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sexta-feira, 4 de julho de 2025

Economia: Haddad vê com “bons olhos” decisão do STF que suspende decretos do IOF


                                            Foto:reprodução


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou, nesta sexta-feira (4/7), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender os decretos referentes às mudanças do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O ministro Alexandre de Moraes suspendeu tanto os decretos do governo federal que aumentaram o IOF quanto a decisão do Congresso Nacional que derrubou o reajuste das alíquotas do imposto.

Haddad considerou a medida de Moraes do como algo “ótimo” e negou que tenha visto a suspensão das medidas com maus olhos.

“Não posso ver com maus olhos isso, eu vejo com bons olhos”, disse. “Acredito que a decisão é no sentido de delimitar as competências [dos Poderes] com mais clareza”, afirmou após cerimônia de abertura do Banco dos Brics, no Rio de Janeiro.

Para Haddad, a decisão do Supremo corrobora para fortalecer as instituções. “A decisão do ministro Alexandre, busca esse caminho de mostrar até que ponto cada Poder pode ir, delimitando constitucionalmente qual é o papel de cada Poder. Isso é ótimo”, frisou.

O auxiliar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acredita que as competências dos Três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo) ficarão claras na audiência de conciliação, marcada para 15 de julho.

“Quanto mais clareza nós tivermos sobre as competências constitucionais de cada Poder, mais tranquilamente um presidente vai poder governar, obviamente, que, subordinado às leis do país”, avaliou ele.

STF suspende decretos do IOF


Mais cedo, o ministro do STF suspendeu os decretos do Executivo que aumentaram as alíquotas do IOF e o projeto de decreto legislativo (PDL), aprovado no Congresso Nacional, que sustou os efeitos do reajuste do imposto.

Moares destacou que há fortes argumentos que indicam a razoabilidade na imediata suspensão da eficácia dos atos impugnados. Dessa forma, foram cancelados a decisão do governo Lula (PT) e a derrubada do decreto por parte do Congresso.

Para resolver o imbróglio do IOF, o magistrado convocou uma audiência de conciliação para 15 de julho. Serão intimadas as presidências da República, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, bem como a Procuradoria-Geral da República (PGR), Advocacia-Geral da União (AGU) e as partes envolvidas.

Segundo Moraes, o objetivo é “pautar as relações dos Poderes Executivo e Legislativo no binômio independência e harmonia”. Ele afirmou que, após a audiência de conciliação, avaliará se mantém a vigência da medida cautelar.

Passo a passo do IOF


O tema é analisado no STF, em três processos. O primeiro foi protocolado pelo PL, ainda antes da derrubada dos decretos pelo Congresso, questionando o aumento das alíquotas do IOF por parte do governo.

Em seguida, após a decisão do Congresso, o PSol apresentou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pedindo a suspensão da medida adotada pelos parlamentares.

A Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou com Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) para que os decretos presidenciais, editados em junho, sejam considerados válidos.

Por prevenção, todos os processos ficaram sob a relatoria de Moraes, já responsável pela ação inicial do Partido Liberal (PL). A decisão do ministro, desta sexta-feira, foi assinada no âmbito da ADC apresentada pela AGU.

Fonte:Metrópoles - 04/07/2025

Delegados licenciados da PF receberam R$ 2,4 milhões por investigação privada para Unimed, diz Intercept



                 



Uma empresa de consultoria pertencente a dois delegados da Polícia Federal recebeu R$ 2,5 milhões da Unimed Cuiabá para produzir relatórios sobre a gestão anterior do plano de saúde e prestar serviços de compliance. O resultado da investigação privada embasou uma operação da própria PF e do Ministério Público Federal, desencadeada em 2024, contra os diretores de uma chapa adversária da gestão que contratou a empresa.

Um dos delegados empresários é Rodrigo Piovesano Bartolamei, ex-superintendente da PF em São Paulo, cargo-chave para o qual foi nomeado durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), e ex-chefe da Interpol no Brasil durante o governo de Michel Temer (2016-2018).

CONFIRA NO LINK ABAIXO DO SITE INTERCEPT BRASIL DESTA SEXTA-FEIRA (4):

https://www.intercept.com.br/2025/07/04/unimed-delegados-policia-federal-milhoes/


Rio: Lula e Magda Chambriard anunciam nesta sexta investimento de R$ 33 bilhões em refinaria

                                  foto:reprodução

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, apresentam nesta sexta-feira, 4 de julho, na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), o maior pacote de investimentos em refino e petroquímica já anunciado para o estado do Rio de Janeiro. A estatal destinará mais de R$ 33 bilhões até 2029, recurso que deve impulsionar a criação de 100 mil postos de trabalho quando se somam os 38 mil empregos diretamente vinculados às obras e os 70 mil ligados à manutenção de plantas industriais.

Segundo Magda Chambriard, trata-se de um “megaprojeto” que recoloca o Rio no centro da cadeia de valor do petróleo e do gás. “Estamos falando de um projeto grande, gigantesco, que agrega emprego e renda para a sociedade”, afirmou, ressaltando que a iniciativa integra a Rota 3 de escoamento de gás natural, o Complexo de Energias Boaventura (antigo Comperj), a própria Reduc e a unidade da Braskem em Duque de Caxias. “O que estamos vendo é um esforço muito grande para tudo dar certo, para agregar valor ao nosso petróleo e ao nosso povo.”

Ampliação da capacidade e combustíveis sustentáveis

A maior fatia do pacote, R$ 26 bilhões, será aplicada na interligação entre a Reduc e o Complexo Boaventura. Esse movimento permitirá elevar a produção de Diesel S10 em 76 mil barris por dia, acrescentar 20 mil bpd de querosene de aviação e 12 mil bpd de lubrificantes produzidos a partir de petróleo do pré-sal, reduzindo a dependência de óleo importado. Haverá ainda testes de coprocessamento do diesel R7, com 7 % de conteúdo renovável, e, já em julho, avanços para o diesel R10, com 10 % de matéria-prima verde.

“Já podemos hoje comercializar esse diesel menos poluente”, destacou o diretor executivo de Processos Industriais e Produtos, William França. Ele explicou que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) já autorizou a venda do produto, antecipando a entrada da Petrobras em combustíveis sustentáveis de aviação (SAF).

Braskem e a redução de importações

A sinergia com a Braskem ampliará em 230 mil toneladas/ano a produção de polietileno e exigirá R$ 4,3 bilhões – investimento que sairá do caixa ou de financiamentos da petroquímica. “Espero que no primeiro semestre de 2028 já estejamos concluindo essa integração”, disse o presidente da companhia, Roberto Ramos. Com isso, a Braskem pretende substituir matéria-prima importada dos Estados Unidos por gás natural brasileiro, fortalecendo a balança comercial.

Termelétricas e eficiência energética

O plano inclui três termelétricas de 400 MW cada, duas delas no Complexo Boaventura, prontas para os próximos leilões de energia do governo. Na Reduc, uma das duas térmicas existentes ganhará modernização de R$ 860 milhões, dobrando sua capacidade para 50 MW. “A Reduc é uma refinaria intensiva em consumo energético”, lembrou França. A parada programada geral na refinaria, orçada em R$ 2,4 bilhões, mobilizará 18 mil trabalhadores ainda este ano.

Impacto socioeconômico

Além do Programa Autonomia e Renda, que qualificará mão de obra local, o pacote contempla estudos para fabricar ácido acético e monoetileno glicol – insumos atualmente 100 % importados pelo Brasil. “São mais de 100 mil empregos para o estado do Rio de Janeiro, é muita coisa”, sublinhou França, assegurando que todas as licenças ambientais estão em dia e que não há judicialização que trave o cronograma.

Para o presidente Lula, que visita a Reduc às 11 h acompanhado de ministros e autoridades estaduais e municipais, a nova onda de investimentos simboliza a “retomada definitiva” da Petrobras como motor do desenvolvimento nacional. Ao mesmo tempo, reforça a meta de transição energética com a inserção de combustíveis de menor pegada de carbono, em linha com os compromissos firmados pelo Brasil em fóruns internacionais.


Fonte: BRASIL 247 - 04/07/2025

Educação: Quem é a vereadora que quer retirar o livro Capitães da Areia das escolas

 

foto:Divulgação/TSE


A vereadora de primeiro mandato da cidade de Itapoá, (SC) sugeriu que a obra “Capitães da Areia”, do baiano Jorge Amado, seja retirada das escolas do município por “promover a marginalização” entre os jovens. 


Além disso, a edil Jéssica Lemonie (PL-SC) também acusou o escritor de ser “comunista” e alegou que a esquerda estaria utilizando o livro para se “infiltrar” nas escolas.


Jessica  Lana Lemonie, de 28 anos, é arquiteta, e foi eleita com 388 votos (eleita por média)  no último pleito municipal de 2024, para compor a bancada de 9 vereadores.


A cidade de Itapoá, de 30.750 habitantes (IBGE 2022), fica na região nordeste do Estado e há 223 km da capital Catarinense.

                                              

Caso Lorenza: promotor André de Pinho é transferido para penitenciária em Uberlândia

 

Por ser membro do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), André possui foro privilegiado e cumpria pena na Academia do Corpo de Bombeiros, na Pampulha - crédito: Alexandre Guzanche / EM / D.A Press


O promotor André Luís Garcia de Pinho, condenado pela morte da mulher, Lorenza de Pinho, foi transferido para a Penitenciária Professor Pimenta da Veiga, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. 

A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) nesta quinta-feira (3/7), mas a mudança aconteceu em 13 de junho. Desde sua condenação, em março de 2023, o advogado vinha cumprindo sua pena na Academia do Corpo de Bombeiros Militar, na Pampulha, em Belo Horizonte. 

Por ser membro do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), André possui foro privilegiado. Assim, seu julgamento foi feito por desembargadores que compõem o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e não pelo Tribunal do Júri. 

Lorenza foi morta na madrugada de 2 de abril de 2021, no apartamento onde morava com o marido e os cinco filhos, no Bairro Buritis, na Região Oeste de Belo Horizonte. Na época, o promotor foi denunciado por feminicídio qualificado por motivo torpe, asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo o Instituto Médico Legal André Roquette (IML), o laudo aponta que a mulher foi envenenada. Seu corpo também apresentava lesões provocadas por estrangulamento.

Desde o início das investigações, André alegou que a esposa tinha se engasgado enquanto dormia após tomar remédios e ingerir bebida alcoólica. A versão chegou a ser confirmada em um atestado de óbito emitido por dois médicos, que também foram indiciados, já que uma perícia feita pelo IML apontou que a causa da morte foi intoxicação e enforcamento.

Julgamento

André foi preso em março de 2021. Em 19 de julho, do mesmo ano, o Órgão Especial do TJMG decidiu que o réu seria julgado, por meio de 19 votos de desembargadores. Já em 2022, no mês de fevereiro foi mantida a prisão preventiva do promotor, e foram rejeitados os embargos de declaração ajuizados pelo réu. O recurso é utilizado quando há alguma dúvida, erro material ou ponto obscuro em decisão tomada anteriormente.

As audiências começaram em agosto, e foram ouvidas várias pessoas que se envolveram no caso, como o réu, médicos do IML, familiares e outras testemunhas do caso. Em dezembro, foram encerradas.

Em 29 de março de 2023, o relator, desembargador Wanderley Paiva, afirmou que, durante as investigações, foram colhidos elementos investigativos que mostraram, "de forma cristalina", que o promotor matou a esposa. "Intoxicando-a, direta ou indiretamente, esganando-a, quando não mais poderia oferecer resistência."

Paiva ressaltou, ainda, que o promotor planejou a morte da esposa em detalhes. O relator destacou a frágil saúde da vítima, que tinha quadro depressivo e tomava inúmeros remédios. Além disso, lembrou que ela desconfiava da fidelidade do marido e era constantemente repreendida por ele.

O desembargador alegou também que, diante deste quadro, o acusado decidiu acabar com a vida da esposa e premeditou o crime. O relator disse que o plano do promotor - de se safar da autoria - só não foi concluído com sucesso porque a família de Lorenza não acreditou na versão do marido. Para o desembargador, está comprovado que o promotor permitiu que a vítima se intoxicasse com os medicamentos - potencializados pela bebida - e a asfixiou, sem que ela pudesse oferecer resistência devido à sua condição. 

Já a revisora, desembargadora Beatriz Pinheiro Caires, ressaltou que, apesar da vítima ser dependente de medicamentos e estar em um quadro depressivo, não se pode admitir que Lorenza seja julgada. Ela concordou com o relator de que as causas da morte foram intoxicação e asfixia. Além disso, destacou que quando o atendimento chegou, Lorenza já estava morta. A revisora acompanhou, na íntegra, o voto do relator. Os demais desembargadores também acompanharam os votos anteriores.

Relembre o caso

Lorenza foi morta na madrugada do dia 2 de abril de 2021, no apartamento onde morava com André Luís, no Bairro Buritis, na Região Oeste de Belo Horizonte. O casal teve cinco filhos. 

 

O homem, seu marido, foi denunciado por feminicídio qualificado por motivo torpe, asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo o Instituto Médico Legal André Roquette (IML), o laudo aponta que Lorenza foi envenenada. O corpo dela também apresentava lesões provocadas por estrangulamento.

 

André Luís Garcia Pinho alegou na época que a esposa tinha se engasgado enquanto dormia após tomar remédios e ingerir bebida alcoólica, versão confirmada em um atestado de óbito emitidos por dois médicos, que também estão sendo indiciados, já que uma perícia feita pelo IML apontou que a causa da morte foi intoxicação e enforcamento.


FONTE: O ESTADO DE MINAS - 04/07/2025

Bahia: MP denuncia ex-diretora de presídio de Eunápolis e aponta envolvimento com facções, corrupção e romance com preso


                                     foto:reprodução


O Ministério Público da Bahia apresentou a denúncia contra a ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, na qual detalha a atuação dela e de outros envolvidos na fuga de 16 detentos da cela 44, ocorrida em 12 de dezembro de 2024. 

Os autos apontam que a intermediação de Joneuma nas atividades criminosas da facção Primeiro Comando de Eunápolis teria rendido a ela cerca de R$ 1,5 milhão, como compensação pela facilitação da fuga, regalias e omissão diante das práticas ilegais dentro da unidade.


Joneura era amante de Ednaldo “Dada”, líder do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) e planejavam fugir para o Rio de Janeiro, onde ficariam sob a proteção do Comando Vermelho (CV), facção aliada a organização criminosa baiana.

Para as atividades ilícitas, Joneuma usava uma falsa identidade — Barbara Thais de Jesus Ramos. Em sua posse, foram encontrados documentos, anotações, telefones e até comprovantes de compras que conectam suas ações aos fluxos financeiros do grupo criminoso.

A denúncia do MP descreve um esquema complexo, com divisão de tarefas clara entre os detentos, a liderança da facção e servidores públicos corrompidos. Grávida, Joneuma foi presa, no dia 24 de janeiro deste ano. O bebê nasceu prematuro e segue com ela na cela, no Conjunto Penal de Itabuna, na mesma região do estado.


Fonte:Bocão News - 04/07/2025

CNU: Entenda cada um dos blocos temáticos do “Enem dos Concursos”

                                           


As inscrições do Concurso Nacional Unificado (CNU) estão abertas e vão até o dia 20 de julho. Ao todo, serão disponibilizadas mais de 3 mil vagas de nível médio e superior em órgãos da administração pública. O certame é a segunda edição da iniciativa lançada no ano passado pelo Ministério da Gestão e Inovação (MGI) e contou com cerca de 2 milhões de inscritos.

As provas serão aplicadas no dia 5 de outubro em 228 locais, distribuídos em todos os 27 estados brasileiros e no Distrito Federal. O concurso foi dividido em 9 blocos temáticos com cargos da mesma área de atuação, sendo ofertadas 3.652 vagas ao todo.

Saiba a quantidade de vagas por bloco no CNU:

Bloco 1 – Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência – 789

Bloco 2 – Cultura e Educação – 130

Bloco 3 – Ciência, Dados e Tecnologia – 212

Bloco 4 – Engenharias e Arquitetura – 306

Bloco 5 – Administração – 1.172

Bloco 6 – Desenvolvimento Socioeconômico – 285

Bloco 7 – Justiça e Defesa – 250

Bloco 8 – Intermediário – Saúde – 168

Bloco 9 – Intermediário – Regulação – 340

Confira a divisão regional das vagas:

Sudeste – 814 (22,3%)

Nordeste – 165 (4,5%)

Norte – 135 (3,7%)

Sul – 54 (1,5%)

Centro-Oeste – 4 (0,1%)

Somente no Distrito Federal são disponibilizadas 2089 vagas, totalizando 57,2% das oportunidades do concurso. Cerca de 391 vagas (10,7%) ainda não têm lotação definida e o local de exercício do cargo será definido pelos órgãos responsáveis.

Arte/MetrópolesMapa de divisão das vagas do CNU
Mapa de divisão das vagas do CNU

Conheça a divisão de vagas por bloco e órgão:

Bloco 1 – Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência Social:

Comando da Marinha (CM): 50 vagas
Comando do Exército (C.EX): 55 vagas
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO): 10 vagas
Hospital das Forças Armadas (HFA): 83 vagas
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 242 vagas
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI): 172 vagas
Ministério da Saúde (MS): 177 vagas

Bloco 2 – Cultura e Educação:

Comando da Marinha (CM): 5 vagas
Escola Nacional de Administração Pública (ENAP): 11 vagas
Fundação Biblioteca Nacional (FBN): 11 vagas
Fundação Cultural Palmares (FCP): 10 vagas
Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ): 20 vagas
Fundação Jorge Duprat Figueiredo (FUNDACENTRO): 14 vagas
Fundação Nacional de Artes (FUNARTE): 17 vagas
Imprensa Nacional (IN): 10 vagas
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN): 14 vagas
Ministério da Saúde (MS): 5 vagas
Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM): 12 vagas

Bloco 3 – Ciências, Dados e Tecnologia:

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): 15 vagas
Comando da Aeronáutica (C.AER): 42 vagas
Comando da Marinha (CM): 23 vagas
Comando do Exército (C.EX): 37 vagas
Escola Nacional de Administração Pública (ENAP): 5 vagas
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro): 19 vagas
Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI): 40 vagas
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 19 vagas
Ministério da Saúde (MS): 4 vagas
Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM): 3 vagas

Bloco 4 – Engenharias e Arquitetura:

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): 12 vagas
Comando da Aeronáutica (C.AER): 42 vagas
Comando da Marinha (CM): 43 vagas
Comando do Exército (C.EX): 41 vagas
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro): 10 vagas
Fundação Nacional de Artes (FUNARTE): 1 vaga
Imprensa Nacional (IN): 4 vagas
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 9 vagas
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN): 17 vagas
Ministério da Fazenda (MF): 5 vagas
Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR): 10 vagas
Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA): 31 vagas
Ministério da Saúde (MS): 7 vagas
Ministério das Cidades (MCID): 13 vagas
Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA): 60 vagas
Ministério do Turismo (MTUR): 3 vagas
Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM): 2 vagas

Bloco 5 – Administração:

Comando da Aeronáutica (C.AER): 5 vagas
Escola Nacional de Administração Pública (ENAP): 5 vagas
Fundação Biblioteca Nacional (FBN): 3 vagas
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro): 11 vagas
Fundação Nacional de Artes (Funarte): 10 vagas
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN): 29 vagas
Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI): 10 vagas
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 33 vagas
Ministério da Fazenda (MF): 25 vagas
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) – Cadastro Reserva: 1.000 vagas
Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA): 2 vagas
Ministério da Saúde (MS): 19 vagas
Ministério das Cidades (MCID): 2 vagas
Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA): 4 vagas
Ministério do Turismo (MTUR): 5 vagas
Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM): 9 vagas

Bloco 6 – Desenvolvimento Socioeconômico:

Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): 23 vagas
Agência Nacional de Cinema (Ancine): 10 vagas
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI): 250 vagas
Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM): 1 vaga
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro): 1 vaga

Bloco 7 – Justiça e Defesa:

Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI): 250 vagas

Bloco 8 – Intermediário (Saúde):

Hospital das Forças Armadas (HFA): 30 vagas
Ministério da Saúde (MS): 138 vagas

Bloco 9 – Intermediário (Regulação):

Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC): 70 vagas
Agência Nacional de Mineração (ANM): 80 vagas
Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): 16 vagas
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS): 20 vagas
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel): 50 vagas
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ): 28 vagas
Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT): 50 vagas
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): 14 vagas
Agência Nacional do Cinema (Ancine): 10 vagas

Cronograma.


Inscrições: de 2 a 20 de julho

Pagamento da taxa: até 21 de julho

Solicitação de isenção da taxa: de 2 a 8 de julho

Prova objetiva: 5 de outubro

Divulgação do resultado da objetiva e convocação para a discursiva: 12 de novembro

Envio de títulos: de 13 a 19 de novembro

Prova discursiva: 7 de dezembro

Procedimento de confirmação de cotas: de 30 de novembro a 8 de dezembro

Divulgação da primeira lista de classificação: 30 de janeiro de 2026.


Fonte: Gabriela Pereira/METRÓPLES - 04/07/2025

quinta-feira, 3 de julho de 2025

EUA: Ataque a tiros mata 4 e fere 14 em Chicago

                                             Foto: Reprodução/Fox32 Chicago

Um atirador em um veículo em alta velocidade matou 4 pessoas e feriu outras 14 no bairro de River North, em Chicago, na madrugada desta quinta-feira (3). O autor do ataque fugiu e ninguém foi detido em conexão com o atentado até o momento, segundo a polícia.

 

Um estabelecimento próximo do local recebia evento da rapper Mello Buckzz, e pessoas dentro gritaram e se deitaram ao ouvir os tiros.
 

Nos stories do perfil do Instagram da artista, ela publicou vídeos de pessoas próximas lamentando tê-las perdido, incluindo um homem que parece ser seu namorado, que teria morrido no ataque. "Meu coração está destruído em tantas partes", escreveu a rapper.
 

"Só posso descrever aquilo como uma zona de guerra", disse à Associated Press o pastor Donovan Price, que atende a chamados de emergência locais. "Caos, sangue, gritos e confusão enquanto as pessoas tentavam encontrar seus amigos e celulares. Foi uma cena horrível, trágica, dramática".
 

De acordo com a polícia, 13 mulheres e 5 homens de 21 a 32 anos foram atingidos pelos disparos, e há 2 mulheres e 2 homens mortos. A corporação também afirma que encontrou dois tipos diferentes de cápsulas de munição, o que indicaria mais de um "Claramente havia um alvo, não foi um ataque aleatório", disse o superintendente da polícia de Chicago, Larry Snelling. A corporação ainda não determinou motivo do atentado.
 

O local em que ocorria o evento da rapper, chamado Artis Restaurant and Lounge publicou no Instagram uma mensagem lamentando o ocorrido.
 

"Ontem a noite, um ato de violência ocorreu no entorno do nosso restaurante e nos chocou profundamente. Artis foi criado como um espaço seguro, onde as comunidades pretas, pardas e queer pudessem se reunir, celebrar e se sentir em casa. O que aconteceu ontem a noite interrompeu isso da forma mais dolorosa", escreveu o local.


Fonte: FOLHAPRESS - 03/07/2025