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terça-feira, 28 de maio de 2019

Confira as vagas em 58 cursos ofertados pela UNEB para o SiSU 2019.2


                                      imagem:reprodução
A UNEB - Universidade do Estado da Bahia na  2ª edição de 2019 do SiSU, estará ofertando 770 vagas, além de 295 sobrevagas, distribuídas em 58 opções de cursos. Para concorrer a uma dessas vagas, o candidato deverá se inscrever no SISU através do site http://www.sisu.mec.gov.br   no período de 04 a 07/06/2019.
em até duas opções de cursos, em ordem de preferência. Finalizadas as inscrições, o SISU selecionará automaticamente, os candidatos classificados, de acordo com a nota do Enem 2018, que deverão acompanhar mais informações do SISU na UNEB pelo http://www.sisu.uneb.br.
Confira a relação de cursos com vagas disponíveis em 2019.2, através do quadro de vagas.
fonte:Site da instituição c/adaptações

quinta-feira, 23 de maio de 2019

ProUni 2019.2: Inscrições para Bolsas de 11 a 14/06



Programa Universidade para Todos (ProUni) vai abrir inscrições para bolsas
de estudo em instituições particulares de ensino superior no dia 11 de junho.

O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site  http://prouniportal.mec.gov.br/
As bolsas de estudo ofertadas são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%, e são para o segundo semestre deste ano.
As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.
Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.
Além disso, cada estudante precisa ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.
É preciso ter obtido uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.
O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.
Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.
A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para 18 de junho deste ano. Já a segunda chamada será no dia 2 de julho.
O candidato pré-selecionado deverá comparecer à respectiva instituição de ensino superior para comprovação das informações no período de 18 a 28 de junho, caso tenha sido selecionado na primeira chamada e de 2 a 11 de julho na segunda.
A lista de espera, caso as vagas não sejam ocupadas, fica disponível no site para consulta pelas instituições de ensino no dia 18 de julho.

fonte:Agência Brasil 23/05/19

domingo, 20 de janeiro de 2019

Sisu abre inscrições na terça; veja dicas para conseguir uma vaga


[Sisu abre inscrições na terça; veja dicas para conseguir uma vaga ]

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abre inscrições nesta terça-feira (22) e traz novidades. Especialistas entrevistados pela Agência Brasil dão dicas de como usar o sistema e como aproveitar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para garantir uma vaga no ensino superior público.
Pelo Sisu, os estudantes usam a nota do Enem para ingressar em instituições públicas. Nesta edição, são mais de 235,4 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Logo na inscrição é possível escolher até duas opções de cursos. A lista das vagas pode ser consultada no site do programa.
A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.
“Os candidatos têm que estar atentos a essa mudança. A dica é se inscrever no que realmente deseja trabalhar, entendendo que a universidade é o período em que se vai estudar para ter uma profissão. Tanto a primeira quanto a segunda opção têm que ser marcadas com o que o estudante quer”, diz o coordenador pedagógico do colégio Mopi, Luiz Rafael Silva.
Com o resultado do Enem disponível desde sexta-feira, o analista de ensino superior do Quero Bolsa, Pedro Amâncio, aconselha os candidatos a pesquisar desde já as notas de corte de anos anteriores do curso e da instituição onde desejam ingressar. Além disso, devem analisar se têm possibilidade de estudar em outra cidade, qual o custo de vida e quais as possibilidade de emprego que esse local pode oferecer após formado.
“São várias as variáveis que os alunos têm que olhar na hora da decisão. Acredito que vale a pena olhar para as possibilidades e simulações que a internet proporciona, conversar com amigos. Tudo isso pode ser feito antes da abertura do Sisu”, diz Amâncio. Ele orienta os estudantes a escolherem como primeira opção uma faculdade dos sonhos e, como segunda, uma em que seja possível ingressar.
Notas de corte
Uma vez por dia, o sistema do Sisu divulga as notas de corte de cada um dos cursos disponíveis. Trata-se de uma estimativa com base nos candidatos inscritos até o momento. Embora não seja uma garantia da vaga, é possível usar a informação para orientar a escolha.
“Até o encerramento das inscrições, o estudante consegue observar se há outra instituição, outro turno ou outro estado no qual ele tenha uma colocação melhor, que fique mais próximo da nota de corte”, destaca Silva.
O coordenador pedagógico pondera no entanto, que a situação pode mudar. Ele tem como prova a própria história. Quando foi aprovado para biologia estava 161ª posição para 35 vagas. “Isso é relativo. É interessante que o candidato consulte a nota de corte dos anos anteriores, quantas chamadas teve naquela instituição, para saber se realmente vai conseguir e até onde pode tentar ficar naquela vaga”, aconselha.
Sisu
As inscrições para o Sisu podem ser feitas de terça a sexta-feira (25). O resultado será divulgado no dia 28. A matrícula dos selecionados deve ser feita do dia 30 de janeiro ao dia 4 de fevereiro.
Do dia 28 ao dia 4 de fevereiro, os estudantes que não foram selecionados na chamada regular, em nenhuma das opções, podem manifestar o interesse em participar da lista de espera. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.
fonte:Ag. Brasil

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

MEC lança programa para simular nota no Sisu 2019.1


Imagem relacionada
Agência Brasil - O Ministério da Educação (MEC) lançou um simulador que permite os estudantes saberem quanto precisam tirar no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressar no curso que desejam pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O simulador está disponível na internet.
Ao entrar na página do simulador, o estudante coloca suas notas das disciplinas de ciências da natureza, ciências humanas, linguagem, matemática e redação de qualquer das edições do Enem que tenha participado. Depois, marca a alternativa “ampla concorrência” ou “lei de cotas” e, se desejar, usa os filtros disponíveis.
Caso deseje uma simulação mais específica, pode ainda selecionar algumas das modalidades de concorrência, a região e a unidade da federação de sua preferência, além do curso e turno desejados.
O simulador faz um comparativo com todas as edições passadas do Enem, desde 2010, quando o Sisu foi implantado pela primeira vez, até 2018, mostrando a menor nota que ingressou em determinada graduação, por universidade e edição do Sisu.
Segundo o MEC, o objetivo é manter o simulador sempre atualizado, com dados da última edição do Sisu, e disponível para acesso durante todo o ano, de forma a incentivar o estudante a melhorar o seu desempenho no Enem para obtenção de vaga no curso de graduação desejado.
Inscrições para o Sisu do primeiro semestre começam na próxima terça-feira (22).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

CONFIRA SUA NOTA NO ENEM 2018


Nesta sexta-feira(18), mais de 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado terão acesso às notas das provas. O resultado será divulgado na internet, na Página do participante no link  
 e no aplicativo oficial do Enem.
Os participantes terão acesso a quanto obtiveram em cada uma das provas: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação. 

O que fazer com as notas?
Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 22 a 25 de janeiro. Os estudantes já podem consultar, na página do programa, as vagas disponíveis. São mais de 235,4 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país.
Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com 37 instituições portuguesas. A lista está disponível na página da autarquia. Segundo o Inep, atualmente mais de 1,2 mil brasileiros usaram o Enem para ingressar nessas instituições.
Fonte:Ag. Brasil c/adaptações
imagem:reprodução

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

SiSu 2019.1 vai ofertar mais de 235 mil vagas; confira cursos e cidades


Acesse o site do processo seletivo - SISU
O Ministério da Educação (MEC) informou que o Sistema de Seleção Unificada, o Sisu, vai ofertar, no primeiro semestre do ano que vem, mais de 235 mil vagas distribuídas.
Quem quiser concorrer ao processo seletivo, deverá se inscrever pela internet, no site sisualuno.mec.gov.br    entre os dias 22 e 25 de janeiro. Para disputar a vaga, é preciso que o estudante tenha feito as provas do Exame Nacional de Ensino Médio, o Enem de 2018, e ter tirado nota acima de zero na prova de redação.


É importante lembrar que o edital do Sisu permite que os candidatos se inscrevam em até duas opções de vaga. Se o aluno passar em ambas as vagas, deverá optar por uma delas.
A primeira edição do Sisu 2019 vai ter uma única chamada regular, e o resultado vai ser divulgado no dia 28 de janeiro.
Lembrando que, além de concorrer às vagas do Sisu, os participantes do Enem podem concorrer a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos, o ProUni, e participar do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies.
Confira as Vagas disponibilizadas:


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Confira o quadro de vagas na Uefs via SiSu

Uefs oferece 968 vagas no Sisu; confira o Quadro de Vagas
foto:reprodução
Já está disponível o quadro de vagas dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) para o semestre 2019.1. Ao todo, 968 vagas estão sendo oferecidas para 29 opções de cursos nas áreas de Tecnologia, Exatas e Ciências; Ciências Humanas e Filosofia; Letras e Artes; Ciências Naturais e da Saúde. 
Vale lembrar que o acesso de novos estudantes será, exclusivamente, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).


fonte:Acorda cidade c/adaptações

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

MEC divulga gabarito oficial do Enem 2018


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anisio Teixeira na página do exame. Além dos gabaritos, o Inep divulgou os cadernos de questões aplicados nos últimos dias 4 e 11 a mais de 4 milhões de estudantes em todo o país.
Mesmo com o gabarito, os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele. Dessa forma, o candidato só saberá a sua nota nas provas objetivas após a divulgação do resultado final, em janeiro.
Os resultados individuais do Enem serão divulgados no dia 18 de janeiro.
fonte:Estadão/c/adaptações

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Enem 2018: MEC anula questão que já tinha saído em vestibular no Paraná


                                                imagem:reprodução

O Ministério da Educação (MEC) anulou uma questão da prova de Matemática e suas Tecnologias do Enem 2018 que foi aplicada neste domingo (11). A decisão aconteceu após constatar que o item já tinha saído em vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O MEC informou que instaurou sindicância para apurar responsabilidades.
A questão da prova foi formulado por um professor que compõe o Banco de Elaboradores de Itens do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e, em decorrência do descumprimento dos requisitos de ineditismo e sigilo, a questão está anulada.
A questão foi elaborada em 2012 para o Inep, pelo professor que, à época, estava vinculado à UFPR. No entanto, posteriormente, em 2013, foi utilizada no vestibular da própria Universidade, para ingresso em 2014, o que não deveria ter ocorrido.

O Ministro da Educação, Rossieli Soares, contatou o Reitor da UFPR, Ricardo Fonseca, que colocou a Instituição à disposição para colaborar com a apuração. A Universidade havia celebrado um Acordo de Cooperação Técnica com o Inep para integrar o processo de elaboração e revisão de itens do Banco Nacional de Itens (BNI).

Em nota, o MEC informou que a Comissão de Sindicância irá apurar o ocorrido, que pode culminar em instauração de processos administrativo, cível e/ou criminal. "O Inep investe todos os anos em mecanismos de detecção de conteúdos plagiados e, com o ocorrido, irá reforçar procedimentos que garantam os requisitos de ineditismo e originalidade dos itens que compõem o BNI", diz o comunicado.

Veja lista com o número da questão anulada em cada caderno de prova do Enem 2018:

Caderno Amarelo – 150;
Caderno Cinza – 170;
Caderno Azul – 163;
Caderno Rosa – 180;
Caderno Laranja – 150;
Caderno Verde – 150.

fonte:Correio da Bahia - 12/11/2018 - 22:25min.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Presidente do Inep rebate presidente eleito. "Não é o Governo que manda no Enem”

Foto: Undime-SP
foto:reprodução
Nhaí, amapô! Não faça a loka e pague meu acué, deixe de equê se não eu puxo teu picumã!". A frase em Pajubá —dialeto falado pela comunidade LGBT— fazia parte no último domingo de uma das questões da prova de linguagens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujo objetivo era o de testar os conhecimentos dos estudantes sobre o conceito de dialeto.
Apesar de a linguagem LGBT ser apenas um exemplo para abordar uma questão técnica, ela gerou a insatisfação de muitas pessoas, que acusaram a prova de "doutrinação esquerdista" e de ser mais um exemplo de que as escolas brasileiras estão impregnadas da "ideologia de gênero" —uma expressão criada por grupos católicos que se popularizou como um movimento entre os que discordam da abordagem sobre diversidade sexual e debate sobre papéis e estereótipos de gênero. Os defensores da expressão fazem uma leitura conservadora de uma visão educacional que pressupõe que cada indivíduo tem o direito de escolher o próprio gênero, sem que ele seja definido, necessariamente, pelo sexo biológico.
Entre os críticos do Enem e desta questão em específico está o presidente eleito Jair Bolsonaro. Na segunda-feira, em uma entrevista para o apresentador da TV Bandeirantes, José Luiz Datena, o militar reformado compartilhou sua percepção sobre a última edição do maior vestibular do país. “Ninguém quer acabar com o Enem, mas tem que cobrar ali o que realmente tem a ver com a história e cultura do Brasil, não com uma questão específica LGBT. Parece que há uma supervalorização de quem nasceu assim", disse. Em seu Twitter, um dia depois, ele declarou ainda que o modelo atual do Enem "não funciona" e afirmou que “não devemos fabricar militantes”. Nesta sexta, voltou à carga no Facebook: “Pelo amor de Deus, esse tema, a linguagem particular daquelas pessoas, o que a gente tem a ver com isso? Quando a gente vai ver a tradução, um absurdo”, disse ele. “Pode ter certeza que não vai ter uma questão daquela no ano que vem. Nós vamos tomar conhecimento da prova antes.”
Qual a razão de incluir ideologia e politicagem nos testes que medem o conhecimento dos nossos alunos? Não devemos fabricar militantes, mas preparar o jovem para que se torne um bom profissional no futuro. O modelo atual não funciona, temos péssimos indicativos. É preciso mudar!

27,8 mil pessoas estão falando sobre isso

Mas qual, de fato, é  a interferência do Governo na prova que permite a entrada de estudantes em mais de 500 universidades públicas e privadas brasileiras?
Nenhuma, segundo Maria Inês Fini, presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a autarquia responsável pela realização do Enem. "Não é o Governo que manda na prova", explicou Fini ao EL PAÍS na segunda-feira. A elaboração das questões é de responsabilidade exclusiva da área técnica. “O Inep tem uma diretoria específica de técnicos consagrados que com a ajuda de uma série de educadores e professores universitários de todas as regiões do país elaboram a prova”, disse ela. Maria Inês Fini, que foi cotada para ser ministra da educação no Governo de Bolsonaroexplica que o Inep, por ser uma autarquia governamental, é "alinhadíssimo com o Ministério da Educação", mas a prova é de responsabilidade total do instituto, o que reserva a ele autonomia para elaborar as questões sem intervenção direta do Governo.
"Em momento algum houve qualquer perspectiva de doutrinação, de valorização de uma posição em detrimento da outra", diz ela. "Eu só lamento que algumas leituras tenham sido equivocadas, mas cada pessoa, cada leitor do mundo faz uma interpretação do texto da maneira como quer, não é? Com a sua cultura, com seus valores e com as suas ideologias", completa. Ela afirma que a prova é uma oportunidade para os jovens brasileiros para que eles possam interagir com a tipologia de muitos autores diferentes. Na prova do domingo, havia do hino nacional a textos a respeito de celíacos.
Para Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP e pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional, questões como a do Pajubá, por exemplo, têm uma importância porque refletem uma realidade que já existe na sociedade. Mas isso gera incômodo em quem tem dificuldade em reconhecer a inclusão. "Na verdade, essa expressão ideologia de gênero, que eles inventaram, trata-se de reconhecer a existência de determinadas camadas e ninguém vai mudar a sua orientação sexual ou identidade de gênero porque conheceu", disse o professor.

Polêmicas constantes

Esta não é a primeira vez que a prova desperta polêmicas. Nos últimos anos, com o aumento do acirramento político no país e a organização de movimentos conservadores, a educação tem sido alvo de uma guerra ideológica. Em 2017, por exemplo, a Justiça Federal suspendeu provisoriamente um item do edital do Enem que zerava automaticamente redações que, entre outras coisas, violassem os direitos humanos. Isso aconteceu após uma ação civil movida pela Associação Escola Sem Partido - uma iniciativa de pais e estudantes para combater a "contaminação político-ideológica" que eles acreditam haver nas escolas brasileiras. 
Questão da Prova de Linguagens do Enem 2018
© Reprodução Questão da Prova de Linguagens do Enem 2018

Essa perspectiva de que há um aparelhamento ideológico na educação brasileira também faz parte da plataforma defendida pelo presidente eleito, que tem no próprio Escola Sem Partido uma de suas bandeiras. Entre as metas do novo Governo para a área está o revisionismo sobre a ditadura e um incentivo para que estudantes e pais vigiem os professores em suas aulas. Também há a meta de "expurgar Paulo Freire", um dos principais pedagogos do mundo, das escolas. Esses posicionamentos causam preocupação entre os que defendem o Enem como parte de uma política de democratização do Ensino Superior.
Talita Amaro, cofundadora do maior cursinho popular sem mensalidades do Brasil, o Curso Mafalda, teme que o exame corra riscos de sofrer uma mudança radical na gestão de Bolsonaro. “Em se tratando de um Governo com as tendências já observadas durante a campanha, a depender da direção do Inep e do Ministério da Educação, acho que corremos o risco de termos uma prova enviesada”, disse a estudante de direito da USP que se inscreveu no curso com sua nota do Enem 2017 e já está em sua quarta graduação. Amaro, que realiza o Enem desde 2008, afirma que a prova "é bastante plural ideologicamente e reflete a produção científica em si". Ela observa também que, com o aumento da adesão de universidades federais ao exame, o conteúdo cobrado dos participantes tem sido mais conteudista e menos interpretativo.
Para o professor Alavarse, o Enem poderia sofrer alterações de forma indireta no novo Governo, a depender do que for determinado na Base Nacional Comum do Ensino Médio, um documento que estabelece o currículo mínimo para a última etapa do ensino básico. Para ele, a proposta, que segue em discussão, introduzirá mudanças no conteúdo do que é ensinado, o que pode acarretar em modificações também no exame. "Nós não sabemos qual será a matriz de referência da prova porque não sabemos o que será a Base Nacional do Ensino Médio”, diz. "O futuro do Enem está numa encruzilhada."
fonte: EL País/MSN/Estadão 09/11/18 - 22:03min.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Enem 2018: Presidente eleito critica questões e defende gravação de professores

Bolsonaro critica questões do Enem e defende gravação de professores
O presidente eleito Jair Bolsonaro criticou questões da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicada neste domingo em todo o país. Em entrevista à TV Band, nesta segunda-feira (5), Bolsonaro disse que "é um vexame ver o que cai na prova do Enem" e defendeu que se cobre "o que tem a ver com a questão do Brasil e da cultura".

Na oportunidade, Bolsonaro disse ainda que professores devem se orgulhar e não ficar preocupados com gravações em salas de aula, sugeridas pela deputada estadual eleita por Santa Catarina, Ana Caroline Campagnolo (PSL)

fonte: BN  e Foto: Reprodução / TV Globo/reprodução

domingo, 4 de novembro de 2018

UFPE vai oferecer 6.972 vagas no SiSu de 2019


Campus da UFPE
foto:reprodução/site da instituição
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) vai oferecer 6.972 vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC) para 2019. São 20 vagas a mais do que no ano passado, destinadas para o novo curso de bacharelado em Artes Visuais, ligado ao Centro de Artes e Comunicação (CAC). 
Já o curso de Engenharia Eletrônica, que antes tinha 80 vagas, foi desmembrado em dois, passando a oferecer 40 vagas para o novo curso de Engenharia de Telecomunicações e 40 vagas para Engenharia Eletrônica. 
“Os estudantes devem ficar ligados porque o Enem é pré-requisito para todos os processos seletivos da UFPE, seja o Sisu ou sejam processos diferenciados”, explica o pró-reitor para Assuntos Acadêmicos (Proacad), Paulo Goes. O edital do processo seletivo específico para os cursos de Música (bacharelado em Canto, bacharelado em Instrumento e licenciatura), Dança (licenciatura) será lançado ainda este ano, e o edital para o curso de Letras/Libras (licenciatura) será divulgado em 2019. 
Já os cursos na modalidade a distância (EAD) terão entrada a partir de 2019.2.
É importante que os candidatos fiquem atentos aos 12 cursos que tiveram alterações nos pesos e notas mínimas: Biomedicina, Ciências Biológicas/Ênfase em Ciências Ambientais (bacharelado), Design, Educação Física (bacharelado), Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Física (licenciatura), História (bacharelado), História (licenciatura), Hotelaria, Pedagogia (licenciatura) e Turismo, todos do Campus Recife. Não houve alterações para os cursos do campi de Caruaru e Vitória de Santo Antão.
Outra alteração diz respeito ao bônus de argumento regional, que deixa de ser oferecido para moradores de Goiana (PE) interessados em vagas no Centro Acadêmico de Vitória (CAV). De acordo com a Lei estadual 382/2018, o município passa a fazer parte da Região Metropolitana do Recife (RMR) e não mais da mesorregião da Zona da Mata. As resoluções foram aprovadas em reunião do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) da UFPE na última sexta-feira (19).
Resoluções:

fonte:Site da instituição

Inep divulga tema da redação do Enem 2018





Ano após ano, professores de ensino médio, seja de escola particular ou pública, são questionados pelos alunos em que eles acreditam que seja o tema da redação do processo seletivo do Enem. Esse ano com a temática " Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.  Os estudantes terão  além da redação, 5 horas e 30 minutos para fazer as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, com 90 questões.






fonte:Inep/twitter 

sábado, 3 de novembro de 2018

Enem 2018: Veja quanto você precisa tirar pra ganhar bolsa


Quem faz o Enem 2018 tem chances reais de ganhar uma bolsa de estudo em faculdade particular.
É um processo que exige bastante dedicação, já que esse tipo de benefício vai para quem apresenta as melhores notas.
A pontuação que você precisa tirar no Enem vai variar de acordo com o curso, a faculdade escolhida e até o turno em que deseja estudar.
Quer saber quanto é preciso tirar no Enem 2018 para ganhar a sua? A gente explica tudo a seguir.

Como ganhar bolsa de estudos com a nota do Enem 2018

O caminho mais rápido para conseguir bolsa usando a nota do Enem é por meio do Programa Universidade para Todos, o famoso ProUni.
O processo seletivo ocorre duas vezes por ano. Em 2019, os candidatos que fizeram o Enem em 2018 terão duas chances de ganhar o benefício: uma no primeiro e outra no segundo semestre.
O programa é voltado a estudantes que não têm condições de bancar os custos de uma faculdade particular.
Para concorrer, é necessário apresentar renda familiar dentro dos parâmetros exigidos pelo Ministério da Educação (a gente vai explicar mais adiante) e ter feito todo o ensino médio em escolas da rede pública ou na rede particular com bolsa integral.
O ProUni escolhe os bolsistas por meio da nota do Enem. Aqui vale a tradicional fórmula de quanto mais alta pontuação, maiores as chances de sucesso.
Aliás, falando em nota, a mínima necessária para participar do ProUni é de 450 pontos na média das provas, sem ter zerado a redação.
Isso não quer dizer que quem tem essa pontuação mínima consegue bolsa automaticamente.
Pelo contrário. O programa pode ser bastante concorrido. As notas mínimas necessárias para passar vão variar de acordo com o curso, o turno, a faculdade, a cidade e às vezes até a unidade escolhida.
No momento da inscrição, o candidato pode fazer duas opções de curso. Ele também precisa informar ser irá concorrer por meio de cotas ou pela disputa geral.
No ProUni, o governo distribui bolsas parciais integrais. As parciais vão para candidatos que apresentam renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos por pessoa. As integrais vão para quem tem renda familiar bruta mensal até um salário mínimo e meio por pessoa.
Ah, outra informação super importante: o ProUni também tem bolsas em cursos a distância.

Quanto é preciso tirar no Enem para conseguir bolsa

Como a gente já explicou lá em cima, a nota necessária para ganhar bolsa varia bastante de acordo com o curso.
Graduações muito concorridas, como Medicina, Odontologia, Psicologia e Engenharia podem exigir uma pontuação lá nas alturas.
Para você ter ideia, a gente separou algumas notas médias registradas nos últimos anos em diferentes cursos.
- Acima de 750 pontos - Medicina, algumas engenharias e Direito em faculdades badaladas.
- Entre 650 e 750 pontos - Engenharia, Psicologia, Jornalismo, Arquitetura e Urbanismo, Odontologia, Direito.
- Entre 600 e 650 pontos - Gastronomia, Ciências Contábeis, Administração, Gastronomia, Estatística, Logística, Nutrição, Enfermagem, Biomedicina, Rádio e TV,
- Entre 500 e 600.Pontos -Publicidade e Propaganda, Farmácia, Fisioterapia,
- Entre 450 e 500 pontos -Pedagogia, Matemática, Química, Física, Ciências Sociais, alguns cursos de Administração, alguns de Direito, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão de Turismo, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Financeira, Educação Física
Como você pode ver, dá para entrar em diversos cursos com a nota mínima do ProUni, ou com desempenho um pouco acima do que é exigido para se inscrever. O segredo para conseguir vaga com a sua pontuação é ficar de olho no processo seletivo. A partir do segundo dia de inscrições, o sistema já começa a divulgar as notas de corte, o valor mínimo para entrar em cada vaga.
Ao longo do processo seletivo, você pode comparar essa nota de corte com a que você tem. Se a do sistema estiver acima, dá para mudar de opção quantas vezes quiser. Se estiver abaixo, tudo certo - só não deixe de acompanhar a flutuação, já que elas podem mudar todos os dias.
Caso seja contemplado com uma bolsa do ProUni, o estudante poderá manter o benefício até o final do curso.

As datas do Enem 2018

O Enem 2018 acontece nos dias 4 e 11 de novembro. Os participantes precisam resolver 180 questões de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. Além de tudo, ainda fazem uma redação.
Os resultados devem ser divulgados em janeiro de 2019.
fonte:Guia de Carreira/MSN 03/11/2018-11:18min.