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segunda-feira, 14 de julho de 2025

Trifaço de Trump: Alckmin fará reuniões com agro, indústria e empresas dos EUA para definir medidas

                                            Vice-presidente e min. Geraldo Alckmin - foto: Ag. Brasil


O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou que o governo federal se reunirá com representantes do setor do agronegócio e da indústria para discutir as medidas a serem adotadas contra o "tarifaço" anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (14), Alckmin informou que as reuniões fazem parte do comitê interministerial criado pela gestão para elaborar uma estratégia sobre as tarifas.

 

O grupo reúne o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Casa Civil, o Ministério da Fazenda e o Ministério das Relações Exteriores. Além de empresas do setor privado no Brasil, o vice-presidente informou que pretende se reunir com companhias norte-americanas.


Segundo Alckmin, as reuniões terão início a partir desta terça-feira (15), às 10h, com a indústria. O vice-presidente informou que serão chamados representantes de setores que possuem relações comerciais com os Estados Unidos, como: Aviação; Aço; Alumínio; Celulose; Máquinas; Calçados; e Autopeças.


"A primeira tarefa é conversar com o setor privado. Nós separamos em dois blocos. Um bloco, a reunião será amanhã de manhã, com a indústria. Então, nós estamos chamando setores industriais que têm mais relação comercial com o comércio exterior dos Estados Unidos. Estamos chamando entidades e, em alguns casos, algumas empresas", explicou Alckmin.

 

Ainda na terça-feira, às 14h, o comitê deve se reunir com o setor do agronegócio. Neste caso, serão chamados representantes das áreas de: Suco de laranja; Carnes; Frutas; Mel; Coco; e Pescados. Os encontros serão realizados na sede do MDIC, em Brasília.



"A gente ainda convida alguns ministros. Esse do agro, estão vindo três ministros, além dos quatro do comitê: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Ministério da Pesca. De manhã, terá o Ministério de Portos e Aeroportos. Isso não vai se limitar a amanhã, essa é uma primeira conversa e vamos dar continuidade a esse trabalho", disse Alckmin.

 

O ministro também detalhou como serão os encontros com as empresas estadunidenses. Segundo ele, há uma relação de "integração em cadeia" com algumas companhias dos Estados Unidos.


"Vamos também marcar com entidades americanas porque tem uma integração em cadeia. Por exemplo: nós somos o terceiro comprador do carvão siderúrgico americano. Fazemos o aço semiplano e vendemos aos EUA, que faz os produtos como motor e o automóvel. Então, há uma integração, você compra o carvão, faz o semiplano e vende para os EUA fazerem o produto final. É evidente que as empresas americanas também serão atingidas", explicou Alckmin.



Fonte: BN -14/07/2025



Ao STF: Servidor diz que governo Bolsonaro tentou ligar Lula a facção

 
foto:reprodução
                 

O analista de inteligência Clebson Ferreira de Paula Vieira, lotado no Ministério da Justiça durante o governo de Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (14) ter recebido ordens para compilar dados que pudessem ligar o então candidato à Presidência da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, a facções criminosas. 

“Chegou um pedido para tentar ver essa análise de correlação estatística da concentração de votos em territórios do CV [Comando Vermelho] no Rio de Janeiro, para saber se havia correlação, para ver se o candidato à época, Lula, tinha maior concentração de votos em áreas dominadas por facção criminosa”, disse Vieira. 

O servidor prestou depoimento como testemunha de acusação, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), em uma das ações penais abertas no Supremo para apurar uma tentativa de golpe de Estado que teria sido colocada em curso por Bolsonaro e aliados. 

Clebson Vieira contou que as demandas sobre dados eleitorais começaram a ser feitas em 2022, quando era chefiado pela delegada Marília de Alencar, então diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça. Marília é ré na ação penal. 

Em uma das demandas, pediu-se a Vieira que identificasse em quais localidades do país cada candidato havia recebido mais de 75% dos votos no primeiro da eleição presidencial, mas, de acordo com o analista, somente os dados sobre Lula foram de fato considerados pela chefia. 

A testemunha confirmou que costumava contar à sua esposa na época, por aplicativo de mensagem, a chegada de demandas com "algum tipo de viés político, referente a tentar ajudar o governo”.  Em uma dessas mensagens, ele confirmou ter dito à esposa que ficava “muito mal” com “uma demanda daquelas, diretamente da diretora”.

Ações da PRF 

Também foi ouvido nesta segunda-feira Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Conforme já havia declarado em depoimento anterior, Alcântara voltou a confirmar que ocorreram orientações de “policiamento direcionado” durante as eleições de 2022. 

Segundo ele, a impressão é que tais ações para a abordagem de vans em ônibus foi intensificada em estados como Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, de onde normalmente partem muitos eleitores para o Nordeste, região onde Lula tradicionalmente concentra maior votação. 

“Foram orientações gerais, mas para esses estados [RJ, SP, MG e GO], [onde] a fiscalização foi mais intensificada”, disse Alcântara, repetindo o que já havia dito como testemunha em outra ação penal do golpe. 

Depoimentos 

As testemunhas de acusação foram ouvidas na ação penal que tem como alvo o Núcleo 2 da trama golpista, aquele apontado pela PGR como tendo sido responsável por ações estratégicas, como o monitoramento de opositores e a elaboração de minutas e dados para subsidiar a tomada de poder. 

Fazem parte desse núcleo Filipe Martins (ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro); Marcelo Câmara (também ex-assessor de Bolsonaro); Silvinei Vasques (ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal); Mário Fernandes (general de Exército); Marília de Alencar (ex-diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça) e Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário-adjunto de Segurança do Distrito Federal).

Fonte: EXTRALAGOAS - 14/07/2025 16h:12

STF: A Moraes, Mauro Cid reafirma que Bolsonaro editou “minuta do golpe”


                                            foto:reprodução/VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto


O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), reafirmou, nesta segunda-feira (14/7), que o ex-presidente teria lido e feito alterações em um texto com o objetivo de supostamente reverter os efeitos da eleição de Lula (PT) em 2022, que ficou conhecido como “minuta do golpe”.

O ex-ajudante de ordens também reafirmou, confirmando depoimentos anteriores, que uma primeira versão do documento previa a prisão de autoridades várias, como o então presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, mas que a versão editada por Bolsonaro teria ficado mais enxuta e prevendo apenas a prisão de Moraes, então presidente do TSE.

Outros depoimentos

Durante a manhã, o juiz auxiliar de Alexandre de Moraes, Rafael Henrique, ouviu as testemunhas de acusação intimadas pela Procuradoria-Geral da República. No período da tarde, Cid será ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, que conduz a oitiva da tarde após ausência pela manhã.

Antes de ouvir Cid, falaram as testemunhas da PGR Clebson Ferreira de Paula Vieira e Adiel Pereira Alcântara, sem a presença do ministro Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Depoimentos

As oitivas das testemunhas de defesa do núcleo 2 ocorrem até 21 de julho e podem ser acompanhadas pela imprensa na sala de sessões da Primeira Turma. Já as do núcleo 3 estão previstas para o período de 21 a 23 de julho, na sala de sessões da Segunda Turma. As do núcleo 4 são realizadas em 15 e 16 de julho, também na Segunda Turma. Todas as sessões começarão às 9h.

Os trabalhos serão conduzidos por juízes-auxiliares do gabinete de Moraes, como é praxe nas ações penais do STF, e serão realizados por videoconferência. As defesas e os representantes da PGR poderão acompanhar e formular perguntas aos ouvidos — ao todo, são 178 testemunhas.

Embora a indicação dos nomes seja uma prerrogativa dos réus, alguns foram vetados por Moraes, como os dos filhos do ex-presidente Carlos e Eduardo Bolsonaro.

Enquanto o vereador carioca foi indiciado no inquérito da Abin paralela, Eduardo é investigado por crimes de coação, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Réus do núcleo 2

  • Silvinei Vasques – ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na gestão de Bolsonaro;
  • Fernando de Sousa Oliveira – ex-secretário-adjunto da Secretaria de Segurança Pública do DF;
  • Filipe Garcia Martins Pereira – ex-assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência;
  • Marcelo Costa Câmara – coronel do Exército e ex-assessor de Bolsonaro;
  • Marília Ferreira de Alencar – delegada da Polícia Federal e ex-subsecretária de Segurança Pública do Distrito Federal; e
  • Mário Fernandes – general da reserva do Exército e “kid preto”.

Os integrantes do núcleo 2 são acusados de ter usado a máquina pública, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), para dificultar o acesso de eleitores aos locais de votação no segundo turno das Eleições 2022, especialmente no Nordeste, maior reduto eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), então concorrente de Jair Bolsonaro na disputa presidencial.

Segundo a PGR, Vasques, Marília e Fernando coordenaram o emprego das forças policiais para sustentar a permanência ilegítima de Bolsonaro no poder. Pela denúncia, Mário Fernandes ficou responsável por coordenar as ações de monitoramento e neutralização de autoridades públicas, em conjunto com Marcelo Câmara, além de realizar a interlocução com as lideranças populares ligadas ao 8 de Janeiro.

Filipe Martins seria o responsável por auxiliar o ex-presidente com o projeto para decretar estado de sítio no país.

Núcleo 2

15/7 – 9h (réu: Fernando de Sousa Oliveira):

Testemunhas:

Rafael Machado Caldeira
Marcos Paulo Cardoso Coelho da Silva
Bráulio do Carmo Vieira de Melo
Alexandre de Andrade Silva
Fabricio Martins Rocha
Tomas de Almeida Vianna
Frederico de Melo Aguiar
Julian Rocha Pontes
Júlio Cezar Sousa dos Santos
Andressa Berenice Ehler
Silney Kelly Nunes de Santana
Elizeu José dos Santos
Perito Criminal Federal Auto Tavares da Câmara Júnior
Sidinei Itamar da Silva Leiria
Fernanda Leal Antonucci
Aldronei Antônio Pacheco Rodrigues
Thiago Machado Delabary
Ivo Roberto da Costa Silva
João Paulo Garrido Pimentel
Milton Rodrigues Neves
Júlio Danilo Souza Ferreira
André Kluppel Carrara
Larissa Marins
Cíntia Queiroz de Castro
Rosivan Correa de Souza
Jorge Henrique da Silva Pinto
Alberto Barbosa Machado Nunes Rodrigues
Márcio Nunes de Oliveira

16/7 – 9h (réu: Filipe Martins):

Testemunhas:

Marco Antonio Freire Gomes
Carlos De Almeida Batista Junior
Marcel Van Hattem
Helio Lopes
Eduardo Pazuello
Eduardo Girão
Rodrigo Pacheco
Onyx Lorenzoni
Marco Edson Gonçalves Dias
Fernanda Januzzi
Eduardo Tagliaferro
Mateus Matos Diniz
Stella Maria Flores Floriani Burda
Saleh Ahmad Salem Alzariam Alsuwaidi
Yossi Shelley
Todd Chapman
Rotyslav Tronenko
Fabiana Melisse Da Costa Tronenko
Bader Abbas Alhelaibi
Fabio Alvarez Shor

16/7 – 9h (réu: Marcelo Câmara):

Testemunhas:

Ciro Nogueira Filho
Rogerio Simonetti Marinho

17/7 – 9h (réu: Marcelo Câmara):

Testemunhas:

Luiz Antonio Nabhan Garcia
Luiz Carlos Pereira Gomes
Sergio Cordeiro
João Henrique Nascimento Freitas
Andretti Soldi
Marcelo Zeitoune
Nilton Diniz Rodrigues
Fabio Liti
Amaury Ribeiro Neto
Anderson Ferreira
Renato Pio Da Silva
Fabio José Pietrobon Bauer
Wilson Dos Santos Serpa Junior
Auto Tavares Da Camara Junior
Igor Heidrich
João Paulo Vieira Almeida
Dhiego Carvalho Santos Rocha
Elias Milhomens de Araujo
Itawan de Oliveira Pereira

18/7 – 9h (ré: Marilia Ferreira de Alencar):

Testemunhas:

Ana Patricia Silva
Osvaldo Pinheiro Torres
Leo Garrido De Sales Meira
Caio Rodrigo Pelim
Luis Carlos Reischak Junior
Saulo Moura Da Cunha
Antonio Dias Junior
Wesley Eufrásio
Reginaldo De Souza Leitão
Thiago Severo
Clayton Eustáquio Xavier

18/07 – 15h (réu: Mario Fernandes):

Testemunhas:

Lucas Rotilli Durlo
Rodrigo Yassuo Faria Ikezili
José Luiz Savio Costa Filho
Jorge Luiz Kormann
José Henrique Ferreira Bona
Marcelo Fernandes

18/7 – 15h (réu: Silvinei Vasques):

Testemunha:

Erika Souza Correa Oliveira

21/7 – 9h (réu: Silvinei Vasques):

Testemunhas:

Diego Joaquim De Moura Patriota
Antonio Vital De Moraes Junior
Jeferson Almeida Moraes
Marcelo Roberto Paiva Winter
Antonio Ramirez Lorenzo
Antonio Melo Schlichting Junior
Rafael Barbosa De Barros
Rodrigo Gomes Fernandes
Rodrigo Carmona Castro Rodriguez
Daniel Felipe De Souto
Bruno Teixeira Da Silva
Jorge Carlos Magno Dantas
Virgilio De Paula Tourinho Anderson Da Silva Costa
Antonio Fernando De Miranda
Luciana Matutino Caires
Samuel Bessa de Oliveira

21/7 – 9h (réu: Filipe Garcia Martins Pereira):

Testemunha:

André Chermont

Réus do núcleo 3

  • Bernardo Romão Correa Netto – coronel do Exército;
  • Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira — general da reserva do Exército;
  • Fabrício Moreira de Bastos — coronel do Exército;
  • Hélio Ferreira Lima — tenente-coronel do Exército;
  • Márcio Nunes de Resende Júnior — coronel do Exército;
  • Rafael Martins de Oliveira — tenente-coronel do Exército;
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo — tenente-coronel do Exército;
  • Ronald Ferreira de Araújo Júnior — tenente-coronel do Exército;
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros — tenente-coronel; e
  • Wladimir Matos Soares — policial federal.

Segundo a PGR, os réus do núcleo 3 integravam a organização criminosa que visava manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. A acusação aponta que, em 28 de novembro de 2022, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial, os réus se reuniram para discutir a elaboração de uma carta de teor golpista a ser enviada aos comandantes das Forças Armadas.

Além disso, afirma a PGR, o grupo planejava ações para provocar um fato com forte impacto e mobilização social, o que permitiria a Bolsonaro e seus aliados avançarem no plano golpista. Entre essas ações, estariam o assassinato de autoridades, como o próprio Lula, o ministro Alexandre de Moraes e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Núcleo 3

21/7 – 9h (réu: Bernardo Romão Corrêa Neto):

Testemunhas:

Fernando José Sant´ana Soares e Silva
Nilton Diniz Rodrigues
Cleverson Ney Magalhães
Carlos Alberto Klinguelfus Mendes

21/7 – 14h (réu: Estevam Cals Theophilo Gaspar De Oliveira):

Testemunhas:

Marco Antônio Freire Gomes
Júlio Cesar De Arruda
Marco Edson Gonçalves Dias
Hamilton Mourão
Sergio Negraes
André Luis Novaes Miranda
Gustavo Henrique Dutra De Menezes
Carlos Alberto Rodrigues Pimentel

22/7 – 9h (réu: Fabrício Moreira de Bastos):

Testemunhas:

Rodolfo Roque Salgueiro De La Veja
Roberto Pereira Angrizani
Jorge Alfredo Henrique Oliveira
Coronel Linhares

22/7 – 9h (réu: Hélio Ferreira Lima):

Testemunhas:

Davi Alecrim Ferreira Lima
Andressa Silva Costa
Fabio Matheus Do Amaral
Eduardo Holcsik
Celso Antonio Vieira De Paiva Junior

22/7 – 9h (réu: Márcio Nunes De Resende Júnior):

Testemunha:

Valerio Stumpf Trindade

22/7 – 9h (réu: Rafael Martins De Oliveira):

Testemunhas:

José Mucio Monteiro Filh
Carlos De Almeida Baptista Junior
Lilian Pimentel Marcondes
Fabio Shor

22/7 – 9h (réu: Rodrigo Bezerra De Azevedo):

Testemunhas:

Ledson Schwalb
Bruno Hammel Sobreira

22/7 – 9h (réu: Ronald Ferreira De Araújo Júnior):

Testemunhas:

Carlos Giovani Delevati Pasini
Alexandre Castilho Bittencourt Da Silva
Anderson Lima De Moura

23/7 – 9h (réu: Sérgio Ricardo Cavaliere De Medeiros):

Testemunhas:

Arthur Palmeira Leite
Raimundo De Araujo Moura Junior

23/7 – 9h (réu: Wladimir Matos Soares):

Testemunhas:

Alexandre Matias
Sergio Rocha Cordeiro
Paulo Fernando Bezerra
Mauricio Teles Barbosa
Leonardo Monteiro
Rodrigo Morais Fernandes
Elias Milhomens De Araujo

Réus do núcleo 4

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros – major da reserva do Exército;
  • Ângelo Martins Denicoli – major da reserva do Exército;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha – engenheiro e presidente do Instituto Voto Legal;
  • Giancarlo Gomes Rodrigues – subtenente do Exército;
  • Guilherme Marques Almeida – tenente-coronel do Exército;
  • Reginaldo Vieira de Abreu – coronel do Exército; e
  • Marcelo Araújo Bormevet – agente da Polícia Federal.

Segundo a PGR, os integrantes desse núcleo atuaram em frentes estratégicas de desinformação, com o intuito de minar a credibilidade das urnas eletrônicas e do processo eleitoral, além de pressionar as Forças Armadas a se envolverem no plano golpista.

Eles são acusados dos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Testemunhas do núcleo 4

15/7 – 9h (réu: Ailton Gonçalves Moraes Barros):

Testemunhas:

Marco Antonio Freire Gomes
Carlos De Almeida Baptista Junior

15/7 – 9h (réu: Angelo Martins Denicoli):

Testemunha:

Paulo Licio De Geus

15/7 – 9h (réu: Carlos Cesar Moretzsohn Rocha):

Testemunhas:

Julio Cesar Valente Da Costa Junior
Valdemar Costa Neto
José Tadeu Candelária
Flavio Gottardo De Oliveira
François Martinot
Jorge Antonio De Oliveira Francisco

15/07 – 14h (réu: Giancarlo Gomes Rodrigues):

Testemunhas:

Cristina Celia Fonseca Rodrigues
Rodrigo Esteves Filgueiras
Guilherme Ayres Jameli
Brunno Barcellos De Almeida
Tania Cavalcante Serra
Bruno Marques
Tarcisio Lima Santos Franco
Jonio Lucio Barbosa Da Costa
Guilherme Dieguez Cândido
José Renato De Oliveira
Marcelo Carrijo De Oliveira
Stella Maria Souza De Oliveira
Francisco Ari Maia Junior
Paulo Henrique Pinho Sousa

16/7 – 9h (réu: Guilherme Marques Almeida):

Testemunha:

Vitor de Paula Targueta

16/7 – 9h (réu: Marcelo Araujo Bormevet):

Testemunhas:

Luiz Gustavo Da Silva Mota
Paulo Mauricio Fortunato Pinho
Marcelo Furtado Martins De Paula
Frank Marcio De Oliveira

16/7 – 9h (réu: Reginaldo Vieira De Abreu):

Testemunhas:

Marcelo Nogueira De Sousa
Wagner Oliveira Da Silva
Marcus Rogers Cavalcante Andrade

Fonte: /metrópoles - 14/07/2025


Eleições 2026: Rejeitado por Bolsonaro, governador vai ao presidente do PL



                                             foto:reprodução


 Escanteado por Jair Bolsonaro para a disputa ao Senado em 2026, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), recebeu sondagens para se filiar a pelo menos outros cinco partidos políticos.

Segundo aliados, o atual chefe do Palácio Guanabara foi procurado, nos últimos dias, por dirigentes e lideranças do PP, União Brasil, MDB, Republicanos e até do PSD de Gilberto Kassab.

As sondagens ocorreram após notícias de que Bolsonaro estaria articulando a candidatura ao Senado pelo Rio em 2026 do atual líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante.

O movimento de Bolsonaro foi noticiado inicialmente pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e confirmado pela coluna com fontes próximas ao ex-presidente.

A eventual candidatura de Sóstenes minaria os planos de Castro, que se articula para ser candidato a senador em 2026 em dobradinha com Flávio Bolsonaro (PL), que tentará reeleição ao Senado.

Governador se reúne com Valdemar

De acordo com interlocutores, o governador fluminense deve se reunir com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, nesta semana, em Brasília, para tratar desse cenário.

Nos bastidores, Castro não esconde seu incômodo com o movimento de Bolsonaro. O governador, no entanto, disse a aliados que, por ora, não fará nenhum movimento político brusco, como mudar de sigla.

Fonte: IGOR GADELHA/METRÓPOLES - 14/07/2025


Tarifaço: Clientes americanos recuam e embarque de mel piauiense para os EUA é liberado


                                      foto:reprodução


Um carregamento com 95 toneladas de mel orgânico produzido no Piauí foi finalmente embarcado na noite deste domingo (13), após dias de impasse e incerteza causados pela ameaça de uma tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A informação foi confirmada pela Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), responsável pela produção.

A remessa deveria ter seguido viagem na última sexta-feira (11), mas os compradores americanos pediram a suspensão do envio, temendo que a carga chegasse aos Estados Unidos já sob a nova taxação, anunciada para entrar em vigor a partir de 1º de agosto. Os contêineres estavam prontos no Porto do Pecém, no Ceará, a mais de 500 km de distância da sede da cooperativa, localizada em Picos, no interior do Piauí.

“Trabalhamos com esses clientes há mais de 15 anos e fomos pegos de surpresa com a decisão de interromper o envio. Felizmente, após nosso apelo, eles voltaram atrás e liberaram o embarque”, afirmou Sitônio Dantas, presidente da Casa Apis.

Enquanto isso, outra carga, com mais de 500 toneladas de mel, permanecia retida no porto até a noite de domingo (13). O destino da remessa ainda está sendo apurado.

Exportadores convencem clientes americanos a manter remessa de 95 toneladas; setor teme impacto de tarifa de 50% prevista para agosto.

Contratos de venda de mel seguem mantidos

Apesar da suspensão temporária do envio, os contratos firmados com os importadores continuam válidos, segundo Sitônio. A previsão é de que outras mil toneladas de mel sejam exportadas até o fim do ano, somando-se às mil toneladas já comercializadas entre janeiro e junho.

“O cancelamento foi apenas do embarque, não dos negócios. Temos contratos ativos até dezembro e estamos apenas na metade desses compromissos”, afirmou o presidente da cooperativa.

Ele também adiantou que os produtores já discutem alternativas para lidar com o possível impacto da tarifa de 50%, caso ela realmente entre em vigor no início de agosto. “Se essa taxação for mantida, o que inviabiliza boa parte das operações, vamos negociar uma divisão do custo com os importadores”, disse Sitônio.

O setor, no entanto, enfrenta outro desafio além das barreiras comerciais: a seca. Segundo o dirigente, a estiagem deve provocar uma redução de até 40% na produção em 2025. “A seca afetou bastante nossa safra. Agora, somamos essa dificuldade à questão tarifária. Só nos resta torcer para que as coisas se resolvam de forma positiva”, completou.

Os Estados Unidos são o maior destino do mel brasileiro, absorvendo cerca de 80% da produção nacional. Em 2024, embora o Piauí não tenha liderado a produção, foi o estado que mais exportou o produto para o mercado americano.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 14/07/2025


EUA: Buscas por imigrantes paralisam comércio em Los Angeles: 'Pior que pandemia'


                                             Nayomie Mendoza viu as vendas caírem 80% - Imagem: Bastien INZAURRALDE / AFP


Nayomie Mendoza estava acostumada a ver uma fila de clientes se formar em seu restaurante na hora do almoço no bairro da moda de Los Angeles, o LA Fashion District. Mas as operações migratórias da administração de Donald Trump esvaziaram suas mesas.

Confira no link abaixo do site UOL desta segunda-feira (14) a reportagem completa:

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2025/07/14/pior-que-pandemia-buscas-por-imigrantes-paralisam-comercio-em-los-angeles.htm

Ensino Superior: Inscrições para o FIES 2025.2 vão até 18/07; Confira


                                        foto:reprodução/José Cruz/agência Brasil     


Começam nesta segunda-feira (14) as inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre deste ano. Os interessados deverão se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até as 23h59 do dia 18 de julho, no horário de Brasília.

Os prazos estão previstos em edital publicado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 9 de julho. As inscrições são gratuitas.

Com o objetivo de promover a inclusão educacional, desde 2001 o programa federal financia a graduação em instituições de educação superior privadas, com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Neste ano, o MEC oferece 112.168 vagas para o Fies, sendo 67.301 no primeiro semestre e 44.867 na segunda metade do ano.

Os candidatos em obter o financiamento estudantil devem atender aos seguintes requisitos:

  • ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010;
  • ter conquistado média aritmética das notas, nas cinco provas do exame, igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação;
  • não ter participado no referido exame como treineiro;
  • ter renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.554, em 2025).

Fies Social

O edital do processo seletivo reserva 50% das vagas para o Fies Social, lançado em 2024. Para concorrer, os candidatos devem ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, hoje R$ 759.

A nova modalidade lançada pelo MEC permite financiamento de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela instituição de ensino superior, além de reservar cotas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

A classificação no processo seletivo do Fies será feita de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência.

A ordem de prioridades considera os que candidatos que não concluíram o ensino superior e/ou não foram beneficiados pelo financiamento estudantil. 

É vedada a concessão de novo financiamento do Fies a candidatos que não tenham quitado o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educacional ou que se encontrem em período de utilização do financiamento.

Calendário

O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado com os nomes dos pré-selecionados na chamada única será divulgado no dia 29 de julho. Os estudantes, então, deverão acessar o Fies Seleção para comprovar as informações e complementar sua inscrição do dia 30 de julho a 1º de agosto.

Os estudantes que não forem pré-selecionados estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação. A pré-seleção da lista de espera ocorrerá de 5 de agosto a 19 de setembro.

“Todos os inscritos e aqueles que venham a ser pré-selecionados devem ficar atentos aos prazos e aos procedimentos estabelecidos no edital para não perderem as oportunidades de ocupar as vagas ofertadas nesta edição do Fies”, alerta o MEC.


Fonte: AGÊNCIA BRASIL/REPRODUÇÃO - 14/07/2025