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segunda-feira, 22 de junho de 2015

CONFIRA OS SELECIONADOS NA 1ª CHAMADA NO PROUNI 2015.2

MEC divulga resultado de aprovados no Prouni
Foto: Divulgação/reprodução
O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (22) a lista dos aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado da edição do segundo semestre de 2015 já está disponível no site 
 http://siteprouni.mec.gov.br/

Os pré-selecionados terão até o dia 29 de junho para comparecer à instituição de ensino e checar as informações que foram prestadas ao programa. Caso o candidato não faça o processo, ele será automaticamente excluído do Prouni. 

fONTE:BN c/adptações

TJ-BA vai funcionar em regime de plantão durante o São João




TJ-BA funciona em regime especial de plantão durante São João
foto:sede do TJ/divulgação/reprodução

O Tribunal de Justiça vai funcionar em regime de plantão durante entre os dias 22 e 24 de junho, devido ao São João. A medida busca garantir o cumprimento do princípio constitucional do funcionamento ininterrupto do Poder Judiciário. A partir desta segunda-feira (22), o expediente será suspenso em todas as unidades judiciais do Estado, e volta ao normal na quinta (25). Serviços essenciais, como o Juizado do Aeroporto, com expediente das 7h às 19h, não terão seu funcionamento afetado. 
Os cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais dos subdistritos da Capital e as varas da Infância e da Juventude também atenderão normalmente. O Plantão Judiciário de Primeiro Grau e as atividades do Plantão de Óbito serão concentradas no Fórum das Famílias, em Nazaré, ao lado do Fórum Ruy Barbosa. Já o Plantão Judiciário de Segundo Grau funcionará na sede do Tribunal de Justiça, na 5ª Avenida do Centro Administrativo da Bahia (CAB), e os postos do Serviço de Atendimento Judiciário (SAJ) funcionarão de acordo com o expediente do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) às quais pertencem. InFormações do BN.

domingo, 21 de junho de 2015

Ex-presidente Lula volta a criticar duramente o governo Dilma


Charge:reprodução/google


Como se estivesse em um confessionário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu o coração a um seleto grupo de padres e dirigentes de entidades religiosas no auditório de seu instituto, anteontem, em São Paulo. Em tom de desabafo, criticou duramente a presidente Dilma Rousseff e creditou ao governo dela, sobretudo no segundo mandato, a crise vivida pelos petistas. Para Lula, a taxa de aprovação da companheira está no “volume morto”, numa referência à situação hídrica paulista, e, com o silêncio do Planalto, o “governo parece um governo de mudos”. O ex-presidente admitiu ainda que é “um sacrifício” convencer sua sucessora a viajar pelo país e defender sua gestão.

— Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto. Todos estão numa situação muito ruim. E olha que o PT ainda é o melhor partido. Estamos perdendo para nós mesmos — disse Lula.

Para ilustrar a profundidade do poço em que se meteu o PT, Lula citou uma pesquisa interna do partido, que revela que a crise se instalou no coração da legenda, o ABC Paulista. Muito rouco, o ex-presidente dizia coisas como “o momento não está bom” e “o momento é difícil”.
— Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo — disse Lula aos religiosos.


Ele afirmou ter dito à presidente: “Isso não é para você desanimar, não. Isso é para você saber que a gente tem de mudar, que a gente pode se recuperar. E entre o PT, entre eu e você, quem tem mais capacidade de se recuperar é o governo, porque tem iniciativa, tem recurso, tem uma máquina poderosa para poder falar, executar, inaugurar”.

Na mesa, os mais de 30 participantes do encontro, entre eles o bispo dom Pedro Luiz Stringhini, não deram trégua ao ex-presidente. Sobraram críticas para o PT, o governo, o próprio Lula e seu pupilo, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Os religiosos defenderam que o partido volte à antiga liturgia e se aproxime mais dos trabalhadores.
Lula concordou com a tese, dizendo que os petistas trocaram a discussão da política pela do mandato.

A reunião faz parte da estratégia do partido de tentar se reaproximar de sua base social. O interlocutor da ala religiosa é o ex-ministro Gilberto Carvalho, mencionado diversas vezes por Lula, em seu discurso de mais de 50 minutos, para exemplificar como o governo Dilma perdeu o contato com os movimentos sociais. Lula cobrou da presidente, e tem feito isso em outras reuniões reservadas, uma agenda positiva e mais exposição pública. Para o petista, Dilma deixou o governo mais distante dos mais pobres.
— Na falta de dinheiro, tem de entrar a política. Nesses últimos cinco anos, fizemos muito menos atividade política com o povo do que fizemos no outro período — disse ele, citando as conferências nacionais com grupos sociais:
— Isso acabou, Gilberto!

Lula reclamou que Dilma tem dificuldade de ouvir até mesmo os conselhos dados por ele:
— Gilberto sabe do sacrifício que é a gente pedir para a companheira Dilma viajar e falar. Porque na hora que a gente abraça, pega na mão, é outra coisa. Política é isso, o olhar no olho, o passar a mão na cabeça, o beijo.
Nesse ponto da conversa, o ex-presidente fez questão
 de ressaltar: falar com a população não é “agendar para falar na televisão”.
Durante a reunião, Gilberto Carvalho, que saiu do núcleo central do governo Dilma depois de muitas críticas à atuação da equipe da presidente, concordava com Lula, completava frases e assentia com a cabeça enquanto o ex-presidente subia o tom:
— Aquele gabinete (presidencial) é uma desgraça. Não entra ninguém para dar notícia boa. Os caras só entram para pedir alguma coisa. E como a maioria que vai lá é gente grã-fina... Só entrou hanseniano porque eu tava no governo, só entrou catador de papel porque eu tava no governo — disse Lula, que completou:

— Essa coisa se perdeu.

Lula revelou o quem tem conversado com Dilma nos encontros privados. Os dois têm feito reuniões em São Paulo, e a presidente só as informa na agenda oficial depois que são realizadas. Ele disse que fala para a presidente que a hora é de “ ir para a rua, viajar por esse país, botar o pé na estrada”. Diz ainda que os petistas não podem temer as vaias. Uma das armas para recuperar a combalida gestão, segundo ele, é investir na execução do Plano Nacional de Educação. O problema seria, de acordo com ele mesmo, que o próprio PT desconhece o conteúdo do plano.



“OS MINISTROS TÊM DE FALAR”

O petista, que não falou com os padres sobre uma possível candidatura à Presidência em 2018, mas não esconde que pode concorrer ao terceiro mandato, disparou fortemente contra os ministros, sobretudo os do PT.

— Os ministros têm de falar. Parece um governo de mudos. Os ministros que viajam são os que não são do PT. Kassab já visitou 23 estados, não sei quem já visitou 40 estados —exagerou.

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, preside o PSD e quer recriar o Partido Liberal. Foi citado mais uma vez, para criticar o desânimo dos líderes petistas:
— Aí não dá. Kassab já tá criando outro partido e a gente não tá defendendo nem o da gente!
Lula disse que também tem chamado a atenção do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, dizendo que ele deveria fazer mais discursos públicos.
— Pelo amor de Deus, Aloizio, você é um tremendo orador — disse ele, que emendou, arrancando risos dos religiosos: — É certo que é pouco simpático.
O ex-presidente ressaltou ainda que “inaugura-se (obra do) Minha Casa Minha Vida todos os dias”, mas que os políticos locais não destacam o papel do governo nas obras.
Para criticar o empenho de Dilma na aprovação do ajuste fiscal, Lula afirmou:

— Falar é uma arma sagrada. Estamos há seis meses discutindo ajuste. Ajuste não é programa de governo. Em vez de falar de ajuste... Depois de ajuste vem o quê? — criticou Lula, apontando que é preciso “fazer as pessoas acreditarem que o que vem pela frente é muito bom”. Segundo o petista, “agora parece que acabou o (assunto) do ajuste”.

A VACA TOSSIU

Lula disse que o governo não dá boas notícias ao país.
— Nós tivemos as eleições no dia 26 de outubro. De lá pra cá, Gilberto, nós temos que dizer para vocês, porque vocês são companheiros, depois de nossa vitória, qual é a noticia boa que nós demos para este país? Essa pergunta eu fiz para a companheira Dilma no dia 16 de março, na casa dela.

Segundo Lula, nesse encontro estavam os ministros Mercadante, Jacques Wagner (Defesa) e Miguel Rossetto (Secretaria Geral da Presidência), além de Rui Falcão, presidente nacional do PT.

—Eu fiz essa pergunta para Dilma: “Companheira, você lembra qual foi a última notícia boa que demos ao Brasil?” E ela não lembrava. Como nenhum ministro lembrava. Como eu tinha estado com seis senadores, e eles não lembravam. Como eu tinha estado com 16 deputados federais, e eles não lembravam. Como eu estive com a CUT, e ninguém lembrava.
Para os religiosos — que foram recebidos no Instituto Lula com café, refrigerantes, sanduíches e docinhos como brigadeiro e olho de sogra — Lula continuou a “confissão”, elencando as más notícias dadas pelo governo:

— Primeiro: inflação. Segundo: aumento da conta de água, que dobrou. Terceiro: aumento da conta de luz, que para algumas pessoas triplicou. Quarto: aumento da gasolina, do diesel, aumento do dólar, aumento das denúncias de corrupção da Lava-Jato, aquela confusão desgraçada que nós fizemos com o Fies financiamento Estudantil), que era uma coisa tranquila e que foram mexer e virou uma desgraceira que não tem precedente. E o anúncio do que ia mexer na pensão, na aposentadoria dos trabalhadores.
Nesse momento, Lula resgatou as promessas não cumpridas por Dilma durante a última campanha eleitoral.

— Tem uma frase da companheira Dilma que é sagrada: “Eu não mexo no direito dos trabalhadores nem que a vaca tussa”. E mexeu. Tem outra frase, Gilberto, que é marcante, que é a frase que diz o seguinte: “Eu não vou fazer ajuste, ajuste é coisa de tucano”. E fez. E os tucanos sabiamente colocaram Dilma falando isso (no programa de TV do partido) e dizendo que ela mente. Era uma coisa muito forte. E fiquei muito preocupado.

O ex-presidente ainda disse aos religiosos — entre eles o padre Julio Lancelotti, dirigentes de pastorais católicas e um pastor evangélico — não acreditar na existência do mensalão.
— Não acredito que tenha havido mensalão. Não acredito. Pode ter havido qualquer outra coisa, mas eu duvido que tenha havido compra de voto — disse ele, mencionando que o ex-deputado Luizinho, do PT de Santo André, não poderia ter voto comprado no mensalão porque era, na época do escândalo, em 2005, líder do governo.


Fonte:O Globo


sábado, 20 de junho de 2015

Sem acordo, greve nas universidades estaduais continua

Sem avanço nas negociações, semestre letivo das universidades estaduais pode ser suspenso



Foto: Aduneb/reprodução


O governo e os professores das universidades estaduais ainda não chegaram a um acordo e o semestre letivo pode ser suspenso. Em reunião ocorrida na última quinta-feira (18), a Associação dos Docentes da Uesb (Adusb) relatou que o prazo apontado pelo Estado para voltar a discutir com os professores a minuta substitutiva da lei 7.176/97 foi o mês de agosto - com isso, há possibilidade de a greve se estender até lá e de o semestre ser suspenso. 

O governo negou ainda a pauta dos trabalhadores e justificou que não existem condições financeiras para arcar com os custos. O Fórum das Associações Docentes apresentou na mesa de negociação estudos sobre a implementação dos processos trabalhistas para os cofres públicos. O impacto gerado, conforme o estudo, é pequeno se comparado ao superávit da Bahia (em abril deste ano em torno de R$ 1,7 bilhão). A Adusb agendou uma assembleia para avaliar a situação no próximo dia 30.  

Fonte:BN

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Lava Jato: PF prende presidente da Odebrecht na nova fase

Executivos da Odebrecht são presos em nova fase da Lava Jato
Foto: Divulgação/ Odebrecht/reprodução
Três executivos da construtora Odebrecht foram presos nesta sexta-feira (19), em Sâo Paulo, durante mais uma fase da Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras. Segundo a Folha de São Paulo, Márcio Farias está entre os detidos e já havia sido citado antes por delatores do processo. A Polícia Federal também cumpre mandados de busca e apreensão na empreiteira e nas casas dos executivos e na construtora Andrade Gutierrez.
Márcio Farias seria, ao lado do dono da UTC, Ricardo Pessoa, um dos líderes do cartel das empreiteiras. Seu nome foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, mas a procuradoria afirma não poder dar mais detalhes sobre sua participação porque a investigação do cartel é feita com base em outra ação. Informações do BN.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Senadores Paim e Pinheiro vão trabalhar pela derrubada do novo cálculo da aposentadoria


Senadores do PT vão trabalhar pela derrubada do novo cálculo da aposentadoria
Foto: Divulgação/reprodução
 
Senadores do PT, partido da presidente Dilma Rousseff, anunciaram nesta quinta-feira (18), que vão trabalhar pela derrubada no Congresso do novo cálculo da aposentadoria, prevista na Medida Provisória 676/2015 editada hoje. 
 
Para o petista Paulo Paim (RS), a fórmula progressiva é "indecente" e, se ela for mantida pelo Poder Legislativo, será questionada no Supremo Tribunal Federal. Walter Pinheiro (PT-BA), por sua vez, vai defender que o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), recuse a nova MP por não atender aos critérios previstos na Constituição de urgência e relevância. "Essa fórmula de progressão é indecente.
 
 Não há razão técnica que explique que a expectativa de vida vai aumentar um ano", criticou Paim. "O governo errou na tática, na estratégia, no social e na política", completou. O Planalto editou uma MP nesta quinta que assegura, para a aposentadoria integral, a regra de 85 pontos (idade+tempo de contribuição para mulheres) 95 pontos (idade+tempo de contribuição para homens). 
 
Ela já havia sido aprovada pelo Congresso na MP 664, vetada por Dilma. A partir de 2017, no entanto, esse cálculo de 85/95, de acordo com a nova MP, será alterado progressivamente. O texto diz que essas somas de idade e de tempo de contribuição serão majoradas em um ponto em: "1º de janeiro de 2017; 1º de janeiro de 2019; 1º de janeiro de 2020; 1º de janeiro de 2021; e 1º de janeiro de 2022". 
 
Walter Pinheiro disse que pedirá a Renan que tome a mesma atitude que adotou em março, quando devolveu a Medida Provisória 669/2015, referente à desoneração da folha de pagamento de empresas. Para ele, a nova MP introduz uma mudança na aposentadoria apenas a partir de 2017, contrariando os requisitos de urgência e relevância da Constituição para se editar uma medida provisória. "Por um assunto menos urgente, Renan devolveu uma MP", disse Pinheiro. 
 
O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que vai trabalhar pela derrubada por considerá-la inconstitucional. Ele disse que, com a fórmula progressiva, haverá uma regra de aposentadoria para os servidores públicos e outra para a iniciativa privada, o que a Constituição não permite. "É preciso haver isonomia", defendeu.
 
Fonte: Ricardo Pinto/Estadão

Venezuela: Ônibus com senadores brasileiros foi cercado por manifestantes


Ônibus de comitiva liderada por Aécio Neves é apedrejado por manifestantes venezuelanos
                                                            Foto: Reprodução / Twitter María Corina Machado
  
A comitiva de senadores de oposição do Brasil foi cercada por manifestantes em Caracas e, segundo o senador Ronaldo Caiado (DEM), o ônibus foi apedrejado. A comitiva estava a caminho do presídio onde tentariam visitar Leopoldo López, preso político do governo venezuelano comandado por Nicolás Maduro.

Os manifestantes aproveitaram o trânsito engarrafado para cercar o ônibus em que estava os senadores com os gritos de guerra "Chávez não morreu, se multiplicou" e "Fora, fora". Em seu Twitter oficial, o senador Aécio Neves (PSDB) escreveu: "Estamos em Caracas, sitiados em uma via pública. Nossa van foi atacada por manifestantes". A comitiva estava acompanhada de batedores da Polícia Militar da Venezuela.
                                                        
Com o trânsito travado devido "a obras de manutenção", o ônibus com os senadores brasileiros teve de retornar ao aeroporto, mas o terminal onde está o avião da FAB que os aguarda foi fechado. Enquanto o terminal não abre eles aguardam dentro do ônibus. Além de Aécio e Caiado, a comitiva é composta pelos senadores Aloizio Nunes (PSDB), Cássio Cunha Lima (PSDB), Ronaldo Caiado (DEM), Agripino Maia (DEM), Ricardo Ferraço (PMDB) e Sérgio Petecão (PSD).

A ex-deputada venezuelana oposicionista Maria Corina Machado, cassada pelo Parlamento chavista, também acompanha os senadores brasileiros. Os manifestantes deram tapas na lataria do ônibus, que também transporta esposas dos políticos opositores venezuelanos presos.

Segundo o senador Cássio Cunha Lima, logo após desembarcarem em Caracas, ao ingressarem no ônibus, batedores tentaram conduzir o grupo diretamente para o presídio, impedindo desta forma que os parlamentares fossem recebidos pelas esposas dos políticos presos e pela imprensa que aguardava o grupo no saguão do aeroporto. Ainda segundo Cássio Cunha Lima, ao deixarem a aeronave, eles foram filmados pelos militares. "Tivemos que furar o cerco dos batedores venezuelanos para podermos nos encontrar com as esposas", disse.

Na chegada, Aécio Neves ressaltou que as manifestações não só da região, mas de representantes de entidades de outras partes do mundo, podem "sensibilizar" as autoridades venezuelanas para marcar eleições livres e libertar os presos políticos. Há expectativa de que representantes do Parlamento europeu desembarquem nas próximas semanas em Caracas em defesa da libertação dos presos políticos. A visita dos parlamentares brasileiros à Venezuela foi considerada pela deputada Maria Corina Machado, "um gesto histórico". "O governo da Venezuela não quer que o mundo conheça a nossa realidade de perseguição da imprensa e separação dos poderes", disse.

'Manutenção' - O clima na chegada dos parlamentares brasileiros a Caracas foi de muita tensão. Neste momento, o comboio de carros que acompanha os senadores está parado no trânsito por causa de uma manutenção em um túnel da rodovia que liga Caracas à região onde fica o presídio militar de Ramo Verde. De acordo com Maria Corina, a manutenção não estava programada e foi armada para impedir a comitiva de visitar os presos políticos.

Câmera aprova moção de repúdio


Câmara aprova moção de repúdio a episódio envolvendo senadores em Caracas
Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados/reprodução
 
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (18) moção de repúdio ao tratamento dado à comitiva de senadores brasileiros em missão oficial à Venezuela. A moção foi aprovada por unanimidade em votação simbólica. Partidos normalmente simpáticos ao governo da Venezuela também votaram a favor da proposta, como PSOL, PCdoB e PT.
 
Os partidos deixaram claro que se opunham ao episódio que comprometeu a integridade física de parlamentares brasileiros e que a posição desta tarde não tinha viés político contra o governo venezuelano. Deputados se revezaram na tribuna com críticas ao governo venezuelano e a política externa brasileira.
 
Os parlamentares cobram posicionamento do Itamaraty e questionaram a presença do país vizinho no Mercosul. "Presidente Dilma, chame o embaixador brasileiro. Não deixe que atitudes como essa manchem as relações exteriores do Brasil", disse o deputado Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM). Neste momento, os partidos estão indicando os nomes que vão se reunir com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para se informar sobre a situação dos senadores em Caracas.



Fonte:  redação da Veja e BN  e Estadão C/ADPTAÇÕES

FIAT dá férias coletivas a 12 mil funcionários na fábrica em Betim


Fiat dá férias coletivas a 12 mil funcionários da fábrica de Betim -AE
 
A Fiat decidiu dar férias coletivas de dez dias a 12 mil trabalhadores da fábrica de Betim (MG) a partir de 1º de julho. É a terceira vez que a montadora adota essa medida neste ano. O objetivo é adequar a produção à demanda.

Entre 8 e 12 de junho, 16 mil funcionários da produção tiveram férias. Em março, a medida foi adotada para 4 mil pessoas. Do novo grupo de 12 mil funcionários, parte é da linha de montagem - que será totalmente interrompida - e parte é da área administrativa.

De janeiro a maio as vendas de veículos novos caíram 20,9% no País, para 1,106 milhão de unidades. A produção caiu em ritmo próximo - 19,1%, para 1,092 milhão de unidades.
 
Fonte:AE