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segunda-feira, 29 de julho de 2024

RS: Bolsonaro faz novo ataque ao Nordeste: "Pior região em todos os aspectos"; Vídeo


                                      foto:reprodução

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) tem sido bastante criticado após comentários ofensivos contra o Nordeste. Durante entrevista à TV Pampa, afiliada da RedeTV no Rio Grande do Sul, o antigo chefe do Poder Executivo nacional classificou a região como a pior "em todos os aspectos".

"Como há o fluxo migratório do nordeste pra cá, sudeste e até centro-oeste. O nordeste que deveria ser a melhor região do Brasil é a pior em todos os aspectos que você possa imaginar. Eu não posso entender se vem um nordestino pra cá, Rio Grande do Sul, saiu de lá para vir votar em candidatos do PT, PSOL, então… isso ai. Tem que ser estudado o cidadão", disse Bolsonaro em entrevista. 

Vale destacar que essa não é a primeira vez que um membro da família Bolsonaro fala mal explicitamente do Nordeste. No último dia 30 de maio, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou exatamente a mesma coisa.

Na ocasião, ao responder um comentário nas redes sociais, o filho 02 do ex-presidente afirmou: "Então vai continuar sendo a pior região do país, com mais criminalidade, pior educação, e etc. Não venha reclamar depois".

Assista:

Fonte: BNEWS - 29/07/2024

RS: Prefeito que sugeriu execução de Moraes será investigado


                                      foto:reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou nesta segunda-feira (29) a abertura de uma investigação pela Polícia Federal (PF) contra o prefeito de Farroupilha (RS), Fabiano Feltrin (PL), para averiguar se houve incitação ao crime na ocasião em que Feltrin sugeriu a execução de Moraes em uma guilhotina.

Entenda o caso

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em tour pelo Rio Grande do Sul para impulsionar seus candidatos, declarou durante um comício que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o presidente Lula "facilitam a sua execução".

Em seu discurso, Jair Bolsonaro se vitimizou e comparou seu atentado com o do ex-presidente dos EUA Donald Trump.

"No meu caso, quando voltei para o Brasil, pela presidência [da República], tinha direito a dois carros. Lula pessoalmente me tirou os dois carros blindados [os ex-presidentes não possuem direito a carro blindado]. Tenho direito a oito funcionários, os quatro que trabalhavam na minha segurança, por medidas cautelares, me tiraram os quatro que trabalhavam na minha segurança [...] eles [Lula e Alexandre de Moraes] querem facilitar. Eles não querem mais me prender, querem que eu seja executado", declarou o ex-presidente.

Guilhotina

Em vídeo que circula pelas redes sociais, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece às gargalhadas após escutar o prefeito de Farroupilha, Fabiano Feltrin (PL), sugerir a execução do ministro Alexandre de Moraes.

"A homenagem para ele [Alexandre de Moraes] vou mostrar qual é. É só colocar ele aqui na guilhotina. Aqui a minha homenagem para ele", dispara Feltrin.

Fonte:Revista Fórum - 29/07/2024

Venezuela: Maduro expulsa diplomatas de países que contestaram sua vitória

                                                     foto:BBC NEWS Brasil/reprodução

Em um de seus primeiros atos como presidente reeleito da Venezuela, Nicolás Maduro expulsou o corpo diplomático de sete países que contestaram sua vitória nas eleições deste domingo (28).

 

A medida foi anunciada pelo ministro das Relações Exteriores do país, Yvan Gil, em um comunicado divulgado no X (antigo Twitter) na tarde desta segunda-feira (29).

 

Ao todo, o regime de Maduro ordenou que diplomatas e funcionários de embaixadas e consulados da Argentina, do Chile, da Costa Rica, do Peru, do Panamá, da República Dominicana e do Uruguai se retirem “de maneira imediata” da Venezuela. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. 

 

“A Venezuela expressa a sua mais firme rejeição às ações e declarações interferentes de um grupo de governos de direita, subordinados a Washington”, disse o chanceler venezuelano ao anunciar a medida.

 

Logo após o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) anunciar a vitória de Maduro, eleito para um terceiro mandato no país, diversos líderes internacionais expressaram preocupação sobre a transparência da votação, e rejeitam a reeleição do líder chavista. 

 

Na primeira fala como presidente reeleito, Maduro voltou a insistir que países vizinhos não interfiram nos assuntos internos da Venezuela, e classificou o sistema eleitoral do país como muito “confiável”. 


Fonte: BN -  29/07/2024

Tchau São Paulo: Deputada Rosângela Moro será candidata à vice-prefeita de Curitiba


                                            foto:reprodução

Há muito ouvimos expressões após cada eleição presidencial, principalmente após a 1ª eleição de Dilma Roussef (PT) ao Palácio do Planalto em 2010, que o "nordeste não sabe votar", "o nordeste vota com a barriga" e outras frases incansáveis sobre essa importante região do país, que uma grande parcela da população do sul-sudeste insiste em discriminar. 

Pois bem, em 2022, o ex- juiz Sergio Moro tentou se eleger Senador pelo Estado de São Paulo, a justiça eleitoral não permitiu, já a sua esposa, Rosângela Moro, que assim como o ex- Juiz da Lava Jato nunca morou no Estado de São Paulo, conseguiu se candidatar e se eleger com mais de 217 mil votos a Câmera Federal. Resultado, com 18 meses de mandato na câmera,  já retornou seu domicilio eleitoral para o Estado do Paraná e hoje anunciou que será candidata a vice-prefeita de Curitiba,  formando chapa o deputado estadual Ney Leprevost, também do União Brasil.

“Para a ‘República de Curitiba’ voltar a ser vanguarda… Eu digo sim. Assumo como pré-candidata à vice-prefeita de Curitiba pelo União Brasil junto com Ney Leprevost, pré-candidato a prefeito”, escreveu a deputada federal na rede social X.


Presidente da Turquia ameaça invadir Israel em apoio à Palestina


                                                                    Alexis Mitas/Getty Images

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou invadir Israel em resposta à ofensiva liderada por Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza, que já dura mais de nove meses. A fala do líder turco aconteceu nesse domingo (28/7).

“Nós temos que ser muito duros para que Israel não faça essas coisas ridículas com a Palestina”, alertou Erdogan. “Assim como entramos em Karabakh, assim como entramos na Líbia, podemos fazer algo similar com eles. Não existem razões para não fazermos isso”.

Erdogan se referia às intervenções militares turcas realizadas no enclave armênio de Nagorno-Karabakh, no fim da década de 80, e de quando a Turquia enviou tropas para a Líbia, em 2020, para apoiar o governo do então primeiro-ministro Adbul Hamid Dbeibah.

Desde o início da guerra na Faixa de Gaza entre Israel e Hamas, Erdogan tem se destacado como um dos líderes do Oriente Médio com a retórica mais inflamada contra a ofensiva israelense no território palestino.

Apesar de a Turquia ser membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o presidente turco condenou, de forma firme, as ações israelenses em Gaza sob o comando de Netanyahu.

No início do conflito, Erdogan chegou a afirmar que o Hamas não é uma organização terrorista, mas sim um grupo de “libertação”. Além disso, o presidente da Turquia comparou Netanyahu a Hitler algumas vezes.

Após a ameaça de Erdogan, o ministro das Relações Exteriores de Israel disse que o presidente turco está seguindo os passos do ex-presidente do Iraque Saddam Hussein.

“Erdogan segue os passos de Saddam Hussein e ameaça atacar Israel”, escreveu Israel Katz em uma publicação no X, antigo Twitter. “Apenas deixe-o lembrar o que aconteceu lá e como terminou”, disse o chanceler fazendo referência à captura do ex-presidente iraquiano por forças dos Estados Unidos, em 2023, que acabou executado posteriormente.

Fonte:Metrópoles - 29/07/2024

Estamos cautelosos”, diz Celso Amorim sobre resultado das eleições na Venezuela


                                   Celso Amorim -  foto:reprodução


247 - O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, o ex-chanceler Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira (29) que está cauteloso em relação aos resultados eleitorais na Venezuela, que apontaram Nicolás Maduro como vencedor, informa o G1. "Estamos cautelosos. Eu fui dormir com o quadro que parecia ser oposição com vitória de 65% a 30% e acordei com vitória de 51% a 45% [para Maduro]”, disse.

O ex-chanceler também disse que o que mais o incomodou nas eleições venezuelanas foi a falta de transparência, e espera a divulgação das atas de votação para uma manifestação oficial do governo brasileiro. “Eu ainda estou me informando. O problema que incomoda mais é a transparência. O governo continua acompanhando até ter os dados necessários para fazer uma coisa com base, como em toda eleição. Tem que ser transparente, não estou pondo em dúvida necessariamente o que está sendo dito, mas o governo ficou de fornecer as atas das quais esse número resulta, mas isso ainda não aconteceu”, completou ao jornal O Globo.

No entanto, Amorim reforçou que não é possível afirmar que houve fraude e reconheceu que é uma “situação complexa”. “Não sou daqueles que reconhece tudo o que é dito, mas também não vou entrar numa de dizer que foi fraude. É uma situação complexa e queremos um regime democrático para a Venezuela de forma pacífica”, afirmou.

Fonte:BRASIL 247 - 29/07/2024

VENEZUELA: Maduro e oposição declaram vitória nas eleições; resultados oficiais são questionados

 

                                               foto:reprodução



CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e seu rival da oposição, Edmundo González, reivindicaram vitória nas eleições presidenciais, enquanto Washington e outros governos estrangeiros lançaram dúvidas sobre os resultados oficiais que mantiveram o atual presidente no poder.

A autoridade eleitoral nacional disse, logo após a meia-noite, que Maduro conquistou um terceiro mandato com 51% dos votos - um resultado que estenderia um quarto de século de governo socialista.

Mas pesquisas de boca de urna independentes apontavam para uma grande vitória da oposição, depois de demonstrações entusiásticas de apoio a González e à líder da oposição María Corina Machado na campanha.

González obteve 70%, disse Machado, que foi impedida de ocupar cargos públicos em uma decisão que ela diz ser injusta.

González afirmou aos seus apoiadores que regras foram violadas no dia da votação.

"Nossa mensagem de reconciliação e mudança pacífica continua de pé... nossa luta continua e não descansaremos até que a vontade do povo da Venezuela seja respeitada", disse ele.

Não ficou imediatamente claro qual seria o próximo passo da oposição. González também afirmou que não estava convocando seus apoiadores a saírem às ruas ou cometerem atos de violência.

Mas incidentes isolados ocorreram em todo o país antes do anúncio dos resultados, incluindo a morte de um homem no Estado de Táchira e brigas em locais de votação em Caracas e em outros lugares. A polícia dispersou um protesto em Catia, tradicionalmente um bastião do partido governista no oeste de Caracas.

O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, disse que Washington tinha sérias preocupações de que os resultados anunciados pela autoridade eleitoral não refletissem os votos da população. A autoridade deveria ser um órgão independente, mas a oposição diz que ela age como um braço do governo de Maduro.

Caracas e Washington têm uma relação adversa há muito tempo, que remonta a era do populista de esquerda Hugo Chávez. Maduro - um ex-motorista de ônibus e ex-ministro das Relações Exteriores de 61 anos - assumiu o cargo pela primeira vez após a morte de Chávez em 2013 e sua reeleição em 2018 é considerada fraudulenta pelos Estados Unidos e outros, que o consideram um ditador.

Maduro presidiu um colapso econômico, a migração de cerca de um terço da população e uma forte deterioração nas relações diplomáticas, coroada por sanções impostas pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por outros países, que prejudicaram um setor petrolífero já em dificuldades.

O presidente argentino, Javier Milei, chamou o resultado oficial de fraude, enquanto a Costa Rica e o Peru o rejeitaram e o Chile disse que não aceitaria nenhum resultado que não fosse verificável.

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, disse que os detalhes de todas as seções eleitorais deveriam ser apresentados para garantir resultados totalmente verificáveis. "Pedimos que a calma e a civilidade com que o dia da eleição foi realizado sejam mantidas", declarou ele.

Rússia, Cuba, Honduras e Bolívia aplaudiram a vitória de Maduro.

O presidente russo, Vladimir Putin, parabenizou Maduro e saudou a parceria estratégica entre os dois países, dizendo que eles continuariam seu trabalho conjunto em questões bilaterais e internacionais.

"Lembre-se de que você é sempre um convidado bem-vindo em solo russo", disse Putin.

CORTANDO O BOLO

Maduro reiterou sua afirmação de campanha de que o sistema eleitoral da Venezuela é transparente.

Ele assinará um decreto na segunda-feira para realizar um "grande diálogo nacional", afirmou ele enquanto comemorava com seus apoiadores antes de cortar um bolo de aniversário para seu falecido mentor Chávez, que teria completado 70 anos no domingo.

A Edison Research publicou uma pesquisa de boca de urna mostrando que González, um ex-diplomata de 74 anos conhecido por seu comportamento calmo, obteve 65% dos votos, enquanto Maduro obteve 31%.

A empresa local Meganalisis previu uma votação de 65% para González e pouco menos de 14% para Maduro.

A oposição e os observadores da pesquisa levantaram questões antes da votação para saber se ela seria justa, dizendo que decisões das autoridades eleitorais e as prisões de membros da oposição tinham o objetivo de criar obstáculos.


Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO/REUTERS 29/07/2024

domingo, 28 de julho de 2024

Florianópolis: Governador 'passa a mão' no bumbum de Michelle Bolsonaro durante convenção; Vídeo


                                             foto:reprodução/redes sociais

Durante participação na convenção do PSD em Florianópolis (SC), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi recebida com uma 'mão boba' pelo governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

Em vídeos publicados nas redes sociais, é possível ver o momento em que o governador sobe no palco e cumprimenta a ex-primeira-dama e depois caminha com ela em direção ao público.

O evento PSD foi marcado pela homologação do nome do prefeito Topázio Neto (PSD) para a reeleição e a confirmação da vereadora Maryanne Mattos (PL) como vice na chapa.

                                         Vídeo:Valdir França/Youtube