foto:reprodução
A apresentadora Angélica, esposa do também apresentador Luciano Huck, surpreendeu os seguidores nesta quarta-feira (21) ao declarar voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca reeleição em disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).
Em vídeo publicado no Instagram, Angélica falou sobre a emoção de ver os jovens se movimentando em prol da democracia. A apresentadora afirmou que teve medo de falar sobre seu posicionamento político pelo julgamento e ataque do público, porém, entendeu ser necessário.
"Me emociona muito ver tantos jovens ocupando as ruas, as redes sociais levantando suas vozes, defendendo suas causas e participando ativamente das discussões sobre o nosso país. Como mãe, eu acho bonito ver essa geração se mobilizando, mostrando que existe força, esperança, vontade de transformar as coisas e é também olhando para esse movimento que eu encontro coragem pra não deixar essa angustia me paralisar e me impedir de falar sobre aquilo que eu acredito", disse.
Angélica frisa em seu depoimento não ser petista e nem ter um lado político, mas que apoia Lula por acreditar que ele irá manter a democracia no país.
"Sempre fui a favor da alternância de poder, não sou petista, não me vejo como de direita nem de esquerda, mas eu quero viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem uma das outras. Onde quem governa olhe pras pessoas com carinho, sem preconceito, sem debochar da dor e da luta de ninguém [...] e é por tudo isso que eu decidi votar no Lula", afirma.
A declaração de Angélica vem pouco menos de um dia após o posicionamento da mãe de Luciano Huck, a professora e arquiteta Marta Dora Grostein, que em vídeo expôs a luta do filho, Fernando Grostein, após ataques homofóbicos e o voto em Lula.
"Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fez meu filho Fernando sair do Brasil há sete anos. Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado [...] Diante do momento atual, eu voto Lula. A gestão do filho do Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente, as políticas sociais e culturais."
Fonte: BAHIA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO

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