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sábado, 7 de outubro de 2017

Suicídio do reitor da UFSC reacende debate sobre possíveis abusos da PF

Foto:Maria Luisa Dias/Mafalda Press/Futura Press/reprodução


“A minha morte foi decretada quando fui banido da universidade”, escreveu o reitor e professor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Luiz Carlos Cancellier de Olivo, 59 anos, pouco antes de cometer suicídio. O bilhete foi encontrado no bolso de sua calça. O reitor se jogou da escada rolante de um shopping em Florianópolis. Ele estava sob efeito de remédios e com quadro de depressão desde o mês passado, quando foi preso com outras outras seis pessoas Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal. A prisão ocorreu durante a investigação de desvios em cursos de Educação a Distância (EAD) oferecidos pela UFSC dentro do programa Universidade Aberta no Brasil. De acordo com a PF, Cancellier tentou obstruir as investigações. Durante o encarceramento, ele foi obrigado a vestir o uniforme cor de laranja da prisão. Um dia depois, o reitor foi solto, mas foi proibido de entrar na universidade. “A UFSC era a vida dele, ele amava o que fazia, vivia para aquilo, morava a dois metros da universidade, foi uma humilhação muito grande”, diz Hélio Brasil, advogado do reitor.
Nascido em Tubarão, no sul de Santa Catarina, Cancellier tinha uma história de mais de 40 anos dentro da UFSC. Iniciou os estudos em direito na década de 1970 e depois migrou para o jornalismo, participando de campanhas pela anistia e pelas Diretas-Já. Foi assessor de deputados e senadores catarinenses.


Nos anos 1990, voltou à UFSC, terminou a graduação em direito e fez especializações em Gestão Universitária e Direito Tributário. Em novembro de 2015, foi eleito reitor. “Ele restabeleceu a harmonia na universidade, estava levando-a um caminho muito produtivo. Era um conciliador, sempre dialogou com os alunos”, diz Áureo Moraes, chefe do gabinete do reitor. Segundo Moraes, Cancellier era conhecido pela tolerância. A proibição de entrar na universidade teria sido o estopim para o suicídio.

Divulgação

O jornalista Carlos Damião esteve com o reitor pouco depois da prisão e revela que o sentimento expressado por ele era de total injustiça. “Ele vivia para UFSC, era um cara simples, tinha uma vida extremamente franciscana, desapegado de bens, o que revoltou muita gente. Ele era positivo, de diálogo”, afirma. Na tarde da tragédia, Cancellier, que era separado e tinha um filho, havia combinado de encontrar os irmãos Julio Cancellier e Acioli de Olivo para dar uma volta na Lagoa da Conceição, ponto turístico da cidade. Infelizmente, o encontro não ocorreu. “Ele estava passando por um momento muito difícil, tinha longos silêncios. Ele era um homem brilhante, culto e preferiu nos poupar. Tenho muito orgulho dele”, conta Olivo, irmão do reitor. Na semana passada, os advogados de Cancellier conseguiram uma autorização para que ele voltasse a orientar turmas dos cursos de mestrado e doutorado.

CAMPUS A proibição de entrar na Universidade foi o estopim para o ato desesperado do reitor, tido como “homem brilhante” no meio acadêmico (Crédito:Henrique Almeida/Agecom/UFSC)

Indignação
Em 28 de setembro, Cancellier publicou um artigo no jornal O Globo relatando o constrangimento que sofreu no dia em que estive na prisão. “A humilhação e o vexame a que fomos submetidos — eu e outros colegas da UFSC — há uma semana não tem precedentes na história da instituição”.
A morte do reitor da UFSC reacendeu o questionamento sobre supostos abusos de autoridade e arbitrariedade da Policia Federal em algumas ações. O procurador-geral de Santa Catarina, João dos Passos Martins Neto, cobra uma investigação séria sobre a morte do reitor. “É indispensável a apuração das responsabilidades civis, criminais e administrativas das autoridades policiais e judiciárias envolvidas”, diz. Consultada pela reportagem de ISTOÉ, a Policia Federal não quis comentar o caso. Disse apenas que as investigações da Ouvidos Moucos continuarão.
fonte:Istoéonline/acesso 07/10/17 às 00:10min.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Salvador: Motorista vai responder por morte de passageira que pulou de ônibus em assalto



Motorista assumiu risco ao deixar porta aberta e vai responder por morte de passageira
imagens:Divulgação
Atualizada em 07/10/17 -às 07:38min.

O delegado e coordenador do Grupo Especial de Repressão a Roubos de Coletivos (Gerrc), José Nélis de Araújo, informou que o motorista do ônibus assaltado na região do Iguatemi, na noite desta quinta-feira (06), será indiciado pela morte da passageira Luzenilda Santos Avelino Barbosa, 24 anos. Ela pulou do coletivo em movimento após um assaltante que se passou por baleiro e dois comparsas anunciaram o assalto.
Segundo o delegado, o rodoviário vai responder pela morte por ter deixado a porta aberta, com o veículo em movimento. “Foi falha do motorista: ele abriu a porta fora do ponto e trafegou em velocidade com a porta aberta. (...) Se o motorista para fora do ponto e permite que esses baleiros entrem, ele está testando a idoneidade”, comentou. Uma investigação deve analisar o roubo e outro inquérito se debruçará sobre o homicídio e as lesões corporais culposas nas vítimas.
Reação


O diretor do Sindicato dos Rodoviários, Daniel Mota, considerou a declaração do delegado precipitada. “É preciso ter serenidade e cautela, e não criar responsabilidade antes da conclusão das investigações”, comentou. Sobre a alegada negligência do motorista, ao trafegar com as portas do coletivo abertas, ele pondera: “Não foi uma situação normal, era um assalto! Isso tudo tem que ser levado em consideração”.

Apenas três passageiros e o cobrador, que estava muito emocionado, ainda não foram ouvidos, segundo o delegado. Ele afirma que esse tipo de ação tem sido muito comum na região do Iguatemi.
Falsos baleiros

Ainda conforme Nelis, o recolhimento de guias dos baleiros para identificação já tem sido feito.
“Há poucos meses conversamos com o Sindicato dos Rodoviários para orientar os motoristas para ter cuidado com os falsos baleiros”, declarou Nelis.
O delegado afirma ainda que houve um aumento, neste ano, no número de assaltos com participação de falsos baleiros. “Chamamos a atenção para que não deem carona para eles, e muito menos fora do ponto para baleiros que eles não conhecem”, acrescentou.
Daniel Mota recomenda, a princípio, proibição da entrada de vendedores de balas, com guia, nos ônibus. “Se tem ocorrido aumento nesses tipos de assalto, a Prefeitura e a Secretaria de Mobilidade têm que baixar um decreto proibindo a entrada de baleiros nos ônibus para depois reavaliar como isso é feito”, analisou. Ele afirma que a identificação dos profissionais por coletes não é suficientemente segura.

Relembre o caso

Na noite desta quinta (5), dois homens e uma mulher entraram no coletivo da Integra OT Trans, que fazia a linha Tancredo Neves/Pituba, por volta das 22h30, fingindo ser vendedores de balas.

Eles anunciam o assalto e começam a saquear os passageiros. Houve pânico dentro do ônibus. A passageira Luzenilda Santos Avelino Barbosa, 24, tentou escapar e pulou da porta do ônibus em movimento. Ela morreu após bater a cabeça na pista. Outras quatro pessoas também pularam do coletivo e sofreram ferimentos leves.
Equipes do Gerrc investigam o crime e um dos envolvidos já foi identificado, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP). Até o início da noite desta sexta, nenhum suspeito havia sido preso pelo ataque. Informações sobre os assaltantes podem ser enviadas sigilosamente através do 3235-0000 e 190.

UBAÍRA


Em nota, a C&A lamentou a perda da funcionária e disse que está prestando apoio à familia. Luzenilda, que nasceu no município de Ubaíra, na região de Jequié, no Sudoeste do estado, mora em Salvador desde criança. Ela ficou noiva recentemente e não tinha filhos. Luzenilda vai ser enterrada neste sábado (7), às 10h, no Cemitério do Campo Santo, no bairro da Federação, em Salvador.


fonte:Correio da Bahia

STF autoriza que celulares ligados a Aécio sejam enviados aos EUA para desbloqueio


Senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG)
foto:divulgação


 O STF - Supremo Tribunal Federal autorizou hoje(06) que os celulares ligados ao Senador Aecio Neves(PSDB) de Minas Gerais seja enviado aos EUA para desbloqueio. Confira a reportagem no site da uol, conforme link abaixo.


https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/10/06/stf-autoriza-que-celulares-ligados-a-aecio-sejam-enviados-aos-eua-para-desbloqueio.htm

Irecê: 2ª edição do projeto Tamboretes Culturais acontece neste sábado(7)


                              imagem:divulgação


Com o tema Cultura e Juventude, a prefeitura municipal de Irecê através da Secretaria de
 Cultura vai realiza a 2ª edição do projeto Tamboretes Culturais, desta vez com

O evento, acontece neste sábado (07), às 19h30, na Praça da Prefeitura.

Faz parte da programação um bate-papo com jovens que atuam em diversas áreas culturais, a participação de Helber Durães, falando em internet; Marcos de Assis, sobre teatro; Claudinho do Acordeon e sua música, entre outros.

Participe e seja mais ativo na Cultura da nossa cidade, diz a o convite distribuído a sociedade ireceense.

Em áudio, Joesley promete repassar dinheiro para Presidente do PP Ciro Nogueira


senador-ciro-nogueira-brasilia-20110629-original.jpeg: O senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi gravado por delatores da JBS discutindo repasses de dinheiro
© VEJA O senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi gravado por delatores da JBS discutindo repasses de dinheiro
Em novas gravações entregues à Procuradoria-Geral da República, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, maior processadora de carne do mundo, promete repassar dinheiro para o senador piauiense Ciro Nogueira, presidente do PP. “Agora vai dar para começar…E vamos fazer de 500 em 500”, disse ele, numa conversa realizada em sua casa em São Paulo. “Você me ajudou muito na eleição. Ajudou o meu partido. Eu quero lhe ajudar”, respondeu o parlamentar. VEJA teve acesso com exclusividade a mais um conjunto de áudios apresentados pelos delatores da JBS. Em setembro, ao prestarem depoimento na Polícia Federal, Joesley e o executivo Ricardo Saud afirmaram que pagaram propina a Ciro Nogueira tanto por meio de uma mala de dinheiro como por doações de campanha não contabilizadas.
Enquanto tomava whisky e comia costela, Joesley quis saber mais detalhes da influência de Ciro na Caixa Econômica Federal. “Como você está lá com o Occhi?”, questionou o empresário, referindo-se ao presidente do banco estatal, Gilberto Occhi. O senador do PP respondeu, sem rodeios: “Nós temos lá o presidente…o de operações, o de varejo, que é contratação do Occhi (…) A de habitação é minha. Um cara do Piauí”. O parlamentar ainda demonstra que o seu partido tem influência na Funcef, fundo de pensões dos funcionários da Caixa, e na CaixaPar, braço de investimentos do banco estatal. Tanto uma como a outra controlam um caixa bilionário. Pelo contexto da conversa, não fica claro se Joesley solicitou uma ajuda específica para destravar um negócio na Caixa e se de fato houve pagamento de propina. Em outro trecho da conversa, o parlamentar ainda diz que estava atendendo a um pedido do empresário. “Aquele negócio do seu amigo…Está lá…Só para você saber. Ele montou uma empresa. Na licitação, a empresa que ele montou identificou a proposta (…) Estou vendo se consigo ajudar com outras coisas lá…”
Em outro momento do diálogo, Ciro Nogueira ainda discute com Joesley uma estratégia para exercer influência nas decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão regulador da concorrência de mercado, outra dor de cabeça do empresário. “No que você puder ajudar, até botar…somar…Porque vai nomear mais um e mais um também. Aí, com isso aí, se botar gente nossa, ele pode perder na maioria. Agora é melhor colocar outra pessoa para somar com o Alexandre (Cordeiro de Macedo, conselheiro do Cade indicado pelo PP). Então, botar alguém de vocês. Tem um cara lá que quero ver se o Eunício (Oliveira, presidente do Senado) apadrinha (…) Se eu conseguir botar esse cara, resolvo. Ou então eles botam alguém para somar com o meu. Quero ter a maioria”, disse Ciro. “O que interessa é resolver, né? Vou ver esse negócio do Cade, então”, respondeu o empresário. Naquele momento, a JBS estava em pé de guerra com a Petrobras no Cade para resolver uma disputa envolvendo o preço do gás fornecido pela estatal a uma companhia de Joesley. O imbróglio acarretava perdas de um milhão de reais para uma termelétrica do grupo J&F, dono da JBS.
Lava-Jato – Na conversa a que VEJA teve acesso, Ricardo Saud e o senador Ciro Nogueira também comentam os rumos da Operação Lava-Jato e casos de prisões específicas como a do ex-bilionário Eike Batista. “A prisão do Eike? Qual o motivo da prisão, cara? (…) O cara voltou, denunciou que não tava querendo fugir e qual o motivo?”, questionou o parlamentar. Na sequência, Joesley Batista analisa o riscos de ele próprio e de políticos acabarem atrás das grades.
“A Lava-Jato comemorou três anos, né? Três anos que nós tá vendo esse circo de braço cruzado ainda. Três anos barbarizando, barbarizando (…) mesmo comboio (…) uma conversa com Eduardo Cunha, ele no auge. Eu lembro lé em casa em Brasília ‘Eduardo, c…, nós vai tudo pra cadeia, nós vai preso, Eduardo’. ‘Não, não vamo’. Já passou 2015, 2016 e eu abri o jornal e três anos de Lava-Jato. (…) Essa turma lá só trabalhando”, diz.
No primeiro conjunto de áudios relevados por VEJA, os delatores premiados Joesley Batista e Ricardo Saud já haviam afirmado que detinham um áudio em que o senador Ciro Nogueira falava em “derrubar a Lava-Jato”. Nogueira é um dos investigados na Operação Lava-Jato – e já foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Procurado, Ciro Nogueira ainda não se manifestou sobre as gravações.
fonte;MSN/Estadão

Reforma política: Confira o que muda para 2018?

foto:EBC/reprodução
No último esforço para votar pacotes da reforma política que passem a valer já na eleição do ano que vem, o Senado aprovou nesta quinta-feira (05/10) o projeto que regulamenta um fundo público para financiar campanhas eleitorais.
O texto, relatado na Câmara pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), estabelece regras para utilização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que foi criado, também nesta semana, por meio de outra proposta. No projeto estão estabelecidas normas que vão desde a arrecadação de recursos por meio de financiamento coletivo na internet (crowdfunding) até os critérios de distribuição do dinheiro arrecadado pelo fundo.
As únicas alterações à proposta foram feitas após um procedimento em que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), colocou em votação a impugnação de dois artigos: o que estabelecia um limite para o autofinanciamento de campanhas e o que criava uma brecha para que multas eleitorais fossem pagas com 90% de desconto. A medida, que chegou a ser questionada por alguns senadores, foi aprovada por maioria. Em seguida, em votação simbólica, os senadores aprovaram o projeto.
Para que seja válida nas eleições do ano que vem, é preciso que ambas as propostas sejam sancionadas pelo presidente Michel Temer até o fim desta sexta-feira (06/10), um ano antes do próximo pleito. Já a emenda à Constituição que veda as coligações partidárias em eleições para deputados e vereadores e cria a chamada "cláusula de barreira" foi promulgada na quarta-feira pelo Congresso Nacional.
Confira o que mudará nas regras da eleição de 2018:
Cláusula da barreira
Antes: todos os partidos recebiam uma parcela do fundo partidário, e o tempo de propaganda em emissoras de televisão e de rádio era calculado de acordo com o tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.
Agora: os partidos precisam atingir um desempenho eleitoral mínimo para que tenham direito a obter tempo de propaganda e acesso ao fundo partidário. Para 2018, os partidos terão de obter ao menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove estados, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma deles. Como alternativa, as siglas devem eleger pelo menos nove deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. As exigências aumentarão gradativamente até 2030.
Fundo eleitoral
Antes: não existia. Partidos e candidatos podiam receber doações somente de pessoas físicas e não havia verba pública destinada a campanhas eleitorais.
Agora: com a criação do FEFC – com dinheiro público para financiamento de campanhas eleitorais – os políticos encontraram uma alternativa para obter verba para a eleição, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o financiamento empresarial.
Deste fundo, segue a seguinte distribuição: 2% igualmente entre todos partidos; 35% entre os partidos com ao menos um deputado na Câmara, 48% entre os partidos na proporção do número de deputados na Câmara em 28 de agosto de 2017 e 15% entre os partidos na proporção do número de senadores em 28 de agosto de 2017. O fundo conta com 1,7 bilhão de reais.
Arrecadação
Antes: os candidatos podiam iniciar a arrecadação apenas em agosto do ano da eleição, mas o acesso ao dinheiro estava condicionado ao registro da candidatura.
Agora: os candidatos podem arrecadar recursos em campanhas online (crowdfunding) a partir de 15 de maio do ano eleitoral. Além disso, os partidos podem vender bens e serviços e promover eventos de arrecadação. Empresas estão proibidas de financiar candidatos.
Limite para doações
Antes: pessoas físicas podiam doar até 10% de seus rendimentos brutos.
Agora: essas doações passam a ter um limite de dez salários mínimos. Doações acima deste limite estão sujeitas a multas.
Limite para gastos
Antes: não havia limite para gastos.
Agora: haverá limite de gasto para as campanhas de candidatos, com valores distintos para cada cargo. Presidente: 70 milhões de reais no primeiro turno e metade deste valor para um eventual segundo turno. Governador: entre 2,8 e 21 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Senador: entre 2,5 e 5,6 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Deputado federal: 2,5 milhões de reais. Deputado estadual: 1 milhão de reais.
Debates
Antes: emissoras de televisão e rádio tinham de convidar candidatos de partidos com mais de nove deputados na Câmara dos Deputados.
Agora: esse número foi reduzido para cinco.
Voto impresso
Antes: não havia. O voto de cada eleitor ficava registrado somente na urna eletrônica.
Agora: o projeto da reforma política aprovou a impressão do registro do voto para a eleição de 2018, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já comunicou que não terá orçamento para implementar a medida em todo o Brasil.
Discurso de ódio e fake news
Antes: não havia regulamentação específica para publicações em redes sociais durante campanhas políticas.
Agora: o Congresso aprovou uma lei que exige das empresas responsáveis pelas redes sociais a suspensão de publicações denunciadas por promoção de discurso de ódio ou divulgação de notícias falsas até que seja identificado o autor. A intenção é evitar o uso de perfis falsos para difamar candidatos, mas críticos apontam que há risco de censura.
fonte:MSN/Estadão

Bahia: BB e Correios resolvem manter Banco Postal



Acordo mantém abertas 440 unidades do Banco Postal na Bahia
foto:divulgação/reprodução
Os Correios e o Banco do Brasil chegaram a entendimento para a continuidade dos serviços do Banco Postal e decidiram manter até pelo menos o dia 31 de janeiro de 2018 o funcionamento das 440 unidades que estavam previstas para serem fechadas na Bahia. O anúncio da suspensão do serviço foi divulgado pelo Correios no último dia 29. 
“Nos próximos quatro meses, as duas instituições irão negociar alternativas para viabilizar a permanência da parceria”, afirmou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) em nota enviada nesta quinta-feira (5) ao CORREIO.
Criado em 2002, no final do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e ampliado no governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT), o serviço de Banco Postal dos Correios está presente em praticamente todas as cidades da Bahia.
Durante esse tempo, o Banco Postal tem sido a única opção de serviços bancários em boa parte das cidades onde elas estão instaladas, tendo começado primeiro com operações do banco Bradesco e depois, em 2011, passou para o Banco do Brasil.
No Banco Postal, são oferecidos serviços de abertura de conta corrente (pessoa física e jurídica), cartão de crédito, empréstimos, pagamento de salários, de títulos e convênios e benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
A Empresa de Correios e Telégrafos, que caminha para um processo de privatização, havia informado que o encerramento das atividades das unidades do Banco Postal eram os altos custos com manutenção e segurança das agências.
Depois que as agências do Correios passaram a oferecer o serviço de Banco Postal, muitas delas, sobretudo em pequenas cidades, viraram alvos constantes de bandidos, que sempre agem em início de mês, quando os aposentados recebem o benefício.
De acordo com o INSS, 137.962 aposentados e pensionistas da Bahia recebem benefícios por meio do Banco Postal, que caso venha a fechar, provocará a transferências de 1.231 benefícios para outros municípios.

fonte:Correios da Bahia

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

SP: Ex- presidente dos EUA Barack Obama faz palestra hoje













O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fará uma palestra na manhã desta quinta-feira (05/10) em São Paulo, durante o Fórum Cidadão Global, realizado pelo jornal Valor Econômico, em parceria com o Santander/AAdvantage.
Além de Obama, o evento ainda terá palestras de Martin Wolf, editor e principal comentarista econômico do Financial Times, e de Robert Salomon, professor da Stern School of Business da New York University. José Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo, e Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil, também falarão no evento.
“O presidente Obama é um dos principais defensores do papel do cidadão global do século XXI para superar nossos maiores desafios sociais”, diz Frederic Kachar, diretor executivo da Divisão de Publicação do Grupo Globo, da qual o Valor Econômico faz parte. "Temos a honra de receber o presidente Obama no Brasil, pela primeira vez desde que deixou o cargo, para compartilhar sua perspectiva e ideias únicas entre os principais líderes do nosso país”.
fonte:Valor Econômico