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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

"Quantos países atenderam ao governo sionista de Israel? Nenhum!, diz Senador Omar Aziz ao defender Lula

 

                                    foto:reprodução/Ricardo Stuckert

Em entrevista ao Fórum Onze e Meia desta quinta-feira (22), o senador Omar Aziz (PSD-AM) reiterou suas críticas ao que ele definiu como uma "histeria" sobre a denúncia do presidente Lula sobre o genocídio na Palestina. Ontem (21), o presidente Rodrigo Pacheco do Senado  exigir uma retratação do presidente Lula por afirmar que o massacre na Palestina se comparava ao terror do nazismo.

Durante a conversa com Renato Rovai e Dri Delorenzo, o amazonense, que é filho de um palestino, reiterou novamente sua defesa da posição brasileira sobre o genocídio.

Lula é um estadista

O senador - que ganhou notoriedade nacional na CPMI da Covid-19 - garantiu que a histeria se reduziu ao Brasil.

"O presidente Lula é um estadista, é uma pessoa respeitada mundialmente, e veja quantos países atenderam ao governo sionista de direita de Israel em relação a isso. Nenhum", completou.

"Histeria. Que não houve quando Bolsonaro disse que o Holocausto podia ser perdoado, mas nunca esquecido ou quando Bolsonaro recebeu uma deputada nazista escondida lá dentro, tirou foto com ela e tudo mais", afirmou Aziz.

Ele afirma que a reação israelense, da extrema direita e da grande imprensa só reiteram a importância da posição do presidente Lula em sua busca pela paz.

"Se fosse o presidente do Paraguai que fizesse comparação, Israel não ia nem tomar conhecimento. Não ia dizer que o presidente do Paraguai era uma persona non grata, se fosse da Bolívia é a mesma coisa, você está me entendendo?", disse. "O presidente se tornar persona non grata daquele parlamento, ou daquele ministro, ou daquele governo sionista? O presidente não dormiu, faz seis dias que ele não dorme...", brincou. "Cá para nós, isso é brincadeira. Não tirou o sono do presidente... O presidente tem coragem, ele não é oportunista", completou Aziz.

Fonte: Revista Fórum - 23/022024

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

No TJ-AM: Apresentador Zé Eduardo da Bahia vence Sikêra Jr em ação por criticas na Covid-19


                                            Foto:reprodução/TV


O apresentador Sikêra Jr perdeu uma ação judicial que movia contra José Eduardo, o Bocão, apresentador da versão de Salvador (BA) do programa Balanço Geral Bahia, da Record. Em uma edição do telejornal, em 2020, Bocão criticou Sikêra por propagar negacionismo contra a Covid-19 no auge da pandemia.

A reportagem obteve acesso à ação, que corria no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Sikêra pedia uma retratação ao vivo pelas críticas, e uma indenização de R$ 44 mil por danos morais contra a sua imagem.

Em primeira instância, Sikêra Jr conseguiu uma decisão ao seu favor. Bocão e seus advogados entraram com um recurso, e em segunda decisão no 2º Tribunal Recursal do Amazonas, conseguiu uma decisão ao seu favor. O caso não cabe mais recurso para Sikêra.

"Entendo que não houve extrapolação ao direito de crítica pelo recorrente, apesar de seu tom ácido ao mencionar o recorrido, eis que as críticas estão inseridas no âmbito de matéria jornalística de cunho informativo, baseando-se em fatos de interesse público, sem adentrar diretamente na intimidade ou vida privada do autor", disse o desembargador Cássio André Borges, que julgou o caso.

Na ocasião, Bocão fez duros comentários sobre a postura adotada pelo colega na cobertura do noticiário da crise sanitária em Manaus, que chegou a ficar sem oxigênio para atender doentes pela Covid-19.

"Tem apresentador aí que mente, mente porque já nasceu mentiroso, e precisa da mentira para subir", sentenciou ele.

Na mesma ocasião, Alves defendeu o isolamento social e desafiou o titular do Alerta Nacional, desta vez de forma nominal, a colocar sua mulher e filhos na rua em meio ao caos que atravessava a saúde pública da capital manauara.

"Esse apresentador, que deve ter interesses outros, surgiu de paraquedas e não sabe onde está pisando. Se ele quiser o debate comigo, é na hora, não precisa ser na televisão e nem no circo, lugar em que ele está acostumado a ir", disparou o jornalista.
Incomodado com as críticas, Sikêra Jr decidiu entrar com o processo, que saiu derrotado.

Procurado pela reportagem, Bocão comemorou a vitória. "Foi feita a Justiça", afirmou. Sikêra Jr não respondeu até a publicação da reportagem.


Fonte: BNEWS - 22/02/2024

Valdemar diverge de Bolsonaro e responde a todas as perguntas da PF

Imagem colorida de Valdemar Costa Neto dando um abraço em Jair Bolsonaro - Metrópoles

foto:reprodução

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto divergiu de Jair Bolsonaro e decidiu responder a todas as perguntas que lhe foram feitas pela Polícia Federal (PF) no inquérito que investiga articulação para tentar viabilizar um golpe de Estado após a vitória de Lula, em 2022.

Dessa forma, o dirigente partidário não seguiu as estratégias de Bolsonaro, Augusto Heleno e Braga Netto, que permaneceram em silêncio. A alegação dos respectivos advogados foi que, sem acesso à íntegra da delação de Mauro Cid, seus clientes não teriam plenas condições de defesa.

Valdemar, por sua vez, falou por mais de duas horas. Como mostrou a coluna, o dirigente foi contrário à ideia apresentada por parlamentares extremistas para prender Alexandre de Moraes. E recusou, até mesmo, um pedido de Bolsonaro para questionar judicialmente a diplomação de Lula após a cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O chefe do PL se arrependeu, ainda, de ter contratado uma empresa de auditoria que questionou o funcionamento das urnas eletrônicas.

De todos os personagens graúdos que cercam Bolsonaro, Valdemar, até este ponto das investigações, é o que menos tem a temer.

Fonte:Metrópoles - 22/02/2024

Concurso: Caixa Econômica oferta mais de 3 mil vagas entre Nível Médio e Superior

 



A Caixa Econômica Federal publicou nesta quinta-feira (22), no Diário Oficial da União, o edital do concurso público para o preenchimento de 1,6 mil vagas para os cargos de técnico bancário novo e 1,6 mil para técnico bancário novo em tecnologia da informação e cadastro de reserva. A remuneração inicial é de R$ 3.762.

As provas objetivas e de redação serão aplicadas no dia 26 de maio, com divulgação dos resultados finais prevista para o dia 5 de agosto.

As inscrições começam às 10h do dia 29 de fevereiro e terminam às 16h do dia 25 de março, e devem ser realizadas no site da banca avaliadora, que é a Fundação Cesgranrio.

A taxa de inscrição para qualquer um dos cargos é de R$ 50 e pode ser paga por boleto bancário, ou PIX (com copia e cola ou código QR code).

O pedido da taxa de isenção deve ser feito até 7 de março. Nos dias 14 e 15 de março, os candidatos que tiverem isenção indeferida poderão apresentar recurso e no dia 21 de março, será publicada a lista final dos isentos.

O cartão de confirmação da inscrição estará disponível no dia 22 de maio.

Os aprovados para as vagas de técnico bancário serão distribuídos em 107 polos bancários e os profissionais de tecnologia da informação serão lotados em Manaus, Brasília, Goiania, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Os locais de aplicação das provas são os mesmos escolhidos para a lotação, em caso de aprovação.

Nível superior


Um segundo edital da Caixa, também publicado hoje, oferece 34 vagas para nível superior. São 11 vagas para engenheiro de segurança do trabalho com remuneração inicial de R$ 14.915 e jornada de 40 horas semanais. E outras 23 vagas para médico do trabalho, com remuneração inicial de R$ 11.186 e jornada de 30 horas semanais.

A prova ocorrerá também no dia 26 de maio, e a divulgação dos resultados finais está prevista para o dia 18 de agosto. Os prazos de inscrição e solicitação de isenção da taxa serão os mesmos que para os concorrentes de nível médio, mas como haverá prova de títulos, o resultado final deverá ser divulgado somente no dia 18 de agosto.

Fonte:Ag.Brasil/reprodução 22/02/2024

STF: Flávio Dino toma posse e Barroso diz que evento é "vitória da democracia, da institucionalidade e da civilidade"

                                     foto:reprodução

O ex-ministro da Justiça e senador licenciado Flávio Dino toma posse nesta quinta-feira como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Em sessão solene no Supremo, Dino prestará juramento à Constituição antes de tomar seu lugar no plenário.

O nome de Dino foi indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decorrência da aposentadoria da ex-ministra Rosa Weber e foi aprovado em votações secretas tanto na Comissão de Constituição e Justiça quanto no plenário do Senado após passar por sabatina.  

O novo ministro do STF foi aprovado no dia 13 de dezembro, com 47 votos a favor, 31 contra e duas abstenções - eram necessários pelo menos 41 votos.


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, exaltou a posse do novo ministro da Corte, Flávio Dino, como um evento que simboliza a "vitória da democracia, da institucionalidade e da civilidade", princípios seriamente abalados no último governo.

“Flávio foi deputado federal, senador da República, governador de Estado por duas vezes, reeleito de maneira consagradora, ministro da Justiça, portanto também no Executivo. E embora uma faceta menos conhecida do seu currículo, Flávio é juiz federal concursado, foi o primeiro colocado do concurso dele, portanto, também trafegou pelo judiciário e foi secretário do Conselho Nacional de Justiça”, afirmou.

Fonte: Band.com e Brasil 247 -  22/02/2024

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Brasileiro que foi expulso da PM após matar o próprio irmão morre no front pela Ucrânia

Bnews - Divulgação Reprodução/ Redes Sociais

Ex-policial militar Maxuel “Panavo” Gomes Ribeiro, que se apresenta como Max Panavo, morreu no conflito entre Ucrânia e Rússia nesta quarta-feira (21), 

De acordo com o soldado brasileiro Leanderson Paulino, que está atuando na guerra entre Ucrânia e Russía, o seu colega, também brasileiro, Maxuel "Panavo" Gomes Ribeiro morreu nesta quarta-feira (21), quando lutava pelo país Europeu.

Pavano, que tem mais de 120 mil seguidores no Instagram, ficou conhecido depois de ser expulso da coorporação onde atuava, no interior de São Paulo, após matar o próprio irmão, Hudson Ribeiro, em 2019.

Panavo, que também tinha destaque no Tiktok, postava vídeos em meio ao cenário de guerra, para onde havia fugido há mais de um ano, quando conseguiu liberdade provisória. Informações do BNews em 21/02/2024

Renato Cariani usou dados de crianças para comprar hormônio de crescimento, diz PF


                                            foto:reprodução/instagram

O influenciador fitness Renato Cariani, de 47 anos, réu por tráfico de drogas e crimes relacionados, usou dados de crianças para comprar hormônios de crescimento com desconto.  

Segundo relatório da Polícia Federal (PF), obtido pela CNN, Cariani usou nome de crianças para conseguir receitas médicas e descontos, para a compra de Norditropin, mais conhecido como "GH", hormônio muito utilizado para o ganho de massa muscular no mundo fitness.

Confira a reportagem completa no link abaixo do Portal  Terra de hoje(21):

https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/cariani-usou-dados-de-criancas-para-comprar-hormonio-de-crescimento-diz-pf,e9420a8b81218eb0c0ce7724e2cd5c4e8tzt5zg7.html

SP: Governador troca de surpresa 34 Coronéis e abre crise na PM

Imagem colorida do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas sentado ao lado do secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite. Os dois estão vestidos de terno e gravata

foto:Divulgação/Gov. Estado SP

São Paulo — A série de mudanças promovidas nesta quarta-feira (21/2) pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em postos-chave da Polícia Militar (PM), sob influência do secretário da Segurança Pública (SSP), Guilherme Derrite, pegou de surpresa oficiais da corporação e já abriu uma crise na instituição, segundo oficiais da ativa e da reserva.

Ao todo, mais de 30 coronéis foram transferidos por “conveniência de serviço” e a percepção é a de que o caos está instalado na corporação desde já. Grande parte dos oficiais removidos dos cargos seriam contrários aos métodos usados nas operações da PM na Baixada Santista, que já mataram quase 60 pessoas em supostos confrontos com policiais, e favoráveis ao uso de câmeras corporais por PMs, ambas posições que desagradariam Derrite.

Até mesmo o número 2 da corporação, o subcomandante José Alexander de Albuquerque Freixo, foi removido do posto, apesar da permanência do comandante-geral Cássio Araújo de Freitas, algo apontado como, no mínimo, incomum por oficiais da PM. Em seu lugar entra José Augusto Coutinho, que estava no Comando de Policiamento de Choque.

Exonerado da função, Freixo deixa o Estado-Maior e seguirá para uma posição considerada de quinto nível entre coronéis, que é o comando da Escola Superior de Sargentos, no Tatuapé, zona leste da capital.

Entre oficiais, a avaliação é a de que Tarcísio deveria ter sido alertado pelo secretário Guilherme Derrite sobre as possíveis consequências negativas de tantas mudanças na cúpula da PM, de maneira tão drástica quanto as promovidas agora, por questão de lealdade, uma vez que o governador não conhece a fundo a corporação paulista.

Derrite saiu da própria PM em 2018, como capitão, para ingressar na carreira política, quando se candidatou e foi eleito deputado federal.

As mudanças publicadas como atos do governador no Diário Oficial impactam diversos setores da corporação, afetando do centro de inteligência à comunicação social, além de diversos órgãos de formação de praças e oficiais.

“Os coronéis, na maioria esmagadora, são a favor da colocação das câmeras corporais [nos uniformes]. Uma das razões é por dar transparência à atividade de policiamento, garantir a lisura na prestação do serviço público. Outro lado é político. Se resolver a questão da violência policial, você resolve 80% dos problemas da PM”, afirma um coronel que pediu para não ser identificado.

As transferências teriam como objetivo colocar em postos de comando pessoas alinhadas à remoção das câmeras e favoráveis aos métodos empregados nas operações no litoral, alvo de críticas pela violência e motivo até de apelação à Organização das Nações Unidas (ONU). Aqueles que deixaram os cargos e que serviriam como barreira aos interesses de Derrite iriam, naturalmente, sair a corporação, após as trocas para funções menos prestigiadas.

Mas não é isso que deverá acontecer. Nas conversas entre coronéis, já há quem defenda a permanência dos dissidentes na corporação para não entregá-la ao grupo mais próximo do secretário da Segurança Pública.

“É coisa de moleque”, disse um oficial sobre a atitude de Derrite com as mudanças. “É um caos. Estou conversando com outros coronéis. Confesso que não sei como ele vai sair dessa encruzilhada”, afirma, dizendo nunca ter visto tantas mudanças de uma só vez no meio a uma gestão.

A avaliação é a de que secretários de Segurança Pública, em geral, não costumam se colocar como centro de conflitos, justamente o oposto do que Derrite fez com as mudanças na PM.

Entre os muito experientes, a avaliação também é negativa. Coronel da reserva, José Vicente da Silva entrou na corporação há 61 anos e avalia de forma crítica as mudanças. “Me preocupa esse tipo de alteração que não atende a tradição e a cultura da Polícia Militar, que é de preservar a hierarquia. Houve uma mudança colocando coronel muito mais moderno [que ingressou depois] para comandar outro mais antigo. Isso cria um mal estar, algo que não faz bem para a instituição”, disse.

Impactos

Um dos coronéis ouvidos pela reportagem afirmou que, salvo engano, nunca houve mudança dessa magnitude na cúpula da corporação. Apesar disso, o oficial disse que não vislumbra impactos negativos para os escalões subordinados, “apesar do desconforto aparente dos coronéis mais antigos que, eventualmente, foram substituídos”.

O oficial ressaltou também que “a PM é disciplinadíssima, hierarquizada, conhece e reconhece seus valores e princípios”. “Portanto, dentro do contexto, consideraria normal, se foi julgado necessário todo esse movimento interno. Em certo sentido, em alguns setores, renova-se condutas e procedimentos, muitas vezes, onde há necessidade de mudanças e inovações”, disse.

O que diz a SSP

Questionada, a atual gestão da Secretaria da Segurança Pública (SSP) diz que “reconhece e valoriza o trabalho dos policiais paulistas e informa que, desde o início do ano, uma série de promoções por mérito e movimentações de rotina foi efetivada junto às polícias Civil, Militar e Técnico-Científica do Estado”.

“Tais medidas são planejadas e executadas a partir de critérios estritamente técnicos com o objetivo de aprimorar constantemente a atuação policial e reforçar a segurança de toda a população”, afirma, em nota.

Fonte: Metrópoles - 21/02/2024