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terça-feira, 12 de maio de 2026

SP: Ativista Thiago Ávila é recebido com festa após ser deportado de Israel


                                      foto:reprodução


(Folhapress) — O ativista Thiago Ávila chegou ao aeroporto de Guarulhos nesta segunda-feira (11), após ter sido preso e deportado por Israel. O brasileiro foi detido enquanto participava de uma flotilha de ajuda humanitária à Faixa de Gaza no final de abril.

Em sua chegada, Ávila foi recebido por colegas da equipe da flotilha Global Sumud, incluindo Mandi Coelho e Leandro Lanfredi, brasileiros que foram interceptados na mesma operação pelas forças israelenses. O grupo foi impedido de continuar a viagem até Gaza em 29 de abril, enquanto navegava em águas internacionais perto da costa da Grécia.

O ativista chegou no saguão do aeroporto de Guarulhos às 18h44. Ávila pegou o voo de volta ao Brasil a partir do Cairo, no Egito, cidade para onde foi deportado após a soltura no domingo (10).

“É dever do Estado brasileiro agir contra o genocídio [de palestinos]. O povo palestino é muito grato ao Brasil e ao povo brasileiro pelas mobilizações que tem feito”, afirmou Ávila a jornalistas e ativistas após desembarcar. “Mas a gente ainda precisa fazer mais, ainda que as garras do sionismo estejam presentes nos nossos governos estaduais, nossos governos municipais, o nosso Judiciário. Infelizmente, a gente precisa travar essa batalha aqui dentro também, se não o mesmo regime autoritário que hoje massacra palestinos vai se estabelecer sobre nós também.”

Ele também indicou que a flotilha deve tentar novamente chegar ao território palestino. “Nesse momento, nós temos mais de 50 barcos na Turquia sendo preparados para sair novamente. Eles [Israel] novamente ameaçam que vão cometer outro crime de guerra, mas a nossa missão é perfeitamente legal e pelo direito internacional”, disse o ativista.

O brasileiro ficou preso por 11 dias na região de Ashkelon, no sul de Israel, assim como o ativista palestino-espanhol Saif Abu Keshek. Os demais 175 integrantes da flotilha, de diversas nacionalidades, foram levados à Grécia e deportados logo após a ação de Israel.

Apoiadores esperavam o ativista no terminal com bandeiras da Palestina e cartazes críticos a Israel. O grupo entoou cantos classificando o Estado de Israel de “assassino” e pedindo que o governo Lula rompa relações diplomáticas com o país.

O ativista deve embarcar ainda nesta segunda para Brasília, cidade onde vive com a esposa e a filha. Sua mãe, que também vivia na capital federal, morreu na semana passada, aos 63 anos. A causa da morte não foi divulgada.

A flotilha, composta por mais de 50 embarcações, partiu de França, Espanha e Itália com o objetivo de romper o bloqueio israelense a Gaza e entregar suprimentos ao território palestino devastado.

A primeira vez que o ativista foi interceptado pela Marinha de Israel foi em junho de 2025, quando estava a bordo do barco Madleen com a ativista sueca Greta Thunberg. Em seu perfil em redes sociais, que conta com mais de 800 mil seguidores, Ávila constantemente apoia causas relacionadas à Palestina, mas também pautas sobre mudança climática.

Na primeira prisão de Ávila, sua família havia afirmado que o ativista foi colocado em uma solitária. Ele e outros ativistas haviam se recusado a assinar um termo de deportação, assinado por Greta e quatro colegas capturados na mesma ocasião.

No dia 1º de outubro do ano passado, o ativista foi preso novamente ao integrar nova edição da flotilha. Ele e mais sete brasileiros que se recusaram a assinar termo para agilizar deportação ficaram detidos na prisão de Ktzi’ot, no deserto do Negev, e voltaram ao Brasil no dia 9 daquele mês após serem expulsos de Israel.

O grupo israelense de direitos humanos Adalah, que representou os ativistas na Justiça, afirmou que a prisão foi ilegal e que os dois foram vítimas de maus-tratos e abusos psicológicos.

Segundo a ONG, eles foram submetidos a “interrogatórios de até oito horas”, foram mantidos em celas permanentemente iluminadas e obrigados a ir de um lugar para outro com os olhos vendados, inclusive durante visitas médicas. Tel Aviv nega as acusações.

“Ao contrário das acusações falsas e infundadas, preparadas com antecedência, em nenhum momento Saif Abu Keshek e Thiago Ávila foram submetidos a torturas”, disse à agência de notícias AFP o porta-voz da chancelaria israelense, Oren Marmorstein.

Em nota após a libertação, a ONG israelense Adalah, que representou os ativistas, escreveu que “as ações das autoridades israelenses foram um ataque punitivo contra uma missão puramente civil”. “[Trata-se de] uma tentativa inaceitável de suprimir a solidariedade global com os palestinos em Gaza”, publicou.

Israel acusa Ávila de pertencer à Conferência Popular para Palestinos no Exterior, grupo que, segundo Tel Aviv e o Tesouro dos EUA, tem ligações com a organização terrorista Hamas.
Depois de deportar o brasileiro, o Ministério de Relações Exteriores de Israel fez uma publicação nas redes sociais classificando a missão de “flotilha de provocação”.

A prisão dos ativistas foi repudiada pelos governos do Brasil e da Espanha, além da ONU. O Itamaraty, em nota conjunta com o governo espanhol, condenou o que classificou de “sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais por parte do governo de Israel”.

A ONU pediu libertação imediata dos ativistas na última quarta-feira (6). “Não é crime demonstrar solidariedade e tentar levar ajuda humanitária à população palestina de Gaza, que precisa urgentemente”, afirmou o porta-voz do Escritório de Direitos Humanos da ONU, Thameen Al-Kheetan, em comunicado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na última terça (5), pediu a libertação dos dois ativistas em uma publicação nas redes sociais. “Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha ‘Global Sumud’, é uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos”, escreveu.


Fonte:ICL NOTÍCIAS -12/05/2026

No TSE: Jorge Messias é aplaudido longamente em posse de Kássio Nunes


                                                foto:reprodução



 Durante a cerimônia de posse de Kássio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, fez um cumprimento especial ao advogado-geral da União, Jorge Messias. O gesto foi seguido por aplausos no plenário.

A manifestação foi interpretada nos bastidores como demonstração de apoio a Messias, cuja indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) havia sido rejeitada pelo Senado no mês passado.

Sentado ao lado do presidente Lula, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, permaneceu sem reagir aos aplausos. Governistas apontam o senador como um dos principais articuladores da derrota sofrida pelo Planalto na indicação de Messias ao STF.


Fonte: Bocao News/ 12/05/2026

Caso Ypê: deputado aciona PGR contra Nikolas, Michelle Bolsonaro e Luciano Hang


                                                   foto:reproducao


O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) acionou nesta segunda-feira (12) a Procuradoria-Geral da República (PGR) para pedir a abertura de investigação criminal contra o senador Cleitinho Azevedo, o deputado federal Nikolas Ferreira, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o empresário Luciano Hang por publicações envolvendo os produtos da marca Ypê após alertas sanitários emitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na representação, o parlamentar sustenta que os quatro podem ter cometido crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem, incitação ao crime e infração de medida sanitária preventiva ao estimular o uso e a compra de produtos atingidos por medidas sanitárias da Anvisa.

Segundo o documento, os envolvidos utilizaram redes sociais para desacreditar a atuação da agência sanitária, sugerir perseguição política contra a empresa e incentivar consumidores a continuarem utilizando os produtos mesmo após o alerta técnico.

“A campanha política dos representados caminhou em sentido oposto: transformou a cautela em fraqueza, a fiscalização em perseguição e o consumo do produto em prova de identidade política”, afirma a representação.

A peça apresentada à PGR afirma que a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de lotes de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê após identificar falhas graves no processo produtivo.

O documento também cita a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa nos produtos atingidos. Segundo a representação, trata-se de uma bactéria resistente a antibióticos e capaz de causar infecções graves, especialmente em idosos, crianças e pessoas imunocomprometidas.

Rogério Correia afirma que, mesmo diante do alerta sanitário, os investigados passaram a transformar o caso em campanha política nas redes sociais.

No caso de Cleitinho, a representação cita vídeo em que o senador critica a Anvisa e associa a medida sanitária a uma suposta perseguição política contra a empresa.

“Vale uma coincidência também que essa empresa, a YPÊ, em 2022, ela doou para a campanha do Bolsonaro. É só uma coincidência”, afirmou o senador em trecho reproduzido no documento.

Nikolas Ferreira também é citado na notícia de fato após publicar vídeo sugerindo que a suspensão dos produtos poderia beneficiar concorrentes da Ypê.

“Sinceramente, não é novidade pra ninguém que as instituições do Brasil, elas estão viciadas”, afirmou o deputado em trecho incluído na representação.

Já Luciano Hang aparece no documento após divulgar vídeos em defesa da marca e sugerir perseguição política.

“O YPÊ também. Cuidado, as eleições estão chegando. Quem é do lado certo vai ser perseguido”, afirmou o empresário.

Michelle Bolsonaro foi incluída na representação após publicar fotografia de um detergente Ypê em meio à mobilização bolsonarista contra a decisão da Anvisa.

Segundo Rogério Correia, as postagens tiveram potencial para induzir seguidores a ignorarem recomendações sanitárias e continuarem utilizando produtos atingidos pelo alerta.

“A partir do momento em que uma liderança política normaliza o uso de produto sob alerta, a barreira técnica de proteção sanitária é enfraquecida”, afirma a peça.

A representação pede que a PGR instaure procedimento investigatório criminal e solicite às plataformas digitais preservação de vídeos, comentários, repostagens, impulsionamentos, métricas de alcance e metadados relacionados às publicações dos envolvidos.

O documento também requer que a Anvisa envie à PGR cópia integral do processo administrativo envolvendo os produtos da Ypê, incluindo laudos técnicos, relatórios internos e manifestações sobre os riscos sanitários relacionados ao caso.

Rogério Correia ainda associa o episódio ao negacionismo observado durante a pandemia de Covid-19.

“Não podemos permitir que lideranças políticas com milhões de seguidores transformem riscos à saúde pública em palanque eleitoral”, afirmou o deputado.


Fonte:ICL NOTÍCIAS - 12/05/2026

Marqueteiro de Flávio Bolsonaro aparece em plano de Vorcaro para atacar BC; R$ 650 mil no Pix


                            foto:O senador Flávio Bolsonaro e seu marqueteiro, Marcello Lopes - Fotos: Agência Brasil e redes sociais


As investigações sobre o esquema criminoso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro ganharam um novo e explosivo capítulo nesta terça-feira (12). Documentos sigilosos e comprovantes bancários aos quais a Folha de S.Paulo teve acesso revelam que o publicitário Marcello Lopes, estrategista escolhido a dedo pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para coordenar sua ambiciosa campanha à Presidência da República, aparece como peça-chave no chamado “Projeto DV”. 

O famigerado plano, já de conhecimento público, consistia em uma ofensiva orquestrada, técnica e difamatória de ataques contra o Banco Central (BC) e seus servidores de carreira, para desmoralizar esse órgão do Estado.

Conhecido nos bastidores de Brasília como “Marcelão”, o publicitário é muito mais do que um simples prestador de serviços de comunicação: ele é amigo íntimo de Flávio. Ex-policial civil do Distrito Federal e seu conselheiro mais longevo, “Marceloão” recebeu carta branca para gerir toda a inteligência da pré-candidatura do senador, desde o ambiente digital até as inserções em rádio e TV. Agora, o homem que deveria polir a imagem da família Bolsonaro, mostrando-a como “honesta”, surge diretamente vinculado a uma transferência bancária via Pix no valor de R$ 650 mil, realizada em 13 de dezembro passado, momento exato em que a cartilha de ataques ao BC estava sendo gestada a mando do banqueiro que agora está atrás das grades.

Projeto DV: Uma operação de guerra contra o Estado

O “Projeto DV” (sigla para Daniel Vorcaro) foi uma operação de guerra informacional contratada pelo montante de R$ 8 milhões. O objetivo era paralisar e intimidar a cúpula do Banco Central após a autarquia agir em defesa do sistema financeiro, rejeitando a compra do Banco Master pelo BRB (Banco de Brasília) e decidindo pela liquidação da instituição financeira de Vorcaro.

Marcelão aparece no documento oficial do plano como um dos três integrantes da “equipe de estrategistas”, figurando ao lado de Thiago Miranda, dono da agência Mithi e operador das finanças do grupo, e de Anderson Nunes, da Unltd Network. A Polícia Federal investiga como essa estrutura profissional utilizou cerca de 40 perfis de influenciadores digitais para disseminar narrativas coordenadas e ataques de caráter pessoal contra executivos do BC, com foco especial no ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes.

As versões conflitantes e o mistério do Pix de R$ 650 mil

Ao serem confrontados pela Folha com as provas documentais, os envolvidos apresentaram explicações que não apenas divergem, mas se anulam, aumentando a sombra de suspeição sobre a natureza real do repasse financeiro.

Marcelão afirmou ter recebido a notícia de seu nome no projeto com “surpresa e indignação”. Ele alegou que os R$ 650 mil depositados em sua conta referem-se a “pagamentos de serviços e consultorias profissionais anteriores”, sem qualquer relação com o ataque ao Banco Central. No entanto, ao ser questionado sobre a natureza desses trabalhos, o marqueteiro refugiou-se em um suposto sigilo profissional, afirmando que “cláusulas de confidencialidade” o impedem de mostrar contratos ou detalhar os serviços prestados.

A versão de Thiago Miranda, que presta depoimento à PF nesta terça-feira (12), é outra. Miranda afirmou que o pagamento foi feito para “assegurar que Marcelão realmente ajudasse no projeto”, pois o nome do marqueteiro de Flávio Bolsonaro daria “peso e robustez” ao plano perante o contratante, Daniel Vorcaro. Miranda foi além: declarou que Marcelão teria devolvido o dinheiro após deixar o grupo por um suposto “conflito de interesses”. Contudo, quando instado a provar o estorno, Miranda disse que não poderia fornecer a informação porque sua equipe financeira “está de férias”. O nível de contradição é tamanho que os próprios envolvidos passaram a trocar farpas, com Marcelão sugerindo que Miranda está “desorientado e passando por um momento difícil”.

O cerco ao clã e o escândalo Master

O surgimento de Marcello Lopes neste imbróglio não é um fato isolado, mas sim o reforço de um padrão de “contágio” criminoso que parece engolir todo o círculo de confiança mais próximo de Flávio Bolsonaro. O escândalo do Banco Master revela-se como o fio condutor que liga praticamente todas as lideranças do projeto político bolsonarista para 2026.

Vale lembrar que figuras centrais do entorno de Flávio já estão atoladas nesta investigação. Ciro Nogueira, ex-ministro-chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro e aliado de primeira hora da família, é apontado como figura central das articulações de Vorcaro, tendo recebido milhões. Antônio Rueda, presidente do União Brasil, partido cotado para indicar o vice na chapa presidencial de Flávio, também aparece no radar das autoridades após um contrato de R$ 6,4 milhões. Além disso, o próprio Jair Bolsonaro recebeu R$ 3 milhões de Vorcaro na campanha presidencial de 2022, via Fabiano Zettel, sócio, operador e cunhado do banqueiro, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, teria recebido mais R$ 2 milhões, montantes que agora estão sob a lupa dos investigadores.

A presença de Marcelão no epicentro de um plano para acuar o órgão máximo de regulação financeira do país coloca a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, mais uma vez, numa encruzilhada ética e jurídica. Enquanto a Polícia Federal analisa o farto material apreendido, que inclui celulares, notebooks e outros dispositivos, a pergunta que paralisa Brasília é: até onde vai a simbiose entre o projeto de poder da família Bolsonaro e os interesses escusos de um setor financeiro que tentou dobrar as instituições do Estado brasileiro à força? O rastro do Pix de R$ 650 mil e a “equipe de estrategistas” do Projeto DV sugerem que a campanha de 2026 já nasceu sob a sombra de um dos maiores esquemas de fraude e manipulação da nossa história recente.

Fonte: REVISTA FÓRUM - 12/05/2026

Lula assina MP e zera imposto federal sobre a “taxa das blusinhas”



                                             foto: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta terça-feira (12/5), uma Medida Provisória (MP) que zera o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como “taxa das blusinhas”, extinguindo a cobrança da alíquota de importação.

A medida provisória será publicada em edição extra no Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta terça-feira, e a mudança passa a valer imediatamente.

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O anúncio foi feito durante uma rápida cerimônia, convocada de última hora, no Palácio do Planalto.

“Depois de três anos em que nós conseguimos praticamente eliminar, conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante. Então, na data de hoje, temos a satisfação de anunciar que foi zerada a tributação sobre a importação da famosa taxa das blusinhas”, anunciou o secretário do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.


Fonte: Metrópoles c/adaptaçõe 12/05/2026

São João 2026: Confira a grade de atrações em Irecê

 

                                           
                                                         Pç. do feijão - Irecê - foto:Blog Fique Informado


No ano que a cidade de Irecê situada há 475 km da capital da Bahia  completa 100 anos, a Prefeitura divulgou nesta terça-feira(12) as atrações da festa para o período de 19 a 24/06/26, que em peça publicitária denomina-se "O São João do Século".

Na abertura do dia 19/06 terá nomes como: Dorigival Dantas, Zé Neto & Cristiano, Sinvânia e Berg, Donas do Bar e Olodum, além das atrações locais.

No fechamento no dia 24/06, na chamada 'revoada' as atrações serão: Rei Vaqueiro, Menos é Mais, Baiana System e  Macinho Sensação.

Confira a programação diária do Palco Principal abaixo:

                                                                           24/06

                                                                        23/06

22/06


21/06

20/06



19/06

imagens: DIVULGAÇÃO/PMI
                                              



Saúde: Veja fotos do antes e depois da fábrica da Ipê alvo de fiscalização da Anvisa

 


                                        foto:reprodução/TV Globo/ Bruno Santos/Folhapress


  • Visita da reportagem à unidade de Amparo (SP) mostrou reparos e limpeza após agência citar riscos.Diretoria da Anvisa decide em reunião nesta quarta-feira (13) se mantém restrições sobre produtos.
Confira a reportagem completa da Folha São Paulo no link    abaixo:




Governo lançará crédito para motorista de app comprar carro, diz Boulos

                                                              Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


O governa planeja lançar nos próximos dias um programa de financiamento para compra de veículos por motoristas de plataformas de aplicativos, como Uber, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

Confira a reportagem  completa no link abaixo do site UOL nesta terça-feira (12):

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/05/12/governo-vai-lancar-financiamento-para-compra-de-carros-por-motorista-de-app.ghtm