quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CPMI do INSS: Senadora Damares divulga lista de igrejas e líderes evangélicos que aparecem nas investigações



                                             foto:reprodução


Após ser desafiada pelo pastor Silas Malafaia pela rede social,  a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou nesta quarta-feira (14 de janeiro de 2026) uma lista de igrejas e líderes religiosos que aparecem nas investigações da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, que apura fraudes em benefícios previdenciários, como descontos indevidos e empréstimos consignados feitos sem consentimento de aposentados e pensionistas.

Em uma nota pública nas redes sociais, Damares disse que os nomes estão em requisições aprovadas pela CPMI e que a divulgação ocorreu após ser pressionada publicamente pelo pastor Silas Malafaia a identificar exatamente essas igrejas e líderes após ela afirmar em entrevista que “grandes igrejas e pastores” apareciam no escândalo.

Igrejas citadas nos pedidos da CPMI:

  • Adoração Church

  • Assembleia de Deus Ministério do Renovo

  • Ministério Deus é Fiel Church (SeteChurch)

  • Igreja Evangélica Campo de Anatote

Líderes religiosos mencionados em requerimentos:

  • André Machado Valadão

  • César Bellucci do Nascimento

  • Péricles Albino Gonçalves

  • Fabiano Campos Zettel

  • André Fernandes

Damares afirmou que os pedidos de convocação, convite ou de quebra/transferência de sigilo desses alvos na comissão se baseiam em indícios identificados em Relatórios de Inteligência Financeira e dados da Receita Federal e que a investigação deve seguir com responsabilidade, transparência e respeito ao devido processo legal.

A divulgação gerou forte reação de Silas Malafaia, pastor e líder evangélico, que criticou a senadora por usar termos genéricos em entrevistas anteriores sem apresentar nomes específicos e chamou a denúncia de “leviana” e de colocar “todas as grandes igrejas no mesmo pacote”.

Até o momento, essa lista se refere a requisições e pedidos de investigação no âmbito da CPMI, não significa que há condenações ou provas públicas de culpabilidade — os envolvidos têm direito à presunção de inocência enquanto as investigações prosseguem. 


Fonte: Tribuna do Sertão/BRASIL 247 c/adaptações 15/01/2026

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