Fernando Haddad nunca aceitou receber Daniel Vorcaro, apesar das diversas tentativas do ex-banqueiro em ter uma audiência com o ministro da Fazenda. Mas o dono do Master não se conformava. Chegou a mandar um recado em tom ameaçador para Haddad: "Eu preciso falar para ele o que pode acontecer se algo acontecer comigo". Informações do colunista Lauro Jardim de o Globo.
domingo, 15 de março de 2026
Banco Master: Vorcaro mandou recado "ameaçador" a Haddad que nunca aceitou recebê-lo, diz colunista
Brasília: Michelle posta vídeo, e jornalistas registram BOs após ameaças
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou ontem, em seu perfil de Instagram, um vídeo feito por uma influenciadora bolsonarista que acusa jornalistas de "desejarem" a morte de Jair Bolsonaro (PL).
Profissionais estão acompanhando, na área externa do hospital, atualizações sobre a internação e estado de saúde do ex-presidente. Antes de Michelle divulgar o vídeo, jornalistas gravados já haviam sofrido ameaças de morte. Ao menos dois registraram boletim de ocorrência devido às ameaças.
Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL deste domingo(15):
PF aponta que “Sicário” recebeu R$ 24 milhões de Daniel Vorcaro
foto:reprodução
Relatório da Polícia Federal traz a informação de que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, recebeu ao menos R$ 24 milhões de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Sicário é apontado pela PF como o “espião” de Vorcaro e executor das ordens do banqueiro como a de simular um assalto para “quebrar os dentes” do jornalista Lauro Jardim, que desagradou o investigado com matérias contrárias a ele.
Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” de Vorcaro, também preso na força-tarefa. As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo.
Papel central
A investigação aponta que Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.
O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.
Ele é apontado ainda como o responsável por invadir sistemas de investigação e atuar contra publicações em redes sociais desfavoráveis ao Banco Master.
R$ 24 milhões
Os R$ 24 milhões que teriam sido pagos a Mourão foram calculados pela Polícia Federal a partir do controle mensal das despesas dele.
Em planilhas de contabilidade, conforme apresentado pelo Estadão, Sicário aparecia vinculado ao pagamento mensal de R$ 1 milhão.
Ele foi preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, mesma que levou Vorcaro à cadeia, e encaminhado a uma cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais. No entanto, de acordo com a PF, “atentou contra a própria vida”.
Após morte cerebral e protocolo executado, o corpo de Luiz Phillipi Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, no dia 7 de março.
Fonte:Manoela Alcântara/Metrópoles - 15/03/2026
Justiça: Professora é condenada por injúria racial após dizer a aluno que ele “não fica nem vermelho porque é preto”
Freepik
Uma professora foi condenada pela Justiça de São Paulo a 9 anos, 10 meses e 3 dias de prisão por injúria racial contra um aluno. A decisão é do juiz Tadeu Trancoso de Souza, da 2ª Vara de Piraju. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado, além do pagamento de 80 dias-multa e de uma indenização mínima de 20 salários mínimos à vítima.
Segundo o processo, o episódio ocorreu durante uma aula sobre comunicação e comportamento em entrevistas de emprego. Na ocasião, a professora teria repreendido o estudante por falar demais.
Contudo, durante essa chama de atenção, em determinado momento, ela afirmou que o aluno era “cara de pau” e disse que ele “não ficava nem vermelho porque é preto”. A fala teria causado constrangimento ao estudante diante dos colegas de turma.
Testemunhas ouvidas pela Justiça relataram que a professora repetiu comentários semelhantes e que o aluno ficou visivelmente abalado. Alguns estudantes chegaram a alertar a professora de que ela poderia perder o emprego se continuasse com as declarações.
Em depoimento, a professora confirmou ter dito a frase, mas alegou que se tratava de uma “brincadeira” e que não teve a intenção de ofender o aluno.
Ao analisar o caso, o juiz Tadeu Trancoso, afirmou que as provas e a própria confissão da professora comprovam a prática de injúria racial. Para o magistrado, a justificativa de que a fala teria sido uma tentativa de disciplinar a turma não é aceitável.
“Não é minimamente crível e muito menos aceitável que uma professora, sob o pretexto de chamar a atenção de um aluno, o chame de ‘preto’ e ainda complemente dizendo que ‘não fica nem vermelho por ser preto’”, afirmou o juiz na decisão.
O magistrado também destacou que o episódio aconteceu dentro da sala de aula e diante de outros alunos. Na definição da pena, foram consideradas as circunstâncias do crime, o fato de a ré ser professora e a repetição das falas diante de vários estudantes. Também foram aplicados agravantes previstos na Lei 7.716/1989, que trata dos crimes de racismo.
Além da prisão e da indenização, a sentença determina ainda a perda do cargo público ocupado pela professora no Estado de São Paulo.
Fonte:BOCÃO NEWS - 15/03/2026
Congresso: Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha
foto:reprodução
A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala de trabalho 6×1. Pesquisa do Datafolha aponta que 71% defendem a redução do número máximo de dias trabalhados por semana, enquanto 27% são contra e 3% não opinaram. As informações são da Folhapress.
O levantamento foi realizado entre 3 e 5 de março, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.
O apoio à mudança cresceu em relação ao levantamento anterior do instituto, realizado em dezembro de 2024, quando 64% dos entrevistados se declararam favoráveis e 33% contrários à proposta.
O tema está em debate no Congresso Nacional, onde tramitam propostas para alterar a jornada de trabalho no país. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem indicado que a prioridade é reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário.
Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a lei poderia estabelecer a redução da jornada, enquanto a definição da escala —com dois dias de descanso na semana— seria negociada entre empresas e trabalhadores. A posição é considerada mais flexível que a proposta apresentada pela deputada Erika Hilton, que prevê a redução da jornada para 36 horas semanais.
A pesquisa também analisou o perfil dos trabalhadores. Entre os brasileiros economicamente ativos, 53% afirmam trabalhar até cinco dias por semana, enquanto 47% dizem trabalhar seis ou sete dias. Mesmo entre aqueles que trabalham mais dias, o apoio ao fim da escala 6×1 permanece majoritário: 68% são favoráveis, contra 76% entre os que trabalham até cinco dias semanais.
Entre os entrevistados, 66% disseram trabalhar até oito horas por dia, 28% entre mais de oito e até 12 horas, e 5% mais de 12 horas diárias.
Quando questionados sobre os impactos da mudança, 76% afirmam que a redução da jornada seria ótima ou boa para a qualidade de vida dos trabalhadores. Sobre os efeitos para as empresas, as opiniões se dividem: 39% acreditam em impactos positivos e outros 39% em efeitos negativos.
Em relação à economia brasileira como um todo, 50% avaliam que o fim da escala 6×1 teria impacto positivo, enquanto 24% acreditam que os efeitos seriam negativos.
O levantamento também mostra diferenças de percepção entre grupos da população. Entre jovens de 16 a 24 anos, 83% apoiam a redução da jornada, enquanto o índice cai para 75% entre pessoas de 35 a 44 anos e chega a 55% entre entrevistados com 60 anos ou mais.
No recorte por gênero, as mulheres demonstram maior apoio à medida, com 77% favoráveis, enquanto entre os homens o percentual é de 64%.
Fonte: ICL NOTÍCIAS - 15/03/2026
Irã reafirma soberania sobre Estreito de Ormuz e adverte: ‘Navios dos EUA não passarão’
foto:reprodução
Por Tabitha Ramalho – Brasil de Fato | Opera Mundi
O chefe da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), Alireza Tangsiri, respondeu às alegações de Donald Trump de que “muitos países” enviarão navios de guerra para manter o Estreito de Ormuz aberto, afirmando que a rota “ainda não foi fechada militarmente e está apenas sob controle”.
Em uma postagem no X, ele rebateu os comentários do líder da Casa Branca, dizendo: “Os norte-americanos alegaram falsamente a destruição da marinha do Irã. Depois, alegaram falsamente a escolta de petroleiros. Agora, estão até pedindo reforços a outros países.”
O presidente dos Estados Unidos afirmou nesse sábado (14), em uma publicação na Truth Social, que “especialmente aqueles afetados pela tentativa do Irã de fechar” o estreito enviariam navios de guerra “em conjunto com os Estados Unidos da América para manter o Estreito aberto e seguro”. Ele citou China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido entre os países que esperava que contribuíssem.
Trump ainda disse que os EUA já haviam “destruído 100% da capacidade militar do Irã”, ao mesmo tempo em que admitia que Teerã ainda poderia “enviar um ou dois drones, lançar uma mina ou disparar um míssil de curto alcance” ao longo do canal.
Ele prometeu que, enquanto isso, Washington “bombardearia impiedosamente a costa e afundariam continuamente barcos e navios iranianos”, prometendo deixar o estreito “ABERTO, SEGURO e LIVRE”.
Vale ressaltar que na semana passada, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, disse ao canal de notícias estadunidense CNBC que os EUA não estavam preparados para escoltar navios através do estreito.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, também esclareceu que o estreito estava fechado apenas para “petroleiros e navios inimigos e seus aliados”, e não para toda a navegação. Já Mohsen Rezaee, membro do Conselho de Discernimento do Interesse do Irã — um órgão influente próximo ao líder supremo —, afirmou: “Nenhum navio americano tem o direito de entrar no Golfo”.
Fonte: ICL - * Conteúdo originalmente publicado em: Opera Mundi em 15/03/2026
Covid-19: Seis anos após o primeiro caso, doença ainda provoca mortes na Bahia
Seis anos após a chegada da covid-19 ao Brasil, a doença continua provocando mortes na Bahia. Dados mais recentes da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram que foram confirmados cinco óbitos associados à infecção neste ano. Embora o cenário esteja muito longe do colapso sanitário registrado no auge da pandemia, especialistas alertam que o vírus segue circulando e exige atenção, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.
EUA: Ator Lázaro Ramos emociona público ao encontrar Wagner Moura para cerimônia do Oscar; VÍDEO
O que era dúvida se tornou certeza no último sábado (14). O ator Lázaro Ramos conseguiu viajar para Los Angeles para acompanhar a cerimônia do Oscar ao lado de Wagner Moura, e emocionou a internet com ao encontrar o amigo de longa data.
Antes de chegar ao encontro de Wagner, o baiano relatou ter sido parado pela imigração e contou a forma divertida e ácida de como conseguiu passar com facilidade pelo processo rígido.
No Instagram, Lázaro fez questão de mostrar o momento do encontro com o amigo, de quem, além de já ter sido parceiro de cena, é também compadre. "Encontrando meu irmão. Bahia em LA", escreveu.
O ator, que chegou a falar que não sabia se iria para a premiação devido aos compromissos profissionais no Brasil, brincou com a ida: "Eu meti um atestado e vim pra cá. Se alguém vir esse vídeo eu tô demitido".
O convite a Lázaro foi revelado por Wagner no início de março. Para o protagonista da nova novela da Globo, chegar ao patamar do Oscar não era nem um sonho para o grupo de amigos que iniciou a carreira nos palcos da capital baiana.
"Eu nem sabia que esses caminhos existiam, para ser sincero. Nosso grande sonho era fazer teatro na nossa terra, em Salvador, e ter espaço para as nossas histórias. O caminho que o cinema e a televisão nos proporcionaram é muito bonito, mas o que me deixa mais orgulhoso é que mantivemos a nossa coerência."
Wagner se tornou o primeiro brasileiro indicado na categoria Melhor Ator, e o longa 'O Agente Secreto' fez história ao receber quatro indicações na premiação.
Fonte:Redação do BN - 15/03/2026

