foto: Pablo Marçal em entrevista à CNN Brasil exibe medalha que recebeu de Jair Bolsonaro, 26 de agosto de 2024 (Foto: Reprodução/YT)
247 - O coach de extrema-direita e candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), afirmou nesta segunda-feira (26) que Jair Bolsonaro não é líder incontestável da extrema-direita no Brasil. Segundo Marçal, a "liberdade" não pertence a nenhuma figura específica
"A esquerda que criou o nome bolsonarismo para ver se faz com que todo mundo tenha a cara do presidente. Nós que somos defensores da liberdade, eu tenho um recado para todo mundo, qualquer brasileiro que estiver em qualquer lugar do mundo, a liberdade não tem dono. Não é o Pablo Marçal que manda nisso, não é Bolsonaro que manda nisso. Defendemos princípios, valores e propósitos", disse Marçal em entrevista à CNN Brasil.
Ainda segundo o influenciador, "por conta do Valdemar Costa Neto [presidente nacional do PL], o Bolsonaro teve que curvar a [coluna] cervical [ao prefeito Ricardo Nunes]".
Na entrevista, Marçal também atacou Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, voltando a chamar o vereador de "retardado".
São Paulo– Cláudia Regina da Rocha Lobo, de 55 anos, secretária-executiva daAssociação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae)de Bauru, no interior de São Paulo, foi assassinada a tiros e teve o corpo queimado em uma chácara, de acordo com investigações daPolícia Civil. A motivação seria um “rombo no caixa” da entidade, com envolvimento direto de Roberto Franceschetti Filho, presidente da Apae, principal suspeito do crime.
O delegado Cledson Nascimento, da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Bauru, já tratava informalmente o caso como homicídio, desde o desaparecimento da vítima, em 6 de agosto. As investigações confirmaram as suspeitas.
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Numa reviravolta que chocou a cidade do Noroeste paulista, Roberto Franceschetti Filho, de 36 anos, foi preso temporariamente, após um vídeo desmentir a primeira versão que ele deu à polícia, de que não teria estado com a vítima no dia em que ela foi vista pela última vez. A prisão dele ocorreu nove dias após o desaparecimento da funcionária.
Em um primeiro depoimento, logo após sua prisão, Roberto chegou a indicar à polícia o local onde teria jogado o corpo de Cláudia, após admitir que havia incinerado o cadáver junto a “papéis e materiais inservíveis” em uma área rural no bairro Pousada da Esperança. Na ocasião, nada foi encontrado.
No quarto dia de prisão, já orientado por sua defesa, o presidente da Apae negou a autoria do crime. Ainda assim, a partir da primeira confissão, a polícia já tinha direcionado suas investigações sobre Roberto.
Fragmento de ossos
De acordo com a investigação da Deic, a geolocalização e a movimentação do celular de Roberto são compatíveis com o endereço da chácara onde foi encontrado o que sobrou do corpo da vítima: apenas fragmentos de ossos.
Imagens de câmeras de segurança mostram que Cláudia e Roberto estiveram no mesmo carro em que, segundo a polícia, ela foi morta a tiros. O veículo também foi usado para transportar o corpo dela para a chácara no bairro Pousada da Esperança.
Como mostrado pelo Metrópoles, a munição deflagrada de uma pistola calibre 380, encontrada no carro conduzido pelo presidente da Apae de Bauru, foi disparada pela arma dele, conforme laudo pericial divulgado no último dia 20.
A Deic de Bauru confirmou a participação de um segundo funcionário da Apae no assassinato de Cláudia. Funcionário do almoxarifado, Dilomar Batista indicou o local onde o corpo foi incinerado, acrescentando que o cadáver lhe foi entregue por Roberto. Dilomar disse, ainda, que foi ajudou a queimar o corpo da secretária-executiva porque foi ameaçado pelo presidente da Apae.
A motivação para o assassinato, seguido de ocultação de cadáver, seria um “rombo no caixa” da entidade. A Polícia Civil não deu detalhes sobre o rombo, mas informou que o desvio tinha o envolvimento direto de Roberto.
Relembre o caso
Em 6 de agosto, imagens de câmera de segurança flagraram a secretária-executiva deixando o prédio onde fica o escritório administrativo da entidade, com um envelope na mão, em direção a um Spin branco (veja abaixo) pertencente à Apae. Ela sai dirigindo o veículo. Esse foi o dia em que Cláudia foi vista pela última vez.
A funcionária deixou a Apae sozinha, sem os documentos e o aparelho celular, e teria dito a uma colega que sairia para resolver questões relacionadas ao trabalho. De acordo com o delegado Cledson Nascimento, provavelmente o telefone ficou lá para que Claudia não fosse rastreada.
“Nós conseguimos imagens em que verifica-se que ele [Roberto Franceschetti] também está no veículo com ela, em outro local. Provavelmente ela o pegou numa outra região da cidade”, afirma o delegado Cledson Nascimento.
A investigação indica que Claudia teria sido morta a tiros quando foi para o banco traseiro do carro, conduzido por Roberto.
O técnico Rogério Ceni, do Bahia, rechaçou o rótulo de favorito para a eliminatória das quartas de final da Copa do Brasil contra o Flamengo. Questionado sobre a partida, o comandante do Esquadrão destacou a qualidade do rubro-negro e apontou a força do clube no mercado da bola.
"Acho que estamos prontos para ter um grande jogo. O Botafogo serve muito como referência. Quando desfalcado, é um grande time. Com todo mundo, é melhor ainda. E quando tá desfalcado, vai lá e contrata três. Temos que ser realistas, né? Favoritismo nesse caso não pode existir do nosso lado. Contra o Flamengo? Não. Mas podemos fazer um grande jogo, é possível com o apoio da nossa torcida. Mas temos que ser realistas. Tem times que crescem em jogos eliminatórios. Espero que possamos fazer um grande jogo, como fizemos hoje. Se a gente fizer, vamos disputar de igual para igual contra o Flamengo", afirmou.
A equipe tricolor vem de uma sequência de quatro partidas sem derrota na temporada. O primeiro duelo contra o rubro-negro carioca será nesta quarta-feira (28), às 21h30, na na Arena Fonte Nova. A segunda partida será no dia 12 de setembro, no Maracanã.
No momento em que a reportagem da coluna Na Mira apurava a participaçãode carros superesportivos no “Racha de Milhões”, um motorista que estava organizando os pegas foi atropelado por uma BMW M6, em plena DF-001, na noite de quarta-feira (21/8). O impacto foi tão violento que o homem, um jovem que aparenta ter pouco mais de 20 anos, acabou lançado para cima e, em seguida, girou no ar. Em altíssima velocidade, o condutor só conseguiu frear cerca de 30 metros à frente.
A bordo da M6, avaliada em cerca de R$ 500 mil, estava o médico ortopedista Humberto de Carvalho Barbosa, de 50 anos. O servidor da Secretaria de Saúde, especialista em cirurgias de joelho, é conhecido por participar de rachas em vários pontos do DF. O médico atropelou o jovem quando todos acompanhavam o pega entre outras duas BMWs.
Durante as filmagens, a reportagem flagrou em áudio o momento em que a M6 atropela a vítima. É possível ouvir o estrondo quando o veículo de luxo atinge o homem, que estava na pista filmando o racha que havia acabado de começar. Após cair no chão, ele se desespera e chega a suplicar aos amigos que acionem os serviços de emergência. Em estado de choque, a vítima, que também havia participado de um dos rachas guiando uma BMW coupé preta, não conseguia mover a perna direita.
“Eu sou médico”
Quando ouviu os pedidos da vítima para acionar o socorro, Humberto de Carvalho Barbosa se aproximou e ordenou que ninguém ligasse para o Corpo de Bombeiros ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Eu sou médico e vou resolver”, disse o motorista da M6. Ele chegou a questionar o colega acidentado, falando que ele “estava no meio da pista”. Contrariando todas as orientações para nunca movimentar uma pessoa atropelada sem o devido protocolo, o médico resolveu tirar a vítima do local do crime.
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Com a ajuda de outros racheiros, o médico acomodou a vítima no banco traseiro da BMW. Antes, Barbosa chegou a perguntar se o homem “tinha convênio”. Diante da negativa, decidiu levar o atropelado para o Hospital de Base. O médico contou com a ajuda de uma mulher que assistia aos rachas e resolveu seguir no carro. Em outro veículo, a reportagem seguiu a M6 até a emergência da unidade.
Após estacionar a BMW, que sofreu avarias no para-lamas e no retrovisor, o médico e a mulher ajudaram o homem atropelado a entrar no hospital. No entanto, a coluna não conseguiu identificar a entrada formal da vítima na unidade. Não houve abertura de prontuário ou qualquer procedimento formal no Hospital de Base que apontasse o atendimento do homem atropelado pelo médico.
Rachas continuaram
Mesmo após um dos integrantes do grupo ser brutalmente atropelado ao ponto de perder o movimento de uma das penas, os pegas permaneceram rolando na DF-001, próximo à Papuda. No escuro e sem sinalização, os carrões permaneceram sendo alinhados na rodovia e arrancando em alta velocidade durante as competições. Logo depois, alguns corredores ainda retornaram ao posto de combustível para comentar sobre o acidente.
Após atropelar o homem durante o racha e deixá-lo no Hospital de Base, o médico passou por alguns locais até estacionar em um prédio no Sudoeste. Nas redes sociais e em grupos de WhatsApp formados por corredores clandestinos, há vídeos do servidor da Secretaria de Saúde a bordo da M6 participando de pegas em outros pontos do DF e fazendo arrancadas em vias públicas em plena luz do dia.
Após os flagras feitos pela coluna, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu investigação para apurar todos os detalhes do atropelamento e das corridas ilegais na rodovia.
Magistrado notou a inexistência de outros elementos que justificassem a prisão
Como o único elemento de prova contra o réu era a transcrição de um diálogo ocorrido há quase um ano e meio, sem apreensão de qualquer objeto ilícito, o ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça, determinou, em decisão liminar, a substituição da prisão preventiva de um homem por medidas cautelares, a serem implementadas e especificadas na primeira instância.
A polícia investigava os crimes de associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O grupo teria movimentado, em dois meses, cerca de 8,5 mil kg de maconha, 215 kg de cocaína e 383 kg de crack.
O 1º Juízo da 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro do Rio Grande do Sul decretou a prisão preventiva do homem por tráfico de drogas, com base em diálogos extraídos dos celulares de outros investigados. Na ocasião, foram apontados indícios de que o réu transportava drogas para o grupo criminoso.
O Tribunal de Justiça gaúcho negou um pedido de Habeas Corpus da defesa. Os desembargadores entenderam que, embora a polícia não tenha apreendido droga com o réu, os dados extraídos dos celulares apontavam sua participação no transporte.
No STJ, Sebastião notou que “nada mais existe contra o paciente” além de uma conversa em que ele seria um dos interlocutores e estaria tratando do transporte de maconha com um corréu.
Apesar do diálogo, o ministro não viu “indicativos suficientes” de que o homem tivesse participado da empreitada criminosa. “Não se pode afirmar, desde já, sem estreme de dúvidas que as drogas apreendidas com os corréus foram ou não transportadas pelo paciente”, já que a suposta conversa teria ocorrido em março de 2023.
O relator ainda ressaltou que o paciente é primário e não tem outras condenações em seu passado. Por isso, disse o ministro, não é possível afirmar que ele se envolveria na prática de crimes caso solto.
“A contemporaneidade é condição de atualidade entre o momento da decisão judicial que decretar a prisão preventiva e a situação caracterizadora de perigo concreto à ordem pública”, explicam os advogados Pedro Monteiro, Laís Corrêa e Ariella Cappellari, que atuaram na defesa do réu.
Pavel Durov, fundador do Telegram, foi preso em Paris - foto:reprodução
Pavel Durov é um empresário e programador russo, amplamente conhecido por ser o fundador do Telegram , um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo. Nascido em São Petersburgo em 1984, o bilionário estudou Filosofia e Ciências da Computação na Universidade Estatal de São Petersburgo.
Sua trajetória empresarial começou com a criação da VKontakte (VK), uma das maiores redes sociais da Rússia, que ele fundou em 2006.
Durov se destacou na VKontakte por seu foco em inovação tecnológica e em criar uma plataforma que atendesse às necessidades dos usuários. No entanto, em 2014, ele deixou a empresa após conflitos com acionistas e pressões governamentais.
Em seguida, ele fundou o Telegram em 2013, junto com seu irmão Nikolai Durov. O aplicativo ganhou notoriedade global por sua ênfase na privacidade e segurança, oferecendo criptografia de ponta a ponta para mensagens e chamadas, o que garante que apenas os remetentes e destinatários possam acessar o conteúdo das comunicações.
O Telegram permitiu a criação de grupos e canais de grande porte, facilitando a disseminação de informações em massa.
A plataforma rapidamente se tornou popular entre usuários preocupados com a privacidade e a segurança digital, mas também enfrentou críticas por permitir o uso de suas funcionalidades para atividades ilícitas, como tráfico de drogas e exploração infantil.
Essas críticas se concentraram na falta de moderação ativa e na resistência da plataforma em cooperar com as autoridades.
Prisão do fundador do Telegram
Pavel Durov foi preso na França , no último sábado (24), após chegar do Azerbaijão. A detenção ocorreu devido a um mandado de busca emitido pelas autoridades francesas, que estão conduzindo uma investigação preliminar contra o empresário.
Durov é acusado de ser cúmplice de tráfico de drogas, crimes contra crianças e fraudes. As alegações envolvem a falta de moderação e a falta de cooperação do Telegram com as autoridades.
A embaixada russa em Paris está em contato com as autoridades francesas para obter esclarecimentos sobre as acusações e a detenção de Durov.
Até o momento, o Telegram, o Ministério do Interior francês e a polícia local não emitiram declarações públicas sobre o caso.
247- A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, conversou na noite de sábado (24/8) com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Numa postagem na rede social X, a ministra do governo Lula disse que manifestou sua “solidariedade total” com o Estado de São Paulo em razão dos “gravíssimos incêndios" neste mês de agosto.
Na postagem, a ministra informou que o governo federal, por meio do Ministério da Defesa, enviou aviões para combater o fogo. “É importantíssima a decisão do governador de montar uma sala de situação e mobilizar todos os recursos do governo estadual”, escreveu Marina.
A ministra chamou o episódio de “mais uma emergência climática enfrentada no país” e disse que o momento exige “respostas rápidas e coordenadas entre todas as instâncias de poder”.
Segue a postagem da ministra:
Conversei esta noite com o governador Tarcísio de Freitas para prestar minha total solidariedade ao Estado de São Paulo, especialmente às famílias das vítimas e a todas as pessoas que estão sofrendo com os gravíssimos incêndios.
O número de focos de incêndio, as cidades em estado de alerta máximo e o avanço da destruição e dos riscos apontados pelo INPE exigem respostas rápidas e coordenadas entre todas as instâncias de poder.
Reforcei ao governador que estamos à disposição para enfrentarmos conjuntamente essa situação, intensificada pelos fortes ventos e pela seca.
O governo federal, por meio do Ministério da Defesa, também está enviando aviões para combater o fogo. É importantíssima a decisão do governador de montar uma sala de situação e mobilizar todos os recursos do governo estadual.
Em mais uma emergência climática enfrentada pelo país, o momento novamente requer solidariedade, concentração e preparo para responder adequadamente aos seus impactos.
Neste domingo, o governador decretou situação de emergência, por 180 dias, nas áreas de 45 municípios.
De acordo com o monitoramento do Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) da Defesa Civil, 46 cidades paulistas estão com alerta máximo para queimadas, e 21 enfrentam focos ativos de incêndio, devido à onda de calor que afeta todo o estado.
Cidades da região de Ribeirão Preto registraram incêndios de grandes proporções. Estradas que ligam outros municípios à região foram bloqueadas por conta das queimadas.
O grupo Hezbollah lançou, neste domingo (25/8), um ataque contraIsrael. As informações foram confirmadas por agências internacionais e pelo exército israelense.
Como resposta, Israel declarou situação de emergência e ordenou bombardeios no Sul do Líbano, onde estariam as principais bases do grupo Hezbollah. Nas redes sociais, foram publicados vídeos que mostram os ataques ao Domo de Ferro.
Ataques do Hezbollah
Segundo as informações divulgadas, o Hezbollah teria atacado 11 estruturas israelenses, entre elas o Domo de Ferro. As imagens disponibilizadas dos ataques mostram a defesa israelense repelindo os mísseis do grupo extremista.
O Hezbollah, além do Domo de Ferro, relatou ter atacado mais locais, como um “alvo militar especial”, que não foi identificado.
Ao todo, o Hezbollah atacou com 320 foguetes e drones. O conflito é uma resposta à morte do comandante do grupo, Fuad Shukr, ocorrida em Beirute, no mês passado.
O Hezbollah também alertou que novas operações estão planejadas. “Nossa resposta será proporcional às agressões de Israel”, afirmou o grupo.
Resposta de Israel
Daniel Hagari, que é porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), confirmou os ataques e comentou que “o Hezbollah disparou contra Israel, com o objetivo de atingir seus cidadãos”.
“Estamos eliminando ameaças contra a população israelense,” disse Hagari. O porta-voz acrescentou que 100 jatos militares estão atualmente “atacando alvos em várias localidades no sul do Líbano”. Ao todo seria 40 alvos do Hezbollah.
Sirenes soaram no norte de Israel, e todos os voos de passageiros de e para o principal aeroporto internacional de Tel Aviv foram cancelados ou desviados.
Israel declarou estado de emergência de 48 horas como medida de precaução.
Conflito no Líbano
A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) confirmou ataques ao país. Foram alvo da investida de Israel: Castelo de Chqif, arredores da cidade de Ain Qana, Kfar Fila, Louaizeh, Bsalia e Kfar Melki, bem como arredores das cidades de Sajd, Kfar Fila e Sarba.
De acordo com o Ministério da Saúde do Líbano, ao menos três pessoas morreram após os ataques.