• Praça do Feijão, Irecê - BA

domingo, 22 de novembro de 2020

Região de Irecê: 4 cidades não elegem mulheres para a Câmeras

                                   Câmera Municipal de Irecê -foto:reprodução/Central Notícias/reprodução

As cidades de  Barro Alto(62 km), Gentio do Ouro(190 Km) Jussara (40 km) assim como a cidade polo da região, Irecê, ficaram sem representatividade feminina nas  Câmera de Vereadores no último pleito  de 15 de novembro. 

Na cidade de Jussara, dos 11 vereadores, três fizerem parte do período 2017-2020. Em Barro Alto, das nove cadeiras, apenas uma é ocupada por uma mulher,  mesmo fato se repete em Gentio do Ouro.

Mas a maior perda, sem soma de dúvida, foi na cidade de Irecê, onde na atual legislatura, a cidade tem 4 cadeiras das 15, ocupadas por mulheres e não teve nenhuma representante eleita pela população no último domingo. 

Vale salientar que das quatro, uma não participou  do pleito, decidindo apoiar um filho que foi eleito, a vereadora Valdereis.

Já nos bastidores da politica ireceense, já começou algumas movimentações para que o prefeito reeleito Elmo Vaz(PSB) possa colocar uma representação feminina na Câmera para o período (2021-2024), tendo em vista que, duas suplentes pelo seu grupo, Izania Matos(PSB) e a professora Jussara (PC DO B) foram muito bem votadas, onde o prefeito pode levar um ou dois vereadores eleitos para compor seu quadro de secretariado, o que minimizaria essa perda, já que, 55,1% do eleitorado da cidade é feminino.

Outro Lado

Já na cidade de João Dourado, 25 km de Irecê, seis das 11 cadeiras vão ser ocupadas por mulheres, e houve mais um avanço na conquista de mais uma cadeira, pois, em 2016 foram cinco eleitas. 

Demais cidades da Bahia:

Acajutiba, Alcobaça, Barra do Rocha, Bom Jesus da Lapa, Boquira, Botuporã, Caatiba, Cairu, Candeal, Candiba, Cansanção, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Cardeal da Silva, Carinhanha, Caetanos, Cocos, Conde, Cordeiros, Cravolândia, Dário Meira, Entre Rios, Filadélfia, Gavião,  Gongogi, Iaçu, Ibirataia, Iguaí, Inhambupe, Ipecaetá, Iramaia, Iraquara, Itaberaba, Itacaré, Itaeté, Itagibá, Itamari, Itanagra, Itanhém, Itarantim e Itiruçu, Jaguarari, Jiquiriçá, Lafaiete Coutinho, Livramento de Nossa Senhora, Malhada de Pedras, Manoel Vitorino, Matina, Mucuri, Muquém de São Francisco, Nova Soure, Oliveira dos Brejinhos, Ouriçangas, Palmeiras, Pé de Serra, Pedro Alexandre, Pilão Arcado, Pindobaçu, Piritiba, Planalto, Ponto Novo, Potiraguá, Quixabeira, Remanso e Riachão do Jacuípe, Santa Inês, Santa Luzia, Santaluz, Santana, São Desidério, São Domingos, São José do Jacuípe, Sapeaçu, Sento Sé, Simões Filho, Sobradinho, Tanhaçu, Teixeira de Freitas, Ubaíra, Urandi, Utinga, Valença, Valente, Várzea Nova, Vereda e Wanderley. (fonte: BN)


Salvador: Arquiteto baiano vence prêmio nacional com projeto de requalificação da Colina Sagrada

 

Arquiteto baiano vence prêmio nacional com projeto de requalificação da Colina Sagrada
Foto: Divulgação

O arquiteto baiano Adriano Mascarenhas, do escritório Sotero Arquitetos, venceu a sétima edição do Prêmio de Arquitetura Tomie Othake AkzoNobel.


A divulgação do resultado saiu neste sábado (21). O projeto vencedor foi o da requalificação da Colina Sagrada, na Cidade Baixa, em Salvador. A iniciativa baiana estava entre as mais de 240 inscrições recebidas, representando 14 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

 

A seleção foi feita por um júri formado pelos arquitetos Diego Mauro, Elisabete França, Fernando Túlio, Juliana Braga e Pedro Varella. 

 

Com o apoio da Japan House São Paulo, os três primeiros premiados farão uma viagem ao Japão para conhecer de perto a tradição arquitetônica do país oriental. Informações do Bahia Notícias c/adaptações.

 


Foto: Divulgação 



Ao negar derrota, Trump alimenta anseios de líderes que resistem em deixar o poder

Os Estados Unidos há muito são o bastião da democracia no mundo, pressionando de forma persistente, embora nem sempre consistente, para que os líderes que perdem as eleições em seus países deixem o poder.

Trump com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em um evento em fevereiro de 2020 em Gujarat
© Money SHARMA Trump com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em um evento em fevereiro de 2020 em Gujarat

O presidente Donald Trump estabelece agora um novo modelo: se recusa a ceder, faz alegações infundadas de fraude e busca a intervenção de tribunais e aliados políticos na esperança de reverter sua derrota para Joe Biden.

Figuras políticas e especialistas de vários países temem que tal postura seja adotada com entusiasmo em democracias frágeis, especialmente na África, permitindo que homens fortes apontem para a nação mais poderosa do mundo para justificar sua intenção de se agarrar ao poder.

"A recusa de Donald Trump em conceder a vitória reforça a opinião de nossos líderes na África de que as eleições devem ser conduzidas de modo que eles não percam", disse Mahamat Ahmat Alhabo, secretário-geral do Partido pela Liberdade e Desenvolvimento, opositor ao governo do Chade.

Eldred Masunungure, um cientista político da Universidade do Zimbábue, chamou a postura de Trump de "doce música para governantes autocráticos". "É uma lição suja que nossos dirigentes vão aproveitar e citar (...) quando não quiserem aceitar a derrota", lamentou.

Garry Kasparov, lenda do xadrez russo e crítico declarado do presidente Vladimir Putin, acredita que o ataque de Trump ao processo democrático resultará em "muitos ataques semelhantes em eleições futuras". Trata-se do "descrédito da democracia, o sonho de Putin", escreveu ele no Twitter.

- Efeitos tangíveis  -

Thomas Carothers, um especialista em promoção da democracia, observou que países como Rússia, China e Egito dificilmente precisavam de qualquer conselho de Trump sobre como se opor a eleições competitivas.

Mas ele estima que o efeito seja mais tangível em democracias problemáticas, cujos líderes podem encontrar algum apoio ao verem como Trump pode reivindicar descaradamente a vitória, apesar de Biden acumular quase seis milhões de votos a mais e superá-lo por 306 a 232 no Colégio Eleitoral.

"Eles vêem o poder dessa abordagem, que mesmo uma sociedade tão educada e sofisticada em alguns aspectos como os Estados Unidos pode ser vítima desse tipo de grande mentira", avaliou Carothers, do Carnegie Endowment for International Peace em Washington.

Ele também traçou um paralelo com as denúncias de Trump de "fake news", um termo atualmente usado em todo o mundo por governos que querem amordaçar a mídia.

Entre as nações onde a atitude de Trump pode servir de modelo está a Índia, a maior democracia do mundo que há muito tempo tem eleições fortes, mas onde o primeiro-ministro de direita Narendra Modi tem confrontado a sociedade civil, ressaltou o especialista.

Carothers indicou ainda que o México poderia ser afetado, país onde o presidente Andrés Manuel López Obrador, um populista de esquerda, alegou fraude em suas duas tentativas anteriores de chegar ao poder. Ele também é um dos poucos líderes mundiais que ainda não parabenizaram Biden.

Piers Pigou, um especialista da África Austral do International Crisis Group, prevê que a posição de Trump pode ter um efeito dominó em uma região onde muitos países não têm procedimentos claros para a transição de poder.

No entanto, muitos observadores pensam que isso poderia enviar a mensagem oposta: apesar dele ter todo o poder à sua disposição, ainda se espera que Trump renuncie o cargo em 20 de janeiro.

"A força da democracia está em suas instituições", frisou Jean Gaspard Ntoutoume Ayi, membro do partido opositor União Nacional do Gabão, país onde uma família governou por meio século.

burs-sct/dw/yow/ic -fonte: AFP -22/11/2020

Bolsonaro e Putin acertam soltura de motorista Robson, preso na Rússia há quase dois anos

 Os presidentes Jair Bolsonaro e Vladimir Putin acertaram a libertação do motorista Robson, preso na Rússia há um ano e oito meses por entrar no país com remédios ilegais para o pai da esposa do jogador Fernando. O presidente brasileiro enviou uma carta no último mês pedindo a soltura do motorista e Putin sinalizou com uma saída. As informações foram divulgadas pela revista "ÉPOCA".

Detido na Rússia, Robson segue no país desde 2019. Prisão será até 2021, segundo nova decisão (Foto: Reprodução)© Fornecido por LANCE! Detido na Rússia, Robson segue no país desde 2019. Prisão será até 2021, segundo nova decisão (Foto: Reprodução)

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Na carta enviada a Putin, Bolsonaro argumentou que Robson entrou nessa situação por total desconhecimento da regra local. O documento foi levado pessoalmente a Moscou pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad, e pela secretária de Negociações Bilaterais na Ásia, Pacífico e Rússia do Ministério das Relações Exteriores, Márcia Donner Abreu.

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Robson Nascimento de Oliveira, 48 anos, está preso há um ano e oito meses na Unidade Penal de Kashira, na Rússia. Ele era motorista do volante Fernando, que jogava no Spartak Moscou (RUS) na época, e entrou no país com remédios ilegais para o sogro do jogador. Robson não tinha conhecimento da ilegalidade dos medicamentos.

fonte:Lance -22/11/2020 - 16h:23min.

Feira de Santana: ACM Neto declara apoio a Colbert Martins

                                        foto:reprodução Acorda Cidade 

O prefeito de Salvador, ACM Neto e o seu vice e prefeito eleito no último dia (15), Bruno Reis, estiveram em Feira de Santana na manhã deste sábado (21), para declarar apoio ao prefeito da cidade, Colbert Martins e participaram de uma carreata acompanhados de várias lideranças políticas

“ACM Neto é o candidato natural a governador do estado, é uma força política extremamente pronta, organizada e efetivamente forte para ganhar as eleições. Ele tem efetivamente perspectiva de poder, enquanto que o lado de lá ainda não tem nada. Nós estamos organizados, prontos e temos um bom resultado mostrando como é que se administrou Salvador e entendemos que a vinda de ACM Neto é uma força política grande e de prestígio nacional.

O partido Democratas, do qual ele é o presidente, tem neste momento o presidente do Senado e o presidente da Câmara dos Deputados. Entendo como sinal de absoluta fraqueza o governador, vice-governador e companhia limitada, virem para Feira para fazer atração de candidatos nossos a título de ninguém sabe o quê. Está na hora da gente ter ideia de que tipo de jogo está sendo feito”, declarou. 

Colbert também agradeceu o apoio dos candidatos José de Arimateia e Carlos Geilson para a votação no segundo turno das eleições e frisou que está muito seguro com as novas alianças.


fonte: Informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade c/adaptações

Gen. Santos Cruz: a barganha da demissão com um supersalário

No conturbado processo de demissão do ex-ministro Sergio Moro, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), aliada de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro, entrou em campo com uma proposta que seria tentadora. A parlamentar ofereceu a Moro uma vaga no Supremo Tribunal Federal caso o ministro topasse acomodar Alexandre Ramagem no comando da Polícia Federal e desistisse de deixar o governo. 

As mensagens da tentativa de acordo foram vazadas e, com elas, surgiu a célebre frase: “Prezada, não estou à venda”, dita por Moro à deputada. 

O ministro pediu demissão no dia seguinte fazendo uma série de acusações contra o governo e se transformando em um arquirrival do bolsonarismo.

General Santos Cruz, de ministro a crítico do governo© Marcelo Camargo/Agência Brasil General Santos Cruz, de ministro a crítico do governo

O general Carlos Alberto Santos Cruz, que deixou a Secretaria de Governo no ano passado, também passou por um processo de “convencimento”.  No caso dele, a permanência na pasta era tida como inviável, dado o altíssimo nível de animosidade que rondava o seu gabinete. A solução, então, foi encontrar um jeito de acomodar o militar e evitar que o fogo cruzado continuasse. Também não deu certo.

No dia 13 de junho do ano passado, o general Augusto Heleno, braço-direito de Bolsonaro e chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), entrou no gabinete de Santos Cruz dizendo que o presidente estava lhe chamando. Estranhando o contato, já que o clima entre os dois, àquela altura, já estava péssimo, ele perguntou o motivo.

Heleno antecipou: o presidente lhe ofereceria o comando do Sesi (sim, o tal Sistema ‘S’ que Paulo Guedes iria aniquilar). O salário no órgão chega a quase 60.000 reais. Santos Cruz entendeu o recado: queriam criar algum tipo de saída honrosa para ele. O general, então, foi até a sala de Bolsonaro, parou na porta e foi direto: “Olha aqui, ó. Vamos facilitar as coisas, estou de saída. Tchau”. Sua exoneração foi oficializada no dia seguinte, e ele se recusou a assumir qualquer cargo.

Santos Cruz acabou demitido após entrar em colisão com a chamada ala ideológica do governo – entram aí o filho Zero Dois Carlos Bolsonaro, o Secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, e até o proselitista Olavo de Carvalho. Entre as confusões com o grupo, estão o fato de Santos Cruz ter se recusado a priorizar a destinação da verba publicitária federal para mídias de direita e ter barrado a nomeação de Léo Índio, primo de Carlos, para um cargo com salário de 13.000 reais. “Pode ser filho do papa que eu não nomeio”, afirmou, ao ver o fraco currículo do indicado.

Lançado em uma panela de pressão, ele foi chamado de comunista, acusado de tentar boicotar o governo e até chamar o presidente de “idiota” e defender a escolha do vice Hamilton Mourão para o lugar dele.

O caso foi parar na Polícia Federal, que concluiu que o material não passava de uma montagem completamente falsa.

Diferentemente de Moro, o até então discreto general não saiu do cargo atirando, mas guardou a artilharia para adiante. Santos Cruz, conforme mostra VEJA nesta edição, se transformou em um duro crítico do presidente Bolsonaro e de seu governo. Para o general, o atual governo virou um “PT verde-amarelo” e instaurou o “comunismo de direita” no Brasil. “Todo regime comunista totalitário divide para facilitar a manipulação. Depois, você ataca pessoas, não ideias. É um assassinato de reputações: todas as pessoas de que você não gosta não prestam. Temos ainda o culto à personalidade: é o mito, o messias, o cara designado por Deus. Isso tudo é uma técnica que quem consagrou foi o sistema totalitário, foi o comunismo. É o contrário de democracia”, afirma.

A preocupação do governo em agradar o militar, como se vê, fazia algum sentido.

fonte: Veja.com - 21/11/2020  01:41min.

Rio: Flávio Bolsonaro omitiu R$ 90 mil em ações para Receita Federal, diz MP

 

Flávio Bolsonaro omitiu R$ 90 mil em ações para Receita Federal, aponta MP do Rio
Foto: Sérgio Lima/ Poder360

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apontou que o senador Flávio Bolsonaro omitiu no período entre 2007 e 2009, investimentos no mercado de ações que totalizam R$ 90 mil. De acordo com o UOL, a situação foi constatada após investigadores analisarem a evolução patrimonial do filho do presidente da República.

 

As operações financeiras apontadas pelo MP-RJ foram reveladas posteriormente pelo próprio senador, ao ao entrar com ação judicial reparatória depois de perder todo o capital investido.

 

"De acordo com a sentença proferida pela 36ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo nos autos do processo nº 0119720-69.2011.8.26.010022, o Parlamentar declarou ter investido R$ 90.000,00 na bolsa de valores ao longo de 2007 e 2008 e ter perdido todo o investimento, gerando uma dívida de R$ 15.500,00 com a corretora que, segundo alegado pelo próprio autor, teria sido quitada em dinheiro vivo, o que resultou em gastos de pelo menos R$ 105.500,00 no período", afirma o MP do Rio de Janeiro.

 

A indicação faz parte de uma denúncia que imputa a Flávio (que seria o líder) e outros 16 denunciados crimes de organização criminosa, peculado e lavagem de dinheiro.


 Entre os denunciados estão o ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, a mulher do senador Fernanda Bolsonaro, e o atual chefe de gabinete do parlamentar, Miguel Ângelo Braga Grillo.

 

Segundo o MP do Rio, no período analisado, o então deputado ainda "fazia pouquíssimo uso de serviços bancários como cartões de crédito e débito, revelando predileção pelo uso de dinheiro em espécie".

 

"Nesse período de 36 meses os extratos do líder da organização criminosa demonstraram que a soma dos pagamentos das faturas de cartões de crédito representou o valor de R$ 7.025,13, o que equivale a uma média mensal de apenas R$ 195,14, sendo que em pelo menos 21 meses foram registrados somente os pagamentos das tarifas de manutenção do cartão, no valor de R$ 8,33. De forma similar, seus gastos com cartões de débito somaram apenas R$ 7.092,04, o que representa uma média mensal de R$ 197,00 no mesmo período".

 

Na denúncia do MP do Rio consta ainda que o senador registrou em suas declarações de Imposto de Renda a promessa de compra de 12 salas comerciais no Condomínio Barra Prime Offices, tendo pago R$ 297 mil pelos imóveis. Cerca de 65% das despesas para a aquisição das salas comerciais no ano de 2008 foram quitadas com cheques de terceiros e depósitos em espécie, dizem os investigadores.

 

Os promotores do MP apontaram que existem "fortes indícios" de que os pagamentos foram realizados com dinheiro em espécie vindo de "fontes estranhas aos subsídios" de Flávio, mas declarações do senador à Receita registraram a contratação de empréstimos com familiares e assessores parlamentares de seus familiares na ordem de R$ 230 mil.

 

"Apesar da inexistência de comprovação material das operações declaradas ao Fisco, (o montante) seria, em tese, suficiente para justificar pelo menos parte dos pagamentos do empreendimento imobiliário".

 

Os empréstimos utilizados para o pagamento das salas foram quitados, segundo a denúncia, entre 2011 e 2013 (em espécie). A operação foi admitida por Flávio Bolsonaro. 

 

Os advogados do senador divulgaram uma nota classificando as imputações do MP-RJ como "crônica macabra e mal engendrada". Eles afirmaram ainda que que "todos os defeitos de forma e de fundo" da denúncia serão pontuados na formalização da defesa.

 

"Em função do segredo de Justiça, a defesa está impedida de comentar detalhes, mas garante que a denúncia contra Flávio Bolsonaro é insustentável. Dentre vícios processuais e erros de narrativa e matemáticos, a tese acusatória forjada contra o senador se mostra inviável e não passa de uma crônica macabra e mal engendrada, influenciada por grupos que têm claros interesses políticos e que, agora, tentam voltar ao poder. A denúncia, com tantos erros e vícios, não deve ser sequer recebida pelo Órgão Especial. Todos os defeitos de forma e de fundo da denúncia serão pontuados e rebatidos em documento próprios e no momento adequado".

 

O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que defendeu Fabrício Queiroz, divulgou a seguinte nota: "A defesa de Fabrício Queiroz tomou conhecimento da notícia do oferecimento de denúncia pelo MP-RJ, sem, no entanto, ter tido acesso ao seu conteúdo. Inaugura-se a instância judicial, momento em que será possível exercer o contraditório defensivo, com a impugnação das provas acusatórias e produção de contraprovas que demonstrarão a improcedência das acusações e, logo, a sua inocência".



fonte:FOLHAPRESS - 21/11/2020 01h:29min.

Twitter vai transferir a conta do presidente dos EUA para Biden no dia da posse

 

Twitter vai transferir a conta do presidente dos EUA para Biden no dia da posse
Foto: Reprodução / O Globo

O Twitter anunciou que vai transferir a conta @potus (President of the United States) para o presidente eleito Joe Biden no dia de sua posse. De acordo com a rede social, essa decisão já foi tomada e independe do reconhecimento do título pelo atual ocupante da Casa Branca, Donald Trump.

 

“O Twitter está se preparando ativamente para apoiar a transição da conta institucional no dia 20 de janeiro de 2021”, afirmou a companhia ao site The Verge.

 

A conta @potus é utilizada recorrentemente para retuitar publicações de Trump e da Casa Branca. As contas @flotus (da primeira-dama), @vp (do vice-presidente) e outros perfis oficiais terão suas publicações arquivadas. As informações são da revista Exame. Informações do BN.