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terça-feira, 9 de junho de 2026

Bahia: Polícia deflagra operação contra grupo de PM e ex-PM envolvidos em esquema extorsão mediante sequestro



                                   foto:reprodução/Redes Sociais


A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta terça-feira (9), dois envolvidos em um esquema de extorsão mediante sequestro e outros crimes violentos na Região Metropolitana de Salvador. A Operação Juramento Quebrado visou o cumprimento de três mandados de prisão contra um policial militar da ativa, um ex-policial militar e uma mulher de 28 anos. 

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o policial militar da ativa, que segue foragido, foi identificado como Michael Ramon Sinézio Filgueira, de 36 anos, lotado no 30° Batalhão de Polícia Militar da Bahia (BPM). 

 

O ex-policial, de 38 anos, foi identificado como Jackson Rodrigues, e a mulher, Tamiris Sousa Cruz, foram presos, respectivamente, em Petrolina, no estado de Pernambuco, e em Arembepe, no município de Camaçari. 

 

O Bahia Notícias entrou em contato com a Polícia Militar para obter mais detalhes sobre o vínculos dos policiais militares, mas não obteve retorno até o momento.

 

ESQUEMA CRIMINOSO


As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), apontam que os suspeitos integravam uma organização criminosa voltada à prática de extorsão mediante sequestro e outros crimes violentos.

 

De acordo com as investigações, o policial militar foragido exercia papel estratégico na estrutura criminosa, sendo responsável pelo recrutamento de policiais, ex-policiais e indivíduos que atuavam na segurança privada para integrar o grupo. As apurações indicam que a organização selecionava pessoas com antecedentes criminais para serem sequestradas e posteriormente submetidas à extorsão mediante pagamento de valores exigidos em troca da liberdade. 

 

O grupo também é investigado por homicídios e ocultação de cadáver, além de ser apontado pelas investigações como atuante na modalidade de milícia na região de Barra de Pojuca, no município de Camaçari.

 

Entre os casos apurados está o de uma vítima abordada pelo grupo criminoso no bairro de Mussurunga, em Salvador, no dia 5 de março deste ano. Outro caso investigado ocorreu três dias antes, no município de Simões Filho. Conforme as apurações, após serem capturadas, as vítimas eram levadas para um mesmo cativeiro localizado em Barra de Pojuca, no município de Camaçari, local onde também foram cumpridas medidas judiciais nesta operação.




Fonte: Bahia Notícias - 09/06/2026 11h:18

MG: Quem era Brenda, mulher que morreu após denunciar UPA vazia; Vídeo

 

                                         Foto:reprodução/Metrópoles



Belo Horizonte – A morte de Brenda Larissa Maia, de 32 anos, após passagem pela UPA de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, levantou questionamentos sobre o atendimento prestado à paciente. Horas antes de morrer, ela gravou vídeos denunciando a demora e afirmando que havia médicos em horário de descanso enquanto pacientes aguardavam assistência.

Moradora de Belo Horizonte, Brenda tinha histórico de fibromialgia e cardiopatia. Ela deixou uma filha, de 5 anos, diagnosticada com autismo.

Brenda deu entrada na unidade de saúde na tarde do último sábado (6/6), por volta das 14h30, com queixas de dores no peito. Durante a noite, já internada, enviou mensagens à mãe relatando a piora do quadro clínico.

“Eu te amo. Mãe, se te ligarem pedindo permissão para ventilação mecânica, não autoriza, tá. Eu não aguento… A saturação piorou mesmo no oxigênio, coração também”, escreveu.

Reprodução/Arquivo pessoal

Pouco depois, por volta de 1h30, Brenda gravou vídeos dentro da unidade cobrando providências das autoridades municipais. Nas imagens, ela mostra consultórios vazios e afirma que pacientes aguardavam atendimento.

“A UPA está agora, literalmente, com todas as salas vazias. Tem médico no descanso e uma médica vai sair para conduta de transferência”, disse. Em outro trecho, Brenda afirma que decidiu registrar a situação não apenas por ela, mas pelos demais pacientes que estavam na unidade.

“Da mesma forma que eu vim aqui lutar pelos direitos de quem está trabalhando, eu vou lutar pelos que estão aqui. Não é só eu”, declarou.

Negligência médica

A família acredita que houve negligência médica no atendimento prestado à paciente. Já a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que lamenta o ocorrido e determinou a apuração rigorosa dos fatos.

Segundo a administração municipal, serão levantadas todas as informações necessárias para esclarecer o caso e, após a investigação, poderão ser adotadas medidas técnicas e jurídicas cabíveis.

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para investigar a morte. O corpo de Brenda foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette, em Belo Horizonte, onde passou por exames periciais antes de ser liberado para a família.

“A PCMG instaurou inquérito policial para apurar os fatos e aguarda a conclusão dos laudos periciais, que irão subsidiar a investigação quanto à causa e às circunstâncias da morte”, informou a corporação.


Fonte:  /Metrópoles 09/06/2026

SP: Quem são os presos em operação contra plano para matar promotor do MP


                                            foto:Divulgação


 O ex-estagiário do Ministério Público de São Paulo (MPSP) Gabriel Lira de Jesus e o investigador da Polícia Civil Maurício Aparecido de Oliveira são dois dos três presos da Operação Infiltrados, deflagrada nesta terça-feira (9/6) pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Militar. A investigação busca desarticular grupo ligado a um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para matar o promotor da Justiça Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) de Campinas, interior de São Paulo. O terceiro preso é da Polícia Penal, cujo nome não foi divulgado.

Um dos principais alvos da operação desta terça-feira era Gabriel Lira de Jesus. Ele foi estagiário no MPSP e usava o cargo para obter informações privilegiadas. A Promotoria apurou que o investigado usava dados e sistemas internos para identificar criminosos de alto poder econômico e, então, usar as informações para extorquir dinheiro em troca de suposta proteção nas investigações do Gaeco, por exemplo.

A investigação classifica o ex-estagiário como um dos membros do grupo ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que planejava atentado contra o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho.

Ele foi preso por policiais do 1° Batalhão de Ações Especiais (Baep) em uma mansão luxuosa em Campinas (vídeo acima e (imagem de destaque). Documentos e dispositivos eletrônicos foram apreendidos.

Ex-chefe Dise

O segundo preso é o policial civil Maurício Aparecido de Oliveira. Atualmente, ele estava lotado no 1° Distrito Policial (DP) de Campinas. Contudo, segundo o MPSP, na época do planejamento do atentado, o investigador era chefe da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão de Investigações Criminais (Deic) de Campinas.

Maurício Oliveira foi gravado, em reunião com o empresário José Ricardo Ramos, um dos principais mentores do plano de execução do promotor de Justiça e preso em agosto de 2025 , um dia antes da operação que frustrou o atentado. Segundo o Gaeco, o investigador pode ter fornecido informações “privilegiadas e sensíveis”.

O investigador foi preso pela Corregedoria da Polícia Civil. Ele foi levado à uma penitenciária exclusiva para agentes policiais infratores.

Policial Penal


O último preso é um policial penal. O Gaeco não especificou qual era a função dele no esquema, mas destacou que, entre os alvos, ele também utilizava do cargo para benefício ilegal. A Corregedoria da Polícia Penal formalizou a prisão no município de Cardoso, interior da capital paulista.

Além das corregedorias das polícias Civil e Penal, a operação desta terça-feira contou com o apoio da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em função de envolver buscas em um escritório de advocacia.

Fonte: /Metrópoles 09/06/2026


segunda-feira, 8 de junho de 2026

Alagoas: MPF investiga prefeituras por desvio de R$ 6 milhões da educação para vaquejada


                                      foto:reprodução



(Folhapress) – O Ministério Público Federal em Alagoas abriu um procedimento para investigar o uso de dinheiro da educação para o pagamento de agrotóxicos, peças de tratores e reforma de uma arena de vaquejada por parte de duas prefeituras de Alagoas, Campo Grande e Olho D’Agua Grande, comandadas pela mesma família.

O caso foi revelado no último dia 1º pela Folha, após cruzar extratos do Fundeb, mais de 30 notas fiscais e visitar as duas cidades. O procedimento foi instaurado na quarta (3) no 10º Ofício da Procuradoria da República em Alagoas, órgão com atribuição criminal.

Os desvios identificados pela reportagem, que somam cerca de R$ 6 milhões, ainda incluem gastos de manutenção de carros particulares para construtoras, sem que haja obras de educação, e gastos vultosos para transporte escolar. Nas cidades, no entanto, ônibus circulam em situação precária, escolas sofrem infraestrutura deficiente e professores recebem remuneração 50% abaixo do piso nacional.

O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação básica. Inclui verbas de impostos estaduais e municipais, acrescidas de complementação federal —por envolver dinheiro da União, a Procuradoria também atua nesses casos.

A família do político Arnaldo Higino controla os dois municípios. O sobrinho Teo Higino (PSB) é prefeito pelo segundo mandato de Campo Grande, e a mulher de Arnaldo, Suzy Higino (PP), governa Olho D’Água Grande também pelo segundo mandato.

Arnaldo Higino, Suzy Higino, Mara Higino e Teo Higino na convenção do PP em Olho D'Água Grande, em 2024 - Divulgação/PP
Arnaldo Higino, Suzy Higino, Mara Higino e Teo Higino na convenção do PP em Olho D’Água Grande, em 2024. (Foto: Divulgação/PP)

Todos foram procurados na tarde de quarta-feira, mas não responderam. A reportagem esteve nas prefeituras e pede, repetidamente, esclarecimentos desde 12 de maio.

O pai de Arnaldo, Evânio Higino, dá nome a uma arena de vaquejada, privada, que fica na entrada de uma das fazendas do grupo, em Campo Grande. Evânio Higino também é o nome de uma escola municipal que adiou o início do ano letivo por falta de carteiras.

Enquanto a quadra da escola Evânio Higino está interditada há pelo menos dois anos, com telhado destruído, o Parque de Vaquejada Evânio Higino, de propriedade da família, recebeu cobertura nova na arquibancada neste ano.

As melhorias para a vaquejada foram custeadas com dinheiro do Fundeb das duas cidades. A obra terminou em março, a tempo de receber uma competição, que deu R$ 380 mil em prêmios.

Outros membros da família Higino ocupam cargos nas duas cidades. Greicy Higino, sobrinha de Arnaldo e irmã de Teo, é secretária de Educação de Campo Grande. A mulher de Teo, Mara Higino, é vice-prefeita em Olho D’Água Grande.

Arnaldo Higino foi eleito prefeito de Campo Grande pela primeira vez em 1992 e, desde 2005, deixa o cargo apenas para parentes assumirem. Ele já é alvo de várias investigações.

Em 2017, foi preso em flagrante ao receber propina de R$ 11 mil de uma pessoa, também investigada, que esquentava notas fiscais para lavar o desvio de dinheiro público. Naquela investigação, os desvios detectados também envolviam recursos da educação, relacionados a merenda escolar e ao PDDE (Programa de Dinheiro Direto na Escola), além de outras rubricas.

Um outro parente dele, Miguel Higino —que foi prefeito de Campo Grande entre 2013 e 2016— também foi investigado e preso. A Folha não conseguiu contato com Miguel.

Em 2011, Arnaldo Higino foi denunciado pelo Ministério Público de Alagoas sob acusação de ter desviado água da rede de abastecimento da cidade para beneficiar uma de suas fazendas. O “gato” de Arnaldo provocava falta de água em três povoados: Cabaças, Traíras e Capim.

Ele também já foi investigado sob suspeita de compra de votos e desvios de dinheiro da área de saúde. Nessa última ação, de 2019, foi condenado e fez um acordo para ressarcir, de forma parcelada, R$ 429 mil aos cofres públicos.

Arnaldo chegou a conseguir votos para se reeleger em 2020, pelo PP, mas a Justiça Eleitoral impugnou a candidatura por causa da condenação por improbidade e suspensão de direitos políticos. Foi na eleição suplementar que o sobrinho Teo Higino chegou ao cargo.

O ex-prefeito declarou, naquele pleito, ter R$ 874 mil em bens, a maior parte em propriedades. Ele chegou a migrar de partido, do PP para o PSB em 2024, mas sua filiação está suspensa por causa da perda de direitos políticos decorrente de condenação.

Ele também transferiu seu domicílio eleitoral para a cidade vizinha de Porto Real do Colégio. Relatos colhidos na cidade indicam que ele pretende estender sua influência além das cidades que já controla.


fonte: Por Paulo Saldaña/Folha de São Paulo/ICL 08/06/2026

Eleições 2026: Avião de ACM Neto sofre despressurização, perde altitude e enfrenta dificuldades para pousar no interior


                                             foto:Divulgação


 O avião que transportava o pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) e outros políticos sofreu uma despressurização durante voo com destino a Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste do estado, gerando pânico entre os passageiros. A aeronave perdeu altitude abruptamente, caindo de 30 mil para 10 mil pés.

 

Além de ACM Neto, estavam a bordo o pré-candidato ao Senado e ex-ministro João Roma (PL), a deputada federal Roberta Roma (PL), esposa de João Roma, e o deputado estadual Nelson Leal (PP), um dos coordenadores da campanha.

 

Segundo interlocutores políticos do grupo, o momento causou grande preocupação entre todos os presentes. O piloto da aeronave também teria ficado em estado de choque com o ocorrido.


Fonte:BN - 08/06/2026

Cuiabá: Prefeito Abilio Brunini tem suspeita de 'pedalada' e desvio de R$ 80 mi da Educação


                                                              foto:reprodução


 Após pedir investigação de ex-secretário por suspeita de desvio milionário da Educação, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), ironizou acusação de suposta "pedalada" com recursos da pasta.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL desta segunda-feira (8):

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/06/08/cuiaba-desvios-educacao.ghtm



Bolsonarista: PF diz que deputado atuava como “espelho financeiro” de desembargador afastado no MT

                                              foto:reprodução



A Polícia Federal revelou novos detalhes da operação deflagrada na manhã desta segunda-feira (8), que investiga um suposto esquema de venda de sentenças, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio envolvendo integrantes do Judiciário de Mato Grosso.

Segundo a PF, as investigações tiveram início a partir da extração de dados telemáticos de aparelhos celulares, relatórios de inteligência financeira e compartilhamento de informações com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O material apontou que o desembagador Dirceu dos Santos Corte Estadual teria operado um complexo esquema de movimentação patrimonial e financeira para ocultar recursos de origem ilícita.

De acordo com a investigação, o magistrado utilizava do advogado e deputado estadual Faissal Calil (PL) de sua extrema confiança como operador econômico. A PF afirma que esse aliado atuava como verdadeiro "braço operacional" do desembargador, sendo responsável por receber vantagens indevidas, quitar passivos familiares e participar de triangulações imobiliárias supostamente simuladas por meio de terceiros.

Os investigadores apontam que as operações tinham como objetivo dar aparência de legalidade aos recursos obtidos de forma ilícita. A análise bancária identificou uma movimentação financeira paralela considerada expressiva, incluindo mais de R$ 3,2 milhões em depósitos e saques realizados em espécie.

A investigação também identificou transferências financeiras sem justificativa comercial comprovada, oriundas de empresas do agronegócio que possuíam disputas fundiárias em tramitação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

A operação foi batizada de "Gemini", palavra em latim que significa "gêmeos". Segundo a Polícia Federal, o nome faz referência à relação de atuação conjunta entre os investigados. Conforme a apuração, enquanto um dos agentes exercia poder dentro da estrutura formal do Estado, o outro atuava na esfera financeira informal, sendo responsável pela captação de vantagens indevidas, ocultação patrimonial e dissimulação de ativos.


Fonte: Blog do Povo - 08/06/2026

MT: Dep. alvo da PF foi coordenador da campanha de Abílio Brunini à prefeitura em Cuiabá

                                             foto:reprodução


A Polícia Federal deflagrou a Operação Gemini em Mato Grosso para investigar um esquema de venda de sentenças judiciais e lavagem de dinheiro, com a execução de 12 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos principais está o deputado estadual Faissal Calil (PL), que atuou em 2024 como coordenador da campanha do prefeito eleito de Cuiabá, Abílio Brunini. 

Faissal é irmão da atual presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil (PL), o que amplia o impacto e as repercussões políticas do caso no núcleo do poder local. 

A operação também mirou o desembargador afastado Dirceu dos Santos, aprofundando as apurações sobre a comercialização de decisões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Os investigados podem responder por crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro, conforme a medida de suas participações no esquema. A investigação apura a ocultação de recursos de origem ilícita e o envolvimento de advogados e outros agentes públicos na intermediação das sentenças, destacando a complexidade da rede sob suspeita. As medidas tomadas incluem também quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático para rastrear o fluxo financeiro e as comunicações do grupo.

Para entender melhor as articulações do parlamentar e sua base de apoio na capital, você pode assistir à Entrevista com o deputado Faissal Calil, onde ele comenta sua atuação política e a eleição de sua irmã para a presidência da Câmara Municipal de Cuiabá.


Fonte: Blog do Povo c/adaptações - 08/06/2026