O advogado de Conrad C. Murray, o médico particular de Michael Jackson, Edward Chernoff, afirmou neste domingo (28) ao jornal Los Angeles Times que o seu cliente não deu nenhum analgésico ao astro antes da sua morte. Havia especulações, endossadas pelo site TMZ.com, que divulgou o incidente em primeira mão, de que o cardiologista teria aplicado um poderoso remédio quando o músico passou mal. "Não houve Demerol, nem OxyContin", defendeu. De acordo com o jurista, o pop star já estava inconsciente e não respirava mais quando Murray entrou “por acaso” no quarto. O médico foi ouvido pela segunda vez neste sábado (27) e a polícia afirma que não foi possível estabelecer nenhuma “prova flagrante”. Segundo Chernoff, o cardiologista foi quem sugeriu a necropsia à família por não entender o motivo da morte.
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imagem:reprodução facebook
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