• Praça do Feijão, Irecê - BA

sábado, 22 de fevereiro de 2025

'Profunda sensibilidade', diz Iñárritu sobre 'Ainda Estou Aqui', que chega ao México

                                             foto:divulgação

Na última quinta-feira (20), "Ainda Estou Aqui" estreou em alguns países latinos, incluindo México, Argentina, Uruguai, Equador e Peru. No dia seguinte, foi a vez de Espanha e Inglaterra rodarem o longa brasileiro que concorre a três categorias no Oscar -melhor filme, melhor filme internacional e melhor atriz, pelo papel de Fernanda Torres.

 

Nesses países, as críticas em geral têm sido positivas. No México, onde 16,3 mil pessoas assistiram ao filme, incluindo Alejandro González Iñarritu. "Walter Salles faz brilhar a luz do cinema por uma fenda na intransponível muralha da violência. Um filme de profunda sensibilidade e delicadeza, apesar da brutalidade que retrata", escreveu o mexicano, diretor de "Birdman", vencedor de três categorias (melhor filme, diretor e roteiro original) no Oscar de 2015.
 

Na Argentina, o Clarín avaliou o filme como "apaixonante, que se torna cada vez mais comovente à medida que se desenvolve". O texto ainda classifica o longa como "um dos melhores trabalhos de Walter Salles como diretor". 1,1 mil argentinos assistiram ao filme no seu primeiro dia em cartaz.
 

O espanhol El País afirmou que o filme narra a tragédia da ditadura militar brasileira com complexidade e sutileza. "Você tem a sensação de que tudo é real. E tem uma excelente atriz, sóbria, com classe, revelando o que acontece dentro dessa mulher dilacerada, sem fazer o menor estardalhaço, sem pedir que você tenha pena dela, com um olhar e uma atitude permanentemente dignos. O nome dela é Fernanda Torres", publicou o veículo.
 

No Brasil, "Ainda Estou Aqui" já alcançou a marca de 5,1 milhões de espectadores desde a estreia, no começo de novembro. Atualmente, o filme está em cartaz em 650 salas do país.


Fonte: FOLHAPRESS- 22/02/2025

Eleições 2026: Caiado anuncia data para o lançamento de pré-candidatura em capital do Nordeste

 

                                                   Reprodução/Governo de Goiás


O governador de GoiásRonaldo Caiado (União Brasil), anunciou, neste sábado (22/2), a data para o lançamento da pré-candidatura à presidência da República, nas Eleições de 2026. O vice da chapa, no entanto, não foi divulgado.

O anúncio ocorre em meio ao processo de inelegibilidade. Em dezembro de 2024, a Justiça Eleitoral decidiu tornar o governador de Goiás inelegível por 8 anos sob a acusação de abuso de poder público. Mas, a ação não tem efeitos imediatos.

Como a decisão foi tomada em primeira instância, ainda cabe a apresentação de recurso por parte da defesa de todos os envolvidos. Além disso, a medida pode vir a ser analisada em instâncias superiores.

Nas redes sociais, o governador de Goiás informou que o lançamento está marcado para 4 de abril, no Centro de Convenções de Salvador, na Bahia. O lançamento da pré-candidatura deve ocorrer às 9h.

Nas redes sociais, o governador de Goiás informou que o lançamento está marcado para 4 de abril, no Centro de Convenções de Salvador, na Bahia. O lançamento da pré-candidatura deve ocorrer às 9h.

Conto com vocês nessa caminhada por um país mais justo, próspero, seguro e forte! Vamos juntos!”, escreveu.  Informações do site do Metrópoles em 22/02/2025.

Reprodução/Redes sociaisImagem colorida de banner com informações sobre o lançamento da pré-candidatura de Ronaldo Caiado à presidência da República - Metrópoles

Vereador denuncia suposta separação de crianças negras e brancas em escola

Após queixas de pais, vereador relata separação de turmas por cor da pele em unidade de ensino infantil em Santa Catarina.  |   Bnews - Divulgação Divulgação

O vereador de São João Batista (SC), Teodoro Adão (MDB), apresentou uma denúncia contra o Núcleo Infantil Cebolinha, que faz parte da rede municipal de ensino, por uma suposta separação de crianças negras e brancas na unidade de ensino.

A denúncia foi apresentada depois de uma visita do vereador à unidade escolar no dia 11 de janeiro. Na oportunidade, ele observou turmas compostas majoritariamente por crianças de uma única cor. A inspeção ocorreu após queixas de pais de alunos que relataram a situação.


“Cinco pais me procuraram nesta semana e pediram para eu dar uma atenção à escolinha do Cebolinha.  Na escola, 12 crianças em uma sala e 12 em outra. Quando eu chego lá, em uma sala, todas as crianças são branquinhas com olhos verdes, os que não tinham olho verde tinham a cara clara. E na outra, todos os ‘negrinhos’, e falo ‘negrinho’ porque sou ‘negão’ também e não tenho vergonha de falar da minha raça. Só tinha uma criança branca junto daqueles ‘moreninhos’ que estavam lá dentro. A professora falou que, quando chegou, já estavam separados e não podia fazer nada. A outra comentou que viu isso, mas não quis comentar nada e deixou quieto para não dar desgaste”, relatou Teodoro durante uma sessão na Câmara dos Vereadores da cidade na segunda-feira (17).

A Secretaria de Educação do município reconheceu que a distribuição das turmas ocorreu dessa maneira, mas negou que tenha adotado critérios raciais.

Confira a nota completa da secretaria:

“A Secretaria Municipal de Educação de São João Batista, após apuração, vem esclarecer que as acusações sobre a separação de turmas por cor da pele no Núcleo Infantil Cebolinha são falsas e não têm fundamento.

A distribuição das turmas foi feita de forma aleatória, sem qualquer tipo de discriminação.

A Secretaria repudia qualquer forma de preconceito e assegura que todas as crianças são tratadas com respeito e igualdade, independente de cor, origem ou classe social.

Infelizmente, algumas destas acusações estão sendo usadas de maneira política para tentar prejudicar o trabalho sério que vem sendo realizado desde o início deste ano.

A gestão reafirma seu compromisso com a igualdade, a inclusão e a qualidade da educação para todos, colocando-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida.”

Onde Fica

Próximo ao litoral norte do Estado, a cidade fica há 70 km da capital Catarinense e possui quase 33 mil habitantes( IBGE 2022)


fONTE: bnews C/ADAPTAÇÕES 22.02.2025

Denúncia da PGR: Bolsonaro sugere IA contra Moraes, mas pode ser prejudicado com resposta

 

                                            foto:reprodução


(Folhapress) – Jair Bolsonaro (PL) fez uma postagem nesta sexta-feira (21) propondo aos seus seguidores no X (antigo Twitter) que perguntem à inteligência artificial se juízes podem participar de delações premiadas, sugerindo erro na atuação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que conduziu a delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente.

Quando a pergunta foi feita em plataformas de inteligência artificial pela Folha, entretanto, as ferramentas trouxeram resultados que podem ir na contramão da intenção crítica de Bolsonaro. A busca por temas complexos em IAs, alertam especialistas, não é recomendada, pois pode gerar erros e incompletudes.

A postagem de Bolsonaro ocorre em contexto de intensificação de críticas do político a Moraes depois de o ex-mandatário ter sido denunciado na terça-feira (18) sob a acusação de liderar uma trama golpista para impedir a posse do presidente Lula (PT). Com a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), Bolsonaro se aproxima da possibilidade de se tornar réu na ação penal.

Ele é acusado dos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, de dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e participação em uma organização criminosa.

starlink X

Ministro Alexandre de Moraes

O ex-presidente, que nega ter participado da trama, pode ser condenado a mais de 40 anos de prisão pelos crimes. Por causa do cenário, ele e aliados intensificaram críticas à delação de Mauro Cid e a autoridades que apuram os crimes.

Bolsonaro fez sugestão nas redes sociais

Bolsonaro escreveu na rede social: “Um convite ao debate. Que tal escrever a frase: ‘O juíz pode participar das audiências realizadas durante a delação premiada?’ no ChatGPT”.

Apesar da intenção crítica de Bolsonaro implícita na sugestão de busca, uma pesquisa com a pergunta elaborada por ele, feita pela Folha no ChatGPT, trouxe como resultado que um juiz pode sim participar das audiências, com a ressalva de que sua atuação precisa ser “cuidadosa e respeitar os princípios do devido processo legal”.

“Durante a audiência, o juiz pode intervir para garantir que o procedimento seja conduzido de maneira justa e transparente, mas é importante que sua participação não comprometa a imparcialidade do julgamento futuro do caso”, afirmou a resposta da IA.

A mesma pergunta foi feita pela Folha ao chatbot Deepseek. De maneira similar, a ferramenta disse que juízes podem participar de delações premiadas.

“O juiz tem um papel central nesse processo, pois é responsável por garantir que os procedimentos sejam conduzidos de acordo com a lei, assegurando os direitos das partes envolvidas e a legalidade da colaboração. Durante as audiências, o juiz ouve o depoimento do delator, avalia a relevância das informações fornecidas e decide sobre a concessão dos benefícios previstos na lei.”

Segundo Luísa Walter da Rosa, autora de livros sobre acordos penais e colaboração premiada e doutoranda em processo penal na USP, a ideia geral de que juízes podem participar de delações premiadas é correta, se for como fiscalizadores e depois que o acordo foi firmado pelas partes.

Ela explica que, depois de homologada a delação, o colaborador pode ser intimado a prestar esclarecimentos. O magistrado participa e decide em cenários em que é preciso analisar se a colaboração precisa ou não ser rescindida, como aconteceu com Mauro Cid.

A colaboração premiada é um acordo entre investigador e investigado, no qual o segundo se compromete a ajudar na investigação em troca de benefícios negociados, como a diminuição de pena.

As respostas trazidas pelas IAs, entretanto, trouxeram incorreções ou foram incompletas, ao não especificar, por exemplo, que o juiz só participa depois da homologação do acordo.

“Quanto a respeitar o devido processo legal, na verdade o juiz precisa observar o procedimento previsto na lei 12.850/2013. O devido processo legal envolve presunção de inocência, direito ao silêncio, de não produzir prova contra si mesmo, todas garantias que o colaborador abre mão voluntariamente para firmar a colaboração premiada”, diz Luísa.

Professora analisa utilização da IA

Mariza Ferro, professora de inteligência artificial do Instituto de Computação da UFF (Universidade Federal Fluminense), alerta que tais ferramentas não são adequadas para a busca de temas complexos.

Ela afirma que a promessa atual desse tipo de tecnologia é entregar respostas que pareçam coerentes e semelhantes à linguagem humana, mas que não há compromisso das plataformas em entregar a informação correta.

“O ChatGPT não é uma ferramenta de busca. É possível receber dele resultados verdadeiros, como é possível que não tenha nada de verdade [na resposta] ou meia verdade “, afirma.

As respostas da ferramenta também podem mudar a cada vez que ela for acionada e a depender de como a pergunta é feita. Além disso, inteligências artificiais não são ferramentas neutras e podem apresentar vieses.


Fonte:ICL NOTÍCIAS - 22/02/2025

Bahia: PM suspeito de matar advogado em Conceição do Coité é preso, diz site



O suspeito de matar o advogado Elido Ernesto Reyes Júnior, de 53 anos, em Conceição do Coité, foi preso na manhã deste sábado (22). A informação foi confirmada pelo delegado Fábio de Melo Nobre, da 15ª COORPIN de Serrinha. A identidade do homem não foi revelada.

Segundo o BNews apurou com fontes, o suspeito seria um policial militar. Agora, a Polícia Civil procura o mandante do crime.

Confira a reportagem completa no link abaixo do site BNEWS deste sábado(22)


https://www.bnews.com.br/noticias/policia/urgente-policia-prende-pm-suspeito-de-matar-advogado-no-carro-em-forum-de-conceicao-do-coite.html

General da reserva estava com raiva e pressionava Bolsonaro por golpe, diz Cid


                       
O então presidente e o ajudante de ordens - Mauro Cid - foto:reprodução
                                              

                                        
                                         


                                        
                                
        

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, disse que o general da reserva Mário Fernandes, um dos
 denunciados pela tentativa de golpe de Estado, estava entre os que mais pressionavam o ex-presidente Jair Bolsonaro a tomar alguma medida de intervenção contra a democracia nos dois meses entre o fim das eleições de 2022 até a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Os detalhes constam em material de áudio e vídeo de delação premiada do militar liberado nesta quinta-feira (20) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que detalha um plano de ruptura institucional movido pelo ex-presidente e aliados.

A delação de Cid, que trabalhou ao lado de Bolsonaro durante todo mandato presidencial, serviu de base para a denúncia apresentada na terça-feira (18) em que o procurador-geral da Republica, Paulo Gonet, acusou o ex-presidente e o próprio Cid, além de outras 32 pessoas, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Fernandes, que é general do Exército e, no fim do mandato de Bolsonaro, foi secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, já foi comandante dos kids pretos, força de elite do Exército. De acordo com a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), ele ficou responsável por coordenar as ações de monitoramento e assassinato de autoridades públicas, incluindo do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do próprio ministro Alexandre de Moraes, que presidia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse plano de atentado, descoberto pelos investigadores, era chamado de Punhal Verde e Amarelo.

"Ele [Fernandes] era um general que estava muito ostensivo, inclusive nas redes sociais. Estava com os manifestantes o tempo todo, estava indo lá. Inclusive, o general Freire Gomes [então comandante do Exército] até cogitou punir ele, porque ele estava muito ostensivo na pressão para que os generais para que pudessem fazer alguma coisa. Ele estava bem, digamos, raivoso. Era o que mais impulsionava o presidente [Bolsonaro] a fazer alguma coisa", citou Mauro Cid na delação.

Fernandes foi preso no fim de novembro do ano passado, em operação da Polícia Federal (PF) que descobriu os planos para assassinar autoridades e instalar o caos no país. A investigação apontou que ele seria um dos militares "mais radicais" da trama golpista e que teria atuado como elo entre os manifestantes acampados em quarteis generais pelo país após as eleições de 2022, o governo federal e militares de diferentes patentes.

Segundo Mauro Cid, além de Mário Fernandes, outro envolvido nos planos golpistas é o general Walter Braga Netto, que também está preso em unidade do Exército no Rio de Janeiro.

"Braga Netto conversava todo dia com Bolsonaro, de manhã e no final da tarde, durante o período, após a derrota eleitoral, em que Bolsonaro ficou recluso no Alvorada", afirmou Cid.

O delator contou que foi ele mesmo quem agendou uma reunião, na casa de Braga Netto, no dia 12 de novembro de 2022, da qual também participaram dois coronéis do Exército: Rafael Oliveira e Ferreira Lima. Foi este o encontro que iniciou o planejamento dos atentados contra Lula, Alckmin e Moraes. No entanto, Cid disse que saiu da reunião antes que o plano fosse discutido, por orientação de Braga Netto, para evitar conexão direta com o então presidente Jair Bolsonaro. Apesar disso, de acordo com a PGR, Jair Bolsonaro estava ciente e concordou com o planejamento e a execução de ações para os atentados contra a vida das três autoridades.

"Eu não participei do planejamento, não sabia qual era o objetivo, até pelo princípio da compartimentação, que é clássico na inteligência, nas Forças Especiais, só sabe e só pergunta o que você precisa saber. Só me ative a ajudar com o que eles demandavam. Não tinha noção que pudesse ser algo grave assim, de sequestro, assassinato, até que ponto eles podiam chegar", disse Cid no depoimento a Alexandre de Moraes.

R$ 100 mil em sacola de vinho

Em uma dessas demandas, o coronel Rafael Oliveira pediu a Cid que buscasse recursos para viabilizar o plano. Cid então teria procurado inicialmente um tesoureiro do Partido Liberal (PL), o partido de Bolsonaro, mas, diante da negativa, recebeu, no início de dezembro, no Palácio do Planalto, o valor em espécie de R$ 100 mil. O dinheiro foi entregue em mãos pelo próprio general Braga Netto, que disse ter obtido a quantia com o "pessoal do agronegócio".

Na delação premiada, Cid revelou que Braga Netto, juntamente com os coronéis Oliveira e Ferreira Lima, concordavam com a necessidade de ações que gerassem uma grande instabilidade e permitissem uma medida excepcional pelo presidente da República que impedisse a posse de Lula, então presidente eleito.

Apesar de Mário Fernandes ser do alto escalão da Secretaria-Geral da Presidência da República, na época ocupada pelo general Luiz Eduardo Ramos, a delação de Mauro Cid exime Ramos de envolvimento direto na trama, por causa de seu afastamento de Bolsonaro no período. Ramos não consta na lista de denunciados pela PGR.

"O general Ramos foi completamente alijado do processo. Ele teve alguns problemas com o presidente. Ele até achava que seria o ministro da Defesa, o presidente não nomeou. O presidente foi, devagarzinho, escanteando ele. Tanto que, no final do ano, ele não apareceu. O senhor pode perceber que não tem nenhuma mensagem dele. Ele queria ser o ministro da Defesa e o presidente não quis colocar ele".  

Fonte: Agência Brasil - 22/02/2025

Vídeo

Duas pessoas morrem durante incêndio em condomínio de Guarajuba, na RMS

                                                    Foto:reprodução/TV Bahia

Duas pessoas morreram em um incêndio ocorrido no condomínio Paraíso, em Guarajuba, na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, na madrugada deste sábado (22). Segundo a TV Bahia, a situação ocorreu em uma residência. Um morador pulou do andar superior da casa e conseguiu escapar das chamas. 

 

De acordo com a reportagem, a vítima que não conseguiu sobreviver foi uma mulher de 48 anos e um homem de 65 anos. Eles acabaram ficando na parte interna do imóvel quando não resistiram à grande quantidade de fumaça e foram a óbito. Dois cachorros que estavam na casa também morreram durante o incêndio.

 

Conforme a reportagem, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência, por volta das 23h25, para que as chamas não chegasse aos residenciais vizinhos. No procedimento de rescaldo, a corporação observou que os 2 corpos das vítimas ficaram carbonizados. 

 

Não se sabe ainda o que ocasionou o fogo. 


Fonte:BN -22/02/2025

EUA: Trump demite chefe das Forças Armadas em meio a turbulência no Pentágono

 

                                              Foto:Saul Leob/AFP/07-24/reprodução

Presidente e aliados haviam criticado políticas de diversidade; troca militar é incomum em transições de governo nos EUA.


CONFIRA A REPORTAGEM COMPLETA NO LINK ABAIXO DO SITE FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE(22):



Denúncia da PGR: Subsecretária que montou blitz contra Lula: “Menos votos no 9”


“Precisa reforçar PF. “Menos 25.000 votos no 9 [nine, em referência a Lula]”, escreveu a ex-subsecretária em uma mensagem relatada pela PGR 

Foto:Breno Esaki/Metrópoles


Diversas mensagens da delegada Marília Ferreira Alencar, ex-subsecretária de Segurança Pública do Distrito Federal, serviram como provas para que ela fosse denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por organizar diversas blitze e impedir que eleitores do PT chegassem às seções de votação em 2022. A mulher apontava os locais onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha maiores votações: “[Em] Belford Roxo (RJ), o prefeito é vermelho. Precisa reforçar PF. “Menos 25.000 votos no 9 [nine, como se referiam a Lula].”

De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), a delegada da Polícia Federal (PF) agiu em uma organização criminosa para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. Antes de alçar à alta cúpula da SSP no DF, Marília era diretora de Inteligência do Ministério da Justiça durante a gestão de Anderson Torres e, em 2022, foi uma das responsáveis por articular a organização de blitze pelo país.

Segundo a PGR, as intenções de interferir no voto popular ficaram mais claras em um grupo formado por Fernando de Souza e o coordenador de operações Leo Garrido, que, apesar de citado, não foi denunciado neste momento pela PGR.

Com o nome “Em off” no grupo, Marília comenta sobre o levantamento solicitado apontando redutos lulistas do país. Em conversas com outros denunciados, a delegada também demonstrou interesse em dificultar o acesso dos eleitores petistas às zonas eleitorais.

“Pelotas (RS) Pelotas foi 52×36 [%] pro Lula. 202 mil habitantes”, enviou. “Os caras têm que rodar essas bases.” Em resposta, Fernando falou para enviar equipes ao Rio Grande do Sul, que conta com eleitores do PT no estado.

Em 16 de outubro de 2022 – 15 dias antes do segundo turno – Garrido anunciou no grupo que havia finalizado os planos para Bahia, Ceará e Pernambuco. Estados nordestinos que concentravam grande número de votos no candidato do PT.

Em mais de uma situação, mensagens foram trocadas demonstrando o interesse em intervir nas eleições, conforme consta em denúncia da PGR.

4 imagens









Ainda no dia do primeiro turno das eleições, em 2 de outubro, Marília Alencar envia uma mensagem para o delegado da PF e colega no Ministério da Justiça, à época, Fernando de Souza, dizendo que deviam pensar em uma ofensiva quanto às pesquisas. Fernando era, na época, diretor de operações do MJ.

“Está claro o desvio de finalidade das ações policiais do grupo, orientadas ao propósito comum dos integrantes da organização criminosa de impedir, também mediante o emprego de atitudes de força, que o candidato agora denunciado fosse afastado do poder”, informou a PGR.

“Esses e tantos outros diálogos revelam intensa coordenação de estratégias para interferência no pleito. As investigações revelaram, afinal, uma forte rede de comunicações desenvolvida pelos denunciados, com evidências de reuniões e decisões tomadas para garantir, por meio de ações conjuntas, apoiadas na força até policial, a vitória de Jair Bolsonaro. A análise das comunicações confirma o esforço incessante, crescente e coordenado para manipular o processo eleitoral – não somente pelas narrativas infundadas de fraude, mas também pelo empenho de força material impeditiva do acesso de presumidos eleitores do adversário às urnas temidas”, completou.

Planilhas

As planilhas analisadas pelos grupos forneceram dados sobre o número de votos recebidos por candidatos no primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 em cada Município do Brasil. “Essas informações foram essenciais para a criação do painel de Business Intelligence (BI) solicitado por Marília Alencar.”

De acordo com a PGR, “as diretrizes manifestamente ilícitas construídas pelos denunciados foram acolhidas por Silvinei Vasques [diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal à época], que direcionou os recursos da PRF para o objetivo de inviabilizar ilicitamente que Jair Bolsonaro perdesse o poder”.

Ligação com 8 de janeiro

Apesar dos intensos esforços dos denunciados para sabotar que eleitores de Lula votassem, o resultado do pleito não foi favorável a Bolsonaro. A partir disso, as tentativas para manter o ex-capitão do Exército Brasileiro no poder assumiram outra configuração, como o ato antidemocrático de 8 de janeiro, conforme denúncia.

Nessa época, tanto Marília quanto Fernando estavam lotados na Secretaria de Segurança Pública do DF, que tinha como responsabilidade monitorar as ações naquela data. Os dois foram levados pelo ex-secretário da SSP Anderson Torres, que também foi denunciado pela PGR.

Marília era subsecretária de Inteligência e acompanhava as operações em grupo chamado Difusão. Por volta de meio-dia, ela foi informada de que os manifestantes apresentavam sinais de animosidade e discutiam abertamente a intenção de “tomar o poder”.

“Evidenciando o conhecimento prévio dos denunciados de todos os acontecimentos que culminaram na eclosão dos atos de violência”, destacou a denúncia.

No entanto, apenas às 16h50 Marília envia a primeira mensagem no dia dos atos antidemocráticos ao grupo que coordenava as ações de segurança, informando que a Força Nacional estava a caminho.

“Recorde-se que Anderson Gustavo Torres, Fernando de Sousa Oliveira e Marília Ferreira de Alencar já haviam aderido aos planos da organização criminosa desde muito antes, o que ficou evidente no pleito eleitoral de 2022, quando coordenaram a utilização indevida da estrutura da Polícia Rodoviária Federal para obstaculizar o trânsito de eleitores a zonas eleitorais em regiões do Nordeste, onde detectaram votação mais expressiva em Lula da Silva. O objetivo era, como agora, situar Jair Bolsonaro no poder”, apontou a denúncia que destacou a “inércia” da secretaria pública do DF.

“Nesse sentido, a inércia da cúpula da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, diante de alertas claros sobre as intenções violentas dos manifestantes, coloca em evidência a continuidade da contribuição dos denunciados ao projeto antidemocrático da organização criminosa”, completou.

Apesar de os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 terem sido citados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o foco do documento é a tentativa de golpe de Estado em 2022. Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e demais envolvidos nos ataques serão julgados em uma ação separada.

Outro lado

Em nota, a defesa de Marília Alencar declarou absoluta confiança na análise técnica do STF acerca da denúncia oferecida pela PGR.

Segundo a defesa, a delegada tão somente cumpria as atribuições como diretora de Inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), inclusive determinando a coleta e a análise de dados acerca de possíveis crimes eleitorais, distante, portanto, de qualquer tentativa de intervir no pleito em questão.

“Da mesma maneira, ao exercer a função de subsecretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) há apenas três dias, atuou para prevenir os atos de 8 de janeiro de 2023, o que será demonstrado por seus advogados”, completou a nota.

Fonte: /Metrópoles - 22/02/2025

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Bahia: SEC oferta 819 vagas para novos profissionais na Educação


A Secretaria da Educação do Estado (SEC) publicou, nesta sexta-feira (21), no Diário Oficial do Estado (DOE), novos editais para contratação de Mediadores do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITEC), Professores da Educação Profissional e Professores da Educação Indígena. 

As seleções serão realizadas pela Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) e as contratações por meio de Regime Especial de Direito Administrativo (REDA).

Ao todo, estão sendo ofertadas 667 vagas para Mediadores do EMITEC, conforme a Resolução nº 12/2024. 

Já para Professor da Educação Indígena, a seleção contempla 152 vagas, autorizadas pela Resolução nº 11/2024. Além disso, o edital para Professor da Educação Profissional disponibiliza 668 vagas, seguindo as orientações da Resolução nº 13/2024.

Os editais com todos os critérios, regras e prazos para inscrição estão disponíveis para consulta nos documentos abaixo, reforçando o compromisso da SEC com a ampliação da oferta educacional e a valorização do ensino nas diversas modalidades da rede estadual.

 

 

Fonte:SEC-Bahia em 21/02/2025