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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Punido por criticar Bolsonaro, Procurador baiano replica declaração do cantor Ney Matogrosso contra “autoritarismo”

[Punido por criticar Bolsonaro, procurador replica declaração de Ney Matogrosso contra “autoritarismo” ]
foto:reprodução
Punido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por ter feito críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e a membros do Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador baiano Rômulo Moreira compartilhou em sua rede social um trecho de uma entrevista do cantor Ney Matogrosso ao portal UOL, na qual o artista diz haver “autoritarismo” no atual governo.
"Não tenho medo do autoritarismo, em nenhum momento. Acho que a gente não pode se submeter a isso. Quando você admite que tem medo já está enfraquecido diante do quadro. O meu lugar de fala é o mesmo. Continuo lutando pela liberdade, me expressando e fazendo o meu trabalho despreocupado, sem nenhuma autocensura”, disse Ney.
Ao reproduzir parte do conteúdo, Romulo Moreira registra: “Ney Matogrosso, um autêntico artista brasileiro. Eis um sentimento compartilhado por mim”.



O procurador está afastado de suas atividades por 30 dias por decisão do CNMP. Logo depois das eleições de 2018, em um blog, Moreira chamou o então presidente eleito de “bunda-suja, fascista, preconceituoso, desqualificado, homofóbico, racista, misógino, retrógrado, arauto da tortura, adorador de torturadores, amante das ditaduras, subserviente aos militares”.
Nesta sexta-feira (23), a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia - Núcleo Bahia (ABJD-BA) realizará um debate em homenagem ao procurador de Justiça, às 19h, na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), com o tema "Liberdade de Expressão e Novas Formas de Censura no Brasil".
fonte:BNews - 23/08/19 -06h:42min.
 

Presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal critica declaração de Bolsonaro sobre interferência no órgão


[Presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal critica declaração de Bolsonaro sobre interferência no órgão]
foto:reprodução

O presidente da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal, Edvandir Felix, participou do Simpósio de Combate à Corrupção na manhã desta quinta-feira (22), em Salvador. Em entrevista ao BNews, Edvandir comentou a importância do evento: "a importância do Simpósio é muito grande porque nós vamos reunir aqui pessoas extremamente experientes e capacitadas nessa áreas. Daqui devem sair algumas propostas e ideias para aprimoramento do combate à corrupção".
O presidente afirmou que vê com preocupação as declarações do presidente Bolsonaro de que poderia interferir na Polícia Federal: "vemos com preocupação porque ele realmente tem poder de interferência, desde que apresente motivos técnicos, desde que siga os caminhos de praxe para proteção das instituição. No caso sa PF, o presidente tem o poder de nomear e exonerar o diretor-geral. Mas tem que se ter cuidado para não causar instabilidade institucional. Se ele apresenta motivos fortes de algum desvio dos integrantes da PF é aceitável. Se for [motivo] político, aí vai nos preocupar, pois a neutralidade político-partidária da PF é fundamental para que ela continue sendo enxergada como polícia pelo Estado". 
Em relação ao pacote anticrime, explicou: "é como próprio Moro disse, que ele iria encaminhar e a Casa iria seguir o tempo dela. Só me preocupa que o Congresso prioorize o projeto de abuso de autoridade, que vai intimidar autoridades, em vez de se debruçar os temas que vão combater a criminalidade no Brasil". Questionado se é contra o projeto de abuso de autoridade, Edvandir confirmou: "sim, porque ele traz crimes interpretativos, subjetivos, muito abertos que vão intimidar as autoridades que atuam no combate à criminalidade".Informações do BNews.

Em BH: Bolsonaro é um mentiroso irresponsável, diz Ciro Gomes

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foto:reprodução Estado de Minas
O ex- ministro Ciro Gomes (PDT), que concorreu à presidência da República no ano passado, chamou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) de 'corrupto, canalha, mentiroso e irresponsável', na manhã desta quinta- feira, em Belo Horizonte. Ao chegar para fazer uma palestra sobre ciência e tecnologia na UFMG, o presidenciável afirmou acreditar que a postura do capitão reformado - em especial em relação à Amazônia- vai levar o país a sofrer um boicote da Europa em breve.
"Nunca vi a imagem do Brasil tão degradada, tão enxovalhada como estou assistindo hoje. Me apanho às vezes ameaçando a mim mesmo de defender o ...(Bolsonaro) porque não aguento ver o Brasil ser atacado. E isso vai passar da imagem para coisas muito práticas. Dentro de muito pouco tempo a Europa, que é a maior compradora de produtos agrícolas do Brasil, vai nos impor restrições importantes que vão deixar o país com fratura exposta", disse.
Segundo Ciro, o buraco na balança comercial já é “assustador”, e é mascarado hoje pelo agronegócio e a mineração. O ex-ministro acredita que as declarações de Bolsonaro vão incidir sobre isso e, de acordo com ele, o Brasil pode ter restrições econômicas que vão pressionar o câmbio. “O dólar já passou de R$ 4 e dependendo da restrição, vai para R$ 5. É uma tragédia”, disse.
Ciro criticou a postura de Bolsonaro e disse que ele é um "canalha" ao culpar as Organizações Não Governamentais (ONG) pelo aumento do desmatamento e a onda de recentes queimadas no país. “Lamento dizer do presidente do meu país que ele é um irresponsável mentiroso”, afirmou.
O candidato derrotado à presidência afirmou que o que está ocorrendo não é trivial e pode acarretar futuros boicotes ao país por parte da comunidade europeia.
“Todo mundo está sabendo que ele demitiu o presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe, Ricardo Galvão), como quem quer condenar o termômetro pela febre. Ele cortou as verbas de fiscalização, autorizou 500 novos desmatamentos, não fez um gesto sequer para empoderar as estruturas de comando e controle sobre a Amazônia e o mundo inteiro sabe disso”, afirmou.
Ciro Gomes falou ainda da tentativa do presidente de “filtrar” as produções culturais que terão o apoio da Ancine. Segundo ele, Trata-se de “obscurantismo”, mas já era algo esperado. “A gente não devia se assustar com o que está acontecendo, nós elegemos esse monstro”, afirmou.
O adversário de Bolsonaro nas urnas e ex-colega dele na Câmara dos Deputados afirmou que o Brasil precisa aprender a amargar “como é grave um erro no voto”. “Todo mundo na Câmara sabia que o Bolsonaro tinha pelo menos cinco funcionários fantasmas que assinavam recibo e devolviam dinheiro para ele, prática essa que ensinou aos filhos”, disse.
FONTE:Estado de Minas/Conversa Afiada - 22/08/19 -23:h:59min.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Bahia: Ônibus da Cidade Sol e caminhão colidem em Uruçuca;veja vídeos


[Grave acidente: Ônibus e caminhão colidem em Uruçuca; veja vídeos]
foto:reprodução BNews

Atualizadda em 23/08/19 às 11h:45min.
Um ônibus da empresa Cidade Sol e um caminhão que transportava madeira colidiram na noite desta quinta-feira (22) no trevo da cidade baiana de Uruçuca na BR -101, Sul do Estado. As informações são de leitores do BNews, que encaminharam vídeos e detalhes sobre o trágico acidente.
O caminhão tombou e pegou fogo. Já o ônibus teria virado e deixado diversos feridos. Segundo os nossos leitores, ambulâncias e viaturas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estão no local.

O acidente deixou um saldo de 5 mortos e 10 feridos. Todos os mortos estavam no ônibus incluindo o motorista.



Veja os vídeos:


fonte e vídeos:BNews/reprodução 23h:52min.

Intercept/El País: Como os grandes bancos escaparam da Lava Jato; enquanto desenhava estratégia, Dallagnol fez palestra na Febraban


O ex-ministro Antonio Palocci afirmou que conseguia informações privilegiadas com o então presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e as repassava ao Bradesco. Meirelles diz que "afirmação é absurda". Na imagem, Palocci e Meirelles em 2003.
O ex-ministro Antonio Palocci afirmou que conseguia informações privilegiadas com o então presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e as repassava ao Bradesco. Meirelles diz que "afirmação é absurda". Na imagem, Palocci e Meirelles em 2003.MARCELLO CASAL JR./ABR
“O Banco, na verdade os bancos, faturaram muuuuuuito com as movimentações bilionárias dele”. A frase é do procurador Roberson Pozzobon, da força-tarefa de Curitiba da Operação Lava Jato, escrita numa troca de mensagens com seus colegas em 16 de outubro do ano passado. Pozzobon se refere às movimentações financeiras do empresário e lobista Adir Assad, condenado por lavagem de dinheiro, acusado de envolvimento em diversos escândalos de corrupção, incluindo o da Petrobras. Em conversas pelo Telegram, recebidas pelo The Intercept e analisadas em conjunto com o EL PAÍS, os procuradores debatiam o caso de Assad. Eles sabiam que o doleiro havia aberto uma conta no Bradesco nas Bahamas para lavar dinheiro “a rodo”. E que, em 2011, o Compliance Officer, setor responsável por fazer o banco cumprir normas legais, teria alertado o Bradesco de que havia algo errado com essa conta. “E o que o Bradesco fez?”, perguntou Pozzobon. “Nada”, ele mesmo responde.

Passaram pelas mãos dos procuradores suspeitas de crimes graves cometidos pelo setor bancário, um dos mais concentrados e lucrativos do mundo. Desde o eventual silêncio sobre movimentações ilícitas até o uso de informações privilegiadas do Banco Central que renderiam lucros aos bancos. Em troca, generosas quantias seriam doadas para campanhas políticas de governos petistas, conforme afirmou o ex-ministroAntonio Palocci ao longo de 2017, quando negociava sua delação premiada em Curitiba. Os procuradores não aceitaram a palavra de Palocci, nem como base de uma colaboração premiada e nem, pelo que se sabe até agora, como ponto de partida para investigação dos crimes de grandes instituições financeiras dos quais ele dizia ter participado ou presenciado. Dentre os deveres do Ministério Público previstos em lei, está o de “adotar as providências cabíveis em face de irregularidades de que tiver conhecimento”, em especial quando relacionadas a casos em que atuam. Ao longo das 87 páginas de proposta de delação premiada do ex-ministro entregue à força-tarefa e obtida pelo EL PAÍS, o banco Safra aparece 71 vezes . O Bradesco, outras 32.
Antes das negociações com Palocci, porém, os procuradores já levantavam a tese de que os bancos lucraram com a corrupção, preferindo o silêncio ao escrutínio de movimentações suspeitas, como mostra o diálogo no início deste texto. Embora a hipótese parecesse plausível, a força-tarefa estabeleceu como estratégia fazer acordos com essas instituições, em vez de investigá-las esmiuçando seu modus operandi, a exemplo do que foi feito com as empreiteiras. É o que se constata no documento “Ideias e Metas FTLJ 2017_2018”, enviado em um dos chats em 2016, que trazia um resumo das ações futuras para cercar as empreiteiras, bancos, doleiros e políticos. Nessa lista, constavam nomes, como o da ex-presidenta Dilma Rousseff e o de Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da estatal Dersa e acusado de ser o operador financeiro do PSDB. Para empreiteiras, a meta era apresentar ações penais já que era “necessário responsabilizar todas as empresas”. No caso dos bancos, no entanto, descreve-se o objetivo de fazer acordos “a título de indenização por lavagem de dinheiro e falhas de compliance”. Essa opção, segundo conversa entre os procuradores, levava em conta o chamado "risco sistêmico", conceito financeiro que supõe um possível efeito dominó para a economia.
Planilha 'Ideias e Metas' para 2017-2018.
Planilha 'Ideias e Metas' para 2017-2018.
Contudo, essa mesma lógica não valeu para as construtoras. Segundo um levantamento do jornal Valor Econômico, a receita das companhias envolvidas na Lava Jato caiu 85% desde 2015 —ainda mais asfixiadas pelo corte de investimento público em obras— e dezenas de milhares de empregos foram perdidos. Em meados daquele ano, a operação já se consagrava na imprensa por expor o maior escândalo de corrupção da história do país. Marcelo Odebrecht, o empresário multimilionário, já estava atrás das grades. Outros personagens estavam sendo presos por movimentar dinheiro da corrupção em malas, pacotes e até na calcinha, como no caso da doleira Nelma Kodama, presa e condenada em 2014.
Faltava, porém, entender a responsabilidade dos bancos nessa lavanderia. Dias antes da prisão de Odebrecht, o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, enviou uma mensagem ao então procurador Carlos Fernando Lima perguntando quais eram as “violações de grandes bancos" mais evidentes que eles tinham. Dallagnol pede que Lima mencione as duas "mais fortes". "Fazer uma ação contra um banco pedindo pra devolver o valor envolvido na lavagem, ou, melhor ainda, fazer um acordo monetário, é algo que repercutiria muito, mas muito, bem" para a força-tarefa, dizia ele. Pela mensagem, parecia que a chegada da operação aos bancos era uma questão de tempo.
Lima então sugere pedir ajuda a Lucas Pacce. Operador de câmbio e o primeiro delator da Lava Jato, Pacce prestou informações sobre bancos e a doleira Nelma Kodama, com quem ele trabalhava. Grande conhecedor do sistema financeiro, ele já havia dito às autoridades, durante a CPI da Petrobras em 2015, que existem brechas legais e “propositais” que permitem a lavagem de dinheiro, à margem da fiscalização do Banco Central. De lá para cá, a Lava Jato contra os bancos andou a passos muito lentos, enquanto as construtoras eram devassadas.
Em 21 de outubro de 2016, Dallagnol envia uma mensagem sugerindo a instalação de um Inquérito Civil Público (ICP) para apurar as falhas de compliance dos bancos. A ideia, segundo ele, era “pintar tempestade na portaria”, ou seja, solicitar informações sobre investigações internas e assim pressionar o setor a sentar à mesa de negociação com a força-tarefa.
Dallagnol propõe pedir informações aos bancos em vez de investigá-los.
Dallagnol propõe pedir informações aos bancos em vez de investigá-los.
Mas foi só em maio de 2019 que a Lava Jato chegou de fato à primeira instituição bancária. No dia 8 daquele mês, foram presos três executivos do Bancos Paulista, acusados de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta para beneficiar a Odebrecht. Três meses antes, o procurador Roberson Pozzobon comemorava a autorização judicial para essa operação. “Chutaremos a porta de um banco menor, com fraudes escancaradas, enquanto estamos com rodada de negociações em curso com bancos maiores. A mensagem será passada! 💪👊”, afirma Pozzobon. “show!!! vai ter muita gente que vai começar a perder o sono, rs”, responde a procuradora Laura Tessler. No mesmo mês de maio, a força-tarefa do Rio de Janeiro prendeu dois gerentes de uma agência carioca do Bradesco, também acusados de lavagem de dinheiro da construtora.
Se a morosidade da Lava Jato para chegar a instituições bancárias chama a atenção, outro fato não passa desapercebido. No dia 17 de outubro de 2018, Deltan Dallagnol deu uma palestra paga pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) sobre prevenção e combate a lavagem de dinheiro, como confirmou a entidade. Dallagnol recebeu 18.088 reais líquidos, quase o que ganhou naquele mês inteiro de trabalho: 22.432 reais de salário líquido, segundo o Portal da Transparência. 
Poucos meses antes, em maio, ele havia negociado uma palestra para CEOs e tesoureiros de grandes bancos brasileiros e internacionais, organizada pela XP Investimentos. Entre os convidados, representantes do Itaú, Bradesco e Santander. O procurador participou, ainda, de um encontro secreto com representantes de instituições financeiras organizada pela mesma XP. O The Intercept já havia mostrado que ele previa faturar 400.000 reais com livros e palestras em 2018.
Recibo da palestra de Dallagnol à Febraban.
Recibo da palestra de Dallagnol à Febraban.
Curiosamente, dois dias antes da palestra para a Febraban, Dallagnol relatava aos procuradores uma certa angústia sobre a atuação do setor bancário. “Estou preocupado com relação aos nossos passos em relação aos bancos”, escreve ele no chat Filhos do Januario 3. “Eu acho que eles vão se mover e vão mudar nosso cenário, via lei ou regulação (coaf, febraban…). São muito poderosos”.

A delação rejeitada de Palocci

Primeira página da proposta da delação de Antonio Palocci à força-tarefa.
Primeira página da proposta da delação de Antonio Palocci à força-tarefa.
Preso em setembro de 2016 por receber propinas da Odebrecht, o ex-ministro Antonio Palocci era visto como o homem-bomba das delações. Mas os procuradores avaliavam que era muito difícil comprovar tudo que o ex-ministro dizia, como por exemplo, as informações privilegiadas e leis facilitadas aos bancos em troca de doações de milhões de reais em campanhas petistas. “Os anexos precisam ser melhorados”, diziam, em referência à proposta de delação premiada composta por 39 anexos que a defesa de Palocci oferecia. Cada anexo equivale a um capítulo, tratando de um assunto ou pessoa. Nem mesmo as 359 citações nominais ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao longo do documento convenceram a força-tarefa. “Fizemos uma reunião aqui", diz o procurador Antonio Carlos Welter no chat COLAB Palocci, em 25 de janeiro de 2018. "Definimos que como os anexos estão sem elementos de corroboração suficientes, decidimos romper as negociações”, diz. “Ótimo. Página virada”, responde o procurador José Alfredo de Paula.
Chat em que os procuradores decidem não aceitar a delação de Palocci.
Chat em que os procuradores decidem não aceitar a delação de Palocci.
A proposta de delação do ex-ministro apresentava uma narrativa complexa sobre sua relação com poderosos, como Joseph Safra (Banco Safra), Pedro Moreira Salles (na época, do Unibanco), Lázaro Brandão e Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), dentre outros. Sobre Safra, o ex-ministro conta que tinha “carta branca” para buscar recursos no banco sempre que ele ou Lula precisassem. Safra teria, inclusive, convidado Palocci para ser conselheiro em seu banco na Suíça. O empresário também teria pedido ajuda do Governo Federal para recuperar prejuízo que teve com a crise dos derivativos cambiais envolvendo uma das empresas em que tinha participação societária, a Aracruz, em 2008. A contrapartida frequente era a realização de doações eleitorais, além de pagamentos para a consultoria Projeto, que ele administrava. O Safra afirmou à reportagem que não vai se pronunciar sobre o caso.
Outros executivos do setor também iam pedir favores, conta Palocci. Segundo ele, o então economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, e Júlio Siqueira, vice-presidente executivo do banco, o procuraram em 2009 quando ele exercia o mandato de deputado federal. Os executivos pretendiam obter informações adiantadas do Banco Central sobre a mudança da taxa básica de juros, a Selic. Palocci conta que conseguia essas informações com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e repassava ao Bradesco. Em troca, o banco realizou doações oficiais para a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Procurado, Octavio de Barros, que se desligou do banco em 2016, afirmou que "jamais" buscou informações que não fossem públicas. O Bradesco afirmou que não comentaria. A reportagem não conseguiu contato com Julio Siqueira, que deixou o banco em 2014. Já Henrique Meirelles, atual secretário da Fazenda do Governo João Doria (PSDB), disse que a afirmação de Palocci é "absurda, completamente descompassada com a realidade. Uma afirmação que ignora até mesmo o modo de funcionamento do Copom naquele período, onde os membros exerciam o voto de modo independente, e onde o presidente não tinha conhecimento prévio da opinião dos demais membros e votava apenas ao final".
Ainda como deputado, Palocci também relata que “sentou em cima” de um projeto de lei para evitar que a fusão dos bancos Unibanco e Itaú fosse prejudicada, em 2008. Ele afirma que, a pedido de Pedro Moreira Salles, banqueiro do Unibanco, articulou para que o Projeto de Lei 265/2007, que transferiria do Banco Central para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) a análise dos casos de fusão bancária, fosse engavetado. Evitou assim que a fusão fosse vetada pelo princípio da livre concorrência, já que, juntos, os dois bancos dominariam mais de 30% do mercado. Em contrapartida, e como agradecimento, o novo banco Itaú Unibanco doou 4 milhões de reais para a campanha de Dilma Rousseff em 2010, segundo o ex-ministro. Procurado, o Itaú disse que a afirmação de Palocci é "mentirosa" e que naquele ano o montante doado aos candidatos que lideravam as pesquisas eleitoras foram "rigorosamente iguais".
As relações que Palocci contou ter com as instituições bancárias são ainda anteriores ao Governo PT. No ano 2000, quando o Santander comprou o Banespa, Palocci, então prefeito de Ribeirão Preto (SP), foi procurado por Miguel Jorge, na época diretor de relações governamentais do Santander/Banespa. Segundo Palocci, Jorge estava preocupado porque, com a compra do Banespa, muitas prefeituras que mantinham conta no banco estavam migrando para outras instituições. Palocci afirma que não faria isso, mas, em troca, pede doações do banco para a campanha do PT em 2002. O pedido, segundo ele, foi atendido na forma de 2 milhões de reais doados pelo Santander na campanha de Lula à Presidência. Procurado, o Santander afirmou que não se pronunciará.
Sem sucesso com a força-tarefa, os advogados do ex-ministro petista foram bater na porta da Polícia Federal. De acordo com uma lei sancionada em 2013, delegados de polícia podem conduzir acordos de delação, assim como os procuradores. A Procuradoria-Geral da República (PGR) tentou rechaçar no Supremo Tribunal Federal (STF) essa lei, mas em junho do ano passado os ministros rejeitaram, por maioria, o questionamento da PGR. Foi o caminho da salvação de Palocci. Na PF, as negociações avançaram: em três meses de tratativas, o ex-ministro assinou colaboração, em abril do ano passado. Em junho, às vésperas da campanha eleitoral para a presidência, o STF homologou sua delação.
A seis dias do primeiro turno da eleição presidencial, em outubro do ano passado, o então juiz Sergio Moro levantou sigilo de parte do depoimento de Palocci. Naquele momento, os procuradores repercutem nos chats: "Os relatos muito ruins", diz a procuradora Jerusa Viecilli. "O que palocci trouxe parece que está no Google", diz o procurador Januário Paludo. Na semana passada, foi noticiado um resumo feito pelo ministro do Supremo Edson Fachin de alguns depoimentos de Palocci.

O  “risco sistêmico”

Com ou sem a colaboração de Palocci, um temor constante entre os procuradores para abordar os bancos é o risco sistêmico que poderiam promover.  “O que nós temos a favor e que é uma arma que pode explodir é que uma operação sobre um grande banco pode gerar o tal do risco sistêmico. Podemos quebrar o sistema financeiro. Essa variável tem que ser considerada para o bem e para o mal”, escreveu o procurador Januário Paludo, em outubro do ano passado. “Por isso, estrategicamente, medidas ostensivas tem que ser tomadas em relação a pequenas instituições para ver o quanto o mercado vai reagir”, acrescentou.
Procuradores temem o "risco sistêmico" que uma operação contra os bancos pode causar.
Procuradores temem o "risco sistêmico" que uma operação contra os bancos pode causar.
O alerta para esse risco faz parte da rotina de juízes e procuradores, mas o advogado Domingos Refinetti, especialista em compliance, discorda do potencial explosivo que as investigações poderiam representar. “Por maior que pudesse ser a conta de um doleiro, nenhuma alta administração de banco correria o risco para proteger uma conta isolada. Bancos nunca poderiam ser considerados too big to jail (grande demais para alguém ir preso) se identificassem as figuras perniciosas e mandassem elas para a cadeia”, afirmou ele.
Um ex-diretor do Banco Central, que preferiu não se identificar, afirma que nos Estados Unidos, o Banco Central anuncia abertamente quando abre um processo contra algum banco por suspeitas de lavagem de dinheiro. “Isso pode até interferir no valor de ações dos bancos, mas não quer dizer que vá quebrar a instituição e é uma forma de transparência”, afirmou.
Procurada, a força-tarefa de Curitiba afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que "é de conhecimento público que as forças-tarefas Lava Jato no Paraná e no Rio de Janeiro já adotaram diversas medidas de persecução criminal em face de integrantes de instituições financeiras, incluindo diretores e gerentes de bancos e corretoras". Também afirmou que "não reconhecesse as mensagens que lhe têm sido atribuídas. O material é oriundo de crime cibernético e sujeito a distorções, manipulações e descontextualizações".
Em diversas conversas, os procuradores mostram que a estratégia era atingir um banco pequeno para deixar os maiores com medo. Na mensagem acima, "Rússia" seria a Justiça Federal, que autorizou a operação contra o Banco Paulista.
Em diversas conversas, os procuradores mostram que a estratégia era atingir um banco pequeno para deixar os maiores com medo. Na mensagem acima, "Rússia" seria a Justiça Federal, que autorizou a operação contra o Banco Paulista.

Leia as íntegras de todas as respostas enviadas ao EL PAÍS:

A força-tarefa em Curitiba:
"A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba não reconhece as mensagens que lhe têm sido atribuídas. O material é oriundo de crime cibernético e sujeito a distorções, manipulações e descontextualizações. No presente caso, o site prejudicou o direito de resposta ao não disponibilizar o material para análise da força-tarefa. É de conhecimento público que as forças-tarefas Lava Jato no Paraná e no Rio de Janeiro já adotaram diversas medidas de persecução criminal em face de integrantes de instituições financeiras, incluindo diretores e gerentes de bancos e corretoras. A 61ª fase da Lava Jato, deflagrada em 8 de maio de 2019, resultou em prisão e denúncia contra dois diretores e um gerente do Banco Paulista pelos crimes de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituição financeira. A força-tarefa não comentará sobre os desdobramentos desta ou das demais investigações em andamento em face de instituições financeiras e seus integrantes porque isso implicaria na revelação de informações que ocasionariam prejuízos às apurações."
O Itaú:
"O Itaú Unibanco repudia veementemente qualquer tentativa de vincular doações eleitorais realizadas de forma lícita e transparente a condutas antiéticas para atender a eventuais interesses da organização. O banco não teve acesso à delação nem às mensagens trocadas por celular, mas afirma, de forma enfática, que a declaração mencionada pelo jornal é mentirosa.
Quando a legislação permitia, o banco fazia doações eleitorais, sempre seguindo um posicionamento apartidário. Contava, para isso, com um comitê formado por integrantes independentes do Conselho de Administração. Esse comitê definia os valores que seriam doados, sempre inferiores à média de grupos empresariais de porte semelhante ao nosso. Nos pleitos de 2006, 2010 e 2014, por exemplo, os montantes doados aos candidatos que lideravam as pesquisas de opinião foram rigorosamente iguais, conforme se pode constatar nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na tabela que acompanha esta nota. Os números desmentem qualquer suposição de que o Itaú Unibanco tenha privilegiado esse ou aquele partido ou que tenha de qualquer forma feito doações eleitorais com o objetivo de obter benefício próprio.
Em relação especificamente à fusão entre Itaú e Unibanco, anunciada em novembro de 2008 e aprovada pelas autoridades reguladoras competentes no início de 2009, vale destacar que foi respaldada pelos mais respeitados juristas do País e especialistas em setor financeiro, dada a complementariedade dos dois bancos e a posição da instituição resultante da fusão no cenário bancário global. Importante ainda destacar que as autoridades impuseram uma série de condições para aprovar a operação, todas inteiramente atendidas pelo Itaú Unibanco.
O Itaú Unibanco lamenta que seu nome possa ter sido usado indevidamente para que um réu confesso tenha tentado obter vantagens em acordos com a Justiça. Como sempre, o banco está à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários".
Febraban:

O procurador do Ministério Público Federal (PR), Deltan Dallagnol, participou como palestrante do 8º Congresso de Combate e Prevenção a Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo – evento promovido pela FEBRABAN e que ocorreu em 17 de outubro de 2018, em São Paulo. O tema de sua palestra foi A evolução da prevenção e combate à lavagem de dinheiro no Brasil. O procurador foi escolhido por preencher critérios técnicos relacionados ao tema e a sua participação foi remunerada e formalizada por meio de contrato.

fonte:Site El País Brasil/reprodução 22/08/19 - 23h:29min.

Meio ambiente: Bolsonaro chama Macron de “sensacionalista” e “colonialista”

foto:O presidente Jair Bolsonaro: compromisso com combate ao desmatamento desafiado por suas próprias declarações - 15/08/2019 (Adriano Machado/Reuters)
Como esperado, o presidente Jair Bolsonaro não se calou diante da decisão de seu colega francês, Emmanuel Macron, de levar a questão dos incêndios naAmazônia à reunião de cúpula do G7, que se dará neste fim de semana em Biarritz. Pelo Twitter, o brasileiro queixou-se da falta de convite aos países da bacia amazônica,  afirmou que a iniciativa “evoca a mentalidade colonialista descabida no século XXI” e chamou Macron de “sensacionalista”.
Lamento que o presidente Macron busque instrumentalizar uma questão interna do Brasil e de outros países amazônicos para ganhos políticos pessoais. O tom sensacionalista com que se refere à Amazônia (apelando até para fotos falsas) não contribui em nada para a solução do problema”, escreveu Bolsonaro em um tuíte.
O governo brasileiro segue aberto ao diálogo, com base em dados objetivos e no respeito mútuo. A sugestão do presidente francês de que assuntos amazônicos sejam discutidos no G7, sem a participação dos países da região, evoca mentalidade colonialista descabida no século XXI”, completou em outro post.
Os textos claramente evidenciam autoria alheia a Bolsonaro. Não têm seu estilo nem seu vocabulário. Tampouco terá saído do Itamaraty, onde tradicionalmente uma resposta ao presidente da França seria tratada com o cuidado de não empurrar o atual atrito a uma crise diplomática. Mas os posts estão publicados no perfil do presidente no Twitter.
O conteúdo reforça o choque entre Bolsonaro e Macron em torno das questões de meio ambiente e de mudança do clima – atrito que pode contaminar as áreas de negócios e investimentos facilmente. Ataques mútuos surgiram na reunião de cúpula do G20, em junho passado no Japão. Macron ameaçara não assinar o tratado de livre comércio Mercosul-União Europeia — ainda em finalização na ocasião — se o Brasil abandonasse o Acordo de Paris. 
Ambos se encontraram e conversaram informalmente no mesmo dia, momento em que o brasileiro ironicamente convidou o francês a visitar a Amazônia para checar o desmatamento. Mas tarde, o acordo comercial foi concluído e trouxe a cláusula de compromisso com o Acordo de Paris. 
No mês passado, o presidente brasileiro cancelou na última hora uma audiência com o ministro dos Negócios Estrangeiros da França, Jean-Yves Le Drian, e foi cortar cabelo. Não contente, postou no Facebook as imagens para reforçar seu descaso a Le Dryan. Mais tarde, Bolsonaro queixou-se do fato de Le Dryan ter visitado no Brasil organizações não governamentais ambientalistas.
Nos seus textos, Bolsonaro desconheceu o fato de que a europeia França é também um país amazônico, uma vez que um de seus territórios ultramarinhos é a Guiana Francesa, na fronteira norte do Brasil. Como tal, também sujeita a incêndios florestais vindos ou não do Brasil.
Pouco antes, Bolsonaro compartilhara em seu perfil uma série de posts em inglês de seu assessor para Assuntos Internacionais, Filipe Martins. O conselheiro aconselha aos preocupados com a Amazônia a “pararem de espalhar mentiras”. “Deus não gosta de mentiras”, adverte o seguidor do guru da extrema direita, Olavo de Carvalho.
Martins apresenta dados concretos de que o desmatamento caiu entre 2004 e 2019 e de que o país é responsável por uma ínfima parcela das emissões de gases do efeito estufa. Mas omite as declarações anteriores do presidente Bolsonaro sobre a preservação e a exploração econômica da Amazônia, o respeito a terras indígenas e a própria veracidade do aquecimento global – os fatores que, na verdade, geraram as preocupações de governantes e ambientalistas sobre o futuro da Amazônia.
O assessor, ao contrário, chega a mencionar no seu oitavo post sobre o assunto que a agenda do governo do presidente Bolsonaro “está comprometida com o combate ao desmatamento ilegal e em avançar mais em ações concretas de proteção ao meio ambiente”.

fonte:Veja.com/reprodução 22/08/19 -22h:25min.

Processo Seletivo: SAEB oferta vagas para o SAC via Reda; tem vagas para Central e Irecê

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SAC unidade de Irecê / foto:Morro Acontece/reprodução

A SAEB - Secretaria de Administração do Estado da Bahia publicou hoje(22) no DOE O EDITAL DE Nº 001/2019 ofertando 95 Vagas entre Nível Médio e Superior em Processo Seletivo REDA em várias cidades do Estado.

Para a Região de Irecê tem 02(duas vagas)  de nível médio. 01 para trabalhar como Assistente Administrativo  na Superintendência de Atendimento ao Cidadão -SAC em Irecê e 01 vaga para a cidade de Central.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no site      de 28/08 a 04/09/2019, sendo o resultado divulgado no dia 21/09/19.

Seleção:

O Processo Seletivo Simplificado será constituído de uma única etapa, Avaliação Curricular, de caráter eliminatório e classificatório, para as funções temporárias conforme constante no item 2.1 do Capitulo 2 deste Edital.


3.1. Assistente de Atividade Administrativa. Nível Médio

3.1.1 -REQUISITO Certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível médio em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC ou formação técnica profissionalizante de nível médio.

3.1.2 ATRIBUIÇÕES: Recepcionar o cidadão, identificar o serviço solicitado, informar as condições necessárias para sua realização e proceder ao devido encaminhamento; Realizar triagem prévia da documentação necessária para o serviço solicitado; Colher e registrar dados de identificação do usuário, quando necessário; Arquivar documentos em geral a exemplo de Comunicações Internas e Ofícios recebidos, formulários; Orientar o usuário que deseja expressar sua opinião sobre o atendimento recebido (reclamação, dúvidas, sugestões ou elogio), encaminhando para Ouvidoria Geral do Estado da Bahia; Realizar atividades de orientações e de informações, telefônico e presencial, controlar o fluxo de pessoas, emitir e distribuir senhas e registro de dados, fazer triagem e encaminhar documentos, bem como registrar e realizar o processamento de dados; Auxiliar e participar na execução dos procedimentos internos da qualidade; Digitar e operar equipamentos diversos para atender as necessidades administrativas; Organizar, controlar e auxiliar na distribuição de materiais de consumo e permanente; prestar informações gerais ao público dentro de sua área de competência; Desempenhar trabalhos que exijam conhecimento básico de informática para operacionalização de sistemas de informação e consulta a banco de dados e outras atividades de mesma natureza e grau de complexidade. 

3.1.3 REMUNERAÇÃO NÍVEL MÉDIO : A remuneração é constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 797,02 (setecentos e noventa e sete reais e dois centavos), acrescido de Gratificação da Função Temporária, equivalente a R$ 772,15 (setecentos e setenta e dois reais e quinze centavos), perfazendo um total de R$ 1.569,17 (um mil, quinhentos e sessenta e nove reais e dezessete centavos), quando submetido à jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 3.1.4 - CARGA HORÁRIA: 40 horas semanais


3.3.3 REMUNERAÇÃO  NÍVEL SUPERIOR:

 A remuneração inicial é constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 1.183,10 (um mil, cento e oitenta e três reais e dez centavos), acrescido de Gratificação da função temporária, equivalente a R$ 1.546,66 (um mil, quinhentos e quarenta e seis reais e sessenta e seis centavos), perfazendo um total de R$ 2.729,76 (dois mil, setecentos e vinte e nove reais e setenta e seis centavos), quando submetido à jornada de trabalho de 40 horas semanais..

 3.3.4 - CARGA HORÁRIA: 40 horas semanais.


Confira o Edital completo abaixo:

http://diarios.egba.ba.gov.br/html/_DODia/DO_frm0.html

Cultura: Festa Literária de Santo Estêvão terá participação do poeta e escritor Bráulio Bessa

Festa Literária de Santo Estêvão terá participação de Bráulio Bessa
foto:divulgação


De 04 a 06 de Setembro, será realizada a primeira edição da Festa Literária de Santo Estêvão- Flise, tornando o município, localizado a 150 km de Salvador, palco da literatura. Com o tema “Literatura e Memória: um rio que nos contempla e nunca seca”, o evento abre os festejos de comemoração do aniversário da cidade e terá a participação de autores e artistas locais e de outros lugares do país, como o poeta e escritor Bráulio Bessa e o cantor Jau.

A programação é gratuita e conta com mesas literárias, lançamentos de livros, oficinas, apresentações artísticas literárias de estudantes, recital de poesias, contação de histórias, palestras, shows, teatro musical e feira de livros. As atividades acontecem, de forma simultânea, em diversos espaços da cidade, como a Praça Sete de Setembro, a Biblioteca Municipal Josafá Marinho, o Centro Cultural Temístocles Pires de Cerqueira.

As mesas literárias abordarão os temas literatura baiana, escritos femininos e escritos etnicorraciais e terão a presença dos escritores: Marcus Vinicius Rodrigues, José Inácio Vieira de Melo, Itamar Vieira Júnior, Adeítalo Manoel Pinho, Rita Queiroz, Katia Borges, Clarissa Macedo, Erica Azevedo, Valdeck Almeida de Jesus, Jovina Souza, Evanilson Alves dos Santos e Ricardo Martins Leal.


Realizada pela Prefeitura Municipal de Santo Estêvão, através da Secretaria da Educação, a festa cria um espaço de encontro com o mundo das letras e um ambiente de diálogo que abraça aqueles que se deixam encantar pela potência da palavra e pela linguagem literária.
Serviço
Data: De 04 a 06 de setembro de 2019 (quarta-feira à sexta-feira)
Local: Diversos espaços de Santo Estêvão (Praça Sete de Setembro, a Biblioteca Municipal Josafá Marinho, o Centro Cultural Temístocles Pires de Cerqueira)
Atrações: mesas literárias, lançamentos de livros, oficinas, apresentações artísticas literárias de estudantes, recital de poesias, contação de histórias, palestras, shows, teatro musical e feira de livros.

fonte:Acorda Cidade/reprodução 22/08/19 -11h:58min.