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domingo, 2 de abril de 2023

Na USP: Alexandre de Moraes repete piada com Mundial do Palmeiras; Vídeo

 

Ministro do STF voltou a dizer que o Palmeiras não tem Mundial
Reprodução/YouTube @LegalGrounds - Ministro do STF voltou a dizer que o Palmeiras não tem Mundial


O ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), retomou a provocação ao Palmeiras durante uma palestra na USP. Ele voltou a dizer que o Palmeiras não é campeão Mundial de Clubes ao citar algoritmos.

“Se você consulta determinada notícia, por exemplo, 'Palmeiras não tem título Mundial', o que é uma verdade. Aí você consulta. Vem primeiro uma notícia 'não, não é verdade. O Palmeiras, em 1615, ganhou do time da várzea e isso é considerado título'. Porque algum palmeirense fez o algoritmo, aí está lá ‘patrocínio da Crefisa’”, disse Alexandre de Moraes.

Alexandre de Moraes participava do Seminário Democracia e Plataformas Digitais, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

Essa, porém, não é a primeira vez que o ministro fala do Mundial do Palmeiras.

Durante uma sessão do STF que foi transmitida na TV Justiça, há pouco mais de um mês, Moraes brincou com o colega palmeirense Dias Toffoli ao dizer que o Palmeiras não tem Mundial .

"Eu nem quis dizer que depois daquele trágico evento no Corinthians com a Rússia, nós extirpamos os russos do Corinthians e depois ainda fomos campeões mais duas vezes do Brasileirão e uma do Mundial, em 2012, que o Palmeiras não tem, infelizmente, Ministro Toffoli", disse Moraes em momento de descontração.

Fonte:Portal IG - 02/04/2023

sábado, 1 de abril de 2023

Efeito Deletério: STJ prorroga afastamento de desembargadora Sandra Inês do TJ-BA

 O ministro do Superior Tribunal de Justiça Og Fernandes prorrogou por mais um ano o afastamento cautelar da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Og Fernandes disse que crimes imputados à desembargadora têm efeito deletério no TJ
TSE

Ela foi incluída em investigação que apura os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de organização criminosa e venda de sentenças relacionadas a grilagem e disputa de terras no Oeste da Bahia.

A desembargadora está afastada desde 2020. Para o relator da ação penal, ainda persistem as razões que motivaram a suspensão do exercício do cargo — em especial, a necessidade de preservar a dignidade da Justiça.

"Trata-se de feito complexo, com inúmeros incidentes processuais, sendo graves as acusações que pesam contra a desembargadora, seu filho advogado e demais integrantes da suposta organização criminosa. E mais, todos os denunciados confessaram seus crimes ao pactuarem acordo de colaboração premiada."

Na decisão, Og Fernandes citou que, apenas em relação aos fatos ocorridos entre 2017 e 2020, os valores apurados com as atividades ilícitas teriam chegado a R$ 4 milhões, e ainda há outras investigações em curso no STJ, as quais podem gerar novas ações penais.

"Não é recomendável, assim, permitir que a denunciada reassuma suas atividades, na medida em que os crimes a ela imputados foram praticados, em tese, no desempenho abusivo da função. São delitos que trazem efeito deletério à reputação, à imagem e à credibilidade do Poder Judiciário baiano", concluiu o ministro ao prorrogar o afastamento.

A decisão do relator ainda precisa ser referendada pela Corte Especial do STJ. A análise do recebimento da denúncia do Ministério Público nesse caso está pautada para a próxima sessão da Corte Especial, em 19 de abril. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

Fonte: Conjur - 01/04/2023 21h:19

Cultura: Djavan inicia nova turnê internacional pela sua terra natal

Djavan em Maceió -foto:reprodução/facebook


                                            Vídeo: Michele Rocha

O cantor e compositor  Djavan de 74 anos, iniciou sua nova turnê internacional por Maceió, capital Alagoana. O filho ilustre da terra retorna a cidade após 6 anos e fez o show tão aguardado no estacionamento do Jaraguá, onde comporta 30 mil pessoas e que estava lotado na noite de ontem(31).

O músico concedeu entrevista coletiva a imprensa alagoana na última quinta-feira(30) onde d
iscorreu sobre sua carreira, de sua nova turnê. Djavan falou do seu amor por Alagoas e a sua satisfação no lançamento de sua turnê internacional em sua terra natal.

Vale destacar que durante a coletiva,  ele sobre questionado sobre uma proposta do vereador Chico Filho(MDB) de Maceió para mudar o nome do bairro Cruz das Almas para Oceano, em sua homenagem,  ele afirmou: "não gosto desta ideia não, eu adoro que exista o bairro Cruz das Almas, há tanto tempo que vejo falar, pois via o nome Cruz das Almas como algo poético, e que deixassem Oceano como música mesmo."  





Saúde: Cerca de 96% dos candidatos de 2022/2 foram reprovados na 1ª ou 2ª etapa do Revalida

Imagem sobre Cerca de 96% dos candidatos que fizeram Revalida 2022/2 foram reprovados na primeira ou na segunda etapa
                                               Foto: Reprodução

Cerca de 96% dos candidatos que fizeram no segundo semestre de 2022 as provas do Revalida, processo de revalidação de diplomas estrangeiros, foram reprovados na primeira ou na segunda etapa. A taxa de aprovação foi apenas de 3,75%, a menor em toda história, conforme o G1. 

Mais de 7 mil candidatos estiveram presentes na primeira etapa, composta por questões objetivas e discursivas, sendo que, desses, apenas 863 passaram para a segunda etapa, que é a parte prática. Ao final, apenas 263 conseguiram passar no exame.

 

Sem o Revalida, brasileiros ou estrangeiros formados em medicina em outros países não podem solicitar o registro nos Conselhos de Medicina do Brasil. O chamado CRM autoriza o médico a trabalhar no País.Informações do BN em 01/04/2023

No retorno de Bolsonaro, Michele diz que "ama a cidade de Pernambuco" Vídeo


                                              foto:reprodução
                                               Vídeo: UOL/Youtube
 

A ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, apareceu em um vídeo das redes sociais do deputado estadual por Pernambuco, Coronel Alberto Feitosa, durante recepção do retorno de Bolsonaro ao Brasil na última quinta-feira (30).

No vídeo Michelle manda beijo e erra ao dizer que ama a “cidade de Pernambuco”, quando na verdade, ela queria se referir ao estado de Pernambuco. Informações do UOL c/adaptações.

Caso das Joias: Assessor de ex-ministro pagou excesso de bagagem para trazer 'presentes' para Bolsonaro, diz colunista

                                            Foto:reprodução

O militar Marcos André dos Santos Soeiro, que foi barrado pela Receita Federal ao tentar entrar ilegalmente no Brasil com joias avaliadas em R$ 16,5 milhões, disse à Polícia Federal (PF) que precisou pagar excesso de bagagem para trazer ao país "tantos presentes" ofertados pelo governo da Arábia Saudita ao Estado brasileiro no governo Jair Bolsonaro (PL). 

Soeiro era assessor do então ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque. Em outubro de 2021, após viagem da equipe do ministro à Arábia Saudita, sem a presença do ex-presidente Bolsonaro, o Fisco apreendeu um pacote de joias que estava na bagagem do grupo, por tentativa de entrada ilegal no país. A informação é do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/militar-pagou-excesso-de-bagagem-por-trazer-presentes-para-bolsonaro

 

O assessor disse que, ao regressar ao Brasil, o grupo trazia, além das joias, coisas como “caixas grandes com muitas frutas, cafés e óleos”. Alguns desses itens também foram retidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

À PF, o ex-assessor de Bento Albuquerque relatou como recebeu as joias para trazê-las ao Brasil. Segundo ele, no último dia da missão oficial na Arábia Saudita, em 25 de outubro de 2021, Bento Albuquerque participou de um jantar restrito oferecido pala família real saudita, evento que, segundo ele, se estendeu até tarde.

Às 23h, Soeiro falou por telefone com o ex-ministro, pois o retorno ao Brasil estava programado para ocorrer em poucas horas. Albuquerque teria dito a ele que “o príncipe regente saudita falou que enviaria ainda um outro presente para o hotel, porém, o ministro disse não saber o que era”.

O ex-assessor afirmou à PF que, por volta de meia-noite, um emissário do príncipe foi ao hotel onde a comitiva brasileira estava hospedada com duas caixas embrulhadas em papel especial com brasão da família real.

 

Soeiro telefonou para Albuquerque, que ainda se encontrava no jantar oficial, para informar que “as caixas chegaram e estavam lacradas”. Diante da quantidade de presentes, o ex-assessor avisou que não tinha mais espaço na sua bagagem.

 

O ministro, então, decidiu que levaria um pacote e que o assessor transportaria o outro. Apenas o ajudante foi retido pela Receita ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

 

Ao passar pela alfândega no Brasil, o ex-assessor foi selecionado por um servidor da Receita para uma inspeção. Bento Albuquerque seguiu normalmente.

 

O representante do Fisco avisou que faria a abertura das caixas, “pois aparentava ter joias”. Bento Albuquerque, que não estava mais no local, decidiu retornar e afirmou que tratava-se de um presente para a então primeira-dama Michelle Bolsonaro, mas peça foi retida e lá permanece até hoje.


Fonte:Redação BN -01/04/2023

Mais Médicos cria incentivos para fixar profissionais


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oto:reprodução

Com 6 mil vagas anunciadas esta semana para o primeiro edital, o programa Mais Médicos aposta em novos incentivos para atrair profissionais brasileiros e ampliar o acesso ao atendimento em saúde no país, principalmente nas regiões de extrema pobreza e vazios assistenciais.

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o programa é uma alternativa importante para que populações pobres e de áreas remotas tenham acesso garantido à saúde. Entidades médicas, entretanto, criticam a possível contratação de profissionais brasileiros formados no exterior e de estrangeiros sem a revalidação de diplomas.

Ao todo, 16 mil vagas serão abertas até o final deste ano para profissionais que serão responsáveis pela atenção primária em milhares de cidades brasileiras. As outras 10 mil oportunidades serão custeadas pelos municípios, mas garantirão às prefeituras menor custo, viabilização das contratações, maior agilidade na reposição do profissional e permanência nessas localidades.

Para tentar garantir a permanência do profissional em pequenos municípios, o governo pagará um incentivo de fixação que pode chegar a R$ 120 mil para o médico que ficar por quatro anos em áreas vulneráveis.

Na avaliação do médico Deivisson Vianna, um dos vice-presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), sistemas de saúde de todo o mundo têm políticas para garantir a presença de médicos em áreas remotas.

“Se existem rincões que não contam com atendimento médico, todos os sistemas nacionais de saúde do mundo que se prezem têm políticas de garantir o provimento de vagas nessas regiões. Países como Canadá e Inglaterra também têm política de incentivo para médicos estrangeiros para garantir atenção à saúde, caso o médico local não queira ir. Porque é isso [garantir atenção à saúde] que importa”, disse.

“Se houver lugares que os brasileiros não queiram ir, qual o problema de a gente estimular a ida de médicos com diploma feito fora do país, mas com a supervisão dos profissionais supervisores do Mais Médicos? Tem isso que pouca gente sabe: o programa tem toda uma rede de apoio das universidades. O profissional não fica solto.”

De acordo com o edital, podem participar profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção.

“[Nessa edição do programa] não foi necessário fazer acordo com Cuba, por exemplo. O número de médicos estrangeiros vai ser menor. Neste relançamento, ficamos contentes porque se ampliou o tempo do programa e dá bastante benefícios para o médico se fixar em locais de difícil provimento”, avaliou Vianna.

No atual formato, o tempo de participação no programa passa a ser de quatro anos, prorrogável por igual período, quando o médico poderá fazer especialização e mestrado. A bolsa é de R$ 12,8 mil, mais auxílio-moradia. Os brasileiros e estrangeiros formados no exterior que participarem do programa terão desconto de 50% na prova de revalidação do diploma, o Revalida, realizada pelo Ministério da Educação. Na última edição do Revalida, o valor da taxa de inscrição foi de R$ 410.

Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 41% dos participantes do programa desistem de atuar nos locais mais remotos para irem em busca de capacitação e qualificação. Como incentivo, eles receberão adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período de permanência no programa, a depender da vulnerabilidade do município.

Diplomas

Entidades médicas consideram fundamental que profissionais com diplomas emitidos no exterior tenham seus conhecimentos revalidados no país - o que não é exigido atualmente pelo Ministério da Saúde no âmbito do programa.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, admite que há áreas no país conhecidas como vazios assistenciais, onde o provimento de médicos é insuficiente. Ele acredita, entretanto, que o problema não se resolve por meio do envio de profissionais a esses locais, mas com atenção também à segurança e ao ambiente de trabalho.

“Faltam condições mínimas para a qualidade de vida do profissional e de sua família. Ele não se vê atraído [por aquela localidade]. Não se trata de questões salariais meramente. Claro que isso importa. Mas importam também as condições de trabalho oferecidas. Não adianta só mandar o médico com um estetoscópio no pescoço. Ele tem que estar acompanhado de uma equipe. Médico não exerce medicina sozinho.”

Fernandes afirma que não é possível aceitar médicos sem que competências e habilidades estejam comprovadas. “Trazer médicos ao Brasil, sejam eles brasileiros formados no exterior ou de outras nacionalidades, sem comprovar suas competências não dá. Eles precisam revalidar seus diplomas. Sem isso, me parece uma temeridade. Ainda que fiquem sob a guarda de um programa educacional. Não podemos fugir desse debate.”

Por meio de nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também criticou o novo formato do Mais Médicos. “Programas de alocação de profissionais em áreas de difícil provimento devem observar essa exigência legal [da revalidação do diploma] para reduzir os riscos de exposição da população a pessoas com formação inconsistente”. A entidade defende que uma melhor distribuição de profissionais pelo país depende de remuneração adequada e programas de educação continuada.

“O conselho entende que há necessidade de estímulos à adesão dos médicos graduados no Brasil para atuação em locais remotos. No entanto, não é admissível o fato de essa medida permitir que portadores de diplomas de medicina obtidos no exterior sem a devida revalidação atuem no país”, destacou a nota. “Entendemos que essa atenção deve ser de qualidade para que o paciente não seja exposto aos riscos da insegurança ineficácia.”

Registro do Ministério da Saúde

Professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Aith ressalta que os médicos do programa com diploma de outros países recebem uma certificação para atuar no Mais Médicos.

"Esses profissionais estão com o registro válido no Brasil, só não é o registro do Conselho Federal de Medicina [CFM]. Será um registro do Ministério da Saúde, que atesta uma qualidade de proficiência mínima desses profissionais. Vale dizer que não há risco à população na atual modalidade. O Revalida tem sua importância para validar diplomas obtidos fora do país, mas ele é muito criticado pelo excesso no exame", afirma.

Em entrevista à Agência Brasil, Aith afirmou que há uma contradição na exigência, por parte do CFM, de uma avaliação para revalidação de diplomas de outros países sem a obrigatoriedade de exames para médicos formados no Brasil.

"O médico que se forma no país não precisa de nenhum tipo de prova para começar a exercer sua profissão e a gente sabe que existem muitas universidades com qualidades duvidosas no país", acrescenta.

A supervisão do programa é, segundo o especialista, uma das condições que permitem o exercício de médicos sem o Revalida ou de profissionais estrangeiros em vazios assistenciais.

"O programa foi estruturado de uma maneira que permite, por meio de supervisores, a identificação de um eventual médico que não é bem formado, seja para qualificá-lo melhor, seja para excluí-lo do programa em tempo hábil antes de causar maiores danos a população", diz.

Para o professor, o programa terá um papel fundamental de mapear as condições de trabalho dos profissionais. Por outro lado, este não pode ser apontado como motivo para que médicos não atuem em regiões periféricas. "Esses médicos vão ter condições mais precárias do que a dos grandes centros, mas não é que faltem condições mínimas. Primeiro, existe todo um apoio financeiro para esses médicos se instalarem na cidade para onde estão indo, com estrutura para se assentarem com suas famílias, se for o caso", aponta.

“Agora, dizer que uma cidade de interior não tem condições mínimas é dar uma banana para população brasileira que vive nesses lugares. Se não tem condição nenhuma para um médico viver, não tem condição mínima para um cidadão viver. Claro que não terão todas as tecnologias, o conforto e o apoio logístico-administrativo que ele teria em um grande centro. Mas são essas carências que o programa nos ajudará a identificar melhor e ir suprindo ao longo do tempo”, conclui.

Ministério

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que o programa “segue priorizando a participação de profissionais com CRM Brasil” conforme determina a legislação.

“Prova disso são os novos benefícios de medida provisória focados nesse perfil profissional. Para as localidades onde nenhum médico com registro profissional manifestar interesse em assumir a vaga, será feita a convocação de brasileiros formados no exterior e, se persistir a desocupação, serão convocados estrangeiros. A prioridade máxima é garantir acesso e assistência à população brasileira”, diz a nota.

Segundo a pasta, a previsão é de que até o fim de 2023, 28 mil profissionais estejam atuando em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza e vazios assistenciais. “Com isso, mais de 96 milhões de brasileiros terão a garantia de atendimento médico nos serviços da atenção primária, porta de entrada do SUS”, assegura a pasta.

O ministério também destacou que entre as principais razões para a rotatividade de profissionais está desistência de médicos que procuram formação. “Neste sentido, a estratégia vai ampliar o número de vagas de residência nas áreas prioritárias para o SUS e oferecer incentivos para quem fizer mestrado e pós-graduação em Atenção Primária à Saúde e Medicina da Família e Comunidade”.

Edição: Lílian Beraldo -AGÊNCIA  BRASIL - 01/04/2023

SP: Motorista de ônibus escolar tem parada cardíaca e morre no trajeto; adolescente assume direção e salva a todos

 

                                                      o adolescente conseguiu evitar um acidente de grave proporções -foto:reprodução 

Um ônibus escolar levava 35 estudantes de Pontal (SP) para o Instituto Federal de Sertãozinho, nesta quarta-feira (29), na rodovia SP-322.

No meio do trajeto, o motorista Claudemir de Araújo, de 51 anos, teve um mal súbito e morreu.

Os estudantes que estavam nas primeiras cadeiras perceberam o desmaio do motorista.

O adolescente Kaio Eduardo dos Santos, de 17 anos, assumiu a direção do Ônibus e o levou até o acostamento, salvando a todos.

Parada cardíaca

Nenhum dos estudantes se feriu. O motorista, infelizmente, morreu.

A suspeita é de que ele tenha sofrido uma parada cardíaca. Em nota, a prefeitura de Pontal afirmou que o veículo foi periciado e não tinha qualquer falha técnica.

“Corri, pulei onde o motorista estava, peguei o volante e joguei para o acostamento da pista. Pensei: se for para o acostamento, não vai ser tão grave”, afirmou Kaio Eduardo dos Santos ao canal EPTV.

Fonte: Revista Fórum - 01/04/2023