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terça-feira, 9 de maio de 2017

Jequié: Prefeitura entrega kits escolares e tamanho das mochilas vira piada na Internet

Jequié: Prefeitura entrega kits escolares e tamanho das mochilas vira piada na Internet
Foto: Leitor BN / WhatsApp/reprodução
Uma situação inusitada ocorreu em Jequié na última sexta-feira (5). A prefeitura local entregou kits escolares para alunos da rede pública de ensino contendo mochila, estojo, lápis, caneta e borracha. Até aí tudo bem. Só que quando as crianças menores foram experimentar os novos acessórios algo curioso aconteceu:


Aparentemente, o tamanho único do apetrecho não foi pensado para as crianças mais novas, que literalmente "cabem" nas mochilas. A internet não perdoou e a foto da criança já foi compartilhada em grupos do Facebook. "Vocês que não entenderam. Mochila para crianças é na verdade mochila para GUARDAR crianças", disse uma internauta. Em outro comentário falaram: "Acho que era para botar as crianças dentro com a cabecinha para fora e alguém levar, porque não é possível". A prefeitura não comentou sobre o caso, mas divulgou a entrega dos kits no Facebook.

fonte:BN

Salvador: Jaques Wagner critica 'obsessão' de Moro por Lula: virou torcida organizada


                                  
                      "Conheci Lula morando em um apartamento e depois de eleito morando no mesmo apartamento",diz Wagner-foto:reprodução
Um dos nomes mais próximos a Lula, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, criticou a maneira como o juiz Sérgio Moro se comporta na condução das investigações contra o ex-presidente, especialmente nos preparativos para o depoimento que o petista prestará na quarta-feira (10), em Curitiba. Moro chegou a publicar um vídeo nas redes sociais pedindo que os apoiadores da Lava Jato não fossem à sede da Justiça Federal na quarta a fim de evitar tumulto contra eventuais grupos favoráveis a Lula.
“Está tudo de cabeça para baixo. O juiz tem que ser a pessoa mais discreta. A Justiça tem venda nos olhos para não olhar quem está julgando. Virou torcida organizada, virou time de futebol. Virou ditadura, é uma tortura psicológica. Prende por dois anos, se não falar o que quero fica preso. Acho até nobre que ele não queira que tenha confusão, mas daí fazer jogo... Ouvi um comentário interessante que, se está um contra o outro [Lula X Moro], quem é que vai arbitrar?”, argumentou, em entrevista ao programa Se Liga Bocão, na Itapoan FM, nesta segunda-feira (8).
“Já tiraram a Dilma no tapetão e agora querem tirar Lula no tapetão também. Lula está doido para dar esse depoimento. O advogado pode estar preocupado porque se for questionado sobre os contratos talvez não tenha tido tempo de ler tudo. A defesa tinha pedido nota de três contratos, a Petrobras, a Justiça seguraram isso, entregaram sexta-feira mais de 60 mil páginas, não houve tempo de analisar”, acrescentou.
Wagner disse que tem escutado com frequência pessoas, inclusive as que não simpatizam com o ex-presidente, dizerem que a Lava Jato tem tido inclinação partidária e “obsessão” pela condenação, num processo que se arrasta a anos sem provas.
“Sinto o presidente muito seguro, indignado e doido para provar. Conheci Lula morando em um apartamento e depois de eleito morando no mesmo apartamento. Ele não tem paixão por patrimônio. A vaidade dele é a política. A paixão dele é a política e o povo brasileiro. Os caras estão com obsessão de condenar ele”, finalizou.

Fonte:Gilberto Jr/Bocãonews

ENEM 2017: Confira as notas de corte dos cursos mais procurados


Quem quiser garantir vaga na universidade em 2018 precisa caprichar nos estudos a partir de agora.É que uma boa nota no Enem 2017 pode abrir as portas para o ensino superior no ano que vem.A gente sabe que chegar lá não é tão simples quanto parece. As provas são difíceis e a concorrência é alta.
Por isso é preciso ficar muito ligado nas notas de corte de cada curso. Elas são um indicativo do quanto você vai precisar se dedicar aos estudos para garantir um lugar ao sol no ensino superior!
Veja a seguir a nota que você vai precisar tirar no Enem 2017 para conseguir vaga no cursos dos seus sonhos em 2018!
Processos seletivos que usam a nota do Enem
No ano que vem, o Governo Federal deve abrir três grandes processos seletivos que vão usar a nota do Enem 2017:
-Sisu, para disputar vaga em universidades públicas
-ProUni, para ganhar bolsa de estudos em faculdades particulares
-FIES, para financiar o curso superior a juros baixos
Além disso, muitas faculdades privadas estão aderindo ao ingresso direto, uma forma simples e prática de escolher novos alunos. A grande vantagem aqui é não ter que fazer vestibular para conseguir uma vaga.
A nota de corte da qual falaremos a seguir é a pontuação mínima necessária para conseguir vaga em determinado processo seletivo. Ela pode variar de acordo com o desempenho dos estudantes que disputam vaga no mesmo mesmo curso, instituição, turno, unidade e modalidade de concorrência.
Vamos ver a seguir qual a nota de corte para os cursos mais procurados, em diferentes processos seletivos.
Notas de corte para entrar em universidade pública pelo Sisu
O Sisu geralmente registra as notas de corte mais altas entre todos os processos seletivos que usam a nota do Enem como critério de classificação. Para participar o candidato só precisa ter feito o Enem mais recente e não ter zerado na redação.
Veja a nota de corte em alguns dos principais cursos:
-Administração: 580 a 775 pontos
-Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 570 a 750 pontos
-Arquitetura e Urbanismo: 690 a 815 pontos
-Comunicação Social - Jornalismo: 640 a 720 pontos
-Design: 630 a 750 pontos
-Direito: 670 a 840 pontos
-Educação Física: 570 a 740 pontos
-Enfermagem: 640 a 780 pontos
-Engenharia Civil: 670 a 870 pontos
-Engenharia Elétrica: 640 a 800 pontos
-Engenharia de Produção: 640 a 820 pontos
-Engenharia Química: 680 a 800 pontos
-Farmácia: 660 a 770 pontos
-Gastronomia: 630 a 750 pontos
-Gestão de Recursos Humanos: 600 a 730 pontos
-História: 560 a 770 pontos
-Letras: 560 a 700 pontos
-Medicina: 760 a 890 pontos
-Nutrição: 640 a 770 pontos
-Odontologia: 710 a 820 pontos
-Pedagogia: 550 a 730 pontos
-Psicologia: 650 a 810 pontos
-Turismo: 570 a 810 pontos 
Notas de corte para conseguir bolsa de estudos do ProUni
Conseguir bolsa de estudos pelo ProUni pode ser bem complicado. Além da altas nota de corte, o candidato também precisa se encaixar em requisitos de renda e escolaridade.
O desempenho mínimo necessário para participar do ProUni em 2018 é de 450 pontos na média das provas e nota acima de zero na redação do Enem 2017.
Veja algumas notas de corte para conseguir o ProUni:
-Administração: 450 a 770 pontos
-Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 450 a 790 pontos
-Arquitetura e Urbanismo: 540 a 770 pontos
-Comunicação Social - Jornalismo: 500 a 720 pontos
-Design: 500 a 750 pontos
-Direito: 450 a 820 pontos
-Educação Física: 450 a 730 pontos
-Enfermagem: 450 a 750 pontos
-Engenharia Civil: 500 a 790 pontos
-Engenharia Elétrica: 450 a 780 pontos
-Engenharia de Produção: 450 a 775 pontos
-Engenharia Química: 520 a 770 pontos
-Farmácia: 450 a 760 pontos
-Gastronomia: 500 a 740 pontos
-Gestão de Recursos Humanos: 450 a 730 pontos
-História: 450 a 760 pontos
-Letras: 450 a 700 pontos
-Medicina: 740 a 820 pontos
-Nutrição: 640 a 770 pontos
-Odontologia: 450 a 730 pontos
-Pedagogia: 450 a 740 pontos
-Psicologia: 450 a 790 pontos
-Turismo: 450 a 710 pontos 
Nota de corte para conseguir financiar um curso superior pelo FIES
Dos três programas do Governo Federal que usam a nota do Enem como critério de seleção, o FIES é o que tem as notas de corte menos estratosféricas. No entanto, cursos como Medicina, Arquitetura, Direito e Engenharia continua difíceis de entrar, com notas que podem facilmente ultrapassar a casa dos 700 pontos.
O programa permite que o candidato use qualquer edição do Enem a partir de 2010 - dessa forma ele pode escolher a que tiver a maior pontuação. O mínimo exigido é de 450 pontos na média das provas e acima de zero na redação. No FIES também é preciso se encaixar no critério de renda familiar.
Veja aí quais são as variações de nota para conseguir o benefício:
-Administração: 450 a 690 pontos
-Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 560 a 650 pontos
-Arquitetura e Urbanismo: 470 a 715 pontos
-Comunicação Social - Jornalismo: 460 a 700 pontos
-Design: 460 a 700 pontos
-Direito: 450 a 750 pontos
-Educação Física: 450 a 650 pontos
-Enfermagem: 450 a 670 pontos
-Engenharia Civil: 450 a 720 pontos
-Engenharia Elétrica: 460 a 700 pontos
-Engenharia de Produção: 450 a 700 pontos
-Engenharia Química: 460 a 720 pontos
-Farmácia: 450 a 660 pontos
-Gastronomia: 460 a 630 pontos
-Gestão de Recursos Humanos: 450 a 670 pontos
-História: 460 a 670 pontos
-Letras: 450 a 680 pontos
-Medicina: 700 a 790 pontos
-Nutrição: 460 a 760 pontos
-Odontologia: 490 a 700 pontos
-Pedagogia: 450 a 630 pontos
-Psicologia: 450 a 700 pontos
-Turismo: 460 a 640 pontos 
Nota do Enem para conseguir vaga por ingresso direto
As exigências para ingresso direto podem variar de acordo com a instituição. Normalmente as notas de corte estão dispostas no edital do processo seletivo da faculdade.
Em praticamente todas elas, no entanto, basta informar a pontuação obtida em cada prova que o sistema de inscrições já informa se você conseguiu a vaga ou não.
fonte:MSN/Estadão

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Bahia: Governador diz que LRF o impede de discutir reajuste dos servidores

                                                            Gov. Rui Costa  foto:reprodução
                                                      
Há dois anos sem reajuste salarial, os servidores estaduais têm promovido diversas ações em protesto para pressionar o governo, mas não houve resultado. A justificativa do Executivo estadual para não negociar a pauta está na legislação. "Eu só posso cogitar e analisar [o reajuste] quando a lei me permitir, no momento, a lei não me permite em função do que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) diz: 'O governador fica proibido de conceder reajuste caso o Estado tenha ultrapassado o limite prudencial' e a Bahia está acima do limite", reforça Rui Costa (PT).

O governador afirma que assim que o Estado sair da margem do limite estabelecido pelo Tribunal de Contas, ele vai convocar o conjunto das entidades e, a partir do quadro, dialogar para resolver o entrave. Mas o petista, que prefere "aguardar os dados" e evitar especulações, não tem previsão de quando isso deve acontecer. "Não se trata de um desejo, nem se tem condições financeiras, orçamentárias, apenas que a lei proíbe, então nesse momento, eu não vou abrir uma negociação sobre isso", frisa. Resta saber se os servidores vão esperar. Dentro dos próximos dias, a Federação dos Trabalhadores Estaduais da Bahia (Fetrab) vai se reunir para definir uma data para paralisar as atividades por 48 horas.

fonte:BN

Feira: Comandante da CPRL não aceita fazer policiamento na UEFS sem abordagens


CPRL não aceita fazer policiamento na Uefs sem abordagens
O coronel Adelmario Xavier-foto:reprodução/acordacidade


Um grupo formado por professores e estudantes entregou um abaixo-assinado ao reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Evandro do Nascimento Silva, solicitando dele que chame a Polícia Militar para fazer segurança na área do campus universitário. A professora de filosofia da Uefs, Bruna Torlay, em entrevista ao Acorda Cidade, informou que o pedido a reitoria é para que a PM faça o policiamento presencial sem abordagens.

O coronel Adelmario Xavier, comandante do Comando de Policiamento Regional Leste (CPRL), explica que não é possível fazer a segurança sem abordagens. Ele defende que as abordagens fazem parte da rotina dos policiais militares.

“A abordagem acontece quando existe uma fundada suspeita de algo errado que está acontecendo. Então, a partir do momento que houver a solicitação do reitor da universidade para prestarmos um apoio em termos de policiamento, a abordagem vai ser constante. Não existe colocar um policiamento para não fazer abordagem”, afirmou.

O coronel Adelmario diz que até o momento não houve nenhuma solicitação para que a PM faça rondas no campo universitário da Uefs e que se solicitado for, a polícia vai contribuir, mas aos moldes dela.

“Já tive uma conversa com o reitor e até soube por instituições financeiras sobre a necessidade do policiamento no local, pois lá tem agência bancária, mas até o momento não houve solicitação”, informou.

fonte:Acorda cidade
 

    No Brasil: De faxineira a juíza, a história de uma mulher pobre e negra


    A juíza Adriana Queiroz.
    © Aline Caetano A juíza Adriana Queiroz./reprodução
    A luz do quarto de Adriana Queiroz estava sempre acessa nas madrugadas. Ela trabalhava durante o dia, estudava às noites e rezava para que quem apenas a via como uma mulher negra, pobre e filha de analfabetos não quebrasse seu sonho. Adriana não queria ser o que os outros esperavam dela, ela queria ser juíza em um país onde a taxa de analfabetismo das mulheres negras (14%) mais que duplica a das brancas (5,8%), segundo o IBGE.
    Adriana, com 38 anos, é hoje titular da 1ª Vara Cível e da Vara de Infância e da Juventude de Quirinópolis, em Goiás. Tem cinco pós-graduações, estuda Letras nas horas vagas, mas já foi faxineira. Ela teve que se esforçar muito mais que a maioria dos seus colegas de aula para vestir a toga. E conseguiu. Hoje conta suas conquistas em um livro que acabou de lançar, Dez passos para alcançar seus sonhos – A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito.

    Os pais de Adriana eram trabalhadores rurais no sertão da Bahia e se mudaram para Tupã, um município de 63.000 habitantes no interior de São Paulo, em busca de uma vida melhor. O orçamento familiar aumentou, o pai virou motorista de ônibus e a mãe vendedora ambulante, mas pagar uma faculdade era ainda um sonho de outra classe social. “A vida deles sempre foi muita dura. Meus pais sofreram muito, eles queriam me dar o que eles não alcançaram, mas não tinham condições. Ninguém na minha família tinha condições de me ajudar”, lembra a juíza em uma conversa por Skype.

    A magistrada, que sempre estudou em escola pública, foi a terceira classificada no vestibular para cursar direito, mas a única faculdade de sua cidade era privada. Não tinha como pagar, muito menos como cogitar uma universidade pública em outra cidade. “Eu soube do resultado da prova numa sexta e, na segunda, já tinha que fazer a matricula ou perdia a vaga. Tive três dias para decidir o que fazer, ver se teria que abandonar”.
    Ela resolveu, em seguida, pedir conselho e emprego a um professor da cidade. Ele, que trabalhava no corpo administrativo da Santa Casa, conseguiu uma vaga para ela na instituição. De faxineira. Adriana se orgulha daqueles seis meses que limpou o hospital, mas o salário mínimo que recebia não era suficiente para pagar a mensalidade da universidade e ainda ouvia chacota dos colegas. “Força nos braços, advogadinha!”, lhe gritavam. “Esse episódio é muito marcante para mim, justamente por esse preconceito de que alguém que exerce um cargo como eu exercia não possa sonhar alto”.
    Faltavam horas para o prazo da matrícula expirar quando Adriana plantou-se na frente do diretor da faculdade. Compartilhou seu sonho de estudar. “Ele se sensibilizou e me concedeu uma bolsa de 50% e diluiu o valor da matrícula nas mensalidades. Assim, durante o dia trabalhava na limpeza e à noite ia estudar”.
    Para espanto dos seus conhecidos e familiares, durante a faculdade, Adriana resolveu ser juíza. “Quando anunciei isso as pessoas ficaram espantadas. Não era comum no meu contexto almejar um cargo tão alto. É como se fosse algo inacreditável, faziam questão de frisar que eu era pobre e negra, como se não tivesse nenhuma chance”, lamenta. Decidida, em 2002, terminou os estudos, pediu demissão na Santa Casa, onde já tinha sido promovida ao corpo administrativo e guardou suas coisas em duas sacolas plásticas. Partia para a capital para se preparar. “Eu não tinha nem mala”, relata.
    Após alugar um quartinho no bairro da Liberdade e se matricular no curso preparatório para o concurso da magistratura o dinheiro da conta dava para, no máximo, mais dois meses. “Foi um momento muito crítico, o dinheiro estava acabando e eu não tinha conseguido trabalho”, conta Adriana. “Eu me vi de novo nesse dilema de ter ou não que abandonar”. Não precisou. O diretor do curso, o procurador Damásio de Jesus, viu nela uma “pessoa incomum”.
    “Logo à primeira vista, olhando nos olhos daquela jovem advogada de 24 anos, tive certeza de que estava diante uma lutadora, uma pessoa incomum, de alguém que, sem dúvida, estava fadada a um grande futuro”, destaca o jurista no prefácio do livro. Damásio ofereceu para ela uma bolsa de 100% do curso durante dois anos e a empregou na biblioteca da instituição. “Fiquei sete anos estudando, sábados, domingos e feriados. Quando as pessoas iam viajar, eu ficava na biblioteca. Depois de inúmeras reprovações, eu consegui. Em janeiro de 2011 passei o concurso e me tornei juíza em Goiânia”.
    Caçula de seis irmãos, a única deles que tem ensino superior, Adriana quer motivar agora com o livro a todas as pessoas que, assim como ela, "sonham, mas estão desacreditadas”. “É possível romper os paradigmas sociais”, encoraja. “Eu, particularmente, não sofro racismo hoje. Mas sim vivencio a grande surpresa das pessoas quando me veem. Porque quando o advogado vai procurar o juiz, ele não espera encontrar alguém como eu. Eu não me importo. Eu fico feliz de ter quebrado esse paradigma”
    fonte:MSN/estadão/reprodução

    domingo, 7 de maio de 2017

    Sem surpresa: Emmanuel Macron é o novo presidente da França

    Emmanuel Macron é o novo presidente da França; Le Pen reconhece derrota
    foto: BN/reprodução


    Com 65,1% dos votos, o candidato de centro, Emmanuel Macron, venceu as eleições da França neste domingo e governará o país pelos próximos cinco anos. É o que apontam as primeiras estimativas, que ainda serão confirmadas nas próximas horas. 
    Na disputa do segundo turno, Macron, representante do movimento independente Em Frente!, desbancou a candidata ultranacionalista Marine Le Pen, do partido de extrema-direita Frente Nacional, que recebeu 34,9%. 

    Em discurso para seus apoiadores, Le Pen reconheceu a derrota e parabenizou o oponente pela vitória. Esta foi a primeira vez em que os dois principais partidos franceses – socialistas e republicanos – não se enfrentam no segundo turno. Macron é entusiasta do projeto de integração europeu, enquanto Le Pen defendia a saída do país da União Europeia, além de erguer barreiras protecionistas na economia. O centrista substituirá o atual presidente François Hollande.Informações do BN.

    No México: Brasileiro morre ao tentar cruzar a fronteira com os Estados Unidos

                                                                       foto:reprodução
    O brasileiro Fabrício da Silva Santos, de 31 anos, morreu ao tentar atravessar ilegalmente a fronteira do México com os Estados Unidos. O corpo do mineiro foi encontrado na sexta-feira, boiando no Rio Bravo, no município de Díaz Ordaz, em Tamaulipas.
     
    De acordo com informações da Rádio CBN, Fabrício estava tentando atravessar a fronteira para se encontrar com a mulher e o filho, de 6 meses. Ainda segundo a rádio, a família contou que essa não era a primeira vez que ele tentava entrar nos Estados Unidos de forma ilegal, e que ele já havia sido preso e deportado.
     
    Amigos e parentes do mineiro, da cidade de Guanhães, criaram uma campanha para tentar arrecadar dinheiro para fazer o translado do corpo de Fabrício para o Brasil. Até a manhã deste domingo, a página já tinha arrecadado mais de US$ 11 mil.
     
    A assessoria de imprensa do Itamaraty disse à CBN ainda não possuir informações sobre a morte do mineiro. Até o momento, segundo o Ministério das Relações Exteriores, não houve contato entre as embaixadas e nem de familiares de Fabrício. O GLOBO tentou contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve resposta.

    fonte;Bocãonews