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domingo, 6 de junho de 2021

PF indica que servidores repassaram verba ao blogueiro bolsonarista Allan dos Santos

 

Relatório da PF indica que servidores repassaram verba ao blogueiro Allan dos Santos
Foto: Alessandro Dantas / Agência Senado

Obtido pela TV Globo, um relatório da Polícia Federal enviado à Procuradoria Geral da República (PGR), no escopo do inquérito que apura atos antidemocráticos praticados por bolsonaristas (saiba mais), apontou que servidores federais fizeram repasses de dinheiro ao blogueiro Allan dos Santos. 

 

A PF apreendeu uma planilha que indicava valores repassados por servidores públicos ao canal Terça Livre, de Allan. Segundo informações do G1, dentre as indicações está a transferência de R$ 70 mil de uma funcionário do BNDES a um sócio do blogueiro.

 

As investigações apontaram que entre abril e maio de 2020, ápice dos atos antidemocráticos, foram feitas cerca de 650 repasses para Allan, sem identificação do CPF do doador. "A quantidade de doações, o valor repassado por servidores públicos, a forma do repasse [...] indica a necessidade de compreender os fatos e circunstâncias", diz o relatório da PF.

 

Dentro da mesma apuração, a PF identificou ainda a articulação de bolsonaristas para evitar que um sócio do blogueiro fosse convocado para depor na CPI das Fake News. Informações do Bahia Notícias em 06/06/2021.

Cultura: Vídeos de Rodrigo Vellozo celebram os 80 anos do cantor e compositor Benito Di Paula

 

'Rodrigo + Benito' está nas plataformas digitais, numa celebração dos 80 anos de Benito Di Paula -  (crédito: Bruno Trindade Ruiz/ Divulgação)
'Rodrigo + Benito' está nas plataformas digitais, numa celebração dos 80 anos de Benito Di Paula - (crédito: Bruno Trindade Ruiz/ Divulgação)

Benito Di Paula, um dos nomes de maior destaque da velha guarda da música popular brasileira, está em tempo de celebração dos 80 anos. A data vem sendo festejada com um projeto audiovisual criado pelo filho, também cantor e compositor, Rodrigo Vellozo. A ideia é que esses encontros prossigam durante os próximos meses, sempre com transmissão pelas plataformas digitais.

Intitulada Rodrigo + Benito em casa, a série de vídeos, além de revisitar canções dos dois, mostra o relacionamento de pai e filho durante a pandemia. O idealizador do projeto diz que esses encontros caseiros deixam claro que os vínculos familiares têm papel de destaque na trajetória artística e na vida de ambos. “Celebrar os 80 anos de papai é mais emblemático (nesses tempos de pandemia). Para mim, tê-lo tão pertinho é um privilégio e uma alegria imensa”, disse ao Rodrigo Vellozo ao Correio.

Trajetória

Autor de clássicos como Meu amigo Charlie Brown, Mulher brasileira e Retalhos de cetim, Benito Di Paula destaca a importância que o projeto tem para ele. “É uma forma de agradecer ao público, que vem me acompanhando ao longo de 50 anos de carreira artística. São pessoas que tomaram conhecimento da minha música por meio dos milhões de discos vendidos, tanto no Brasil quanto no exterior”.

fonte:Correio Braziliense - 06/06/2021 10h:38min.

Covid-19: "Gabinete das sombras" vem à luz

(crédito: Alex Ferreira/Camara dos Deputados)

O ex- assessor da presidência e irmão do ex- ministro da Educação Abraham (crédito: Alex Ferreira/Camara dos Deputados)



O ex-assessor especial da Presidência, Arthur Weintraub, confirmou que era responsável por fornecer informações sobre remédios para o tratamento de covid-19 ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele apareceu em um vídeo publicado ontem, ao lado de seu irmão, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, em que comentou as acusações de ser um dos líderes de um gabinete paralelo de Bolsonaro, cuja existência é investigada pela CPI da Covid, no Senado.

Arthur foi citado pela médica oncologista Nise Yamaguchi na CPI, que dizia ter se reunido com ele para falar sobre o tratamento de covid-19 com cloroquina. No vídeo deste sábado, ele disse que fazia parte do assessoramento do presidente Bolsonaro em temas que envolviam reforma previdenciária desde o período de transição de governo, em 2018 e, posteriormente, em 2019. Ele revelou que também assessorava o mandatário em temas científicos por ter um “histórico acadêmico”.

Weintraub afirmou que, quando a pandemia chegou ao Brasil, passou a ter contato com médicos para conversar sobre possíveis soluções para o tratamento da covid, antes mesmo de falar com Bolsonaro. Ele revelou que, quando soube dos testes com o uso de cloroquina por médicos, comprou o remédio e tomou por conta própria, para apurar se teria efeitos colaterais. Depois disso, procurou o presidente da República e foi incumbido por ele de estudar o assunto e dar um retorno, com atualizações e resumos sobre tratamentos.

“Fui comentar com o presidente que havia coisas publicadas sobre o assunto. E eu estava entrando em contato com médicos, pesquisadores dessa área. E o presidente disse: você que tem esse histórico, passe a estudar, e você vai me trazer o que você for encontrando e você vai vendo os contatos. Os contatos que eu fiz foram com outros pesquisadores e outros médicos”, disse ele.

A partir daí, detalhou, começou a conversar com médicos da linha de frente do tratamento contra a covid. “Eu tive contato com esses médicos que começaram a conversar comigo, começaram a me mandar o que tinha publicado. Os meses foram passando e eu transferi isso ao presidente. Eu pegava resumos que recebia e encaminhava ao presidente”, afirmou, ao revelar também que outros remédios, além da cloroquina, eram alvo de pesquisas.

Supostos integrantes

Entre os médicos com quem mantinha contato, estão os nomes de Nise Yamaguchi (o que confirma a versão dada em depoimento à CPI), defensora da cloroquina; e do virologista Paolo Zanotto. Ambos estão na companhia de outros médicos, do presidente Bolsonaro e do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS).

“Os meus contatos sempre foram os médicos de ponta, cientistas. A doutora Nise falava com o presidente. Tive contato com o doutor Zanotto, virologista. Eles conversavam comigo, me traziam coisas para mostrar para o presidente. Era simplesmente porque eles conseguiam ter uma interface, uma conversa comigo, por eu ter essa possibilidade de entender o artigo científico e conseguir traduzir de uma forma mais simples para o presidente”, detalhou.

Arthur, no entanto, negou que tenha organizado um gabinete paralelo. “Eu não organizei gabinete, eu fazia contato científicos e trazia as informações para o presidente. Dentro disso, eu fiz um evento, em agosto de 2020, no Palácio do Planalto”, pontuou, ao dizer, ainda, que não existiu um gabinete paralelo e que não integra mais o governo desde setembro do ano passado, por isso, não participou de qualquer discussão sobre a compra de vacinas.

“Quando eu estava lá, a discussão que havia, em que eu estava envolvido cientificamente, era sobre o remédio da malária e a evolução da doença”, disse ele, sendo ajudado pelo irmão, Abraham Weintraub, na escolha de palavras. Arthur falou, ainda, sobre o fato de ter contraído covid-19 nos Estados Unidos, onde mora, assim como o irmão. Ele negou que tenha tomado qualquer coquetel de anticorpos e disse que ainda não tomou a vacina contra a covid porque ambos adoeceram.

“A gente seguiu todo o receituário, tudo o que a gente havia falado, e, pela gravidade da cepa — aparentemente a gente foi atingido em cheio por uma cepa muito agressiva —, esse tratamento que a gente fez foi fundamental para que nosso quadro não se agravasse”, comentou.

O ex-assessor teve sua convocação aprovada pela CPI da Covid no último dia 26 de maio. O objetivo dos senadores é questionar Arthur sobre um assessoramento paralelo ao presidente da República no que diz respeito ao combate à pandemia.

Fonte: Israel Medeiros/Correio Braziliense - 06/06/2021 -09h:28min.

DF: Servidores pedem para se afastar de secretário da Rouanet por rituais


Servidores pedem afastamento de baiano encarregado da Rouanet por 'práticas ocultistas'


                                    Porciuncula à direita, ao lado de Mario Frias | Foto: Reprodução / Facebook

Servidores do Ministério do Turismo pediram para se afastar do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, responsável pela Lei Rouanet, por não gostarem de rituais religiosos praticados pelo secretário.

De acordo com fontes ouvidas pela coluna, funcionários que trabalham com Porciuncula já flagraram o secretário executando rituais no ministério e pediram para trabalhar em outro andar por considerarem a prática inadequada para o ambiente de trabalho.

Segundo um relato, o pedido veio de garçons, secretariado e terceirizados que afirmam serem cristãos e se mostraram incomodados com o que consideram “práticas ocultistas”.

Esses servidores religiosos também afirmam entre si que Porciuncula age com “hipocrisia” por se declarar cristão nas redes sociais, mas praticar rituais de outras religiões no ministério.

Como a coluna mostrou na semana passada, Porciuncula tem o costume de andar armado no trabalho, o que também tem desagradado quem trabalha com ele.

A coluna entrou em contato com o Ministério do Turismo, para dar espaço ao secretário, mas até agora não obteve resposta. A coluna está aberta para manifestações.

fonte: Metrópoles - 06/06/2021 09h:20min.

SP: Procurado pela Interpol, Espanhol se atira de 17º andar com a filha no colo em hotel da capital

Hotel San Raphael, no centro de São Paulo                                           © Reprodução/Veja SP Hotel San Raphael, no centro de São Paulo

Trecho da carta deixada pelo suicida - Foto Reprodução


Pai e filha morreram após caírem do 17º andar de um hotel no Largo do Arouche, no centro de São Paulo, na madrugada deste sábado (5). O homem tinha 53 anos e a criança, 6. Ele teria pulado com a filha no colo por volta das 5h, segundo informações preliminares.

O homem estrangeiro seria espanhol e deixou uma carta em que pede desculpas pelo ato. Também afirma que era procurado pela Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) e que estava no Brasil de forma irregular. 

Eles estavam no Hotel San Raphael. O caso foi registrado como homicídio simples e suicídio pelo 2º DP (Bom Retiro) e encaminhado ao 3º DP. Foram solicitados exames periciais ao Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML). Informações de Veja.com em 06/06/2021

No dia 29 de Maio: Documento mostra que ordem para repreender ato no Recife foi do comandante-geral da PM

RECIFE - Um documento oficial da comunicação interna da Polícia Militar de Pernambuco revela que foi do então comandante-geral da corporação a ordem para repreender o protesto realizado dia 29 contra a atuação do governo Jair Bolsonaro. Vanildo Maranhão foi exonerado do cargo pelo governador Paulo Câmara (PSB) nesta semana.

Policiais dispersam manifestação no Recife contra o governo Bolsonaro com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.
© Arthur Souza/Photopress/Estadão Conteúdo Policiais dispersam manifestação no Recife contra o governo Bolsonaro com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

O ato foi dispersado com balas de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo. Na ação, duas pessoas ficaram cegas de um dos olhos. Os detalhes de toda a operação foram revelados neste sábado, 5, pelo Jornal do Comércio e confirmados pelo Estadão.

O relato destinado ao subcomandante do Batalhão de Choque, major Valdênio Corrêa Gondim Silva, foi feito por um oficial que teve o nome preservado. No ofício, ele afirma que, "por determinação do comandante-geral da PMPE", a Tropa de Choque deveria realizar a dispersão dos manifestantes usando dos "meios dispostos".

Em seguida, o policial informa que a tropa foi hostilizada pelos manifestantes durante a tentativa pacífica de dispersão e até mesmo atacada com pedras. Diante da situação e da ordem já dada, foi então feita a "utilização escalonada da força dos materiais de menor potencial ofensivo e das técnicas e táticas de controle de distúrbios civis".

Ainda de acordo com o documento, o objetivo da ação policial seria o de defender o decreto estadual de restrições sociais, que vetava manifestações - naquele sábado o grupo reunia cerca de 300. O documento também pontua que o ataque dos oficiais só teve início após os policiais serem agredidos por dois manifestantes com paus e pedras, além de xingamentos.

Sequência

Emitido logo após o término da ação, o relato policial aponta que a operação teve início às 10h20, quando o comandante do Batalhão de Choque da PM, o coronel tenente Bruno, determinou que sua equipe ficasse a postos para se deslocar na direação da Praça do Derby com o intuito de dispersar "uma manifestação de militantes”, segundo ordenado pelo comandante-geral.

O documento afirma que o objetivo era evitar que a aglomeração gerada pelo ato ajudasse a "alastrar ainda mais a pandemia”. Com essa intenção, um major teria sido destacado para tentar “de todas as formas negociar para que os manifestantes se dispersassem antes da chegada da Tropa de Choque”. O texto menciona então que a negociação deu resultado, conseguindo dispersar parte do grupo, mas não finalizando o mesmo por completo.

Uma nova ordem foi dada então pelo comandante do Batalhão de Choque para que os pelotões se dirigissem para o ponto onde o protesto acabaria: a Praça da Independência, conhecida como “Praça do Diário”. A PM escolheu fazer uma barreira na Avenida Guararapes, por ser apontada, no documento, como um ponto estratégico para a dispersão dos manifestantes e “por ser mais seguro para os transeuntes que passavam no local”.

Ainda segundo as informações do documento, o comandante Vanildo Maranhão teria voltado a reforçar a ordem de dispersão dos manifestantes às 11h30. O relato policial informa que a PM foi atacada com paus e pedras por dois manifestantes, que também xingavam os policiais e tentaram furar o bloqueio formado. As duas pessoas foram detidas.

De acordo com o relato, “grande parte dos manifestantes que observavam as detenções, no afã de resguardar dos detidos, começaram a arremessar pedras, que atingiram os policiais da Tropa de Choque”.

O processo de dispersão dos manifestantes teria começado em seguida, “com utilização da força dos materiais de menor potencial ofensivo e com as técnicas e táticas de controle de distúrbios civis”, como descreve o documento. Após a dispersão inicial, os manifestantes teriam voltado para a Avenida Conde da Boa Vista e, mais uma vez, o comandante geral da PM teria reforçado a ordem de dispersão do ato.

Repercussão

Antes mesmo de o relato da operação se tornar público, a repercussão negativa da ação e a postura do governador Paulo Câmara, que sempre negou ter dado qualquer ordem no sentido de repreender o ato, já haviam provocado, além da queda de Maranhão, a demissão do secretário de Defesa Social, responsável pelo comando da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE)Antonio de Pádua. Ele colocou o cargo à disposição na tarde de sexta-feira, 4, e foi substituído interinamente por Humberto Freire, que é delegado da Polícia Federal (PF).

“Os fatos ocorridos no último sábado foram graves e precisam ser investigados de forma ampla e irrestrita. Minha formação profissional e humanística repudia, de forma veemente, a maneira como aquela ação foi executada. Seis dias depois do episódio, com um novo comandante à frente da PM, com todos os procedimentos investigatórios instaurados e após prestar contas à Assembleia Legislativa, à OAB e ao Ministério Público, entreguei meu cargo ao governador Paulo Câmara, com a certeza do dever cumprido e mantendo nosso compromisso com a transparência e o devido processo legal”, declarou Antonio de Pádua em nota.

Na manhã da sexta-feira, Câmara já havia empossado o novo comandante da PMPE, o coronel Roberto Santana, que assume o posto do coronel Vanildo Maranhão. "A missão dada ao secretário Freire e ao comandante Roberto é que o episódio do último sábado não seja esquecido, para que nunca se repita. Os protocolos precisam ser revistos para que um comando de tropa na rua não possa se sentir autônomo a ponto de agir da maneira que agiu”, disse o governador.

O governo garante que vai indenizar as vítimas e apurar o caso. Segundo especialistas, a ação expõe o risco de radicalização política nas PMs.

A Secretaria de Defesa Social (SDS) e a PMPE emitiram uma nota afirmando que não vão se posicionar sobre “supostos vazamentos”, em referência ao documento policial. A pasta informou ainda que a PM já encaminhou todos os documentos relacionados a ação do dia 29 à Corregedoria-Geral da Secretaria de Defesa Social e que “tais elementos de prova fazem parte do procedimento instaurado para apurar as responsabilidades”.

Até o momento, oito policiais militares, três oficiais e cinco praças (incluindo o que teria atirado no rosto de Jonas Correia de França, que perdeu parte da visão), foram afastados e estão sendo investigados.

fonte:ESTADÃO - 06/06/2021 08h:40min.

Região de Irecê: Morre vítima da Covid-19 o padre de Gentio do Ouro Adriano Santos aos 41 anos

                                    Imagem:reprodução Diocese da Barra-Ba  em 05/06/2021

O pároco da cidade de Gentio do Ouro, Adriano Santos de 41 anos faleceu neste sábado(5) por complicações decorrentes da Covid-19.

O mesmo estava internado no hospital municipal, sendo transferido posteriormente para um hospital da cidade de Barra,  vindo a óbito neste município. 

A Diocese de Barra através do Bispo Diocesano Dom Luiz Flávio Cappio  divulgou uma nota a sociedade. o Sepultamento do padre ocorreu nesta manhã também na mesma cidade.

A cidade de Gentio do Ouro fica há 190 km de Irecê, possui uma população de um pouco mais de 11 mil habitantes, segundo projeção do IBGE. O último boletim da covid divulgado pela secretaria municipal de Saúde  da cidade registra um total de 606 casos confirmados desde o inicio da pandemia, em 2020, estando com 542 pessoas recuperadas e 54 casos ativos e um total de 10 óbitos até ontem(4).

Ex-prefeito teve alta

Quem estava internado no hospital de campanha há uma semana da Arena  Fonte Nova e teve alta neste sábado(5) foi o ex-prefeito em dois mandatos Ivonilton Vieira (PSD) de 53 anos. 

O ex-gestor esteva internado no hospital municipal de Gentio, e foi transferido para Salvador em UTI aérea no dia 29/05. Tendo conseguido superar o vírus e obter alta, onde já se encontra ao lado de seus familiares na capital baiana.


                                           foto:reprodução/facebook