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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Carlinhos Maia afirma que Davi Brito pediu R$ 300 mil para perder luta contra Rico e expõe prints: "Você tá liso, é?"

                                           foto:reprodução


O influenciador Carlinhos Maia expôs detalhes da desistência do baiano, Davi Brito, da luta contra Rico Melquiades no “Rancho do Maia”, na noite deste sábado (22). Em suas redes sociais, o dono do reality exibiu prints de uma “negociação” onde o vencedor do Big Brother Brasil 24 teria cobrado R$300 mil para perder a luta de propósito e até sugeriu opções de parcelamento. 

 

Nos stories, Carlinhos compartilhou um vídeo mostrando a troca de mensagens com Davi pelo Instagram. Os registros mostram que o tomou a iniciativa e apresentou uma proposta para a luta contra Rico. “Bora fazer o entretenimento acontecer, pra rodar o Brasil todo”, escreveu.

 

Com o argumento de que Rico teria menos chances de vencer, Davi teria afirmado que “Se o Rico ganhar, isso vai rodar o Brasil, ele vai parar tudo. Se a gente chegar em uma negociação em valor, eu deixo o Rico ganhar a luta no 2º round, por nocaute técnico”, disparou.

 


Fotos: Reprodução / Instagram / Carlinhos Maia 

 

Ainda na negociação, o baiano afirma que se o pagamento não fosse efetuado, teria que enfrentar o adversário de verdade. “Mas, se caso não rolar, aí eu vou ter que quebrar a cara dele mesmo. Aí não tem pra onde correr, kkkkk”, afirmou. Na sequência, apresentou o valor “E aí, minha proposta? É 300.000,00 eu deixo ele ganhar”, afirmou Davi, que ainda classificou o possível resultado como “histórico”.

 

Nos registros, Maia não responde as mensagens de Davi, que passa oferecer um parcelamento do valor cobrado. “Você me dá 200.000 entre hoje e amanhã E 100.000 mês que vem. A data do mês que vem você que escolhe pra ficar bom pra você”, declarou. Ele ainda chegou a reduzir a quantia para R$100 mil, mas continuou sem receber retorno.

 


Fotos: Reprodução / Instagram / Carlinhos Maia 

 

A luta em questão não chegou a acontecer pois o baiano perdeu a disputa contra o vencedor da A Fazenda 13 por W.O. após alegar uma lesão no ombro. O anúncio foi feito pelo treinador de Davi pouco antes do início da luta. De acordo com o treinador, o ex-BBB não tinha condições de subir ao ringue por ter se machucado durante a preparação para o confronto.

 

Por meio de vídeos nas redes sociais, Carlinhos Maia criticou a postura de Davi e ressaltou que diversos artistas de destaque, como Natanzinho Lima e Wesley Safadão, já se apresentaram no Rancho sem cobrar cachê, justamente por reconhecerem a dimensão do projeto. “Então, assim, não acho que é um menino ruim. E eu vou colocar aqui: Davi, porque você é novo, você tem que aprender, tá?”, apontou.

 

“O que eu achei é que ele é um menino que eu não sei como é que foi a vida dele, mas ele tá com muito amor ao dinheiro. Muito amor ao dinheiro, porque isso era de menos. Quando ganhasse, eu ia dar um prêmio. Eu dei 500.000 para beijar na boca. Você acha que eu ia dar um prêmio?”, disparou.

 

Por fim, o empresário criticou a gestão financeira de Davi após a vitória no BBB. “Bom, agora eu vou falar na sua linguagem. Você tá liso, é? Donzelo. Você ganhou o prêmio do ‘Big Brother’ aí. O que que você fez com esse dinheiro?”, pontuou.



Fonte:Redação do BN - 24/08/2026



Salvador: Morre 2ª vítima atacada por membros de torcida organizada

                             foto:Divulgação


A segunda vítima do ataque promovido por membros de uma torcida organizada, momentos antes do clássico Ba-Vi, neste domingo (23), não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso aconteceu na Via Regional, próximo à conhecida 'Ladeira da 8', cerca de duas horas antes da partida.

A primeira vítima a ter a identidade revelada foi José Alexandre Souza Borges, de 28 anos, torcedor do Esporte Clube Bahia, morto após ser atacada com arma branca.

Seis presos por participação no ataque

A Polícia Civil autuou seis suspeitos por participação na morte de José Alexandre e na tentativa de homicídio de outras quatro pessoas. 

Eles foram autuados pelos crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio, posse de artefato explosivo e promoção de tumulto, conforme previsto no Estatuto do Torcedor.

Deputado baiano investigado na Overclean gasta R$ 621 mil na primeira semana de campanha; diz site

                                      foto:reprodução


Com apenas uma semana de campanha eleitoral, o deputado federal e candidato à reeleição Dal Barreto (União Brasil) já declarou mais de R$ 600 mil em despesas com a própria candidatura.

Uma apuração do BNews, com base nos dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que, até o sétimo dia de campanha, o parlamentar havia registrado R$ 621,6 mil em gastos eleitorais.

A maior parte dos recursos, R$ 418,1 mil, foi destinada à contratação de materiais de campanha junto a uma gráfica localizada em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano.

Do total pago à empresa, R$ 209.096 foram destinados à impressão de bandeiras; R$ 40.300, a adesivos bola de 25x25 cm; R$ 7.020, a adesivos bola de 12x12 cm; R$ 146.880, a praguinhas; e R$ 14.900, a santinhas.

O valor destinado à gráfica também chama atenção pelo ranking nacional de fornecedores. Considerando apenas os R$ 418,1 mil pagos por Dal Barreto à empresa, o valor já coloca a gráfica, até o momento, como a 18ª que mais recebeu recursos de campanhas eleitorais em todo o Brasil.

Histórico

Em comparação, nas eleições de 2022, a mesma gráfica foi contratada para prestar serviços a seis candidatos diferentes. Naquele pleito, o maior pagamento registrado à empresa foi feito pelo então candidato a deputado federal João Leão (União Brasil), que desembolsou R$ 177.395.

Já na campanha de Dal Barreto em 2022, aparecem despesas eleitorais com empresas de CNPJs diferentes, embora algumas tenham nomes semelhantes. Por isso, não é possível afirmar, apenas pela denominação, que se tratava da mesma empresa.

Embora a gráfica não apareça entre os fornecedores identificados na campanha de 2022 de Dal Barreto, a empresa recebeu recursos do parlamentar durante o atual mandato na Câmara dos Deputados.

Segundo dados da Câmara, Dal Barreto registrou R$ 99.922,20 em despesas com a empresa por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). O valor aparece entre os fornecedores do deputado no atual mandato.

O BNews tentou contato com Dal Barreto e com a gráfica para obter esclarecimentos sobre os gastos, mas, até o momento, não obteve retorno.

Alvo da Operação Overclean

Dal Barreto foi alvo da Operação Overclean, da Polícia Federal, em outubro de 2025. Na ocasião, o deputado foi abordado por agentes no Aeroporto de Salvador e teve o celular apreendido. Endereços ligados a ele, incluindo um posto de combustíveis em Amargosa, também foram alvo de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A investigação apura suspeitas relacionadas a desvios de recursos de emendas parlamentares por meio de contratos com prefeituras. Segundo a PF, os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.

Gastos com postos de combustíveis

Em outubro de 2025, um levantamento do Uol apontou que Dal Barreto havia apresentado 326 notas fiscais de um posto de combustíveis de seu sócio, em Amargosa, para reembolso pela Câmara dos Deputados desde o início do mandato, em 2023. Os valores somavam cerca de R$ 114 mil.

A reportagem também apontou que o deputado utiliza um carro alugado com verba da Câmara, com custo de R$ 12 mil mensais, e que os reembolsos incluíam abastecimentos de até R$ 1.611 em uma única nota.

Outro levantamento, publicado no mesmo mês, apontou que empresas ligadas a Dal Barreto receberam ao menos R$ 30,9 milhões de 13 prefeituras baianas em 2022. A publicação também informou que o patrimônio declarado pelo deputado passou de R$ 516 mil, em 2008, para R$ 7,3 milhões em 2022.

Refit e Operação Poço de Lobato

Em novembro de 2025, o nome de Dal Barreto foi encontrado pela Polícia Federal em uma anotação escrita em uma das janelas de vidro do escritório da Refit, no centro do Rio de Janeiro, durante a Operação Poço de Lobato.

A empresa, antiga Refinaria de Manguinhos, está entre os maiores devedores de tributos da União e dos estados. Segundo informações da Receita Federal, o grupo movimentou mais de R$ 70 bilhões em um único ano por meio de um conjunto de empresas e offshores.

Dal Barreto é proprietário de um posto de combustíveis na Bahia, segmento em que o empresário Ricardo Magro, controlador da Refit, buscava ampliar sua atuação.

Na época, Dal Barreto negou ter qualquer relação comercial ou institucional com a empresa. “Eu não conheço ninguém que eu saiba que tem algum envolvimento com Refit. Nunca fiz nenhum negócio com essa empresa”, afirmou.


Fonte: Eduardo Costa-Eduardo Costa/Bocão News - 24/08/2026

Novo presidente do STJ diz que regras para eventos não são solução: 'Que juiz vai se vender por passagem?'


                                             foto:reprodução


O ministro Luis Felipe Salomão assume a presidência do STJ (Superior Tribunal de Justiça) em meio a uma crise de confiança pública no Judiciário, agravada por suspeitas de venda de decisões dentro da corte e de uma denúncia de assédio sexual contra o magistrado Marco Buzzi, afastado do cargo pelos próprios colegas.

 

Em entrevista à Folha, ele defendeu uma reforma do sistema de Justiça, mas disse que a solução para os gargalos passa ao largo da criação de normas sobre a participação de juízes e ministros em eventos e palestras. "Essa está longe de ser a questão que vai fazer com que haja mais produtividade e eficiência dentro do Judiciário."
 

Segundo ele, a Loman (Lei Orgânica da Magistratura) já prevê regras sobre a postura a ser adotada por juízes, tanto na vida pública quanto na privada, para coibir e punir situações de conflito de interesse. "Precisamos atualizá-las? Talvez. Mas isso vai fazer com que a Justiça funcione melhor, com menos burocracia e sem custo excessivo? Não", opinou.
 

Como mostrou a Folha, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ministro Edson Fachin, apresentou uma proposta de resolução com regras para a participação de juízes em eventos, para o recebimento de presentes e para o exercício de atividades privadas. Ele também defende um código de ética para ministros.
 

Salomão afirma que a magistratura costuma frequentar eventos para "trocar experiências" e superar "o encastelamento da profissão", mas que isso não significaria um comprometimento da imparcialidade em processos. "Qual é o juiz que vai se vender por uma passagem? Ele ouve ponderações de todos os lados e decide. Não vai ser influenciado."
 

Na mesma linha, o ministro diz que discussões sobre impeachment de ministros são mera "retórica" e não resolvem questões relevantes, como a morosidade da Justiça. "Temos que evitar esses extremismos que não adiantam nada, que não mudam o fato de uma família ter de esperar às vezes oito ou nove anos para solucionar uma demanda simples."
 

Com mais uma campanha eleitoral polarizada nas ruas, o presidente do STJ lamentou o Judiciário ter virado mote de candidatos. O ministro atribuiu isso a uma hiperexposição principalmente do STF --que, segundo ele, teve um "boom" de visibilidade com a intensa judicialização de temas políticos, econômicos e sociais.
 

"[Os candidatos] jogam o Judiciário como uma projeção da frustração que se tem com o Estado, e isso é misturar alhos com bugalhos", definiu. "Usar o Judiciário como plataforma eleitoral é ruim, porque você deforma a realidade para atender a um discurso de campanha."
 

Para o ministro, o STJ agiu com rapidez para apurar as denúncias de assédio sexual contra Buzzi. "Nós fizemos a nossa parte. Atuamos com o cuidado que o caso requeria, com garantia do direito de defesa. Quanto mais tempo isso ficasse em aberto, pior seria para o tribunal, para as denunciantes, para o próprio ministro e para a sua família".
 

Salomão descartou qualquer relação entre a celeridade imprimida ao caso e o fato de a mãe da primeira vítima ser uma advogada atuante em Brasília. "Tomou-se a decisão sem olhar para quem estava denunciando. Não acho que possa ter havido qualquer tipo de influência. Nós entendemos que ficou provado o fato, e a decisão foi unânime", lembrou.
 

Da mesma forma, em relação às investigações sobre suspeitas de vendas de decisões no STJ (com inquéritos ainda abertos sobre o ministro Moura Ribeiro e também sobre Buzzi), o presidente disse não ver desgastes para a imagem da corte.
 

"O tribunal não empurrou para debaixo do tapete. Servidores foram colocados para fora, terceirizados foram demitidos, um foi preso em flagrante, mas até agora nada aponta para o envolvimento de ministros", afirmou.
 

De acordo com o novo presidente do STJ, os inquéritos trouxeram um ponto positivo: chamar a atenção para possíveis vulnerabilidades dos sistemas internos. Salomão afirmou que, diante disso, o tribunal aprimorou os mecanismos de auditoria e de rastreabilidade dos servidores que têm acesso às minutas de votos e decisões.
 

Diante do universo de mais de 18 mil juízes no Brasil, o ministro disse ser "ínfima" a parcela dos que cometem irregularidades. "Não é uma coisa generalizada, é pontual. Quando acontece, as penalidades são duríssimas. A grande maioria trabalha muito, sábado, domingo, para dar conta dos seus processos, e não estou falando por corporativismo."
 

Para Salomão, há deformações na discussão sobre os penduricalhos na remuneração dos magistrados, que levam aos chamados supersalários. "É inegável que havia um abuso muito grande, e o Supremo foi cirúrgico. O juiz não pode ter um salário exorbitante. Porém, tentar comparar o salário de um juiz ou de um promotor com o salário mínimo também não é um debate correto."
 

O presidente do STJ também vê a necessidade de interlocução mais próxima com o Supremo, uma vez que existem "pontos de conflito" entre as duas cortes em questões criminais, como os limites para buscas em ambiente domiciliar e questões relacionadas ao cumprimento das penas.
 

A reforma do Judiciário defendida por Salomão vai exigir, de acordo com ele, um debate conjunto com o Palácio do Planalto e com a nova composição do Congresso Nacional após a posse dos eleitos. Para o ministro, o foco é a eficiência: "Uma briga sobre a posse de um imóvel, sobre uma herança, consegue-se resolver em tempo razoável?", exemplificou.
 

Sancionada pelo presidente Lula (PT) e com previsão de entrar em vigor em 3 de setembro, a implementação de um "filtro de relevância" no STJ é a aposta de Salomão para "conter a avalanche de processos" e diminuir o acervo --no último ano, chegaram ao tribunal 700 mil casos, e a média foi de uma decisão a cada sete minutos.
 

O filtro prevê que recursos especiais só sejam julgados pelo STJ se o interesse pela matéria for além das partes do processo e tiver impacto para um número amplo de cidadãos. Caso contrário, a última palavra será dada pelos tribunais de segunda instância --consequentemente, o encerramento definitivo de uma ação judicial será antecipado.
 

Questionado sobre a falta de diversidade no tribunal, Salomão disse que pretende fazer um apelo aos colegas para que critérios de gênero e raça sejam levados em consideração quando o tribunal for elaborar as listas a serem encaminhadas ao presidente da República para preenchimento de vagas em aberto.
 

Dos 31 ministros em atuação no STJ, apenas seis são mulheres. O percentual de magistrados negros no tribunal é de apenas 3%, segundo dados do CNJ. "A nossa parte vamos procurar cumprir, mas isso também depende do Executivo [que indica] e do Parlamento [que, após sabatina, aprova ou rejeita o indicado]".
 

Salomão também pretende contratar especialistas para compor uma espécie de diretoria de compliance que, junto a uma comissão de ministros, ficaria responsável por analisar e fiscalizar a transparência dos sistemas internos de IA (inteligência artificial). Segundo ele, a supervisão humana é indispensável. "História de 'ministro-robô' não vai existir aqui."



Fonte: Por Luísa Martins, Ana Pompeu e José Marques | Folhapress - 24/08/2026

Eleições 2026: Eduardo Bolsonaro reposta críticas a Michelle: “Triste, mas verdadeiro”

 

                                            foto:reprodução


O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a fazer críticas a Michelle Bolsonaro (PL), mesmo após a pacificação entre a ex-primeira-dama e seu irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República.

Nas últimas horas, Eduardo repostou um vídeo do influenciador bolsonarista Allan dos Santos com críticas a Michelle e afirmou concordar com o conteúdo. “Triste, mas verdadeiro”, escreveu o ex-parlamentar.

No vídeo, Allan dos Santos diz preferir a eleição da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e do ex-desembargador Sebastião Coelho (Novo) ao Senado pelo Distrito Federal à de Michelle, que lidera as pesquisas de intenção de voto.

“Eu prefiro mil vezes Bia Kicis e Sebastião Coelho do que a Michelle com oito anos de incógnita. É uma incógnita, porque nós não sabemos o que ela poderá trazer para a direita. O que não é incógnita: pauta feminista, pauta de esquerda, saindo da boca de alguém que se diz de direita”, afirmou o influenciador.

Allan também resgatou o episódio em que Michelle divulgou um vídeo no qual afirmou ter sido maltratada por Flávio. Na avaliação dele, ela já teria demonstrado, mesmo sem ocupar cargo público, que poderia agir contra interesses da direita.

“A gente viu o que a Michelle foi capaz de fazer sem cargo nenhum. Ela queria retirar o Flávio Bolsonaro, gravou vídeo para atrapalhar a campanha de Flávio Bolsonaro e não quis, de jeito nenhum, pensar no povo brasileiro. Vocês imaginam o que a Michelle faria no DF como senadora por quase uma década?”, disse.

A manifestação de Eduardo ocorre apesar do recente movimento de reaproximação entre Michelle e Flávio, que vinha sendo tratado como uma pacificação entre os dois e que ajudou o senador a se recuperar nas pesquisas.


Fonte:Igor Gadelha/Metrópoles - 24/08/2026

Reino Unido: Convite de Meghan Markle para série de Guy Ritchie teria sido cancelado após rejeição


                                                foto:reprodução



 Meghan Markle teria perdido o convite para integrar a terceira temporada de "Magnatas do Crime", série da Netflix criada por Guy Ritchie, após uma suposta reação negativa do público britânico.

 

A informação foi divulgada pela jornalista Tina Brown, ex-editora-chefe das revistas Vanity Fair e The New Yorker, que afirmou ter recebido a notícia nesta sexta-feira (21).
 

"Fiquei sabendo nesta manhã que a escalação de Meghan Markle para a terceira temporada da série de Guy Ritchie na Netflix, 'Magnatas do Crime', foi retirada. A repercussão no Reino Unido foi tão intensa que se tornou insustentável prosseguir", escreveu Brown por meio das redes sociais.
 

No X (antigo Twitter), a jornalista acrescentou que o episódio não seria "um bom sinal" para uma eventual volta de Meghan à atuação no Reino Unido. A informação, porém, não foi confirmada oficialmente pela Netflix, e não há confirmação pública de que a atriz tenha sido formalmente escalada para a produção.
 

A possível participação havia sido revelada pelo Deadline, que informou que Meghan estaria em negociações para integrar o elenco da terceira temporada da comédia de ação estrelada por Theo James. As conversas ainda estariam em estágio inicial e seriam hipotéticas, já que a Netflix sequer havia confirmado oficialmente uma terceira temporada da série.
 

O eventual retorno representaria uma mudança de rumo para Meghan. Ela deixou a carreira de atriz em 2018, quando se casou com o príncipe Harry, e se mudou com o marido para os Estados Unidos em 2020, após os dois abandonarem as funções oficiais como membros ativos da família real britânica.
 

Em entrevista à Variety, em 2022, ela chegou a dizer que havia encerrado sua carreira como atriz e que não pretendia voltar ao ofício.
 

Antes da vida na realeza, Meghan ganhou projeção internacional como Rachel Zane em "Suits", personagem que interpretou entre 2011 e 2018.



Fonte: folhapress - 24/08/2026

Piloto Lito Sousa pede acesso a tratamento experimental: "Urgente"

 



                                       FOTO:REPRODUÇÃO/INSTAGRAM - 24/08/2026



Lito Sousa apareceu nas redes sociais pela primeira vez após ter sido diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Em um vídeo publicado neste domingo (23), o piloto fez um apelo urgente para ter acesso a pesquisas e tratamentos experimentais sobre a condição cerebral rara, que não possui cura nem protocolo de tratamento estabelecido pela medicina (assista o vídeo abaixo).

Deitado em uma cama de hospital, Lito abre o vídeo pedindo para ser submetido a um tratamento experimental que vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

"Oi, meu nome é Lito Sousa e tenho um apelo urgente para você. Por favor, ouça atentamente a seguinte mensagem. Este é um apelo urgente para a Ionis Pharmaceuticals, o Broad Institute, Harvard e a Mayo Clinic", disse.

Na sequência, o comunicador Ewandro Magalhães explica a situação: "Este é um apelo urgente para a Ionis Pharmaceuticals, o Broad Institute, Harvard e a Mayo Clinic. O influenciador brasileiro Lito Sousa está lutando contra a Creutzfeldt-Jakob, uma doença de avanço rápido e majoritariamente fatal, para a qual ainda não existe um protocolo de tratamento padrão".

E segue: "Sua família está correndo para incluí-lo em um ensaio experimental. Dois estudos poderiam ajudar, os detalhes estão na tela. Lito tem milhões de seguidores cujas vidas ele tocou de diversas formas. Incluí-lo nesses estudos lhe dará uma chance de lutar, ao mesmo tempo em que trará atenção global para a pesquisa. Por favor, revisem o caso dele com urgência. E se isso apareceu no seu feed, por favor, compartilhe amplamente. Certifique-se de marcar as instituições mencionadas nas legendas. Cada minuto importa. Muito obrigado antecipadamente".

Na última semana, Lito foi diagnosticado com a doença Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurológica rara, gravíssima e de rápida progressão. Segundo Mila Seidl, esposa do piloto, a doença já o fez perder parte dos movimentos e da visão.

Neste sábado (23), Mila voltou às redes sociais para informar que  Lito entrou para a fila de espera para participar de testes e estudos sobre a Doença de Creutzfeldt-Jakob na Universidade Harvard.

Apesar da novidade, os principais testes sobre a condição, inclusive o da universidade norte-americana, estão fechados para novos pacientes no momento. No comunicado, Mila explicou que a instituição informou que voltará a avaliar candidatos em 20 de outubro.

"Eu tenho 0% de chance, mas se eu tiver 1% de chance em qualquer lugar, a gente quer esse 1%", disse Mila na gravação.

Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 90% das pessoas acometidas pela doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) evoluem para óbito em um ano. 

FONTE: LUANA MEDEIROS/COLUNA GENTE DO PORTAL IG - 24/08/2026



Salvador: PM deflagra operação conjunta nos bairros do Complexo do Nordeste de Amaralina

 

“Dominus Areae”: PM-BA deflagra força-tarefa para ocupação policial no Complexo do Nordeste de Amaralina


Foto: Divulgação / PM-BA

A Polícia Militar da Bahia deflagrou, nesta segunda-feira (24), a Operação Dominus Areae nos bairros do Complexo do Nordeste de Amaralina, região formada pelos bairros do Nordeste de Amaralina, Santa Cruz, Vale das Pedrinhas e Chapada do Rio Vermelho, em Salvador. A ação prevê a ocupação policial na localidade, com policiamento ostensivo. 

 

Segundo informações divulgadas pela Secretaria de de Segurança Pública (SSP-BA), “a intensificação do policiamento em determinadas áreas decorre da análise do cenário da segurança pública e da necessidade de ampliar a capacidade de prevenção e de resposta policial, assegurando a presença do Estado e o livre exercício dos direitos da população”. 

 

Ainda segundo o comunicado, as equipes realizarão abordagens direcionadas, rondas intensificadas, ações de inteligência e monitoramento das áreas abrangidas pela operação. A atuação será contínua e permanecerá pelo período necessário, de acordo com a avaliação operacional da Corporação.

 

A Operação Dominus Areae integra a estratégia de ações planejadas e direcionadas especialmente à prevenção de crimes, à repressão ao tráfico de drogas, ao cumprimento de medidas judiciais, à apreensão de armas e à localização de integrantes de grupos criminosos.

 

Fonte:BN c/adaptações 24/08/2026