• Praça do Feijão, Irecê - BA

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

TSE nomeia novo juiz baiano para o TRE-BA


[TSE nomeia novo juiz baiano para o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia ]
foto:reprodução

Em publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11), o presidente em exercício, deputado Rodrigo Maia (DEM), na seção do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomeou um novo magistrado para compor o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Diego Luiz Lima de Castro ficará no lugar de Gustavo Mazzei Pereira que encerrou seu mandato. 
 

fonte:Bnews

Região de Irecê: Morre João Cardoso, ex- prefeito de João Dourado


foto:reprodução
Morreu em Salvador o ex-prefeito de João Dourado, João Cardoso, 90 anos. Ele estava internado após sofrer um acidente de carro, no início de novembro.
Além de ex-prefeito, João Cardoso foi candidato a prefeito em 2012 e ficou em segundo lugar com 5.918 Votos. No último pleito, apoiou o prefeito atual Celso Loula Dourado. Considerado um  dos melhores prefeitos da região de Irecê, O Sr. João Cardoso, marcou sua trajetória de vida, com grande dedicação a sua família e ao povo joaodouradense, seu legado foi marcado de muita honestidade e credibilidade.
Em 12/12 terça-feira, ocorreu o velório ocorreu em sua residência e logo após foi realizado um culto fúnebre na igreja presbiteriana e o sepultamento  foi realizado no cemitério local tendo uma multidão presente. A prefeitura municipal decretou ponto facultativo nesse dia.
Fonte:Lucas Publicidade de João Dourado c/adaptações

Futebol: 'Quero um treinador consolidado', diz novo presidente do Bahia Guilherme Bellintani


Novo presidente do Bahia bateu papo exclusivo com o CORREIO e garantiu também a saída do lateral Eduardo e a permanência do diretor Diego Cerri
Quando o resultado foi anunciado e Guilherme Bellintani foi eleito presidente do Bahia, a comemoração foi como a de um gol. Pulou, gritou, xingou e até correu para os braços da torcida. Na manhã de domingo (10), passada a euforia, ele recebeu o CORREIO em sua casa e, em meio a companhia da mulher e de dois dos seus quatro filhos, que parecem ter herdado a energia que o pai mostrara na comemoração do dia anterior, respondeu todas as perguntas e explicou como projeta o clube daqui para frente.
 
CORREIO: Uma cena curiosa foi você ter ido até o centro do gramado da Fonte Nova falar ao telefone após vibrar com o resultado das urnas. Por que foi para lá e com quem estava falando?
 
GB: Eu estava falando com meus filhos, que por questões de logística mesmo acabaram não indo acompanhar a eleição lá na Fonte Nova. Fui para o meio do campo porque o sinal do meu celular estava ruim e lá consegui falar (risos).
 
C: Passada a eleição o torcedor quer falar sobre futebol. Como vai ser a sua estrutura diretiva?
 
GB: Para mim tá muito claro que a estrutura atual foi feita para um momento do clube. Era preciso criar um projeto de marketing para aquele momento, uma estrutura administrativo/financeira ara aquele momento e um modelo de futebol mais clássico, focado em um diretor que sozinho respondia por tudo sucesso e insucessos. Prevemos para o próximo ciclo uma mudança bem representativa. Dividimos o clube em sete eixos. Os três primeiros seriam os departamentos financeiro, jurídico e operações. Este último engloba operação nos jogos, Fazendão, etc.. Estão mais ligadas a cabeça gerencial, administrativo/financeiro clássica. Outros dois núcleos são marketing e gerência de inovação. Tem a parte do marketing tradicional, que eu chamo de analógico e a parte mais voltada para a inovação, que eu chamo de “negócio digital”. E mais dois ligados ao futebol que é base e futebol profissional. O diretor de futebol tende a cuidar dos dois núcleos com participação intensa na base. A parte do administrativo/financeiro e mercado, como chamam, podem ser tratados por um único diretor de planejamento. A gente pode trazer um diretor de planejamento e ter um geral, que alguns chamam de CEO. A gente pode deixar o geral ligado comigo e Vitor (Ferraz). O futebol vai ter o diretor próprio, mas a ideia é que venha outro abaixo, para gerenciar. Todos estes sete eixos, ou núcleos, terão seus respectivos gerentes. O objetivo é gastar menos com administrativo para gastar mais com futebol. Ter uma composição de diretoria macro comigo, Vitor, Cerri e mais uma pessoa e os gerentes. Na saída de Barros (Marcelo), eu posso não precisar de um novo diretor específico para isso. Já resolvi problemas orçamentários maiores. Eu tenho experiência de gestão e orçamento de empresa. Vai requerer a minha presença mais intensa.

Bellintani venceu eleições com quase 82% dos votos dos sócios tricolores (Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
 
C: Nessa nova gerência de inovação, você tem falado bastante da implementação de um novo aplicativo. Isso será uma das prioridades em paralelo ao futebol?
 
GB: O trabalho começa essa semana já. Tem o prazo de implementação.  A ideia é soltar o aplicativo para começarem a baixar e a partir daí vamos facilitar ao torcedor a adesão ao plano de sócios, fazer ações por emoção como vender camisas com preços promocionais até 30 minutos após um triunfo, entre outras ações que pretendemos fazer a partir do aplicativo para nos aproximarmos cada vez mais do torcedor e aumentar, consequentemente e entendendo as necessidades deles, o número de sócios do clube.

"Dividimos o clube em sete eixos. O objetivo é gastar menos com administrativo para gastar mais com futebol"
 
 
C: Jorge Avancini e Diego Cerri permanecerão?
GB: Diego já decidimos pela permanência, mas mudando o perfil do futebol. Não vamos no modelo clássico que uma pessoa só faça as coisas. O diretor dura pouco nos clubes nesse modelo. Para isso, a principal novidade é a elevação do Dade (Departamento de Análise e Desempenho) como parte do processo. Sendo mais deliberativo do que consultivo. Tendo o poder de referendar ou não uma contratação. O Dade estará nas decisões relativas ao futebol, principalmente nas que envolvem contratações. Sobre Avancini, ainda vamos conversar diante do modelo que eu quero propor.
  
C: Acha que será preciso vender jogador para equilibrar as contas?
 
GB: Nosso orçamento ainda é deficitário. Existem duas alternativas: ou vendemos ou buscamos outra estratégia, outras receitas. Eu não tenho crenças que não tenhamos algum caminho para cobrir de outra forma. Agora, não vamos vender jogador por necessidade financeira urgente. Mas se chegar proposta boa para o clube, estamos dispostos a vender. O Bahia ainda não pode se dar ao luxo de recusar uma boa proposta.

"Se chegar proposta boa, estamos dispostos a vender.  O Bahia ainda não pode se dar ao luxo de recusar uma boa proposta"
 
C: Do time base que terminou a Série A, com quais jogadores você espera contar em 2018 e como estão as negociações para possíveis renovações?
 
GB: Vamos considerar os 11 que terminaram como titulares na reta final e incluir Régis, Juninho e Vinicius. São 11 mais três. Régis, Vinicius e Juninho que estavam habitualmente entrando e, talvez, Thiago Martins. Nós temos 15 atletas dessa base da reta final. Desses 15, oito tem contrato. Jean, Tiago e Lucas Fonseca, Capixaba, Juninho, Vinicius, Zé (Rafael) e Edigar. Dos outros sete, a gente já perdeu Renê. Se a gente cobrisse a proposta, seria o maior investimento da história do clube. Não só salário, pois ainda tinha luvas. Era inalcançável. Íamos colocar o ano a perder. Seria irresponsabilidade nossa. Tem outros seis. Um já avaliamos e informamos que não vai permanecer, o Eduardo. Entendemos que ele foi um profissional exemplar, mas o seu papel no clube estava cumprido e ele sai pela porta da frente. Os outros cinco vamos avaliar. Se conseguimos dois ou três dos cinco, concluímos que dos 15 que mais jogaram a gente mantém 10 ou 11. Como a gente complementa? Primeiro tem atletas que nos interessa permanecer, ascendendo da base. A restruturação se dá com contratação de jogadores mais tarimbados e também de jovens com nome não tão destacado, fruto desse trabalho do Dade. Edson já começamos a conversar, Mendoza também. Allione é mais difícil, apesar do atleta querer ficar. Mostramos interesse. Régis e Thiago Martins também temos interesse.

"Se a gente cobrisse a proposta (por Renê Jr.), seria o maior investimento da história do clube. Seria irresponsabilidade nossa"

C: Qual o perfil de treinador que você pensa para o Bahia. Já definiu sobre a permanência ou não de Carpegiani? Guto Ferreira seria uma opção?

GB: Acho que o Bahia precisa de um treinador vencedor. Eu não sou do tipo que vou me orgulhar por lançar um treinador e ele ir bem. Não quero fazer experiências com técnico aqui no Bahia. Quero um treinador consolidado. Carpegiani tem esse perfil, Guto tem e há vários outros com esse perfil. Ainda vamos conversar com Carpegiani, que ainda é nosso treinador, cumpre contrato e também vamos conversar com mais uns dois ou três para depois definir essa questão.
C: Ao menos nos resultados, as categorias da divisão de base no Bahia não tiveram um bom desempenho. Acha que será preciso uma reformulação?
 
GB: Reestruturação completa, pelo que eu acredito, não pela questão dos resultados. Eu acho que o modelo é que está errado. Temos que dar capilaridade, num projeto sistemático. Apenas em Salvador ,já vamos ter uma reconfiguração. Vamos acompanhar também do lado de fora, monitorando, nas cidades de origem dos atletas. Ao invés de trazer logo para o clube, o que gera sempre um custo, vamos acompanhar esses jovens nas suas cidades, nos seus bairros. Assim como expliquei anteriormente, a base vai ser de responsabilidade da diretoria de futebol, mas contará também com um gerente. Um daqueles sete de cada eixo. Cada um dos sete núcleos vai ter o seu gerente. O gerente de futebol e gerente de base vão responder à diretoria e não mais ao diretor. A referência vai ser sempre ao departamento e não a uma pessoa.

Fonte: Correio da Bahia/reprodução/ acesso / às 11:50 min. de 11/12/17.

domingo, 10 de dezembro de 2017

‘A UFMG nunca se curvará ao arbítrio’, diz o reitor Jaime Ramírez


Manifestantes reunidos em torno do espelho d´água da Reitoria
Manifestantes reunidos em torno do espelho d´água da Reitoria/ Foca Lisboa / UFMG

“A UFMG nunca se curvou e nunca se curvará ao arbítrio. Vamos resistir sempre”, afirmou o reitor Jaime Ramírez aos integrantes da comunidade universitária que se reuniram na tarde de hoje, em frente ao prédio da Reitoria, para manifestar apoio aos gestores atuais e aos antecessores levados a depor, na Polícia Federal, por meio de condução coercitiva. Eles foram prestar esclarecimentos por supostas irregularidades relacionadas à construção do Memorial da Anistia Política do Brasil, no bairro Santo Antonio, em Belo Horizonte.
Oito dirigentes e servidores da UFMG foram conduzidos à sede da Polícia Federal, para apuração de inexecução e desvio de recursos públicos destinados à implantação e construção do Memorial, financiado pelo Ministério da Justiça e executado pela UFMG. Além disso, foram expedidos onze mandados de busca e apreensão.
Jaime Ramírez agradeceu o apoio da comunidade universitária e de diversas entidades – como os sindicatos de servidores e diretórios estudantis – e anunciou para a manhã desta terça-feira reunião extraordinária do Conselho Universitário para a definição de ações em defesa da UFMG.
O reitor Jaime Ramírez e a vice-reitora Sandra Goulart Almeida durante o ato
O reitor Jaime Ramírez e a vice-reitora Sandra Goulart Almeida durante o ato
Foca Lisboa / UFMG
Ana Lúcia Gazzolla, reitora na gestão 2002-2006, mencionou nota assinada por ex-reitores e vice-reitores em “repúdio à brutalidade cometida contra representantes da UFMG” e lembrou a postura de dirigentes que resistiram à ditadura militar, nas décadas de 1960 e 70. “A UFMG e seus dirigentes são nosso patrimônio. Qualquer ataque a seus dirigentes é um ataque à Universidade, e contra isso estaremos juntos. Tenho certeza de que a UFMG vai responder a essa ação com altivez e serenidade, agindo com relação à Justiça com o respeito que não tiveram conosco hoje”, afirmou.
Para Clélio Campolina, reitor na gestão 2010-2014, a ação da Polícia Federal foi uma violência que vai contra o espírito democrático que sempre regeu a Universidade. “Contra essa situação de exceção, temos que ser o exemplo de construção democrática”, disse Campolina. “Para nós, não há divergência de objetivos, prezamos o debate livre com vistas a uma sociedade melhor”.
Aparecida Campana, diretora de Política Sindical do Atens Sindicato Nacional, que representa os técnicos de nível superior das Ifes, manifestou indignação contra a “atitude arbitrária” de que foi vítima a UFMG. “Temos instituições em frangalhos, não se sabe em quem confiar”, disse a servidora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB).
A comunidade universitária deve se unir em defesa da universidade pública e gratuita, que é atacada pela operação deflagrada hoje pela Polícia Federal, na visão da servidora Neide Dantas, coordenadora geral do Sindifes, que representa os servidores da UFMG e de outras instituições mineiras. “Não por acaso, o alvo da ação é o Memorial da Anistia, que aborda um tema, a ditadura, ainda tão difícil de tratar no Brasil". Segundo ela, as investigações devem seguir os princípios legais. “Os gestores poderiam ter sido chamados a depor sem o recurso da condução coercitiva”, completou.
Representando o diretório acadêmico da Fafich, o estudante de jornalismo Gabriel Lopo pregou união contra qualquer movimento destinado a “deslegitimar o caráter público de instituições como a UFMG e abrir espaço para a privatização das universidades”. Ele convocou a comunidade a defender também o resultado da consulta recente que culminou na escolha da atual vice-reitora, Sandra Goulart Almeida. “Somos uma comunidade soberana”, alertou.
‘Absurdo travestido de legalidade’
“Em seus 90 anos de existência, a UFMG foi atacada e teve sua autonomia ameaçada várias vezes, e sempre respondeu altivamente”, lembrou o professor João Antonio de Paula, da Faculdade de Ciências Econômicas, ao defender a união da comunidade em torno do reitor e dos outros dirigentes conduzidos hoje a depor. “Aconteceu hoje mais um absurdo travestido de legalidade, e repudiamos a forma arbitrária como têm sido conduzidas as investigações no Brasil, com a divulgação de acusações sem provas”, afirmou João Antonio, destacando ainda a necessidade de responder com a defesa intransigente do ensino superior público.
A diretora do ICB, professora Andreia Mara Macedo, fez coro contra a “violência injustificada contra a UFMG e sua comunidade, por parte de uma instituição que deveria ser guardiã do serviço público”. Ela disse acreditar que o alvo da operação desta quarta-feira é um projeto muito bem representado pela UFMG e que a ação foi movida “por interesses que se sobrepõem ao interesse coletivo”.
A professora Danusa Dias Soares, da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, condenou o que classificou de arbitrariedades que já atingiram recentemente outras universidades federais como as de Santa Catarina (UFSC) e a de Ouro Preto (Ufop). “Foi uma afronta ao que a UFMG representa, dentro e fora do Brasil, e parte de um projeto que visa enfraquecer as universidades públicas”, disse.
No fim da tarde, estudantes se reuniram no saguão da Reitoria para nova manifestação de agravo e tomada de decisões sobre novas ações. A UFMG também recebeu manifestações de apoio de entidades como a Comissão da Verdade de Minas Gerais, a Associação Nacional dos Dirigentes da Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a Associação Nacional de Pós-graduandos, a União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro).
Fonte:UFMG

Inscrições do SiSU 2018.1 serão abertas em 29/01



Acesse o site do processo seletivo - SISU


O Ministério da Educação divulgou as regras e as datas para inscrições no processo seletivo da primeira edição de 2018 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ferramenta pela qual universidades públicas oferecem vagas a candidatos do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). O edital foi publicado na sexta-feira (8), no Diário Oficial da União (DOU).


As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Sisu, e os interessados podem se candidatar no período de 29 de janeiro até as 23h59 do dia 1º de fevereiro, observando o horário oficial de Brasília.

Podem concorrer às vagas estudantes que tenham feito o Enem 2017 e obtido nota acima de zero na prova de redação. No total, são 239.601 vagas de graduação.  

fonte:Acorda cidade c/adaptações


Exército destitui general que criticou 'balcão de negócios' de Temer para continuar no poder

Exército destitui general que criticou 'balcão de negócios' de Temer para continuar no poder
Foto: CMS / EB/reprodução
O Exército pedirá ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, a destituição do general Antonio Hamilton Mourão do cargo de secretário de Economia e Finanças do Comando do Exército depois que ele afirmou que o presidente Michel Temer faz do governo um "balcão de negócios" para se manter no poder. 

Mourão vai ficar sem função à espera do tempo de ir para reserva, em março de 2018. Para o lugar dele, o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, indicou o general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira. Em palestra a convite do grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), no Clube do Exército, em Brasília, na quinta-feira, o general Mourão elogiou a pré-candidatura presidencial do deputado e capitão da reserva do Exército Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Também voltou a fazer uma defesa da intervenção militar como solução para a crise política no Brasil. "Não há dúvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa Sarneyzação (em referência ao ex-presidente José Sarney). O nosso atual presidente vai aos trancos e barrancos buscando se equilibrar e mediante o balcão de negócios chegar ao final de seu mandato", disse o general. 

Em setembro, Mourão falou três vezes na intervenção militar enquanto proferia uma palestra na Loja Maçônica Grande Oriente, também em Brasília: "Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso". Apesar da repercussão negativa, o ministro da Defesa e o comandante do Exército acertaram que não haveria punição ao oficial. No governo Dilma Rousseff, ele fez críticas à então presidente e perdeu o comando direto sobre tropas do Sul, passando a ocupar o cargo atual de secretário de Economia e Finanças do Comando do Exército, de ordem administrativa. 

O militar foi questionado sobre o que o alto generalato pensavam sobre a pré-candidatura do deputado Bolsonaro. Mourão respondeu em sinal de apoio ao parlamentar, que saiu em sua defesa quando ele proferiu a palestra em setembro e escapou de punição. "O deputado Bolsonaro já é um homem testado, é um político com 30 anos de estrada, conhece a política. E é um homem que não tem telhado de vidro, não esteve metido aí nessas falcatruas e confusões. Agora, é uma realidade, já conversamos a esse respeito, ele tem uma posição muito boa nessas primeiras pesquisas que estão sendo feitas, ele terá que se cercar de uma equipe competente, ele terá que atacar esses problemas todos, não pode fazer as coisas de orelhada, e obviamente, nós seus companheiros dentro das Forças olharmos com muito bons olhos a candidatura", declarou. Informações do Estadão.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Em 2002: Kadafi enviou secretamente dinheiro pra campanha do ex-presidente Lula, diz Palloci em delação


    © PR Amigos – Lula e Kadafi: negócios com empreiteiras e ajuda secreta para a campanha do ex-presidente
A imagem acima foi captada no encontro da Cúpula América do Sul-Áfri­ca, que aconteceu na Venezuela em 2009. Lula era presidente do Brasil pela segunda vez e o ditador Muamar Kadafi ainda comandaria a Líbia por mais dois anos, antes de ser deposto, capturado e executado. Não é uma cena protocolar, como se observa no aperto de mão informal. A fotografia retrata dois líderes que se diziam “irmãos”. Durante 42 anos, Kadafi governou a Líbia seguindo o protocolo dos tiranos. Coronel do Exército, ele liderou um golpe em 1969. No poder, censurou a imprensa, reprimiu adversários e impôs leis que permitiram punições coletivas, prisão perpétua, tortura e morte a quem contrariasse o regime. Dinheiro líbio também financiou grupos terroristas e movimentos políticos em vários cantos do planeta. Entre os que receberam recursos da ditadura líbia estavam, de acordo com o ex-minis­tro Antonio Palocci, o PT e seu líder máximo, o ex-presidente Lula.
A revelação de Palocci está contida na sua proposta de delação entregue ao Ministério Público. Segundo ele, em 2002 Kadafi enviou secretamente ao Brasil 1 milhão de dólares para financiar a campanha eleitoral do então candidato Lula. Fundador do PT, ex-­prefeito de Ribeirão Preto, ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-­chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, Palocci esteve no centro das mais importantes decisões do partido nas últimas duas décadas. Condenado a doze anos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, há sete meses ele negocia um acordo de delação premiada. Em troca de redução de pena, compromete-se a contar detalhes de mais de uma dezena de crimes dos quais participou. Um dos capítulos da colaboração trata das relações financeiras entre Lula e o ditador líbio — e tem potencial para fulminar o partido e o próprio ex-presi­dente. 
fonte: MSN/reprodução

Irecê: Estado entrega a Policlínica Regional




     A policlínica  fica localizada as margens da BA- 052(estrada do feijão) perto do 1º contorno de acesso a Irecê


Na manhã dessa sexta-feira (8), o governador Rui Costa realizou uma visita guiada pelas instalações da Policlínica Regional instalada na cidade de Irecê acompanhado da imprensa e a implantação das policlínicas começa a mudar um pedaço da história da Bahia, promovendo a regionalização da saúde pública para o interior do Estado. Depois de Teixeira de Freitas e Guanambi, é a vez de Irecê receber o novo equipamento. A unidade irá atender aos 21 municípios que integram o Consórcio Público Interfederativo de Saúde da Região Centro Norte. 

A policlínica será inaugurada na tarde desta sexta‬, em cerimônia oficial. “Quero agradecer e parabenizar a região de Irecê, que foi uma das primeiras a se mobilizar e aprovar a lei, entre os municípios, autorizando o consórcio. E hoje vamos inaugurar esse equipamento com R$24 milhões em investimentos tanto na construção física e em equipamentos com o mesmo padrão dos principais hospitais particulares do Brasil", afirmou o governador.

."A policlínica vai atender uma população que não tinha acesso a exames complementares e a consultas médicas especializadas. Esse é um sistema consorciado entre o Estado e os municípios, em que todos os municípios concordaram em ratear as despesas proporcionalmente, e assim eles terão menos despesas do que se comprassem diretamente do mercado privado”, conta o secretário da saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.


O atendimento na policlínica será realizado mediante agendamento por regulação para consultas médicas, exames diagnósticos e tratamentos terapêuticos. Localizada na Rua São Francisco, antigo Instituto Baiano de Fomento Agrícola — IBF, em Irecê, a Policlínica Regional levará atendimento especializado e exames de alta complexidade aos moradores dos municípios de América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçú da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, São Gabriel, Uibaí, Morro do Chapéu, Souto Soares e Tapiramutá.

ESCOLAS CULTURAIS

Após a visita guiada‬, o governador participou da solenidade de instalação do programa Escolas Culturais no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães. O Colégio será a 11ª unidade de ensino do estado a receber o projeto. A iniciativa promove o acesso de crianças e jovens a atividades artísticas e culturais. Além disso, viabiliza a requalificação da escola, tornando-se um local de produção e representação da diversidade cultural da região onde se encontra.



No período da tarde‬, o governador retornou  à Policlínica para o ato de inauguração.



fonte: Secom/Bahia