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Chegou a hora da Copa do Mundo de 2026. Estados Unidos, México e Canadá recebem o maior Mundial da história, com 48 seleções, 16 cidades-sede e incontáveis sonhos de título naquela que promete ser a maior edição de todos os tempos. A Seleção Brasileira, única pentacampeã do torneio, busca o hexa, e diversos recordes podem ser quebrados no caminho.
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Em busca do hexa
A bola ainda não rolou para a Seleção, mas a Copa do Mundo dá o seu pontapé inicial recheada de esperança e felicidade no rosto da torcida brasileira. Às vésperas da estreia da Amarelinha, o sentimento de que o sonho do hexacampeonato está mais perto do que nunca alimenta cada coração que pulsa pela equipe nacional.
O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13/6), diante de Marrocos. As seleções se enfrentam às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Esse é o primeiro dos três desafios da Canarinho em busca da liderança na Chave C da fase de grupos do Mundial.
Além dos marroquinos, a Seleção Brasileira encara o Haiti, em 19 de junho, às 21h30, e a Escócia, no próximo dia 24, às 19h. Caso termine entre os dois primeiros colocados da chave, o Brasil garante uma vaga entre as equipes que lutam pela taça de campeã do mundo no mata-mata.
A caça pelo hexa e a chama acesa da esperança pelo título de campeão passam pelo jejum de 24 anos do Brasil na Copa do Mundo. Maior vencedora da história do Mundial, a Seleção não levanta o troféu mais emblemático do futebol desde 2002, quando se sagrou pentacampeã.
Após eliminatórias conturbadas, nas quais o Brasil conquistou a vaga para a Copa do Mundo apenas na última rodada, o técnico Luis Felipe Scolari levou para aquele torneio uma equipe recheada de craques, incluindo nomes como Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Nazário e Kaká.
Antes da lista oficial, houve comoção nacional pela convocação de Romário, atacante do Vasco. Na ocasião, até mesmo Fernando Henrique Cardoso, então presidente da República, se manifestou publicamente.
“Eu sou Romário. Sobre isso não há dúvida. O resto eu não respondo”, disse FHC. Mesmo com o apoio do presidente, o craque não foi convocado por Felipão e ficou fora do Mundial. Apesar da decisão polêmica na época, Scolari desafiou os críticos e comandou o grupo selecionado rumo ao histórico e último título da Seleção em Copas.
O pentacampeonato ainda é vivo na memória da maioria dos brasileiros que viveram o sonho de se tornar campeão do mundo. Porém, 24 anos depois da conquista inédita no esporte bretão, o povo volta a clamar pelo título Mundial e embarca na viagem esperançosa por mais uma taça da Copa do Mundo em 2026. Desta vez, no entanto, a busca é pela marca histórica que seria o hexa.
Os 26 de Ancelotti
Para a missão, Carlo Ancelotti convocou 26 jogadores. Um deles, o lateral-direito Wesley, precisou ser cortado após se lesionar em amistoso contra o Egito, o último disputado antes da Copa do Mundo. No lugar do atleta da Roma, da Itália, foi chamado Éderson, da Atalanta. Assim, a convocação do técnico italiano é a seguinte:
- Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Weverton (Grêmio);
- Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG);
- Meio-campistas: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Lucas Paquetá (Flamengo) e Éderson (Atalanta);
- Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vini Jr. (Real Madrid).
Hexa? Seis coincidências apontam que sim
O futebol é um dos esportes mais populares do Brasil e conta com milhões de adeptos. Essa característica fez com que a população se tornasse apaixonada pelo esporte e passasse a “moldar” a vida em volta do planeta bola. Principalmente em anos de Copa do Mundo, não é difícil encontrar pessoas utilizando adereços dos mais diversos tipos da Seleção Brasileira.
Essa paixão é alimentada, entre tantos fatores, por supertições e coincidências às quase se apegam até mesmo os mais céticos. E, em 2026, não é diferente. Há diversas características em torno da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá que podem apontar para um possível hexacampeonato. Confira seis delas:
Grupo C
A caminhada brasileira começa no Grupo C, exatamente a mesma chave em que a Seleção iniciou a campanha do pentacampeonato, em 2002. O detalhe ganhou ainda mais força porque os dois campeões do Mundial também começaram suas trajetórias no mesmo grupo.
França, em 2018, e Argentina, em 2022, largaram do Grupo C antes de terminarem a competição com a taça nas mãos. Agora, o Brasil tenta repetir o roteiro.
24 anos de jejum
A Seleção chega à Copa acumulando 24 anos sem conquistar o torneio. O último título veio em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.
A coincidência está no fato de que o tetra também encerrou uma espera de 24 anos. Em 1994, o Brasil voltou a ser campeão após não vencer desde a conquista de 1970.
México e Estados Unidos
Dois dos países que recebem a Copa de 2026 já serviram de palco para títulos brasileiros. O México foi cenário da histórica campanha de Pelé em 1970.
Os Estados Unidos receberam o Mundial de 1994, quando Romário conduziu a Seleção ao tetracampeonato. Agora, os dois países voltam a integrar a organização do torneio.
Mais de um país-sede
A Copa de 2026 será a primeira da história com três anfitriões. Estados Unidos, México e Canadá dividirão a organização da competição.
O detalhe faz lembrar a edição de 2002, realizada por Japão e Coreia do Sul. Até hoje, aquele é o único Mundial disputado em mais de um país e terminou com festa brasileira.
Ligação com a NBA
Fora do futebol, uma coincidência chama atenção dos torcedores mais atentos. Nos três títulos mais recentes da Seleção, uma equipe da região de Nova York ou Nova Jersey esteve presente nas finais da NBA.
Os Knicks chegaram à decisão em 1970 e 1994. Já em 2002, foi a vez do New Jersey Nets, atual Brooklyn Nets. Em 2026, os Knicks voltam a aparecer entre os protagonistas da liga.
Ronaldo e Neymar
Poucas histórias marcaram tanto uma Copa quanto a de Ronaldo em 2002. Depois de conviver com graves lesões e muitas dúvidas sobre sua condição física, o atacante deu a volta por cima e terminou o Mundial como protagonista do título.
Guardadas as proporções, Neymar tenta viver uma recuperação semelhante. Após anos marcados por problemas físicos, o camisa 10 chega ao torneio cercado por questionamentos, mas também pela esperança de repetir um roteiro que o futebol brasileiro conhece muito bem.
Outro ponto que eleva a esperança dos torcedores é Carlo Ancelotti. O técnico italiano é um dos maiores vencedores da história do futebol, com 31 títulos conquistados ao longo da carreira.
São cinco troféus da Liga dos Campeões, três com o Real Madrid e duas com o Milan, seis títulos nacionais e quatro prêmios de Melhor Técnico do Mundo, um pela Fifa e três pela IFFHS (Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol).
Recordes a serem batidos
Se há um motivo pelo qual a Copa do Mundo de 2026 ficará marcada, é pelos recordes. Antes mesmo do pontapé inicial, já existem características que farão a edição ano deste entrar para a história. O torneio contará com 48 seleções — o maior número de todos os tempos —, além de 104 partidas, e será disputado em três países-sedes pela primeira vez: Estados Unidos, México e Canadá.
Por conta do aumento do número de jogos, 40 a mais do que nas últimas edições, um recorde que pode ser superado é o de gols marcados. Na Copa do Mundo do Catar, em 2022, a rede balançou 172 vezes. Agora, a expectativa é descobrir quantos tentos serão anotados na maior edição da história do torneio.
Quando o assunto é gols, outra marca deve ser deixada para trás: mais gols em Mundiais. Atualmente, o alemão Miroslav Klose é o líder do quesito, com 16. Ele está à frente de dois dos maiores jogadores do certame atual: Lionel Messi (13) e Kylian Mbappé (12). Eles representam Argentina e França, respectivamente, e são postulantes ao título.
O recordista em Bolas de Ouro deverá bater outros recordes no Mundial. Ao entrar em campo, ele chegará à sua sexta participação em Copas do Mundo. O argentino estará ao lado de Cristiano Ronaldo, de Portugal, e de Guillermo Ochoa, do México. E não para por aí: Messi precisa de mais duas vitórias para ultrapassar Klose e assumir a liderança de outra lista, a de mais triunfos na história das Copas.
Confira outros recordes que podem ser batidos na Copa do Mundo de 2026:
- Artilheiro com mais gols na história: Klose, com 16 gols;
- Artilheiro com mais gols em uma única edição: Just Fontaine, com 13 gols em 1958;
- Jogador com mais partidas na história: Messi, com 26 jogos;
- Jogador com mais vitórias na história: Klose, com 17 vitórias;
- Seleção com melhor ataque em uma única edição: Hungria, com 27 gols em 1954;
- Seleção com pior defesa em uma única edição: Coreia do Sul, com 16 gols sofridos em 1954;
- Edição com mais gols na história: Copa de 2022, com 172 gols;
- Edição com mais cartões amarelos: Copa de 2006, com 325 amarelos;
- Edição com mais cartões vermelhos: Copa de 2006, com 26 vermelhos;
- Edição com mais gols contra: Copa de 2018, com 12 gols contra;
Copa das polêmicas
Com 48 seleções na disputa pela 1ª vez na história, a maior Copa do Mundo já vista pelo mundo do futebol está no centro de polêmicas mesmo antes de a bola rolar. O Mundial, realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, se tornou tema de discussões sobre a política e as relações internacionais complexas entre as nações que estarão nos gramados do maior palco do esporte bretão.
O caso mais emblemático de como a política se misturou com o futebol no Mundial aconteceu com a seleção do Irã, país alvo de ataques norte-americanos em fevereiro deste ano. Classificada para a Copa, a seleção iraniana foi alvo de ameaças de Donald Trump, presidente dos EUA.
O chefe de estado norte-americano chegou a dizer que “não seria apropriado” o time participar do torneio, tendo em vista o conflito entre os dois países. Devido à tensão, a Federação Iraniana chegou a discutir a possibilidade de transferir suas partidas da fase de grupos, todas previstas para acontecer nos EUA, para o México, uma das três sedes do torneio. O que não aconteceu após determinação da Fifa.
Ainda assim, autoridades iranianas decidiram transferir o centro de treinamento da equipe, previsto para ser no Arizona, para a cidade mexicana de Tijuana. A mudança também foi provocada pela demora na emissão dos vistos para a delegação do Irã, que só aconteceu na última sexta-feira (5/6), a menos de uma semana do início da Copa.
Além dos problemas enfrentados pela delegação iraniana, jogadores, e até mesmo a arbitragem, também enfrentaram dificuldades com a imigração. Meia do Haiti, Pierre Woodensky perdeu os primeiros dias de preparação da seleção, e chegou na Flórida, onde a seleção treina, apenas no último dia 2.
Woodensky é natural de um dos 19 países que o Departamento de Estado suspendeu totalmente a emissão de vistos, com exceções limitadas.
Breel Embolo, da Suíça, foi outro atleta que teve problemas com seu visto para entrada no país. O atacante só recebeu permissão para entrar nos EUA no último dia 4.
Entre os árbitros selecionados para atuar na Copa do Mundo, Omar Artan também teve problemas ao chegar nos Estados Unidos. Eleito o melhor profissional da arbitragem no futebol masculino pela Confederação Africana de Futebol (CAF) no último ano, ele seria o primeiro cidadão da Somália a apitar uma partida do Mundial neste ano.
No entanto, ao desembarcar em Miami, nos EUA, o árbitro somali foi impedido de entrar em território norte-americano, apesar de ter um visto que torna legal a sua estadia no país. Antes disso, porém, ele passou por um interrogatório de 11 horas.
Artan é natural de um dos países alvos da suspensão total de vistos. Porém, ele se enquadraria nas exceções divulgadas pelo Departamento de EUA sobre as restrições de entrada no país, já que iria participar de um evento esportivo.
Aymen Hussein foi outro jogador que teve problemas ao entrar nos Estados Unidos. O atacante, responsável pelo gol que classificou o Iraque para a Copa do Mundo, foi detido pelas autoridades do aeroporto de Chicago e passou por um interrogatório de 7 horas ao entrar no país. A informação é do Shafaq News.
Abertura da Copa
Pela 1ª vez, a partida de abertura se repetirá na era moderna do torneio — desde 1974. México e África do Sul realizaram o primeiro jogo da Copa na edição de 2010, quando o país africano sediou o torneio.
Na ocasião, a partida, disputada no estádio Soccer City, em Joanesburgo, ficou empatada em 1 x 1. Siphiwe Tshabalala abriu o placar para a África do Sul, enquanto Rafael Márquez marcou o gol de empate do México. Além disso, o duelo, coincidentemente, acontece no mesmo dia: 11 de junho.
Além disso, o Estádio Azteca será o primeiro estádio na história a receber três jogos de abertura de Copa do Mundo. Curiosamente, as duas partidas que já aconteceram terminaram empatadas.
- 1970 – México 0 x 0 União Soviética
- 1986 – Itália 1 x 1 Bulgária
- 2026 – México x África do Sul
Três sedes pela primeira vez na história
Pela primeira vez, o torneio será realizado em três países ao mesmo tempo: Estados Unidos, México e Canadá dividirão a organização do maior Mundial já criado pela Fifa.
A mudança está diretamente ligada ao novo formato da competição. Depois de décadas com 32 seleções, a Copa passou a ter 48 participantes, o que aumentou de forma significativa o número de jogos, delegações, torcedores e estruturas necessárias para receber o evento.
A principal razão foi logística. A ampliação da Copa obrigou a entidade a pensar em uma operação muito maior do que nas edições anteriores.
Outro fator decisivo foi a infraestrutura já existente. Em vez de construir dezenas de novos estádios, os organizadores apostaram em arenas modernas que já recebem grandes eventos esportivos ao longo do ano.
Calendário completo
1ª rodada
Quinta-feira (11/6)
- México x África do Sul – 16h (horário de Brasília)
- Coreia do Sul x República Tcheca – 23h (horário de Brasília)
Sexta-feira (12/6)
- Canadá x Bósnia e Herzegovina – 16h (horário de Brasília)
- Estados Unidos x Paraguai – 22h (horário de Brasília)
Sábado (13/6)
- Catar x Suíça – 16h (horário de Brasília)
- Brasil x Marrocos – 19h (horário de Brasília)
- Haiti x Escócia – 22h (horário de Brasília)
- Austrália x Turquia – 01h de domingo (horário de Brasília)
Domingo (14/6)
- Alemanha x Curaçau – 14h (horário de Brasília)
- Costa do Marfim x Equador – 20h (horário de Brasília)
- Holanda x Japão – 17h (horário de Brasília)
- Suécia x Tunísia – 23h (horário de Brasília)
Segunda-feira (15/6)
- Espanha x Cabo Verde – 13h (horário de Brasília)
- Arábia Saudita x Uruguai – 19h (horário de Brasília)
- Bélgica x Egito – 16h (horário de Brasília)
- Irã x Nova Zelândia – 22h (horário de Brasília)
Terça-feira (16/6)
- Áustria x Jordânia – 01h de quarta-feira (horário de Brasília)
- França x Senegal – 16h (horário de Brasília)
- Iraque x Noruega – 19h (horário de Brasília)
- Argentina x Argélia – 22h (horário de Brasília)
Quarta-feira (17/6)
- Portugal x República Democrática do Congo – 14h (horário de Brasília)
- Inglaterra x Croácia – 17h (horário de Brasília)
- Gana x Panamá – 20h (horário de Brasília)
- Uzbequistão x Colômbia – 21h (horário de Brasília)
2ª rodada
Quinta-feira (18/6)
- República Tcheca x África do Sul – 13h (horário de Brasília)
- Suíça x Bósnia e Herzegovina – 16h (horário de Brasília)
- Canadá x Catar – 19h (horário de Brasília)
- México x Coreia do Sul – 22h República da Coreia)
Sexta-feira (19/6)
- Turquia x Paraguai – 00h (horário de Brasília)
- Estados Unidos x Austrália – 16h (horário de Brasília)
- Escócia x Marrocos – 19h (horário de Brasília)
- Brasil x Haiti – 21h30 (horário de Brasília)
Sábado (20/6)
- Tunísia x Japão – 23h (horário de Brasília)
- Holanda x Suécia – 14h (horário de Brasília)
- Alemanha x Costa do Marfim – 17h (horário de Brasília)
- Equador x Curaçau – 21h (horário de Brasília)
Domingo (21/6)
- Espanha x Arábia Saudita – 13h (horário de Brasília)
- Bélgica x Irã – 16h (horário de Brasília)
- Uruguai x Cabo Verde – 19h (horário de Brasília)
- Nova Zelândia x Egito – 22h (horário de Brasília)
Segunda-feira (22/6)
- Argentina x Áustria – 12h (horário de Brasília)
- França x Iraque – 18h (horário de Brasília)
- Noruega x Senegal – 21h (horário de Brasília)
- Jordânia x Argélia – 00h de terça-feira (horário de Brasília)
Terça-feira (23/6)
- Portugal x Uzbequistão – 14h (horário de Brasília)
- Inglaterra x Gana – 17h (horário de Brasília)
- Panamá x Croácia – 20h (horário de Brasília)
- Colômbia x República Democrática do Congo (horário de Brasília)
3ª rodada
Quarta-feira (24/6)
- Suíça x Canadá – 16h (horário de Brasília)
- Bósnia e Herzegovina x Catar – 16h (horário de Brasília)
- Escócia x Brasil – 19h (horário de Brasília)
- Marrocos x Haiti – 19h (horário de Brasília)
- República Tcheca x México – 22h (horário de Brasília)
- África do Sul x Coreia do Sul – 22h (horário de Brasília)
Quinta-feira (25/6)
- Equador x Alemanha – 17h (horário de Brasília)
- Curaçau x Costa do Marfim – 17h (horário de Brasília)
- Japão x Suécia – 20h (horário de Brasília)
- Tunísia x Holanda – 20h (horário de Brasília)
- Turquia x Estados Unidos – 23h (horário de Brasília)
- Paraguai x Austrália – 23h (horário de Brasília)
Sexta-feira (26/6)
- Noruega x França – 16h (horário de Brasília)
- Senegal x Iraque – 16h (horário de Brasília)
- Cabo Verde x Arábia Saudita – 21h (horário de Brasília)
- Uruguai x Espanha – 21h (horário de Brasília)
- Egito x Irã – 00h de sábado (horário de Brasília)
- Nova Zelândia x Bélgica – 00h de sábado (horário de Brasília)
Sábado (27/6)
- Panamá x Inglaterra – 18h (horário de Brasília)
- Croácia x Gana – 18h (horário de Brasília)
- Colômbia x Portugal – 20h30 (horário de Brasília)
- República Democrática do Congo x Uzbequistão – 20h30 (horário de Brasília)
- Argélia x Áustria – 23h (horário de Brasília)
- Jordânia x Argentina – 23h (horário de Brasília)
Fase de 16 avos
Domingo (28/6)
- Jogo 73 – Segundo colocado do Grupo A x Segundo colocado do Grupo B – Los Angeles
Segunda (29/6)
- Jogo 74 – Vencedor do Grupo E x 3º colocado dos Grupos A/B/C/D/F – Boston, EUA
- Jogo 75 – Vencedor do Grupo F x 2º colocado do Grupo C – Monterrey, México
- Jogo 76 – Vencedor do Grupo C x 2º colocado do Grupo F – Houston, nos EUA.
Terça-feira (30/6)
- Jogo 77 – Vencedor do Grupo I x 3º colocado dos Grupos C/D/F/G/H
- Jogo 78 – Segundo colocado do Grupo E x 2º colocado do Grupo I – Dallas, nos EUA
- Jogo 79 – Vencedor do Grupo A x 3º colocado dos Grupos C/E/F/H/I – Cidade do México, no México
Quarta-feira (1º/7)
- Jogo 80 – Vencedor do Grupo L x 3ºcolocado dos Grupos E/H/I/J/K – Atlanta, nos EUA
- Jogo 81 – Vencedor do Grupo D x 3º colocado dos Grupos B/E/F/I/J – Santa Clara, nos EUA
- Jogo 82 – Vencedor do Grupo G x 3º colocado dos Grupos A/E/H/I/J – Seattle, nos EUA
Quinta-feira (2/7)
- 2º colocado do Grupo K x 2ºcolocado do Grupo L – Toronto, Canadá
- Vencedor do Grupo H x 2º colocado do Grupo J – Los Angeles, EUA
- Vencedor do Grupo B x 3º colocado dos Grupos E/F/G/I/J – Vancouver, no Canadá
Sexta-feira (3/7)
Jogo 83 – Vencedor do Grupo J x 2º colocado do Grupo H – Miami, nos EUA
- Jogo 84 – Vencedor do Grupo K x 3º colocado dos Grupos D/E/I/J/L – Kansas City, nos EUA
- Jogo 85 – 2º colocado do Grupo D x 2º colocado do Grupo G – Dallas, EUA
Oitavas de final
Sábado (4/7)
- Vencedor do jogo 74 x Vencedor do jogo 77 – Filadélfia, EUA
- Vencedor do jogo 73 x Vencedor do jogo 75 – Houston, nos EUA
Domingo (5/7)
- Jogo 91 – Vencedor do jogo 76 x Vencedor do jogo 78 – Nova York/Nova Jersey, EUA
- Jogo 92 – Vencedor do jogo 79 x Vencedor do jogo 80 – Cidade do México, México
Segunda-feira (6/7)
- Jogo 91 – Vencedor do jogo 76 x Vencedor do jogo 78 – Nova York/Nova Jersey, EUA
- Jogo 92 – Vencedor do jogo 79 x Vencedor do jogo 80 – Cidade do México, México
Terça-feira (7/7)
- Jogo 95 – Vencedor do jogo 86 x Vencedor do jogo 88 – Atlanta, EUA
- Jogo 96 – Vencedor do jogo 85 x Vencedor do jogo 87 – Vancouver, Canadá
Quartas de final
Quinta-feira (9/7)
- Jogo 97 – Vencedor do jogo 89 x Vencedor do jogo 90 – Boston, EUA
Sexta-feira (10/7)
- Jogo 98 – Vencedor do jogo 93 x Vencedor do jogo 94 – Los Angeles, EUA
Sábado (11/7)
- Jogo 99 – Vencedor do jogo 91 x Vencedor do jogo 92 – Miami, EUA
- Jogo 100 – Vencedor do jogo 95 x Vencedor do jogo 96 – Kansas City, nos EUA
Semifinais
Terça-feira (14/7)
- Vencedor do jogo 97 x Vencedor do jogo 98 – Dallas, EUA
Quarta-feira (15/7)
- Jogo 102 – Vencedor do jogo 99 x Vencedor do jogo 100 – Atlanta, EUA
Disputa de terceiro lugar
Sábado (18/7)
- Perdedor do jogo 101 x Perdedor do jogo 102 – Miami, EUA
Grande final
Domingo (19/7)
- Jogo 104 – Vencedor do jogo 101 x Vencedor do jogo 102 – Nova York/Nova Jersey, EUA
Campeões da Copa do Mundo
Mesmo com o jejum de 24 anos, a Seleção Brasileira segue como a maior vencedora da Copa do Mundo, e apenas uma nação pode igualar esse recorde: a Alemanha. A Die Mannschaft tem quatro conquistas, a última em 2014, no Brasil, após vencer a Argentina por 1 x 0 na final. A seleção europeia, entretanto, não figura entre as favoritas ao Mundial, mas pode surpreender.
A Itália, também com quatro títulos, não se classificou para a Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. Na sequência, aparecem Argentina, com três títulos e atual campeã, França e Uruguai, com dois, Espanha e Inglaterra, com um.
Em 2022, Lionel Messi liderou os Hermanos ao topo do mundo e entrou para um seleto grupo de campeões. Na final, porém, não teve tarefa fácil diante da França, de Kylian Mbappé. O atacante do Inter Miami marcou dois gols, Di Maria fez outro, enquanto o Tartaruga Ninja balançou as redes três vezes. Após os 90 minutos, 2 x 2. Na prorrogação, 3 x 3, e decisão ficou para os pênaltis.
Na marca da cal, melhor para Messi: 4 x 2 nos pênaltis e o terceiro título da história da Argentina.
Confira, abaixo, todos os campeões da Copa do Mundo:
- Brasil – 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994, 2002);
- Alemanha – 4 títulos (1954, 1974, 1990, 2014);
- Itália – 4 títulos (1934, 1938, 1982, 2006);
- Argentina – 3 títulos (1978, 1986, 2022);
- Uruguai – 2 títulos (1930, 1950);
- França – 2 títulos (1998, 2018);
- Inglaterra – 1 título (1966);
- Espanha – 1 título (2010);
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