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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Artigo: "As cotas para negros: por que mudei de opinião" por Dr. William Douglas (Juiz Federal)


William DouglasWilliam Douglas, juiz federal (RJ), mestre em Direito (UGF), especialista em Políticas Públicas e Governo (EPPG/UFRJ), professor e escritor, caucasiano e de olhos azuis.

Roberto Lyra, Promotor de Justiça, um dos autores do Código Penal de 1940, ao lado de Alcântara Machado e Nelson Hungria, recomendava aos colegas de Ministério Público que "antes de se pedir a prisão de alguém deveria se passar um dia na cadeia". Gênio, visionário e à frente de seu tempo, Lyra informava que apenas a experiência viva permite compreender bem uma situação.

Quem procurar meus artigos, verá que no início era contra as cotas para negros, defendendo - com boas razões, eu creio - que seria mais razoável e menos complicado reservá-las apenas para os oriundos de escolas públicas. Escrevo hoje para dizer que não penso mais assim. As cotas para negros também devem existir. E digo mais: a urgência de sua consolidação e aperfeiçoamento é extraordinária.

Embora juiz federal, não me valerei de argumentos jurídicos. A Constituição da República é pródiga em planos de igualdade, de correção de injustiças, de construção de uma sociedade mais justa. Quem quiser, nela encontrará todos os fundamentos que precisa. A Constituição de 1988 pode ser usada como se queira, mas me parece evidente que a sua intenção é, de fato, tornar esse país melhor e mais decente. Desde sempre as leis reservaram privilégios para os abastados, não sendo de se exasperarem as classes dominantes se, umas poucas vezes ao menos, sesmarias, capitanias hereditárias, cartórios e financiamentos se dirigirem aos mais necessitados.

Não me valerei de argumentos técnicos nem jurídicos dado que ambos os lados os têm em boa monta, e o valor pessoal e a competência dos contendores desse assunto comprovam que há gente de bem, capaz, bem intencionada, honesta e com bons fundamentos dos dois lados da cerca: os que querem as cotas para negros, e os que a rejeitam, todos com bons argumentos.

Por isso, em texto simples, quero deixar clara minha posição como homem, cristão, cidadão, juiz, professor, "guru dos concursos" e qualquer outro adjetivo a que me proponha: as cotas para negros devem ser mantidas e aperfeiçoadas. E meu melhor argumento para isso é o aquele que me convenceu a trocar de lado: "passar um dia na cadeia". Professor de técnicas de estudo, há nove anos venho fazendo palestras gratuitas sobre como passar no vestibular para a EDUCAFRO, pré-vestibular para negros e carentes.
Mesmo sendo, por ideologia, contra um pré-vestibular "para negros", aceitei convite para aulas como voluntário naquela ONG por entender que isso seria uma contribuição que poderia ajudar, ou seja, aulas, doação de livros, incentivo. Sempre foi complicado chegar lá e dizer minha antiga opinião contra cotas para negros, mas fazia minha parte com as aulas e livros. E nessa convivência fui descobrindo que se ser pobre é um problema, ser pobre e negro é um problema maior ainda.

Meu pai foi lavrador até seus 19 anos, minha mãe operária de "chão de fábrica", fui pobre quando menino, remediado quando adolescente. Nada foi fácil, e não cheguei a juiz federal, a 350.000 livros vendidos e a fazer palestras para mais de 750.000 pessoas por um caminho curto, nem fácil. Sei o que é não ter dinheiro, nem portas, nem espaço. Mas tive heróis que me abriram a picada nesse matagal onde passei. E conheço outros heróis, negros, que chegaram longe, como Benedito Gonçalves, Ministro do STJ, Angelina Siqueira, juíza federal. Conheço vários heróis, negros, do Supremo à portaria de meu prédio.

Apenas não acho que temos que exigir heroísmo de cada menino pobre e negro desse país. Minha filha, loura e de olhos claros, estuda há três anos num colégio onde não há um aluno negro sequer, onde há brinquedos, professores bem remunerados, aulas de tudo; sua similar negra, filha de minha empregada, e com a mesma idade, entrou na escola esse ano, escola sem professores, sem carteiras, com banheiro quebrado. Minha filha tem psicóloga para ajudar a lidar com a separação dos pais, foi à Disney, tem aulas de Ballet. A outra, nada, tem um quintal de barro, viagens mais curtas. A filha da empregada, que ajudo quanto posso, visitou minha casa e saiu com o sonho de ter seu próprio quarto, coisa que lhe passou na cabeça quando viu o quarto de minha filha, lindo, decorado, com armário inundado de roupas de princesa. Toda menina é uma princesa, mas há poucas das princesas negras com vestidos compatíveis, e armários, e escolas compatíveis, nesse país imenso. A princesa negra disse para sua mãe que iria orar para Deus pedindo um quarto só para ela, e eu me incomodei por lembrar que Deus ainda insiste em que usemos nossas mãos humanas para fazer Sua Justiça. Sei que Deus espera que eu, seu filho, ajude nesse assunto. E se não cresse em Deus como creio, saberia que com ou sem um ser divino nessa história, esse assunto não está bem resolvido. O assunto demanda de todos nós uma posição consistente, uma que não se prenda apenas à teorias e comece a resolver logo os fatos do cotidiano: faltam quartos e escolas boas para as princesas negras, e também para os príncipes dessa cor de pele.

Não que tenha nada contra o bem estar da minha menina: os avós e os pais dela deram (e dão) muito duro para ela ter isso. Apenas não acho justo nem honesto que lá na frente, daqui a uma década de desigualdade, ambas sejam exigidas da mesma forma. Eu direi para minha filha que a sua similar mais pobre deve ter alguma contrapartida para entrar na faculdade. Não seria igualdade nem honesto tratar as duas da mesma forma só ao completarem quinze anos, mas sim uma desmesurada e cruel maldade, para não escolher palavras mais adequadas.

Não se diga que possamos deixar isso para ser resolvido só no ensino fundamental e médio. É quase como não fazer nada e dizer que tudo se resolverá um dia, aos poucos. Já estamos com duzentos anos de espera por dias mais igualitários. Os pobres sempre foram tratados à margem. O caso é urgente: vamos enfrentar o problema no ensino fundamental, médio, cotas, universidade, distribuição de renda, tributação mais justa e assim por diante. Não podemos adiar nada, nem aguardar nem um pouco.

Foi vendo meninos e meninas negros, e negros e pobres, tentando uma chance, sofrendo, brilhando nos olhos uma esperança incômoda diante de tantas agruras, que fui mudando minha opinião. Não foram argumentos jurídicos, embora eu os conheça, foi passar não um, mas vários "dias na cadeia". Na cadeia deles, os pobres, lugar de onde vieram meus pais, de um lugar que experimentei um pouco só quando mais moço. De onde eles vêm, as cotas fazem todo sentido.

Se alguém discorda das cotas, me perdoe, mas não devem faze-lo olhando os livros e teses, ou seus temores. Livros, teses, doutrinas e leis servem a qualquer coisa, até ao nazismo. Temores apenas toldam a visão serena. Para quem é contra, com respeito, recomendo um dia "na cadeia". Um dia de palestra para quatro mil pobres, brancos e negros, onde se vê a esperança tomar forma e precisar de ajuda. Convido todos que são contra as cotas a passar conosco, brancos e negros, uma tarde num cursinho pré-vestibular para quem não tem pão, passagem, escola, psicólogo, cursinho de inglês, ballet, nem coisa parecida, inclusive professores de todas as matérias no ensino médio.

Se você é contra as cotas para negros, eu o respeito. Aliás, também fui contra por muito tempo. Mas peço uma reflexão nessa semana: na escola, no bairro, no restaurante, nos lugares que freqüenta, repare quantos negros existem ao seu lado, em condições de igualdade (não vale porteiro, motorista, servente ou coisa parecida). Se há poucos negros ao seu redor, me perdoe, mas você precisa "passar um dia na cadeia" antes de firmar uma posição coerente não com as teorias (elas servem pra tudo), mas com a realidade desse país. Com nossa realidade urgente. Nada me convenceu, amigos, senão a realidade, senão os meninos e meninas querendo estudar ao invés de qualquer outra coisa, querendo vencer, querendo uma chance.

Ah, sim, "os negros vão atrapalhar a universidade, baixar seu nível", conheço esse argumento e ele sempre me preocupou, confesso. Mas os cotistas já mostraram que sua média de notas é maior, e menor a média de faltas do que as de quem nunca precisou das cotas. Curiosamente, negros ricos e não cotistas faltam mais às aulas do que negros pobres que precisaram das cotas. A explicação é simples: apesar de tudo a menos por tanto tempo, e talvez por isso, eles se agarram com tanta fé e garra ao pouco que lhe dão, que suas notas são melhores do que a média de quem não teve tanta dificuldade para pavimentar seu chão. Somos todos humanos, e todos frágeis e toscos: apenas precisamos dar chance para todos.

Precisamos confirmar as cotas para negros e para os oriundos da escola pública.

 Temos que podemos considerar não apenas os deficientes físicos (o que todo mundo aceita), mas também os econômicos, e dar a eles uma oportunidade de igualdade, uma contrapartida para caminharem com seus co-irmãos de raça (humana) e seus concidadãos, de um país que se quer solidário, igualitário, plural e democrático. Não podemos ter tanta paciência para resolver a discriminação racial que existe na prática: vamos dar saltos ao invés de rastejar em direção a políticas afirmativas de uma nova realidade.

Se você não concorda, respeito, mas só se você passar um dia conosco "na cadeia". Vendo e sentindo o que você verá e sentirá naquele meio, ou você sairá concordando conosco, ou ao menos sem tanta convicção contra o que estamos querendo: igualdade de oportunidades, ou ao menos uma chance. Não para minha filha, ou a sua, elas não precisarão ser heroínas e nós já conseguimos para elas uma estrada. Queremos um caminho para passar quem não está tendo chance alguma, ao menos chance honesta. Daqui a alguns poucos anos, se vierem as cotas, a realidade será outra. Uma melhor. E queremos você conosco nessa história.

Não creio que esse mundo seja seguro para minha filha, que tem tudo, se ele não for ao menos um pouco mais justo para com os filhos dos outros, que talvez não tenham tido minha sorte. Talvez seus filhos tenham tudo, mas tudo não basta se os filhos dos outros não tiverem alguma coisa. Seja como for, por ideal, egoísmo (de proteger o mundo onde vão morar nossos filhos), ou por passar alguns dias por ano "na cadeia" com meninos pobres, negros, amarelos, pardos, brancos, é que aposto meus olhos azuis dizendo que precisamos das cotas, agora.

E, claro, financiar os meninos pobres, negros, pardos, amarelos e brancos, para que estudem e pelo conhecimento mudem sua história, e a do nosso país comum pois, afinal de contas, moraremos todos naquilo que estamos construindo.
Então, como diria Roberto Lyra, em uma de suas falas, "O sol nascerá para todos. Todos dirão - nós - e não - eu. E amarão ao próximo por amor próprio. Cada um repetirá: possuo o que dei. Curvemo-nos ante a aurora da verdade dita pela beleza, da justiça expressa pelo amor."
Justiça expressa pelo amor e pela experiência, não pelas teses. As cotas são justas, honestas, solidárias, necessárias. E, mais que tudo, urgentes. Ou fique a favor, ou pelo menos visite a cadeia.

Fonte:PCI concursos/reprodução em 12/11/13

Caso Joaquim: Delegado diz que crime pode ter sido premeditado



                                                Delegado responsável pela apuração -foto:reprodução

O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pela investigação do caso Joaquim, disse em entrevista coletiva nesta terça-feira, em Ribeirão Preto (SP), que o crime pode ter sido premeditado pelo principal suspeito, o padrasto da vítima Guilherme Raymo Longo. “É isso que a gente precisa analisar: qual foi a motivação do crime. Há alguns indícios de que tenha sido planejado previamente”, falou.

O padrasto de Joaquim deve prestar depoimento nesta terça. As versões dos dois suspeitos serão confrontadas para serem usadas em uma futura acareação. “Os dois estão em sentidos opostos, mas como eles ficaram muito tempo juntos, a acareação será mais para frente após ouvirmos os dois”, contou o delegado.


Joaquim ao lado do padrasto, apontado como principal suspeito do crime Foto: Facebook / Reprodução
Joaquim ao lado do padrasto, apontado como principal suspeito do crime
Foto: Facebook / Reprodução

Natália e Guilherme tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada. Segundo a polícia, a expectativa é de que até o término deste prazo, os laudos e provas periciais estejam prontos para reforçar as hipóteses levantadas pela investigação. Novas testemunhas, como o pai de Guilherme, deverão ser convocadas para prestar esclarecimentos. Além disso, a polícia aguarda os resultados dos exames necroscópicos para comprovar a causa da morte de Joaquim.

Fonte:Portal Terra

Campinas: UNICAMP divulga gabarito oficial do vestibular

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou nesta terça-feira, 12, o gabarito oficial da prova de primeira fase do processo seletivo da instituição. Mais de 68,7 mil candidatos fizeram o teste com questões de múltipla escolha nesse domingo, 10, em 18 cidades do País.
Os candidatos disputam 3.460 vagas em 69 cursos. Essa edição teve recorde em número de candidatos presentes na prova - a abstenção foi a menor (6,9%) desde 2011.

A prova foi composta de duas redações e 48 testes. A primeira proposta de redação exigia que o candidato escrevesse uma carta às autoridades municipais sobre mobilidade urbana. A segunda pedia um relatório de ações culturais realizadas em um colégio. As questões de múltipla escolha foram marcadas por conteúdos de atualidade, como a Primavera Árabe, e uma imagem de Che Guevara desenhada por Andy Warhol.

Fonte:Estadão

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Eleições 2014: Dilma irá fazer substituições nos ministérios


                                       Dilma e o ex- presidente Lula de olho em 2014 -foto:reprodução

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (11) que irá realizar "substituições" na sua equipe ministerial no fim do ano, nas vagas de ministros que eventualmente participarão de campanhas em seus Estados no ano que vem.

Em conversa com jornalistas após a assinatura de atos no Palacio de Gobierno, em Lima, no Peru, Dilma disse que pretende fazer uma reforma ministerial, dando a entender que colocaria ao menos os secretários executivos das pastas no lugar dos titulares.

"É muito possível [que ministros deixem o governo para iniciar a campanha]. Vou fazer substituições. Agora já dei a notícia", disse Dilma. As mudanças, por lei, teriam que acontecer apenas em abril, quando candidatos que têm cargos no Executivo devem se desincompatibilizar.

A reforma ministerial com vistas a 2014 é especulada desde meados deste ano, quando a presidente iniciou veladamente uma maratona de eventos e anúncios e manifestou seu apoio às candidaturas de ministros como Alexandre Padilha (Saúde), para o governo de São Paulo, e de Fernando Pimentel (Desenvolvimento), para o governo de Minas Gerais.

Nesta segunda-feira, inclusive, visitou Lima acompanhada de Pimentel e ampliou discussões nas áreas de atuação de Padilha. No entanto, quando questionada se a troca de farpas entre seus aliados, o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), e o prefeito Fernando Haddad (PT), poderia respingar na campanha do ano que vem, disse que não falaria de eleição.
"Estou aqui fazendo uma visita de Estado e vocês estão perguntando de eleição", disse Dilma.

Na edição desta segunda-feira da Folha, Kassab atacou seu sucessor, contra quem usou termos como "má-fé", "desonestidade" e "desrespeitoso". Foi a primeira vez que o ex-prefeito e presidente do PSD criticou o petista. Foi também uma resposta à entrevista de Haddad à Folha em que o prefeito disse ter encontrado a prefeitura em situação de "descalabro" e "degradação".

Fonte:Folhaonline.

Salvador: Secretário da Fazenda Mauro Ricardo envia carta a jornalista do BN

Recebi, do Secretário municipal da Fazenda, Mauro Ricardo, as seguintes explicações sobre os problemas que emergiram na prefeitura de São Paulo, envolvendo auditores fiscais. 

“Prezado Samuel Celestino, Com relação ao texto da sua coluna deste domingo, gostaria de esclarecer que sou funcionário público federal de carreira há mais de 30 (trinta) anos e já tive a oportunidade de ocupar cargos de direção em diversos órgãos públicos, em várias cidades do país, e em todos, minha conduta sempre foi pautada pelo irrestrito atendimento ao interesse público. Ressalto que em todos os órgãos nos quais fui gestor tive as prestações de contas aprovadas pelos respectivos tribunais de contas e nunca tive condenações na justiça, o que comprova meu cuidado e correção com a aplicação das leis e normas que regem o serviço público. Na Secretaria de Finanças do município de São Paulo, onde estive em duas oportunidades, sempre imprimi uma gestão voltada à modernização da administração fazendária, com dois focos principais: a redução de despesas de custeio da máquina e das dividas, bem como a ampliação de receitas, via combate a sonegação e a inadimplência. Este modelo mostrou-se muito efetivo e propiciou um incremento do orçamento do município de São Paulo em cerca de 220%, com a arrecadação saltando de cerca R$ 13 bilhões em 2004 para mais de R$ 42 bilhões no presente exercício". Clique aqui para ler a carta na íntegra.

Fonte:BN/reprodução

domingo, 10 de novembro de 2013

Ribeirão Preto: Corpo do menino Joaquim é encontrado num rio


                                         Foto: Joaquim/reprodução
        
Acabou o mistério envolvendo o desaparecimento de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que estava sumido desde terça-feira, 5, em Ribeirão Preto (SP). Seu corpo foi localizado no final da manhã deste domingo, 10, no rio Pardo, na zona rural de Barretos (SP). Quem achou foi o dono de uma fazenda que acionou o Corpo de Bombeiros.


O local onde ele estava fica a cerca de 150 quilômetros de Ribeirão Preto. O menino estava com o pijama que usava para dormir no dia em que sumiu e foi reconhecido pela mãe, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, e pelo pai, Arthur Paes.


Uma das possibilidades é que Joaquim tenha sido jogado no córrego Tanquinho, que passa perto de sua casa e que vai desaguar no rio Pardo. Como choveu muito durante a semana, o corpo teria sido levado pelas águas até Barretos. Após ser encontrado, o corpo foi mandado para o IML (Instituto Médico Legal) de Barretos. Ele foi examinado e um laudo deverá apontar as causas da morte. Policiais querem saber se o garoto morreu mesmo afogado, se sofreu alguma violência e outras informações que possam ajudar a elucidar o caso.
A localização do corpo ocorreu por volta das 11h30 e pouco tempo depois policiais militares se deslocaram para a casa do menino, no Jardim Independência, em Ribeirão Preto.

O objetivo foi fazer um cerco preventivo para evitar que a mãe e o padrasto pudessem deixar o local, já que são vistos como suspeitos. Desde o início das buscas a Polícia Civil vinha apostando suas fichas que o menino estaria no rio. A suspeita aumentou após um cão farejador da polícia apontar que o menino teria ido de sua casa até o córrego na companhia do padrasto, Guilherme Longo. Ele, por sua vez, se defendeu dizendo que sempre ia ao córrego com o garoto e que, por isso, a descoberta não queria dizer nada.


Fonte:Rose Moreira/ag.Estado


Suriname: Filho do Presidente é acusado de terrorismo nos EUA

Dino Bouterse, filho do presidente do Suriname, Desi Bouterse, preso nos Estados Unidos sob a suspeita de tráfico de drogas, é acusado também de oferecer seu país para a instalação de uma base do grupo terrorista libanês Hizbolá, que tem o apoio do Irã.

Promotores apresentaram gravações de Dino Bouterse aceitando um “pagamento inicial” de US$ 2 milhões pelo favorzinho aos terroristas, que usariam o Suriname para atacar alvos norte-americanos. O que o primeiro-filho não sabia é que estava negociando com agentes infiltrados.

Fonte:DiáriodoPoder

Quatro suspeitos de assaltar o BB de Mucugê morrem em confronto com a polícia

Quatro suspeitos de envolvimento com assalto a bancos e tráfico de drogas foram mortos em confronto com a polícia neste sábado (9), em Cafarnaum, a 430 quilômetros de Salvador. Eles foram surpreendidos na zona rural, no povoado do Recife, por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado do Semiárido (Cipe) e da Polícia Civil de Seabra.
O grupo estava com armas nas mãos e ingerindo bebidas alcoólicas em frente a uma casa no momento da abordagem. De acordo com a delegada Isabel Cristine Soares, plantonista da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê), denúncias anônimas indicavam que os suspeitos estavam comemorando o assalto ao Banco do Brasil de Mucugê, ocorrido na última quinta-feira (6).
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“Ao avistarem os policiais se aproximando, eles efetuaram os disparos e houve troca de tiros”, diz a delegada. Os quatro suspeitos morreram no local.

Câmeras de segurança da agência flagraram a ação dos bandidos em Mucugê.

Seis armas foram apreendidas com o grupo, sendo 4 rifles calibres 22 e 44, além de duas pistolas 9mm e uma cartucheira. No bolso da calça de um deles, os policiais encontraram 1.617. Já dentro do imóvel foram apreendidas quase 400 pedras de crack e quase 200 trouxinhas de cocaína. Uma moto CG prata também foi localizada.
As buscas aos outros integrantes da quadrilha continuam na região.

Fonte: Itaberaba notícias/reprodução