foto:reprodução
O relatório compõem o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo da Ação Penal (AP) nº 2668, que apura suposta tentativa de golpe em 2022
Apesar de ser citado no inquérito, Carlos Bolsonaro não foi indiciado.
Eduardo Bolsonaro
- De 15/03/2023 a 21/02/2024: R$ 1.081.731,51 em créditos e R$ 1.501.047,57 em débitos;
- De 01/09/2023 a 22/08/2024: R$ 1.361.402,62 em créditos e R$ 1.381.314,26 em débitos;
- De 23/08/2024 a 05/06/2025: R$ 2.799.694,77 em créditos e R$ 2.761.023,77 em débitos.
O total de créditos recebidos por Eduardo no período de quase dois anos soma aproximadamente R$ 4,1 milhões. Parte significativa dos valores veio de sua própria empresa, a Eduardo B Cursos LTDA, da qual é sócio junto com a esposa, Heloisa Wolf Bolsonaro. Também constam transferências do pai, Jair Bolsonaro, e de pessoas físicas.
Já Carlos Bolsonaro movimentou, entre 01/09/2023 e 22/08/2024, R$ 4.859.014,37 em créditos e R$ 4.868.533,15 em débitos. Desse total, cerca de R$ 1,7 milhão veio de contas de mesma titularidade, em 24 operações, e R$ 700 mil foram recebidos de um empresário do setor automotivo.
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