonstrado nas conversas estava relacionado à “dimensão artística e cultural do projeto”.


Fonte: BRASIL 247 - 19/05/2026

Política: Flávio Bolsonaro admite que visitou Vorcaro em casa após a 1ª prisão

                                           foto:reprodução/ag.Senado


O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou, nesta terça-feira (19/5), que visitou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em dezembro do ano passado, depois que o banqueiro tinha sido preso e estava em casa com medidas cautelares. Flávio confirmou a informação para jornalistas na saída de uma reunião do senador com a bancada de deputados e senadores do PL, na sede da legenda, em Brasília (DF).

Segundo Flávio, a visita teve como objetivo pedir explicações e exigir esclarecimentos do banqueiro sobre a sua situação “complicada”. O senador disse que avisou Vorcaro que, se soubesse, teria procurado outro financiador para o filme Dark Horse, que conta parte da história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A informação de que senador e presidenciável visitou o dono do Master no fim de 2025, logo após a primeira prisão de Vorcaro pela Polícia Federal (PF), foi revelada pelo Metrópoles na coluna de Igor Gadelha.

O pré-candidato ao Planalto disse que o encontro com Vorcaro foi para colocar “um ponto final” no contato entre os dois.

“Qualquer contato meu com essa pessoa foi única e exclusivamente sobre o filme do meu pai”, declarou.

A reunião com a bancada federal do PL aconteceu após mensagens que mostram o senador cobrando dinheiro de Daniel Vorcaro para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o senador, ele passou o trailer do filme aos parlamentares. “Tive a oportunidade de passar o trailer para os parlamentares, o trailer sai até domingo”, afirmou.

A reunião na sede do PL durou cerca de uma hora e meia. O objetivo era discutir uma resposta para a crise de imagem enfrentada por Flávio devido às revelações da relação com Vorcaro.


Fonte:Carine Souza/Metrópoles - 19/05/2026

Rio: Qual a suspeita da polícia sobre acidente que matou filha de diplomata; Vídeo


                                         foto:reprodução


A coluna apurou que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) já trabalha com uma linha de investigação para apurar o que pode ter provocado o atropelamento ocorrido no último sábado (16/5), em Ipanema, na zona sul do Rio, que matou Mariana Tanaka Abdul Hak (foto em destaque), de 20 anos.

Os indícios iniciais apontam para uma falha mecânica no veículo. Exames indicaram que o motorista não estava sob efeito de álcool ou de substâncias ilícitas no momento do acidente, e não foi identificada qualquer conduta que enquadrasse o caso como dolo eventual. Diante disso, o motorista foi liberado após prestar depoimento.

O caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Leblon). Além de Mariana, outras duas pessoas ficaram feridas.

Veja:

Vídeo:reprodução/Metrópoles

Quem era a jovem


Filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Lula, e da cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, a jovem estava de mudança para o Rio de Janeiro após passar cerca de 10 anos vivendo na Europa. Mariana pretendia morar na capital fluminense e iniciar trabalho em uma multinacional.

Formada em administração de empresas, Mariana havia morado no Reino Unido, na Venezuela, na Bélgica, no Líbano, na França e na Itália.


Fonte:Mirelle Pinheiro/Metrópoles - 19/05/2026