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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Saúde: Programa mais médicos especialistas abre nova seleção e Bahia terá diversas vagas

foto:reprodução
 



O Ministério da Saúde abriu, nesta quarta-feira (21), as inscrições para a segunda chamada do terceiro ciclo do Projeto Mais Médicos Especialistas (PMM-E). Ao todo, são oferecidas 224 vagas imediatas e outras 4.350 para cadastro reserva, contemplando áreas como anestesiologia, ginecologia, obstetrícia, urologia, cardiologia e psiquiatria.


Os profissionais interessados podem se inscrever até o dia 29 de outubro, por meio do Portal UNA-SUS. Para participar, é necessário ter registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) válido.

As bolsas mensais variam conforme o nível de vulnerabilidade do município de atuação. Os valores são de R$ 20 mil para localidades de alta vulnerabilidade, R$ 15 mil para as de média vulnerabilidade e R$ 10 mil para municípios classificados com baixa ou muito baixa vulnerabilidade.

Nordeste concentra maior número de vagas

A região Nordeste reúne 46% das vagas imediatas disponíveis nesta chamada. O Sudeste concentra 21% das oportunidades, seguido pelo Norte, com 17%, Centro-Oeste, com 9%, e Sul, com 7%.

Segundo os dados divulgados, aproximadamente 55% das vagas imediatas são destinadas a municípios do interior, com o objetivo de ampliar a presença de médicos especialistas em regiões com maior necessidade de atendimento.

Bahia tem oportunidades em dezenas de municípios

Na Bahia, as vagas contemplam Salvador e diversas cidades do interior, incluindo Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Barreiras, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Alagoinhas, Santo Antônio de Jesus e Teixeira de Freitas, Simões Filho, Camaçari, Lauro de Freitas, Serrinha, Guanambi, Irecê, Jacobina, Paulo Afonso, Bom Jesus da Lapa, Brumado.

A lista divulgada inclui ainda Amargosa, Barra, Candeias, Conceição do Jacuípe, Euclides da Cunha, Ibotirama, Itaberaba, Itamaraju, Itapetinga, Luís Eduardo Magalhães, Medeiros Neto, Monte Santo, Morro do Chapéu, Nazaré, Paramirim, Poções, dentre outras.


fonte: Bahia Econômica/instagram - 21/10/2026

Preso por tentativa de golpe de Estado, Silvinei Vasques indica nomes para a PRF se Flávio vencer, diz jornal

                                         o ex- diretor-geral da PRF no governo Bolsonaro quando foi preso no Paraguai


O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, condenado a 24 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, teria encaminhado à família Bolsonaro uma lista de nomes para assumir o comando da corporação caso Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição presidencial. Preso em Brasília desde dezembro, Vasques teria indicado três integrantes que ocuparam cargos de destaque na PRF durante o governo de Jair Bolsonaro.

A informação foi divulgada por uma coluna do jornal O Globo. Segundo a apuração, a lista foi enviada a Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente e senador eleito por Santa Catarina. 

Os nomes sugeridos são Wilmen Silva Vieira, Jean Coelho e Fábio Elissandro Cassimiro Ramos, todos com passagem por posições estratégicas na estrutura da corporação durante a gestão bolsonarista.


fonte: ICL NOTÍCIAS -21/10/2026

Eleições 2026: Bloquear canais de WhatsApp altera disputa e cria insegurança, afirmam juristas em nota ao TSE



                                                                Foto: Antonio Augusto / TSE


Um grupo de 110 juristas, pesquisadores e líderes da sociedade civil enviou uma nota técnica ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmando que o bloqueio de canais políticos de WhatsApp nas vésperas da eleição "restringe a liberdade política de cidadãos e altera significativamente as condições da disputa eleitoral a poucos dias da votação."

 

A Folha de S.Paulo revelou que os ministros Kassio Nunes Marques, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e André Mendonça circularam uma minuta de resolução para bloquear todos os canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição.
 

A proposta, de autoria de Mendonça, atingiria em cheio o Exército do Lula, canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones que já tem mais de 7 milhões de inscritos e tem conseguido mobilizar a esquerda nas redes.
 

A campanha de Flávio Bolsonaro já entrou com várias representações pedindo ao TSE a derrubada do canal de Janones, que já foi censurado por Kassio, mas voltou ao ar. O canal de apoio a Flávio no WhatsApp, o Tropa do Flávio, também seria atingido, mas ele tem 2 milhões de inscritos, bem menos que o de Lula, e engajamento menor.
 

A nota técnica assinada por juristas como Oscar Vilhena, Ana Frazão, Ingo Sarlet, e ex-integrantes do TSE como Luciana Lossio e Edilene Lobo classifica como um erro a proposta de Mendonça de equiparar os canais de WhatsApp a propaganda paga ou impulsionada, que é proibida entre as 48 horas anteriores e as 24 horas posteriores à eleição.
 

Impulsionamento, explica a nota, é o serviço que, mediante contratação com o provedor, potencializa o alcance do conteúdo para atingir usuários que normalmente não teriam acesso a ele. Exige contratação, ampliação artificial do alcance e entrega a quem não escolheu receber. "O canal não tem nenhum desses elementos: é gratuito, não tem alcance potencializado e só chega a quem decidiu segui-lo."
 

Segundo os juristas, "uma interpretação que submeta os canais às restrições temporais próprias do impulsionamento pago poderia impedir a continuidade da comunicação política por meio de funcionalidades ordinárias."
 

De acordo com a nota, a equiparação de canais públicos de WhatsApp ao impulsionamento confundiria duas categorias que a legislação deliberadamente distingue: a difusão orgânica de propaganda eleitoral e a contratação remunerada de serviços de ampliação de alcance. Essa diferença é enfatizada pela própria Meta, controladora do WhatsApp, no plano de conformidade que submeteu ao TSE. A empresa esclarece que o WhatsApp não classifica nem recomenda mensagens e não oferece impulsionamento pago de conteúdo político-eleitoral.
 

"Os canais de WhatsApp são funcionalmente semelhantes a perfis e páginas de redes sociais, eles permitem que administradores publiquem textos, imagens, vídeos, áudios e links para uma audiência que voluntariamente optou por acompanhá-los."
 

Os juristas argumentam que a mobilização realizada por meio de canais de WhatsApp como os de apoio a Lula e Flávio é lícita. Eles citam o artigo 28 da resolução de propaganda do TSE de 2019 que "reconhece a licitude da propaganda eleitoral em canais e perfis de pessoas naturais que alcancem grandes audiências ou participem de mobilizações destinadas a ampliar o alcance orgânico de mensagens, inclusive por meio de compartilhamentos simultâneos e hashtags".
 

Eles advertem que uma mudança nas regras "às vésperas da votação comprometeria a segurança jurídica". "A introdução de uma nova equiparação jurídica, com efeitos restritivos sobre a comunicação política a poucos dias do segundo turno, suscitaria problemas relevantes de legalidade, previsibilidade e segurança jurídica."
 

Os signatários afirmam que isso não significa deixar de identificar conteúdos ou comportamentos irregulares nos canais e adotar medidas proporcionais. "Isso é inclusive totalmente possível no caso de canais de WhatsApp, que pela sua natureza são públicos e podem ser facilmente fiscalizados, como inclusive já ocorreu durante este pleito eleitoral", dizem. "O que não se justifica é transformar uma categoria inteira de comunicação política em modalidade proibida de publicidade paga, independentemente de contratação ou demonstração de irregularidade. É fundamental, portanto, preservar a distinção entre propaganda orgânica e impulsionamento pago, evitando interpretações ou alterações regulamentares que imponham aos canais públicos de WhatsApp restrições incompatíveis com sua natureza técnica e com o regime jurídico vigente, especialmente às vésperas da eleição."


Fonte: Patricia Campos Melo/FolhaPress - 21/10/2026

Bloquear canais de WhatsApp altera disputa e cria insegurança, afirmam juristas em nota ao TSE

Cantor Roger Waters ataca família Bolsonaro e convoca brasileiros a votar em Lula



                                                  Foto: Ricardo Stuckert/ PR


Roger Waters, cofundador do Pink Floyd, entrou no debate sobre a eleição presidencial brasileira e declarou apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nas redes sociais na terça-feira (20), o músico britânico criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do atual presidente no segundo turno. Ele também convocou os brasileiros a comparecer às urnas no próximo domingo (25).
 

Na gravação, Waters afirmou que o Brasil desperta seu carinho devido às apresentações que realizou no país ao longo da carreira. Em seguida, dirigiu ataques pessoais a Flávio Bolsonaro e criticou o que classificou como uma aliança entre o senador e os Estados Unidos.
 

O artista disse que interesses americanos poderiam ameaçar os recursos naturais brasileiros, citando a Floresta Amazônica e as reservas minerais, e mencionou a família do presidente americano Donald Trump e Jared Kushner.
 

Ao justificar seu apoio a Lula, o músico disse que conheceu o presidente pessoalmente e demonstrou confiança nele. "Olhei nos olhos dele. É um homem honesto. É um homem que trabalhou para vocês a vida inteira, e vocês deveriam deixá-lo continuar trabalhando para vocês", disse.
 

Outro foco do pronunciamento foi a mobilização dos eleitores para o segundo turno. Waters defendeu que o comparecimento às urnas alcance índices de 90%, 95% ou até 100%. Para reforçar o apelo, pediu que os brasileiros ajudem parentes com dificuldades de locomoção a votar.
 

No fim do vídeo, Waters mencionou Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro assassinada em março de 2018 ao lado do motorista Anderson Gomes. "Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles a assassinaram. Vocês se lembram disso? Eu me lembro. Nunca vou esquecer. Por Marielle Franco, votem no domingo. Votem em Lula", declarou.
 

Essa não foi a primeira manifestação pública do britânico com relação à política brasileira. Em 2022, o músico enviou uma mensagem em vídeo para um evento da campanha de Lula. Em outubro de 2023, foi recebido pelo presidente no Palácio do Planalto.


FONTE: Por Leonardo Volpato/ FOLHAPRESS - 21/10/2026

Departamento de imigração dos EUA diz que Alexandre Ramagem é imigrante ilegal e violou leis

 

                                               foto:BBC


Alexandre Ramagem, ex- diretor da Abin no governo Bolsonaro, ainda pode ser deportado ou detido, diz Departamento de Segurança Interna dos EUA.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site da Agência Píblica em matéria assinada pelo jornalistas  Brenda Medina, ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), Natalia Viana.

Clique:https://apublica.org/2026/10/departamento-de-imigracao-dos-eua-diz-que-ramagem-e-imigrante-ilegal-e-violou-leis/


Apresentadora Angélica declara apoio a Lula após pronunciamento de mãe de Luciano Huck: "Coragem pra não me paralisar"


                                                foto:reprodução


A apresentadora Angélica, esposa do também apresentador Luciano Huck, surpreendeu os seguidores nesta quarta-feira (21) ao declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca reeleição em disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

 

Em vídeo publicado no Instagram, Angélica falou sobre a emoção de ver os jovens se movimentando em prol da democracia. A apresentadora afirmou que teve medo de falar sobre seu posicionamento político pelo julgamento e ataque do público, porém, entendeu ser necessário.

 

"Me emociona muito ver tantos jovens ocupando as ruas, as redes sociais levantando suas vozes, defendendo suas causas e participando ativamente das discussões sobre o nosso país. Como mãe, eu acho bonito ver essa geração se mobilizando, mostrando que existe força, esperança, vontade de transformar as coisas e é também olhando para esse movimento que eu encontro coragem pra não deixar essa angustia me paralisar e me impedir de falar sobre aquilo que eu acredito", disse.

 

 

Angélica frisa em seu depoimento não ser petista e nem ter um lado político, mas que apoia Lula por acreditar que ele irá manter a democracia no país.

 

"Sempre fui a favor da alternância de poder, não sou petista, não me vejo como de direita nem de esquerda, mas eu quero viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem uma das outras. Onde quem governa olhe pras pessoas com carinho, sem preconceito, sem debochar da dor e da luta de ninguém [...] e é por tudo isso que eu decidi votar no Lula", afirma.

 

A declaração de Angélica vem pouco menos de um dia após o posicionamento da mãe de Luciano Huck, a professora e arquiteta Marta Dora Grostein, que em vídeo expôs a luta do filho, Fernando Grostein, após ataques homofóbicos e o voto em Lula.

 

"Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fez meu filho Fernando sair do Brasil há sete anos. Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado [...] Diante do momento atual, eu voto Lula. A gestão do filho do Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente, as políticas sociais e culturais."



Fonte: BAHIA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO

Advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, tinha bunker para contar dinheiro vivo em aeroporto, investiga PF


                                    foto:reprodução




Polícia Federal encontrou uma sala secreta equipada com máquina de contar dinheiro vivo em um hangar no Aeroporto Internacional de Brasília, utilizado pelas empresas de aviação do advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A descoberta ocorreu após uma denúncia anônima recebida durante operação deflagrada em 7 de agosto, autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, para apurar suspeitas de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro.

A equipe policial retornou ao local, identificou uma alteração estrutural no hangar e localizou o compartimento oculto, com porta metálica robusta e aparentemente blindada. Tomaz nega irregularidades e afirma que a sala e os equipamentos servem à prestação de serviços para empresas de transporte de valores.

Flávio Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) em um novo inquérito instaurado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, justamente pela relação com Willer Tomaz.

A descoberta da sala secreta


Segundo relatório da Polícia Federal obtido pelo Estadão, a equipe que realizava buscas nos hangares 36 e 37 da área executiva do Aeroporto Internacional de Brasília havia encerrado a diligência quando recebeu uma denúncia anônima: havia um compartimento escondido no local, destinado a guardar dinheiro vivo. Os investigadores retornaram ao hangar e identificaram uma alteração estrutural no imóvel, além de uma porta metálica robusta e aparentemente blindada, que dava acesso ao ambiente oculto.

No interior do compartimento, a PF encontrou uma segunda máquina de contar dinheiro vivo. A primeira já havia sido apreendida no escritório de Willer Tomaz durante a mesma operação. Não havia dinheiro em espécie no local no momento da busca, mas a corporação registrou, no relatório, a presença de elementos materiais compatíveis com a utilização anterior do espaço para armazenamento seguro de valores. A combinação entre a estrutura do compartimento, projetada para dificultar o acesso, e os equipamentos encontrados é o que sustenta, para os investigadores, a hipótese de que o local servia à movimentação de numerário fora do sistema financeiro formal.

A investigação e as suspeitas

A operação foi deflagrada em 7 de agosto com autorização do ministro André Mendonça, do STF, e tem como foco suspeitas de ocultação de patrimônio para o senador Weverton Rocha (PDT-MA), além de indícios de lavagem de dinheiro em apostas esportivas. O advogado Willer Tomaz é apontado como figura central nas investigações e é descrito como amigo próximo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República.

A operação já havia encontrado, antes mesmo da sala secreta, indícios do uso frequente de dinheiro vivo por Tomaz e sinais de um padrão de vida considerado incompatível com a renda declarada. A descoberta do compartimento blindado aprofundou as suspeitas dos investigadores sobre a possível movimentação física de recursos em larga escala.

O fato de o advogado manter hangares com aeronaves disponíveis para táxi aéreo também interessa à PF: a corporação avalia se as aeronaves foram utilizadas como meio de transporte de numerário, hipótese que orienta a análise do material apreendido.

A defesa de Willer Tomaz

Em nota, Willer Tomaz negou qualquer irregularidade e apresentou uma explicação para a existência da sala e dos equipamentos. Segundo ele, o compartimento e as máquinas de contar dinheiro estão integrados à operação de suas empresas de aviação porque fazem parte de um portfólio de serviços prestados a empresas de transporte de valores.

“A sala cofre e os equipamentos mencionados estão localizados nos hangares das empresas de aviação e são essenciais para a prestação de serviços a empresas de transportes de valores que temos em nosso portfólio”, afirmou. “É fantasiosa e ridícula a tese de que a sala seria usada para contar ou guardar recursos de origem não declarada”, emendou.

A defesa do advogado, portanto, enquadra o compartimento não como estrutura clandestina, mas como infraestrutura operacional de um negócio legítimo. A consistência dessa versão com os elementos materiais encontrados pela PF, incluindo a natureza blindada da porta e a ausência de qualquer sinalização externa do ambiente, é um dos pontos que a investigação deverá examinar com mais detalhe nas próximas etapas.

Aeronaves

Durante a operação de 7 de agosto, a PF apreendeu quatro aeronaves nos hangares de Willer Tomaz: um helicóptero Robinson R66 (2012), um avião Cessna 550 Bravo (2001), um helicóptero Helibras AS 350 B2 (2007) e uma aeronave Cessna Aircraft (2000). As aeronaves foram acauteladas no próprio hangar, sob responsabilidade de uma funcionária da empresa, e não removidas do local.

Os investigadores também extraíram cópias das listas de passageiros das aeronaves referentes aos últimos anos, além dos diários de bordo. O objetivo é identificar quem utilizava os voos, já que as aeronaves eram disponibilizadas para serviços de táxi aéreo. A PF ainda analisa esse material e investiga a possibilidade de que as aeronaves tenham sido usadas para o transporte físico de numerário, o que conectaria a descoberta da sala secreta a uma eventual rota de movimentação de recursos fora do sistema bancário. O resultado dessa análise pode ampliar o escopo da investigação e o número de pessoas sob suspeita.


Fonte: REVISTA FÓRUM - 21/10/2026

SP: Justiça decreta prisão de acusados de golpe na família Di Genio, da Unip



                             foto:reprodução/Imagem: Danilo Verpa - 9.nov.2015/Folhapress.


 A Justiça de São Paulo decretou, em 15 de outubro, a prisão preventiva de seis investigados por tramar um golpe de quase R$ 1 bilhão contra a família Di Genio, do Grupo Unip-Objetivo. Os réus respondem por falsificação de documentos e fraude.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL desta quarta-feira (21):


https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/10/21/justica-decreta-prisao-de-acusados-de-golpe-na-familia-di-genio-da-unip.htm