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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Família procura professor de Tapiramutá, que desapareceu após viagem a Mundo Novo



Familiares do professor Maikon Barros, 33 anos, morador de Tapiramutá, município da região da Chapada Diamantina  da Bahia, estão aflitos a procura do mesmo que saiu na última terça-feira, 06, com destino a cidade de Mundo Novo, distante aproximadamente 60 km e não mais retornou e nem deu noticias.

Em contato com o Calila Notícias uma senhora de prenome Josy, tia do professor, disse que ele saiu no seu carro, um Fiat Palio 4 portas de cor preta, placa NTU 6891 licença de Ubatã-BA que foi flagrado por uma câmera de segurança em Mundo Novo.

Carro foi flagrado por câmera de segurança em Mundo Novo

Ainda de acordo com Josy, Maikon nunca apresentou nenhum distúrbio mental, é uma pessoa tranquila que exerce a profissão normalmente, porém não tem o hábito de viajar pra Mundo Novo.

Maikon Barros é casado e tem uma filha de nove anos.

Quem tiver alguma informação real entrar em contato com a família nos números
74- 981063112
71- 992787572


fonte:Calilia Notícias 09/04/2021 c/adaptações

DF: A militante bolsonarista Sara Winter negocia acordo com a PGR, diz revista


Sara Winter e o presidente Jair Bolsonaro: nos bons tempos| Foto: Reprodução

A militante bolsonarista Sara Winter, investigada por participar de atos antidemocráticos, negocia um acordo de delação premiada com a PGR. Nesta semana, ela participou de uma audiência e tratou do tema com o procurador da República Aldo de Campos Costa, responsável pelo inquérito aberto pelo STF para investigar o financiamento de tais manifestações.

 A outros alvos do processo, Sara já avisou que, se conseguir firmar o acordo com a PGR, pretende deixar o Brasil. Recentemente, após uma temporada na cadeia, ela confidenciou a amigos que estava desiludida e que pretendia abandonar o ativismo, além de sentir-se abandonada. Informações do Veja.com

Após críticas de Bolsonaro, STF se manifesta através de nota oficial

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Foto: José Cruz / Agência Brasil

 O Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou em nota oficial nesta sexta-feira (9) após as críticas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). De acordo com STF, os ministro tomam decisões “conforme a Constituição e as leis”.

“O Supremo Tribunal Federal reitera que os ministros que compõem a Corte tomam decisões conforme a Constituição e as leis e que, dentro do Estado democrático de direito, questionamentos a elas devem ser feitos nas vias recursais próprias, contribuindo para que o espírito republicano prevaleça em nosso país”, diz o STF.

O chefe do Executivo nacional acusou o ministro Luís Roberto Barroso de fazer “politicalha” junto ao Senado ao determinar a instalação da CPI da Covid-19.

“Use a sua caneta para boas ações em defesa da vida e do povo brasileiro e não para fazer ‘politicalha’ dentro do Senado. Se tiver moral, se tiver moral, um pingo de moral, Luis Roberto Barroso, mande abrir processo de impeachment contra alguns dos seus companheiros do Supremo Tribunal Federal”, provocou o presidente na ocasião.

fonte:Bahia.Ba - 09/04/2021 16h:30min.

Empresas de jantar com Bolsonaro devem R$ 186 milhões à União, diz coluna

Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

 Cinco empresas representadas em um jantar com o presidente Jair Bolsonaro na quarta-feira (7) em São Paulo devem R$ 186,4 milhões à União. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

O SBT, representado pelo CEO José Roberto Maciel, deve R$ 97,2 milhões, segundo registros da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. A Cosan, cujo fundador e presidente do conselho de administração é Rubens Ometto, tem R$ 46,3 milhões em dívidas previdenciárias nessa lista.

Outra companhia inscrita na dívida ativa da União é o Banco Inter, fundado por Rubens Menin, que deve R$ 36,6 milhões. O Habib’s, representado no jantar por Alberto Saraiva, fundador e CEO, possui R$ 5,9 milhões em dívidas previdenciárias.

O Bradesco, onde Luiz Carlos Trabuco Cappi é presidente do conselho de administração, tem R$ 400 mil pendentes de FGTS.

fonte: Bahia.Ba 09/04/2021 16h:27min.

Em Salvador: Morte de produtor da TV Record é tratada como execução

Bonfim deixa esposa e filho de 10 anos (Acervo Pessoal)

Uma execução. É o que diz a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre a morte do produtor da TV Record José Bonfim Pitangueiras, 43 anos, baleado várias vezes na manhã desta sexta-feira (09), no bairro da Federação, onde morava.  Ele estava a caminho do trabalho quando foi surpreendido por dois homens encapuzados. 


Segundo a SSP, Bonfim, como era conhecido pelos colegas, sofreu mais de 10 perfurações e não teve nada levado pelos criminosos, o que fortalece a hipótese. A SSP disse também que acompanha o caso de perto, determinando prioridade ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

“A gente está levantando informações sobre o perfil da vítima, ouvindo parentes e vizinhos, estamos com a metade de nossa equipe concentrada neste caso”, diz a diretora do DHPP, a delegada Andrea Ribeiro. A SSP disse ainda que equipes da Superintendência de Inteligência (SI) estão dando apoio à investigação.

Crime

O crime aconteceu na Rua Manoel Marques, atrás da Escola Via Mágica. Os vizinhos disseram que bem cedo um Palio branco com dois homens estava parado próximo à casa de Bonfim. Entre 7h30 e 08h, o produtor saiu para trabalhar. Como sempre, pelo fato de morar próximo à emissora, o produtor foi a pé. 

Bonfim foi baleado pelas costas. “Os caras saíram do carro já encapuzados e atirando. Ele tentou correr, mas caiu em frente à casa da vizinha. Pegaram ele na covardia”, contou o primo da vítima, Danilo Pitangueiras. Bonfim morreu no local. 

Há uma semana, Danilo havia conversado com o primo, que estava de bem com a vida. “Ele estava muito feliz. Se tivesse acontecendo algum problema sério, teria comentado comigo porque sempre conversávamos de tudo. Ele era um cara que vivia para a família”, disse Danilo. 

Bonfim deixou uma esposa e um filho de 10 anos. Ainda não há informações quanto ao enterro do produtor.  

Calibre 9mm
As armas usadas no crime partiram de pistolas calibre 9 mm, conforme cápsulas coletadas pelos peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) durante o levantamento cadavérico. 

Até pouco tempo, esse tipo de arma era usada somente pela Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Exército Brasileiro, além do Centro de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar – as demais unidades de segurança do estado da Bahia fazem uso da pistola ponto 40.   

De acordo com a SSP, tem sido mais frequente o uso da pistola 9mm em ocorrências criminosas, com facilitação do acesso às armas pelo governo federal. 

Saudade

Nascido na cidade de Aurelino Leal, no sui da Bahia, Bonfim veio para Salvador com 13 anos. Desde cedo, trabalhou em várias produtoras e há 10 anos fazia parte do quadro de funcionários da TV Itapoan/Record. Na emissora, produziu diversos trabalhos nos extintos programas Bom Demais e a Bahia Que A Gente Gosta. Versátil, Bonfim saiu do entretenimento para trabalhar com a equipe do jornalismo, onde estava até hoje. Seu trabalho era mais como produtor externo, dando apoio às matérias dos repórteres.       

O CORREIO conversou com alguns colegas de Bonfim. “Estamos todos sem chão. Era uma pessoa maravilhosa, um profissional incrível. Ajudava a gente em tudo. Todos os dias a gente tinha uma rotina, eu, ele e outro colega. Sempre o que a gente pedia, ele fazia. Nunca tinha tempo ruim para ele. Enfim, vou orar muito pela família dele, pedir muita paz e força, porque eles estão precisando nesse momento tão difícil e ele vai deixar saudade. É uima pessoa que estará no meu coração para sempre”, lamentou uma jornalista da emissora. 

Ele será lembrado como um colega proativo. "Bonfim era uma pessoa tranquila, alto astral, um cara sempre família, sempre comentava as viagens com a esposa, falava muito do filho, tinha uma ligação bastante forte com o menino. Era um colega muito proativo, muito ágil e eficaz no que fazia. Era uma pessoa inquieta, no sentido de sempre estar buscando ajudar todo mudo. Ele deixa saudade”, disse outro jornalista. 

fonte:Correio da Bahia - 09/04/2021

Príncipe Philip esteve em Salvador em 1968

Recepção feita por políticos, autoridades e artistas a Elizabeth e Philip (Foto: Arquivo Secom)

3 horas dos 99 anos do Príncipe Philip foram passadas em Salvador. No início de novembro de 1968 o Duque de Edimburgo, ao lado da esposa Rainha Elizabeth II, fizeram um passeio pelo Brasil. Por aqui visitaram Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e, claro, Salvador.

Pouco menos de 53 anos após pisar os pés na capital baiana, o Príncipe Philip morreu na manhã desta sexta-feira (9) na Inglaterra.

A passagem por Salvador foi curta, porém quente - literalmente. A primaveira com ares de verão recepcionou a o casal real com ardentes 33 graus. 

O colunista Nelson Cadena, do CORREIO, contou em um texto de 2012 que o motorista que levaria a Rainha se descuidou e não estacionou na sombra. "Beth", desprevenida, entrou no carro e sentou direto no banco de couro do Lincoln 1935, que a levaria para um "tour" pela cidade da Bahia.

Ao encostar no assento, que mais se assemelhava a um forno, a vossa majestade arregalou os olhos e deu um pinote do banco em brasas. A cena provocou o espanto dos presentes e resultou num pequeno atraso em sua agenda.

Segurança do cortejo era garantida apenas por uma corda e alguns policiais de enfeite (Foto: Reprodução)

Após o susto, o passeio deu início. A primeira parada de Elizabeth e Philip foi o mercado modelo. O chão do local, que era de cimento, foi coberto com uma esteira de sisal para não ferir os pés reais. 

No ponto turístico, o casal apreciou as barraquinhas de folha, o artesanato, bebeu um suco de pitanga e aceitou, de bom grado, ornamentos de prata confeccionados pelo joalheiro Gerson, por encomenda de Camafeu de Oxóssi, em nome dos barraqueiros.

Após deixar o Mercado Modelo, a corte partiu em direção  a Ladeira da Conceição, novinha em folha com uma camada de asfalto passada no dia anterior. 

Com bandeiras da Inglaterra, milhares de baianos se aglomeravam pelo caminho na tentativa de dar uma espiadinha no casal real. 

Menina furou bloqueio e conseguiu se aproximar da rainha (Foto: Reprodução)

Logo depois, a rainha reuniu-se com os ingleses residentes em Salvador na Igreja Anglicana, participou de uma solenidade no Palácio da Aclamação, presentes as autoridades do estado e 120 casais convidados, inclusive intelectuais e artistas como Jorge Amado e Carybé; visitou a Igreja de São Francisco e o Museu de Arte Sacra antes de embarcar de volta no Britânia, o navio real que a conduziria ao Rio de Janeiro, próxima parada em sua tour em terras tupiniquins.

Então, o navio cruzou o Farol da Barra, seguido de duas corvetas inglesas e muitos saveiros em solene procissão, o povo baiano da orla apreciando o cortejo.

fonte:CORREIO DA BAHIA/ 09/04/2021 14h:17min.

Bahia: 26 médicos baianos já morreram pela Covid-19

 

Foto: Secom/GOVSC
Foto: Secom/GOVSC

 

Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicado no site da entidade 

com o nome de ‘Memorial aos Médicos que se foram durante o combate à Covid-19’,

 mostra que  624 médicos morreram no país por causa da pandemia. O Conselho de Enfermagem 

também contabiliza 519 mortos.

No caso dos médicos, o Rio de Janeiro, que nos últimos tempos emerge no país 

com vasto cabedal de maus exemplos, também é o campeão nacional de mortos,

 com 98. Em segundo vem São Paulo, com 70 e o Pará em terceiro com 63. A Bahia fica em nono lugar, junto com o Mato Grosso, ambos com 26.

Fonte:Informações de atardeonline em 09/04/2021.

Reino Unido: Príncipe Philip morre aos 99 anos

 Príncipe Philip morre aos 99 anos

Foto: Reprodução/Instagram/theroyalfamily

O príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, do Reino Unido, morreu aos 99 anos, disse nesta sexta-feira (9) o Palácio de Buckingham.

Ele iria completar 100 anos em junho deste ano. A causa da morte ainda não foi revelada.

Em fevereiro, ele passou mal e foi internado como "medida de precaução". No entanto, o príncipe foi transferido de hospital e passou por uma cirurgia cardíaca. Ele recebeu alta depois de um mês.

"É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anuncia a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo", disse o palácio em um comunicado.

O príncipe "faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor", diz a nota. "Novos anúncios serão feitos no devido tempo. A Família Real se une às pessoas ao redor do mundo em luto por sua perda."

Seu nome oficial era de Duque de Edimburgo. Ele esteve ao lado do reinado de sua mulher durante 69 anos, o mais longo da história do Reino Unido. Nesse período, ele construiu uma reputação de ser sério, mas propenso a cometer gafes.

Ele se casou com Elizabeth em 1947 e teve um papel fundamental na modernização da monarquia no período pós-Segunda Guerra Mundial. Por trás das paredes do Palácio de Buckingham, era a única figura chave a quem a rainha podia recorrer e em quem confiar.

Em um discurso que marcou seu 50º aniversário de casamento em 1997, Elizabeth fez uma rara homenagem pessoal a Philip: "Ele tem, simplesmente, sido minha força e permanência todos esses anos".

Bisneto da rainha Vitória, nasceu em uma cozinha.

O Príncipe Philip da Grécia e da Dinamarca, bisneto da rainha Victoria (como a própria rainha Elizabeth II), nasceu em uma mesa de cozinha na ilha de Corfu, em 10 de junho de 1921.

Pouco mais de um ano depois, em dezembro de 1922, foi retirado da ilha em uma caixa de laranjas com o restante da família em um navio britânico, quando o tio, o rei Constantino I da Grécia, avô da rainha da Espanha, teve que partir para o exílio.

Após uma infância errante e uma longa estadia em um pensionato austero da Escócia, ingressou na Marinha britânica e teve participação ativa na Segunda Guerra Mundial.

Depois do casamento, em 1947, com a então jovem princesa Elizabeth, Philip Mountbatten foi enviado a Malta, mas a meteórica ascensão militar foi interrompida pela subida ao trono da esposa, em 1952, o que o obrigou a renunciar à carreira.

"Estando casado com a rainha me parecia que deveria servi-la da melhor maneira possível", disse certa vez numa entrevista à ITV.

Espontaneidade inadequada

Desde então, ele desempenhava um papel secundário ao lado da monarca, a qual acompanhava em visitas oficiais, mas vinha sendo alvo constante da imprensa devido a comentários, ao mesmo tempo, espontâneos e inadequados -- e muitas vezes racistas.

Em 1986, por exemplo, aconselhou estudantes britânicos na China a não permanecerem muito tempo no país se não quisessem terminar com os "olhos rasgados".

Durante uma visita à Austrália em 2002 perguntou a um aborígene se "ainda disparava flechas". Em uma ocasião, um menino disse que gostaria de ser astronauta e o duque respondeu: "Nunca poderá voar, está muito gordo".

À ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que quase morreu em um ataque dos talibãs por defender o direito de educação das meninas, disse que "os pais enviam as crianças para a escola porque não as querem em casa".

Ao ser questionado se gostaria de visitar a União Soviética, respondeu: "Eu gostaria muito de ir à Rússia, mas os bastardos assassinaram metade da minha família" (em referência ao destino dos Romanov).

A um professor de auto-escola escocês, o príncipe perguntou: "Como você faz para manter os nativos suficientemente longe da bebida para aprová-los no exame?"

Apesar de tudo, ganhou a simpatia dos britânicos com o trabalho de incentivador de quase 800 organizações.

Casamento sólido

Elizabeth e Philip casaram-se no dia 20 de novembro de 1947. Eles se conheceram em 1939, quando Philip da Grécia tinha 18 anos e a então princesa, 13. A futura rainha, apelidada de "Lilibet", contou mais tarde que sentiu amor à primeira vista pelo louro alto de olhos azuis. Ele, por sua vez, nunca confessou se o sentimento foi recíproco.

"É a atração dos opostos: ela é séria, tímida, introvertida; ele, ao contrário, gosta de gente e da vida social, sendo muito divertido. Enfim, se complementam", assinalou Marc Roche, autor da biografia "A última rainha".

Com a prematura morte do rei George VI, Elizabeth subiu ao trono aos 25 anos. Philip tornou-se príncipe consorte, à sombra da esposa; foi até obrigado a mudar o sobrenome, Mountbatten, porque, segundo Winston Churchill, soava muito alemão, numa época de guerra.

"O príncipe Philip é o único homem em todo o mundo que trata a rainha como um simples ser humano", contou certa vez o ex-secretário privado de Elizabeth II, Lord Charteris. "É o único que se pode permitir. E isso agrada a ela", acrescentou.

A solidez da "associação" que formaram contribuiu, em boa medida, para a estabilidade da monarquia britânica nas últimas seis décadas.

"A rainha e o príncipe formaram uma parceria de trabalho extraordinária, mas seriam felizes?", escreveu Gyles Brandreth no best-seller "Philip e Elizabeth, retrato de um matrimônio".

Fonte: G1 - 09/04/2021