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sexta-feira, 5 de junho de 2020

Eleições 2020: Especialistas ouvidos pelo presidente do TSE recomendam adiamento

Especialistas ouvidos pelo presidente do TSE recomendam adiamento das eleições
Foto: Carlos Moura / STF
O novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, tem se reunido com infectologistas, sanitaristas, epidemiologistas e médicos de outras especialidades para discutir o adiamento ou não das eleições. Até então, o pleito está marcado para outubro, mas como o Brasil ainda deve enfrentar a pandemia do novo coronavírus nos próximos meses, o processo eleitoral pode ficar comprometido e também colocar as pessoas em risco com aglomerações.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o magistrado busca reunir informações para debater o assunto com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). No entanto, a decisão final é inteiramente do Congresso.

Barroso não divulgou o que ouviu dos especialistas, mas, de acordo com a publicação, há praticamente um consenso entre eles de que é melhor adiar as eleições por algumas semanas. Entre as pessoas consultadas pelo ministro, estão os infectologistas David Uip e Esper Kallás, o sanitarista Gonzalo Vecina Neto, os epidemiologistas Paulo Lotufo e Ana Ribeiro, o biólogo Átila Iamarino e o físico Roberto Kraenkel. Informações do BN.

Ídolo do Bahia, ex- jogador e técnico Sapatão morre após contrair a covid-19


Sapatão apresentou complicações no dia 27 de maio e precisou ser intubado | Foto: Reprodução - Foto: Reprodução
foto:reprodução
Morreu nesta sexta-feira, 5, Élcio Nogueira da Silva, ou simplesmente Sapatão, ex-zagueiro do Esporte Clube Bahia. Aos 72 anos, o ex-jogador estava internado na UTI do Hospital da Bahia desde o dia 17 de maio, após passar mal em casa. 
Hipertenso, Sapatão apresentou complicações na madrugada de 27 de maio e precisou ser intubado. O ex-zagueiro passou a respirar com a ajuda de aparelhos e, já na UTI, foi diagnosticado com covid-19, supostamente contraída no hospital.
Ainda não há informações sobre o sepultamento. Ele deixa três filhos, quatro netos e a viúva Junalva Nogueira. Informações de atardeonline

Contra Covid-19: Mais um estudo aponta que hidroxicloroquina não funciona de forma preventiva

Estudo aponta que hidroxicloroquina não funciona de forma preventiva contra Covid-19
Foto: Agência Pará / Divulgação
A hidroxicloroquina não funciona bem quando usada de forma preventiva. É o que aponta um estudo publicado na última quarta-feira (3) no periódico científico New England Journal of Medicine. As informações são do portal Viva Bem, do Uol.

O uso do composto vem sendo defendido por membros do governo, como Carlos Wizard, novo secretário do Ministério da Saúde, que disse que o governo vai "apostar 100%" na droga. Ela é usada normalmente para tratamento de doenças como lúpus e artrite reumatoide.

O estudo foi conduzido de forma randomizada, ou seja, as pessoas que receberam o medicamento ou o placebo não sabiam qual dos dois estavam ingerindo. Além disso, é prospectivo, ao contrário de pesquisas anteriores, pois é conduzido da causa para o efeito, acompanhando o processo de forma gradativa. Esses padrões são considerados essenciais pela comunidade científica.

Ao todo, 800 pessoas, nos Estados Unidos e no Canadá, foram designadas pelos pesquisadores para tomar hidroxicloroquina ou um remédio placebo por 5 dias. As pessoas tiveram contato com portadores da Covid-19.

Os resultados apontaram que 12% daqueles que ingeriram a hidroxicloroquina desenvolveram a Covid-19. Ao mesmo tempo, 14% dos que tomaram o placebo tiveram a doença. A conclusão mostra que a hidroxicloroquina não é significativamente mais efetiva para proteger o corpo contra o vírus do que uma pílula de açúcar, por exemplo.

O estudo também aponta que 40% dos pacientes que ingeriram o composto defendido pelo presidente Jair Bolsonaro tiveram efeitos colaterais como náusea, dor de estômago ou diarreia - todos leves.

Segundo David Boulware, principal responsável pela pesquisa e médico de doenças infecciosas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, "nosso objetivo era responder a questão de saber se a hidroxicloroquina funcionava para prevenir doenças ou não. Embora estejamos desapontados por não ter impedido a covid-19, estamos satisfeitos por termos conseguido fornecer uma resposta conclusiva". Informações do BN.

EUA: Aliado de Bolsonaro, Trump cita Brasil como mau exemplo de combate à covid-19

Trump diz que Estados Unidos teriam 2 milhões de mortos se tivessem seguido Brasil e Suécia -
foto: reprodução
Via UOL - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou hoje o Brasil como exemplo de país com dificuldades para lidar com a pandemia do novo coronavírus, ao defender a estratégia adotada por seu governo contra a doença.
Trump disse que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Suécia, país que não impôs quarentenas e decidiu se basear principalmente em medidas voluntárias de distanciamento social e higiene pessoal, mantendo a maioria das escolas, restaurantes e empresas abertas. Como resultado, a Suécia tem um número muito maior de casos de covid-19 do que seus vizinhos nórdicos.
"Se você olhar para o Brasil, eles estão passando por dificuldades. A propósito, eles estão seguindo o exemplo da Suécia. A Suécia está passando por um momento terrível. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1 milhão e meio, talvez até 2 milhões ou mais de vidas", disse Trump na Casa Branca, acrescentando que agora é hora de acelerar a reabertura. A fala do lider norte-americano foi compartilhada no Twitter pelo deputado federal Alessandro Molon.
Assista: 
Trump acaba de dar uma forte pancada em Bolsonaro! Disse que, se tivesse agido como o Brasil, os EUA chegariam a 2,5 milhões de mortos. Até o aliado de Bolsonaro reconhece a desgraça que é o governo! Bolsonaro envergonha o Brasil. Precisamos voltar a ser um bom exemplo pro mundo.
11,2 mil pessoas estão falando sobre isso

fonte: Conversa Afiada - 05/06/2020


Economia: Empresário Gerald Brant é cotado para cargo no Itamaraty

O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimentando o empresário Gerald Brant em encontro nos EUA em março de 2019. Entre eles, o estrategista político Steve Bannon
© Alan Santos/ PR O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimentando o empresário Gerald Brant em encontro nos EUA em março de 2019. Entre eles, o estrategista político Steve Bannon
O executivo do mercado financeiro Gerald Brant está sendo cotado a assumir 1 cargo de assessor especial no Ministério das Relações Exteriores, comandado por Ernesto Araújo.
Segundo informações do jornal Valor Econômico, a oferta para integrar o governo Bolsonaro ainda não foi aceita oficialmente, mas Brant afirmou a fontes que está disposto a ser 1 “soldado” por “algum tempo”.
Gerald Brant mora em Nova York e é diretor de uma empresa de investimentos em Wall Street. Ele é próximo a Steve Bannon, estrategista político com atuação no governo Donald Trump e fundador do grupo The Movement (O Movimento, em português), dedicado à promoção dos ideais de nacionalismo e populismo de direita no mundo.
O executivo é natural de Chicago (EUA), filho de mãe norte-americana e pai brasileiro, e já trabalhou no Palácio do Itamaraty. Morou no Rio de Janeiro durante a juventude e passou parte da infância em Varsóvia, na Polônia, quando o país ainda integrava a hoje extinta União Soviética.
Brant foi ponto de contato entre Jair Bolsonaro e Donald Trump e fez parte da organização do 1º encontro em Nova York, ao final de 2017, época em que Bolsonaro ainda era pré-candidato à Presidência da República. O investidor também construiu pontes para a visita ao Conselho de Relações Exteriores dos EUA, grupo de estudos prestigiado no país, momento em que Bolsonaro foi introduzido ao universo de investidores e analistas-financeiros da maior economia do mundo.
Ele também é amigo próximo do senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e auxiliou na aproximação da família Bolsonaro com Steve Bannon.

“Make Brazil great again”

Em janeiro de 2019, o empresário Gerald Brant e o cineasta Josias Teófilo organizaram 1 encontro entre o filósofo Olavo de Carvalho, apontado como “guru bolsonarista”, e Steve Bannon.
Dois meses depois, em março do ano passado, Brant articulou 1 evento em Washington para homenagear Olavo de Carvalho e apresentar sua obra a influências conservadoras dos Estados Unidos. Os participantes do evento vestiam bonés com a frase “Make Brazil Great Again”.
Na noite seguinte, participaram de 1 jantar com Jair Bolsonaro na embaixada do Brasil. Na mesma viagem, Bolsonaro visitou Trump na Casa Branca, quando firmou aliança formal para entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).
À época da corrida eleitoral de 2018, Bannon declarou à BBC que Bolsonaro era “brilhante, sofisticado” e “muito parecido com Trump”. Disse também que estava “endossando, com alegria, o capitão e sua campanha, para se tornar o próximo líder do Brasil”.
fonte:Poder360 -05/06/2020

Recife: Mãe de criança que caiu do nono andar está registrada como servidora da Prefeitura de Tamandaré

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foto:reprodução

Mirtes Renata de Souza, mãe de Miguel Otávio, de 5 anos, o menino que morreu ao cair de prédio no Recife, está registrada como funcionária pública da Prefeitura de Tamandaré. Ela, no entanto, trabalha como empregada doméstica na casa de Sérgio Hacker Corte Real, o prefeito da cidade.

A patroa de Mirtes, primeira-dama de Tamandaré, vai responder por homicídio culposo no caso da morte de Miguel. Segundo o delegado que investiga o caso, ela foi negligente.

Segundo apurado, o valor do cargo comissionado consta de R$ 1 mil reais.
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A patroa, 1ª dama do município de Tamadaré foto:redes sociais



fonte:G1/Photo via @g1

Covid-19: Bolsonaro diz que efeito colateral na economia será maior que as mortes

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foto:reprodução
Em mais uma transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta-feira 4/VI, Jair Bolsonaro voltou a destilar sua crueldade com as famílias em luto em meio ao avanço da pandemia do coronavírus.
“O efeito colateral na economia será muito maior que as pessoas que lamentavelmente estão morrendo”, disse ele, sem se prolongar no apoio às vítimas.
“Essas medidas que governadores, principalmente pessoal de esquerda, inimigos meus tomaram foram terríveis. Teve emprego que foi destruído e não tem mais chance de recuperar, hotéis que foram fechados… não é fácil voltar a economia como era antes”, discursou.
Tudo isso no dia em que o Brasil bateu mais um recorde negativo, ao registrar 1.473 mortes por Covid-19 em 24 horas. O total de óbitos chegou a 34.021 (maior que na Itália).
fonte:Conversa Afiada - 05/06/2020

À PF, Weintraub chamou a China, maior parceira do Brasil, de ditadura genocida



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foto:reprodução
O (ainda) ministro da Educação, Abraham Weintraub, atacou o governo da China em documento entregue à Polícia Federal nesta quinta-feira 4/VI, no inquérito que apura suposto crime de racismo. Segundo o ministro, as publicações questionadas na investigação eram críticas ao governo chinês, uma "ditadura comunista que despreza os princípios que regem uma democracia liberal", e não ao povo do País. A informação é do Estadão, que obteve acesso ao depoimento.
“Não é possível que se afirme que a postagem se dirigiu a um povo. […] O povo brasileiro tem representantes eleitos, que formalmente agem em seu nome. O povo chinês não tem nada parecido, infelizmente. O que quer que o PCC (Partido Comunista Chinês) faça não pode ser tido como expressão da vontade popular chinesa, uma ditadura comunista de partido único que despreza os princípios que regem uma democracia liberal e o Estado de Direito, campeã de violações aos direitos humanos, o que inclui até mesmo genocídio em décadas passadas”, escreveu Weintraub.
No depoimento, Weintraub não respondeu às perguntas dos policiais, entregando uma declaração por escrito.
No começo de abril, o ministro fez, via redes sociais, insinuações de que a China poderia se beneficiar, de propósito, da crise mundial provocada pelo coronavírus. O texto de Weintraub imitava o modo de falar do personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, que troca a letra "R" pela "L". O ministro ridicularizou o fato de alguns chineses, quando falam português, efetuarem a mesma troca de letras. Informações do Conversa Afiada.