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domingo, 13 de setembro de 2026

Enamed acontece neste domingo (13); confira o horário

                                               foto:reprodução


O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 será realizado neste domingo (13), em todos os estados e no Distrito Federal. A prova é obrigatória para estudantes concluintes de medicina inscritos nesta edição e conta com 152.966 participantes.


Os candidatos devem consultar antecipadamente o Cartão de Confirmação da Inscrição, disponível no Sistema Enamed. O documento informa número de inscrição, horário e local da prova, além de orientações sobre atendimento especializado. Segundo o Inep, eembora não seja obrigatório apresentar o cartão no dia da prova, o Inep recomenda que os participantes consultem o documento com antecedência.

A aplicação seguirá o horário oficial de Brasília. Os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, enquanto a prova começa às 13h30 e termina às 18h30. Participantes que tiverem direito ao tempo adicional terão mais 60 minutos, com encerramento previsto para as 19h30.

Para realizar o exame, é necessário apresentar documento oficial e original com foto. São aceitos documentos como RG, passaporte, CNH, Carteira de Trabalho e Carteira de Identidade Nacional, além de versões digitais apresentadas nos aplicativos oficiais.

O Enamed avalia a formação dos estudantes e a qualidade dos cursos de medicina, além de poder ser utilizado como critério em processos seletivos de residência médica de acesso direto, como o Enare. Na edição de 2026, o ponto de corte para proficiência foi estabelecido em 60 pontos na escala do exame.

A partir de 2027, o Enamed passará a ser aplicado obrigatoriamente a cada seis meses aos estudantes concluintes de medicina. A mudança também prevê que os formados deverão alcançar rendimento suficiente no exame para solicitar o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), obrigatório para o exercício da profissão no país.


fonte: grupo.metropole - 13/09/2026

SP: Maria Bethânia faz o ‘L’ e declara apoio a Lula durante show



                                  foto:reprodução



A cantora Maria Bethânia declarou publicamente seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante apresentação realizada na noite de sábado, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ao encerrar a primeira noite de apresentações do Coala Festival, a artista de 80 anos respondeu às manifestações políticas que partiam da plateia, levantou a mão para fazer o sinal do “L” com os dedos e afirmou abertamente: “Eu voto Lula presidente!”. O gesto provocou aplausos e gritos entusiasmados do público presente no local.

A manifestação no palco paulistano reforça o histórico de posicionamentos da cantora em favor do presidente. Em 2022, durante show em Vitória da Conquista, na Bahia, Bethânia já havia feito o mesmo gesto simbólico durante a disputa presidencial. Anos antes, na campanha de 2002, a artista atendeu a um pedido direto de Lula para gravar a canção “Sonho Impossível” para o horário eleitoral gratuito na televisão.

Veja o vídeo

Distante da postura estritamente formal que marcou boa parte de sua trajetória, a artista baiana conduziu o show com descontração e diálogo constante com o público. No repertório, repassou clássicos de sua carreira como “Reconvexo“, “Os Mais Doces dos Bárbaros”, “Fé Cega Faca Amolada”, “Olhos nos Olhos”, “Negue” e “Explode Coração”.

O evento musical em que ocorreu a declaração reuniu atrações de diferentes gerações da música brasileira ao longo do fim de semana. Além da apresentação principal de Maria Bethânia no sábado, a programação do evento contou com nomes como Emicida, Marcos Valle, Ana Frango Elétrico e Zeca Veloso, além de apresentações agendadas para o dia seguinte com Criolo, Seu Jorge e João Gomes.


fonte: ICL NOTÍCIAS -12/09/2026

Ministro Mendonça tratou com Castro sobre prisão de Cabral, revelam mensagens

 

                                                Foto:reprodução



Mensagens coletadas pela Polícia Federal e obtidas pela reportagem mostram conversas no WhatsApp atribuídas ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), tratando de processos de seu interesse.

 

Nos diálogos, trocados na noite de 11 de novembro de 2022, Castro escreve a Mendonça, às 19h37: "Amigo, preciso falar com urgência" e completa "caso Cabral" —numa referência ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Em seguida, Castro encaminha dois arquivos com pedidos de habeas corpus e alvará de soltura, objeto de julgamento do STF.
 

Mendonça responde à mensagem às 20h25, com a descrição de um processo da 13ª Vara Federal de Curitiba que decretou a prisão preventiva de Cabral por corrupção, no âmbito da Operação Lava Jato.
 

Após escrever essa mensagem, Mendonça completa: "ligo em alguns minutos". Castro, então, responde com um "ok".
 

Sete minutos depois, Mendonça encaminha ao ex-governador um link da página do Supremo que remete ao habeas corpus movido por Cabral. O caso estava sendo julgado na Segunda Turma da corte, da qual Mendonça faz parte.
 

Procurado, o gabinete de André Mendonça informou, em nota, que ele não mantém relação de amizade com Cláudio Castro e que os dois se conheceram institucionalmente, quando o ministro ocupava o cargo de ministro da Justiça.
 

Também afirmou que ele não guarda registro de tratativa alguma sobre o mérito do processo mencionado e que, como é de conhecimento público, "magistrados são procurados por advogados, partes e terceiros pelas mais diversas vias".
 

"Tais manifestações não alteram o curso do exame dos processos, que se dá exclusivamente a partir do que consta dos autos. O voto proferido no caso está publicamente disponível, é fundamentado e reflete entendimento que o ministro aplicou de forma uniforme em casos análogos", afirmou.
 

Já Cláudio Castro, também em nota, disse que a sua relação com Mendonça "sempre se restringiu ao âmbito institucional, em contatos voltados a assuntos de interesse público do estado".
 

O mandado de prisão objeto da conversa entre Castro e Mendonça havia sido expedido pelo ex-juiz Sergio Moro em 2016, quando Cabral foi preso, e mantido pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).
 

O caso tratava da investigação sobre suposto pagamento de propina por executivos da Andrade Gutierrez ao ex-governador. Cabral havia sido condenado a 14 anos e 2 meses de prisão no caso.
 

De acordo com a movimentação do processo no site do STF, no dia 24 de outubro, Mendonça havia pedido vista dos autos (quando um ministro pede mais tempo para análise).
 

A medida aconteceu após o voto de Edson Fachin, relator do caso, que negou o recurso de Cabral. No dia 28 de novembro de 2022, portanto 17 dias após a interação de Mendonça com Castro, o ministro devolveu o processo para julgamento. Em 9 de dezembro, ele votou pela soltura de Cabral.
 

Na ocasião, Mendonça afirmou haver excesso de prazo na detenção do ex-governador, configurando um ilegal "cumprimento antecipado de pena".
 

"O que há, a essa altura, é a presunção de que o agravante seguirá a cometer crimes, o que não é admitido pela jurisprudência desta corte", escreveu ele, em seu voto.
 

Em 16 de dezembro, com um placar de 3 votos a 2, o STF decidiu revogar a prisão de Cabral, que estava preso preventivamente havia seis anos.
 

Cabral foi para prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.
 

Mendonça não é investigado. Os diálogos interceptados pela PF e vistos pela reportagem foram obtidos pela Operação Sem Refino, da qual Castro foi alvo no último dia 14, em pedido autorizado pelo ministro relator do caso, Alexandre de Moraes.
 

Moraes retirou o sigilo da operação, mas essas mensagens seguem sob reserva.
 

A ação aponta suspeitas sobre a atuação da Secretaria de Meio Ambiente do Rio para que fossem concedidas licenças à atividade da refinaria Refit.
 

As mensagens não deixam claro o interesse de Castro na soltura de Cabral. Os dois não tinham uma conexão política direta.
 

PRAZO DE OPERAÇÃO CRITICADO
 

A Polícia Federal criticou, no relatório interno usado por Moraes para contra-atacar o seu colega de tribunal, a diferença do tempo da autorização entre as operações que estão no gabinete de Mendonça relacionadas ao senador governista Jaques Wagner (PT-BA) e Cláudio Castro.
 

De acordo com a PF, enquanto a análise por pedidos de busca contra Wagner levou nove dias, contra o ex-governador Cláudio Castro, o prazo foi de 74 dias. Castro foi alvo de operação sobre aplicações de mais de R$ 3 bilhões do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do estado, no Banco Master.
 

Policiais relataram que Castro e assessores, na véspera da operação, foram vistos saindo com caixas de um dos endereços vinculados ao ex-governador, tendo como suposto destino uma outra residência, em Petrópolis.
 

Por isso, em 30 de maio, a PF encaminhou uma nova representação a Mendonça pedindo buscas nesse novo endereço, o que foi negado pelo ministro no dia 15 de julho. Apenas em 14 de agosto, foram autorizadas por Mendonça as buscas no local.
 

MENDONÇA NEGA AMIZADE
 

O gabinete de Mendonça afirmou que a atuação do ministro nos casos envolvendo Castro é pública e verificável e que, em 26 de maio, autorizou, a pedido da Polícia Federal os mandados de busca e apreensão cumpridos na residência do ex-governador na oitava fase da Operação Compliance Zero, que trata do Master.
 

"No Tribunal Superior Eleitoral, reconheceu a ocorrência de abuso de poder com impacto na normalidade e na legitimidade das eleições de 2022 no estado do Rio de Janeiro e consignou que a cassação seria cabível, restando prejudicada a pena diante da renúncia ao mandato", afirmou.
 

Por fim, disse que "as decisões do ministro se baseiam exclusivamente nos elementos de prova constantes dos autos e no direito aplicável".
 

Cláudio Castro afirmou que discutia a possibilidade de soltura de Cabral "por sua relevância para o estado, assim como fazia com outras situações sensíveis de interesse público".
 

"[Castro] Afirma, de forma categórica, que jamais fez qualquer pedido relacionado a processos judiciais ao ministro André Mendonça ou a qualquer outro integrante do STF", declarou.
 

Além disso, afirmou que expressões como "amigo", "parceiro" e "irmão" "são formas de tratamento usuais no meio político e não indicam, por si só, vínculo de amizade, intimidade ou convivência pessoal". "O emprego desse tipo de expressão não altera a natureza estritamente institucional da relação com o ministro", completou.



Fonte: FOLHAPRESS- 13/09/2026 08h:35

Eleições 2026: Membro de grupo trumpista Rockbridge atua no QG de Flávio Bolsonaro em SP, revela colunista

O empresário Pedro Sang e o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência (Fotos: Reprodução; Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro)



O empresário carioca Pedro Sang, articulador no Brasil da organização trumpista americana Rockbridge Network, atuou na montagem do comitê da campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo, onde passou a ter um papel de liderança, buscando fornecedores e em linha direta com o próprio candidato Flávio Bolsonaro.

O QG de Flávio Bolsonaro na capital paulista funciona em uma casa de dois andares no número 611 Avenida República do Líbano, em frente à sede do PL, nas imediações do Parque Ibirapuera, região nobre da cidade (foto abaixo). Questionado pelo Amado Mundo nesse sábado, 12/9, Sang disse, sem maiores detalhes, que “como cidadão preocupado com o futuro do meu país”, acompanha “de perto a campanha de Flávio Bolsonaro”.

A atividade de Pedro Sang dentro do comitê de Flávio é mais um elemento nas suspeitas das relações da Rockbridge com a campanha do senador ao Palácio do Planalto, reveladas pelo Amado Mundo. Fundado em 2019 por J.D. Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, e Chris Buskirk, o grupo americano reúne bilionários financiadores da direita americana.

Fachada do comitê da campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo
O comitê da campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo (Foto: Amado Mundo)

A atuação de Pedro Sang no QG em São Paulo

Segundo pessoas com acesso à campanha e que aceitaram dar entrevista ao Amado Mundo sob a condição de anonimato, no comitê Pedro Sang apresenta-se como “Pedro da Rockbridge” e despachou em diferentes situações de uma sala pequena no segundo andar do imóvel. De acordo com essa pessoa, o empresário teve responsabilidades na montagem da estrutura usada pela campanha, como providenciar móveis para o comitê, e tratar de outras questões de infraestrutura do local, para que a campanha se instalasse.

Em sua atuação no comitê, Pedro Sang tinha contato com figuras importantes da campanha, como o marqueteiro Duda Lima e os irmãos José Vicente Santini e Nelson Santini, aliados de Flávio Bolsonaro. Candidato a suplente de Guilherme Derrite na disputa ao Senado em São Paulo, Vicente Santini foi secretário nacional de Justiça e secretário-executivo da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro.

Segundo o Amado Mundo apurou, as comunicações de Sang com membros da campanha de Flávio Bolsonaro são feitas por meio do aplicativo Signal — recomendado por especialistas, como o ex-agente secreto Edward Snowden, como mais seguro em termos de privacidade e criptografia do que concorrentes como WhatsApp e Telegram.

Nas palavras de outro aliado de Flávio que lida com Sang, o empresário carioca está “completamente deslumbrado” por atuar tão próximo da linha de frente bolsonarista. “Está achando que vai virar ministro”, afirmou a fonte.

A ligação de Pedro Sang com a Rockbridge

Pedro Sang foi apresentado a Flávio Bolsonaro há cerca de um ano, em um almoço em São Paulo, onde também estavam os dois suplentes de Flávio, os empresários Léo Rodrigues e Paulo Marinho. Marinho é pai de André Marinho, candidato a governador do Rio de Janeiro pelo Partido Novo.

Conforme revelou o Amado Mundo, André é o autor de uma apresentação em inglês que detalha um plano de exploração das terras raras pelo governo dos Estados Unidos.

O próprio Pedro Sang contou ao Amado Mundo, na última quinta-feira, 10, que também foi André Marinho o responsável por aproximá-lo da Rockbridge Network. André e Sang são amigos de escola.

A família Marinho tem ligação com o trumpismo: a cantora Giulia Be, filha do empresário e irmã do candidato do Novo, é casada com Conor Kennedy, filho do secretário de Saúde do governo Donald Trump, Robert Kennedy Jr.

Conforme afirmou em entrevista ao Amado Mundo, ele viajou a Dallas, no Texas, em outubro de 2025, acompanhado de Sang, a convite da Rockbridge. O intuito da viagem era analisar uma possível instalação do grupo no Brasil, que está em expansão internacional.

Na entrevista ao Amado Mundo, Pedro Sang afirmou que a Rockbridge “iniciou um trabalho de tentar entender” possibilidades de prospectar investimentos em tecnologia por aqui, mas que o assunto não teria ido à frente e teria estancado em maio, diante de incertezas do momento político do país.

Naquele mesmo mês, coincidentemente, Sang abriu uma empresa de consultoria, a Sng Consult Empresarial. Sang se define como um pequeno empresário e também é dono da Sng Travel Turismo, empresa aberta em novembro de 2019.

Em maio, o empresário teve outra passagem pelos Estados Unidos, em Nova York, durante a Brazil Week. Imagens obtidas pelo Amado Mundo mostram ele circulando em um evento e pelas ruas da cidade ao lado do empresário Tallis Gomes, fundador do G4 e membro da Rockbridge.

O que dizem Pedro Sang e a campanha de Flávio

Nesse sábado, 12/9, o Amado Mundo questionou Pedro Sang a respeito de sua atuação no comitê de campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo. A resposta veio por meio de uma nota, sem mais detalhes do que ele fazia por lá. Disse o empresário:

“Como cidadão preocupado com o futuro do meu país, acompanho de perto a campanha de Flávio Bolsonaro. Como já afirmado anteriormente, desconheço qualquer tipo de financiamento da Rockbridge Network para a campanha”.

O Amado Mundo também pediu um posicionamento da campanha de Flávio Bolsonaro. Novamente, o candidato seguiu em silêncio e a campanha não deu retorno. O espaço segue aberto a manifestações.

VÍDEO NO INSTAGRAM: https://www.instagram.com/p/DdMjLabPh8l/


fonte:amadomundo.com/reprodução 13/09/2026