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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brasil: STF confirma suspensão de posse de Vereadores

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (11), por oito votos a um, manter a liminar concedida no mês passado pela ministra Cármen Lúcia, que impede a posse dos vereadores que seriam beneficiados pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia o número de vagas nas câmaras municipais. O julgamento definitivo da ação, entretanto, ainda não tem data para acontecer, pois a Procuradoria Geral da República (PGR) pede que alguns artigos sejam declarados inconstitucionais. Caso a decisão de suspender a ampliação não seja revogada no próximo pleito, a Justiça Eleitoral só poderá validar a criação dos mais de sete mil postos aprovados pelo Congresso Nacional nas eleições de 2012.
Fonte:Bahianotícias

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Brasil: Apagão atinge sete estados

Um blecaute atingiu várias cidades das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil por volta das 22h desta terça-feira (10) horario de Brasilia.A cidade de São Paulo, várias regiões registram falta de energia elétrica. A luz piscou por alguns segundos e, em diversos pontos da região metropolitana, a energia ainda não foi restabelecida ou se encontra bem fraca. Relatos de moradores apontam falta de luz em várias regiões da cidade, no ABC Paulista e no interior e litoral do Estado,faltou luz no Rio de Janeiro e na cidade de Recife. No Centro-Oeste, Campo Grande também foi afetada pelo blecaute.O Estado do Rio Grande do Sul não foi atingido e, segundo a Companhia Estatal de Energia Elétrica, um problema em Itaipu gerou um apagão acima do Paraná, em Estados do Sudeste, Centro-Oeste e parte de Pernambuco.
Fonte:Bahianotícias

domingo, 8 de novembro de 2009

Campeonato Brasileiro série A: Palmeiras reclama muito do árbitro na derrota para o Fluminense

Depois de perder para o Fluminense por 1 a 0, neste domingo, no Maracanã, e deixar a liderança do Campeonato Brasileiro escapar --o São Paulo assumiu a ponta--, os jogadores do Palmeiras saíram de campo revoltados com a arbitragem.
A principal reclamação foi de um gol anulado por Carlos Eugênio Simon. Obina marcou de cabeça no primeiro tempo, mas Simon viu falta do atacante.
"Eu estava na área e o agarra-agarra existe. Fiz o gol e o juiz anulou. Paciência", disse Obina.
Veja o gol anulado de Obina:
Para o meia Diego Souza, quem sofreu falta na jogada foi Obina.
"Para todo o Brasil já está informado que o gol foi totalmente legal. O Obina até sofreu falta. Com isso a gente fica bastante chateado, porque sair na frente é bastante importante", reclamou.
Assim que a partida acabou, o técnico Muricy Ramalho entrou no campo e foi reclamar com Simon. "Eu não costumo nunca ir ao juiz. Fui cumprimentar e dizer que ele errou muito. Eu falei: você errou demais, só isso", explicou o técnico.
O zagueiro Danilo foi outro que deixou o campo revoltado. "Um árbitro de Copa do Mundo... Toda hora erra, p... Foi gol legítimo, c... Apitou p... nenhuma", desabafou, aos berros, o zagueiro, que foi capitão na partida deste domingo.
Mas não foi só o gol anulado de Obina que gerou protestos por parte dos palmeirenses. O lateral Armero levou uma cabeçada de Alan e saiu de campo sangrando. Simon não puniu o jogador do Fluminense.
"Todo mundo viu, tem aqui a marca. Ele [Alan] vem em cima, me bate e o bandeira não fala nada", declarou Armero.
Dirigente irritado
O gerente de futebol Toninho Cecílio foi ainda mais enfático nas críticas."
Faltou coragem para dar um gol legítimo, faltou peito. É inaceitável isso a essa altura do campeonato. É fácil apitar um lance desse, é só dar o gol. O Obina até sofreu a falta, isso ficou claro em todas as imagens. Por que não chama o Simon para dar uma coletiva e explicar? Sérgio Corrêa [presidente da Comissão Nacional de Arbitragem], lidere os árbitros para dar explicação em uma marcação absurda dessa. Por que um árbitro comete um erro crasso e não dá explicação? É uma vergonha, um erro técnico, gravíssimo. Inadmissível", declarou.
" Simon, você já apitou Copa do Mundo, tenha coragem. Futebol é para gente de coragem, personalidade. O Simon foi covarde. Os torcedores estão revoltados, senhor Simon. Vamos ver as providências que serão tomadas, está começando a estragar o campeonato. É pênalti que não dá para as outras equipes. Esse erro não teve dúvida, qualquer árbitro iniciante validaria e ninguém me faz pensar o contrário", continuou.
"Jamais a gente colocou em dúvida o caráter de um árbitro. Ele tem família, tem filho. Eu seria leviano [se fizesse isso]. É um arbitro credenciado, experiente. Errou infantilmente em um jogo decisivo. Isso não dá para aceitar. Foi um erro gravissimo", encerrou.
Outros resultados da rodada:
Atlético-MG- 1 x 3 Flamengo
Barueri 1 x 1 Internacional
Corinthians 2 x 0 Santo André
Atlético-Pr 2 x 0 Goiás
Com esses resultados, o São Paulo é lider da competição seguido pelo Palmeiras,Flamengo e Atlético mineiro, e na zona de rebaixamento, estão o Sport,Nautico, Santo André e o Fluminense que ainda sonha não cair para segunda divisão.

Fonte:folhaonline
(c/acréscimo)
Foto Fred:g1.com

Eleições 2010 : Ministro diz não compactuar com a incompetência do governo Wagner

Em turnê pelo interior do estado, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, esteve em Capim Grosso no sábado (7) para se reunir com lideranças locais que solicitariam obras para o governo federal e acabou, após seu discurso, sendo carregado por pessoas que acompanhavam o ato na Câmara de Vereadores. A população reagiu ao discurso inflamado do prefeito Itamar Rios, que criticou fortemente o governo Wagner e declarou apoio à candidatura de Geddel ano que vem. Logo depois, o próprio ministro discursou e afirmou não compactuar com a incompetência do atual governo.
Fonte:Bahianotícias
Foto:atarde

Educação: Expulsão de estudante repercute na imprensa internacional


A expulsão da ex-estudante de turismo da Uniban, Geisy Arruda(foto), ganhou espaço neste domingo nas versões on-line de alguns dos principais jornais do mundo. Agências de notícias internacionais, como Associated Press e Efe, repercutiram a decisão de expulsar a estudante após ela ter sido xingada nos corredores da universidade, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), por usar um microvestido rosa.
m artigo, o New York Times, destaca o fato de a história de Geisy ter ganhado as manchetes após a estudante ter sido escoltada pela polícia, para que pudesse deixar as dependências da universidade.
Ao final do texto, o jornal diz que, apesar de o Brasil ser conhecido por suas roupas sumárias, a maior parte dos estudantes usam roupas mais modestas nas universidades, como jeans e camisetas.
Outros jornais que deram destaque para o caso de Geisy foram o Guardian e o Daily Telegraph, ambos do Reino Unido. Além disso, a versão on-line da rede americana CBS traz matéria sobre a expulsão da estudante.
Anúncio
No anúncio em que divulgou a expulsão da aluna, a universidade afirma que ela frequentava a unidade com trajes inadequados "indicando uma postura incompatível com o ambiente".
A nota diz ainda que "a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar".
Geisy afirmou à Folha Online neste sábado (7) que a decisão da universidade é absurda. "Eu fui a vítima. Como que eu posso ser expulsa? A vítima é expulsa da faculdade?"
O advogado da universitária, Nehemias Melo, disse que ainda não foi notificado pela universidade a respeito da expulsão. "Fui informado pela imprensa. Lendo a nota, fiquei perplexo. Estou atordoado."
Educadores, advogados e entidades de defesa das mulheres também criticaram a decisão.
Em entrevista ao blog do Josias, o advogado da reitoria da Uniban, Décio Lencioni Machado, disse que a aluna "sempre gostou de provocar os meninos". "O problema não era a roupa, mas a forma de se portar, de falar, de cruzar a perna, de caminhar.


Fonte:Folhaonline

Foto:Fabio Braga/02 Nov 09/Folha imagem

Educação: UNE redivulga nota de repúbio à expulsão de estudante da UNIBAN


A União Nacional do Estudantes (UNE) divulgou neste domingo (8) uma carta de repúdio à expulsão da estudante Geisy Villa Arruda da Uniban por ter entrado em sala com uma microssaia. Pivô de um escândalo na semana retrasada, a aluna foi expulsa da sala e hostilizada por colegas e, dias atrás, foi expulsa da instituição. Segundo a UNE, é lamentável a atitude da universidade e o episódio é vergonhoso, com um desfecho ainda mais esdrúxulo. Os estudantes exigem ainda que a aluna seja reitengrada ao curso e que os responsáveis por sua agressão ao retirá-la da sala de aula à força sejam identificados e punidos. O documento é assinado pela Diretoria de Mulheres da UNE.
fonte:Bahianotícias

Educação: Expulsão da aluna hostilizada na Uniban atesta incompetência, diz entidade


Uniban decidiu expulsar a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada por colegas no dia 22 de outubro. Ela foi xingada nos corredores da universidade, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet.
"Ao expulsar essa menina, a universidade assina seu atestado de incompetência", afirma Samantha Buglione, coordenadora do Cladem (Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher) no Brasil.
"O espaço que deveria promover a discussão está tendo atitudes simplificadas e autoritárias", diz ela. "Para a universidade ser intolerante em questões de moralidade neste nível é porque ela está completamente desvirtuada do que deveria ser", afirmou.
As opiniões de Buglione refletem um pouco a contrariedade de boa parte dos educadores, advogados e entidades de defesa das mulheres ouvidos pela Folha sobre a punição da Uniban à jovem que foi hostilizada ao usar um vestido curto.
Geisy Arruda, 20, que foi expulsa da Uniban após ser hostilizada por colegas por usar um microvestido rosa
Para Buglione, a função da Uniban era promover um debate, e não mandar a estudante embora. "Esse caso é uma excelente metáfora para mostrar como a universidade não está mais sendo universidade", afirma ela, que também é professora de direito da Univali (Universidade do Vale do Itajaí).
"Como é uma instituição que se propõe a fazer um trabalho educativo, a expulsão deveria ser a última medida", avalia Sabrina Moehlecke, doutora em educação pela USP e professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Ressalvando falar em tese, por não ter acompanhado detalhes do caso, ela acrescenta: "Mesmo que as pessoas venham com hábitos, formas de agir e de se vestir inadequados, a instituição tem a função de criar formas de lidar com isso".
O promotor de Justiça Roberto Livianu, do Movimento do Ministério Público Democrático, afirma que a decisão é um "exagero", "foge à razoabilidade" e lembra "posturas fundamentalistas islâmicas".
O professor de direito constitucional João Antonio Wiegerinck avalia que a expulsão só ocorreu devido à repercussão do tema na mídia, e não pelo comportamento da aluna. Ele afirma que a roupa da jovem era inadequada ao ambiente de estudo. "Faltou bom senso à estudante. Mas dou aula há mais de oito anos. Há roupas piores."
Segundo Wiegerinck, é praxe nas instituições de ensino regulamentos para punir alunos por comportamentos do tipo. Mas ele ressalta a necessidade de uma gradação para os casos de reincidência --como advertência e suspensão, sempre por atos formais, e não verbais.
Ato público
Para Sônia Coelho, militante da SOF (Sempreviva Organização Feminista), a expulsão da estudante é um retrocesso e mostra a falta de compromisso da instituição com a educação.
"É preciso trabalhar prevenindo a violência. O contrário do que a universidade está fazendo. A aluna deveria ser acolhida, e os alunos, educados."
A SOF afirma ter buscado contato com a universidade para propor um ciclo de debates sobre a violência contra a mulher. Sem sucesso, decidiu fazer um ato público no dia 18 na frente da Uniban --que, com a expulsão, pode ser antecipado.
A decisão da universidade, ao ver a reação contra a jovem como defesa do ambiente escolar, diz Sônia Coelho, põe em risco todas as mulheres. "Qualquer uma que se vista com um short ou vestido pode ser abordada de forma pior. Daqui a pouco as mulheres serão apedrejadas."
A fundadora da União de Mulheres de São Paulo, Maria Amélia de Almeida Teles, diz que a atitude da Uniban mostra que ainda existe discriminação e reforça a existência do preconceito: "É difícil acreditar que em pleno século 21 a mulher não tenha direito a dispor de seu próprio corpo e a se vestir da maneira que desejar".



Fonte:Folhaonline
Folha de São Paulo
Foto:Marlene Bergamo/Folha imagem

São Paulo:Universidade expulsa estudante

A Universidade Bandeirante (Uniban) publicou anúncio nas edições deste domingo (8) de alguns dos principais jornais de São Paulo informando que a aluna do curso de turismo Geysi Villa Nova Arruda foi desligada “do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”. O assessor jurídico da Uniban, Décio Lecioni Machado, disse que o vestido curto que Geysi usava no dia da confusão não motivou a expulsão. Segundo ele, foram gestos e atitudes que a aluna já manifestava “há tempos” que provocaram o tumulto e, conseqüentemente, o desligamento da universidade. Apesar da afirmação, o assessor jurídico não quis entrar em detalhes sobre que tipo de gestos e atitudes seriam esses, suficientes para justificar a expulsão. Já a estudante, afirmou na noite deste sábado (7) que nem ela e nem seus advogados foram notificados da decisão da universidade até o momento. “Primeiro quero ter certeza que isso é verdade. Se isso for confirmado, alguma coisa tem de ser feita”, declarou. A Uniban informou que já tentou notificar a estudante, mas ainda não conseguiu.
Fonte:Bahianotícias