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sábado, 20 de maio de 2023

Em apoio a Deltan: Moro erra vírgula em frase curta e web não perdoa

                                  foto:reprodução

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) compartilhou na sexta-feira (19) o vídeo de recepção de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), cujo mandato de deputado federal foi cassado por decisão unânime do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao chegar em Curitiba. Ao compartilhar o momento, o parlamentar não percebeu que cometeu um erro de português.

“Respeitamos, é claro as instituições, mas é uma injustiça muito grande a cassação do mandato de Deltan Dallagnol”, escreveu Moro em seu perfil no Twitter.

O correto, no entanto, seria “respeitamos, é claro, as instituições, mas é uma injustiça muito grande a cassação do mandato de Deltan Dallagnol”.

Na web, internautas ironizaram o erro cometido pelo ex-juiz. “Como passou no concurso? Preciso de algumas dicas”, escreveu um usuário.

Confira alguns tuítes:

Quebra de sigilo de assessores: Bolsonaro teve encontro fora da agenda que discutiu a compra da TV Globo

                                             foto:reprodução


A quebra dos sigilos telemáticos de assessores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, reforça os indicativos de que vários encontros e compromissos oficiais do governo anterior ficaram de fora dos registros formais.

Ministros do próprio governo, integrantes do Judiciário, políticos e empresários, entre outros, aparecem nesses diálogos como tendo se reunido com o então presidente da República apesar de nada disso constar na agenda pública.

De acordo com mensagens trocadas entre Mauro Cid, então ajudante de ordens de Bolsonaro, e Célio Faria, então chefe do gabinete pessoal do presidente e depois ministro da Secretaria de Governo, um desses encontros ocorreu em 13 de outubro de 2021 na casa do ministro Dias Toffoli, do STF.

Em mensagem enviada a Célio às 22h18 desse dia, Mauro Cid informou que Bolsonaro estava na casa de Toffoli e citou ainda outros nomes, como o procurador-geral da República, Augusto Aras, e André Esteves, presidente do conselho de administração e sócio sênior do BTG Pactual.

Quando Cid escreveu "André Esteves", Célio questionou com um "do BTG?". O ajudante de ordens então confirma ("isso") e emenda: "comprar a Globo...".

"Está falida", escreveu ainda Cid. Célio respondeu com críticas à Globo e a afirmação de que, se fosse para alguém comprar a empresa, seria melhor Esteves do que os "chineses".

Procurado pela reportagem, o BTG Pactual não se manifestou.

Em nota, a Globo afirmou que a emissora "desconhece a realização desse suposto encontro, mas, se existiu e se o tema foi o mencionado, tratou-se de uma fantasia: não há nem nunca houve qualquer intenção de venda do Grupo Globo, cuja saúde financeira é reconhecida pelo mercado".

A reportagem não conseguiu falar com Célio Faria. A defesa de Mauro Cid disse que se manifestará nos autos. A assessoria de Augusto Aras não se manifestou. Toffoli não respondeu ao contato da reportagem.

Outras reuniões não agendadas 


Outros encontros que não constam da agenda de Bolsonaro ocorreram com o deputado federal e ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG), em 27 de março e em 19 de outubro de 2021, indicam as mensagens dos assessores de gabinete de Bolsonaro.


Fonte: O ESTADO DE MINAS - 20/05/2023


Do UOL: Michelle e depósitos de Cid: todos depositavam para ex-primeira-dama, menos o marido


Uol/reprodução

O colunista do UOL Aguirre Talento conversou com José Roberto de Toledo e Kennedy Alencar sobre suas recentes reportagens sobre as contas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os depósitos feitos pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, preso no último dia 3 de maio por suspeita de articular um esquema de fraude em certificados de vacinação. Veja o vídeo acima no Uol/Youtube.

Algoz de Deltan é relator da ação que pode deixar Bolsonaro inelegível


                                        oto:Min. Benedito Gonçalves/reprodução STJ

Autor da decisão que fundamentou a cassação do deputado Deltan Dallagnol, o ministro Benedito Gonçalves, do TSE, é relator da ação que pode deixar Bolsonaro inelegível. E isso não é um bom sinal para o ex-presidente.

O processo analisa uma reunião de Bolsonaro com embaixadores, em julho de 2022. Nela, o então presidente citou supostas fraudes no sistema eleitoral e atacou as urnas eletrônicas.

A acusação movida pelo PDT atribui a Bolsonaro os supostos crimes de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A ação inclui o vice na chapa de Bolsonaro, Braga Netto.

Fontes do Tribunal Superior Eleitoral afirmam que Benedito, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, votará pela inelegibilidade de Bolsonaro, mas poupará Braga Netto. Se a decisão for confirmada pelo plenário da Corte, o ex-presidente não poderá disputar eleições pelos próximos oito anos.

Fonte:Paulo Cappelli/Metropoles 20/05/2023

Salvador: Suspeito de participar da morte de PM durante roubo a loja é morto em Pernambués

 

Soldado estava na loja quando trio chegou para roubar (Reprodução)

Um dos suspeitos de envolvimento na morte do soldado Gleidson Santos de Carvalho, 33 anos, foi morto pela Polícia Militar na noite da sexta-feira (19), depois de uma troca de tiros no bairro de Pernambués.

Segundo a PM, equipes da Rondesp Atlântico encontraram o suspeito depois de denúncias anônimas. O carro usado no roubo e morte do soldado foi localizado na Rua da Sergipana. Um grupo armado no local reagiu à chegada da PM atirando e houve confronto, segundo a polícia.

Na troca de tiros, um dos suspeitos foi baleado e morreu. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38, similar ao que foi usado para matar o soldado.

O caso foi registrado Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A arma encontrada foi enviada para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), que vai fazer perícia e verificar se é a mesma usada para matar o soldado Gleidson.

Há ainda outros dois suspeitos de participar da morte de Gleidson, que seguem sendo procurados.

Crime

Gleidson Santos de Carvalho era lotado no Batalhão de Choque. Ele foi morto na tarde de ontem, durante um assalto a uma loja da qual era dono, na Rua Senador Theotônio Vilela, no Parque Bela Vista. Três homens entraram para roubar o estabelecimento. A cena foi registrada pelas câmeras de segurança.

Conforme mostram as imagens, Gleidson tenta pegar a arma na cintura, mas é baleado por outro integrante do grupo armado. A vítima foi socorrida por enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital Geral do Estado (HGE) em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.

A polícia trata o caso como sendo de latrocínio, crime de roubo seguido de morte. Isso significa que a morte não foi premeditada, de acordo com a Polícia Civil.

O corpo de Gleidson será sepultado na tarde de hoje, no Bosque da Paz.

Fonte: Correio da Bahia - 20/05/2023 14h:10

 

sexta-feira, 19 de maio de 2023

Curitiba: Deputado cassado Deltan Dallagnol é intimado a depor em processo de Tacla Duran

Deltan Dallagnol - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O juiz Eduardo Fernando Appio, da 13ª Vara Federal de Curitiba, intimou Deltan Dallagnol (Podemos-PR) a prestar depoimento no caso de Tacla Duran. O despacho ocorreu nesta sexta-feira (19).

deputado federal cassado será testemunha em relação às declarações de Rodrigo Tacla Duran, advogado e réu por lavagem de dinheiro pela empreiteira Odebrecht.

O objetivo do juiz é de esclarecer se Dallagnol tem “vínculo de amizade pessoal e íntima” com o procurador Walter José Mathias Júnior.

Duran alega que Mathias Júnior, justamente, tem proximidade com Dallagnol, que foi procurador da força-tarefa em Curitiba, e por isso não pode atuar em seu caso.


Fonte:ISTOÉ -19/05/2023

Processo Seletivo: Sefaz Salvador oferta 60 vagas para Nível Superior; Confira

 

(Foto: Jefferson Peixoto/Secom)



A Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) de Salvador divulgou a abertura do processo seletivo simplificado com 60 vagas profissionais em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda).

 As inscrições serão feitas exclusivamente por meio deste site, a partir da próxima terça-feira (23). 

Serão 15 vagas destinadas para profissionais de Direito;

10 para Economistas;

10 para bacharéis em Ciências Contábeis;

 5 para Estatísticos;

 20 para Nível Superior em qualquer área de atuação. 

O processo simplificado terá validade de dois anos, a partir da data de publicação, com possibilidade de renovação por igual período.

A jornada de trabalho será de 40 horas semanais com remuneração de R$ 5.685,49. A taxa de inscrição é de R$ 50 reais e deve ser paga por meio de boleto bancário em qualquer instituição vinculada ao Sistema de Compensação Nacional.

Processo seletivo – O processo seletivo terá etapa de avaliação curricular de caráter eliminatório e classificatório. A análise dos títulos ficará a cargo de uma equipe técnica constituída por servidores da Secretaria Municipal da Fazenda.

De acordo com o edital, 5% das vagas serão destinadas a pessoas com deficiência, conforme determina o Decreto Federal nº 9.508, de 24 de setembro de 2018, e 30% voltadas para candidatos pretos e pardos.

Fonte: Correio da Bahia c/adaptações - 19/05/2023

Ex-presidente da Funai é indiciado pela PF por omissão no caso Dom e Bruno


 (crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
(crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Marcelo Xavier, ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), foi indiciado pela Polícia Federal no caso envolvendo os assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira. De acordo com as investigações, ele agiu com dolo eventual, ou seja, não agiu para conter a violência na região, mesmo tendo a obrigação de fazer.

A corporação aponta que Xavier não agiu após a morte do indigenista Maxciel dos Santos, morto em 2019. Em uma reunião realizada com a equipe da Funai, ele foi alertado sobre os riscos na região e teria ignorado pedidos de proteção por parte de servidores do órgão que atuam na região.

Maxciel era servidor da Funai e foi assassinado com dois tiros na cabeça. Ele também era parceiro de Bruno e ambos atuavam no combate ao garimpo ilegal no Vale do Javari. Além de presidente da Funai, Xavier é delegado federal. Ele foi colocado no cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com fontes ligadas às investigações, ficou evidente que o então presidente do órgão indigenista teve acesso a informações suficientes para saber que novos assassinatos poderiam ocorrer na localidade e que ativistas e servidores poderiam ser alvos dos grupos criminosos, mas mesmo assim, não agiu para combater o problema.

Neste caso, os investigadores entenderam que ele não tinha intenção de que os homicídios de Dom e Bruno fossem efetuados, mas que assumiu o risco de que este tipo de crime ocorresse. Dom e Bruno desapareceram em junho do ano passado, enquanto realizavam uma expedição no Vale do Javari, para a produção de reportagens e de um livro.

Os corpos deles foram encontrados dias depois, esquartejados e carbonizados. A perícia apontou que eles sofreram diversas perfurações por disparos de arma de fogo. Além disso, também foi identificados sinais de violência com facão, em uma perícia realizada em Brasília.

A Polícia Federal prendeu Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como "Colômbia", acusado de ser o mandante do crime. Além disso, também foram detidos Amarildo da Costa Oliveira, o "Pelado", Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, acusados de cometerem os homicídios. O relatório do caso aponta que as mortes ocorreram após a dupla flagrar ações de garimpo ilegal na região. O Correio revelou que quase um ano após o crime, o Vale do Javari continua enfrentando violência e que a situação ainda é crítica na região.

Fonte:Correio Braziliense  -19/05/2023