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sexta-feira, 20 de outubro de 2023

PF: Abin utilizou sistema de espionagem irregular mais de 30 mil vezes

Foto-operação-abin (6)

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

O sistema usado para monitorar ilegalmente a geolocalização de celulares foi usado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) mais de 30 mil vezes, segundo a investigação da Polícia Federal. A informação, publicada em primeira mão pela colunista do jornal O Globo Bela Megale, foi confirmada pelo Metrópoles.

Entre os alvos que teriam sido monitorados, estão 2.200 jornalistas, advogados, políticos e pessoas consideradas adversárias pela gestão de Jair Bolsonaro (PL).

Nesta sexta-feira (20/10), a PF deflagrou a Operação Última Milha para investigar o uso indevido do software FirstMile sem autorização da Justiça por servidores da Abin.

Os agentes cumpriram dois mandados de prisão e 25 de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

A coluna Na Mira apurou que um dos presos é Rodrigo Colli, profissional da área de contrainteligência cibernética da agência. O outro é o oficial de inteligência Eduardo Arthur Izycki.

De acordo com as investigações, o sistema de geolocalização usado pela Abin é um software intrusivo na infraestrutura crítica de telefonia brasileira. A rede de telefonia teria sido invadida diversas vezes, com a utilização do serviço adquirido com recursos públicos.

Além do uso indevido do sistema, apura-se a atuação de dois servidores da Abin que respondiam a processo administrativo disciplinar, com risco de perderem o emprego. De acordo com a investigação, eles teriam utilizado o conhecimento sobre o uso indevido do sistema como meio de coerção indireta para evitar a demissão.

Os investigados podem responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.

Afastamentos e investigados

Cinco diretores da Abin foram afastados, entre eles o secretário de Planejamento e Gestão da Abin, Paulo Maurício Fortunato Pinto.

Na casa dele, a PF apreendeu US$ 171,8 mil em espécie.

Informações preliminares indicam que outro investigado é Caio Santos Cruz, filho do ex-ministro e ex-aliado de Bolsonaro general Santos Cruz. Caio seria representante da empresa que vendeu o software para a Abin.

Milhares de celulares monitorados

Em março, a PF determinou a instauração de um inquérito para investigar denúncias de que a Abin monitorou celulares de milhares de brasileiros durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro. O caso foi revelado pelo jornal O Globo.

Segundo a agência, o contrato de uso do software de localização teve início no fim de 2018, ainda no governo Michel Temer. O programa, chamado FirstMile, foi comprado por R$ 5,7 milhões da empresa israelense Cognyte, com dispensa de licitação.

A ferramenta permitia o monitoramento de até 10 mil celulares a cada 12 meses, bastando digitar o número da pessoa. Além disso, a aplicação criava históricos de deslocamento e alertas em tempo real da movimentação dos aparelhos cadastrados. Os agentes da PF identificaram mais de 30 mil usos ilegais do software.

Em nota, a Abin informou que o software de espionagem investigado pela Polícia Federal deixou de ser utilizado em maio de 2021 e que desde fevereiro deste ano há uma investigação interna sobre irregularidades no uso desse programa.

Informações colhidas nessa sindicância foram compartilhadas com a PF e o STF, segundo a agência de inteligência. Além disso, os afastamentos temporários de servidores determinados pela justiça foram cumpridos nesta sexta.

Fonte: Coluna na Mira/Metrópoles - 20/10/2023

terça-feira, 11 de abril de 2023

Governo Bolsonaro: Agência atualiza o repositório de notas fiscais do Cartão Corporativo

                                                 foto:reprodução

Desde janeiro, digitalizamos milhares de notas fiscais do cartão corporativo da Presidência da República, obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Atualizamos nosso repositório no Google Pinpoint, que já conta com cerca de 10 mil notas do mandato de Jair Bolsonaro. O trabalho em Brasília é coordenado pelo jornalista de dados Alexandre Facciolla e conta com apoio la e conta com apoio da Transparência Internacional – Brasil. 

Acesse aqui o repositório.

Fonte:Agência Fiquem Sabendo - 11/04/2023  11h:41

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

No Rio: Presidência gastou quase R$ 100 mil do CC em casamento de Eduardo Bolsonaro em 2019

Jair Bolsonaro em casamento do filho 03, Eduardo BolsonaroReprodução/Twitter

As despesas foram pagas pelo Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF), chamado de cartão corporativo por ser usado para pagamento de despesas do governo. Além de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, integraram a comitiva oficial a filha do casal, Laura; a filha mais velha de Michelle, Letícia; o filho 04 de Bolsonaro, Jair Renan; o deputado federal Helio Lopes (PL-RJ); a intérprete de Libras Elizângela Ramos, e outras duas pessoas.

Só do escalão avançado (Escav) e das comitivas da viagem presidencial, viajaram 61 servidores. O ex-presidente partiu de Brasília no dia 24 de maio e retornou no dia 26, mas a equipe do Escav chegou ao Rio ainda no dia 20 para organizar a chegada de Bolsonaro, como de costume nas viagens presidenciais.

O maior gasto da viagem foi com a alimentação de militares envolvidos na segurança da área onde o então presidente estaria: R$ 55,5 mil em 1.850 lanches. A refeição consistia em uma maçã, dois sanduíches frios, uma água com gás, um refrigerante e uma água sem gás. Confira abaixo o quantitativo:

1.850 maçãs – R$ 2,99 (unidade) – R$ 5.531,50 (total)
1.850 refrigerantes 350 ml – R$ 5,90 (unidade) – R$ 10.915 (total)
3.700 mistos frios – R$ 7,80 (unidade) – R$ 28.860 (total)
1.850 águas sem gás – R$ 3,90 (unidade) – R$ 7.215 (total)
1.850 barras de cereais – R$ 1,61 (unidade) – R$ 2.978 (total)

Além deste gasto, o cartão corporativo foi usado para pagar R$ 32.775 no Hotel Mercure de Copacabana para a hospedagem de 49 pessoas (diárias de R$ 345). Outros R$ 10.150 foram desembolsados no Hotel Laghetto Stilo Barra, para a hospedagem de 28 pessoas do escalão avançado (diárias de R$ 290).

Os dados foram obtidos pelo Metrópoles diretamente na Diretoria de Planejamento, Orçamento, Finanças e Contabilidade (DIROF), onde estão as notas fiscais oriundas de gastos do governo com o referido cartão. Os documentos eram sigilosos, mas tiveram o sigilo levantado no início da atual gestão.

As informações puderam ser acessadas depois que a Fiquem Sabendoagência de dados especializada na Lei de Acesso à Informação (LAI), entrou com um recurso a um pedido via LAI para que fosse concedido o acesso a todas as notas fiscais, e não apenas aos dados dos gastos com o cartão.

Cada nota fiscal de gasto com Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) integra um processo que, até o início do ano, era reservado. O responsável pelo pagamento da despesa é intitulado “ecônomo”. No prédio da Dirof, que fica em Brasília, a reportagem pôde olhar alguns processos, sob supervisão de servidores do local, após marcar uma visita.

O que diz Bolsonaro

Em meados de janeiro, foram divulgados os gastos com cartão corporativo do governo federal desde 2003. Após a publicação de diversas reportagens, como sobre o uso do cartão em motociatas, Bolsonaro se posicionou diante de apoiadores na Flórida, nos Estados Unidos, onde está desde o fim do ano passado.

Na ocasião, voltou a dizer que nunca usou o cartão para nada. “Vocês sabem quanto eu gastei ou saquei do meu cartão particular durante quatro anos? Alguém tem ideia? Zero. Estou com os extratos aqui. Nunca paguei um picolé. Eu podia sacar até R$ 17 mil por mês, daria 3 mil dólares, para despesas sem prestação de contas. Nunca gastei um centavo”, afirmou.

Saques no cartão corporativo

No último dia 20 de janeiro, a coluna de Rodrigo Rangel, no Metrópoles, mostrou que um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) identificou que saques dos cartões corporativos da Presidência abasteceram uma espécie de “caixa 2” do Palácio do Planalto. O caixa era controlado tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa Cid, o “coronel Cid”, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, que usava recursos para pagar despesas pessoais da família.

Na ocasião, Bolsonaro negou irregularidades, afirmando que “nunca foram feitos saques do cartão corporativo pessoal”.

Fonte: METROPOLES/REPRODUÇÃO - 14/02/2023 - 11h:02min.

domingo, 12 de fevereiro de 2023

EXCLUSIVO SITE UOL: Governo Bolsonaro foi alertado sobre fome e cortou comida de yanomamis

 Bebê alimentado pela mãe recebe atendimento de equipe enviada pelo Ministério da Saúde à Terra Yanomami (RR) - Antonio Alvarado/@antonioalvaradoc/Urihi Associação Yanomami

Bebê alimentado pela mãe recebe atendimento de equipe enviada pelo Ministério da Saúde à Terra Yanomami (RR) -Imagem: Antonio Alvarado/@antonioalvaradoc/Urihi Associação Yanomam

CONFIRA A REPORTAGEM EXCLUSIVA DO JORNALISTA CARLOS MADEIRO DO SITE UOL DESTE DOMINGO(12) NO LINK ABAIXO: 

https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2023/02/12/governo-bolsonaro-soube-da-fome-e-cortou-comida-de-yanomamis-dizem-oficios.htm


sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Política: Veja fotos do advogado bolsonarista que pichou monumentos em Brasília

                                           foto:REPRODUÇÃO

O advogado investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) suspeito de ser autor de pichações com ataques ao Partido dos Trabalhadores (PT) e a políticos como o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), foi identificado como Claudemir Antônio Parisotto, 48 anos.

Bolsonarista, o autor do vandalismo é natural da cidade de Chapecó, em Santa Catarina, e desembarcou na capital federal em novembro deste ano. A coluna confirmou que a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional Santa Catarina de Parisotto está ativa.

Aos policiais, após ouvido na delegacia, o defensor alegou ter viajado até Brasília para participar de manifestações bolsonaristas contra o PT e o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Parisotto confessou às autoridades ter sido o responsável pelas pichações na fachada de vários ministérios e outros órgãos públicos e monumentos.

Veja fotos do advogado pichador:

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A investigação

Após as primeiras pichações estamparem a fachada dos ministérios da Saúde e da Agricultura, policiais militares do 6º Batalhão da PM (BPM) começaram a patrulhar a região para tentar localizar o vândalo. Poucos dias depois, policiais legislativos do Senado Federal chegaram a correr atrás do suspeito e não o alcançaram. No entanto, ele deixou uma mochila cair.

Com a pista, as autoridades descobriram a identidade do homem que estava manchando os monumentos com ataques ao PT e a alguns políticos ligados à legenda. Mesmo assim, o pichador não parou e ainda sujou as paredes do Museu Nacional da República, os Anexos do Senado e da Câmara dos Deputados. O Ministério das Relações Exteriores e a Catedral de Brasília também não escaparam.

Todos os ataques ocorreram entre os dias 22 e 24 de novembro. Já nesta quinta-feira (1º/12), PMs patrulhavam a região quando viram o vândalo em frente ao Ministério da Defesa. Depois de abordado, ele se identificou como advogado, mas portava uma lata de tinta spray idêntica à que foi usada para depredar os ministérios. Com isso, ele foi levado para a delegacia.

Fonte: Coluna na Mira/Metrópoles -02/12/2022

sábado, 26 de novembro de 2022

Eleições 2022: MPF pede afastamento imediato de diretor-geral da PRF

 


Imagem sobre MPF pede afastamento imediato de diretor-geral da PRF
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil


O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) o afastamento imediato do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, por 90 dias. O pedido foi feito nesta sexta-feira (25). As informações são da Agência Brasil. 

Antes, no mesmo dia, o MPF moveu uma ação civil contra Vasques por improbidade administrativa e pediu o afastamento do diretor-geral da corporação. O juiz federal José Arthur Diniz Borges deu prazo para defesa de Vasques e negou seu afastamento, sob alegação de que se encontra de férias até o dia 6 de dezembro.

 

O MPF reiterou o pedido, argumentando que “a relação hierárquica tem uma dimensão intersubjetiva e social que não se restringe ao ambiente físico de trabalho”. Em outras palavras, o diretor-geral não deixa de ser diretor-geral porque está em férias; não deixa de ter ascendência sobre seus comandados, especialmente numa organização policial fardada; não deixa de ter o poder de causar temor reverencial”.


Para o MPF, a postura de Vasques está relacionada com a conduta da PRF no dia do segundo turno, quando vários ônibus, sobretudo no nordeste (onde o adversário de Bolsonaro tinha número superior de eleitores, segundo pesquisas), foram parados por agentes em operações policiais questionadas pelo próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes. 


A inércia da PRF em bloqueios rodoviários promovidos por eleitores de Bolsonaro, insatisfeitos com a derrota do presidente, também foi lembrada na ação.


Fonte: BN -

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Ele de novo: Advogado de Bolsonaro dá “orientações jurídicas” em atos golpistas

Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o advogado Frederick Wassef durante coletiva coletiva sobre combustíveis no palacio planalto 2Igo Estrela/Metrópoles

Enquanto Jair Bolsonaro mantém seu “voto de silêncio” após a derrota para Lula, Frederick Wassef, um dos advogados do clã presidencial, está em peregrinação pelas manifestações que pedem “intervenção militar” contra o resultado das eleições.

Em um vídeo publicado pelo próprio Wassef em suas redes sociais, nessa segunda-feira (21/11), um manifestante diz que o advogado da família Bolsonaro estaria dando “orientações jurídicas” para a “resistência” durante os atos.

“Orientações jurídicas sobre nossa resistência com nada mais nada menos que o Dr. Wassef, advogado do nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro e além disso fez presença VIP como cidadão brasileiro lutando por nossa Pátria”, diz a legenda, que indica que a postagem foi gravada em Brasília.

No vídeo, Wassef diz que as manifestações são “legítimas” e que quem quem é “antidemocrático” são “aqueles que estão perseguindo vocês”.

“A manifestação de vocês, quero deixar claro, ela é legítima, ela é prevista na lei e na Constituição. Vocês estão aqui pacifica e democraticamente se manifestando. Nunca vi um lugar mais limpo, ordeiro, com solidariedade. Várias pessoas, famílias, pessoas, idosos. Várias tendas com muitas mulheres orando. Isso aqui é a coisa mais linad do mundo. É um absurdo que certas pessoas estejam acusando vocês de praticarem atos antidemocráticos. Chamando vocês de criminosa. É uma farsa, uma mentira. Na verdade, vocês são vítimas de atos antidemocráticos. Atos antidemocráticos praticam aqueles que estão perseguindo vocês, e os acusando injustamente e tentado investigá-los judicialmente sem justa causa”, diz.

Veja Link do instagram de apoiador de Bolsonaro com o advogado abaixo:

https://www.instagram.com/p/ClPk6zqjj0t/ 

domingo, 13 de novembro de 2022

Eleições 2022: Ex-porta voz de Bolsonaro, Gen. Barros diz que "o jogo acabou"

                                            foto:reprodução

O general Otávio Santana do Rêgo Barros, ex-porta-voz de Jair Bolsonaro (PL), publicou um artigo no jornal O Globo, neste domingo (13), em que reconhece a vitória de Lula (PT) nas eleições e critica bolsonaristas que fazem atos golpistas por não aceitarem o resultado das urnas. 

No texto, o militar da reserva afirma que "o jogo acabou" e classifica os bloqueios em rodovias e acampamentos em portas de quartéis feitos por bolsonaristas como "irresponsáveis"

"Vencedores buscaram apaziguamento e união, mas um tanto inseguros de seus propósitos. Vencidos foram às ruas protestar contra as urnas, contra tudo o que não se alinhasse às suas cartilhas (...) Não há justificativa para que alguns cidadãos se acreditem senhores exclusivos da verdade, esperando mudar no grito o curso da história", escreve. 

Rêgo Barros reforça, ainda, que o relatório produzido por militares sobre o sistema eletrônico de votação não apontou qualquer indício de fraude no processo. 

"Game over! Mesmo os eleitores do presidente no cargo, e foram milhões, o que exige respeito do vencedor, desejam voltar ao normal de suas vidas. A sociedade quer mudar a agenda", prossegue. 

Segundo o general, a sociedade brasileira deseja "voltar ao normal". "Em 1º de janeiro de 2023, na cerimônia da posse, resistindo ao ambiente distópico que nos cerca e asfixia, vamos dar um exemplo ao mundo. Vamos esquecer o passado divisivo que nos consumiu nos últimos meses. Guardá-lo no baú sem chaves da intolerância e vestirmos o branco matizado de verde e amarelo, cores da bandeira que sempre foi e será de todos os brasileiros", finaliza Rêgo Barros. 

Fonte: Revista Fórum - 13/11/2022

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Flávio Dino rebate general Heleno por desejo de doença a Lula: " nível tão baixo"

                                      foto:reprodução  

MACEIÓ, AL (UOL/FOLHAPRESS) - O senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) criticou o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, por uma fala em que o general demonstrou descontentamento pelo fato de o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não estar internado com algum problema de saúde.

Um dos ministros mais próximos ao presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL), Augusto Heleno disse a apoiadores que "infelizmente" Lula não está internado. Ainda, ele chamou jocosamente o petista de "cachaceiro".

Nas redes sociais, Flávio Dino criticou o general e questionou como alguém com "nível tão baixo" chegou ao "respeitável posto de general".

"O nível é tão baixo que me impressiona isso ter chegado ao respeitável posto de general. Vade retro", escreveu o pessebista.

Para o colunista do UOL Josias de Souza, "o incômodo de Heleno com a saúde de Lula é doentio". "Revela que o general sofre de bolsonarite aguda. Essa moléstia tem sintomas muito parecidos com os da estupidez. A única diferença entre a estupidez e a bolsonarite é que a estupidez tem cura", completou.

Fonte: Folha S. Paulo - 07/11/2022