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sábado, 6 de junho de 2026

Acre: Ponte inaugurada há dois anos que custou R$ 36 milhões desaba em Sena Madureira

                                   foto:reprodução


O desabamento parcial da Ponte Frei Paolino Baldassari deixou ao menos quatro pessoas feridas na noite desta sexta-feira (5), em Sena Madureira, município localizado no interior do Acre. As vítimas foram resgatadas e encaminhadas ao Hospital João Câncio Fernandes. Uma delas apresenta estado de saúde grave.

Uma das vítimas do desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, no Acre, publicou um vídeo momentos antes do acidente, denunciando a situação da construção. Edinaldo Muniz, de 54 anos, advogado que se autodenomina vereador voluntário da cidade, está em estado grave, com traumatismo craniano, trauma interno abdominal e renal.

“Essa é a Ponte Paulino, aqui de Sena Madureira, ela está agora interditada e o problema, pessoal, segundo moradores aqui, é nessas duas pilastras aqui e nessas duas aqui. Olha, elas cederam, né?”, diz Muniz no vídeo, apontando para as pilastras.

A ponte já havia sido interditada na quinta-feira (4) após técnicos identificarem risco de colapso em áreas próximas às margens do rio Iaco. Inaugurada há cerca de dois anos e meio, a estrutura recebeu investimentos superiores a R$ 36 milhões.

Logo após o acidente, equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e das forças de segurança foram mobilizadas para prestar socorro às vítimas e realizar buscas na região afetada.

Para reforçar o atendimento médico, a Sesacre informou que ambulâncias das cidades de Manoel Urbano e Bujari foram enviadas para Sena Madureira.

Imagens gravadas por moradores e compartilhadas nas redes sociais mostram os primeiros momentos do resgate dos feridos após o colapso da estrutura.

Com 232 metros de comprimento, a Ponte Frei Paolino Baldassari conta com duas faixas para circulação de veículos e calçadas destinadas aos pedestres nos dois lados. A construção foi concluída após quase dois anos de obras.

Segundo o Corpo de Bombeiros, aproximadamente 60% da ponte cedeu. A corporação relatou que foi acionada após testemunhas informarem que pessoas que estavam sobre a estrutura caíram no rio no instante do desabamento.

A ponte é uma das principais ligações entre os distritos do município e a região central de Sena Madureira, desempenhando papel fundamental na mobilidade local.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 06/06/2026

Jovem brasileiro cria IA que traduz libras em tempo real e ganha prêmio mundial


                                                              imagem:reprodução


Estudante de computação cria IA que traduz Libras para texto e áudio em tempo real e vence prêmio mundial. O talento da computação nacional acaba de conquistar o topo do cenário tecnológico global com um projeto focado em acessibilidade. 

O estudante brasileiro Gabriel Sales desenvolveu um aplicativo revolucionário que utiliza inteligência artificial e a câmera do smartphone para mapear e traduzir instantaneamente os movimentos das mãos da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para áudio e texto na tela.

Pelo imenso impacto social e refino técnico, o jovem foi premiado em um dos maiores palcos de tecnologia do planeta.

fonte:Mundo tá doido/facebook - 06/06/2026

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Diretor-geral da PF chama decisão dos EUA sobre PCC e CV de “equívoco grosseiro”


                                              Foto:reprodução


O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, classificou como um “equívoco grosseiro” a decisão dos Estados Unidos de enquadrar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. 

Em entrevista à coluna, ele afirmou que a medida não altera a política brasileira de combate ao crime organizado nem interfere nas investigações conduzidas no país.


Segundo Andrei, a classificação adotada pelo governo norte-americano não tem efeito prático sobre a legislação brasileira tampouco tem força para modificar a atuação das autoridades nacionais.

“A decisão dos Estados Unidos não tem o condão de alterar a política pública e a legislação brasileira de enfrentamento ao crime organizado. Não existe nenhuma força executória de uma decisão de outro país capaz de mudar algo dentro do Brasil”, afirmou.

 Para o diretor-geral da PF, há diferenças técnicas importantes entre organizações terroristas e facções criminosas voltadas ao narcotráfico.

“As organizações terroristas têm motivações ideológicas, religiosas e objetivos distintos. As facções brasileiras buscam lucro. É um equívoco confundir essas duas realidades porque as estratégias de enfrentamento são diferentes”, disse.

Apesar das críticas à decisão norte-americana, Andrei afirmou que ela pode abrir espaço para ampliação da cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Segundo ele, as autoridades dos Estados Unidos poderiam atuar de forma mais efetiva na prisão de foragidos brasileiros que vivem em território norte-americano, no bloqueio de patrimônios utilizados para lavagem de dinheiro e na recuperação de ativos ligados ao crime.

“Se os Estados Unidos querem enfrentar essas facções, podemos colaborar. Eles podem prender foragidos da Justiça brasileira, bloquear bens de criminosos que utilizam o sistema financeiro norte-americano para lavar dinheiro e ampliar a troca de informações. Existem muitas possibilidades de cooperação”, afirmou.

Andrei ressaltou que boa parte das apreensões realizadas pela Polícia Federal resulta justamente da integração com agências dos EUA, especialmente o FBI e a DEA.

“Temos uma relação muito boa com o FBI e com a DEA. Muitas operações e apreensões decorrem dessa troca permanente de informações. O fortalecimento dessa parceria é fundamental”, destacou.

O diretor-geral reconheceu, no entanto, que a nova classificação adotada pelos Estados Unidos pode gerar dificuldades burocráticas futuras.

“Precisamos aguardar para entender como os Estados Unidos vão operacionalizar essa decisão. O que pode haver são embaraços administrativos ou mudanças nas agências responsáveis pela interlocução com o Brasil nesse tema”, explicou.

Andrei também destacou que o combate ao crime organizado no Brasil independe da posição adotada por governos estrangeiros e lembrou que as facções criminosas surgiram há décadas, atravessando diferentes administrações.

“O enfrentamento ao crime organizado é um trabalho permanente. Recentemente lançamos o Programa Nacional de Enfrentamento ao Crime Organizado, ampliamos investimentos em tecnologia, inteligência e regiões de fronteira. Nossa estratégia permanece exatamente a mesma”, afirmou.

Nos últimos anos, segundo o diretor-geral, a Polícia Federal intensificou as ações de descapitalização das organizações criminosas, com bloqueios bilionários de patrimônio e apreensões recordes de drogas.

“A nossa posição técnica é muito clara. Continuaremos atuando com firmeza contra o crime organizado, independentemente da classificação adotada por outros países”, concluiu.

Fonte: Mirelle Pinheiro/Metrópoles -05/06/2026

 

 

ENEM 2026: INSCRIÇÕES PODEM SER FEITAS ATÉ O DIA 12/06 (sexta-feira)



                                                         foto:reprodução


Estudantes de todo o país  podem ainda se inscrever para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, a partir desta segunda-feira (25), no site do Enem. O prazo vai até a próxima sexta-feira (12).

A taxa de inscrição é R$ 85 e o pagamento deve ser feito até 17 de junho. 

As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.

Congresso: Isenção de impostos para igrejas pode ultrapassar custeio das universidades públicas



                                    foto:reprodução


Em meio à comoção pública de tramitação da PEC do fim da escala 6×1, uma outra emenda à constituição foi aprovada pela Câmara sem a devida atenção e participação popular. A PEC 5/2023 amplia a imunidade tributária religiosa e estende para organizações como comunidades terapêuticas e creches a possibilidade de adquirir bens ou serviços sem pagar impostos.

A medida representa, segundo reportagem do jornal O Globo, uma perda orçamentária da ordem de R$ 5,5 a R$ 7 bilhões ao ano. O valor é superior ao custeio das universidades públicas brasileiras, que vêm sofrendo severas restrições orçamentárias desde pelo menos a implantação do teto de gastos, no governo de Michel Temer. Segundo o colunista Fabio Graner, a estimativa de perdas é do governo e considera, além da União, impacto nos estados e municípios.

A comparação foi feita em um tuíte do Secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino, Gregório Grisa, professor de carreira. “Mais do que o custeio anual de todas as universidades federais”, escreveu, ao repercutir a notícia que trazia o cálculo do tamanho do prejuízo causado pela possível aprovação da lei.

Caso a lei que chegou ao Senado no dia 2 de junho seja aprovada e sancionada, igrejas poderão, por exemplo, adquirir bens de alto valor sem impostos. O alerta foi feito pelo líder do PT, Pedro Uczai, ao projetar que até jatos poderão ser comprados sob essa justificativa. Em março deste ano, o pastor Silas Malafaia causou polêmica ao fazer apelo aos fiéis para comprar um novo avião porque o seu estava “defasado”.

A PEC é originalmente uma proposta do bispo da Igreja Universal Marcelo Crivella (Republicanos), que há dez anos disse em uma pregação que dinheiro e aviões a Igreja já tinha e que era hora de eleger um presidente. Pesquisa divulgada na quinta-feira, 4 de junho, coloca-o como um dos líderes na disputa ao Senado, atrás de Benedita da Silva (PT).

Recursos para a educação precisam duplicar

“Na verdade, o Brasil precisa ampliar os recursos aplicados em educação e devemos lembrar que o Plano Nacional de Educação aprovado recentemente, para o período 2026-2036, possui como meta duplicar o volume desses recursos. É lamentável que se ampliem ainda mais as renúncias tributárias brasileira”, alerta o professor Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás e pesquisador associado do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência.

Em meio a disputas políticas e privilégios concedidos em forma de perdão tributário, as universidades públicas lutam por mais recursos para se viabilizarem. Em 2025, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) divulgou mais de uma nota alertando para a dificuldade e para um “cenário de comprometimento” previsto para 2026, depois de cortes estipulados pelo mesmo Congresso que pretende isentar as igrejas.

O governo recompôs o orçamento inicial de R$ 6,89 bilhões, que permite às instituições pagarem suas contas e manterem suas atividades em funcionamento, mas a possibilidade de perda de R$ 7 bilhões em arrecadação teria um impacto possível em todas as áreas de ensino, inclusive na educação básica.

A Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) tratou das sucessivas perdas orçamentárias para a área em uma publicação de fevereiro deste ano. A entidade projetou que este orçamento deveria ser superior aos R$ 15 bilhões para se equivaler ao que se investia em 2014, com correção. A redução no custeio também incide sobre o “custo-aluno”, que caiu de R$ 9.644 em 2014 para R$ 4.094 em 2025.

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou uma nota no dia 1 de junho em tom crítico à proposta e chamando atenção para “os impactos fiscais decorrentes da ampliação das hipóteses constitucionais de imunidade tributária”.

O texto lembra que a desoneração sobre impostos que incidem no consumo tem potencial impacto sobre a arrecadação do ICMS e, futuramente, do IBS, “fundamentais para o financiamento de políticas públicas estaduais e municipais”.  “O Comsefaz avalia que o debate no Senado Federal deve buscar equilíbrio entre o reconhecimento do relevante papel social desempenhado pelas entidades beneficiadas e a preservação da sustentabilidade fiscal dos entes federativos”, diz o texto da nota.

“Renúncia estratosférica”

Segundo o professor Nelson, a renúncia tributária no Brasil atingiu valores estratosféricos, da ordem de R$ 520 bilhões. Também por isso, a aprovação de mais uma renúncia fará com que esse valor se amplie ainda mais, o que impactará “nos orçamentos de outras despesas com as diversas políticas sociais brasileiras, como educação básica, saúde, saneamento básico, transferências de renda”, observa.

Ele lembra que a Constituição Federal determina que 18% dos impostos arrecadados na esfera federal e 25% nos estados, municípios e no Distrito Federal precisam, obrigatoriamente, ser aplicados em educação. Isso faz com que toda e qualquer renúncia impacte diretamente nestes números.

“O orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) é elaborado considerando os recursos oriundos dos impostos e, é claro, que uma diminuição na arrecadação implicará em menos recursos para as IFES, a menos que eles sejam diminuídos em algum outro setor. Ou seja, de todo modo a população será prejudicada por isto, na educação ou na saúde, por exemplo”.

Segundo ele, qualquer diminuição na arrecadação tributária da União se refletirá, inevitavelmente, nas ações a serem implementadas nos programas governamentais. Na ponta do lápis, os valores aplicados nas 69 universidades federais em despesas de capital, como as que envolvem os laboratórios e infraestrutura física, são da ordem de R$ 3,5 bilhões ao ano. Já nos 38 Institutos Federais não atingem R$ 1 bilhão. “Isso nos dá uma dimensão do significado do aumento em R$ 7 bilhões nas renúncias tributárias da União”, argumenta o pesquisador.

A PEC ainda não tem data para ser votada no Senado, mas já chegou à Casa e aguarda despacho para sua tramitação. A população pode opinar sobre o tema no sistema de consulta pública.


Fonte: Amanda Miranda/ICL NOTÍCIAS - 05/06/2026

São João 2026: "controle rígido sobre o cachê de ícones da cultura nordestina é contraditório e injusto", diz Flávio José


                                            foto:reprodução



 O cantor e compositor Flávio José, um dos maiores expoentes do forró tradicional baiano, fez um desabafo sobre a perda de espaço do gênero nas festividades regionais. Em entrevista divulgada nesta sexta-feira (05), o artista lamentou a descaracterização das programações de eventos juninos e expressou sua preocupação com o futuro da música que representa a identidade cultural e a tradição do Nordeste.

 

Confira em vídeo:

 

Durante sua manifestação na página de Instagram São João na Bahia, Flávio José relembra o desejo de que as gestões municipais repensassem os critérios de contratação e se atentassem para a valorização da herança cultural local. “Eu gostaria que as cidades se espelhassem em outras que estão começando a entender que a nossa música é da nossa cultura e tradição, mas eu ainda acho que isso está muito distante”, pondera o forrozeiro.

 


O cantor apontou que, atualmente, é comum encontrar programações festivas inteiras que ignoram os artistas do gênero. Entretanto, criticou o fato de que, em muitas ocasiões, sua própria contratação parece servir apenas como uma justificativa simbólica.

 


“Eu vejo aí que não têm mais ninguém de forró. E vejo algumas nas quais eu fui colocado, talvez, muito mais para dar uma satisfação, para dizer: ‘Não, tinha forró, tinha Flávio José’. Mas eu acho que ainda é muito cedo para a gente ser otimista nesse sentido”, desabafa.

 


A declaração do cantor reforça uma discussão recorrente entre artistas nordestinos sobre a substituição do forró pé-de-serra por outros gêneros de apelo comercial de massa durante o mês de junho.

 

UM IMPASSE BAIANO


O impasse teve início quando o Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a adequação do cachê de Flávio José para as festividades de São João de 2026. O órgão questionou o valor de R$ 350 mil estipulado para esta edição, que representava um reajuste de 40% (ou R$ 100 mil a mais) em relação ao ano anterior. 

 

Diante da orientação fiscalizadora direcionada aos municípios contratantes, a equipe do cantor decidiu cancelar todas as suas apresentações no estado, alegando desrespeito à trajetória do artista.

 

Pelo lado de Flávio José, o descontentamento reflete um debate histórico sobre a desvalorização do forró tradicional e a perda de espaço do gênero para ritmos comerciais de massa, como o sertanejo, durante o mês de junho.

 

O cantor argumenta que o controle rígido sobre o cachê de ícones da cultura nordestina é contraditório e injusto, especialmente quando comparado aos pagamentos de cifras milionárias realizados a atrações de outros estilos musicais sem ligação histórica com os festejos juninos.

 

Por outro lado, o Ministério Público alega que a atuação do órgão baseia-se em critérios estritamente técnicos e impessoais para assegurar a responsabilidade fiscal das prefeituras. Diante de uma escalada de gastos públicos nos municípios baianos.

 

O MP-BA passou a recomendar reajustes atrelados ao IPCA, acordados previamente com a União dos Municípios da Bahia (UPB), reiterando que permanece aberto ao diálogo consensual com os representantes de Flávio José.

Bahia: Avião da Aeronáutica sai da pista em Porto Seguro; VÍDEO


                                              foto:reprodução



Um avião da Força Aérea Brasileira saiu da pista nesta sexta-feira (5), em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. Segundo informações do Blog Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias, apesar do susto, nenhum integrante da tripulação ficou ferido. 

 

 

As circunstâncias do incidente ainda estão sendo investigadas, e não há confirmação se a ocorrência aconteceu durante o pouso ou a decolagem da aeronave.



fonte: Bahia Notícias - 05/06/2026

STF: Moraes nega pedido de ex-assessor de Bolsonaro para visita de Nikolas por até 3h

                                               O ex-assessor de Bolsonaro -foto:reprodução/ag. Brasil



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido do ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL) Filipe Martins, de ampliar para 3 horas o tempo de duração das visitas de parlamentares. Martins foi condenado a 21 anos por trama golpista e está preso na Cadeia Pública de Ponta Grossa.

Os advogados de Filipe pediram que Moraes reconsiderasse a decisão que limitou a visita do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) ao período de apenas uma hora, para que fosse autorizada a permanência por três horas.

No mesmo documento, a defesa pediu que a concessão do tempo se estendesse para todos os parlamentares autorizados a visitar Martins na cadeia.

Moraes, no entanto, negou o pedido por considerar que a autorização de visita por uma hora seguiu os parâmetros de visita do ambiente prisional.

O ministro ressaltou que deferiu a realização de visitas dentro das normas para visitação aos custodiados nos estabelecimentos penais administrados pela Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju).

1h para cada


Segundo explicou o magistrado, a portaria permite a realização de visitas preferencialmente aos sábados e domingos, nos horários das 8h às 12h e das 13h às 17h, respeitado o limite de até três horas semanais.

“Ao autorizar as visitas pelo período de 1 hora para cada visitante, este juízo observou integralmente as normas internas da Unidade prisional, compatibilizando o exercício do direito de visita com as regras administrativas regularmente instituídas para a organização e segurança da respectiva unidade“, afirmou Moraes na decisão.

Fonte:Manoela Alcântara/Metrópoles - 05/06/2026