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sábado, 7 de dezembro de 2019

Brasil: Documento citado por Bolsonaro sobre laranjas não existe, diz CGU

                                      foto:reprodução

Manifestação é resposta ao recurso feito pela Folha de São Paulo a partir de pedidos recusados pelo Ministro Sergio Moro dentro da Lei de Acesso a Informação. Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL de hoje(7).


https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/12/cgu-diz-que-inexiste-documento-citado-por-bolsonaro-sobre-laranjas-do-psl.shtml

BH: Presa por ofender taxista negro, mulher responderá por injúria racial, desacato e desobediência

foto: © WhatsApp/Reprodução
Autuada em flagrante pela Polícia Civil, Natália Burza Gomes Dupin, de 36 anos, responderá judicialmente por injúria racialdesacato, desobediência e resistência após dizer a um taxista que “não andava com negros” e de se confessar racista. Natália não terá direito a pagamento de fiança caso seja mantida presa.
O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira, em Belo Horizonte. Segundo o registro policial, o taxista Luis Carlos Alves Fernandes, de 51 anos, estava parado na Avenida Álvares Cabral em frente a Justiça Federal quando avistou Natália Gomes, de 36. Ela passou pelo ponto de táxi e quando Luis Carlos perguntou a ela se precisava do transporte, segundo o taxista ela teria respondido “até preciso, mas não ando com negro”. 
Populares que presenciaram a situação ficaram revoltados com a atitude de Natália. Em um vídeo que circula nas redes sociais é possível ver a mulher sendo conduzida para a viatura enquanto ao fundo ouvem-se gritos. Veja vídeo:    
Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade)
Segundo a Polícia Militar, na delegacia, Natália ainda chamou uma sargento de “sapata”. Após os procedimentos na Delegacia de Plantão da Polícia Civil, ela seria encaminhada ao Sistema prisional.  *Estagiária sob supervisão do subeditor Frederico Teixeira.
Fonte:EM.com.br - 07/08/2019

Caso Daniel: Justiça nega pedido de liberdade com tornozeleira de Edison Brittes

Edison Brittes confessou ter assassinado Daniel (Reprodução)
© Fornecido por Areté Editorial S.A. Edison Brittes confessou ter assassinado Daniel (Reprodução)
A juíza Luciani Regina Martins de Paula indeferiu o pedido de liberdade da defesa de Edison Brittes, assassino confesso do ex-jogador Daniel, mesmo com a utilização de tornozeleira eletrônica. A decisão foi emitida nesta sexta-feira em São José dos Pinhais, em Curitiba, Paraná.
Na decisão, a juíza cita o medo de testemunhas que participam do caso com uma possível retaliação de Edison Brittes, motivo o suficiente para deixá-lo preso, presando pela proteção dos envolvidos.
- As vítimas dos fatos de coação, que também são testemunhas oculares do delito mais grave - suposto delito de homicídio qualificado -, manifestaram grande temor do requerente, fato esse que poderá, sim, importar na modificação de seus depoimentos caso o réu seja solto, independentemente de estar com monitoração eletrônica ou não. Logo, conclui-se que o risco de interferência é concreto, e que a aplicação de medidas cautelares se revela insuficiente/ineficaz no caso em tela - afirmou.
Representante de Edison Brittes e de sua esposa Cristiana e filha Allana, Claudio Dalledone Júnior entrou com o pedido de revogação da prisão preventiva no dia 2 de dezembro, alegando que o réu não prejudicaria o curso das investigações ao ser monitorado pela tornozeleira eletrônica. Mas o argumento não convenceu e acabou sendo negado.

Rio: Há contradições nas versões dos policiais sobre a morte de Bunitinho e mais duas pessoas

Morte de Bunitinho: Há contradições nas versões dos policiais
foto:reprodução
O carro onde o fenômeno da internet Diego de Farias Pinto, o Bunitinho, e outras duas pessoas foram mortas na madrugada de quinta-feira, 5, no Morro do Dendê, Zona Norte do Rio de Janeiro, durante uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), foi periciado pela Polícia Civil que constatou que os tiros partiram de quem estava perto do carro e não de longa distância como teriam afirmado policiais. Ao todo, 19 tiros acertaram o automóvel. Com informações do jornal ‘Extra’.
Bunitinho, Jorge Tadeu Sampaio, Jocelino de Oliveira Júnior e Sidney Antunes Figueiredo, todos de 36 anos, ficaram em meio um tiroteio quando saiam de um  baile funk na comunidade e morreram no local.
O Grupo Especial de Local de Crime (Gelc) e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) fizeram uma perícia. Os policiais civis foram, também, em busca de câmeras de segurança e testemunhas do confronto entre a polícia e supostos criminosos, ainda na quinta-feira.
Segundo a Polícia Militar, a Secretaria de Inteligência da corporação recebeu uma denúncia de que chefes do tráfico de diversas comunidades do Rio de Janeiro se reuniam no Morro do Dendê, naquela noite de quinta-feira. O Bope foi chamado para averiguar e teria sido recebido com tiros ao chegar no local.
Os militares negaram que tenham atirado no carro onde estava Bunitinho. Segundo policiais do Bope que participavam da operação, os tiros partiram de bandidos que estariam no alto do morro e disparavam contra os agentes que tentavam checar a denúncia de reunião entre diversos traficantes.
A pericia preliminar indica que os tiros foram dados de perto e não de longe.
Quatro policiais militares do Bope, que estavam na ação, prestaram depoimentos da Delegacia de Homicídios da Barra da Tijuca. Os fuzis dos agentes foram apreendidos, e passarão por perícias no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). O objetivo é saber se foram das armas dos policiais que sairam os tiros que mataram Bunitinho e outras 2 pessoas dentro do carro. Naquela noite, mais uma pessoa foi morta.
De acordo com investigadores da Polícia Civil, os depoimentos dos policiais militares não batem e há contradições. Segundo a Polícia Civil, estes PMs poderão ser convocados a prestarem esclarecimentos nos próximos dias.
fonte:Catraca Livre - 07/08/2019

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

‘Bolsonaro é uma ameaça’, diz cientista político,autor de ‘Como as Democracias Morrem’

O professor de ciência política de Harvard Steven Levitsky, durante palestra na Fundação FHC, em São Paulo (Vinicius Doti/Fundação FHC/Divulgação)
Segundo o cientista político Steven Levitsky, um dos autores do livro Como as Democracias Morrem, o presidente é um político autoritário, mas as instituições ainda o mantêm sob controle.
Como avalia o presidente?
Ele é uma ameaça à democracia. Já declarou diversas vezes que prefere alternativas autoritárias e apoia algumas violações de direitos básicos. Então, ele é um político autoritário. Mas é um presidente autoritário? Não ainda. Isso se dá porque as instituições no Brasil são razoavelmente fortes e até agora o mantiveram sob controle. Outra coisa: sua taxa de aprovação é de 30%. Líderes autoritários como Hugo Chávez (Venezuela) e Rodrigo Duterte (Filipinas) chegaram a ter 70% de apoio. Se Bolsonaro tivesse a habilidade política de Viktor Orbán (Hungria) ou de Recep Erdogan (Turquia), a democracia brasileira poderia estar em risco.
Por que políticos autoritários têm sido eleitos no mundo?
Há casos relevantes, como nos Estados Unidos, Brasil, Turquia, Filipinas e talvez Índia. Mas os autoritários sempre estiveram por aqui. O que parece ocorrer agora é uma tendência crescente de vitória eleitoral de outsiders populistas, dos quais muitos são extremistas. Na minha visão, essa situação reflete a crise do establishment, que é a coleção de agentes com recursos necessários para alguém ser eleito. Isso inclui os partidos, responsáveis pelas principais nomeações; o controle da mídia, responsável por dar acesso aos eleitores; e os grupos de interesse, que cuidam das finanças e do ativismo. Com as novas tecnologias, os populistas podem alcançar mais eleitores do que a mídia tradicional, como fez Bolsonaro; e, por doações on-line, podem levantar até mais dinheiro do que candidatos apoiados pelo empresariado.
O senhor defende a tese de que as democracias hoje são postas em risco pelas vias institucionais no chamado constitutional hardball. Pode explicar melhor esse conceito?
Em épocas anteriores, os ditadores simplesmente jogavam fora a Constituição e trancavam ou exilavam seus oponentes. Hoje, é bem mais complicado fazer isso. O constitutional hardball é uma maneira sutil de abusar do poder. É usar a letra da lei para violar o próprio espírito da lei. Na América Latina, onde há muita corrupção, uma tendência preocupante são os esforços para prender políticos rivais por acusações de corrupção. Essa é uma questão complexa, já que em boa parte eles realmente são corruptos. Mas, quando um lado é alvo da lei e o outro não é, temos um constitutional hardball.
A democratização no mundo levou ao surgimento de líderes antidemocráticos?
Todas as democracias são vulneráveis a demagogos que enfraquecem a democracia. Como ela demanda uma eleição aberta e incerta, quaisquer pessoas — até os bandidos — podem vencer.
Existe algum remédio?
Não há fórmula mágica nem remédio institucional todo-poderoso. As democracias dependem, em último caso, do comportamento de suas elites. As elites políticas devem defender a democracia sob todas as circunstâncias, mesmo durante crises e quando políticos ou partidos que elas desprezam chegam ao poder.
fonte:Publicado em VEJA de 11 de dezembro de 2019, edição nº 2664

Vestibular 2020: Inscrições para a UESB a partir de 16/12


                                imagem:reprodução

Candidatos à graduação da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) já podem ficar atentos. As inscrições para o vestibular de 2020 ficarão abertas dos dias 16 a 9 de janeiro, somente pela internet
Ao todo, a Universidade irá oferecer 1.186 vagas para seus cursos, sendo 709 para o primeiro período letivo e 477 para o segundo semestre. 
Metade das vagas será disputada em ampla concorrência e os outros 50% serão destinados aos cotistas. A entidade também disponibiliza três vagas adicionais para quilombolas, indígenas ou pessoas com deficiência, em cada curso.
As provas acontecerão nos dias 2 e 3 de fevereiro, nas três cidades que a Uesb possui campus. No primeiro dia, os candidatos  respondem as questões de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Estrangeira e Matemática, além da Redação. Já no segundo dia, as provas contemplam as áreas de Ciências Humanas (História, Geografia e Conhecimentos Contemporâneos) e Ciências da Natureza (Química, Física e Biologia).
Para quem tem dúvida sobre qual curso escolher, a Uesb oferece 47 opções de graduação, sendo 22 licenciaturas e 25 bacharelados, distribuídos nos campi de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista. A lista de cursos completa pode ser conferida no catálogo da entidade.
Maiores informações podem ser conferidas no Edital 237/2019, no Manual do Candidato e pelos perfis oficias da Uesb nas mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Youtube).
A Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) também está disponível para tirar dúvidas através dos telefones (77) 3261-8604, em Itapetinga; (73) 3528-9695, em Jequié, e (77) 3424-8757, em Vitória da Conquista, ou pelo e-mail vestibular@uesb.edu.br. 
O contato ainda pode ser feito pelo whatsapp (77) 98146-7537.

Itaberaba: Polícia encontra corpo que pode ser de criança sequestrada no DF

Itaberaba: Polícia encontra corpo que pode ser de criança sequestrada no DF
Foto: Reprodução / Polícia Civil
Um corpo encontrado pela polícia baiana nesta quinta-feira (5) pode ser sido o do garoto Bernardo, de um ano, sequestrado pelo próprio pai no Distrito Federal. Segundo noticiou o Aratu On, o titular da Delegacia de Repressão a Sequestros de Brasília, Luiz Henrique Sampaio, o corpo ainda irá passar por exames no Instituto Médico Legal (IML) da Itaberaba.

O acusado de assassinato, o pai da criança, Paulo Roberto de Caldas Osório, foi preso em Alagoinhas e confessou a autoria do crime. De acordo com ele, o corpo foi deixado em um trecho da BR-020, em Luís Eduardo Magalhães. 

Paulo Roberto saiu de Brasilia em um carro com o menino. De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ele alegou que a ideia inicial era "dar um susto" na ex-esposa. Ele já tinha sido preso por matar a própria mãe, Neuza Maria Alves Osório, em 1992. Informações do Bahia notícias.

Dilma é hostilizada em voo e ironiza: 'Ótimo é o Bolsonaro, né?'; veja

Dilma é hostilizada em voo e ironiza: 'Ótimo é o Bolsonaro, né?'; veja
Foto: Reprodução / Twitter
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi hostilizada num voo na última quinta-feira (6), de acordo com o portal UOL. Alguns passageiros, em tom de provocação, a entoaram “a sua hora vai chegar”.

A petista respondeu de forma irônica: “ótimo é o Bolsonaro, né?”. Ela ainda afirmou que os passageiros que a atacavam “defendem milícia”.

Os manifestantes continuavam a protestar contra a ex-presidente a chamando de “bandida” e afirmando que ela “quebrou o país”. Ela retrucou: ‘Ah, fui eu, é?” Informações do Bahia notícias.

Veja o vídeo abaixo: