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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Minas Gerais:Governador diz que situação do Estado é crítica


FOTO: WELLINGTON PEDRO/AGÊNCIA MINAS/reprodução
O governo de Minas apresentou na tarde desta terça-feira resultado de auditoria feita para verificar a situação da administração estadual nos últimos anos. Segundo os dados apresentados pelo secretário da Fazenda, José Afonso Bicalho; secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães e Murilo Valadares, responsável pela pasta de Transporte e Obras Públicas, a dívida estadual, os gastos com funcionalismo e críticas à construção da Cidade Administrativa são alguns dos problemas da gestão anterior. 

Antes de apresentar os números, Fernando Pimentel - que participou apenas dos primeiros minutos da coletiva -, afirmou que a situação do estado é “crítica”. Pimentel disse que a divulgação dos dados não tem caráter político. Mas destacou que recebeu a casa “desarrumada” e que precisará “ser transparente” para recuperar a capacidade de gerenciamento do estado. “Não é uma disputa política, não tem nenhum outro objetivo a não ser cumprir com os compromissos assumidos com Minas. A situação é grave e crítica do ponto de vista orçamentário, financeiro e de gerenciamento”, afirmou deixando o local. 

Segundo Pimentel, o déficit de mais de R$ 7 bilhões previsto para contas públicas este ano é o resultado de um problema crescente no estado. "O que o estado tem a oferecer é um déficit. Ele não caiu do céu. Vem sendo construído. Não estamos falando de um governo que ficou três meses, seis meses. Estamos falando de um governo que ficou aí anos", observou o governador. Ao todo, segundo ele, 500 obras estão paradas atualmente.

Coube então aos secretários apresentar o quadro anunciado pelo governador. Segundo o secretário da Fazenda, José Afonso Bicalho, o estado não possui equilibrio fiscal e a dívida aumentou nos últimos oito anos. O valor, segundo ele, saltou de R$ 52 bilhões para R$ 94 bilhões. No mesmo período teriam sido pagos R$ 32 bilhões de serviço da dívida de 2007 a 2014. Ele destacou que a folha de pagamento está inchada, o que compromete o fechamento do orçamento. “Estamos operando em um sistema fiscal insustentável no médio e longo prazo e com custo com pessoal crescendo acima da receita”, afirmou. 

Já Helvécio Magalhães, responsável pela pasta de Planejamento e Gestão, afirmou que a administração anterior apresentou vários problemas de gestão. Ele disse que a violência aumentou nos últimos anos e disse que o estado não tomou as medidas necessárias para amenizar os efeitos da crise hídrica. O secretário afirmou que os dados sobre segurança mostram que entre 2002 e 2012 o número de homicídios saltou de 2.977 para 4.535. "Das 11265 viaturas da PM, 4562 estão fora da rua por fata de manutenção. No Corpo de Bombeiros, 373 carros estão fora de combate. Os presídios mineiros têm 32 mil vagas, mas hoje comportam 66 mil presos". 

Sobre a cidade administrativa, Helvécio afirmou que a construção não representou “retorno nenhum” em economia para os cofres do estado. Segundo ele, os recursos empenhados para erguer o espaço que ele classificou como “a maior obra” da gestão passada, custaram volume muito expressivo. “É desproporcional em 12 anos ser maior obra do governo estado. Investimento de cerca R$ 2 bilhões vinda de uma riqueza dos mineiros”, disse. 

O secretário de obras, Murilo Valadares, destacou que o planejamento das obras foi mal feito na gestão passada. Ele citou como exemplo o Anel Rodoviário de BH para afirmar que falta diálogo entre a administração estadual com os órgão federais. “Não quero entrar em muito detalhe, só um exemplo, o famoso anel rodoviário, esse anelzinho aí, o Dnit não conversa com DER. Ninguém conversava direito, agora a gente está conversando e para evitar polêmica só com ata registrada”, disse. Ele ainda acrescentou que este problema de falta de diálogo também atrapalhou o desenvolvimento das obras do metrô da capital. 

Fonte:Estado de Minas

Brasil: CFM é contra criação de novos cursos de Medicina


 Estetoscópio
 Imagem:Getty imagem/reprodução

 
Instituições que representam os médicos no Brasil são contra a abertura de vagas em cursos de medicina anunciada pelo governo federal na última semana. O edital, anunciado em conjunto pelos ministério da Saúde e Educação, prevê a abertura de 1.887 vagas em 22 cidades de oito Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 

O objetivo é elevar o número de médicos do Brasil para 600 000 até 2026 (em 2013 haviam 374 000). No entanto, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Paulista de Medicina (APM), a iniciativa federal, parte do Programa Mais Médicos, não surtirá os efeitos esperados na saúde pública brasileira.

"Esse é um ato de irresponsabilidade", afirma Mauro Ribeiro, vice-presidente do CFM. "Atualmente, o Brasil tem cerca de 150 escolas médicas. Em número absolutos perdemos apenas para a Índia, país com mais de 1 bilhão de habitantes. Abrir novas escolas não vai resolver o problema da saúde pública no país, pois os locais selecionados para receber estes cursos não têm condições de ensinar medicina. Faltarão profissionais qualificados para lecionar e hospitais-escola para preparar os alunos".

Para a APM, a medida poderá também ter impacto negativo nos cursos de formação que existem atualmente. "A formação dos médicos no país está se deteriorando gradativamente graças ao aumento de instituições que não oferecem o mínimo para o ensino. Isso resultará certamente no agravamento da situação assistencial do Brasil", afirma Florisval Meinão, presidente da Associação Paulista de Medicina.


Boa infraestrutura - De acordo com as instituições consultadas pelo site de VEJA, para atrair médicos a regiões mais afastadas dos grandes centros e, principalmente, para fixá-los nessas regiões é preciso oferecer locais com boa estrutura tanto para a formação quanto para a atuação do profissional.
"A principal motivação para os médicos se fixarem em determinado lugar são as condições de trabalho. Em seguida vêm a inserção social do profissional no local e o salário. Isso significa que se não houver investimento para melhorar a infraestrutura dos locais e das condições de atendimento aos pacientes nestas regiões, os futuros médicos não irão se fixar ali", explica Ribeiro.

Investimento no que já existe - Para o CFM, a melhor solução seria investir na melhoria dos cursos existentes e na infraestrutura básica necessária para o atendimento de saúde, que está precária na maioria dos municípios brasileiros. "Atualmente, o que vemos são médicos formados despreparados ou sem condições para atender os pacientes", diz Ribeiro.
De acordo com ele, a prova aplicada pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), que se tornou obrigatória para todos os concluintes das faculdades paulistanas ilustra bem este fato. No ano passado, 55% dos 2.891 futuros profissionais foram reprovados. Além disso, grande parte dos participantes do exame revelou desconhecimento sobre questões básicas da prática médica, como diagnosticar pneumonia em um bebê.

Apesar de obrigatória, ser reprovada na prova do Cremesp não impede a pessoa de exercer a profissão, pois ainda não existe uma lei que torne o exame obrigatório para o exercício da profissão. O teste apenas é um indicador que revela a situação dos graduandos que se formam e vão atender em hospitais e pronto-socorro.

De acordo com os especialistas, não adianta buscar a solução simples de aumentar o número de médicos para resolver um problema complexo como a saúde pública no Brasil. "Precisamos interiorizar o sistema de saúde e não os médicos. Não adianta mandarmos médicos para locais onde não existem recursos para ele atender a população", diz Ribeiro.

Fonte:Veja c/adaptações

UEFS abre inscrições para Vestibular 2015.2


                                                           Foto:reprodução

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) inscreve, a partir desta terça-feira (7), para o vestibular 2015.2.  Serão ofertadas 920 vagas, distribuídas entre as 25 opções de cursos. A inscrição será realizada, exclusivamente pela internet, até as 18h do dia 7 de maio, através do portal  www.uefs.br  na opção Prosel. As provas estão programadas para o período de 12 a 14 de julho.


Os candidatos devem ler atentamente o Edital do processo seletivo, que está disponível na internet. No ato da inscrição, os candidatos devem informar o nome completo, RG, CPF, a opção de curso e imprimir o comprovante após o processamento dos dados. O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 100,00(cem reais) deve ser feito na rede bancária até 8 de maio.

Também ficarão isentos do pagamento da taxa servidores das universidades estaduais baianas e seus dependentes. Esses candidatos devem se inscrever normalmente no vestibular e, até o dia 7 de maio, encaminhar ao setor de Seleção e Admissão da Uefs a documentação comprobatória exigida no Edital do ProSel 2015.2.

Fonte:acordacidade c/adaptações

Sec. James Correia anuncia sua saída do Governo Rui

 
 James Correia -foto:Marco Aurelio Martins-ag.atarde/reprodução
 
O secretário de Desenvolvimento Econômico James Correia confirmou que sua saída do governo de Rui Costa (PT). Correia disse que comunicou o governador da sua intenção de deixar a pasta na semana passada. De acordo com ele, desde o início estava acertado que ele não ficaria até o final do mandato do petista, mas a crise econômica acabou precipitando a sua saída.

Correia, que também é empresário, explicou que resolveu deixar a secretaria para comandar projetos na área de energia. Ele nega que sua decisão foi motivada por divergências com a administração. O secretário não informou como vai deixar o governo, nem quem será seu substituto. Correia fez parte da equipe do ex-governador Jaques Wagner e era o secretário com mais tempo atuando no governo estadual. Essa é a segunda baixa na gestão de Rui. A primeira foi Fernanda Mendonça, da Agricultura. Informações de atardeonline.

Dilma empossa Renato Janine na Educação

Na cerimônia de posse, Dilma afirmou que Renato Janine Ribeiro está à altura dos grandes educadores do país: “Sua escolha traz simbolismo à minha prioridade [a educação] para os próximos quatro anos”
Foto: Presidente Dilma empossa o novo ministro da Educação Renato Janine -foto:reprodução
“Quem poderia ser mais indicado para comandar toda a transformação na educação do que um professor?”. Com essas palavras de confiança, a presidenta da República, Dilma Rousseff, em solenidade na manhã desta segunda-feira, 6, empossou o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, no Palácio do Planalto.
“Para consolidar a construção do desafio de uma pátria educadora, convidei um professor, um pensador e um apaixonado pela educação; Renato Janine Ribeiro é uma feliz novidade”, disse a presidenta. Ela reiterou a confiança em Janine para cumprir os principais eixos do Plano Nacional de Educação (PNE).
Na cerimônia, Dilma Rousseff lembrou grandes nomes da educação brasileira, como Paulo Freire, Anísio Teixeira, Lourenço Filho, Fernando de Azevedo e Darcy Ribeiro. “Renato Janine Ribeiro está à altura desses educadores”, disse a presidenta. “Sua escolha traz simbolismo à minha prioridade para os próximos quatro anos.”
Natural de Araçatuba, São Paulo, o ministro Renato Janine Ribeiro é doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Desde 1994, é professor titular da disciplina ética e filosofia política na USP. Tem 78 capítulos de livros editados e 18 livros publicados. Recebeu o Prêmio Jabuti, em 2001; a Ordem Nacional do Mérito Científico, em 1997, e a Ordem do Rio Branco, em 2009.
O novo ministro da Educação também foi membro do conselho deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), de 1993 a 1997, e do conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), de 1997 a 1999. Foi secretário da SBPC de 1999 a 2001 e diretor de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de 2004 a 2008.

Fonte:Ascom/MEC

Governo Dilma: Lula volta exigir saída de Mercadante da Casa Civil

Preocupado com crise na base aliada, ex-presidente pede que sucessora mude agora os interlocutores do governo com o Congresso.
Preocupado com os novos protestos previstos para o dia 12, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou as cobranças sobre o governo e quer que Dilma Rousseff mude com urgência a articulação política do Palácio do Planalto, sob pena de trilhar um caminho sem volta. Para ele, a presidente não pode mais esperar e precisa mexer nos interlocutores com o Congresso, que se transformou em uma trincheira contra o governo após a Operação Lava Jato.
"Mercadante vive falando de rating para cá, rating para lá. Que rating que nada! A crise é política e o governo tem que resgatar a confiança. O resto acontece naturalmente", disse Lula, em recente conversa com um senador do PT, numa referência ao ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.
Nos últimos dias, tanto Mercadante como o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmaram que o ajuste fiscal é necessário para manter o grau de investimento no País, com uma nota de crédito (rating) elevada. Lula, porém, escolheu Mercadante como alvo das críticas.
O ex-presidente não esconde a contrariedade com o fato de Dilma manter o chefe da Casa Civil no comando da articulação com o Congresso. No varejo das negociações com os parlamentares está Pepe Vargas, titular da Secretaria de Relações Institucionais, mas é Mercadante quem dá a linha política.
Rearranjo
Em mais de uma ocasião, Lula aconselhou Dilma a transferir essa função para Jaques Wagner, hoje ministro da Defesa, e pôr no lugar de Pepe um nome do PMDB, como o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, ligado ao vice-presidente Michel Temer. Dilma, no entanto, resiste à troca. Diante desse quadro, o PMDB entende que o atual modelo da articulação deixa o ocupante da Secretaria de Relações Institucionais como uma "rainha da Inglaterra" e não quer assumir a tarefa.
Na avaliação de Lula, a raiz da crise é política, mas, como o governo não consegue dissipar as turbulências com os aliados, o problema contamina a economia. A instabilidade se agravou com a inclusão dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), ambos do PMDB, na lista de investigados por denúncias de corrupção na Petrobrás, no rastro da Lava Jato.
Ao saber na quarta-feira da acentuada queda na taxa de aprovação de Dilma, apontada pela pesquisa CNI/Ibope, a reação de Lula foi de quem já esperava o resultado. O levantamento mostra que 64% dos brasileiros consideram a gestão de Dilma "ruim ou péssima". Para piorar, outras pesquisas em poder do PT indicam que o desgaste de Dilma e a Lava Jato também atingem a imagem do ex-presidente, hoje o principal nome do partido para a eleição de 2018.
No diagnóstico de Lula, somente uma forte reação do Planalto, com ações que dialoguem com a sociedade, é capaz de reverter o mau humor da população e evitar um quadro irreversível para a presidente.
Sem dinheiro para novos programas, Dilma anunciou que enxugará os gastos, apostando na atração de investimentos privados com a concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. O corte no Orçamento pode atingir R$ 80 bilhões.
O temor de Lula e do PT é de que um ajuste nessas proporções paralise a economia e afaste ainda mais o partido de sua base social. Com esse argumento, parlamentares pressionam a equipe econômica a suavizar as medidas que endurecem as regras para o seguro desemprego.
"É problema que a sociedade não tenha sido consultada sobre as medidas e que o peso do 'ajuste' proposto tenha recaído mais sobre os trabalhadores do que sobre outros setores das classes dominantes", diz manifesto da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária no PT e integrada por Lula.
Escrito para nortear os debates do 5.º Congresso do PT, em junho, o documento endossa críticas de alas radicais às ações do governo para pôr a economia nos trilhos. "Essas práticas foram em grande parte responsáveis pelo mal-estar de muitos movimentos sociais que lutaram pela eleição de Dilma e que, hoje, se encontram perplexos e frustrados com as primeiras medidas do governo", diz o texto.
Para a tendência Mensagem ao Partido - grupo do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo -, o Planalto precisa superar o impasse provocado por promessas não cumpridas. "O segundo governo Dilma se iniciou com clara inflexão conservadora na gestão macroeconômica, contraditória com o programa eleito", destaca o documento, escrito pelo ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro.
Fonte:Estadão

domingo, 5 de abril de 2015

MP entra com ação para exigir acordo nas demissões da EBDA

Ministério Público entra com ação para exigir acordo nas demissões da EBDA
Foto: Divulgação/reprodução
Previstas para começarem na próxima segunda-feira (06), as demissões na Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) encontraram uma dificuldade. O Minitério Público do Trabalho, por intermédio da procuradora Andréa Tanus Freitas, entrou com ação na Justiça para que o estado seja obrigado a negociar condições especiais, como estabilidade para os que já estão próximos da aposentadoria, recolocação e também um plano de demissão voluntária. Entre outras questões, dos 1200 funcionários da EBDa, 640 devem receber os avisos amanhã.

A procuradora diz que durante a mediação tentada pelo MPT, o governo manteve-se inflexível. O juiz Juarez Dourado Wanderley, da 13ª Vara do Trabalho de Salvador, só deve decidir sobre o pedido de liminar na quarta-feira (08), quando acontece a primeira audiência. A procuradora está otimista. "O juiz está propenso a determinar a suspensão das demissões, mas quer ouvir do estado as razões para não aceitar qualquer tipo de negociação até o momento", disse. Ele está com Bahiatursa e Ebal na mira. O governador Rui Costa garantiu que todos os que estão próximos de se aposentar serão preservados. As demissões atingem os já aposentados que ainda trabalham e os comissionados. Na Ebal, a empresa será vendida. Informações do BN.

Feira de Santana: Candidatos suspeitam de fraude em concursos da UFRB e IFBA


Candidatos suspeitam de fraude em concursos da UFRB e IFBA
Foto:reprodução
Suspeitas envolvem candidatos da mesma família com notas idênticas e questões com temáticas fora do conteúdo programático do Edital



Candidatos entraram em contato com o Acorda Cidade para denunciar suspeita de fraude no concurso realizado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) no dia 1 de março em Feira de Santana, Amargosa, Cruz das Almas, Cachoeira e Santo Antônio de Jesus.

O certame foi aplicado pela Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência (Funrio).

Segundo informações, cinco pessoas da mesma família obtiveram notas idênticas nas provas objetivas para o cargo técnico-administrativo em educação. Eles alegam que, no momento da inscrição, essas pessoas escreveram os nomes incorretamente, usando a mesma letra inicial para serem alocados na mesma sala para realizar a prova. Os candidatos realizaram uma pesquisa através de redes sociais e constataram se tratar de cônjuges e familiares.

Ainda de acordo com a denúncia, outros quatro membros da mesma família teriam realizado o mesmo procedimento no concurso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), realizado em 2014.

Um outro grupo de candidatos denuncia irregularidades nas temáticas das questões do concurso da UFRB. Os candidatos afirmam que seis questões da prova deveriam ter sido eliminadas após recursos enviados contra o gabarito preliminar. Conforme informações, as questões estão em desacordo com o edital, pois tratavam de assuntos que não constavam no conteúdo programático.

No site da Funrio, há um comunicado informando que o prazo para interpor recurso contra o resultado preliminar terminou na sexta-feira passada (27). Procurada pela redação do Acorda Cidade, a Assessoria de Comunicação da UFRB não apresentou nenhuma resposta sobre as circunstâncias.

Fonte:Acordacidade/reprodução