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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Processo Seletivo:Prefeitura de João Dourado oferta 45 vagas do fundamental ao superior

                                                         Imagem:reprodução
A Prefeitura Municipal de João Dourado abriu as inscrições do Processo Seletivo Simplificado (Reda) para preenchimento de 45 vagas temporárias em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. O salário previsto vai de R$ 350,00 a R$ 2.883.06, em carga horária de 20 até 40 horas semanais. 
As oportunidades são para os seguintes profissionais: enfermeiro, professor do Emitec, educador social, entrevistador do Bolsa Família, merendeira, técnico de enfermagem, motorista, operador de pá mecânica e auxiliar operacional. Os candidatos passarão por análise curricular, prova objetiva de redação e entrevista.
A inscrição é gratuita e pode ser realizada somente de forma presencial, até o dia 26 de fevereiro, na Secretaria Municipal de Educação do município, das 8h às 12h, por meio de formulário específico disponível no local da inscrição. A redação será realizada no dia 07 de março de 2015, na Escola Antônia da Silva, e a entrevista será feita no mesmo local, após o horário destinado à redação.
Fonte: Site da Prefeitura

Dilma recusa credencial do novo embaixador da Indonésia país protesta

Foto: Elza Fiúza/ABr
Após a execução de Marcos Archer Dilma demonstrou a insatisfação do Brasil Foto: Elza Fiúza/ABr/reprodução
Atualizada em 21/02/15 -11h
A presidenta Dilma Rousseff não recebeu hoje (20) a carta credencial do novo embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto. Com isso, ele não poderá representar a Indonésia em audiências ou solenidades oficiais no Brasil. Toto Riyanto esteve no Palácio do Planalto para repassar ao governo brasileiro a carta credencial, assim como os novos embaixadores da Venezuela, de El Salvador, do Panamá, do Senegal e da Grécia. A cerimônia foi encerrada sem a participação do indonésio.
“Achamos que é importante que haja uma evolução na situação para que a gente tenha clareza em que condições estão as relações da Indonésia com o Brasil. O que nós fizemos foi atrasar um pouco o recebimento de credenciais, nada mais que isso”, explicou a presidenta em entrevista após a cerimônia. Foi a primeira vez que ela conversou com jornalistas desde o fim de dezembro, antes de tomar posse do segundo mandato.
No dia 17 de janeiro, o brasileiro Marco Archer foi fuzilado na Indonésia, em cumprimento à pena de morte por tráfico de drogas. Após a execução, Dilma convocou o embaixador brasileiro na Indonésia, um ato diplomático que demonstrou a insatisfação do Brasil. Outro brasileiro condenado à pena de morte no país, Rodrigo Gularte, aguarda execução. 

GOVERNO INDONÉSIO PROTESTA CONTRA O GESTO DA PRESIDENTE DILMA

O governo da Indonésia protestou contra o gesto da presidente Dilma Rousseff, de não receber as credenciais do embaixador indonésio designado para o Brasil, Toto Riyanto, em cerimônia realizada na manhã desta sexta-feira (20) no Palácio do Planalto. Além de publicar uma nota de repúdio em seu site oficial, o Ministério das Relações Exteriores da Indonésia convocou o embaixador brasileiro em Jacarta para "transmitir os termos mais fortes possíveis de protesto para o ato hostil do governo do Brasil" e também chamou Riyanto de volta ao país.
"A maneira pela qual o ministro das Relações Exteriores do Brasil, de repente, informou o adiamento da apresentação de credenciais pelo embaixador da Indonésia designado para o Brasil, quando o embaixador já estava no palácio, é inaceitável para a Indonésia", informou o ministério indonésio, acrescentando que Riyanto havia sido convidado formalmente para apresentar suas credenciais na cerimônia.
O embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, foi convocado pelo ministério indonésio às 22h (13h em Brasília) para uma conversa dura, na qual foi demonstrada toda a insatisfação do governo da Indonésia com o constrangimento vivenciado por seu representante no Brasil. Soares também recebeu uma nota oficial de protesto.
"Como um Estado democrático soberano, com seu próprio soberano, sistema de Justiça independente e imparcial, nenhum país estrangeiro, nem partido, pode e deve interferir na implementação das leis vigentes da Indonésia dentro de sua jurisdição, inclusive na aplicação de leis para lidar com o tráfico de drogas", ressaltou o governo indonésio por meio de nota.
Segundo o ministério da Indonésia, o embaixador Toto Riyanto, chamado de volta para Jacarta, voltará ao Brasil somente quando o governo brasileiro confirmar uma nova data para a apresentação de suas credenciais.
As relações entre os dois países se deterioraram depois da execução de Marco Archer, condenado à pena de morte por tráfico de drogas, fuzilado em 17 de janeiro. Atualmente, outro brasileiro, Rodrigo Gularte, também condenado à morte pelo mesmo crime, aguarda no corredor da morte.
Fonte:Luana Lourenço/ABr
Uol

BA- 052: Polícia prende três homens com 10kg de maconha proveniente da região de Irecê

Três homens foram presos com 10 kg de maconha por volta das 2h da madrugada desta sexta-feira (20), na BA-052, na região de Malhado, em Ipirá. A prisão foi efetuada por policiais militares da Cipe Litoral Norte, durante abordagem de rotina para coibir o tráfico de drogas na região.
Os homens, que estavam em um veículo Celta e em uma motocicleta, disseram aos policiais que entregariam a droga em Feira de Santana e que receberiam a quantia de R$ 500 reais pelo transporte.
A droga, segundo eles, é de Lapão, na região de Irecê, e seria entregue a um homem identificado como Silvonei, apontado pela polícia como mentor da distribuição, que seria feita em Feira de Santana, da droga apreendida.
Cléber de Souza Araújo, 25 anos, Gilsonnei Martins, 52, ambos de Lapão, e Rodrigo dos Santos Souza, 29, de Feira de Santana, foram autuados em flagrante. Eles não estavam armados.
Informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Fotos: Ed Santos/Acorda Cidade/reprodução

Mês de Janeiro/15 foi o segundo mais quente desde 1880,diz agência

Janeiro de 2015 foi o segundo mais quente registrado, informa agência
Foto: Ilustrativa/reprodução
O mês de janeiro foi o segundo mais quente registrado desde 1880, informou o governo americano nesta quinta-feira (19). A análise é de médias globais de temperaturas nas superfícies do mar e da terra. O informe mensal de cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) foi publicado após anúncio feito da mesma agência de que 2014 tinha sido o ano mais quente da história. "A média global de temperaturas nas superfícies da terra e do mar para janeiro de 2015 foi a segunda mais alta para o mês desde que os registros começaram, em 1880", acrescentou o informe, segundo agências. 

O janeiro mais quente foi registrado em 2007, com temperaturas médias globais na terra e no mar 0,86º C acima da média do século XX. Este janeiro esteve 0,77º C acima da média do século XX, acrescentou o informe da NOAA. Informações do BN.

Mundo: Prefeito de Caracas é preso pelo governo de Nicolás Maduro

O prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, foi preso na noite de quinta-feira por agentes do Serviço Bolivariano de Informação (Sebin), o serviço de inteligência da Venezuela. Ledezma é um forte opositor ao governo chavista e é acusado pelo presidente Nicolás Maduro de planejar um golpe de Estado.
Ele foi detido em seu escritório e, momentos antes, escreveu em sua conta no Twitter: "meu escritório prestes a ser invadido por agentes do regime". Em discurso, o presidente Maduro disse ontem à noite que Ledezma "será responsabilizado por todos os seus crimes". O prefeito nega todas as acusações.
Um membro da equipe de segurança de Ledezema, que preferiu não se identificar, afirmou que 10 homens vestidos com o uniforme do Sebin entraram armados no prédio da Prefeitura. Eles teriam usado as armas para quebrar as portas e abrir passagem. Depois, outra dezena de homens, estes com máscaras, invadiu o local e agrediu o prefeito antes de levá-lo.
Hector Urgelles, um porta-voz do partido de Ledezma, a Aliança Bravo Povo, disse que os homens não se identificaram e não informaram nenhuma razão para prender o prefeito. A notícia desencadeou protestos na capital do país.

 Fonte: Associated Press.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Brasil: "Dilma erra ao tentar agradar a direita e o PT" diz líder do MTST


Guilherme Boulos
Líder do MTST diz que movimento defenderia Dilma de impeachment, desde que hajam reformas populares -foto:reprodução
Grupo que vem ganhando relevância nacional, desde 2013, por conta das manifestações em favor de moradia popular, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) ajudou a consolidar Guilherme Boulos como um dos principais nomes da esquerda brasileira. Como parte da matéria de capa da edição de CartaCapital desta semana, a reportagem entrevistou o líder sem teto para uma análise sobre o atual momento da política brasileira, em meio a rumores de impeachment contra o governo Dilma Rousseff.
Para Guilherme Boulos, a presidenta  fez o mesmo caminho do ex-presidente Getúlio Vargas no início da década de 1950, ao tentar conquistar a direita depois de uma campanha eleitoral mobilizada pelos movimentos populares. Mas, ao contrário do que aconteceu durante boa parte da gestão Lula, não há mais condições econômicas para agradar tanto conservadores como progressistas. “A política do pacto de que todos ganham não era mais possível. E a escolha foi, lamentavelmente, cortar do lado dos trabalhadores”.
Leia a entrevista abaixo a Carta Capital:
Carta Capital: Como o senhor avalia o início de governo Dilma?


Guilherme Boulos: No segundo turno houve um discurso forte da presidenta mais à esquerda. Esse discurso, diante do medo de um possível retrocesso com Aécio Neves, conseguiu mobilizar setores populares importantes. Quem foi para as ruas no segundo turno não foram militantes pagos, mas os movimentos sociais. Poucas horas após o resultado, é impressionante, os gestos da presidenta foram no sentido contrário. Tivemos aumento de juros e declarações desastrosas, como a da abertura de capital da Caixa Econômica Federal. A opção feita pela presidenta e pelo PT foi de responder à crise pela direita. Esse é o grande problema. Quando o crescimento econômico degringolou por conta da crise dos últimos quatro anos, o governo tinha de fazer opções. O orçamento diminuiu, de algum lado tinha de cortar. A política do pacto de que todos ganham não era mais possível. E a escolha foi, lamentavelmente, cortar do lado dos trabalhadores, em vez de fazer uma política de reformas populares, mais à esquerda.

CC: Há clima para um impeachment?


GB: A Dilma Roussef incorreu em um erro parecido com aquele de Getúlio Vargas em 1951. Vargas foi eleito em uma das campanhas de maior mobilização do País. Milhares de brasileiros foram às ruas em 1950. Mal assumiu e, como tinha o Congresso contrário e a UDN dominando a mídia, fez as concessões. Montou um ministério conservador e ficou refém desses setores. Acreditar que essas sinalizações à elite e à direita eram suficientes para domá-las foi o equívoco do Vargas. E quando tentou dar uma guinada mais à esquerda, já era tarde. A base popular que o elegeu não confiava mais nele. O caminho de contrariar, de frustrar as expectativas da base popular que a elegeu é o caminho da ruína. Evidentemente, o impeachment a essa altura, principalmente de onde parte a ideia, é golpismo. É inaceitável. Agora a presidenta tem de entender que o governo dela precisa ser mais defensável. Hoje é difícil sair na rua para defender a sua administração. Evidentemente, da nossa parte, vai haver um rechaço direto a qualquer alternativa golpista da direita e da elite, pois sabemos até onde isso vai. Na política não tem essa de “pior que está, não fica”. Fica. Sempre pode ficar pior e temos de analisar essas situações e impedir que a direita ganhe ainda mais com esse processo. Mas isso não significa da nossa parte defender o governo Dilma. Primeiro, o governo tem de se fazer defensável, depois pode pedir para ser defendido.

CC: Diante de uma ameaça concreta de impeachment, o MTST entra para defender o governo Dilma nas ruas?


GB: Entra, mas entra de uma forma muito categórica. Não entra dando cheque em branco para a Dilma, não. Entra criticando e exigindo, inclusive, que esse governo revogue as MPs, que esse governo garanta investimento sociais e que esse governo faça as reformas estruturais e necessárias para uma saída popular para a crise no País. E não a saída da direita. O MTST não tem disposição de ir às ruas e defender o governo Dilma com essa política. O MTST tem disposição de ir às ruas contra o impeachmente contra o golpismo mas, ao mesmo tempo, contra uma política de ajuste antipopular.

CC: Qual seria a saída popular?


GB: Uma saída popular é defender a Constituição. Ser de esquerda no Brasil, é meio lamentável dizer isso, implica em defender pontos da Constituição, que prevê a auditoria da dívida pública, a taxação de grandes fortunas, a função social da propriedade, a democracia nas comunicações. A Constituição não prevê financiamento empresarial de campanha. Esses temas que, lamentavelmente, são tabus e precisam ser enfrentados. O ajuste a ser feito é para o outro lado. Não é cortar pensão, dificultar o seguro-desemprego. Isso é uma vergonha. Taxação de grandes fortunas se faz com correlação de forças, não se faz apenas com vontade política. Agora correlação de forças se constrói e se cria fortalecendo os movimentos sociais. A saída popular para a crise é fazer os ricos pagarem pela crise.

CC: Há condições para o governo Dilma fazer um caminho de volta?


GB: Olha, o tempo está se esgotando. A história foi bastante generosa com o Partido dos Trabalhadores. A história deu oportunidades para o PT, e deu credibilidade popular mais de uma vez para ele optar por um caminho de reformas populares, de combate aos privilégios da elite. Deu essa oportunidade em 2003 e em 2006 depois de uma eleição extremamente polarizada. Em 2010 não houve tanta polarização, mas aconteceu agora novamente em 2014. E essas oportunidades foram sistematicamente dispensadas. Uma hora a história se cansa também e caímos no mesmo dilema de Vargas. O PT cada vez mais perde apoio popular, credibilidade e a sua condição política para atuar em qualquer processo de mudança política no País.

CC: Qual sua análise da esquerda brasileira nesse momento? Quais alternativas a esquerda tem?


GB: Nós acreditamos que o principal caminho que a esquerda precisa seguir é acumular força social. Nós precisamos retomar trabalho de base, nós precisamos ter capacidade de mobilização, nós precisamos reconstruir capacidade de diálogo com a classe trabalhadora, com os mais pobres. Esse é o caminho. Se fala muito no Podemos [partido de esquerda que vem ganhando força na Espanha]. Um Podemos, assim como um Syriza [partido de esquerda que venceu as eleições na Grécia], não é para quem quer. É para quem pode. Você precisa ter milhares, centenas de milhares de pessoas nas ruas para construir um instrumento político que capilarize com força sentimentos e projetos de mudança. Isso não se faz de um dia para o outro. Esse é hoje um dos principais problemas da esquerda brasileira. Nós temos pouca capacidade de diálogo e de mobilização das classes populares. Isso para nós é o grande desafio. É o que movimentos como o MTST procuram fazer com a sua atuação.

CC: O senhor enxerga algum tipo de movimento parecido com o Podemos, da Espanha, ou o Syriza, da Grécia, acontecendo no Brasil nos próximos anos?


GB: No atual sistema político brasileiro, a esquerda será sempre minoritária. Para se criar condições de uma alternativa de esquerda, com possibilidades reais de ganho, é preciso mudar esse sistema político. Não só o tema do financiamento de campanha, mas fundamentalmente garantir mais ferramentas de participação popular. É preciso combater de baixo para cima essa estrutura patrimonialista, privatista e anti-popular do Estado brasileiro. Sem isso, muito improvavelmente nós vamos ter uma alternativa de esquerda com chance de vitória. O PT, longe de ser um contraponto disso, é uma expressão disso. Para ganhar nesse sistema político teve que fazer um tal grau de concessão de projeto de plataforma que o descaracterizou como governo de esquerda. Nos últimos 12 anos no Brasil, nós não tivemos um governo de esquerda. Nós tivemos um governo que produziu alguns avanços sociais sem nenhum mexer em nenhum privilégio [da elite]. Ao contrário, produziu recordes para a elite financeira e industrial do País, sem tocar em nenhuma das reformas estruturais necessárias para uma mudança verdadeira no Brasil.

CC: O senhor é um dos líderes da esquerda que emergiu há pouco tempo no Brasil. O senhor se enxerga entrando em algum momento na política brasileira para representar essa esquerda, ou para liderar uma mudança no sistema político?


GB: Veja, um dos pontos de uma reforma política, de uma mudança política radical, é partir de uma lógica personalista, do atual sistema, para uma lógica de projeto político. Acho que a disputa tem que ser feita nesse momento para uma mudança radical do sistema político, entre outras mudanças que nós temos que fazer junto a isso. E é preciso viabilizar projetos políticos para que se faça esse enfrentamento porque uma reforma política não resolve tudo. Reforma política não é coringa. Um sistema político mais popular nos dá condições para disputar melhor um projeto de reformas populares para o País.

Fonte: Revista Carta  CapitalRenan Truffi — publicado 18/02/2015 01:44, última modificação 18/02/2015 09:56/reprodução

MEC promete regularizar pagamento do Pronatec de 2014


O Ministério da Educação admitiu, em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (19), que há atrasos nos repasses do governo federal para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O comunicado anuncia também a liberação de R$ 119 milhões para regularizar o pagamento de outubro, novembro e dezembro dos professores que lecionam no programa por meio de instituições privadas. "O MEC informa que foram liberados R$ 119 milhões para regularizar o fluxo de pagamento referente às mensalidades de 2014 para instituições privadas. A liberação dos repasses este ano está dentro do previsto, lembrando que o pagamento de cada parcela pode ser feito em até 45 dias após o vencimento do mês de referência", disse o MEC. Informações da agência Brasil.

UEFS divulga 5ª Chamada do Vestibular 2015.1

                                                                      Imagem:reprodução

A Universidade Estadual de Feira de Santana divulgou hoje(19)  a quinta chamada do vestibular 2015.1 (ProSel). A relação dos convocados e dos documentos necessários à matrícula está publicada no link abaixo:
http://www.uefs.br/portal/noticias/2014/prosel-2015.1-quinta-chamda-matricula-dia-25-de-fevereiro

A matrícula será realizada quarta-feira, dia 25 de fevereiro, das 15 às 16h, na Sala de Reuniões da Aeri, localizada da no prédio da Reitoria,1º andar, campus universitário. 

Fonte:UEFS